2014
Respostas Sociais
Ficha Técnica
Título:
Respostas Sociais – Nomenclaturas e Conceitos
Editor:
Secretaria Regional da Solidariedade Social
Direção Regional da Solidariedade Social Núcleo de Estratégia e Planeamento
Colaboração
Instituto da Segurança Social dos Açores, IPRA (ISSA, IPRA) Divisão de Assuntos Jurídicos e Auditoria
Baseado: Respostas Sociais – Nomenclaturas/conceitos, Direção-Geral da Segurança Social, da Família e da
Criança, Ministério do Trabalho e da Solidariedade social. Lisboa, 2006.Índice
CODIFICAÇÕES
4 1. INTRODUÇÃO
7
2. CONCEITOS DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS DE APOIO SOCIAL/RESPOSTAS SOCIAIS 8
3. INFÂNCIA E JUVENTUDE
9
3.1 Respostas sociais – Infância e Juventude
10
3.1.1 Crianças e jovens
11
3.1.1.1 Ama 11
3.1.1.2 Creche 12
3.1.1.3 Estabelecimento de Educação Pré-Escolar 13
3.1.1.4 Centro de Atividades de Tempos Livres 14
3.1.2 Crianças e jovens com deficiência
15
3.1.2.1 Intervenção Precoce 15
3.1.2.2 Lar de Apoio 16
3.1.2.3 Transporte de Pessoas com Deficiência 17
3.1.3 Crianças e jovens em situação de perigo
18
3.1.3.1 Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental 18
3.1.3.2 Equipa de Rua de Apoio a Crianças e Jovens 19
3.1.3.3 Acolhimento Familiar para Crianças e Jovens 20
3.1.3.4 Centro de Acolhimento Temporário 21
3.1.3.5 Lar de Infância e Juventude 22
3.1.3.6 Apartamento de Autonomização 23
4. POPULAÇÃO ADULTA
24
4.1 Respostas sociais – População Adulta
25
4.1.1 Pessoas idosas
27
4.1.1.1 Serviço de Apoio Domiciliário 27
4.1.1.2 Centro de Convívio 28
4.1.1.3 Centro de Dia 29
4.1.1.4 Centro de Noite 30
4.1.1.5 Acolhimento Familiar para Pessoas Idosas 31
4.1.1.6 Residência 32
4.1.1.7 Lar de Idosos 33
4.1.2 Pessoas adultas com deficiência
34
4.1.2.1 Centro de Atendimento/Acompanhamento e Animação para Pessoas com Deficiência 34
4.1.2.2 Serviço de Apoio Domiciliário 35
4.1.2.3 Centro de Actividades Ocupacionais 36
4.1.2.4 Acolhimento Familiar para Pessoas Adultas com Deficiência 37
4.1.2.5 Lar Residencial 38
4.1.2.6 Transporte de Pessoas com Deficiência 39
4.1.3 Pessoas em situação de dependência
40
4.1.3.1 Serviço de Apoio Domiciliário 40
4.1.3.2 Apoio Domiciliário Integrado - ADI 41
Índice
4.1.4 Pessoas com doença do foro mental ou psiquiátrico
43
4.1.4.1 Fórum Sócio Ocupacional 43
4.1.4.2 Unidade de Vida Protegida 44
4.1.4.3 Unidade de Vida Autónoma 45
4.1.4.4 Unidade de Vida Apoiada 46
4.1.5 Pessoas sem-abrigo
47
4.1.5.1 Equipa de Rua para Pessoas Sem-Abrigo 47
4.1.5.2 Atelier Ocupacional 48
5. FAMÍLIA E COMUNIDADE
49
5.1 Respostas sociais – FAMÍLA E COMUNIDADE
50
5.1.1 Família e comunidade em geral
51
5.1.1.1 Atendimento/Acompanhamento Social 51
5.1.1.2 Grupo de Auto-Ajuda 52
5.1.1.3 Centro Comunitário 53
5.1.1.4 Centro de Férias e Lazer 54
5.1.1.5 Refeitório/Cantina Social 55
5.1.1.6 Centro de Apoio à Vida 56
5.1.1.7 Comunidade de Inserção 57
5.1.1.8 Centro de Alojamento Temporário 58
5.1.1.9 Ajuda Alimentar 59
5.1.2 Pessoas com VIH/SIDA e suas famílias
60
5.1.2.1 Centro de Atendimento/Acompanhamento Psicossocial 60
5.1.2.2 Serviço de Apoio Domiciliário 61
5.1.2.3 Residência para Pessoas Infetadas pelo VIH/SIDA 62
5.1.3 Pessoas toxicodependentes
63
5.1.3.1 Equipa de Intervenção Direta 63
5.1.3.2 Apartamento de Reinserção Social 64
5.1.4 Pessoas vítimas de violência doméstica
65
5.1.4.1 Centro de Atendimento 65
5.1.4.2 Casa de Abrigo 66
ANEXOS
67
Anexo I - Enquadramento Legal 68
4
Codificações
11 Crianças e Jovens
1101 Ama
1102 Ama (Creche Familiar) 1103 Creche
1104 Estabelecimento de Educação Pré-Escolar 1105 Centro de Atividades de Tempos Livres
12 Crianças e Jovens com Deficiência
1201 Intervenção Precoce 1202 Lar de Apoio
1203 Transporte de Pessoas com Deficiência
13 Crianças e Jovens em Situação de Perigo
1301 Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental 1302 Equipa de Rua de Apoio a Crianças e Jovens
1303 Acolhimento Familiar para Crianças e Jovens 1304 Centro de Acolhimento Temporário
1305 Lar de Infância e Juventude 1306 Apartamento de Autonomização
21 Pessoas Idosas
2101 Serviço de Apoio Domiciliário 2102 Centro de Convívio
2103 Centro de Dia 2104 Centro de Noite
2105 Acolhimento Familiar para Pessoas Idosas 2106 Residência
2107 Lar de Idosos
1 Infância e Juventude
5
22 Pessoas Adultas com Deficiência
2201 Centro de Atendimento/Acompanhamento e Animação para Pessoas com Deficiência 2202 Serviço de Apoio Domiciliário
2203 Centro de Atividades Ocupacionais
2204 Acolhimento Familiar para Pessoas Adultas com Deficiência 2205 Lar Residencial
2206 Transporte de Pessoas com Deficiência
23 Pessoas em Situação de Dependência
2301 Serviço de Apoio Domiciliário 2302 Apoio Domiciliário Integrado 2303 Unidade de Apoio Integrado
24 Pessoas com Doença do Foro Mental ou Psiquiátrico
2401 Fórum Sócio-Ocupacional 2402 Unidade de Vida Protegida 2403 Unidade de Vida Autónoma 2404 Unidade de Vida Apoiada
25 Pessoas Sem-Abrigo
2501 Equipa de Rua para Pessoas Sem-Abrigo 2502 Atelier Ocupacional
31 Família e Comunidade em Geral
3101 Atendimento/Acompanhamento Social 3102 Grupo de Auto-Ajuda
3103 Centro Comunitário 3104 Centro de Férias e Lazer 3105 Refeitório/Cantina Social 3106 Centro de Apoio à Vida 3107 Comunidade de Inserção
3108 Centro de Alojamento Temporário 3109 Ajuda Alimentar
6
32 Pessoas com VIH/SIDA e suas Famílias
3201 Centro de Atendimento/Acompanhamento Psicossocial 3202 Serviço de Apoio Domiciliário
3203 Residência para Pessoas com VIH/SIDA
33 Pessoas Toxicodependentes
3301 Equipa de Intervenção Direta 3302 Apartamento de Reinserção Social
34 Pessoas Vítimas de Violência Doméstica
3401 Centro de Atendimento 3402 Casa de Abrigo
7
1. INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas verificaram-se no País e nos Açores alterações sociais muito significativas,
trazendo uma maior complexidade social, obrigando o sistema de ação social da Região Autónoma
dos Açores (RAA), a responder aos novos problemas através de respostas inovadoras e não
convencionais, o que é verificável quando se observa o crescimento, sem precedentes, de novos
serviços e equipamentos sociais, os quais passaram, nos últimos dezasseis anos, de 239 para 696.
