TESTE TESTE TESTE
TESTE
TESTE
TESTE
TESTE TESTE
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imprecisões erros ambigüidades
(com trema e tudo)
Só num ponto concordamos, em parte, com os termos do
Manifesto-Petição quando declara que
o Acordo não tem
condições para servir de base a uma proposta normativa,
contendo imprecisões, erros e ambigüidades
. Os doutos lingüistas
da Universidade de Lisboa e professores de ambas as margens do
Atlântico e especialistas das línguas africanas já apontaram falhas e
sugestões. Mas isso tem ocorrido com todas as propostas de
reforma, e elas são aceitas e adotadas mesmo assim, com
promessas de melhorias no futuro
.
(Evanildo Bechara, “Considerações em torno do MANIFESTO-PETIÇÃO dirigido ao senhor Presidente da República e aos Membros da Assembléia da República contra o Novo Acordo Ortográfico de 1990”, 3.º Encontro Açoriano da Lusofonia, 8-11 Maio de 2008)
imprecisões erros ambigüidades
(com trema e tudo)
Só num ponto concordamos, em parte, com os termos do
Manifesto-Petição quando declara que
o Acordo não tem
condições para servir de base a uma proposta normativa,
contendo imprecisões, erros e ambigüidades
. Os doutos lingüistas
da Universidade de Lisboa e professores de ambas as margens do
Atlântico e especialistas das línguas africanas já apontaram falhas e
sugestões. Mas isso tem ocorrido com todas as propostas de
reforma, e elas são aceitas e adotadas mesmo assim, com
promessas de melhorias no futuro
.
(Evanildo Bechara, “Considerações em torno do MANIFESTO-PETIÇÃO dirigido ao senhor Presidente da República e aos Membros da Assembléia da República contra o Novo Acordo Ortográfico de 1990”, 3.º Encontro Açoriano da Lusofonia, 8-11 Maio de 2008)
por quem?
como?
imprecisões erros ambigüidades
(com trema e tudo)
Só num ponto concordamos, em parte, com os termos do
Manifesto-Petição quando declara que
o Acordo não tem
condições para servir de base a uma proposta normativa,
contendo imprecisões, erros e ambigüidades
. Os doutos lingüistas
da Universidade de Lisboa e professores de ambas as margens do
Atlântico e especialistas das línguas africanas já apontaram falhas e
sugestões. Mas isso tem ocorrido com todas as propostas de
reforma, e elas são aceitas e adotadas mesmo assim, com
promessas de melhorias no futuro
.
(Evanildo Bechara, “Considerações em torno do MANIFESTO-PETIÇÃO dirigido ao senhor Presidente da República e aos Membros da Assembléia da República contra o Novo Acordo Ortográfico de 1990”, 3.º Encontro Açoriano da Lusofonia, 8-11 Maio de 2008)
o Acordo não tem condições
para servir de base
a uma proposta normativa,
contendo
imprecisões, erros e ambigüidades
por quem?
como?
Acordo Ortográfico
da Língua Portuguesa de 1990
Diário da República – I Série-A
n.º 193, 23-8-1991
pp. 4370 - 88
http://www2.fcsh.unl.pt/docentes/
aemiliano/AOLP90/index.html
O que é o AOLP?
‣
Juridicamente é um
tratado internacional
-
assinado em 1990 em Lxa pelos representantes de
sete países de língua oficial portuguesa em 1990
-
aprovado para ratificação pelo Parlamento
português pela Resolução n.º 26/91 da AR
Qual o teor do AOLP?
‣
O AOLP contém:
•
Um preâmbulo
•
Quatro artigos
•
Dois anexos
•
Uma rectificação
Anexos do AOLP (tratado)
‣
Dois anexos:
•
Anexo I: Acordo Ortográfico da Língua
Portuguesa (1990)
-
contém 21 “bases” ortográficas
•
Anexo II: Nota Explicativa do Acordo
Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)
-
apresenta uma “memória breve” dos acordos
ortográficos luso-brasileiros e justifica o teor das
bases ortográficas
A “unificação ortográfica”
das lusofonias
unificação?
[…] não é possível unificar por via administrativa
divergências que assentam em claras diferenças de
pronúncia, um dos critérios, aliás, em que se baseia
o sistema ortográfico da língua portuguesa.
[cont.] ➔
(Nota Explicativa, 2 - Razões do fracasso dos
acordos ortográficos)
os PALOP e a desagregação
[cont.] ➔
Nestas condições, há que procurar uma versão de
unificação ortográfica que acautele mais o futuro do que o
passado e que não receie sacrificar a simplificação também
pretendida em 1986, em favor da máxima unidade possível.
Com a emergência de cinco novos países lusófonos, os
factores de desagregação da unidade essencial da língua
portuguesa
far-se-ão sentir com mais acuidade e também
no domínio ortográfico. Neste sentido importa, pois,
consagrar uma versão de unificação ortográfica que fixe
e delimite as diferenças actualmente existentes e previna
contra a desagregação ortográfica da língua portuguesa
.
unificação vs. diferenças
Neste sentido importa, pois,
consagrar uma
versão de unificação ortográfica
que fixe e delimite as diferenças
actualmente existentes
e previna contra a desagregação
ortográfica da língua portuguesa.
unificação vs. diferenças
Neste sentido importa, pois,
consagrar uma
versão de unificação ortográfica
que fixe e delimite as diferenças
actualmente existentes
e previna contra a desagregação
ortográfica da língua portuguesa.
