DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS SÓCIOS Saiba mais sobre as obrigações dos sócios, quando começam e terminam.

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MARÇO

03

2016

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab ANO 26 | EDIÇÃO 310

Gestão Contábil

CRC / MG 004.780/0

Boletim Informativo Decta Gestão Contábil. Elaborado com base na legislação vigente em 22/02/2016.

Sujeito a alterações.

DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS SÓCIOS

Saiba mais sobre as obrigações dos sócios, quando começam e terminam.

ARRENDAMENTO MERCANTIL

Mais conhecida como leasing, é uma opção para obtenção de bens durá-veis a serem utilizados na exploração de atividades econômicas. Conhe-ça melhor como funciona.

ALTERAÇÃO DE CONTRATO DE TRABALHO

As alterações contratuais podem ser obrigatórias ou voluntárias, porém sempre em conformidade com a Legislação Trabalhista, a fim de não pre-judicar a relação contratual entre empregado e empregador.

FORMAS DE PAGAMENTO

É facultado aos estabelecimentos comerciais aceitar outras formas de pa-gamento que não o tradicional papa-gamento à vista e em dinheiro. Mas, a partir do momento em que forem oferecidas opções, como cheque ou cartão de crédito, não poderão eles impor condições diferenciadas para a efetivação da compra. Saiba mais.

ATUALIZAR E APERFEIÇOAR

A Junta Comercial de Minas Gerais (JUCEMG) disponibiliza, em seu por-tal, cursos on-line e presencial de capacitação para seus usuários com certificado no final do curso. Conheça!

CADASTRO DE EQUIPAMENTOS DE CARTÃO

DE CRÉDITO OU DÉBITO ISSQN/BELO

HORIZONTE- OBRIGATORIEDADE

Os prestadores de serviços sujeitos ao recolhimento do ISSQN no Muni-cípio de Belo Horizonte estão obrigados a providenciar o cadastramento prévio dos equipamentos eletrônicos. Saiba como proceder.

Dos Direitos e Obrigações dos Sócios Cadastro de Equipamentos de Cartão de Crédito ou Débito ISSQN/Belo Horizonte- Obrigatoriedade Arrendamento Mercantil Alteração de Contrato de Trabalho Formas de Pagamento Atualizar e Aperfeiçoar

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Pisos Salariais para mês

de fevereiro/2016 Tabela de Contribuições Tabela de IRPF mensal Calendário das Obrigações Tributárias para o mês de março/2016 ÍNDICE TABELAS

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As obrigações dos sócios começam imediatamente com o contrato, se este não fixar outra data, e terminam quando, liquidada a sociedade, se extinguirem as responsabilidades so-ciais.

O sócio não poderá ser substituído no exercício das suas funções sem o consentimento dos demais sócios, expresso em modificação do contrato social.

Cessão de Quota

A cessão total ou parcial de quota, sem a correspondente modificação do contrato social com o consenti-mento dos demais sócios, não terá eficácia quanto a estes e à socieda-de.

Até dois anos depois de averbada a modificação do contrato, responde o cedente solidariamente com o cessio-nário, perante a sociedade e tercei-ros, pelas obrigações que tinha como sócio.

Integralização de Capital

Os sócios são obrigados, na forma e prazo previstos, às contribuições estabelecidas no contrato social, e aquele que deixar de fazê-lo, nos trin-ta dias seguintes ao da notificação pela sociedade, responderá perante esta pelo dano emergente da mora. Verificada a mora, poderá a maioria dos demais sócios preferir, à indeni-zação, a exclusão do sócio remisso, ou reduzir-lhe a quota ao montante já realizado. Em ambos os casos, re-solvida a sociedade em relação a um sócio, o valor da sua quota, conside-rada pelo montante efetivamente rea-lizado, liquidar-se-á, salvo disposição contratual em contrário, com base na situação patrimonial da sociedade, à data da resolução, verificada em ba-lanço especialmente levantado. Transferência

O sócio que, a título de quota social, transmitir domínio, posse ou uso, res-ponde pela evicção; e pela solvência do devedor, aquele que transferir cré-dito.

Contribuição em Serviços

O sócio, cuja contribuição consista em serviços, não pode, salvo conven-ção em contrário, empregar-se em atividade estranha à sociedade, sob pena de ser privado de seus lucros e dela excluído.

Participação nos Lucros e Perdas Salvo estipulação em contrário, o só-cio participa dos lucros e das perdas, na proporção das respectivas quotas, mas aquele, cuja contribuição consis-te em serviços, somenconsis-te participa dos lucros na proporção da média do va-lor das quotas.

É nula a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas.

A distribuição de lucros ilícitos ou fictícios acarreta responsabilidade solidária dos administradores que a realizarem e dos sócios que os rece-berem, conhecendo ou devendo co-nhecer-lhes a ilegitimidade.

Base: artigos 1.001 a 1.009 do Có-digo Civil.

DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES

DOS SÓCIOS

ARRENDAMENTO MERCANTIL

ALTERAÇÃO DE

CONTRA-TO DE TRABALHO

CADASTRO DE EQUIPAMENTOS DE CARTÃO DE CRÉDITO OU

DÉBITO ISSQN/BELO HORIZONTE- OBRIGATORIEDADE

A operação legalmente denominada arrendamento mercantil, mais co-nhecida como leasing, é uma opção para obtenção de bens duráveis a se-rem utilizados na exploração de ativi-dades econômicas, sem, no entanto, o usuário desembolsar, de imediato, a totalidade do preço do bem. O leasing, em resumo, opera-se da seguinte forma: a empresa arrenda-dora adquire o bem do fornecedor, conforme explicações fornecidas pelo arrendatário, ficando este de posse do bem para utilização nas suas atividades.

Entretanto, o bem objeto do leasing fica, juridicamente, em nome da ar-rendadora, obrigando o arrendatário ao pagamento das contraprestações periódicas do arrendamento. No fi-nal do prazo do arrendamento, o ar-rendatário terá as seguintes opções: renovar o contrato, adquirir o bem pelo valor estipulado no contrato ou devolvê-lo.

Existem dois tipos de leasing: operacional e financeiro.

O operacional é aquele em que a em-presa de leasing compra o bem e o

aluga por um determinado período ao seu cliente, que no fim do contrato poderá optar em comprar o bem, devolvê-lo ou renovar o contrato. Nesse caso, a empresa de leasing fica responsável pela manutenção do bem arrendado, para o seu perfeito funcionamento, e as contraprestações são considera-das como aluguéis para a contabili-zação, o que implica a não ativação do bem recebido e o não registro no passivo exigível do compromisso assumido de pagamento das pres-tações. Os registros das prestações são lançados como custo ou despesa operacional, mas somente são dedutí-veis para apuração do lucro real, da base de cálculo da Contribuição So-cial e para fins de apuração do crédi-to para o PIS e a COFINS, quando o bem arrendado estiver intrinsecamen-te ligado a atividade da empresa. O outro tipo de leasing é denomi-nado financeiro. Nesse, o cliente escolhe comprar o bem no início da operação, por valor pré-determinado ou pelo preço praticado pelo merca-do ao fim da operação. Assim, além das parcelas que correspondem ao aluguel do bem, chamadas de con-traprestações, o consumidor pagará também o VRG (Valor Residual Ga-rantido). O Valor Residual

Garan-tido é a quantia que o consumidor pagará para ter a propriedade do bem, depois de vencido o período de aluguel. É também uma garantia de que a empresa de leasing recebe-rá aquele determinado valor, caso o cliente desista de comprar o bem. Pode ser pago no início ou dividido em parcelas no decorrer do contrato. O leasing financeiro é a operação de arrendamento mercantil que transfere ao arrendatário, substancialmente, todos os riscos inerentes ao uso do bem arrendado, como obsolescência tecnológica, desgastes, etc. Nesse caso, o bem será contabilizado dire-tamente em conta de imobilizado e suas contraprestações como passivo exigível, não sendo dedutíveis para fins de apuração do lucro e aprovei-tamento do crédito para fins de apu-ração do PIS e da COFINS.

Nota: No caso de arrendamento mercantil de veículos utilizados no transporte de administradores, direto-res, gerentes e seus assessores ou de terceiros em relação à pessoa jurídi-ca, o valor da contraprestação cons-titui modalidade de remuneração in-direta dessas pessoas, sujeitando à incidência do Imposto de Renda na Fonte, de acordo com a legislação. Os prestadores de serviços sujeitos

ao recolhimento do ISSQN no Mu-nicípio de Belo Horizonte, exceto os profissionais autônomos regularmen-te inscritos no Cadastro de Contri-buintes do Município, estão obriga-dos a providenciar o cadastramento prévio dos equipamentos eletrônicos destinados ao processamento de pa-gamento mediante cartões de crédito e/ou débito, em conta corrente ban-cária, de acordo com os procedimen-tos disciplinados pela Portaria SMF nº 5 de 05/02/2016.

O prazo para o cadastro dos equi-pamentos em uso termina em 31 de março de 2016, e poderá ser realiza-do no Portal BHISS Digital.

No ato do cadastramento dos equi-pamentos, deverão ser informadas todas as características que os

iden-tificam, tais como marca, número de série do fabricante, número do equi-pamento na administradora, nome da administradora, além de outros que possam identificá-los adequada-mente, conforme definido em ato da Gerência de Tributos Mobiliários. Os prestadores de serviços e demais pessoas jurídicas obrigadas ao ca-dastramento deverão fornecer os re-latórios dos registros de operações gerados pelos equipamentos que uti-lizem, bem como a consentir na ins-peção destes equipamentos quando, a qualquer tempo, requisitados pelo Fisco Municipal.

Caso seja identificado pelo Fisco Mu-nicipal o uso de equipamento em es-tabelecimento para o qual não tenha sido cadastrado ou cujo cadastro es-teja vinculado a outro

estabelecimen-to da mesma pessoa jurídica, será procedi-do o seu cadastramento ex officio, vinculando-se o equipamento ao es-tabelecimento onde se encontrar de fato, sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na legislação tributária municipal.

