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MANUAL DO FORNECEDOR MF MANUAL DE ENTREGAS

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Academic year: 2021

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Esta Instrução estabelece padrões mínimos de apresentação de embalagens de transporte utilizado para os processos de entrega de produtos, visando garantir a integridade dos mesmos, bem como fa-vorecer o transporte e armazenamento.

1. ABRANGÊNCIA DO PROCESSO DE PREPARAÇÃO DE EMBALAGENS DE TRANSPORTE

1.1. Esta Instrução abrange todos os fornecedores de produtos nacionais e importados que efetuam

processos de entrega de produtos na MARISA.

2. EMISSÃO DAS NOTAS FISCAIS PELOS FORNECEDORES

As Notas Fiscais devem ser emitidas para os correspondentes CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO-CD (Filiais 820, 805, 807, 811 e 818), conforme os procedimentos atualmente em vigor.

Os Fornecedores podem reunir numa única Nota Fiscal somente 01 (um) Pedido de Compra, observando-se que:

a) Todo Pedido constante numa única Nota pode se referir a várias Lojas;

b) Todo Pedido constante numa única Nota pode pertencer a vários subsetores, conforme

TABELA DE SUBSETORES (APRESENTADA NO MANUAL DE FORNECEDOR NA INTERNET);

c) A Nota Fiscal deve retratar fielmente o contexto do Pedido, principalmente quanto a preços, condições e prazos.

d) A Nota Fiscal deve conter o número do Pedido a que se refere.

NOTA: Por limitação de sistema no recebimento, cada Nota Fiscal não pode exceder a quantida-de quantida-de mais quantida-de 01 (um) pedido.

3. ENTREGA PELOS FORNECEDORES

O Fornecedor deve obedecer rigorosamente aos prazos de entrega definidos pela área de COM-PRAS.

Os Fornecedores devem realizar as entregas de acordo com o processo de agendamento, con-forme procedimentos em vigor no CD.

A descarga dos materiais é de responsabilidade do Fornecedor e o período de descarregamento será de 1 hora. Cabe ao fornecedor a responsabilidade de enviar ajudantes para descarga, res-peitando o período determinado pelo CD.

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4. EMBALAGEM DE TRANSPORTE - CAIXA DE PAPELÃO

4.1. A CAIXA DE PAPELÃO deve ser utilizada como embalagem de transporte para:

• Produtos não encabidados, como por exemplo: meias, bolsas, cintos, óculos, etc;

Todos os produtos encabidados com cabides One-Way, como por exemplo: lingerie dia;

• Produtos encabidados com cabides retornáveis.

4.2. A caixa de papelão:

• Deve ser resistente para suportar o manuseio e a movimentação;

• Pode variar conforme o volume dos produtos transportados, desde que esteja de acordo com os padrões de recebimento da empresa;

• Deve ser lacrada com fita, garantindo a sua inviolabilidade e reduzindo a possibilidade de danos e/ou furtos aos produtos, personalizada com a marca do fornecedor impressa em toda a extensão da fita.

• Pode ser reaproveitada, não havendo restrição quanto à identificação de outros produtos impressos na embalagem (como por exemplo: Fralda da Mônica, etc.), desde que sejam novas e que cumpram com o objetivo de acondicionar os itens de forma correta, conforme capítulos 5, 6 e 7 deste manual.

4.3. O processo de acondicionamento na embalagem apresenta 2 (duas) situações típicas:

a) A primeira trata do acondicionamento dos produtos em embalagens de dimensões

apropri-adas, ou seja, com o preenchimento total do espaço interior da caixa;

b) A segunda descreve como lidar com embalagens especiais, ou seja, maiores que o

necessá-rio para acondicionamento dos produtos, sendo necessária a remoção do espaço vazio da

caixa;

c) O processo de ocupação adequada das caixas será informado no capítulo 7 deste manual.

4.4. O descumprimento dos padrões de recebimentos das embalagens de transporte pode ocasionar

a devolução dos produtos pelo CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO.

5. IDENTIFICAÇÃO DE CONTEÚDO

5.1. Os produtos com o mesmo código de referência devem ser acondicionados no interior da caixa

em sacos plásticos, mesmo aqueles que contenham apenas uma unidade.

