LÍNGUA PORTUGU DA MOTIVAÇÃO
Resumo: As discussões atuais atento para as questões que concernentes ao bilinguismo, é Brasileira de Sinais e Língua mostram a singularidade linguí poucos que apresentam interv discussões em relação às espec modalidade. Partindo de um co a motivação – extrínseca e int língua, na modalidade escrita. T investigar quais os fatores inter como L2. O estudo apresenta culturais na educação dos surd segunda língua. Trata-se de um Visual, do Instituto Federal de foram utilizadas para a coleta qualificação sugerem que a mo e mostram que ela está intimam Palavras-chave: Segunda língu
1. Introdução
Pensar no ensino e na surdos é necessário, pois est pesquisas voltadas à educaçã
1
Possui graduação em Letras Port Linguística (2013) pela Univers Linguística também pela UFSC, b de sinais, aquisição de língu [email protected]
TUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA PARA IMPORTÂNCIA
ÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APREN
EIXO 1 - LIBRAS: LINGUÍSTICA, ENS AQUISIÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORT
Bruna, CRESCÊ
atuais acerca da educação bilíngue para surdos têm pr envolvem a comunidade surda, pois para tornar mo, é necessário que se compreenda os espaços que as
íngua Portuguesa – ocupam no contexto escolar. linguística dos surdos quanto à escrita da Língua Portu intervenções pedagógicas realizadas com sucesso especificidades que envolvem o aprendizado dessa seg um contexto de educação bilíngue, apresenta-se neste
e intrínseca - pode ser determinante para a aprendiz crita. Trata-se de um recorte da minha pesquisa de dou s internos e externos estão implicados na aprendizagem esenta uma breve discussão acerca dos aspectos li s surdos e explora os fatores envolvidos no ensino e de um estudo de caso com alunos surdos do Curso Inte ral de Santa Catarina – Câmpus Palhoça Bilíngue. A a
coleta de dados, além de notas de campo. Os dado a motivação exerce um papel crucial na aprendizagem timamente ligada a outros fatores.
a língua. Surdos. Língua Portuguesa
o e na aprendizagem da Língua Portuguesa como ois estamos diante de uma área que embora seja ba
ducação de surdos é uma fonte inesgotável de que
s Português-Inglês pela Universidade do Sul de Santa Cata niversidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atualm
SC, bolsista CAPES/DS. Tem interesse e atua nos seguinte língua de sinais e ensino de língua portuguesa
PARA SURDOS: A RENDIZAGEM
, ENSINO E AQUISIÇÃO
PORTUGUESA COMO L2
ESCÊNCIO NEVES, UFSC1
têm proporcionado um olhar ornar realidade as propostas que as duas línguas – Língua olar. Há vários estudos que a Portuguesa, no entanto, são esso e que aprofundam as ssa segunda língua e segunda neste trabalho a forma como rendizagem de uma segunda de doutorado, a qual objetiva izagem da Língua Portuguesa tos linguísticos, históricos e sino e aprendizagem de uma o Integrado de Comunicação e. A avaliação e a entrevista dados apresentados para a zagem da Língua Portuguesa
como segunda língua para seja bastante explorada em e questionamentos. Sendo
a Catarina (2011), mestrado em atualmente é doutoranda em guintes temas: língua brasileira guesa para surdos. Email:
assim, a proposta geral de determinante para a aprendiz Pesquisas já desenvo aprendizagem de uma segund (GARDNER e LAMBERT KRASHEN, 1981; ELLIS, nesta pesquisa, que a motiv estreitamente relacionada a aprendizagem).
Para desenvolver a Câmpus Palhoça Bilíngue. A entre surdos e ouvintes no níveis e modalidades de ens Ensino Médio Técnico Integ 2015/1) e módulo III (ingres são formadas somente por al Língua Brasileira de Sinais (
2. Referencial teórico
Para compreender co surda, ou quais as metodolog que a língua de sinais é a principalmente para a aprend "as línguas de sinais são tan até mesmo a aprendizagem Língua Portuguesa quando c da Libras. Segundo o autor, segunda língua, é imprescind
Assim, entendendo instrução no processo educac como segunda língua. É imp segunda língua, estamos nos
ral desse estudo é mostrar de que forma a m rendizagem da Língua Portuguesa.