O Artigo 2.º do AOLP e o
Vocabulário Ortográfico
Comum da Língua
Portuguesa
vocabulário ortográfico comum
da língua portuguesa
,
tão
completo
quanto desejável
e tão
normalizador
quanto possível,
no que se refere às
terminologias científicas e técnicas
Base XIX
Base XIX
‣
Das minúsculas e maiúsculas
Base XIX
‣
Das minúsculas e maiúsculas
!!!
O VOLP da ABL e o
“lapso” de E. Bechara
Especialistas portugueses não foram
consultados porque, segundo Bechara,
“
em nenhum momento o Acordo fala
em vocabulário comum
”. O Volp,
portanto, é brasileiro, e os outros países
de língua portuguesa poderão criar os
seus.
O VOLP da ABL e o
“lapso” de E. Bechara
Especialistas portugueses não foram
consultados porque, segundo Bechara,
“
em nenhum momento o Acordo fala
em vocabulário comum
”. O Volp,
portanto, é brasileiro, e os outros países
de língua portuguesa poderão criar os
seus.
(Folha de S. Paulo, 18/03/2009)
O VOULP de Malaca
No Acordo Ortográfico de 1990 está prevista a
publicação de um “
Vocabulário Ortográfico
Unificado da Língua Portuguesa
”, elaborado
pela Academia das Ciências de Lisboa e pela
Academia Brasileira de Letras, com a colaboração
das competentes instituições dos países-parceiros
do Acordo, o qual constituirá um instrumento de
consulta e de resolução de dúvidas, que a
aplicação de qualquer Acordo sempre levanta.
(Parecer da Academia das Ciências de Lisboa,
28/12/2005, ass. João Malaca Casteleiro)
O VOULP de Malaca
No Acordo Ortográfico de 1990 está prevista a
publicação de um “
Vocabulário Ortográfico
Unificado da Língua Portuguesa
”, elaborado
pela Academia das Ciências de Lisboa e pela
Academia Brasileira de Letras, com a colaboração
das competentes instituições dos países-parceiros
do Acordo, o qual constituirá um instrumento de
consulta e de resolução de dúvidas, que a
aplicação de qualquer Acordo sempre levanta.
(Parecer da Academia das Ciências de Lisboa,
28/12/2005, ass. João Malaca Casteleiro)
O VLP da Academia
A Academia das Ciências publicará, até ao fim do ano corrente, uma nova edição do Vocabulário da Língua Portuguesa, que
incluirá os neologismos de uso corrente e generalizado,
incorporados no léxico comum, ao longo dos últimos quarenta anos. […]
O Vocabulário será realizado
nos termos do Acordo
Ortográfico
subscrito pelos países lusófonos, o qual,
na sua
Base II
, prevê a publicação de um
Vocabulário
Comum da Lusofonia
, com as contribuições de todos
os países signatários e da
Galiza
.
(Comunicado à Imprensa, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa, 25/06/2009)
O VLP da Academia
A Academia das Ciências publicará, até ao fim do ano corrente, uma nova edição do Vocabulário da Língua Portuguesa, que
incluirá os neologismos de uso corrente e generalizado,
incorporados no léxico comum, ao longo dos últimos quarenta anos. […]
O Vocabulário será realizado
nos termos do Acordo
Ortográfico
subscrito pelos países lusófonos, o qual,
na sua
Base II
, prevê a publicação de um
Vocabulário
Comum da Lusofonia
, com as contribuições de todos
os países signatários e da
Galiza
.
(Comunicado à Imprensa, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa, 25/06/2009)
O VLP da Academia
A Academia das Ciências publicará, até ao fim do ano corrente, uma nova edição do Vocabulário da Língua Portuguesa, que
incluirá os neologismos de uso corrente e generalizado,
incorporados no léxico comum, ao longo dos últimos quarenta anos. […]
O Vocabulário será realizado
nos termos do Acordo
Ortográfico
subscrito pelos países lusófonos, o qual,
na sua
Base II
, prevê a publicação de um
Vocabulário
Comum da Lusofonia
, com as contribuições de todos
os países signatários e da
Galiza
.
(Comunicado à Imprensa, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa, 25/06/2009)
?!!
Protocolo Modificativo ao [sic]
Acordo Ortográfico
Diário da República – I Série-A
n.º 23, 28-1-2000
p. 368
Qual é a
diferença?!