Da mesma forma, se for identificado pelo Fisco Municipal o uso de equi-pamento vinculado a pessoa distinta do prestador de serviço ou da pessoa jurídica titular do estabelecimento onde ele é utilizado, será procedida a sua apreensão, sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na legislação municipal.

Quando ocorrer o fim do vínculo con-tratual com a administradora ou o encerramento da utilização do equi-pamento, o prestador de serviços deverá solicitar o cancelamento do cadastro junto à Central de

Atendi-mento do BH Resolve, apresentando os documentos que comprovem tal situação.

Estão sujeitas a esta obrigatoriedade as pessoas jurídicas cujo objeto

so-cial inclua atividade de prestação de serviços sujeitas ao ISSQN no Muni-cípio de Belo Horizonte, ainda que efetivamente não a realize.

Estão dispensadas dessa

obrigatorie-dade as pessoas jurídicas optantes pelo sistema simplificado de tributa-ção do Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123 de 14 de dezembro de 2006.

Conforme estabelece o artigo 468 da Consolidação das Leis do Traba-lho, somente são legais as alterações contratuais por mútuo consentimento, pois consentir é estar de acordo, é demonstrar que saberá o que irá pra-ticar e o que terá como pagamento. Violar esse acordo torna o contrato nulo, pois nenhum indivíduo pode obrigar o outro a aceitar, a assinar ou a cumprir um contrato contra a

sua vontade.

Não havendo consentimento, ou seja, ilícitas as alterações contratuais efetuadas e prejudicado o emprega-do, poderá haver, além da nulidade da alteração, a possibilidade do em-pregado de considerar rescindido o contrato de trabalho, conforme artigo 483, § 3º, da CLT.

As alterações contratuais podem ser obrigatórias ou voluntárias, po-rém sempre em conformidade com a

Legislação Trabalhista, a fim de não prejudicar a relação contratual entre empregado e empregador.

As alterações obrigatórias são aquelas que independem da vontade dos contratantes, pois decorrentes da Legislação. Nessas hipóteses, o con-teúdo contratual sofrerá influência de leis, de sentenças normativas ou de convenções coletivas de trabalho. Já as voluntárias são as alterações determinadas pela vontade das

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par-tes, classificando-se como unilaterais, quando decorrentes da vontade de apenas uma delas, e bilaterais, quan-do decorrentes quan-do consentimento quan-dos envolvidos, neste caso, empregador e empregado.

Ressaltamos que, diante das altera-ções contratuais voluntárias ou espon-tâneas, é preciso ter grande atenção para se constatar as reais intenções decorrentes dessas modificações, além de atentar para os efeitos que delas irão resultar.

No decorrer da vigência do contra-to de trabalho, poderá este sofrer alterações por vontade exclusiva do empregador, desde que seja mantida a essência do contrato e que as mo-dificações não prejudiquem o empre-gado, o que deve ser aplicado até mesmo quando houver o seu consen-timento. A própria CLT prevê algumas dessas hipóteses:

a) mudança do local de trabalho, desde que não se caracterize a trans-ferência, ou seja, desde que não haja a mudança de domicílio do em-pregado;

b) mudança de horário, do turno diurno para o noturno, e vice-versa, desde que seja respeitado o mútuo consentimento e que não resulte, di-reta ou indidi-retamente, prejuízos ao empregado;

c) alteração de função, desde que não represente rebaixamento para o empregado, pois o princípio da dig-nidade da pessoa humana do traba-lhador deve ser considerado;

d) transferência para localidade di-versa da que resultar do contrato, no

caso do empregado que exerça car-go de confiança;

e) transferência quando ocorrer ex-tinção do estabelecimento em que trabalhar o empregado;

f) transferência do empregado para localidade diversa da que resultar do contrato, quando desta decorra ne-cessidade do serviço, sob pagamen-to suplementar, nunca inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do salário. A legislação permite acrescentar, nos contratos de trabalho, cláusulas que visem a auxiliar nas adequações às necessidades do empregador e do empregado, sendo livres as estipula-ções entre as partes, desde que em conformidade com os direitos e de-veres estabelecidos nas leis, confor-me estabelece o artigo 444 da CLT. A seguir elencamos algumas dessas cláusulas:

a) prorrogação na jornada de tra-balho e banco de horas (acordo de compensação ou de prorrogação de jornada de trabalho, que é um acor-do feito em separaacor-do, ou seja, não tem cláusula relacionada no contra-to de trabalho, e se faz necessária a participação do sindicato);

b) autorização para descontos de be-nefícios concedidos;

c) determinação de disposição para o exercício de outra atividade, quan-do da ausência da principal; d) possibilidade de viagem;

e) transferência de local de trabalho; f) prorrogação de prazo no contrato

determinado;

g) cumprimento extensivo ao regula-mento interno da empresa;

h) responsabilidade por danos cau-sados, ainda que por culpa ou dolo; i) mudança de horário.