esenvolvidas em diferentes partes do mundo segunda língua está ligada a um conjunto de fatore BERT, 1972; GARDNER, 2005; DÖRNYEI,
LIS, 1994; LAMBERT e LAMBERT, 1975). motivação exerce um papel crucial na aprendiz ada a outros fatores (idade, atitude linguística, co
ver a pesquisa, escolhemos o Instituto Federal gue. A instituição selecionada visa proporcionar u no campo educacional e profissional e oferta de ensino. Para o estudo, foram escolhidos alunos o Integrado de Comunicação Visual, módulo I (i (ingresso no semestre 2014/1). As duas turmas ele por alunos surdos e as aulas de Língua Portuguesa inais (Libras).
der como acontece a aprendizagem de uma segund odologias podem ser mais eficazes nesse processo, is é a base para o desenvolvimento cognitivo e prendizagem da Língua Portuguesa. Para Ferreira ão tanto o objetivo quanto o meio facilitador do ap agem da língua oral". Para Rinaldi (1997, p.147),
ndo conseguir estruturar seu conhecimento e suas autor, para que o surdo possa fazer uma leitura d
escindível que a língua de sinais seja intermediador a língua de sinais como a primeira língua dos educacional dos mesmos, partimos para o ensino de É importante ressaltar, que além de se tratar do os nos referindo também a uma segunda modalidad
a motivação pode ser
undo evidenciam que a fatores externos e internos YEI, 2014, 2011, 1994; 75). Partimos da hipótese,
rendizagem da LP e está ica, contextos de ensino e
ederal de Santa Catarina, onar uma efetiva interação ferta cursos de diferentes alunos surdos do curso de lo I (ingresso no semestre as eleitas para a pesquisa uguesa são diretamente em
egunda língua pela criança cesso, precisamos entender itivo e social dos surdos, erreira-Brito (1993, p. 27), r do aprendizado em geral, .147), o surdo aprenderá a suas experiências, através itura de mundo através da
diadora nesse processo. a dos surdos e a língua de sino de Língua Portuguesa, ar do aprendizado de uma alidade – escrita. Diferente
da modalidade visual/espaci um tipo diferente de aprend mas a escrita não é algo iner “o próprio ato de escrever fo a leitura e a escrita, é a seg apenas para a aquisição da p para o desenvolvimento da uma sociedade que não vive cotidiano. Segundo Alisedo autônomo com relação à fala
O aprendizado de um gama de variáveis e fator aprendizagem, isso porque, objetivos, e além disso, tra decisivas no aprendizado d LAMBERT, 1972; GARDN além dos fatores cognitivos, processo, e dentre eles, a mo As questões motivacionais f cada uma delas apresenta um motivação e o sucesso no apr
Mas o que é motivaçã motivação como aquilo que persistente e que nos impulsi mais complexas, dentre elas afirma que motivação é uma sobre o sucesso ou fracasso diferença individual, caracte altos e baixos. Ainda confo aluno (por exemplo, a curi ambiente de aprendizagem. R motivação é um importante f aluno menos capaz que é alt
espacial e da oral/auditiva, a modalidade escrita d aprendizado. Para muitos surdos basta ser ouvinte o inerente ao ser humano, foi criada e segundo Fi ver foi frequentemente considerado um processo m a segunda capacidade mais importante no mundo o da própria língua (FISCHER, 2009, p. 110). Log to da leitura e a escrita não é algo específico dos o vive mais sem a escrita, pois ela permeia todas lisedo-Costa (1981, p.69), a consideração da esc à fala foi uma grande conquista.
de uma segunda língua é uma tarefa bastante com fatores que determinam o sucesso ou fracas orque, as pessoas buscam conhecer uma nova lí o, trazem consigo experiências linguísticas e soc ado de uma L2. Pesquisadores de diferentes á
RDNER, 2005; DÖRNYEI, 2014; KRASHEN, 1 vos, os fatores afetivos também exercem um pap s, a motivação tem ocupado um espaço significativ
nais foram e continuam sendo discutidas por div nta um olhar peculiar e uma forma de estabelece no aprendizado.