Foram criadas respostas muito diferenciadas e dissemelhantes sobretudo no âmbito da “População
Adulta” e da “Família e Comunidade”, levando a uma heterogeneidade também no entendimento
dos conceitos e, em consequência, a uma utilização difusa e nem sempre criteriosa da designação
das respostas sociais de acordo com a sua missão, objetivos e resultados.
Em consequência, a Direção Regional da Solidariedade Social considerou que seria útil para as
instituições de segurança social e para todas as entidades que desenvolvem a sua ação no âmbito
da rede regional de solidariedade social, a adaptação da publicação “Respostas Sociais -
Nomenclaturas/Conceitos”, editada pela Direção Geral da Segurança Social, da Família e da Criança,
no ano de 2006.
Não foi e não poderia ser alterado o conteúdo essencial do documento atrás referido, atendendo
aos respetivos direitos de autor. Procedeu-se, no entanto, à atualização da legislação nacional e à
inclusão da legislação específica criada na Região Autónoma dos Açores, com especial relevo para o
Código da Ação Social dos Açores, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º16/2012/A, de 4
de abril. Introduziu-se ainda a referência aos Guias Práticos e aos Guiões Técnicos entretanto
publicados.
As respostas sociais elencadas no presente documento enquadram-se no âmbito de três grandes
grupos de intervenção: Infância e Juventude, População Adulta e Família e Comunidade. Em cada
grupo identifica-se e caracteriza-se as respetivas valências mediante a definição do conceito,
objetivos, destinatários e disposições legais, normativas e técnicas.
8
2. CONCEITOS DE SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS DE APOIO SOCIAL/RESPOSTAS SOCIAIS
Destinatários Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta Objetivos
Resposta social
Serviços e Equipamentos de Apoio Social
“Consideram-se de apoio social os serviços e os equipamentos através dos quais sejam prestados serviços às pessoas e às famílias, com ou sem estruturas associadas, e que prossigam os objetivos do sistema de ação social mencionados no artigo 2.º” (vide artigo 17.º do Decreto Legislativo Regional n.º 16/2012/A, de 4 de abril - Aprova o Código da Ação Social dos Açores – CASA), alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 21/2013/A, de 21 de novembro.
Respostas Sociais
“1 - Os serviços e equipamentos de apoio social concretizam-se através das seguintes respostas:
a) Apoio a crianças e jovens: creche, centro de atividades de tempos livres, lar de infância juventude, apartamento de autonomização e casa de acolhimento temporário;
b) Apoio a pessoas idosas: centro de convívio, centro de dia, centro de noite, lar e residência;
c) Apoio a pessoas com deficiência: centro de atividades ocupacionais, lar residencial, residência autónoma, centro de atendimento, acompanhamento e animação de pessoas com deficiência;
d) Apoio a pessoas com doença do foro mental e psiquiátrico: fórum socio-ocupacional e unidades de vida protegida, autónoma e apoiada;
e) Apoio a outros grupos vulneráveis: apartamento de reinserção social, centro de alojamento temporário e comunidade de inserção;
f) Apoio à família e comunidade: centro comunitário, casa-abrigo e serviço de apoio domiciliário”.
“2 - Consideram-se ainda de apoio social os serviços e os equipamentos através dos quais sejam desenvolvidas atividades similares às referidas no número anterior, ainda que sob uma designação diferente” (vide artigo 18.º do Decreto Legislativo Regional n.º 16/2012/A, de 4 de abril - Aprova o Código da Ação Social dos Açores – CASA), alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 21/2013/A, de 21 de novembro.
9
10
11
Infância e juventude
3.1.1 Crianças e jovens
3.1.1.1 Ama
(códigos 1101 e 1102)
RS
Observações:
Cód. 1101 – AMACód. 1102 - AMA (CRECHE FAMILIAR)
Ama enquadrada em Creche Familiar.
Objetivos:
Apoiar as famílias mediante o acolhimento de crianças, providenciando a continuidade dos cuidados a prestar; Manter as crianças em condições de segurança;
Proporcionar, num ambiente familiar, as condições adequadas ao desenvolvimento integral das crianças.
Destinatários:
Crianças até aos 3 anos de idade.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 158/84, de 17 de maio;
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2001/A, de 9 de novembro;
Portaria n.º 88/2002, de 12 de setembro;
Declaração de Retificação n.º 34/2002, de 26 de setembro;
Portaria n.º 431/84, de 2 de julho;
Despacho Normativo n.º 5/85, de 18 de janeiro; Despacho Normativo n.º 167/84, de 29 de novembro; Guia Prático - Apoios Sociais – Crianças e Jovens - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 17 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social desenvolvida através de um serviço prestado por pessoa idónea que, por conta própria e mediante retribuição, cuida de crianças que não sejam suas parentes ou afins na linha reta ou no 2º grau da linha colateral, por um período de tempo correspondente ao trabalho ou impedimento dos pais.