O empregador deve sempre ficar atento às alterações que decorrem da sua vontade, ao que foi acordado no contrato de trabalho, e também ao que de fato acontece, já que o princípio da “Primazia da Realida-de” (um dos princípios do Direito do Trabalho) dispõe que, havendo diver-gência entre a realidade verídica e a realidade de documentos e acordos, prevalece a realidade dos fatos. Apontemos como exemplo a situação de um empregado ser contratado para trabalhar 44 (quarenta e qua-tro) horas semanais, mas termina la-borando somente 36 (trinta e seis) ho-ras, por liberalidade ou por prática do empregador. Nesse caso, enten-de-se que houve uma alteração tácita de contrato de trabalho, por vontade exclusiva do empregador.

No exemplo citado, o empregador não poderá mais alterar o contrato de trabalho e exigir que o emprega-do trabalhe as 44 (quarenta e qua-tro) horas semanais, sem que haja o aumento proporcional do salário em razão das horas trabalhadas, pois nesta situação a alteração será con-siderada nula perante a Justiça do Trabalho, podendo trazer prejuízos ao empregado.

FORMAS DE PAGAMENTO

ATUALIZAR E APERFEIÇOAR

É facultado aos estabelecimentos comerciais aceitar outras formas de pagamento que não o tradicional pa-gamento à vista e em dinheiro. Mas, a partir do momento em que forem oferecidas opções, como cheque ou cartão de crédito, não poderão eles impor condições diferenciadas para a efetivação da compra.

Admitido o recebimento de cheque,

não poderão os comerciantes criar critérios de recusa que acar-retem desigualdade entre os con-sumidores, como ocorre, por exem-plo, quando não se aceita cheque de conta bancária aberta há menos de 01 ano.

Por outro lado, poderão e deverão os interessados estabelecer regras próprias de consulta e acesso a in-formação, que possam trazer maior segurança e garantia ao

cumprimen-to da obrigação. Sendo assim, é lí-cita a exigência de apresentação e conferência de documentos, a neces-sidade de fornecimento de endereço e telefone para contato, assim como a consulta às centrais de proteção ao crédito (SPC, Serasa etc.).

Cumpridos todos os requisitos estabe-lecidos pelo comerciante para aceita-ção do cheque, não poderá este ser recusado sem a explicitação de um justo motivo. Não havendo

justificati-va plausível para a recusa, poderá o comprador pleitear, perante a Justiça, indenização por danos morais e ma-teriais decorrentes da ofensa sofrida. No caso do cartão de crédito, várias situações complexas podem surgir em decorrência de sua utilização, tais como: o lançamento de valores inde-vidos em faturas, a necessidade de devolução de valores quando houver erro no valor de uma compra, o não reconhecimento de sua utilização e a compra feita sem autorização do cliente. Para todos esses casos surgiu a figura do estorno, que nada mais é do que a anulação de valores lan-çados, ou a retificação de um erro, através da reposição da quantia que foi incorretamente cobrada.

O cancelamento realizado no perí-odo de arrependimento segue a re-gra do art. 49 do Código de Defesa do Consumidor, que estabelece que pode o consumidor desistir do contra-to, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebi-mento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial - como nos casos de compra pela internet ou pelo telefone. Nessa hipótese, os va-lores eventualmente pagos deverão ser imediatamente devolvidos e mo-netariamente atualizados.

Já o cancelamento feito fora desse período, assim como as outras situa-ções acima citadas, geram o direito de estorno. Quando o valor pago

ainda não tiver sido cobrado na fa-tura, poderá haver apenas o cancela-mento da compra. Por outro lado, se o valor já tiver sido incluído, deverá o comprador pagar o devido, sendo o estorno feito através de crédito no cartão, que será utilizado no abati-mento de futuros valores a serem pa-gos. Se a compra for parcelada, a administradora restituirá o valor total da compra, devendo o consumidor continuar o pagamento de cada par-cela. Sendo ela de valor único, de-verá ser requerida a sua retirada da fatura antes da data de vencimento para que não seja necessário o seu pagamento. Não sendo isso possí-vel, deverá ser a fatura quitada e o crédito disponibilizado posteriormen-te. Em todos os casos, vale ressaltar, poderá o consumidor pedir restitui-ção de eventuais prejuízos sofridos, como, por exemplo, pela impossibi-lidade de pagamento dos valores indevidamente lançados na fatura e não cancelados pelo vendedor ou pela operadora.

Em todas as hipóteses, as taxas acor-dadas entre a administradora do car-tão, o fornecedor ou entre este e o consumidor serão aplicadas. Apesar de não haver muitas especificações nos contratos, a prática comercial vem determinando que seja descon-tado o valor cobrado pelas operado-ras. Os fornecedores terão desconta-dos, quando do estorno, os valores das taxas pactuadas pelos serviços prestados. Já estes, ao requisitar a devolução de valores, poderão aba-ter o valor também cobrado a título

de taxa do comprador, através do estorno parcial, ou seja, aquele feito descontando os valores já recebidos, quando houver parcelamento, e as taxas comumente aplicadas.

A utilização de cartões de crédito ainda apresenta outros problemas comuns ao mercado, bastante regis-trados pelos Órgãos de Defesa do Consumidor, que são a cobrança de valor superior ao que seria pratica-do, caso o pagamento fosse feito em dinheiro, e a estipulação de valor mí-nimo para compras ou parcelamento no cartão de crédito.