otivação? Partindo de uma definição do senso com lo que nos move, que nos faz buscar novos conh mpulsiona diariamente a fazer as coisas, das mais s re elas, o aprendizado de uma segunda língua. Dö
é uma palavra que professores e alunos utilizam d acasso na aprendizagem de línguas e tem sido con
aracterizando um processo que está em fluxo con conforme o autor, a motivação é vista como um a curiosidade) e um fator determinado pelos a gem. Reece e Walker (1997 apud GÖMLEKSİZ, 2 tante fator no processo de aprendizagem de línguas e é altamente motivado pode alcançar um sucesso
crita de uma língua requer uvinte para escrever bem, ndo Fischer (2009, p. 109) esso mágico”. Desenvolver mundo moderno, perdendo ). Logo, a atenção voltada co dos surdos, mas sim de todas as relações do nosso da escrita como o sistema
te complexa, pois há uma fracasso no processo de ova língua por diferentes e sociais que podem ser ntes áreas (GARDNER e EN, 1981) defendem que m papel fundamental nesse ificativo nos últimos anos. or diversas perspectivas e belecer um vínculo entre a
o comum, compreendemos s conhecimentos de forma mais simples às atividades a. Dörnyei (2014, p. 518) zam diariamente para falar do considerada como uma o constante, passando por o um fator interno para o elos aspectos externos do SİZ, 2001) defendem que a línguas e salientam que um cesso maior que um aluno
inteligente que não está bem 2001) a motivação envolve expectativa e o resultado daq
3. Metodologia
A presente pesquisa participação de um grupo de pesquisação, uma vez que acompanhou os alunos duran sala de aula, tornou-se evide diante das mesmas metodol além das propostas pedagóg correlacionados ao desenvolv
No que se refere à quantitativa, uma vez que a Para dar suporte teórico à p pesquisa bibliográfica é de principalmente de livros e ar
A coleta de dados s perceber o desempenho dos aprendizagem do Português c
A entrevista semiestr a idade de aquisição da Libr avaliar o desempenho dos compreensão textual e c) pro alunos ao longo desse per entrevistas e das avaliações podem estar relacionados ao
4. Resultados
tá bem motivado. Para Crookes e Schmidt (1986 nvolve a persistência que é determinada pelo i do daquilo que se almeja.
squisa caracteriza-se como um estudo de cas upo de surdos com idade entre 15 e 21 anos. O est z que a pesquisadora é a professora de Líng s durante o desenvolvimento da pesquisa. A partir evidente as discrepâncias no aprendizado da seg etodologias, o que instigou a necessidade de uma dagógicas, mas que pudesse elucidar os fatores q envolvimento da Língua Portuguesa, na modalidad fere à abordagem, a pesquisa pode ser consid que as duas formas satisfazem o estudo, pois um co à pesquisa, foi utilizado também o procedimen é desenvolvida com base em material já ela
s e artigos científicos” (GIL, 2002, p. 44).
ados se deu por meio de uma entrevista e uma o dos alunos e os fatores linguísticos que podem
guês como segunda língua.
miestruturada tem como objetivo explorar os fatore a Libras e os aspectos motivacionais. A avaliação, dos alunos surdos em três etapas: a) análise s c) produção textual. As notas de campo trazem alg se período e observações relevantes para a pes ações pretende-se explorar de que forma os fatore
os ao desenvolvimento linguístico dos surdos. .
(1986 apud GÖMLEKSİZ, pelo interesse, relevância,
e caso e contou com a O estudo também adota a íngua Portuguesa que partir das experiências em da segunda língua, mesmo e uma pesquisa que fosse ores que estão diretamente
alidade escrita.
considerada qualitativa e ois uma completa a outra. dimento bibliográfico. “A já elaborado, constituído
uma avaliação, a fim de odem estar implicados na
fatores investigados como liação, por sua vez, almeja lise sintática, b) leitura e em algumas produções dos a pesquisa. A partir das fatores externos e internos
Nesta seção será apr realizada com duas participa este artigo, as discussões estã
Fatores Idade de aquisição da língua de sinais Idade de aprendizagem da Língua Portuguesa Motivação intrínseca Atitude Linguística Contextos de aprendizagem Motivação extrínseca
Input e interação com a Língua Portuguesa
Quadro 1. Síntese das entrevistas
rá apresentada uma síntese com os fatores investi rticipantes da pesquisa, a fim de comparar os dad es estão voltadas para a motivação – intrínseca e ex
Ana Alice
Tenra idade (pais surdos) 12 anos (pais o
da 11 anos 16 anos
Às vezes tem vontade de aprender Língua
Portuguesa e em outros momentos não.
Tem muita von aprender Líng Portuguesa.
Acha difícil, mas gosta de Língua Portuguesa Acha difícil, m Língua Portugu Estudou em escola inclusiva e tinha dificuldades. Atualmente, estuda em uma escola bilíngue. Estudou em es inclusiva e tinh dificuldades. A estuda em uma bilíngue.
Pouco incentivo da família e de outras pessoas
Muito incentiv de uma amiga referência par
Escola, aulas de Língua Portuguesa, redes sociais, mensagens de celular, sites, livros (pouco) e legendas (pouco). Nunca leu revistas e jornais. Não falou em outras práticas de leitura e escrita.