Problemas gerais
do AOLP
AOLP – problemas
AOLP – problemas
1. Falsidades, falácias e faltas de rigor
2. Critérios de baixo ou nulo valor
AOLP – problemas
1. Falsidades, falácias e faltas de rigor
2. Critérios de baixo ou nulo valor
científico
AOLP – problemas
AOLP – problemas
1. Falsidades, falácias e faltas de rigor
AOLP – problemas
1. Falsidades, falácias e faltas de rigor
•
o preâmbulo e os disparates que contém
AOLP – problemas
1. Falsidades, falácias e faltas de rigor
•
o preâmbulo e os disparates que contém
•
ausência de estudos de custo/benefício
•
ausência de estudos de impacto
“ambiental”
AOLP – problemas
1. Falsidades, falácias e faltas de rigor
•
o preâmbulo e os disparates que contém
•
ausência de estudos de custo/benefício
•
ausência de estudos de impacto
“ambiental”
•
a grande falácia das baixas percentagens e
do baixo impacto quantitativo do AO
AOLP – problemas
AOLP – problemas
2. Critérios de baixo ou nulo valor científico
AOLP – problemas
2. Critérios de baixo ou nulo valor científico
•
o critério fonético (ou da pronúncia)
•
o critério da simplificação da ortografia e
da facilitação da aprendizagem
AOLP – problemas
2. Critérios de baixo ou nulo valor científico
•
o critério fonético (ou da pronúncia)
•
o critério da simplificação da ortografia e
da facilitação da aprendizagem
AOLP – problemas
2. Critérios de baixo ou nulo valor científico
•
o critério fonético (ou da pronúncia)
•
o critério da simplificação da ortografia e
da facilitação da aprendizagem
•
o critério da obediência à tradição
AOLP – problemas
2. Critérios de baixo ou nulo valor científico
•
o critério fonético (ou da pronúncia)
•
o critério da simplificação da ortografia e
da facilitação da aprendizagem
•
o critério da obediência à tradição
•
o critério da consagração pelo uso
AOLP – problemas
AOLP – problemas
3. Adopção de medidas disortográficas
•
introdução de “facultatividades
ortográficas” (grafias múltiplas) em diversos
domínios da ortografia
AOLP – problemas
3. Adopção de medidas disortográficas
•
introdução de “facultatividades
ortográficas” (grafias múltiplas) em diversos
domínios da ortografia
•
supressão de consoantes ditas “mudas”
➔
destruição de grafemas necessários
AOLP – problemas
3. Adopção de medidas disortográficas
•
introdução de “facultatividades
ortográficas” (grafias múltiplas) em diversos
domínios da ortografia
•
supressão de consoantes ditas “mudas”
➔
destruição de grafemas necessários
AOLP – problemas
3. Adopção de medidas disortográficas
•
introdução de “facultatividades
ortográficas” (grafias múltiplas) em diversos
domínios da ortografia
•
supressão de consoantes ditas “mudas”
➔
destruição de grafemas necessários
•
alteração das regras de maiusculização
AOLP – problemas
3. Adopção de medidas disortográficas
•
introdução de “facultatividades
ortográficas” (grafias múltiplas) em diversos
domínios da ortografia
•
supressão de consoantes ditas “mudas”
➔
destruição de grafemas necessários
•
alteração das regras de maiusculização
•
alterações pontuais da acentuação
•
problemas e inconsistências diversos (hifenação,
divisão silábica, entre outros)
AOLP – problemas
‣
com excepção da Nota Explicativa (de 1990) e do
parecer de 2005 da Academia das Ciências de
Lxa, assinado por um co-autor do AOLP,
não se
conhecem pareceres ou opiniões profissionais
favoráveis ao AOLP
‣
pelo contrário, os pareceres de especialistas são
muito desfavoráveis e recomendam a revisão do
AOLP e a sua não aplicação
grafias múltiplas
‣
O AOLP introduz “facultatividades
ortográficas” em três domínios da ortografia:
•
manutenção/supressão das chamadas
“consoantes mudas” em posição medial de
palavra (e posição final de sílaba gráfica)
•
maiusculização/capitalização
grafias múltiplas
Os dicionários da língua portuguesa, que
passarão a registar as duas formas em todos os
casos de dupla grafia,
esclarecerão, tanto
quanto possível
, sobre o alcance geográfico e
social desta oscilação de pronúncia [das
consoantes C, P, B, G, M e T mediais].
(Nota Explicativa,
4. Conservação ou supressão das consoantes c, p, b, g, m e t em certas sequências consonânticas (base IV)
fixar o caos ortográfico
optou-se por fixar
fixar o caos ortográfico
optou-se por fixar
a dupla acentuação gráfica
fixar o caos ortográfico
optou-se por fixar
a dupla acentuação gráfica
como a solução menos onerosa
para a unificação ortográfica da
fixar o caos ortográfico
optou-se por fixar
a dupla acentuação gráfica
Nota Explicativa, 5.2.4, Avaliação estatística dos casos de dupla acentuação gráfica
como a solução menos onerosa
para a unificação ortográfica da
fixar o caos ortográfico
optou-se por fixar
a dupla acentuação gráfica
Nota Explicativa, 5.2.4, Avaliação estatística dos casos de dupla acentuação gráfica
como a solução menos onerosa
para a unificação ortográfica da
língua portuguesa
optou-se por fixar
fixar o caos ortográfico
optou-se por fixar
a dupla acentuação gráfica
Nota Explicativa, 5.2.4, Avaliação estatística dos casos de dupla acentuação gráfica
como a solução menos onerosa
para a unificação ortográfica da
língua portuguesa
optou-se por fixar
a
desunificação gráfica
optou-se por fixar
optou-se por fixar
João A. Peres, 2008
O Acordo em análise admite grafias facultativas para a língua portuguesa em toda a sua extensão, sem quaisquer restrições além da existência (onde quer que seja) de uma pronúncia culta que as sancione. Segundo a sua letra, passam a ser legítimas no espaço da língua portuguesa todas as variantes gráficas dos seguintes pares, entre muitos outros: fenómeno/fenômeno, aritmética/arimética, amnistia/ anistia, amígdalas/amídalas, súbdito/súdito, visitamos (ontem) / visitámos (ontem), recepção/receção, espectadores/espetadores, intersecção (de conjuntos) / interseção (de conjuntos), (o) cacto (secou) / (o) cato (secou), (o Tejo) desagua (em Lisboa) / (o Tejo) deságua (em Lisboa) / (a Polícia) averigua (o crime) / (a Polícia) averígua (o crime).
(“Breve parecer sobre a entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990”, 2008)
João A. Peres, 2008
Bastam estes exemplos para se perceber
o caos
em
que, se corroborada, a interpretação literal do Acordo
poderá lançar a língua portuguesa. Segundo ela, dois
alunos portugueses, em Portugal (ou brasileiros, no
Brasil, etc.), sentados lado a lado, ou dois professores
em salas contíguas seriam livres de usar a seu
bel-prazer as grafias alternativas.
João A. Peres, 2008
Em última análise, é deixada ao livre arbítrio
de cada cidadão a escolha da grafia,
pondo-se em causa a função da língua escrita como
factor de coesão social
.