Ambas as práticas acima citadas são consideradas abusivas pelo Código de Defesa do Consumidor, conforme estabelece seu art. 39. O fornecedor não pode exigir vantagem manifes-tamente excessiva para a concre-tização da relação de consumo, e nem, sem justa causa, condicionar o fornecimento de produto ou serviço a limites quantitativos. Quando isso ocorrer, os ofendidos deverão re-correr aos órgãos competentes que, confirmando a existência dessas con-dições, poderão aplicar multas ou ou-tras sanções previstas na legislação. Por fim, vale lembrar que cabe aos estabelecimentos informar ao consu-midor, de forma clara e visível, quais as formas de pagamento serão acei-tas para compras. Essa informação deverá estar presente nos locais de vendas, evitando assim qualquer dú-vida ou constrangimento.

A Junta Comercial de Minas Gerais (JUCEMG) disponibiliza, em seu portal, cursos on-line e presencial de capacitação para seus usuários com certificado no final do curso. Veja abaixo alguns dos cursos oferecidos:

Cursos EAD disponíveis

- Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) - Departamento Pessoal na Prática (Pessoa Jurídica)

- EI - Empreendedor Individual: como se formalizar (Pessoa Física)

- Fluxo de Caixa (Pessoa Jurídica) - Gestão Financeira (Pessoa Jurídica)

- Oportunidades e Visão de Negócios (Pessoa Jurídica) - Planejamento Estratégico (Pessoa Jurídica)

- Preço de Venda na Indústria (Pessoa Jurídica) - Preço de Venda no Comércio (Pessoa Jurídica) - Preço de Venda no Serviço (Pessoa Jurídica)

- Qualidade Máxima ao Atendimento ao Cliente (Pessoa Jurídica)

- Registro Empresarial

- Responsabilidade Social e Empresarial (Pessoa Jurídica) Mais informações disponíveis no site da JUCEMG: http://www.jucemg.mg.gov. br/ibr/institucional+escola-permanente-jucemg

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UFIR 1,0641 UPF/PBH R$24,08

UFEMG (2014) R$ 2,6382

TABELA DE CONTRIBUIÇÃO À PARTIR DA COMPETÊNCIA JANEIRO DE 2016

Contribuinte Individual e Facultativo

Salário-Base Alíquota Valor da Contribuição

880,00 11% 96,80

De 880,01 até 5.189,82 20% 176,00 a 1.037,96

SEGURADOS EMPREGADO, EMPREGADO DOMÉSTICO E TRABALHADORES AVULSOS À PARTIR DA COMPETÊNCIA 1º. DE JANEIRO DE 2016

Salário de

Contribuição R$ Fins de recolhimento ao INSS (%)Alíquota para Alíquota para determinação da base de cálculo do IRPF (%)

Até 1.556,94 8,00 8,00

De 1556,95 até 2.594,92 9,00 9,00

De 2.594,93 até 5.189,82 11,00 11,00

SALÁRIO FAMÍLIA

Salários até (R$) Cota (R$)

Salários até 806,80 41,37

De 806,81 até a 1.212,64 29,16

FORMA DE PAGAMENTO CONTRIBUINTE

INDIVIDUAL/FACULTATIVO

A forma de contribuição para o INSS, nos casos de Contribuinte Individual e Facultativo, poderá se dar de duas maneiras: pelo plano normal de contribuição ou pelo plano simplificado de contribuição.

Plano normal de contribuição

Alíquota de 20% sobre o salário-de contribuição: os recolhimentos efetuados neste plano servirão para contagem de tempo e concessão de todos os benefícios previdenciários.

O valor a ser pago, deverá respeitar o valor da alíquota multiplicada pelo valor do salário mínimo até o valor da alíquota multiplicada pelo teto previdenciário.

Observações:

O Contribuinte Individual, que prestar serviços à Pessoa Jurídica, terá descontado o valor de 11% da sua remuneração. A empresa é que ficará responsável pelo repasse deste valor ao INSS através da sua folha de pagamento. Caso o total de remunerações do mês deste contribuinte individual seja inferior ao valor mínimo vigente, ele terá que complementar a contribuição.

Planos simplificados de contribuição

Alíquota de 11% sobre o salário mínimo: poderá contribuir neste plano apenas o Contribuinte Individual e o Facultativo que não prestem serviços e nem possuam relação de emprego com Pessoa Jurídica, com cálculo exclusivamente sobre o valor do salário mínimo vigente no momento do recolhimento.

Alíquota de 5% sobre o salário mínimo: poderá contribuir neste plano apenas o Facultativo que se enquadre nos requisitos de pertencer a família de baixa renda e esteja inscrito no sistema Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico, o qual é operacionalizado pelo Serviço Social dos municípios.