Escola, aulas d Portuguesa, red mensagens de sites, livros (po legendas (pouc leu revistas e jo falou em outra leitura e escrita istas investigados e a entrevista s dados encontrados. Para ca e extrínseca.
ais ouvintes)
vontade de Língua
ícil, mas gosta de ortuguesa em escola e tinha des. Atualmente, m uma escola entivo da mãe e iga surda que é para ela
ulas de Língua sa, redes sociais, ns de celular, ros (pouco) e (pouco). Nunca as e jornais. Não outras práticas de escrita.
O quadro acima perm duas jovens surdas. Há quat aquisição da Libras, idade d motivação extrínseca.
De modo geral, é o fa nos dados coletados e como muitos pesquisadores, justam uma segunda língua.
A avaliação foi realiz das produções em Língua Po
A primeira parte é um correção gramatical. Na se terceira parte tinha como ob escolheu-se a tirinha como p opção de um texto curto para
Avaliação 1. Análise Sintática - Julgamento gramatical (JG) (20 questões) - Correção gramatical (CG) (10 questões) 2. Leitura e Compreensã Textual 5 questões 3. Produção textual
Quadro 2: Resultado da avaliação
a permite comparar os dados depreendidos a par á quatro aspectos que diferem significativamente, dade de aprendizagem da Língua Portuguesa, mo
, é o fator idade e a motivação (intrínseca e extrínse como já discutido, são dois fatores que foram bas justamente por exercerem um papel determinant
i realizada em maio de 2015, com o objetivo de te ua Portuguesa.
te é uma avaliação sintática, por meio de um julg Na segunda parte, o objetivo era avaliar a comp mo objetivo obter uma produção textual dos alun
omo ponto de partida em razão da natureza do c to para análise mais aprofundada.
Ana Al al (JG) (CG) - JG: 19 acertos - CG: 6 acertos - JG: 16 ace - CG: 6 ace
reensão 3 acertos 2 acertos
O menino gritou mais alto que socorro! Céu ouvir, começou chuva e outro menino dar guarda-chuva, ele falou obrigado. Cascão grito Cascão agar Cascão ver ajuda guard liação
a partir da entrevista das ente, sendo eles: idade de sa, motivação intrínseca e
xtrínseca) que se destacam m bastante explorados por inante no aprendizado de
de ter um registro formal
m julgamento gramatical e compreensão textual e a s alunos. Para a pesquisa, a do curso e também, pela
Alice 16 acertos 6 acertos o gritou agarrou o agarrou espera o ver Cebolinha guarda-chuva.
Como observado, os duas participantes pode ser Fica evidente que Ana, a jov avaliação, especialmente na satisfatórios, apesar de ap considerarmos a teoria do pe Entretanto, como co escrita? O acompanhamento produções coletadas durante
Figura 1. Material utilizada para a
Após serem apresen perguntas, sendo a primeira: participantes responderam:
Figura 2. Produção textua
do, os dados mostram que a diferença no desemp e ser considerada mínima, diante das discrepânc , a jovem que nasceu em uma família de surdos, te na produção textual. No entanto, Alice consegu de apresentar uma experiência linguística com
do período crítico de aquisição da linguagem. o considerar que houve um progresso, especial mento das alunas ao longo desse período, as n rante o ano indicam que sim.
para atividade em sala de aula
resentadas ao gênero textual (cartaz), as alunas meira: qual a principal informação veiculada no ca
textual - Ana
esempenho linguístico das repâncias das duas surdas. rdos, realizou uma melhor nsegue alcançar resultados com certo “atraso”, se
ialmente, na produção , as notas de campo e as
alunas responderam várias no cartaz acima? As duas
Figura 3. Produção textua
Os resultados da ava pesquisa, pois, impulsionam para que as participantes c diferenças?
5. Discussão
O objetivo da pesqui aprendizado de Língua Po presentes na educação dos educação de surdos, a impo aprendizagem dos surdos, e idade para assegurar que o primeira língua dos surdos p que também são relevantes aprendizagem e os fatores af As duas participant aquisição da primeira língua, dúvidas que a aquisição da desenvolvimento linguístico de uma interação e compreen língua pode causar. Além d tenham explorado a Libras inferiu seu conhecimento de não acontece? A jovem Ali realidade daqueles que nasc Libras desde a mais tenra ida
textual - Alice
da avaliação e as notas de campo intrigam e sust ionam um questionamento central: o que pode te ntes conseguissem alcançar resultados aproxima
pesquisa é problematizar de que forma os fatores ua Portuguesa pelos surdos e contemplar as d o dos surdos. É consenso geral entre os pesqu importância da Língua Brasileira de Sinais no p dos, e a necessidade de garantir a língua de sinai
ue o surdo possa se desenvolver plenamente. En rdos parece não resolver o “problema”, isso porq antes nesse processo, como a metodologia, os co res afetivos.