12
Infância e juventude
3.1.1 Crianças e jovens
3.1.1.2 Creche
(código 1103)
RS
Observações:
Objetivos:
Proporcionar o bem-estar e desenvolvimento integral das crianças num clima de segurança afetiva e física, durante o afastamento parcial do seu meio familiar através de um atendimento individualizado;
Colaborar estreitamente com a família numa partilha de cuidados e responsabilidades em todo o processo evolutivo das crianças;
Colaborar de forma eficaz no despiste precoce de qualquer inadaptação ou deficiência assegurando o seu encaminhamento adequado;
Prevenir e compensar défices sociais e culturais do meio familiar.
Destinatários:
Crianças até aos 3 anos de idade.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 99/2011, de 28 de setembro;
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2005/A, de 4 de novembro – alterado e republicado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 11/2013/A, de 22 de agosto; Portaria n.º 262/2011, de 31 de agosto;
Guia Prático - Apoios Sociais – Crianças e Jovens - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 17 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, de natureza socioeducativa, para acolher crianças até aos três anos de idade, durante o período diário correspondente ao impedimento dos pais ou da pessoa que tenha a sua guarda de facto, vocacionado para o apoio à criança e à família.
13
Infância e juventude
3.1.1 Crianças e jovens
3.1.1.3 Estabelecimento de Educação Pré-Escolar
(código 1104)
RS
Observações:
Resposta com intervenção integrada da Segurança Social e da Educação.
Objetivos:
Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança e proporcionar-lhe condições de bem-estar e segurança;
Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem e desenvolver a expressão e a comunicação através da utilização de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo;
Despertar a curiosidade e o pensamento crítico;
Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências e precocidades, promovendo a melhor orientação e encaminhamento da criança;
Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efetiva colaboração com a comunidade;
Apoiar a família através de fornecimento de refeições e de prolongamentos de horários com atividades de animação socioeducativa.
Destinatários:
Crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a idade de ingresso no ensino básico.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Lei n.º 5/97, de 10 de fevereiro;
Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de junho;
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2005/A, de 4 de novembro - alterado e republicado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 11/2013/A, de 22 de agosto;
Portaria n.º 1/2002, de 3 de janeiro;
Despacho conjunto n.º 268/97, de 21 de agosto, alterado pelo Despacho n.º 13096/2008, de 9 de maio;
Guia Prático - Apoios Sociais – Crianças e Jovens - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 17 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta, desenvolvida em equipamento, vocacionada para o desenvolvimento da criança, proporcionando-lhe atividades educativas e atividades de apoio à família.
14
Infância e juventude
3.1.1 Crianças e jovens
3.1.1.4 Centro de Atividades de Tempos Livres
(código 1105)
RS
Observações:
Atividades integradas nos modelos de intervenção referidos na definição da resposta:
Acompanhamento/inserção
- Atividades de animação de rua e atividades de porta aberta;
Prática de atividades específicas
- Desporto, biblioteca, ludotecas, ateliers de expressão, cineclubes, clubes de fotografia e quintas pedagógicas;
Multiatividades
- Atividades diferenciadas desenvolvidas nos CATL tradicionais.
Objetivos:
Criar um ambiente propício ao desenvolvimento de cada criança ou jovem, por forma a ser capaz de se situar e expressar num clima de compreensão, respeito e aceitação de cada um;
Colaborar na socialização de cada criança ou jovem, através da participação na vida em grupo;
Favorecer a inter-relação família/escola/comunidade/ estabelecimento, em ordem a uma valorização, aproveitamento e rentabilização de todos os recursos do meio;
Proporcionar atividades integradas num projeto de animação sociocultural, em que as crianças possam escolher e participar voluntariamente, considerando as características dos grupos e tendo como base o maior respeito pela pessoa;
Melhorar a situação socioeducativa e a qualidade de vida das crianças;
Potenciar a interação e a inclusão social das crianças com deficiência, em risco e em exclusão social e familiar.
Destinatários:
Crianças e jovens a partir dos 6 anos de idade.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 99/2011, de 28 de agosto;
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2005/A, de 4 de novembro – alterado e republicado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 11/2013/A, de 22 de agosto;
Decreto Regulamentar Regional n.º 4/2002/A, de 21 de janeiro;
Portaria n.º 98/2002, de 17 de outubro;
Despacho Normativo n.º 96/89, de 21 de outubro;
Guia Prático - Apoios Sociais – Crianças e Jovens - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 17 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento ou serviço, que proporciona atividades de lazer a crianças e jovens a partir dos 6 anos, nos períodos disponíveis das responsabilidades escolares e de trabalho, desenvolvendo-se através de diferentes modelos de intervenção, nomeadamente acompanhamento/inserção, prática de atividades específicas e multiactividades.
15
Infância e juventude
3.1.2 Crianças e jovens com deficiência
3.1.2.1 Intervenção Precoce
(código 1201)
RS
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/Educação/Saúde.
(1) Entende-se por “risco de atraso grave de desenvolvimento” aquele que, por fatores pré, peri ou pós natal ou, ainda, por razões que limitem a capacidade de tirar partido de experiências importantes de aprendizagem, constitui probabilidade de que uma ou mais disfunções possam ocorrer.
Objetivos:
Assegurar condições facilitadoras do desenvolvimento global da criança com deficiência ou em risco de atraso grave de desenvolvimento;
Potenciar a melhoria das interações familiares;
Reforçar as competências familiares como suporte da sua progressiva capacitação e autonomia face à problemática da deficiência.
Destinatários:
Crianças até aos 6 anos de idade, especialmente dos 0 aos 3 anos, com deficiência ou em risco de atraso grave de desenvolvimento (1).
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de outubro;
Resolução do Conselho de Ministros n.º 88/2008, de 29 de maio.
Conceito:
Resposta desenvolvida através de um serviço que promove o apoio integrado, centrado na criança e na família mediante ações de natureza preventiva e habilitativa, designadamente do âmbito da educação, da saúde e da ação social.
