EDITORIAL
O Sistema de Gestão Integrada tem como objetivo efetuar a integração dos processos de qualidade, meio ambiente, segurança, saúde e responsabilidade social conforme as caraterísticas, atividades e necessidades de cada organização. É esse o caminho que a Casa Pia de Lisboa (CPL) decidiu percorrer, aproveitando o facto de se poder fazer mais com menos a integração dos sistemas de gestão é uma excelente oportunidade para reduzir custos com o desenvolvimento e manutenção de sistemas separados, ou de inúmeros programas e ações que, na maioria das vezes, se sobrepõem e geram gastos desnecessários.
De facto, há uns anos, a CPL encetou a construção e aplicação do seu Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), através do qual definiu os processos e os procedimentos que representam as atividades que lhe estão atribuídas estatutariamente. O nosso SGQ tem como objetivo corresponder às necessidades e expetativas das crianças e jovens que nos procuram e/ou que nos são confiadas. A qualidade está relacionada com o nosso trabalho e com o serviço que prestamos aos nossos educandos e às suas famílias e encarregados de educação e à forma como estes o percecionam. Mais tarde, a CPL iniciou o desenvolvimento do seu Sistema de Gestão Ambiental, tentando melhorar a forma como interage com o meio ambiente com o objetivo de minimizar as alterações que pode provocar no mesmo. Chegou o momento de juntar os dois sistemas e de melhorar e simplificar os processos que temos vindo a desenvolver.
Para concretizarmos esse objetivo, acredito que muito contribuirá a experiência e conhecimento que já adquirimos e a participação e o contributo de cada um de nós.
O desafio está lançado! Presidente do Conselho Diretivo Cristina Fangueiro
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Entrevista a
Miguel Tiago de Oliveira
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MAR 16
Sistema de Gestão
Integrada
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Vozes e
Testemunhos
VOZES
Testemunhos...
SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA - ESPAÇOS VERDES NA ESCOLA
Os Centros de Educação e Desenvolvimento e outras valências da Casa Pia de Lisboa formam uma organização. Quando falamos de Sistema de Gestão Integrada aplicado a escolas enquanto organizações e, particularmente, no que diz respeito à área do meio ambiente temos a considerar os espaços verdes que são uma componente importante e, por vezes, descurada no contexto ensino-aprendizagem.
As escolas trabalham com pessoas o que nos remete para a questão da gestão - como gerir, atendendo aos três elementos fundamentais: qualidade, meio ambiente e segurança. No que diz respeito ao meio ambiente, a criação de espaços verdes nas escolas e nas salas de aula são indispensáveis para a aprendizagem, concentração e criatividade, com a confirmação de várias pesquisas científicas, uma delas realizadas na Universidade Ludwig-Maximilians em Munique. Os espaços naturais invitam ao convívio e ao relaxamento e, por essa razão, as escolas deveriam investir nesta forma de aproximar a Natureza às zonas onde a presença de crianças e jovens é elevada.
A possibilidade de os jovens gerirem hortas é uma outra forma de aumentar o seu interesse nos assuntos ambientais, pois o contacto com a Natureza é direto, além de que poderia ser visto também como uma terapia nas crianças e jovens mais irrequietos.
A meu ver, todas as salas de aula, desde o Ensino Pré-escolar ao Secundário/Profissional, poderiam ter uma planta ou flor de estimação, de forma a acrescentar um grau de responsabilidade e proximidade entre os colegas em torno do objetivo de cuidar e dar atenção a esses seres vivos.
Nedylia Rosa Ensino Secundário Artístico Especializado - 12.ºano CED D. Maria Pia
Os sistemas de gestão integrados buscam realizar
a integração dos processos de qualidade, meio
ambiente, segurança, saúde ocupacional e
responsabilidade social conforme características,
atividades e necessidades de cada organização.
Com esta breve introdução resolvi falar sobre o meio ambiente, pois é uma componente muito preocupante, o que não damos a devida atenção.
