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Windows 7 e CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SISTEMAS OPERACIONAIS 2. UTILIZAÇÃO DO WINDOWS. Conta da Microsoft

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Windows 7 e 10

1. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SISTEMAS

OPERACIONAIS

1.1. Definição e Funções

Um sistema operacional é um conjunto de programas que trabalham de modo cooperativo para permitir gerenciamento dos recursos do computador e intermediar o relacionamento entre o hardware e o usuário.

Deve ser o primeiro programa instalado e executado, funcionando como uma plataforma, ou seja, uma espécie de base sobre a qual são executados os programas usados em um computador. Além disso, traduz as tarefas requisitadas pelo usuário ou por programas para uma linguagem que o computador compreenda [ANEEL – Téc. Administrativo - 05/2010].

O Windows é um software básico (indispensável ao funcionamento do computador) com as seguintes funções:

 gerenciar os programas abertos e dividir o tempo de processador entre eles (gerenciamento da memória e do processador);  instalar, gerenciar e permitir a utilização de outros softwares;  controlar o acesso e integridade dos dados das memórias

secundárias (sistema de arquivos);

 controla os drivers dos dispositivos de entrada e saída (gerenciamento dos periféricos - dispositivos de E/S);

 controlar o acesso à memória pelos demais componentes de hardware;

 reconhecimento dos comandos do usuário em uma interface simplificada (shell).

1.2. Módulos (partes) dos Sistemas Operacionais

Kernel é o núcleo do sistema operacional encarregado de controlar o acesso à memória de demais componentes de hardware, gerenciar os programas abertos, dividir o tempo de processador entre eles. É a base sobre a qual rodam as demais partes do sistema operacional, drives de dispositivo e programas [CNJ - Técnico Judiciário – Cargo 14: Programação de Sistemas - 02/2013]; funciona como a camada mais baixa

de interface com o hardware, sendo responsável por gerenciar os recursos do sistema como um todo.

Shell é a camada mais externa do sistema operacional, o elo entre o usuário e o sistema, funcionando como intérprete entre os dois. Ele traduz os comandos digitados pelo usuário para a linguagem usada pelo Kernel e vice-versa [TRF - ESAF 2006]. Sem o Shell a interação entre

usuário e o Kernel seria bastante complexa.

1.3. Sistema Operacional gráfico (GUI) x textual

O usuário pode executar tarefas no computador sem usar a interface gráfica do Windows. O Prompt de Comando é um recurso do Windows que oferece um ponto de entrada (não amigável) para a digitação de comandos, na forma de texto, do MS-DOS (Microsoft Disk Operating System). No Windows, o Prompt de Comando pode ser obtido por meio do arquivo executável cmd.exe [ANATEL - Cargo 2: Técnico Administrativo - 11/2012]e pelo menu Iniciar / Programas / Acessórios. 1.4. Multitarefa Preemptiva

Multitarefa ou Multiprogramação é a capacidade de o sistema operacional executar concorrentemente vários processos, alternando-os entre CPU e memória. A multiprogramação tem como vantagem evitar que a CPU fique ociosa enquanto outros processos em execução realizam operações que não requerem seu uso, como, por exemplo, as operações de entrada/saída [EMBASA - Analista de Saneamento – TI Redes - 02/2010].

A Preempção (direito de “recompra”, mudança de contexto) é um esquema de processamento computacional no qual o kernel tem o controle do tempo que será usado por cada processo e o poder de tomar de volta esse tempo e dá-lo para outro processo, segundo seu esquema de prioridades [Prefeitura Ipojuca – Cargo 79: Tecnólogo em Informática NS – Prova X - 07/2009].Isso significa que a preferência pelo controle da CPU é sempre do sistema operacional e retorna para ele depois de repassado a um programa qualquer.

1.5. Multiusuário e Multissessão

Capacidades de criar diversos perfis de usuários e permitir seu acesso (logon) simultâneo ao computador. Cada usuário deverá utilizar um conjunto de nome e senha para acesso ao sistema operacional, carregando suas características especiais como plano de fundo, pasta Meus Documentos, Histórico, Favoritos, Documentos Recentes, tipo de usuário (Administrador ou Limitado) ao início de sua sessão de uso.

A Multissessão no Windows é percebida quando o usuário atual permite a criação de uma nova sessão de uso do sistema sem encerrar sua sessão. Seus programas e arquivos abertos são mantidos em funcionamento e é possível alternar para outra conta de usuário, usando o recurso Troca Rápida de usuário (Trocar usuário).

1.7. Sistema de Arquivos FAT32 ou NTFS

Um sistema de arquivos é um conjunto de estruturas lógicas e de rotinas que permitem ao sistema operacional controlar o acesso ao disco rígido. Diferentes sistemas operacionais usam diferentes sistemas de arquivos [CGU - Analista de Finanças e Controle - TI - ESAF 2004].