16
Infância e juventude
3.1.2 Crianças e jovens com deficiência
3.1.2.2 Lar de Apoio
(código 1202)
RS
Observações:
Objetivos:
Proporcionar alojamento que se aproxime, tanto quanto possível, do ambiente familiar;
Garantir condições de bem-estar e qualidade de vida ajustadas às necessidades dos utentes;
Criar condições facilitadoras da integração sociofamiliar; Proporcionar meios que contribuam para a sua valorização pessoal, o reforço da autoestima e a autonomia pessoal e social.
Destinatários:
Crianças e jovens com deficiência com idades compreendidas entre os 6 e os 16/18 anos que necessitem, temporariamente de resposta substitutiva da família.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Guia Prático de Licenciamento de Atividades dos Estabelecimentos de Apoio Social - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 10 de maio de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada a acolher crianças e jovens com necessidades educativas especiais que necessitem de frequentar estruturas de apoio específico situadas longe do local da sua residência habitual ou que, por comprovadas necessidades familiares, precisem, temporariamente, de resposta substitutiva da família.
17
Infância e juventude
3.1.2 Crianças e jovens com deficiência
3.1.2.3 Transporte de Pessoas com Deficiência
(código 1203)
RS
Observações:
Resposta transversal a toda a população com deficiência.
Objetivos:
Facilitar a mobilidade em ordem à prossecução dos objetivos gerais de reabilitação e integração da pessoa com deficiência.
Destinatários:
Crianças, jovens e adultos com deficiência.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta - Pessoas com Deficiência, Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro de 2012.
Conceito:
Resposta social desenvolvida através de um serviço de natureza coletiva de apoio a crianças, jovens e adultos com deficiência, que assegura o transporte e acompanhamento personalizado.
18
Infância e juventude
3.1.3
Crianças e jovens em situação de perigo
3.1.3.1 Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental
(código 1301)
RS
Observações:
Objetivos:
Promover o estudo e a avaliação de famílias em risco psicossocial;
Prevenir situações de perigo;
Evitar ruturas que possam levar à institucionalização; Assegurar a satisfação das necessidades físicas, cognitivas, emocionais e sociais das crianças e jovens; Reforçar as competências pessoais dos intervenientes no sistema familiar das crianças e jovens através de uma abordagem integrada dos recursos da comunidade; Promover a mediação entre a família e os serviços envolvidos para facilitar a comunicação, potenciar contactos e promover a solução de eventuais dificuldades;
Contribuir para a autonomia das famílias.
Destinatários:
Crianças e jovens em situação de perigo e suas famílias.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Não existem.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida através de um serviço, vocacionada para o estudo e prevenção de situações de risco social e para o apoio a crianças e jovens em situação de perigo e suas famílias, concretizado na sua comunidade, através de equipas multidisciplinares.
19
Infância e juventude
3.1.3
Crianças e jovens em situação de perigo
3.1.3.2 Equipa de Rua de Apoio a Crianças e Jovens
(código 1302)
RS
Observações:
São crianças e jovens que se encontram desinseridos em termos sociofamiliares, na medida em que a maioria são filhos de traficantes e/ou toxicodependentes que se encontram detidos. Não aderindo a nenhum tipo de apoio institucional, funcionam como uma subcultura juvenil com regras próprias, vivem à margem dos próprios bairros e subsistem pela via de comportamentos desviantes, não frequentam a escola, não têm local certo para dormir e alguns são consumidores de haxixe.
Objetivos:
Promover a sua reintegração na família, escola e comunidade;
Recuperar as crianças e jovens de rua incentivando a construção de um projeto de vida saudável;
Fazer prevenção primária da toxicodependência e de comportamentos desviantes e eventual encaminhamento para estruturas de rede existentes para promover a inserção social;
Despistar situações de risco ao nível do jovem consumidor e sensibilizar para a mudança de comportamentos e para o abandono do consumo de droga;
Fazer a prevenção do contágio pelas doenças sexualmente transmissíveis e satisfazer necessidades básicas de alimentação, higiene, saúde e vestuário; Promover o contacto e a ligação com as famílias e o envolvimento da comunidade, tendo em vista a prevenção, o apoio e a resolução de problemas.
Destinatários:
Crianças e jovens em rutura familiar, social e em risco, sem qualquer contexto de apoio institucional e suas famílias.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Não existem.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida através de um serviço, destinada ao apoio a crianças e jovens em situação de perigo, desinseridas a nível sociofamiliar e que subsistem pela via de comportamentos desviantes.
20
Infância e juventude
3.1.3
Crianças e jovens em situação de perigo
3.1.3.3 Acolhimento Familiar para Crianças e Jovens
(código 1303)
RS
Observações:
Objetivos:
Garantir integração em meio familiar adequado, que lhe assegure os cuidados e a atenção que a sua família não lhe pode proporcionar;
Assegurar alojamento à criança e ao jovem;
Garantir prestação de cuidados adequados às suas necessidades e bem-estar e ao seu desenvolvimento integral;
Assegurar os meios necessários ao desenvolvimento pessoal e à formação escolar e profissional em cooperação com a família, a escola, as estruturas de formação profissional e a comunidade;
Promover, sempre que possível, a integração na sua família de origem.
Destinatários:
Crianças e jovens, de ambos os sexos, em situação de perigo, cuja medida de promoção e proteção assim o determine.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Lei n.º 147/99, de 1 de setembro, alterada pela Lei n.º 31/2003, de 22 de agosto;
Decreto-Lei n.º 11/2008, de 17 de janeiro;
Decreto Legislativo Regional n.º 2/2004/A, de 23 de janeiro;
Resolução da Assembleia Legislativa Regional n.º 3/2004/A, de 26 de março.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida através de um serviço, que consiste na atribuição da confiança da criança ou do jovem a uma família ou a uma pessoa singular, habilitadas para o efeito, tecnicamente enquadradas, decorrente da aplicação da medida de promoção e proteção, visando a sua integração em meio familiar.
21
Infância e juventude
3.1.3
Crianças e jovens em situação de perigo
3.1.3.4 Centro de Acolhimento Temporário
(código 1304)
RS
Observações:
Objetivos:
Permitir a realização do diagnóstico de cada criança e jovem bem como a definição dos respetivos projetos de vida, com vista à inserção familiar e social ou a outro encaminhamento que melhor se adeque à situação em estudo;
Assegurar alojamento temporário;
Garantir às crianças e jovens a satisfação das suas necessidades básicas;
Proporcionar o apoio socioeducativo adequado à idade e características de cada criança ou jovem;
Promover a intervenção junto da família, em articulação com as entidades e as instituições cuja ação seja indispensável à efetiva promoção dos direitos das crianças e jovens.