O meio ambiente esteve sempre presente nas nossas vidas, desde o tempo dos nossos antepassados, passando eles por nómadas, sedentários e até aos dias de hoje. Tendo o meio ambiente muita influência no nosso quotidiano, seremos nós os que mais o beneficiam? Não. Por pura ironia, até somos os que mais o prejudicamos, os que mais o magoam. Então, porque não tratamos a Natureza, nossa "casa mãe", como tratamos as nossas próprias casas? Limpá-la todos os dias, estimá-la como se fosse a última. De facto, é mesmo a última! Sendo esta a última, nem damos a mínima importância, mas a verdade é que um dia poderemos ficar sem ela… Milhares de anos de evolução de todas as espécies de animais, milhares de gerações de humanos que contribuíram para o bem-estar e desenvolvimento do nosso planeta e, desde meados do séc. XIX conseguimos desfazer tanto trabalho conseguido. Verde é a cor da Terra, natureza, esperança, primavera, e também a cor do nosso futuro se assim o quisermos, este que muda consoante as nossas ações. Existe também outra cor à qual se associa o oceano, o além, o ar fresco: é o azul. Estas cores formam o planeta Terra como sempre se viu, como sempre todos os organismos desde bactérias até elefantes testemunharam. Não temos o direito de pintar a Terra com outras cores, nem estragar o seu equilíbrio perfeito. No fundo, quem somos nós? Somos seres tão racionais que, no entanto, demonstramos menos racionalidade que todos os seres que habitam a Terra.
Verde e azul, as cores que sempre a Terra exibiu e irá continuar a demonstrar com uma intervenção humana mais adequada.
A Terra contém um equilíbrio dinâmico, frágil e complexo, ''somos apenas parasitas que nela habitam''?
Bruno Monteiro CAPPA Santa Isabel
Ao começar a escrever este artigo, lembrei-me de fazer um levantamento das Newsletters da Casa Pia de Lisboa (CPL) relacionadas com matérias e/ou processos da área da qualidade e do ambiente. Assim, em 2012 tivemos 2 edições: a de maio, dedicada à biodiversidade e a de outubro que incidiu sobre Gestão de Conhecimento. Já em 2013, a Newsletter de março, mês em que se celebra o dia mundial da água, teve como âmbito o Ambiente e o Ano Internacional da Água.
Para além destas edições, totalmente dedicadas a estas matérias, tivemos outras tantas com testemunhos de trabalhadores relativamente à sua participação no desenvolvimento do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), nomeadamente através do desenho e da implementação dos processos desse mesmo Sistema. Ou já nos esquecemos do Gerir, Inovar, Participar (GIP)? O projeto GIP teve como finalidade a implementação do novo modelo de gestão e organização institucional orientado por processos.
Este projeto, que decorreu entre finais de 2008 e início de 2011, foi "batizado" por aqueles que participaram de forma direta e ativa no mesmo e que deram um contributo incalculável para a modernização da CPL. No desenho e documentação dos processos foi incorporada a ISO 9001 - norma que estabelece os requisitos de um SGQ-preparando, desta forma, a CPL para uma possível certificação do seu SGQ.
Com a aposta, em 2012, no desenvolvimento do seu Sistema de Gestão Ambiental, sistema que tem como referência a ISO 14001*, e quer pelas mais-valias na junção dos seus sistemas de gestão, quer
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ARTIGO INTERNO
ESTAMOS COMPROMETIDOS
Preservar o Ambiente
É uma regra da Humanidade
E para saber isso e estar ciente
Não é preciso o 12.ºano de escolaridade
Nossa Terra, que o Homem não considera
A poluição dela se apodera
Uma palavra não a supera
Mas o Futuro, construirá uma nova Era
Cláudio Guerreiro e Janito Silva, 9.ºano, CED D. Maria Pia
pelo facto de as normas ISO 9001 e ISO 14001 terem cláusulas semelhantes, a CPL decidiu pela integração dos mesmos, resultando, deste modo, no Sistema de Gestão Integrada da Qualidade e do Ambiente (SGIQA).
Mas o que é isto de Sistema de Gestão Integrada(SGI)? Na ISO 9000:2015** é definido um Sistema de Gestão como o "Conjunto de elementos interrelacionados ou interatuantes de uma organização para o estabelecimento de políticas e objetivos e de processos para atingir esses objetivos". Um SGI é, assim, a incorporação num sistema único das partes e dos requisitos de diferentes sistemas como, por exemplo, a qualidade, a responsabilidade social ou a gestão ambiental. No caso concreto da CPL, o Sistema de Gestão integra as matérias da qualidade e do ambiente.
Enquanto um SGQ tem como finalidade a satisfação dos clientes da organização, procurando prevenir a ocorrência de produtos ou serviços não conformes, como, a título de exemplo, um educando da CPL sem o Plano/Projeto de Desenvolvimento Pessoal (PDP) , o objetivo de um SGA é a satisfação do meio envolvente através da minimização de impactes ambientais negativos, diminuindo, por exemplo, os resíduos produzidos.