DGEBS, 1991
Há acordos assináveis, sem grandes
problemas e há outros que são de não
assinar. O acordo recentemente assinado
tem pontos que merecem séria contestação
e é, frequentemente, uma
simples
consagração de desacordos
.
(Direcção Geral do Ensino Básico e Secundário, “Parecer sobre o Acordo Ortográfico”, 1991)
inconsistências
‣
COR-DE-ROSA e ÁGUA-DE-COLÓNIA
escrevem-se com hífen, por causa da consagração
pelo uso, mas COR DE LARANJA e FIM DE
inconsistências
‣
COR-DE-ROSA e ÁGUA-DE-COLÓNIA
escrevem-se com hífen, por causa da consagração
pelo uso, mas COR DE LARANJA e FIM DE
SEMANA escrevem-se sem hífen, porque sim.
inconsistências
‣
COR-DE-ROSA e ÁGUA-DE-COLÓNIA
escrevem-se com hífen, por causa da consagração
pelo uso, mas COR DE LARANJA e FIM DE
SEMANA escrevem-se sem hífen, porque sim.
‣
PROBLEMA:
•
Quem define a consagração pelo uso, em que
sede e com que instrumentos? (Base XV, 6.º)
inconsistências
‣
PÁRA (verbo) deixa OBRIGATORIAMENTE de
ter acento e escrever-se-á PARA, não se
inconsistências
‣
PÁRA (verbo) deixa OBRIGATORIAMENTE de
ter acento e escrever-se-á PARA, não se
distinguindo da preposição PARA. (Base IX, 6.º)
‣
PÔR (verbo) mantém OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir da preposição POR.
(Base VIII, 3.º)
inconsistências
‣
PÁRA (verbo) deixa OBRIGATORIAMENTE de
ter acento e escrever-se-á PARA, não se
distinguindo da preposição PARA. (Base IX, 6.º)
‣
PÔR (verbo) mantém OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir da preposição POR.
(Base VIII, 3.º)
inconsistências
‣
PÁRA (verbo) deixa OBRIGATORIAMENTE de
ter acento e escrever-se-á PARA, não se
distinguindo da preposição PARA. (Base IX, 6.º)
‣
PÔR (verbo) mantém OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir da preposição POR.
(Base VIII, 3.º)
‣
Porquê?
•
Porque a primeira distinção não existe no
brasileiro mas a segunda sim.
inconsistências
‣
PÔDE (pretérito perfeito) tem OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir de PODE (presente do
inconsistências
‣
PÔDE (pretérito perfeito) tem OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir de PODE (presente do
indicativo). (Base IX, 6.º, a)
‣
DÊMOS (presente do conjuntivo) tem
FACULTATIVAMENTE acento para se distinguir de
DEMOS (pretérito perfeito). (Base IX, 6.º, a)
inconsistências
‣
PÔDE (pretérito perfeito) tem OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir de PODE (presente do
indicativo). (Base IX, 6.º, a)
‣
DÊMOS (presente do conjuntivo) tem
FACULTATIVAMENTE acento para se distinguir de
DEMOS (pretérito perfeito). (Base IX, 6.º, a)
‣
Porquê? Porque no brasileiro a primeira distinção existe
e a segunda não.
inconsistências
‣
PÔDE (pretérito perfeito) tem OBRIGATORIAMENTE
acento para se distinguir de PODE (presente do
indicativo). (Base IX, 6.º, a)
‣
DÊMOS (presente do conjuntivo) tem
FACULTATIVAMENTE acento para se distinguir de
DEMOS (pretérito perfeito). (Base IX, 6.º, a)
‣
Porquê? Porque no brasileiro a primeira distinção existe
e a segunda não.
N.B.: PODEMOS (presente do indicativo)
OBRIGATORIAMENTE não tem acento e não se
distingue da forma PUDEMOS (pretérito perfeito).
inconsistências
‣
O Acordo Ortográfico permite explicitamente as formas
com acentuação facultativa AVERÍGUO, AVERÍGUAS,
AVERÍGUA, ENXÁGUO, ENXÁGUAS, ENXÁGUA, etc.
dos verbos AVERIGUAR e ENXAGUAR. (Base X, 7.º)
inconsistências
‣
O Acordo Ortográfico permite explicitamente as formas
com acentuação facultativa AVERÍGUO, AVERÍGUAS,
AVERÍGUA, ENXÁGUO, ENXÁGUAS, ENXÁGUA, etc.
dos verbos AVERIGUAR e ENXAGUAR. (Base X, 7.º)
inconsistências
‣
O Acordo Ortográfico permite explicitamente as formas
com acentuação facultativa AVERÍGUO, AVERÍGUAS,
AVERÍGUA, ENXÁGUO, ENXÁGUAS, ENXÁGUA, etc.
dos verbos AVERIGUAR e ENXAGUAR. (Base X, 7.º)
‣
PROBLEMAS:
•
De que língua são estas formas acentuadas na penúltima
vogal do radical verbal?
inconsistências
‣
O Acordo Ortográfico permite explicitamente as formas
com acentuação facultativa AVERÍGUO, AVERÍGUAS,
AVERÍGUA, ENXÁGUO, ENXÁGUAS, ENXÁGUA, etc.
dos verbos AVERIGUAR e ENXAGUAR. (Base X, 7.º)
‣
PROBLEMAS:
•
De que língua são estas formas acentuadas na penúltima
vogal do radical verbal?