Destinatários:
Crianças e jovens de ambos os sexos até aos 18 anos, em situação de perigo, cuja medida de promoção e proteção determine um acolhimento de duração inferior a seis meses.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Lei n.º 147/99, de 1 de setembro, alterada pela Lei n.º 31/2003, de 22 de agosto;
Recomendações Técnicas para Equipamentos Sociais – Centros de Acolhimento Temporário – Instituto da Segurança Social, I.P., de 2010.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada ao acolhimento urgente e temporário de crianças e jovens em perigo, de duração inferior a seis meses, com base na aplicação de medida de promoção e proteção.
22
Infância e juventude
3.1.3
Crianças e jovens em situação de perigo
3.1.3.5 Lar de Infância e Juventude
(código 1305)
RS
Observações:
Objetivos:
Assegurar alojamento;
Garantir a satisfação das necessidades básicas das crianças e jovens e promover o seu desenvolvimento global, em condições tão aproximadas quanto possível às de uma estrutura familiar;
Assegurar os meios necessários ao seu desenvolvimento pessoal e à formação escolar e profissional, em cooperação com a família, a escola, as estruturas de formação profissional e a comunidade;
Promover, sempre que possível, a sua integração na família e na comunidade de origem ou noutra medida em meio natural de vida, em articulação com as entidades competentes em matéria de infância e juventude e as comissões de proteção de crianças e jovens, com vista à sua gradual autonomização.
Destinatários:
Crianças e jovens de ambos os sexos, até aos 18 anos, em situação de perigo, cuja medida de promoção e proteção assim o determine.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Lei n.º 147/99, de 1 de setembro, alterada pela Lei n.º 31/2003, de 22 de agosto;
Decreto-Lei n.º 2/86, de 2 de janeiro.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada ao acolhimento de crianças e jovens em situação de perigo, de duração superior a 6 meses, com base na aplicação de medida de promoção e proteção.
23
Infância e juventude
3.1.3
Crianças e jovens em situação de perigo
3.1.3.6 Apartamento de Autonomização
(código 1306)
RS
Observações:
Objetivos:
Mediar processos de autonomia de vida e de participação ativa de jovens, minimizando riscos de exclusão social; Desenvolver processos individuais de acompanhamento e de apoio a nível psicossocial, material, de informação e de inserção sociolaboral;
Dinamizar programas de formação específicos destinados ao desenvolvimento de competências pessoais, sociais, escolares e profissionais dos jovens;
Partilhar competências com outros serviços e promover domínios comuns de conhecimentos e de práticas com o objetivo de estabelecer uma intervenção articulada e integrada facilitadora da transição de jovens para a vida adulta.
Destinatários:
Jovens de idade superior a 15 anos com medida de promoção e proteção definida.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento - apartamento inserido na comunidade local - destinada a apoiar a transição para a vida adulta de jovens que possuem competências pessoais específicas, através da dinamização de serviços que articulem e potenciem recursos existentes nos espaços territoriais.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Lei n.º 147/99, de 1 de setembro, alterada pela Lei n.º 31/2003, de 22 de agosto;
24
25
27
População adulta
4.1.1 Pessoas idosas
4.1.1.1 Serviço de Apoio Domiciliário
(código 2101)
RS
Observações:
Objetivos:
Contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e famílias;
Garantir a prestação de cuidados de ordem física e apoio psicossocial a indivíduos e famílias, de modo a contribuir para seu equilíbrio e bem-estar;
Apoiar os indivíduos e famílias na satisfação das necessidades básicas e atividades da vida diária;
Criar condições que permitam preservar e incentivar as relaçõesinterfamiliares;
Colaborar e/ou assegurar o acesso à prestação de cuidados de saúde;
Contribuir para retardar ou evitar a institucionalização; Prevenir situações de dependência, promovendo a autonomia.
Destinatários:
Indivíduos e famílias, prioritariamente, pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de dependência.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 141/89, de 28 de abril; Portaria n.º 38/2013, de 30 de janeiro;
Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida a partir de um equipamento, que consiste na prestação de cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a indivíduos e famílias quando, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar temporária ou permanentemente, a satisfação das necessidades básicas e/ou as atividades da vida diária.
28
População adulta
4.1.1
Pessoas idosas
4.1.1.2 Centro de Convívio
(código 2102)
RS
Observações:
Objetivos:
Prevenir a solidão e o isolamento;
Incentivar a participação e potenciar a inclusão social; Fomentar as relações interpessoais e intergeracionais; Contribuir para retardar ou evitar a institucionalização.
Destinatários:
Pessoas residentes numa determinada comunidade, prioritariamente com 65 e mais anos.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, de apoio a atividades sociorecreativas e culturais, organizadas e dinamizadas com participação ativa das pessoas idosas de uma comunidade.
29
População adulta
4.1.1
Pessoas idosas
4.1.1.3 Centro de Dia
(código 2103)
RS
Observações:
Objetivos:
Proporcionar serviços adequados à satisfação das necessidades dos utentes;
Contribuir para a estabilização ou retardamento das consequências nefastas do envelhecimento;
Prestar apoio psicossocial;
Fomentar relações interpessoais e intergeracionais; Favorecer a permanência da pessoa idosa no seu meio habitual de vida;
Contribuir para retardar ou evitar a institucionalização; Contribuir para a prevenção de situações de dependência, promovendo a autonomia.
Destinatários:
Pessoas que necessitem dos serviços prestados pelo Centro de Dia, prioritariamente pessoas com 65 e mais anos.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 99/2011, de 28 de agosto;
Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, que presta um conjunto de serviços que contribuem para a manutenção das pessoas idosas no seu meio sociofamiliar.
30
População adulta
4.1.1
Pessoas idosas
4.1.1.4 Centro de Noite
(código 2104)
RS
Observações:
Objetivos:
Acolher, durante a noite, pessoas idosas com autonomia; Assegurar bem-estar e segurança;
Favorecer a permanência no seu meio habitual de vida; Evitar ou retardar a institucionalização.
