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A UTILIZAÇÃO DE MATERIAL EXTRA MOTORES

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(1)

MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA

(CONCURSO PÚBLICO DE ADMISSÃO AO CURSO DE

FORMAÇÃO PARA INGRESSO NO CORPO AUXILIAR

DE PRAÇAS DA MARINHA / CP-CAP/2014)

NÃO ESTÁ AUTORIZADA A UTILIZAÇÃO DE

MATERIAL EXTRA

(2)

1) Qual é a d e f i n i ç ã o de bronzina?

(A) F l u i d o u t i l i z a d o no p r e s e r v a t i v o da água de r e s f r i a m e n ­ to .

(B) O m e s m o que Anel de segmento.

{C ) C o m b u s t í v e l a l ternativo de m o tores Diesel.

(D) M a n c a i de fricção, gera l m e n t e de aço revestido.

(E) Tipo de impureza que ataca a superfície interna das c a m i s a s .

2) O b s e r v e a figura a s e g u i r .

No eixo r e p r e s e n t a d o acima o símbolo " n n i n d i c a : (A) o grau de aspereza toler á v e l da superfície. (B) um c h anfro de p r o f u n d i d a d e " n " .

(C) o d i â m e t r o nominal do eixo.

(D) a t o l e r â n c i a máxima do d i â m e t r o do e i x o . (E) a p r o f u n d i d a d e da rosca do eixo.

3) A n a l i s e a opção que apresenta dois tipos de válvulas de b l o q u e i o . (A) G l o b o e De A g u l h a . (B) De A g u l h a e De E s f e r a . (C) G a v e t a e De Esfera. (D) G l o b o e Macho. (E) De E s f e r a e De Controle. Prova : A m a r e l a C o n c u r s o : CP-CAP/14 Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(3)

4) A n a l i s e as a f irmativas abaixo.

Co m r e lação à fabricação dos tubos co m costura, pode-se a f irmar q u e :

I - a qual i d a d e dos tubos com c o stura é necessariamente m e n o r do que a dos tubos sem costura.

II - na fabricação de tubos com costura a p a r t i r de chapas planas avulsas, a con f o r m a ç ã o po d e ser feita em c a l a n d r a s .

Ill™ na fabricação de tubos com c o stura e x istem duas d i s p o s i ç õ e s da costura s o l d a d a : longitudinal e t r a n s v e r s a l .

A s s i n a l e a opção correta.

(A) A p e n a s a afir m a t i v a I é verdadeira. (B) A p e n a s a afir m a t i v a II é v e r d a d e i r a . {C ) A p e n a s a afir m a t i v a III é v e r d a d e i r a .

(D) Apenas as a f irmativas I e II são verdadeiras. (E) A p e n a s as a f irmativas I e III são verdadeiras.

5) Com relação aos tipos de M o tores Diesel, assinale a opção c o r r e t a .

(A) M o t o r e s Diesel lentos são de p e q u e n o p o r t e e usados em c a m i n h õ e s .

{B) M o t o r e s Diesel rápidos são usados em navios e re b o c a d o ­ res .

(C) M o t o r e s de velo c i d a d e m é d i a f u n c i o n a m em até 1200 RPM. (D) M o t o r e s Diesel lentos são de grande p o r t e e usados em

t r a t o r e s .

(E) M o t o r e s Diesel lentos são de grande p o r t e e usados em g r andes navios.

6) Qual é o d e feito que pode o c orrer nas camisas de cilindros por má fixação, u s i n a g e m ou m o n t a g e m ? (A) P e r d a de e s t a n q u e i d a d e . (B) Empenamento. (C) C a v i t a ç ã o . (D) C o r r o s ã o e l e t r o l í t i c a . (E) C o r r o s ã o q u í m i c a . Prova : A m a r e l a C o n c u r s o : CP-CAP/14 Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

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7) Q u a n d o é n e c e s s á r i o controlar, e s t a b e l e c e r ou interromper o fluxo em um a tubulação, qual acessório é mais adequado para ser i n s talado?

(A) Um flange. (B) U m m a n c a i . (C) U ma c u r v a .

(D) Uma p l a c a de orifício. (E) Uma válvula.

