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Sessão TOMOGRAFIA Caso 1

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Academic year: 2021

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Sessão TOMOGRAFIA

Caso 1

Paciente masculino, 57 anos,

fumante.

Sem queixas , nega doenças.

Realizou Rx Tórax de rotina.

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• Impressão da veia intercostal superior E sobre a aorta, causando o sinal característico.

• Pode ser um achado normal ou ser fruto de obstrução venosa, levando a seu engurgitamento (circulação colateral).

Radiological sign: left superior intercostal vein as it runs around the aortic arch before joining the left brachiocephalic vein. It is often visualized at the margin of the

aortic knob on PA chest radiographs. Usually found in normal, healthy patients, and is of limited clinical significance. No treatment is needed other than treatment of the underlying condition.

• In certain conditions the aortic nipple can become enlarged and mimic lymphadenopathy or aortic aneurysm.

• In about 75% of people CT scans show the left superior intercostal vein connecting with the accessory hemiazygous vein. When this happens it allows blood to flow back to the heart through the inferior vena cava or the hemiazygous to left subclavian vein. A rare congenital condition resulting in the absence of the azygos vein can result in enlargement of the left superior intercostal vein, resulting in an enlarged aortic nipple.

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Caso 2

M, 36a

Tosse, dispnéia, febre e dor pleurítica há 5 dias.

Relata emagrecimento. Nega tabagismo, alcoolismo, uso de drogas. Nega doenças crônicas prévias.

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• Paciente realizou broncoscopia e biópsia transbrônquica que foram inconclusivas.

• Apresentou quadro de infecção urinária e bacteremia por pseudomonas. • Fez tratamento com corticóide e antiobióticos de amplo espectro.

• Biópsia renal inconclusiva.

• FR, FAN, Complemento, ANCA negativos. • BAAR escaro 3 amostras repetidas: neg. • Pesquisa fungos: neg.

• Recebeu alta com melhora clínica e irá acompanhar no ambulatório da pneumologia e infectologia.

• A cavidade pulmonar resulta de perda de substância tecidual, causada em geral, por necrose e ou supuração.

• Cavitação pulmonar pode ser decorrente de abscesso (staphylococcus o mais freqüente), neoplasia (a mais comum é a de células escamosas), ou massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e

coccidioidomicose), sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide).

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Caso 3

Paciente F, 66 anos.

História de doença arterial coronariana.

Infarto agudo do miocárdio prévio.

Dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica.

Vem a emergência por dor torácica súbita e crise

hipertensiva.

Suspeita clínica: dissecção de aorta. Solicitado AngioCT de Aorta torácica.

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Hematoma Intramural de Aorta

Torácica

• Hematoma Intramural ocorre quando sangue trombosado disseca e ocupa a camada média do vaso, sem evidência de ruptura da íntima.

• O hematoma intramural e a úlcera aterosclerótica penetrante não possuem “flap” intimal nem duplo lúmen, vistos na dissecção de aorta

• Mecanismos de formação do hematoma: sem ruptura intimal, acredita-se que ocorra ruptura da vasa vasorum e forme hematoma dentro da parede; outro mecanismo é uma placa

aterosclerótica que ulcera e penetra na camada média, precipitando a formação de hematoma.

• A associação de hematoma intramural com úlcera penetrante aterosclerótica está relacionada à doença vascular progressiva, enquanto o hematoma intramural sem

aterosclerose ulcerada tem um curso mais estável, especialmente quando é limitado à porção descendente.

• Dor sustentada ou recorrente, com irradiação para o dorso, derrame pleural e aumento do diâmetro e profundidade da placa ulcerada são fatores preditores de progressão da doença. Dados sugerem que os casos de placa ulcerada confinada à porção descendente podem ser manejados com conduta expectante.

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CASO 4

F, 77 anos.

Internado na UTI, pós-op. de trocar valvar mitral. Ressutura do

esterno.

IR dialítica. Historia de Hepatopatia. Evoluiu com dispnéia e IOT.

Expectoração e drenagem de

secreção sanguinolenta traqueal. Realiza CT de Tórax para afastar TEP.

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• Hemorragia pulmonar difusa

• Doença bilateral do espaço aéreo.

• Aspecto de opacidade em vidro fosco na TC.

• Em geral, pacientes se apresentam com hemoptise e dispnéia.

• Variedade de causas: Doenças autoimunes e

colagenovasculares, síndrome de Goodpasture, Lúpus,

Wegener, hemossiderose, doenças da coagulação, reações a

drogas, infecções, tumores.

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Revisando

Dissecção Aórtica : Achados na tomografia SEM contraste

Linha espontaneamente hiperdensa, correspondendo à íntima. (pode estar mais evidente em pacientes anêmicos)

Calcificações intimais deslocadas (para o interior do vaso).

Sinal do crescente - área de alta atenuação em forma de crescente lunar, significando hemorragia intramural na falsa luz ou até mesmo hematoma intramural associado.

Referências

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