Destinatários:
Prioritariamente pessoas de 65 e mais anos com autonomia ou, em condições excecionais, com idade inferior, a considerar caso a caso.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 99/2011, de 28 de agosto; Portaria n.º 96/2013, de 4 de março;
Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, que tem por finalidade o acolhimento noturno, prioritariamente para pessoas idosas com autonomia que, por vivenciarem situações de solidão, isolamento ou insegurança necessitam de suporte de acompanhamento durante a noite.
31
População adulta
4.1.1
Pessoas idosas
4.1.1.5 Acolhimento Familiar para Pessoas Idosas
(código 2105)
RS
Observações:
Resposta comum à prevista para a população adulta com deficiência.
Objetivos:
Acolher pessoas idosas (no máximo de três), que se encontrem em situação de dependência ou de perda de autonomia, vivam isoladas e sem apoio de natureza sociofamiliar e/ou em situação de insegurança;
Garantir à pessoa acolhida um ambiente sociofamiliar e afetivo propício à satisfação das suas necessidades e ao respeito pela sua identidade, personalidade e privacidade;
Evitar ou retardar o recurso à institucionalização.
Destinatários:
Pessoas com 65 e mais anos.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 391/91, de 10 de outubro; Despacho Conjunto n.º 727/99, de 23 de agosto.
Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social que consiste em integrar, temporária ou permanentemente, em famílias consideradas idóneas, pessoas idosas quando, por ausência ou falta de condições de familiares e/ou inexistência ou insuficiência de respostas sociais, não possam permanecer no seu domicílio.
32
População adulta
4.1.1
Pessoas idosas
4.1.1.6 Residência
(código 2106)
RS
Observações:
Objetivos:
Proporcionar alojamento (temporário ou permanente); Garantir à pessoa idosa uma vida confortável e um ambiente calmo e humanizado;
Proporcionar serviços adequados à problemática biopsicossocial das pessoas idosas;
Contribuir para a estabilização ou retardamento das consequências nefastas do envelhecimento;
Criar condições que permitam preservar e incentivar a relação interfamiliar.
Destinatários:
Pessoas de 65 e mais anos ou de idade inferior em condições excecionais, a considerar caso a caso.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 99/2011, de 28 de agosto; Portaria n.º 67/2012, de 21 de março;
Despacho Normativo n.º 3/2011, de 16 de fevereiro; Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, constituída por um conjunto de apartamentos com espaços e/ou serviços de utilização comum, para pessoas idosas, ou outras, com autonomia total ou parcial.
33
População adulta
4.1.1
Pessoas idosas
4.1.1.7 Lar de Idosos
(código 2107)
RS
Observações:
Objetivos:
Acolher pessoas idosas, ou outras, cuja situação social, familiar, económica e/ou de saúde, não lhes permite permanecer no seu meio habitual de vida;
Assegurar a prestação dos cuidados adequados satisfação das necessidades, tendo em vista a manutenção da autonomia e independência;
Proporcionar alojamento temporário, como forma de apoio à família;
Criar condições que permitam preservar e incentivar a relaçãointerfamiliar;
Encaminhar e acompanhar as pessoas idosas para soluções adequadas à sua situação.
Destinatários:
Pessoas de 65 e mais anos ou de idade inferior em condições excecionais, a considerar caso a caso.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 99/2011, de 28 de agosto; Portaria n.º 67/2012, de 21 de março;
Despacho Normativo n.º 3/2011, de 16 de fevereiro.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada a alojamento coletivo, de utilização temporária ou permanente, para pessoas idosas ou outras em situação de maior risco de perda de independência e/ou de autonomia.
34
População adulta
4.1.2
Pessoas adultas com deficiência
4.1.2.1 Centro de Atendimento/Acompanhamento e Animação para
Pessoas com Deficiência
(código 2201)
RS
Observações:
Objetivos:
Informar, apoiar e orientar as pessoas com deficiência e suas famílias na resolução dos seus problemas;
Contribuir para que seja reconhecido às pessoas com deficiência o direito à participação no processo de tomada de decisões;
Promover o convívio entre as pessoas através de atividades socioculturais, recreativas e de lazer, a fim de reforçar a autoestima e a motivação, favorecendo a inclusão social;
Informar/sensibilizar a comunidade em geral para as problemáticas da deficiência, promovendo uma mudança de atitude.
Destinatários:
Pessoas com deficiência e famílias.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta – Pessoas com Deficiência – Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro 2012.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, organizada em espaço polivalente, destinado a informar, orientar e apoiar as pessoas com deficiência, promovendo o desenvolvimento das competências necessárias à resolução dos seus próprios problemas, bem como atividades de animação sociocultural.
35
População adulta
4.1.2
Pessoas adultas com deficiência
4.1.2.2 Serviço de Apoio Domiciliário
(código 2202)
RS
Observações:
Objetivos:
Contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e famílias;
Garantir a prestação de cuidados de ordem física e apoio psicossocial aos indivíduos e famílias, contribuindo para o seu equilíbrio e bem-estar;
Apoiar os indivíduos e famílias na satisfação das necessidades básicas e atividades da vida diária;
Criar condições que permitam preservar e incentivar as relações interfamiliares;
Colaborar e/ou assegurar o acesso à prestação de cuidados de saúde;
Contribuir para retardar ou evitar a institucionalização; Prevenir situações de dependência, promovendo a autonomia
Destinatários:
Indivíduos e famílias, prioritariamente, pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de dependência.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Portaria n.º 38/2013, de 30 de janeiro;
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta – Pessoas com Deficiência – Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro 2012.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida a partir de um equipamento, que consiste na prestação de cuidados individualizados e personalizados no domicílio a indivíduos e famílias quando, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar temporária ou permanentemente, a satisfação das necessidades básicas e/ou as atividades da vida diária.
36
População adulta
4.1.2
Pessoas adultas com deficiência
4.1.2.3 Centro de Atividades Ocupacionais
(código 2203)
RS
Observações:
Objetivos:
Estimular e facilitar o desenvolvimento das capacidades; Promover estratégias de reforço de autoestima e de autonomia pessoal e social;
Privilegiar a interação com a família e com a comunidade no sentido da integração social das pessoas com deficiência;
Promover o encaminhamento, sempre que possível, para programas adequados de integração socioprofissional.