8) Com uma

relação rosca

a uma rosca M l 0x1,25, é correto afirmar que (A) m é t r i c a

1,2 5 m m .

com diâmetro nominal de lOmm e passo fino de

(B)

m é t r i c a com diâmetro nominal de 1 Omm e comprimento de rosca de l,25mm.

(C) m é t r i c a c om diâmetro nominal de lOmm e pr o f u n d i d a d e de 1,2 5 m m .

(D) w h i t w o r t h normal com diâmetro nominal de lOmm.

(E) w h i t w o r t h normal com diâmetro nominal de lOmm e passo fino de 1 , 25mm.

9) A s s i n a l e a opção que apre s e n t a apenas elementos que compõem um p a q u í m e t r o universal.

(A) Cursor, diafragma, b r a ç o m ó v e l e t r a v a .

(B) B i c o fixo, nônio, impulsor e haste de profundidade. (C) Trava, b r a ç o móvel, p o r c a de ajuste e catraca.

(D) Nônio, catraca, braço de ajuste e impulsor. (E) Bainha, tambor, cursor e catraca.

10) Qual é a d e f i n i ç ã o de cilindrada de um motor?

(A) O choque que o pistão realiza contra as v á l v u l a s .

(B) O ruído dos cilindros durante o f u n c i o n a m e n t o do motor. (C) A q u a n t i d a d e de cilindros de um motor.

(D) A soma das cilindradas de cada cilindro. (E) O f ormato dos pistões de um motor.

11) O m o t o r Diesel te m a p r o p r i e d a d e de acelerar, ou disparar, a u m e n t a n d o sua velo c i d a d e até que se d a n i f i q u e . Qual c o mpo­ nente e x i s t e p a r a evitar que isso ocorra?

(A) A b o m b a injetora. (B) 0 turbocompressor.

(C) A c r e m a l h e i r a da b o m b a injetora (D) O r e g u l a d o r de velocidade.

(E) O avanço automático. Prova : A m a r e l a

Profissão : T É C N I C O E M MOTORES

(5)

12) Qual é a razão para a u t i l i z a ç ã o de m otores de vários c i lin­ dros?

(A) São nec e s s á r i o s porque, pa r a que fossem alcançadas as altas potências, seria nece s s á r i o um cilindro muito p e ­ queno p a r a u m motor de um só cilindro.

(B) São util i z a d o s porque, para que fossem alcançadas as a l ­ tas potências, seria n e c e s s á r i o u m cilin d r o muito grande p a r a u m m o t o r de um só cilindro.

(C) São util i z a d o s p o r q u e são n e c e s s á r i o s contrapesos, no girabrequim, de grande peso e dimensões.

(D) São util i z a d o s p a r a que os m o t o r e s co m baixa potência p o s s a m ser apenas em " V " .

(E) São util i z a d o s p a r a que os m o t o r e s com alta potência p o s s a m ser apenas em linha.

13) Qual é a função da v álvula t e r m o s t á t i c a num motor Diesel? (A) C o n t r o l a r a entrada do ar de admissão.

(B) C o n t r o l a r a saída dos gases de c o m b u s t ã o . (C) M e d i r a t e m p e r a t u r a dos gases de combustão. (D) M e d i r a t e m p e r a t u r a do ar de admissão.

(E) C o n t r o l a r a t e m p e r a t u r a pelo fluxo de água para o r a dia­ dor .

14) Co m r e lação à p e r s p e c t i v a cavaleira, é c o rreto afirmar que: (A) q u a l q u e r p o sição de u m cubo de referência nela

r e p r e s e n t a d o apresenta reduções desig u a i s das arestas. (B) um cubo de referência nela r e p r e s e n t a d o pode ocupar

q u a l q u e r posição, b a s t a n d o u n i c a m e n t e que duas de suas arestas a p a r e ç a m igualmente reduzidas.

(C) a falta de c o n vergência das linhas que se a fastam do p l a n o verti c a l produz uma d e f o r m a ç ã o no desenho.

(D) q u a n d o a face da frente do objeto é p a r a l e l a ao plano de projeção, sua proje ç ã o difere da p r o j e ç ã o ortogonal.

{E ) é c l a s s i f i c a d a como um sistema de p r o j e ç ã o o r t o g o n a l .