•
O que as distingue de formas incorrectas muito
correntes em Portugal como FÁÇAMOS, PÓSSAMOS,
TÊNHAMOS e SUPÔNHAMOS?
inconsistências
‣
O Acordo Ortográfico permite explicitamente as formas
com acentuação facultativa AVERÍGUO, AVERÍGUAS,
AVERÍGUA, ENXÁGUO, ENXÁGUAS, ENXÁGUA, etc.
dos verbos AVERIGUAR e ENXAGUAR. (Base X, 7.º)
‣
PROBLEMAS:
•
De que língua são estas formas acentuadas na penúltima
vogal do radical verbal?
•
O que as distingue de formas incorrectas muito
correntes em Portugal como FÁÇAMOS, PÓSSAMOS,
TÊNHAMOS e SUPÔNHAMOS?
inconsistências
‣
RACIONAMOS (pretérito perfeito)
tem FACULTATIVAMENTE acento
(RACIONÁMOS) para se distinguir de
RACIONAMOS (presente).
inconsistências
‣
RACIONAMOS (pretérito perfeito)
tem FACULTATIVAMENTE acento
(RACIONÁMOS) para se distinguir de
RACIONAMOS (presente).
•
A vogal pretónica escrita A é “fechada” (central
média) ➔
IPA
[ɐ]
.
inconsistências
‣
FRACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (FRACIONÁMOS)
para se distinguir de FRACIONAMOS (presente)
inconsistências
‣
FRACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (FRACIONÁMOS)
para se distinguir de FRACIONAMOS (presente)
‣
e tem FACULTATIVAMENTE um C mudo
(FRACIONAMOS ou FRACCIONAMOS).
inconsistências
‣
FRACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (FRACIONÁMOS)
para se distinguir de FRACIONAMOS (presente)
‣
e tem FACULTATIVAMENTE um C mudo
(FRACIONAMOS ou FRACCIONAMOS).
•
A forma verbal terá portanto quatro “formas
ortográficas unificadas” correctas.
inconsistências
‣
FRACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (FRACIONÁMOS)
para se distinguir de FRACIONAMOS (presente)
‣
e tem FACULTATIVAMENTE um C mudo
(FRACIONAMOS ou FRACCIONAMOS).
•
A forma verbal terá portanto quatro “formas
ortográficas unificadas” correctas.
•
Porquê? Porque no brasileiro a consoante medial [k] é
pronunciada.
inconsistências
‣
FRACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (FRACIONÁMOS)
para se distinguir de FRACIONAMOS (presente)
‣
e tem FACULTATIVAMENTE um C mudo
(FRACIONAMOS ou FRACCIONAMOS).
•
A forma verbal terá portanto quatro “formas
ortográficas unificadas” correctas.
•
Porquê? Porque no brasileiro a consoante medial [k] é
pronunciada.
•
A vogal pré-tónica escrita A é aberta (central
baixa)
➔
inconsistências
‣
ACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (ACIONÁMOS)
para se distinguir de ACIONAMOS (presente).
inconsistências
‣
ACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (ACIONÁMOS)
para se distinguir de ACIONAMOS (presente).
•
OBRIGATORIAMENTE não tem um C mudo —
ACCIONÁMOS ou ACCIONAMOS serão
inconsistências
‣
ACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (ACIONÁMOS)
para se distinguir de ACIONAMOS (presente).
•
OBRIGATORIAMENTE não tem um C mudo —
ACCIONÁMOS ou ACCIONAMOS serão
ERROS ORTOGRÁFICOS.
•
Porquê? Porque no brasileiro não há consoante
medial [k].
inconsistências
‣
ACIONAMOS (pretérito) tem
FACULTATIVAMENTE acento (ACIONÁMOS)
para se distinguir de ACIONAMOS (presente).
•
OBRIGATORIAMENTE não tem um C mudo —
ACCIONÁMOS ou ACCIONAMOS serão
ERROS ORTOGRÁFICOS.
•
Porquê? Porque no brasileiro não há consoante
medial [k].
•
A vogal pré-tónica escrita A é aberta (central
baixa) ➔ IPA [a].
inconsistências
Assembleia da República • Comissão de Ética, Sociedade e Cultura • 25/09/2008 Folha n.º 14/15 Audição da Petição N. 495/X EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO
António Emiliano • Universidade Nova de Lisboa • [email protected] • 25/09/2008
INCONSITÊNCIA ORTOGRÁFICA NAS FORMAS DE 1.ª PESSOA DO PRETÉRITO PERFEITO
antes do AOLP
em Portugal depois do AOLP em Portugal transcrição fonética
RACIONÁMOS RACIONAMOS RACIONÁMOS
[!
!
sju"namu#]
FRACCIONÁMOS FRACIONAMOS FRACIONÁMOS FRACCIONAMOS FRACCIONÁMOS[f$
a
sju"namu#]
ACCIONÁMOS ACIONAMOS ACIONÁMOS[
a
sju"namu#]
PROBLEMA:inconsistências
‣
Em Portugal será possível escrever correctamente
DECEPÇÃO e DECEÇÃO, RECEPÇÃO e
inconsistências
‣
Em Portugal será possível escrever correctamente
DECEPÇÃO e DECEÇÃO, RECEPÇÃO e
RECEÇÃO.
inconsistências
‣
Em Portugal será possível escrever correctamente
DECEPÇÃO e DECEÇÃO, RECEPÇÃO e
RECEÇÃO.
•
Porquê? Porque no brasileiro há [p] medial.
•
As formas actuais CORRECÇÃO e
INTERSECÇÃO perderão
OBRIGATORIAMENTE o “C mudo” e serão
CORREÇÃO e INTERSEÇÃO.
inconsistências
‣
Em Portugal será possível escrever correctamente
DECEPÇÃO e DECEÇÃO, RECEPÇÃO e
RECEÇÃO.