Destinatários:
Pessoas com deficiência grave, com idade igual ou superior a 16 anos cujas capacidades não permitam, temporária ou permanentemente, o exercício de uma atividade produtiva;
Pessoas com deficiência cuja situação não se enquadre no âmbito do regime de emprego protegido, nos termos da respetiva legislação e careçam de apoios específicos.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 18/89, de 11 de janeiro; Portaria n.º 432/2006, de 3 de maio; Despacho n.º 52/SESS/90, de 16 de julho;
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta – Pessoas com Deficiência – Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro 2012.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada a desenvolver atividades para jovens e adultoscom deficiência grave.
37
População adulta
4.1.2
Pessoas adultas com deficiência
4.1.2.4 Acolhimento Familiar para Pessoas Adultas com Deficiência
(código 2204)
RS
Observações:
Resposta comum à prevista para as pessoas idosas.
Objetivos:
Acolher pessoas com deficiência;
Garantir à pessoa acolhida um ambiente sociofamiliar e afetivo propício à satisfação das suas necessidades básicas e ao respeito pela sua identidade, personalidade e privacidade;
Facilitar a interação com a comunidade, no sentido da integração social das pessoas com deficiência;
Promover estratégias de reforço de autoestima e de autonomia pessoal e social;
Evitar ou retardar a institucionalização.
Destinatários:
Pessoas com deficiência, a partir da idade adulta, em situação de dependência e sem apoio sociofamiliar.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 391/91, de 10 de outubro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 328/93, de 25 de setembro;
Despacho Conjunto n.º 727/99, de 23 de agosto;
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta – Pessoas com Deficiência – Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro 2012.
Conceito:
Resposta social, que consiste em integrar, temporária ou permanentemente, em famílias consideradas idóneas, pessoas com deficiência, a partir da idade adulta.
38
População adulta
4.1.2
Pessoas adultas com deficiência
4.1.2.5 Lar Residencial
(código 2205)
RS
Observações:
Objetivos:
Disponibilizar apoio residencial permanente ou temporário a jovens e adultos com deficiência;
Garantir condições de bem-estar e qualidade de vida ajustadas às necessidades dos utentes;
Promover estratégias de reforço da autoestima, autonomia pessoal e social dos utentes;
Privilegiar a interação com a família e com a comunidade, no sentido da integração social dos utentes.
Destinatários:
Pessoas com deficiência com idade igual ou superior a 16 anos;
Pessoas com deficiência, com idades inferiores a 16 anos cuja situação sociofamiliar o aconselhe e se tenham esgotado as possibilidades de encaminhamento para outras respostas sociais mais adequadas.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Despacho Normativo n.º 28/2006, de 3 de maio;
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta – Pessoas com Deficiência – Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro 2012.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada a alojar jovens e adultos com deficiência, que se encontrem impedidos temporária ou definitivamente de residir no seu meio familiar.
39
População adulta
4.1.2
Pessoas adultas com deficiência
4.1.2.6 Transporte de Pessoas com Deficiência
(código 2206)
RS
Observações:
Resposta transversal a toda a população com deficiência.
Objetivos:
Facilitar a mobilidade em ordem à prossecução dos objetivos gerais de reabilitação e integração da pessoa com deficiência.
Destinatários:
Crianças, jovens e adultos com deficiência.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Guia Prático – Apoios Sociais – População Adulta – Pessoas com Deficiência – Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em dezembro 2012.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida através de um serviço, de natureza coletiva de apoio a crianças, jovens e adultos com deficiência, que assegura o transporte e acompanhamento personalizado.
40
População adulta
4.1.3
Pessoas em situação de dependência
4.1.3.1 Serviço de Apoio Domiciliário – SAD
(código 2301)
RS
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 141/89, de 28 de abril, alterado pelo Decreto-Lei n.º 328/93, de 25 de setembro;
Portaria n.º 38/2013, de 30 de janeiro;
Guia Prático – Apoios Sociais – Idosos - Instituto da Segurança Social, I.P., publicado em 2 de abril de 2013.
Observações:
Objetivos:
Contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e famílias;
Garantir a prestação de cuidados de ordem física e apoio psicossocial aos indivíduos e famílias, contribuindo para o seu equilíbrio e bem-estar;
Apoiar os indivíduos e famílias na satisfação das necessidades básicas e atividades da vida diária;
Criar condições que permitam preservar e incentivar as relações interfamiliares;
Colaborar e/ou assegurar o acesso à prestação de cuidados de saúde;
Contribuir para retardar ou evitar a institucionalização; Prevenir situações de dependência, promovendo autonomia.
Destinatários:
Indivíduos e famílias, prioritariamente pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de dependência.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida a partir de um equipamento, que consiste na prestação de cuidados individualizados e personalizados no domicílio a indivíduos e famílias quando, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar temporária ou permanentemente, a satisfação das necessidades básicas e/ou as atividades da vida diária.
41
População adulta
4.1.3
Pessoas em situação de dependência
4.1.3.2 Apoio Domiciliário Integrado – ADI
(código 2302)
RS
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/Saúde, a adequar em função da rede de cuidados continuados integrados.
Objetivos:
Assegurar a prestação de cuidados de saúde e apoio social;
Contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e famílias;
Garantir a prestação de cuidados de ordem física e apoio psicossocial aos indivíduos e famílias, de modo a contribuir para o seu equilíbrio e bem-estar;
Apoiar os utentes e famílias na satisfação de necessidades básicas e atividades da vida diária;
Contribuir para retardar ou evitar a institucionalização; Desenvolver atividades lúdico-terapêuticas-ocupacionais; Assegurar o apoio aos familiares com pessoas em situação de dependência a seu cargo, incluindo a formação na prestação de cuidados.
Destinatários:
Pessoas em situação de dependência e suas famílias.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 391/91, de 10 de outubro, alterado pelo Decreto-lei n.º 328/93, de 25 de setembro;
Despacho Conjunto n.º 407/98, de 18 de junho.
Conceito:
Resposta que se concretiza através de um conjunto de ações e cuidados pluridisciplinares, flexíveis, abrangentes, acessíveis e articulados, de apoio social e de saúde, a prestar no domicílio, durante vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana.
42
População adulta
4.1.3
Pessoas em situação de dependência
4.1.3.3 Unidade de Apoio Integrado – UAI
(código 2303)
RS
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/Saúde.