Prova : A m a r e l a C o n curso : CP-CAP/14 Prof i s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(6)

15) Q u a n d o se m e d e m as dimensões de dife r e n t e s peças cujo fun­ c i o n a m e n t o foi e x p e r i m e n t a d o e con s i d e r a d o adequado, v e r i f i ­ ca-se que essas dimensões p o d e m o s cilar dentro de certos li­ mites, m a n t e n d o - s e as condições de f u n c i onamento a n t e r i o r ­ m e n t e previstas. Esse é o conceito de:

(A) uniformidade. (B) simetria.

(C) d i f e r e n ç a ou afastamento. (D) tolerância.

(E) i n t e r c a m b i a b i l i d a d e .

16) Co m o objet i v o de alcan ç a r a forma do jato mais adequada, e x i s t e m v á r i o s tipos de i n jetores m e c â n i c o s . Os dois tipos mais comuns são:

(A) de orifícios e de tipo O N . (B) elét r i c o s e de tipo IM.

(C) de orifícios e de duplo efeito. (D) de tipo DL e de tipo DN.

(E) de agulhas e de simples efeito.

17) Co m r e lação ao eixo de carnes ou de comando de válvulas, assin a l e a opção correta.

(A) G i r a na m e s m a v e l o c i d a d e da árvore de m a n i v e l a s . (B) Possui um carne que comanda s i m u l t a n e a m e n t e todas as

v á l v u l a s .

(C) G i r a na m e t a d e da v e l o c i d a d e da árvore de manivelas. (D) Não p a s s a po r t r atamentos térmi c o s superficiais. (E) T r a n s m i t e rotação à árvore de manivelas.

Prova P r ofissão

A m a r e l a

T É C N I C O EM MOTORES

(7)

18) O b s e r v e a figura a s e g u i r . C o m r e l a ç ã o a o d e s e n h o a c i m a , a s s i n a l e a o p ç ã o q u e a p r e s e n t a o v a l o r d a s c o t a s s o l i c i t a d a s .

(A )

X

11

o

Y = 3 0

(B)

X = 1 5 ; Y = 4 0

(C )

X

11 |—l O

11X

oCM

(D)

X = 1 0 ; Y = 3 5

(E) X

li to

o X

11

V

CD

19) 0 corte p a r c i a l é utili z a d o quando se deseja:

(A) i n d i c a r a l g u m detalhe interno da p e ç a quando o corte c o m p l e t o ou o meio corte são desnecessários.

(B) m o s t r a r a p r o j e ç ã o compl e t a em corte.

(C) r e p r e s e n t a r objetos s i m é t r i c o s , de mo d o que apareça uma m e t a d e em corte e a outra m e t a d e em v i s t a comum.

(D) r e p r e s e n t a r a seção reta de certos elementos c o n s t r u t i v o s .

(E) u t i l i z a r u m plano de corte composto.

20) A s s i n a l e a opção que c o n t é m uma causa de fumaça escura ou a z u l a d a pelo esc a p a m e n t o durante o f u n c i o n a m e n t o de um motor D i e s e l .

(A) P a s s a g e m de óleo lu b r i f i c a n t e pa r a a câmara de c o m b u s ­ tão .

(B) C o n s u m o excessivo de óleo Diesel.

(C) F a l t a de compressão do m o t o r po r juntas do cabeçote q u e i m a d a s .

(D) P r e s e n ç a de ar na t u b u l a ç ã o de óleo combustível do m o t o r .

(E) R e g u l a d o r centrífugo ou a v á c u o defeituoso.

Prova : A m a r e l a C o n curso : C P - C A P / 1 4 P r o f i s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(8)

21) P a r a v e r i f i c a r a qualidade dos tubos com costura, os mesmos d e v e m ser submetidos aos seguintes testes e inspeções:

(A) h i d r o s t á t i c o e r a diografia ou u l t r a s som. <B) elétrico, r a diografia e gravimetria.

(C) hidrostático, visual e v e r i f i c a ç ã o de aderência. (D) p n e u m á t i c o e Liquido Penetrante.

(E) d e s e m p e n h o e ultrassom.

22) Co m r e lação aos componentes de um m e c a n i s m o de lubrificação, o que é cárter seco?

(A) Q u a n d o o cárter fica vazio devido a grande vazamento de ó l e o .