Sistema de arquivo refere-se à forma como os dados são armazenados, organizados e acessados pelo sistema operacional

[EMBASA - Analista Saneamento – Téc. Programação e Suporte TI/Rede - 02/2010].

1.8. Windows 32 x 64 bits

O Windows 7 (assim como Windows XP e Vista) suporta tecnologias de 32 bits (x86) e de 64 bits (x64) nos processadores

[Assembleia Legislativa-ES - NM - 10/2011] e oferece duas versões: a de 32 bits

e a de 64 bits [Assemb. Legislativa ES - Cargo 5: Técnico TI - 10/2011].

A MAIORIA dos programas feitos para a versão de 32 bits do Windows funciona com uma versão de 64 bits do Windows. Os programas antivírus são uma notável exceção a isso. Entretanto, os drivers de dispositivos feitos para a versão de 32 bits do Windows NÃO funcionam em computadores com uma versão de 64 bits do Windows. Uma impressora ou outro dispositivo que somente tenha drivers de 32 bits disponíveis não funcionará corretamente em uma versão de 64 bits do Windows [windows.microsoft.com/pt-br/windows7/32-bit-and-64-bit-windows-frequently-asked-questions].

Os programas e drivers de dispositivos especialmente projetados

para a versão de 64 bits do Windows não funcionam na versão de 32 bits [Assemb. Legislativa ES - Cargo 5: Técnico TI - 10/2011].

2. UTILIZAÇÃO DO WINDOWS

Ao iniciar o Windows 7, o usuário é recepcionado por uma Tela de Boas-vindas, onde deve-se informar o nome do usuário e sua senha para que o Windows faça seu logon (entrada no sistema) e apresente a sua área de trabalho personalizada.

Conta da Microsoft

O endereço de email e a senha usados no Outlook.com, Hotmail, Office 365, OneDrive, Skype, Xbox ou Windows podem ser utilizados conta da Microsoft. Ela oferece acesso a aplicativos e jogos da Windows Store e permite que o usuário veja suas configurações e outras coisas em vários dispositivos Windows 10.

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2.1. Área de Trabalho

Ao inicializar o Windows todo o ambiente gráfico visualizado é definido como área de trabalho, onde encontra-se apenas um ícone, a Lixeira ②, uma barra horizontal, localizada na parte inferior da tela, chamada Barra de Tarefas (Taskbar) ③ e um plano de fundo ① (papel de parede ou desktop). Outros ícones ④ (representações gráficas de arquivos, pastas e recursos do sistema) podem ser adicionados à área de trabalho e ativados por um duplo clique.

2.1.1. Barra de tarefas

Parte da área de trabalho que é, por padrão, visível todo o tempo (mesmo com várias janelas de programas abertos), foi completamente reprojetada para ajudar o usuário a gerenciar e acessar mais facilmente seus arquivos e programas mais importantes. Ela contém o botão Iniciar, botões fixos da barra de tarefas e botões de programas em execução. Cada programa aparece como um botão único sem rótulo, mesmo quando vários itens de um programa estão abertos, para se obter uma aparência limpa e organizada.

A Área de Notificação apresenta ícones que permanecem ativos em segundo plano [SEDUC-AM - Nível Superior cargos 21 a 27 - 05/2011] e informações de status importantes. No passado, a área de notificação podia às vezes ficar cheia de ícones. Agora, o usuário pode escolher quais ícones estão sempre visíveis e manter o restante deles disponíveis em uma área de excedentes, onde estarão acessíveis com apenas um clique de mouse.

O botão Mostrar área de trabalho foi movido para a extremidade oposta da barra de tarefas do botão Iniciar, facilitando clicar ou apontar para o botão sem abrir acidentalmente o menu Iniciar.

Barra de Pesquisa na Barra de Tarefas

A barra de tarefas permite pesquisar no computador e na Web para encontrar ajuda, aplicativos, arquivos, configurações. Depois de digitar um termo de pesquisa, clicar em Meu conteúdo mostrará resultados para arquivos, aplicativos, configurações, fotos, vídeos e músicas no computador do usuário e no OneDrive.

2.1.1.2. Listas de Atalhos (Lista de Saltos, Jump List) Novidade do Windows 7, são listas de itens abertos recentemente, como arquivos, pastas ou sites, organizados pelo programa que o usuário usa para abri-los. Além de poder abrir itens recentes usando uma Lista de Atalhos, o usuário também pode fixar favoritos na Lista de Atalhos; dessa forma, é possível acessar de maneira rápida os itens usados diariamente. Ao se clicar com o botão direito do mouse o ícone de um programa na barra de tarefas, serão listados atalhos relacionados a esse programa. Caso o programa Windows Media Player esteja na barra de tarefas, por exemplo, e se clique com o botão direito do mouse o ícone desse programa, serão listados os atalhos de acesso a músicas e vídeos que são acessados diariamente, bem como será habilitada uma lista de tarefas [TJ RR - Cargos Nível Superior - 08/2012].