•
Porquê? Porque no brasileiro há [p] medial.
•
As formas actuais CORRECÇÃO e
INTERSECÇÃO perderão
OBRIGATORIAMENTE o “C mudo” e serão
CORREÇÃO e INTERSEÇÃO.
inconsistências
‣
O que impedirá então que se escreva
analogicamente CORREPÇÃO ou INTERSEPÇÃO
com “P mudo” et alia similia heterographica?
inconsistências
‣
O que impedirá então que se escreva
analogicamente CORREPÇÃO ou INTERSEPÇÃO
com “P mudo” et alia similia heterographica?
•
Ou DECECÇÃO e RECECÇÃO com “C
mudo”?
inconsistências
‣
O que impedirá então que se escreva
analogicamente CORREPÇÃO ou INTERSEPÇÃO
com “P mudo” et alia similia heterographica?
•
Ou DECECÇÃO e RECECÇÃO com “C
mudo”?
•
Crucialmente
: como se explica a uma
criança a noção de “facultatividade
ortográfica” sem se incentivar a
heterografia generalizada?
inconsistências
inconsistências
‣
PROBLEMAS:
•
A analogia é um mecanismo poderoso na
aquisição da escrita.
inconsistências
‣
PROBLEMAS:
•
A analogia é um mecanismo poderoso na
aquisição da escrita.
•
Como se impedirá na Escola a generalização de
formas heterográficas analógicas?
inconsistências
‣
PROBLEMAS:
•
A analogia é um mecanismo poderoso na
aquisição da escrita.
•
Como se impedirá na Escola a generalização de
formas heterográficas analógicas?
•
Como se ensinará e limitará ao mesmo tempo a
facultatividade ortográfica?
inconsistências
‣
PROBLEMAS:
•
A analogia é um mecanismo poderoso na
aquisição da escrita.
•
Como se impedirá na Escola a generalização de
formas heterográficas analógicas?
•
Como se ensinará e limitará ao mesmo tempo a
facultatividade ortográfica?
•
Para sabermos escrever bem em Portugal
teremos primeiro de saber como se escreve
bem no Brasil?!
inconsistências
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como se fará na prática o ensino da nova
“ortografia unificada” nas escolas?
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como se fará na prática o ensino da nova
“ortografia unificada” nas escolas?
•
cada professor ensinará as grafias facultativas ou
opcionais que preferir?
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como se fará na prática o ensino da nova
“ortografia unificada” nas escolas?
•
cada professor ensinará as grafias facultativas ou
opcionais que preferir?
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como se fará na prática o ensino da nova
“ortografia unificada” nas escolas?
•
cada professor ensinará as grafias facultativas ou
opcionais que preferir?
•
cada aluno usará as grafias de que gostar mais?
•
como serão transmitidas e adquiridas as noções
de correcção e erro ortográficos na ausência de
uma norma precisa?
inconsistências
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como serão os manuais e dicionários escolares?
qual o seu teor?
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como serão os manuais e dicionários escolares?
qual o seu teor?
•
crucialmente
, como distinguirão os alunos o
facultativo normativo do não-facultativo
inconsistências
‣
mais problemas de índole operacional:
•
como serão os manuais e dicionários escolares?
qual o seu teor?
•
crucialmente
, como distinguirão os alunos o
facultativo normativo do não-facultativo
normativo?
•
não será a aquisição desta distinção um esforço
suplementar de aprendizagem, esforço que aliás
se afigura como titânico?
inconsistências
inconsistências
‣
MEDIDAS POSSÍVEIS (?):
•
elaboração de longas listas de formas, com
ensino explícito de todas as grafias múltiplas
permitidas
inconsistências
‣
MEDIDAS POSSÍVEIS (?):
•
elaboração de longas listas de formas, com
ensino explícito de todas as grafias múltiplas
permitidas
•
restrição regional ou nacional das grafias
múltiplas em franca violação da letra e do
espírito do Acordo Ortográfico
inconsistências
‣
MEDIDAS POSSÍVEIS (?):
•
elaboração de longas listas de formas, com
ensino explícito de todas as grafias múltiplas
permitidas
•
restrição regional ou nacional das grafias
múltiplas em franca violação da letra e do
espírito do Acordo Ortográfico
•
aumento do tempo dedicado ao ensino da
ortografia
solução
‣
Suprimir todas as facultatividades ortográficas
geradas pelo AOLP de 1990, ou seja,
rever e
restringir drasticamente o AOLP
, porque:
solução
‣
Suprimir todas as facultatividades ortográficas
geradas pelo AOLP de 1990, ou seja,
rever e
restringir drasticamente o AOLP
, porque:
•
não há, neste momento, regras e instrumentos normativos que iluminem o uso da nova ortografiasolução
‣
Suprimir todas as facultatividades ortográficas
geradas pelo AOLP de 1990, ou seja,
rever e
restringir drasticamente o AOLP
, porque:
•
não há, neste momento, regras e instrumentos normativos que iluminem o uso da nova ortografia•
com facultatividades irrestritas e com aplicação livre de “critérios fonéticos” não é possível o estabelecimento de regras e de padrões ortográficos estáveis, discerníveis e apreensíveissolução
‣
Suprimir todas as facultatividades ortográficas
geradas pelo AOLP de 1990, ou seja,
rever e
restringir drasticamente o AOLP
, porque:
•
não há, neste momento, regras e instrumentos normativos que iluminem o uso da nova ortografia•
com facultatividades irrestritas e com aplicação livre de “critérios fonéticos” não é possível o estabelecimento de regras e de padrões ortográficos estáveis, discerníveis e apreensíveissolução
‣
Suprimir todas as facultatividades ortográficas
geradas pelo AOLP de 1990, ou seja,
rever e
restringir drasticamente o AOLP
, porque:
•
não há, neste momento, regras e instrumentos normativos que iluminem o uso da nova ortografia•
com facultatividades irrestritas e com aplicação livre de “critérios fonéticos” não é possível o estabelecimento de regras e de padrões ortográficos estáveis, discerníveis e apreensíveis•
com grafias múltiplas não há estabilidade ortográfica•
sem revisão do AOLP não é possível manter em Portugal uma ORTO-grafiacaos aplicado
Ex.