Objetivos:
Criar condições de autonomia às pessoas, por forma a habilitá-las a regressar ao seu domicílio ou ambiente sociofamiliar, ainda que necessitando de apoio domiciliário integrado;
Proporcionar cuidados de convalescença a doentes crónicos, de reabilitação e formação, centrados na promoção do autocuidado e da satisfação das necessidades básicas;
Assegurar atividades de animação sociocultural, ocupacional e atividades de vida diária, envolvendo as famílias e outros prestadores de cuidados informais; Contribuir para a prevenção da dependência e promoção da autonomia.
Destinatários:
Pessoas com necessidade de cuidados de saúde continuados e de apoio social, qualquer que seja a sua idade e origem.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Despacho Conjunto n.º 407/98, de 18 de junho
.
Conceito:
Resposta, desenvolvida em equipamento, que visa prestar cuidados temporários, globais e integrados, a pessoas que, por motivo de dependência, não podem, manter-se apoiadas no seu domicílio, mas que não carecem de cuidados clínicos em internamento hospitalar.
43
População adulta
4.1.4
Pessoas com doença do foro mental ou psiquiátrico
4.1.4.1 Fórum Sócio-Ocupacional
(código 2401)
RS
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/Saúde.
Objetivos:
Promover a autonomia e o relacionamento interpessoal; Promover a reinserção sociofamiliar e profissional; Encaminhar, caso seja necessário, para estruturas residenciais adequadas;
Integrar em programas de formação profissional, em emprego normal ou protegido.
Destinatários:
Jovens e adultos com doença psiquiátrica grave estabilizada, tendencialmente crónica, que apresentam reduzida capacidade relacional e de integração social.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Decreto-Lei n.º 8/2010, de 28 de janeiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 22/2011, 10 de fevereiro;
Despacho Conjunto n.º 407/98, de 18 de junho.
Conceito:
Resposta, desenvolvida em equipamento, destinada a pessoas com desvantagem, transitória ou permanente, de origem psíquica, visando a sua reinserção sociofamiliar e/ou profissional ou a sua eventual integração em programas de formação ou de emprego protegido.
44
População adulta
4.1.4
Pessoas com doença do foro mental ou psiquiátrico
4.1.4.2 Unidade de Vida Protegida
(código 2402)
RS
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/Saúde.
Objetivos:
Promover a reabilitação e fomentar a autonomia de vida e reinserção social;
Promover a estreita ligação à comunidade facilitando a efetiva e progressiva integração;
Evitar a institucionalização.
Destinatários:
Jovens e adultos com problemática psiquiátrica grave, clinicamente estáveis e em que se verifiquem potencialidades de autonomia passíveis de desenvolvimento pelo retorno à atividade profissional ou pela integração em programas de reabilitação psicossocial.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Despacho Conjunto n.º 407/98, de 18 de junho.
Conceito:
Resposta, desenvolvida em equipamento, destinada a pessoas adultas com problemática psiquiátrica grave e de evolução crónica clinicamente estável e que necessitam de treino de autonomia.
45
População adulta
4.1.4
Pessoas com doença do foro mental ou psiquiátrico
4.1.4.3 Unidade de Vida Autónoma
(código 2403)
RS
Objetivos:
Proporcionar alojamento;
Assegurar a individualização e a estabilidade dos utentes numa vida normalizada, quer na vertente relacional, quer na vertente laboral.
Destinatários:
Pessoa com doença psiquiátrica grave, em fase estabilizada, cuja capacidade mental permita perspetivar uma reinserção socioprofissional.
Conceito:
Resposta, desenvolvida em equipamento, destinada a pessoas adultas com problemática psiquiátrica grave estabilizada e de evolução crónica mas com capacidade autonómica, permitindo a sua integração em programas de formação profissional ou em emprego normal ou protegido e sem alternativa residencial satisfatória.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Despacho Conjunto n.º 407/98, de 18 de junho.
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/ Saúde.
46
População adulta
4.1.4
Pessoas com doença do foro mental ou psiquiátrico
4.1.4.4 Unidade de Vida Apoiada
(código 2404)
RS
Objetivos:
Proporcionar alojamento;Garantir a satisfação das necessidades básicas;
Promover a integração comunitária dos utentes através de programas de reabilitação psicossocial e/ou ocupacionais;
Promover a criação ou manutenção da relação familiar.
Destinatários:
Pessoas adultas com doença mental crónica e com um grau de autonomia que não lhes permite viver isoladamente ou em meio familiar, embora não necessitem de intervenção médica psiquiátrica permanente.
Conceito:
Resposta, desenvolvida em equipamento, destinada a pessoas adultas que, por limitação mental crónica e fatores sociais graves, alcançaram um grau de desvantagem que não lhes permite organizar, sem apoio, as atividades de vida diária, mas que não necessitam de intervenção médica frequente.
Observações:
Resposta de intervenção integrada - Segurança Social/Saúde.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
47
População adulta
4.1.5
Pessoas sem-abrigo
4.1.5.1 Equipa de Rua para Pessoas Sem-Abrigo
(código 2501)
RS
Objetivos:
Ir ao encontro dos sem-abrigo, visando estabelecer uma relação pessoal e melhorar as suas condições de vida; Prestar apoio a nível da alimentação e tratamento de roupas;
Prestar apoio psicológico e social, tendo em vista a superação das dificuldades;
Motivar para a inserção.
Destinatários:
População sem-abrigo que não se desloca aos serviços.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida através de um serviço prestado por equipa multidisciplinar, que estabelece uma abordagem com os sem-abrigo, visando melhorar as suas condições de vida.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Não existem.
48
População adulta
4.1.5
Pessoas sem-abrigo
4.1.5.2 Atelier Ocupacional
(código 2502)
RS
Observações:
Objetivos:
Reabilitar capacidades de trabalho, de socialização e de autonomia;
Promover a inserção social/profissional; Recuperar hábitos de trabalho.
Destinatários:
População adulta sem abrigo.
Disposições Legais e técnicas enquadradoras da resposta:
Não existem.
Conceito:
Resposta social, desenvolvida em equipamento, destinada ao apoio à população adulta, sem abrigo, com vista à reabilitação das suas capacidades e competências sociais, através do desenvolvimento de atividades integradas em programas “estruturados” que implicam uma participação assídua do indivíduo, ou “flexíveis” onde a assiduidade depende da sua disponibilidade e motivação.