(B) C á r t e r usado em motores que p r e c i s a m se inclinar muito d u r a n t e o f u n c i o n a m e n t o .

(C) Cárter de motores que f u n c i o n a m sem óleo.

(D) S i s t e m a em que o óleo ve m de fora do cárter durante o f u n c i o n a m e n t o .

(E) C á r t e r em que o óleo não é filtrado no m ó d u l o secundá- r i o .

23) Q u a n t o à finalidade do e m prego dos i s olamentos t é r m i c o s , p o d e - s e a f i r m a r que:

(A) p o d e m ser aplicáveis apenas p a r a linhas quentes, ou seja, p a r a tubulações cuja t e m p e r a t u r a de operação seja s u p e r i o r à t e m p e r a t u r a a m b i e n t e .

(B) a única função do isolamento t é rmico é proteger os oper a d o r e s de queimaduras, devido à alta tem p e r a t u r a da t u b u l a ç ã o .

(C) é r e sponsável pela formação de o r valho ou de gelo na s u p e r f í c i e da tubulação.

(D) desde que não exista risco de acid e n t e s pessoais, pode ser d i s p e n s a d o o iso l a m e n t o em t u b u l a ç õ e s curtas ou de f u n c i o n a m e n t o i n t e r m i t e n t e .

(E) não deve c o nstar nas Folhas de Dados de Tubulação o tipo e a loc a l i z a ç ã o do isolamento térmico.

Prova : A m a r e l a

Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(9)

2 4) Qual foi o p r i m e i r o sistema de injeção de óleo Diesel a fa­ zer sucesso na década de 30 e que, atualmente, é o sistema de injeção mais utili z a d o em todo o mundo?

(A) De b o m b a r o t a t i v a . (B) D i s t r i b u i d o r .

(C) De injetores unitários.

(D) De injeção sob p r essão temporizada. (E) De b o m b a em l i n h a .

25) obs erve as figuras a seguir.

r ‘V 5*— i

\

___ j

i ii 111

IV

Co m r e lação à figura acima, ide n t i f i q u e os símbolos de sol­ da, respectivamente, e assinale a opção correta.

(A) I-Rebordo; II-Ângulo; IlI-em V; IV-Bisel; V - e m U. (B) I-Ângulo; II-Rebordo; III-Bisel; IV-em V; V - e m U. (C) I-Bisel; Il-em V; III-em U; IV-Rebordo; V-Ângulo. (D) I-em V; II-Bisel; III-Ângulo; IV-em U; V-Rebordo. (E) I-em U; II-Bisel; III-Ângulo; IV-em V; V-Rebordo.

26) Para e v i t a r rotação relat i v a entre um eixo e um componente afixado, a conexão entre o cubo do comp o n e n t e e o eixo pode ser g a r a n t i d a :

(A) po r um outro cilindro, instalado do outro lado do cubo, e x e r c e n d o força cont r á r i a ao movimento.

(B) p e l o atrito existente entre o cubo do componente e o eixo.

(C) po r chavetas, estrias ou p a r a f u s o s de f i x a ç ã o . (D) po r ac o p l a m e n t o s ou eng r e n a g e n s de fixação. (E) inse r i n d o um ímã entre o cubo e o eixo.

Prova : A m a r e l a C o n c u r s o : CP-CAP/14 Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(10)

27) No segundo curso de um m o t o r de quatro tempos, o pistão se d e s l o c a do PMI p a r a o PMS e as v á l vulas de admissão e d e s ­ carga estão fechadas. Esse ciclo é o de:

(A) Descarga. (B) Expansão. (C) Admissão. (D) Compressão. (E) Recuperação.

28) A s s i n a l e a opção que apres e n t a três tipos de acessórios usados p a r a fazer m u d anças de d i r e ç ã o em tubulações.

(A) Tê de redução, tê de 4 5 ° e c r u z e t a .

(B) Curva de redução, joelho e joelho de redução. <C ) Cruzeta, joelho e tê de 45° .

(D) Luva, niple e bujão.

(E) Curva de redução, joelho e bujão.

29) A s s i n a l e a opção que completa co r r e t a m e n t e as lacunas da s e n tença abaixo.