mo/ ex.
mo(x2) Senhor / senhor (x2)
Prof./prof. (x2) Doutor/doutor (x2) António/Antônio (x2) Emiliano
Universidade Nova de Lisboa
Avenida / avenida (x2) de Berna, n.º 32 - C
1069-063 LISBOA
caos aplicado
Ex.
mo/ ex.
mo(x2) Senhor / senhor (x2)
Prof./prof. (x2) Doutor/doutor (x2) António/Antônio (x2) Emiliano
Universidade Nova de Lisboa
Avenida / avenida (x2) de Berna, n.º 32 - C
1069-063 LISBOA
mais caos
mais caos
Ex.
mo(x2) Senhor (x2)
Prof. (x2) Doutor (x2) Cónego (x4) Monsenhor (x2) Eugénio (x2)
Baptista (x2)
mais caos
Ex.
mo(x2) Senhor (x2)
Prof. (x2) Doutor (x2) Cónego (x4) Monsenhor (x2) Eugénio (x2)
Baptista (x2)
mais caos
Ex.
mo(x2) Senhor (x2)
Prof. (x2) Doutor (x2) Cónego (x4) Monsenhor (x2) Eugénio (x2)
Baptista (x2)
Universidade Federal de Rondónia (x2)
mais caos
Ex.
mo(x2) Senhor (x2)
Prof. (x2) Doutor (x2) Cónego (x4) Monsenhor (x2) Eugénio (x2)
Baptista (x2)
Universidade Federal de Rondónia (x2)
Campus de Santo António (x2) de Rondónia (x2)
Rua (x2) de Santa Eufémia (x2)
mais caos
Ex.
mo(x2) Senhor (x2)
Prof. (x2) Doutor (x2) Cónego (x4) Monsenhor (x2) Eugénio (x2)
Baptista (x2)
Universidade Federal de Rondónia (x2)
Campus de Santo António (x2) de Rondónia (x2)
Rua (x2) de Santa Eufémia (x2)
mais caos
Ex.
mo(x2) Senhor (x2)
Prof. (x2) Doutor (x2) Cónego (x4) Monsenhor (x2) Eugénio (x2)
Baptista (x2)
Universidade Federal de Rondónia (x2)
Campus de Santo António (x2) de Rondónia (x2)
Rua (x2) de Santa Eufémia (x2)
Brasil
caos terminológico
Assembleia da República • Comissão de Ética, Sociedade e Cultura • 25/09/2008 Folha n.º 19/19 Audição da Petição N. 495/X EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO
António Emiliano • Universidade Nova de Lisboa • [email protected] • 25/09/2008
ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990 – EXEMPLOS DE GRAFIAS MÚLTIPLAS
RUA DE SANTO ANTÓNIO / DACTILOSCOPIA ELECTRÓNICA
(designação de arruamento + designação de procedimento forense e área de investigação criminal)
Lista de formas ortográficas correctas conforme as Bases IV, IX, XI e XIX do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990):
1. Rua de Santo António
dactiloscopia electrónica
2. rua de Santo António
datiloscopia electrónica
3. Rua de santo António
dactiloscopia eletrónica
4. rua de santo António
datiloscopia eletrónica
5. Rua de Santo Antônio
dactiloscopia electrônica
6. rua de Santo Antônio
datiloscopia electrônica
7. rua de santo Antônio
dactiloscopia eletrônica
8. Rua de santo Antônio
datiloscopia eletrônica
perguntas
‣
Os professores dos Ensinos Básico e Secundários
são os agentes primários da transmissão e
perguntas
‣
Os professores dos Ensinos Básico e Secundários
são os agentes primários da transmissão e
disseminação da norma linguística.
•
Que dificuldades defrontarão professores e
alunos com a aplicação do AOLP?
perguntas
‣
O revisor é o profissional da edição responsável
por aplicar a norma linguística e por vigiar o rigor
e a clareza dos textos.
perguntas
‣
O revisor é o profissional da edição responsável
por aplicar a norma linguística e por vigiar o rigor
e a clareza dos textos.
•
Objectivamente, que tipo de dificuldades
enfrentará com a aplicação do AOLP?
perguntas
‣
O revisor é o profissional da edição responsável
por aplicar a norma linguística e por vigiar o rigor
e a clareza dos textos.
•
Objectivamente, que tipo de dificuldades
enfrentará com a aplicação do AOLP?
•
Perante uma escrita portuguesa (pseudo-)
perguntas
‣
Perante um AO que vai inevitavelmente incentivar o
desregramento na escrita, que conduta deverá adoptar o
revisor?
(questão da autoridade/legitimidade do revisor no âmbito
das relações e das práticas laborais)
perguntas
‣
Perante um AO que vai inevitavelmente incentivar o
desregramento na escrita, que conduta deverá adoptar o
revisor?