O que é mostrado em uma Lista de Atalhos depende totalmente do programa. A Lista de Atalhos do Internet Explorer 8 mostra os sites visitados com frequência. Windows Media Player 12 lista músicas que o usuário escuta mais. É possível ainda fixar um arquivo na lista para encontrá-lo ali sempre que necessário.

Também é possível arrastar um ícone de arquivo ou um atalho do menu Iniciar ou da área de trabalho para a barra de tarefas. Isso fixa o item na Lista de Atalhos e também fixa o programa à barra de tarefas, caso não esteja fixado ainda. Pastas são consideradas itens do Windows Explorer e aparecem na Lista de Atalhos do Windows Explorer quando fixadas ou abertas.

As Listas de Atalhos não mostram apenas atalhos de arquivos. Às vezes, elas também fornecem acesso rápido a comandos para coisas como redigir novas mensagens de e-mail ou reproduzir músicas.

2.1.2. Efeitos Visuais do grupo AERO para a área de trabalho (Windows Home Premium em diante)

Com o Aero, o usuário pode apreciar efeitos e aparência visualmente atraentes e também se beneficiar de um melhor acesso aos seus programas. O hardware e a placa de vídeo do computador devem atender aos requisitos de hardware para exibir os gráficos do Aero.

2.1.2.1. Aero Glass: estilo visual diferenciado das janelas combinando uma aparência leve e translúcida (envidraçada) com poderosos avanços gráficos, permitindo ao usuário se concentrar no conteúdo das janelas abertas. É possível ajustar as cores e aparência das janelas, do menu Iniciar e da barra de tarefas, tingindo essas janelas translúcidas para conseguir uma visão mais aberta. Para desativar o Aero Glass: Painel de Controle / Sistema / Configurações avançadas do sistema / Desempenho / Configurações / Habilitar vidro transparente.

2.1.2.2. Aero Snap: novo e rápido jeito de redimensionar as janelas abertas, simplesmente arrastando-as para as bordas da tela. O recurso Ajustar facilita o trabalho com janelas abertas. Com esse recurso, para maximizar uma janela, deve-se arrastar a barra de título da janela para a parte superior da tela e liberar a janela para expandi-la e preencher toda a área de trabalho [BASA - Cargo 24: Técnico Bancário - 07/2012].Dependendo de onde o usuário arrastar uma janela, será possível expandi-la verticalmente, colocá-la na tela inteira (maximizar) ou exibi-la lado a lado com outra janela. Para ajustar uma janela ativa para o lado da área de trabalho usando o teclado, pressione +← ou +→.

2.1.2.3. Aero Shake: recurso da área de trabalho que permite minimizar todas as janelas abertas, de forma relativamente rápida, exceto a janela ativa, na qual se deseja trabalhar [DETRAN - Assistente

Técnico - 11/2010]. Para ativar o Shake, pode-se ainda pressionar +Home para minimizar todas as janelas exceto a janela ativa no

momento. Pressione +Home novamente para restaurar todas as janelas.

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2.1.2.4. Aero Peek: exibe temporariamente a área de trabalho apontando para o botão Mostrar área de trabalho, na extremidade da barra de tarefas. As janelas abertas esmaecem da exibição, revelando a área de trabalho. Isso pode ser útil para exibir rapidamente gadgets e pastas de área de trabalho ou quando o usuário não deseja minimizar todas as janelas abertas e depois precisar restaurá-las.

O Aero Peek também é acionado quando o ponteiro do mouse é colocado sobre a miniatura de uma janela aberta na Barra de Tarefas e quando o ALT + TAB é usado para alternar entre as janelas abertas – apenas a janela selecionada é exibida e as demais ficam transparentes. A tecla de atalho +Barra de Espaços também pode ser usada.

Para minimizar janelas abertas de modo que elas fiquem minimizadas, deve-se clicar no botão Mostrar área de trabalho ou pressionar +D. Para restaurar as janelas abertas, basta clicar no botão Mostrar área de trabalho novamente ou pressionar +D novamente.

AERO no Windows 10

Glass: efeito removido, indisponível nas janelas dessa versão do SO – pode ser usado no Menu Iniciar através de Configurações / Personalização / Cores / Deixar o menu Iniciar transparente.

Snap: pode ser desativado em Configurações / Sistema / Multitarefas. Peek: +vírgula é o novo atalho para esse recurso, que não pode mais ser ativado pelo ícone no canto inferior direito da área de trabalho.