ARTIGO INTERNO
Tal como aconteceu no Projeto GIP, também neste processo de construção do SGIQA a CPL desafia à participação e envolvimento dos seus trabalhadores. Este processo de melhoria contínua terá, entre outros, os seguintes objetivos: . Facilitar a intervenção dos trabalhadores; . Alinhar os procedimentos à realidade da instituição e aos sistemas de informação que foram evoluindo; . Simplificar o sistema de gestão;
. Apostar na comunicação interna e garantir as interligações entre as atividades e processos. E como este projeto merecerá com certeza o mesmo destaque que o obtido pelo GIP, convidamos desde já à apresentação de propostas de nome para o mesmo, através de envio de email para [email protected] até final do mês de maio.
Temos de nos tornar na mudança que
queremos ver.
GandhiMargarida Neves Unidade de Qualidade e Auditoria Referências:
*NP EN ISO 14001:2015 - Sistemas de gestão ambiental. Requisitos e linhas de orientação para a sua utilização **NP EN ISO 9000:2015 - Sistemas de gestão da qualidade. Fundamentos e vocabulário
NP EN ISO 9001:2015 - Sistemas de gestão da qualidade. Requisitos.
Quanto tempo demorou a desenvolver o Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente (SGQA) no Oceanário até à sua Certificação?
O primeiro passo para a implementação do SGQA no Oceanário, tendo como referenciais as normas ISO 9001 (Qualidade) e 14001 (Ambiente), foi em 2001. Também nesta data se deu início ao processo de implementação do Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria (EMAS). A Certificação pelas normas ISO 9001 e 14001 ocorreu em 2003, e a acreditação no EMAS ficou concluída em 2005.
Quais as principais dificuldades sentidas na fase de implementação do SGQA?
A atividade principal do Oceanário de Lisboa inclui-se no Código de Atividades de Aquários, Jardins Zoológicos e Jardins Botânicos. Neste âmbito, entre os aquários europeus e dos Estados Unidos da América, o Oceanário foi o primeiro a obter uma certificação ISO 9001 e 14001. O objetivo da certificação ISO 9001 era uniformizar processos e procedimentos para que o know-how ficasse na organização. A certificação ISO 14001 fazia sentido, tal como o EMAS, por estar muito ligada à atividade do Oceanário que tem por missão promover a alteração de comportamentos para a conservação do património natural e, por isso, devemos ser os primeiros a dar o exemplo. O Oceanário abriu portas em 1998 e, portanto, em 2001, quando se iniciou a implementação do SGQA, a organização era ainda muito recente, havia muita motivação e todas as pessoas tinham consciência de que o SGQA iria responder às necessidades da organização. Não se sentiram, por isso, grandes dificuldades.
Contrariamente, a implementação do EMAS foi mais complexa e evidenciaram-se algumas dificuldades, nomeadamente ao nível da adaptação de alguns processos, razão pela qual a certificação só ocorreu em 2005.
Foi necessário recorrer a serviços de consultoria no apoio à construção do SGQA?
Sim, o Oceanário contratou uma entidade para apoiar todo o processo de desenho dos processos e de implementação do SGQA, mas também para formar as pessoas à medida que ía sendo construído. Na época, o Oceanário não tinha as competências internas necessárias para desenvolver este trabalho, e assim, ao conjugar a construção do sistema, a sua implementação e a formação, conseguiu-se sensibilizar, motivar e envolver todos os colaboradores, que contribuíram com os necessários inputs. Atualmente, é difícil falar em SGQA pois o mesmo encontra-se fundido no ADN da organização, fazendo parte integrante de toda a gestão e atividade. Eventualmente, hoje, se o Oceanário deixasse de ser certificado, continuaríamos todos a trabalhar do mesmo modo.
ENTREVISTA a
Miguel Tiago de Oliveira
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CONVIDADO/A
Diretor Comercial e Operações/ Diretor de
Qualidade, Ambiente e Responsabilidade Social
do Oceanário de Lisboa
Quais foram os benefícios que efetivamente a Certificação trouxe ao Oceanário?
Sem dúvida que as normas acrescem valor às organizações definindo mínimos que devem ser cumpridos. No Oceanário trabalhamos para fazer cada vez mais, melhor e com menos recursos, trabalhamos todos os dias a pensar no futuro da organização, dos colaboradores, dos visitantes e da conservação dos oceanos. Com a acreditação no EMAS, elevou-nos a responsabilidade e anualmente declaramos o nosso desempenho ambiental.
O que representa, no dia-a-dia do Oceanário, ter um SGQA implementado?