PISOS SALARIAIS DE MARÇO

DE 2016

SINDICATO DAS COSTUREIRAS

PISOS POR GRUPOS DE FUNÇÕES (CCT 2016/2017) *CCT em andamento

FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NO COMÉRCIO E CONGENERES MG (CCT 2016/2017) *CCT em andamento •GRUPO I R$ 889,00 •GRUPO II R$ 889,00 •GRUPO III R$ 919,00 •GRUPO IV R$ 940,00

•GRUPO Especial R$ 977,90 •Comércio: R$880,00•Serviços: R$880,00

SINDICATO EMP. COM. BH E REGIÃO METRO-POLITANA (CCT 2015/2016) - PISOS POR FUNÇÃO

SINDICATO EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE BETIM (2015/2016)

•Office-boy, Copeiro, Faxineiro, Servente, Empacotador, Serviços gerais, Entregador e Vigia e demais empregados: R$ 880,00

•Balconista e Vendedores: R$ 912,00

•R$ 880,00

SINDICATO EMP. COM. DE CONTAGEM

(CCT 2015/2016) - PISOS POR FUNÇÃO

SINDICATO DE HOTÉIS, BARES, RESTAURANTES E SIMILARES

(CCT 2015/2016)

A partir de janeiro de 2015.

•Office-boy, Copeiro, Faxineiro, Servente, Empacotador, Serviços gerais, Entregador e Vigia: R$ 880,00

•Vendedores, Balconistas e demais empregados:R$ 893,49

•Até 90 dd Dias : R$ 880,00 •Após 90 dd Dias: R$ 930,00

SINDICATO TRAB. IND. PANIFICAÇÃO

(CCT 2016/2017) em andamento PISOS POR FUNÇÃO

SINDESS – ESTABELEC. SAÚDE

(Última CCT Homologada)

•Atendimento ou Balcão: R$ 880,00

•Ajudante de Padeiro, Forneiro, Confeiteiro: R$ 880,00 •Promotora de Venda: R$ 880,00

•Padeiros, Confeiteiros, Doceiros, Baleiros, Forneiro: R$ 908,00

•Panifeiro: R$ 880,00 •Sub Gerente: R$ 880,00 •Gerente: R$ 951,00

•Aux. Adm./ Escritório:R$ 880,00 •Repositor: R$ 880,00

•Fiscal de loja: R$ 880,00 •Vigia:R$ 880,00

•Piso A: R$ 880,00

Trab. Limpeza, Copeira, Aux. de Lavanderia e Serventes •Piso B: R$ 880,00

Atendentes Enfermagem, Recepcionistas, Cozinheira, Ascensoristas, Aux. Escritório e de Laboratório e Auxiliar de Prótese I

•Piso C: R$ 880,00

Aux. de Enfermagem, Contabilidade, Fisioterapia, Farmá-cia, Almoxarife, Massagista, Mecânico, Secretária, Motoris-ta, Aux. De Prótese II.

MOTORISTA

Transporte Rodoviário de Carga METROPOLITANA SINDHOTEIS BETIM, CONTAGEM E REGIÃO (2016/2017) Piso salarial em estudo

•Motorista de Carreta até 06 eixos: R$1.624,08 •Motorista não articulado até 9000KG: R$ 1.255,46 •Motorista outros e Operador Empilhadeira: R$1.105,46 •Conferente: R$ 996,28

•Ajudante: R$ 880,00

•Jovem aprendiz e salário ingresso: R$ 880,00

•Admissão até 90 dias - R$ 880,00 •Após 90 dias - R$ 959,00

Govenanta, maitre, cozinheiro, pasteleiro, garçom, pizzaio-lo, churrasqueiro, salgadeiro - R$ 981,00.

Trabalhador que comprove experiência não poderá ser admitido com salário mínimo do governo.

•Reajuste 9% 01/2016

CONSTRUÇÃO CIVIL (2015/2016)

*CCT em andamento

SINDICATO DOS TRAB. COM. DE MINÉRIOS E DERIVADOS DE PETRÓLEO (CCT 2016/2017) •Servente : R$ 880,00 •Vigia : R$ 895,40 •½ Oficial : R$ 998,80 •Oficial: R$ 1.324,40 •Até 90dd. Dias: R$ 880,00 •Após 90dd. Dias: R$ 880,00

Periculosidade 30% s/salário contratual Quebra de caixa 10%.

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TABELA PROGRESSIVA MENSAL DO IRPF-2015 DE JANEIRO Á MARÇO

Base de Cálculo Mensal em R$ Alíquota (%) Parcela a Deduzir do Imposto em R$

Até 1.787,77 Isento

-Acima de 1.787,78 até 2.679,29 7,5% 134,08

Acima de 2.679,30 até 3.572,43 15,0% 335,03

Acima de 3.572,44 até 4.463,81 22,5% 602,96

Acima de 4.463,81 27,5% 826,15

Dedução por dependente 179,71

TABELA PROGRESSIVA MENSAL DO IRPF-2.015 DE ABRIL Á DEZEMBRO

Base de Cálculo Mensal em R$ Alíquota (%) Parcela a Deduzir do Imposto em R$

Até 1.903,98 -

-De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80

De 2.826,66 até 3.751,05 15,0 354,80

De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13

Acima de 4.664,68 27,5 869,36

Dedução por dependente 189,59

*A Tabela progressiva mensal do IRPF referente a 2016 ainda não está disponível

Calendário das Obrigações Tributárias para o mês de Março de 2016

ATÉ O DIA OBRIGAÇÃO HISTÓRICO

04(6ª. FEIRA) Salários ref. 02/2016 Pagamento dos salários mensais. O prazo para pagamento dos salários mensais é até 5° dia útil do mês subsequente ao vencimento. O sábado e contado como dia útil.