O t u r b o c o m p r e s s o r é mais efici e n t e em rotações ______________ do m o t o r e, por isso, m e l h o r a p r o v e i t a d o em motores Diesel de _________________ , como os de câmara de turbulência.

(A)

( B )

(C) (D) (E)

mais b a i x a s / baixa rotação mais b a i x a s / m é d i a rotação mais altas / média rotação, mais altas / alta rotação, mais b a i x a s / alta rotação.

Prova : A m a r e l a C o n c u r s o : CP-CAP/14 Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(11)

30) Co m b a s e nos dados de um sistema de ajuste livre normal F7/h6 furo base, para um diâmetro de 60mm, pede-se:

+ o , o o o EIXO 0 6 0 -0,019 +0,060 FURO 0 6 0 +0,030 C o m r e l a ç ã o a e s s e s d a d o s , a s s i n a l e a o p ç ã o q u e a p r e s e n t a , r e s p e c t i a m e n t e , a f o l g a m á x i m a e a f o l g a m i n i m a . (A) 0,07 9mm; 0 , OOlmm (B) 0 , 004mm; 0 , OOlmm (C) 0,07 9 m m ; 0 , 030mm (D) 0 , 050mm; 0 , 060mm (E) 0 , OOOmrn; 0 , 019mm 31) A n a l i s e as a f irmativas abaixo. A s j u n t a s d e e x p a n s ã o p o d e m s e r u t i l i z a d a s :

I - p a r a ligação direta entre dois equipamentos.

II - em tubu l a ç õ e s que, por exigências de serviço, devam ter trajetos diretos retilineos, co m um m í n i m o de perdas de carga ou de t u r b i l h o n a m e n t o s .

III- em tubu l a ç õ e s não sujeitas a vibr a ç õ e s de grande a m p l i t u d e . A s s i n a l e a opção correta. (A) (B) (C) (D) (E)

Apenas a afi r m a t i v a III é verdadeira.

Apenas as afirmativas I e III são v e r d a d e i r a s . Apenas as afirmativas I e II são verdadeiras. A p e n a s as afirmativas II e III são verdadeiras. Apenas a afi r m a t i v a I é verdadeira.

P r o v a P r o f i s s ã o

A m a r e l a

T É C N I C O EM MOTORES

(12)

32) O invó l u c r o externo de p r e s s ã o de uma válvula, isto é, a sua carcaça, compõe-se de duas partes que t a m b é m são d e n o m i n a d a s tampa. Esse trecho refere-se a que partes de uma válvula?

(A) Corpo e Castelo. (B) V o l a n t e e sede. (C) Sedes e g a x e t a s .

(D) M e c a n i s m o interno e gaxetas. (E) Haste e v o l u t a .

33) A e s c a l a 2:1 significa que o d e senho está: (A) r e d u z i d o .

(B) n a t u r a l . (C) exato.

(D) aproximado. (E) ampliado.

34) Após a m o n t a g e m de um sistema de tubu l a ç õ e s de água doce e fria, que tipo de teste e qual p r e s s ã o d e v e m ser apli c a d o s p a r a se v e r i f i c a r ou não a e x i s t ê n c i a de possíveis v a z a m e n t o s ?

(A) Teste que a

h i d r á u l i c o com p r e s s ã o de teste três vezes p r e s s ã o de trabalho.

maior (B) Teste

m a i o r

h i d r o s t á t i c o com p r e s s ã o de teste uma vez e que a p r essão de trabalho.

meia (C) Teste visual com p ressão de teste duas vezes maior

p r e s s ã o de trabalho.

que a (D) Teste

que a

h i d r á u l i c o co m p r e s s ã o de teste duas vezes p r e s s ã o de trabalho.

maior (E) Teste

que a

h i d r o s t á t i c o com p r essão de teste três vezes p r e s s ã o de trabalho.

maior

35) Qual é o i n strumento mais a d e q u a d o p a r a v e r i f i c a r a pressão numa linha de tubu l a ç ã o industrial?

(A) P a q u í m e t r o . (B) Termômetro. {C ) M a n ô m e t r o . (D) T e r m o s t a t o . (E) Micrometro.