(questão da autoridade/legitimidade do revisor no âmbito
das relações e das práticas laborais)
‣
Se já é difícil convencer autores e demais envolvidos num
projecto editorial de que há limites para a variação e para os
desvios da norma (desvios que são amiúde liminarmente
classificados como “estilo”, de modo a despistar objecções
de natureza legitimamente linguística), como será quando a
admissão de grafias duplas estiver consagrada na lei?
perguntas
‣
Perante um AO que vai inevitavelmente incentivar o
desregramento na escrita, que conduta deverá adoptar o
revisor?
(questão da autoridade/legitimidade do revisor no âmbito
das relações e das práticas laborais)
‣
Se já é difícil convencer autores e demais envolvidos num
projecto editorial de que há limites para a variação e para os
desvios da norma (desvios que são amiúde liminarmente
classificados como “estilo”, de modo a despistar objecções
de natureza legitimamente linguística), como será quando a
admissão de grafias duplas estiver consagrada na lei?
a “lusofonia” é um
mito
existem
várias lusofonias
, em
situação/processo de
divergência
multissecular e
Olá,
Boa Tarde!
Sou uma profissional Brasileira da área publicitária, me chamo XXX, trabalho em uma Agência de Propaganda no Brasil e surgiu a
necessidade de adaptar o texto de um Site Brasileiro (cliente da
Agência) para o Português Europeu e conversando com as empresas e associações de tradução brasileiras fui orientada a procurar profissionais portugueses para me auxiliar neste assunto, por tanto segue abaixo
minha necessidade:
Preciso de um orçamento (cotação) sobre a tradução do texto que envio anexo a este e-mail, para passar ao meu cliente, por favor, não realizar a adaptação do texto antes da aprovação do custo para isso. Trata-se do texto do site da Cia XXX, fabricante da XXX no Brasil.
Não sei se vc já realizou traduções para empresas brasileiras, se já o fez, como foram feitos os pagamentos e enviou de documentação fiscal para o pagamento da prestação de serviço?
Aguardo retorno. Att.,
Olá,
Boa Tarde!
Sou uma profissional Brasileira da área publicitária, me chamo XXX, trabalho em uma Agência de Propaganda no Brasil e surgiu a
necessidade de adaptar o texto de um Site Brasileiro (cliente da
Agência) para o Português Europeu e conversando com as empresas e associações de tradução brasileiras fui orientada a procurar profissionais portugueses para me auxiliar neste assunto, por tanto segue abaixo
minha necessidade:
Preciso de um orçamento (cotação) sobre a tradução do texto que envio anexo a este e-mail, para passar ao meu cliente, por favor, não realizar a adaptação do texto antes da aprovação do custo para isso. Trata-se do texto do site da Cia XXX, fabricante da XXX no Brasil.
Não sei se vc já realizou traduções para empresas brasileiras, se já o fez, como foram feitos os pagamentos e enviou de documentação fiscal para o pagamento da prestação de serviço?
Aguardo retorno. Att.,
[signature file]
Olá,
Boa Tarde!
Sou uma profissional Brasileira da área publicitária, me chamo XXX, trabalho em uma Agência de Propaganda no Brasil e surgiu a
necessidade de adaptar o texto de um Site Brasileiro (cliente da
Agência) para o Português Europeu e conversando com as empresas e associações de tradução brasileiras fui orientada a procurar profissionais portugueses para me auxiliar neste assunto, por tanto segue abaixo
minha necessidade:
Preciso de um orçamento (cotação) sobre a tradução do texto que envio anexo a este e-mail, para passar ao meu cliente, por favor, não realizar a adaptação do texto antes da aprovação do custo para isso. Trata-se do texto do site da Cia XXX, fabricante da XXX no Brasil.
Não sei se vc já realizou traduções para empresas brasileiras, se já o fez, como foram feitos os pagamentos e enviou de documentação fiscal para o pagamento da prestação de serviço?
Aguardo retorno. Att.,
[signature file]
Olá,
Boa Tarde!
Sou uma profissional Brasileira da área publicitária, me chamo XXX, trabalho em uma Agência de Propaganda no Brasil e surgiu a
necessidade de adaptar o texto de um Site Brasileiro (cliente da
Agência) para o Português Europeu e conversando com as empresas e associações de tradução brasileiras fui orientada a procurar profissionais portugueses para me auxiliar neste assunto, por tanto segue abaixo
minha necessidade:
Preciso de um orçamento (cotação) sobre a tradução do texto que envio anexo a este e-mail, para passar ao meu cliente, por favor, não realizar a adaptação do texto antes da aprovação do custo para isso. Trata-se do texto do site da Cia XXX, fabricante da XXX no Brasil.
Não sei se vc já realizou traduções para empresas brasileiras, se já o fez, como foram feitos os pagamentos e enviou de documentação fiscal para o pagamento da prestação de serviço?
Aguardo retorno. Att.,
[signature file]
sic
sic
Olá,
Boa Tarde!
Sou uma profissional Brasileira da área publicitária, me chamo XXX, trabalho em uma Agência de Propaganda no Brasil e surgiu a
necessidade de adaptar o texto de um Site Brasileiro (cliente da
Agência) para o Português Europeu e conversando com as empresas e associações de tradução brasileiras fui orientada a procurar profissionais portugueses para me auxiliar neste assunto, por tanto segue abaixo
minha necessidade:
Preciso de um orçamento (cotação) sobre a tradução do texto que envio anexo a este e-mail, para passar ao meu cliente, por favor, não realizar a adaptação do texto antes da aprovação do custo para isso. Trata-se do texto do site da Cia XXX, fabricante da XXX no Brasil.
Não sei se vc já realizou traduções para empresas brasileiras, se já o fez, como foram feitos os pagamentos e enviou de documentação fiscal para o pagamento da prestação de serviço?
Aguardo retorno. Att., [signature file]