07 (2ª. feira)

ISSQN Belo Horizonte ref.

02/2016

Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016.

FGTS ref. 02/2016 Depósito em conta bancária vinculada dos valores relativos ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, correspondentes á remuneração paga ou devida em fevereiro/2016 aos trabalhadores.

Simples Doméstico ref. 02/2016 Unificação da contribuição INSS Empregador e empregado + FGTS + multa rescisória. 01/2016

09 (4ª feira)

ICMS Comércio Atacadista ref.

02/2016

Recolhimento do imposto devido pelos demais atacadistas, referente ao mês de feverei-ro/2016 conforme Art. 85, I “b.1”, do RICMS/MG.

ICMS Comércio ref. 02/2016

Comércio Varejista, Inclusive Hipermercados, Supermercados e Lojas de Departamen-tos. Último dia para o recolhimento de ICMS devido pelo comércio varejista, inclusive hipermercados, supermercados e lojas de departamentos, referente ao mês de fevereiro de 2016 (Até o dia 9 (nove) do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador - Art. 85, § 3º, I, "b.2", do RICMS/MG).

ICMS / Prestador de Serviço de

Transporte ref. 02/2016

Prestador de Serviço de Transporte. Último dia para o recolhimento de ICMS devido pelo prestador de serviço de transporte, referente ao mês de fevereiro 2016. (Até o dia 9 (nove) do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador - Art. 85, § 3º, I, "b.3", do RICMS/MG).

ICMS / Substituição Tributária ref.

02/2016

ICMS-Substituição Tributária. Diversos Produtos. Último dia para o recolhimento do ICMS devido por Substituição Tributária dos produtos relacionados na Parte 2 do Anexo XV, no mês subsequente ao da saída das mercadorias dos estabelecimentos industriais situados no Estado de Minas Gerais ou nas unidades da Federação com as quais Minas Gerais tenham celebrado protocolo ou convênio para a instituição de substituição tributária, com destino a estabelecimento de contribuinte do Estado, referente à feverei-ro/2016 (Até o dia 9 (nove) do mês subsequente ao da saída da mercadoria, relativa-mente às operações com as mercadorias relacionadas nos itens 15, 18 a 24, 28 a 41 da Parte 2 do Anexo XV - Art. 46, III, "a", da Parte 1 do Anexo XV do RICMS/MG).

10 ( 5ª feira)

ISSQN Contagem ref. 02/2016 Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016

GPS – INSS ENVIO AO SINDI-CATO

Envio ao Sindicato da categoria profissional mais numerosa entre os empregados da cópia da guia da Previdência social – GPS referente a competência 02/2016.

15 (3ª feira)

Escrituração Fiscal Digital – PIS/COFINS ref. 02/2016

EFD-PIS/COFINS

Último dia para a transmissão das EFD-PIS/COFINS, que serão transmitidas mensal-mente ao SPED, ao que se refira à escrituração, inclusive nos casos de extinção, incorpo-ração, fusão e cisão total ou parcial, relativos a fevereiro/2016 (Até o 10º dia útil do segundo mês subsequente ao que se refira a escrituração – Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 05 de julho de 2010).

INSS ref. 02/2016 Recolhimento das contribuições previdenciárias relativas a competência fevereiro/2016 devidas pelos contribuintes individuais, pelo facultativo e pelo segurado especial que tenha optado pelo recolhimento na condição de contribuinte individual.

Arquivo Eletrônico

-Usuário de PED

Último dia para os contribuintes usuários de Processamento Eletrônico de Dados (PED) transmitirem, via internet, para a Secretaria de Estado da Fazenda, arquivo eletrônico referente à totalidade das operações de entrada e saída de mercadorias ou bens e de aquisições e prestações de serviços realizadas em fevereiro/2016, com o registro fiscal dos documentos recebidos e emitidos. Arts. 10 a 12 da Parte 1 do Anexo VII do RICMS/ MG.

Arquivo Magnético –

SINTEGRA

Último dia para entrega via internet, para a Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais, do arquivo magnético correspondente à totalidade das operações de entrada e saída de mercadorias ou bens e das aquisições e prestações de serviços realizadas no período de apuração, referente ao mês de jeneiro/2016. Art. 11 da Parte 1 do Anexo VII do RICMS/MG.

ICMS/ Indústria ref. 02/2016Z

Demais Estabelecimentos Industriais. Último dia para o recolhimento de ICMS

devi-do pelos demais estabelecimentos industriais, exceto pelos estabelecimentos fabricantes de brinquedos e outros jogos recreativos, classificados no CNAE-F nº. 3694-3/99, de fraldas descartáveis e absorventes higiênicos, classificados no CNAE-F nº. 2149-0/01 e de artigos de perfumaria e cosméticos, classificados no CNAE-F nº. 2473-2/00, referente ao mês de fevereiro/2016. (Até o dia 15 (quinze) do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador - Art. 85, I, "c.1", do RICMS/MG).