Prova : A m a r e l a C o n curso : CP-CAP/14 Profi s s ã o : T É C N I C O E M MOTORES

(13)

36} A o c o r r ê n c i a de furos no topo dos p istões se deve a falhas de injeção. Essas falhas de injeção p o d e m ocorrer devido às seguintes c a u s a s :

(A) quebra de anéis de segmento e injeção exces s i v a de óleo D i e s e l .

{B ) f u n c i o n a m e n t o com m o t o r frio e injeção deficiente de óleo D i e s e l .

(C) p o n t o de injeção des r e g u l a d o e injeção deficiente de óleo D i e s e l .

(D) falta de m a n u t e n ç ã o do filtro de ar e óleo Diesel de b a i x a qualidade.

(E) injeção des r e g u l a d a e injeção exce s s i v a de óleo Diesel. 37) Qual é o p r o c e s s o de fabricação mais adequado para obtenção

de tubos co m costura? (A) Laminação. (B) Extrusão. (C) F a b r i c a ç ã o por solda. (D) F u n d i ç ã o . (E) S u t u r a ç ã o .

38) Co m relação aos tipos de flanges, assinale a opção correta. (A) O "flange de pescoço" não é m u i t o usual na indústria,

d e v i d o a sua b a i x a r e s i s t ê n c i a e p e l a dificuldade de soldá - l o ao t u b o .

{B ) O "flange sobreposto" é mais caro, quando comparado ao flange de pescoço, e, para montagem, neces s i t a que os extre m o s dos tubos sejam chanfrados p a r a solda.

(C) 0 "flange rosqueado" deve ser usado apenas em serviços com fluidos inflamáveis, tóxicos ou p e r i g o s o s de modo g e r a l .

(D) O "flange s o l t o ” , t a m b é m conh e c i d o como "Van Stone", não fica p r e s o à tubulação, e sim solto, capaz de deslizar livr e m e n t e sobre o tubo.

(E) Os "Flanges c e g o s ” p o s s u e m a forma de um disco e são u t i l i z a d o s para m a n t e r ext r e m i d a d e s de linhas ou bocais flangeados abertos.

Prova : A m a r e l a

Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(14)

39) Co m r e lação aos aços-liga, é correto a firmar que:

(A) são aços especiais que p o s s u e m em sua composição, exclusivamente, o c a r b o n o .

(B) são aços que p o s s u e m q u a l q u e r quan t i d a d e de outros elementos, além dos que e n t r a m na comp o s i ç ã o dos aços-c a r b o n o .

(C) normalmente, tubos de aço-l i g a p o s s u e m um custo inferior quando comp a r a d o com os a ç o s - c a r b o n o .

(D) são aços fáceis de soldar.

(E) d i f e r e n t e dos aços-carbono, estes resis t e m be m à corrosão, quando em contato com a água salgada.

40) O b s e r v e a figura a seguir.

A figura acima representa uma m e d i ç ã o com paquímetro, sendo a escala em m i l í m e t r o s e o nônio co m 20 divisões. Qual é a l e itura indicada, em m i l í m e t r o s ? (A) 99,00 (B) 96,50 (C) 76,05 (D) 73,65 (E) 70,60 Prova : A m a r e l a Profi s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES C o n c u r s o : CP-CAP/14

(15)

41) Co m relação aos cilindros do m o t o r e seus componentes, a s s i ­ nale a opção que apresenta uma defin i ç ã o INCORRETA.

(A) O e m p e r r a m e n t o localizado na saia do pistão deve-se, geralmente, ao anel raspador estar t r a b a l h a n d o com d e m a ­ siada pressão.

(B) O p o n t o de injeção mal regulado é uma das causas p r i n c i ­ pais de defeitos ou d e s gaste exce s s i v o em pistões ou a n é i s .

(C) 0 p e r f i l dos anéis de segmento é um fator importante p a ­ ra a t r a n s m i s s ã o de calor entre esses e as paredes do c i l i n d r o .

(D) Uma b i e l a empen a d a vai p r o v o c a r um contato irregular dos anéis de segmento na parede do cilindro.

(E) 0 v o l a n t e do m o t o r te m a função de d i s s i p a r a energia de c o m b u s t ã o de cada cilindro.

42) Qual dos aços abaixo apre s e n t a a m a i o r dureza de acordo com seu teor de carbono?