A ideia que está sempre presente em todas as atividades é saber fazer, fazer bem, satisfazer o visitante e conseguir evidenciar e rastrear. É claro que os momentos de verificação e de avaliação a que o SGQA obriga, nomeadamente através das auditorias, quer sejam internas ou externas, são importantes para obrigar a Organização a parar e a ter um momento dedicado à melhoria dos processos para os tornar mais eficientes e adequados à organização.
Quantos colaboradores tem atualmente o Oceanário e quantos estão diretamente ligados a esta área?
Temos 49 colaboradores afetos ao quadro e cerca de 70 colaboradores em out-sourcing. Na Qualidade e Ambiente existem dois colaboradores que não estão exclusivamente dedicados a esta área, acumulando outras funções.
Como é feita a integração de novos colaboradores ao nível do SGQA?
Para os colaboradores afetos ao quadro desenvolve-se um processo de integração detalhado e profundo no que diz respeito ao SGQA, adequando às funções que serão desempenhadas. A todos os outros colaboradores em regime de out-sourcing e prestadores de serviços é também realizado um processo de integração adaptado à tarefa/serviço em questão.
Como é que o Oceanário desenvolve e promove a melhoria do seu SGQA?
É um trabalho contínuo que passa pelo planeamento da nossa atividade por períodos de cinco anos, focado na melhor forma de alcançar a nossa Missão (promover a alteração dos comportamentos para a conservação do património natural). Estes desdobram-se depois em planos anuais nos quais se vão detalhando as actividades a desenvolver.
Como está o Oceanário a proceder na adequação do seu SGQA às últimas atualizações dos referenciais normativos?
Atualmente, o Oceanário está ainda a adaptar-se a uma alteração interna significativa que ocorreu em 2015, com a mudança de acionista, pelo que a adaptação aos novos referenciais normativos ocorrerá aquando da renovação da certificação, o que acontecerá ainda dentro do prazo previsto. O Oceanário tem como prática fazer benchmarking (comparação de práticas e resultados) com outras Organizações congénere. Promovemos benchmarking não só para o nosso setor de atividade mas também com outros setores. Por exemplo, em 2015, avaliou a sua Pegada Carbónica e comparou-a com outras organizações nacionais de relevância estratégica. Também entre aquários se promove esta avaliação, e é com grande orgulho que obtivemos, em 2015,o título do melhor Aquário do Mundo segundo o
Traveler's Choice do TripAdvisor.
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CURSOS na CASA PIA
CURSO EDUCAÇÃO E
FORMAÇÃO - TIPO2
COZINHEIRO
PODE CONCORRER |Jovens com idade igual ou superior a 15 anos, com o 6º ano de escolaridade, 7º ano de escolaridade completo ou frequência do 8º ano de escolaridade.
CONFERE| Qualificação profissional de Nível 2 e 9º ano de escolaridade.
DURAÇÃO| 2 anos/2109 horas
ONDE | CED D. Maria Pia
PERFIL| É o profissional que organiza, prepara, cozinha e emprata alimentos, respeitando as n o r m a s d e h i g i e n e e s e g u r a n ç a e m estabelecimentos de restauração e bebidas, com vista a garantir a satisfação do cliente.
SAÍDAS PROFISSIONAIS| Cozinheiro
CURSO DE
PROFISSIONAL
ESTETICISTA
PODE CONCORRER |Jovens com 9.º ano completo ou formação equivalente.
CONFERE | Qualificação Profissional de Nível 4 e 12.º ano de Escolaridade.
DURAÇÃO| 3 anos letivos/ 3200 a 3400 horas
ONDE | CED Pina Manique
PERFIL| É o profissional que executa, em institutos de beleza ou outros similares, cuidados estéticos, tendo em conta as normas de ambiente, segurança e saúde, procedendo à identificação do estado da pele, das unhas e do pelo, bem como tratamentos integrais ou parciais de rosto e/ou corpo utilizando, para o efeito, processos manuais e mecânicos com recurso a equipamentos e produtos cosméticos adequados.
SAÍDAS PROFISSIONAIS| Esteticista
COORDENAÇÃO |A designar
“VAMOS PÔR O SEQUEIRA
NO LUGAR CERTO”
CASA PIA NA FUTURÁLIA
A Casa Pia de Lisboa (CPL) participou na Futurália, a maior feira de oferta educativa, formação e empregabilidade, que decorreu na Feira Internacional de Lisboa (FIL), entre 16 e 19 de março. Para além do habitual stand institucional, a CPL esteve presente no espaço do Programa Operacional de Capital Humano (POCH) e no stand da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Nesses espaços e um pouco por toda a feira, educandos da CPL dinamizaram as suas atividades desportivas, musicais, entre outras.