(6)

BOLETIM INFORMATIVO DECTA | EDIÇÃO 310 MARÇO 2016

Até o dia Obrigação Histórico

18(6ª.feira)

INSS – Parcelamento Pagamento da parcela mensal acrescida de juros pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), pelos contribuintes que optaram pelo Parcelamento Especial de Débitos (Paes).

Contribuição Previdenciária Patronal

Recolhimento da contribuição Previdenciária sobre Receita Bruta – Desoneração da Folha de Pagamento. Relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de feverei-ro/2016

IRRF ref. 02/2016

Rendimentos do Trabalho (Salários, Pró-Labore, Serviços de Autônomos, Aluguéis, Serviços Profissionais). Pagamento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 01/02/2016 a 29/02/2016 dos rendimentos do trabalho e outros

CSRF Retenção das contribuições

- ref. Período 01 a 29/02/2016

Retenções federais - até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente àquele mês em que tiver ocorrido o pagamento à pessoa jurídica fornecedora dos bens ou prestadora do serviço de favereiro/2016.

22 (2º feira)

ISSQN Nova Lima ref. 02/2016 Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016.

ISSQN Santa Luzia ref. 02/2016 Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016.

ISSQN Vespasiano ref. 02/2016 Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016.

Simples Nacional ME e EPP - ref.

02/2016

Até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta.

SIMEI - ref. 02/2016

Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo SIMPLES NACIONAL. Último dia para o recolhimento do Pagamento do DAS

em valor fixo por parte do Microempreendedor Individual (MEI) referente ao mês de fevereiro/2016.

INSS/GPS - ref. 02/2016

Recolhimento das contribuições previdenciárias relativas à competência de feverei-ro/2016. devidas pela empresa e equiparada, inclusive da retida sobre cessão de mão-de-obra ou empreitada e da descontada do contribuinte individual que lhe tenha prestado serviço.

25 (5º feira)

COFINS ref. 02/2016 Pagamento mensal da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, cujos fatos geradores ocorreram no mês de fevereiro/2016. IPI ref. 02/2016 Pagamento do IPI apurado no mês de fevereiro/2016 incidente sobre “demais produ-tos”. PIS ref. 02/2016 Pagamento mensal da Contribuição ao Programa de Integração Social, cujos fatos gera-dores ocorreram no mês de fevereiro/2016.

SPED. Fiscal ref. 02/2016

SPED - Sistema Público de Escrituração Digital

Último dia para os contribuintes do Estado de Minas Gerais apresentarem a EFD com as informações relativas a um mês civil ou fração, ainda que as apurações dos impostos (IPI e ICMS) sejam efetuadas em períodos inferiores a um mês, referente ao mês de fevereiro/2016.

31(5ª. feira)

IRPJ e CSLL ref. 02/2016 Recolhimento do IRPJ e CSLL devido pelas pessoas jurídicas, calculado com base no lucro estimado. IRPF Carnê Leão ref. 02/2016 Pagamento do Imposto de Renda devido por pessoas físicas sobre rendimentos recebi-dos de outras pessoas físicas ou de fontes do exterior, no mês de fevereiro/2016. ISSQN Brumadinho

Ref. 02/2016

Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016.

ISSQN Sabará ref. 02/2016 Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês de fevereiro/2016.

ISSQN Betim Ref. 02/2016 Recolhimento do ISSQN devido pelos contribuintes em geral ou responsáveis, inclusive sociedades de profissionais liberais, relativamente aos fatos geradores ocorridos no de fevereiro/2016.

Parcelamento Especial Simples Nacional- Parcela 02/2016

Último dia para recolhimento, pelas ME/EPP optantes do SIMPLES NACIONAL que aderiram ao Parcelamento Especial da L.C. nº. 123/2006 nos termos da IN SRF nº. 750/2007.

Parcelamento Especial da Lei

no. 11.941/2009

Parcelamentos Especiais Previstos na Lei nº. 11.941/2009 regulamentado pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº. 06/2009

Último dia para o recolhimento, pelas Pessoas Jurídicas e Físicas optantes pelos parcela-mentos especiais previstos na Lei nº. 11.941/2009, do pagamento à vista ou da parcela de acordo com os códigos de DARF estabelecidos pelo AD Executivo CODAC nº. 65, de 27.07.2009 (Até o último dia útil do mês).

Refis/PAES/PAEX –

Parcelamentos

Programa de Recuperação Fiscal (REFIS); Parcelamento Especial/PAES e Parcelamento Excepcional/PAEX. Último dia para recolhimento, pelas pessoas jurídicas optantes pelos parcelamentos, da parcela relativa ao PAES e do REFIS, na forma do parcelamento vinculado à receita bruta e parcelamento alternativo.

(7)

PABX 31 3292.7400 - FAX 31 3291.4090

Rua João Lúcio Brandão, 183 Bairro Prado | Belo Horizonte/MG | 30.411-046

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Referências

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