5.2. Do lado externo da caixa, o conteúdo deve estar identificado pelo Romaneio Informativo (Figura

1) contendo:

Número correspondente ao Material Lote (grade) enviado (deve ser retirada do pedido de compra);

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Foto Ilustrativa do produto;

Faixa de preço dos produtos contidos na caixa;

Nome do Subsetor a que pertencem os produtos e o pedido de compra;

Nome do Fornecedor;

Número da Nota Fiscal;

Número do Pedido de Compra;

SKU, cor, tamanho e quantidades dos produtos;

Indicação da quantidade de volumes existentes para esta entrega.

6. PROCESSO DE EMBALAGEM PADRÃO

Refere-se ao processo de fechamento adequado da caixa.

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6.2. Fechar primeiramente a base da caixa com fita aplicada transversalmente ao encontro das abas.

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6.4. Fechar a fresta lateral da base da caixa.

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6.6. Consolidado o fechamento de todas as frestas, a base da caixa torna-se reforçada, conforme

demonstração:

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6.8. Em seguida, afixar outra parte da fita na fresta central (no sentido do encontro das abas).

6.9. Fechar cada fresta lateral com a fita, não se esquecendo de cortar a ponta da fita e dobrar para a

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6.10. Após aplicação da fita em todas as frestas, o volume está pronto para ser transportado.

7. IDENTIFICAÇÃO VISUAL DAS EMBALAGENS – ROMANEIO E ETIQUETAS DE IDENTIFICAÇÃO

Refere-se a inclusão correta do Romaneio Informativo e das etiquetas de identificação.

7.1. O Romaneio Informativo deve seguir as informações conforme ilustrado na Figura 1.

F

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7.2. A colagem do Romaneio deve ser realizada conforme ilustrado na Figura 2.

F

FIIGGUURRAA 22LOCALIZAÇÃO DO ROMANEIO INFORMATIVO NA CAIXA

NOTA: Todos os Romaneios Informativos devem ser afixados sempre na mesma posição, ou se-ja, no canto superior esquerdo da lateral maior da caixa.

7.3. A padronização referente a colagem das etiquetas, está dividida em 3 modelos conforme

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F

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F

(12)

F

FIIGGUURRAA 55 MODELO III – CAIXA COM ALTURA INSUFICIENTE PARA ETIQUETA

8. INSTRUÇÃO PARA OCUPAÇÃO ADEQUADA DAS CAIXAS

Refere-se a ocupação correta das caixas, evitando a ociosidade.

8.1. Todas as embalagens terão uma tolerância máxima de ociosidade de 10% com corte a partir de

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NOTA: O vão permitido informado na tabela deve prevalecer para apenas uma das dimensões (altura ou largura ou comprimento), sendo proibido conter ociosidade em mais de uma dimensão.

Foram selecionados alguns modelos de caixas ociosas e como o preenchimento deve ser realizado: a) Ociosidade: A ocupação está incorreta por não estar coerente com a tolerância da tabela de

tolerância de ociosidade. Neste exemplo o comprimento da caixa é de 60 cm, onde a ociosi-dade não poderá ultrapassar a marca de 6,0 cm, porém consta 15 cm; conforme ilustrado na Figura 6.

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F

FIIGGUURRAA 66 EXEMPLO DE OCUPAÇÃO INCORRETA DAS CAIXAS

b) É expressamente proibido utilizar qualquer tipo de enchimento para completar a ocupação da embalagem, conforme exemplo na Figura 7. Dentro das caixas devem conter ter apenas as confecções.

F

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c) As embalagens devem seguir o padrão da tabela de tolerância de ociosidade.Neste exemplo o comprimento da caixa é de 55 cm, a tabela indica que a ociosidade não poderá ultrapassar a marca de 5,5 cm e está com 0 cm, conforme ilustrado na Figura 8.

F

FIIGGUURRAA 88 EXEMPLO CORRETO DE PREENCHIMENTO DAS CAIXAS

8.2. O descumprimento dos padrões de recebimentos das embalagens de transporte descritos neste

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