Durante a Futurália, decorreram as eliminatórias de acesso ao Campeonato Nacional das Profissões - Worldskills Portugal. Um dos educandos da CPL está apurado para a final que realizar-se-á entre os dias 22 e 27 de maio, em Coimbra.
A CPL agradece a todos os funcionários e educandos que participaram na Futurália.
EVENTOS E NOTÍCIAS
A Casa Pia de Lisboa (CPL) contribuiu na campanha "Vamos pôr o Sequeira no lugar certo", através de uma iniciativa de educandos que frequentam o ensino secundário artístico especializado no Centro de Educação e Desenvolvimento (CED) Maria Pia (MP). Desta forma, foram recolhidas doações provenientes de educandos e trabalhadores da CPL. A entrega das doações foi realizada na tarde de 23 de março, junto ao quadro que o MNAA pretende adquirir: Adoração dos Magos, numa cerimónia simbólica, onde estiveram presentes a Presidente do Conselho Diretivo da CPL, Dr.ª Cristina Fangueiro, os educandos do CED MP, e o diretor do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), Dr.º António Pimentel.
Domingos Sequeira foi bolseiro em Roma por parte da nossa instituição. O quadro Adoração dos Magos, datado de 1828, faz parte da "série Palmela" - um conjunto de quatro telas sobre a vida de Cristo, juntamente com as pinturas Descida da Cruz, Ascensão e Juízo Final. A campanha dura até 30 de abril e, até ao momento, reuniu cerca de dois terços do valor necessário para a aquisição do quadro. A CPL apela ao envolvimento de toda a comunidade para pôr o Sequeira no lugar certo.
Oceanário de Lisboa http://www.oceanario.pt/
Instituto Português da Qualidade http://www1.ipq.pt/
Contactos dos Centros de Educação e Desenvolvimento:
D. Maria Pia | Tel.: 21 816 52 00 • D. Nuno Álvares Pereira | Tel.: 21 361 67 10 Jacob Rodrigues Pereira |Tel.: 21 304 10 70 • Pina Manique |Tel.: 21 365 12 00 Francisco Margiochi | Tel.: 24 987 70 20 • Santa Clara | Tel.: 21360 53 50 Nª Srª da Conceição | Tel.: 21382 55 80 • Santa Catarina | Tel.: 21 322 45 40 António Aurélio da Costa Ferreira | Tel.: 21 793 59 63
Agência Portuguesa do Ambiente
http://www.apambiente.pt/ Associação Portuguesa para a Qualidade http://www.apq.pt/
Contactos dos Serviços Centrais:
Av. do Restelo, nº 1 – 1449-008 Lisboa
Tel.: 21 361 40 39 • Fax: 21 362 73 97 • E-mail: [email protected]
SITES A CONSULTAR
CONTACTOS
FICHA TÉCNICA
Proprietário: Casa Pia de Lisboa, I.P. Diretora: Cristina Fangueiro.Coordenação/Edição: Centro Cultural Casapiano
Conselho Editorial: Áurea Maia, António Bazílio, Cristina Fangueiro, Conceição Duarte, Diana Carmona, Elisabete Freitas, Fátima Martinho, Graça Freitas, Ilda Pissara, Isabel Gil, João Louro, Paula Liques, Margarida Neves, Olga Miralto, Paulo Videira, Raquel Afonso, Rui Eira, Vasco Barata e Vera Matos.
Colaboraram nesta edição:
Miguel Tiago de Oliveira, Diretor Comercial e Operações/ Diretor de Qualidade, Ambiente e Responsabilidade Social do Oceanário de Lisboa
Margarida Neves, Diretora da Unidade de Qualidade e Auditoria da Casa Pia de Lisboa
Educandos Nedylia Rosa do 12.ºano, do Ensino Secundário Artístico Especializado do CED D. Maria Pia, Cláudio Guerreiro e Janito Silva, 9.ºano
Educando Bruno Monteiro de CAPPA Santa Isabeldo CED de Santa Catarina.
Design e Paginação: Teresa Reynolds /Casa Pia de Lisboa Redação e Assinaturas:
Centro Cultural Casapiano
Rua dos Jerónimos, nº 7 A - 1400-210 Lisboa Tel. 21 361 40 90
Fax: 21 361 40 91
E-mail: [email protected] Data de Publicação: março de 2016 Distribuição: Digital gratuita