cipantes apresentam algumas diferenças bem língua, idade de aprendizagem da segunda língua e ção da primeira língua desde a mais tenra idad ístico e cognitivo de qualquer pessoa, no caso dos mpreensão do mundo à sua volta, sem as limitaçõe lém disso, mesmo que os contextos de ensino
as no processo de instrução, é por meio dela nto de mundo em suas atividades escolares e cotid m Alice é uma amostra da grande maioria dos e nasceram em família de pais ouvintes e não tiv nra idade, que demoraram para reconhecer-se com
e sustentam a hipótese da ode ter sido determinante oximados, apesar de suas
atores estão implicados no as discussões que estão pesquisadores da área da s no processo de ensino e sinais desde a mais tenra te. Entretanto, assegurar a porque, há outros fatores , os contextos de ensino e
bem marcadas, idade de gua e a motivação. Não há idade é decisiva para o so dos surdos, é a garantia itações que o não acesso à nsino e aprendizagem não dela que a criança surda cotidianas. E quando isso a dos surdos, ela expõe a ão tiveram contato com a e como surdos, para serem
vistos como surdos. E a consolidada, como proporcio contexto de ensino e apr considerável para que se po interação expressiva no amb essas perguntas, mas não há para muitas repostas. Quadro adolescentes que já adquir habilidades comunicativas in
Os dados obtidos po olhar atento para a motivaçã exerce um papel importantís Os pesquisadores (GARDE KRASHEN, 1981) que inv acerca da motivação já hav segunda língua, e, inclusiv relacionados para o caráter entrevistas, das notas de cam afirmar que a motivação – implícitas no processo de en
Entretanto, esses m determinante na aprendizage surdos não se sente tão mo motivação extrínseca. Toda relação à língua, que pode se da língua de sinais como líng forma os pais surdos seriam seja, se o fato de os pais ter outras experiências linguístic
Como podemos ver, vez que eles se inter-relacion o desenvolvimento da crianç ensino e aprendizagem que
E a Língua Portuguesa, na modalidade escrita porcionar o aprendizado da língua escrita? Como e aprendizagem? Como garantir o input ling se possa ativar a capacidade da linguagem? Com o ambiente familiar e escolar? É difícil pensar em
ão há dúvidas que a aquisição da língua de sinais uadros (1997) corrobora com essa afirmação ao di adquiriram a L1 apresentam um desenvolvimen ivas interpessoais.
os por meio das entrevistas e da avaliação nos tivação no processo de ensino e aprendizagem e a rtantíssimo no processo de ensino e aprendizagem
RDER, 2004; GARDNER e LAMBERT, 1975 e investigaram a relação entre os fatores afetiv já haviam mostrado as suas implicações na ap clusive, indicaram quais os outros fatores estar aráter influenciador da motivação. No caso dos de campo no decorrer do curso e do resultado d – intrínseca ou extrínseca – é a soma de outra de ensino e aprendizagem e também das experiênc ses mesmos dados que mostram a motivaçã dizagem da segunda língua, indicam que a aluna ão motivada para aprender a LP, especialmente, Todavia, é possível identificar uma atitude ling
ode ser o resultado das práticas pedagógicas e, par língua de instrução. A entrevista de Ana nos faz seriam responsáveis pela pouca motivação na apre ais terem vivenciado um outro momento histórico guísticas, podem ter induzido o comportamento da s ver, não é possível categorizar e tratar distintam lacionam. A idade de aquisição da língua de sinais criança surda, porém, se o surdo não tiver inserido que possa explorar a primeira língua, não será
escrita? Sem uma língua omo tornar significativo o t linguístico (da escrita) ? Como desenvolver uma ar em respostas para todas sinais é o ponto de partida o ao dizer que as crianças e vimento mais rápido nas
nos permitem lançar um m e afirmar que esse fator izagem da segunda língua. 1975; DÖRNYEI, 2001; afetivos e se debruçaram na aprendizagem de uma estariam intrinsecamente o dos surdos, a partir das tado da avaliação, pode-se outras questões que estão eriências familiares.
tivação como um fator aluna surda filha de pais ente, no que se refere à de linguística positiva em e, particularmente, do uso os faz pensar se de alguma a aprendizagem da LP, ou tórico e terem passado por nto da aluna surda.
tintamente os fatores, uma sinais é determinante para nserido em um contexto de o será o suficiente, pois a
língua de mediação não ser positivas e a língua for vis ambiente que promova a mot Os dados coletados e entre o aspecto motivaciona evidente quando todos os da famílias de pais ouvintes e pa
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a motivação.
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