(A) 1070A (B) 1050A (C) 1 0 45A (D) 1 0 30A (E) 1 0 20A

43) C o m relação às tubulações de e s g o t o s , é correto afirmar q u e : (A) são tubu l a ç õ e s que n o r m a l m e n t e n e c e s s i t a m de bombas para

i m p u l s i o n a r o líquido até o seu d e s t i n o final.

(B) d e v e m ser sempre p o s i c i o n a d a s no alto e expostas, para f a c i l i t a r o acesso e l i m p e z a .

(C) a m a i o r parte dessas t u b u l a ç õ e s funciona sem pressão, como canais, com superfície livre de liquido, por essa razão deve ter caimento constante.

(D) em casos especiais, o m a t e r i a l da t u b u l a ç ã o deve ser pvc.

(E) a c o r rente liquida nessas t u b u l a ç õ e s não é muito agressiva.

Prova : A m a r e l a

P r o f i s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(16)

44) Sendo "b" a largura de um mancai e "D" o diâme t r o do eixo, a relação b/D que é con s i d e r a d a como normal para utilização é:

45} (A) CD o i—i a. 0,1 (B) 0,3 a 0, 6 (C) 0,8 a 1,2 (D) 1/5 a 2,0 (E) 2,0 a 3, 0 Ob s e r v e a figura s e g u i r .

A figura acima representa a escala de leitura de um m i c r ô m e t r o utili z a d o para lev a n t a m e n t o dim e n s i o n a l de peças, g r a d u a d o em mil í m e t r o s e meios milímetros, p o d e n d o medir até 25 mm, e co m apr o x i m a ç ã o de m e didas de 1/100 mm (1 centésimo de m i l í m e t r o ) .

D e t e r m i n e o v a l o r indicado nessa figura, e assinale a opção c o r r e t a . 46) (A) 1 o, 12 mm (B) 1 4 /21 m m (C) 1 4, 71 m m (D) 2 1/ 15 m m (E) 2 1/ 19 mm

Das sim b o l o g i a s abaixo, qual sign i f i c a Rosca Americana C ô n i c a p a r a Tubos? (A) NFS (B) BSP (C) NPT (D) NEF (E) BSW Prova : A m a r e l a C o n c u r s o : CP-CAP/14 P r o f i s s ã o : T É C N I C O EM MOTORES

(17)

47) o que é ajuste móvel?

(A) É o ajuste conseguido por meio do aco p l a m e n t o de peças, no qual existe jogo.

(B) É o ajuste no qual, depois do aco p l a m e n t o das p e ç a s , existe p r essão ou interferência.

(C) E o ajuste pelo qual, pa r a todas as classes de ajuste, as m e d i d a s m ínimas dos eixos são iguais à medida n o m i ­ nal .

(D) E o ajuste no qual, segundo a p o s i ç ã o das m e didas reais e das m e d i d a s de acoplamento, dentro das zonas toleradas após o acoplamento, pode haver jogo ou i n t e r f e r ê n c i a . (E) É o ajuste em que existe i n t e r f e r ê n c i a igual à medida

n o minal das p e ç a s .

48) A s s i n a l e a opção que apresenta uma causa de superaquecimento de m o t o r e s refrigerados a água.

(A) A l e t a s sujas.

{B ) T u r b i n a de r e f r igeração a ar quebrada. (C) E x c e s s o de água no radiador.

(D) Ar de admis s ã o em excesso.

(E) S i stema de injeção de óleo Diesel desregulado.

49) Como é c h amada a força m á x i m a que os trato r e s p o d e m fazer ao r e bocar cargas?

(A) Tomada de força. (B) P o t ê n c i a do motor. (C) Taxa de compressão. (D) C i l i n d r a d a do motor. (E) E s f o r ç o de tração.

50) Qual dos rolamentos abaixo é indicado para utilização em situações em que o d e s a l i n h a m e n t o do eixo deva ser c o n s i d e r a d o ?

(A) A x i a l de esferas com escora simples. (B) De rolos c i líndricos de uma carreira. <C ) F i x o de uma carreira de esferas.

(D) De rolos cônicos. (E) A u t o c o m p e n s a d o r de e s f e r a s . P r o v a P r o f i s s ã o A m a r e l a T É C N I C O EM MOTORES C o n c u r s o : CP-CAP/14

Referências

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