2.2. Menu Iniciar

O botão Iniciar é o principal elemento da Barra de Tarefas. Ele dá acesso ao Menu Iniciar, exibindo as opções de uso do sistema operacional, tanto para fins de administração da máquina quanto para uso de seus aplicativos de diversas finalidades [TJ-ES- Conhecimentos Básicos NM - 04/2011] - pesquisar arquivos, pastas e programas, ajustar configurações do computador, obter ajuda para o uso do sistema, desligar o computador, fazer logoff ou alternar para outra conta de usuário. O Menu Iniciar é apresentado verticalmente com duas colunas.

O Menu Iniciar não pode mais ser configurado para ser visualizado usando o estilo de versões antigas do Windows, chamado Menu Iniciar clássico. O cabeçalho do menu Iniciar, contendo o nome e imagem de exibição do usuário atual, foi transferido para o painel da direita. As opções dos botões do rodapé do menu Iniciar do Windows XP foram adaptadas em único botão e incluído na base do painel da direita do menu Iniciar.

Menu Iniciar em tela inteira

Para exibir o menu Iniciar em tela inteira (como no Windows 8) e ver tudo em uma única exibição, selecione o botão Iniciar, Configurações > Personalização > Iniciar e ative Usar Iniciar em tela inteira.

Blocos Dinâmicos

No menu de contexto, o usuário tem as opções de desativar a animação dinâmica, ajustar seu tamanho ou tirá-lo do menu. É possível alterar os nomes dos grupos de blocos clicando sobre a barra acima deles, arrasta-los para outros grupos ou para o Menu Iniciar, ajustar seu tamanho clicando nas suas bordas e removê-los.

2.2.1. Botão Desligar ➍

Localizado na parte inferior direita do menu Iniciar, o botão mostra duas partes (bipartido) com funções distintas: clicar a porção esquerda do botão onde, por padrão, lê-se Desligar, executa o desligamento do computador – fecham-se todos os arquivos e programas abertos e encerra-se o Windows, para que o computador seja desligado com segurança. A seta ao lado da opção Desligar permite realizar outras ações:

 Reiniciar: encerra o Windows, desliga o computador e o reinicia. Trocar usuário: se houver mais de uma conta de usuário no

computador, caso a troca rápida de usuários esteja ativada, quando o usuário fizer logoff e outro, logon, os programas do primeiro permanecerão sendo executados no computador [TRE- ES – Técnico – Conhecimentos Básicos - 01/2011]. Também disponível após pressionamento de CTRL + ALT + DEL, a opção de troca de usuários, após a realização do login no sistema Windows, permite a execução de tarefas por um usuário sem a interferência de outro usuário, que pode acessar o sistema usando conta e senha próprios [SEPLAG/IBRAM - Conhecimentos Básicos NS - 07/2009].

Fazer logoff: realiza a troca de usuário no Windows, sem desligar o computador, a fim de encerrar a sessão atual de trabalho e deixar o computador disponível para outro usuário [ANEEL – Especialista em Regulação e Analista Administrativo - 05/2010].

Suspensão: estado de economia de energia que permite que o computador reinicie rapidamente a operação de energia plena quando o usuário desejar continuar o trabalho. Então, o modo de suspensão, por meio do qual é possível manter o computador em estado de baixo consumo de energia, possibilita o retorno rápido ao ponto do trabalho, sem apresentar risco de perda de dados [PCDF - Escrivão de Polícia - 10/2013].

Hibernar: estado de economia de energia projetado principalmente para laptops. Enquanto a suspensão coloca o trabalho atual e as configurações na memória e usa uma pequena quantidade de energia, a hibernação permite fechar os aplicativos que estejam em uso, desligar o computador e, quando este for religado, carregar os mesmos aplicativos fechados anteriormente [Correios – Carteiro - 05/2011].

3. WINDOWS EXPLORER – GERENCIAMENTO

DE ARQUIVOS E PASTAS

No Windows Explorer, é possível ver a hierarquia das pastas no computador e todos os arquivos e pastas localizados em cada pasta selecionada. Ele é especialmente útil para facilitar o gerenciamento das informações em um computador, permitindo criar, excluir e renomear arquivos e pastas [CEF – Advogado - 05/2010].

3.1. Elementos das Janelas

Embora o conteúdo de cada janela seja diferente, todas têm algumas coisas em comum. A maioria das janelas possui as mesmas partes básicas:

3.1.1. Barra de Título

Na área superior livre, exibe o título do arquivo em uso e o nome do programa aberto. No canto esquerdo, aparece um ícone que representa o programa que está usando a janela (no Windows Explorer a Barra de Título não apresenta ícone do programa ou título do objeto selecionado). No canto direito são mostrados os botões Minimizar, Restaurar, Maximizar e Fechar, os quais permitem ocultar a janela, reduzi-la, alargá-la para preencher a tealargá-la inteira e fechá-alargá-la, respectivamente. Ainda na Barra de Título, são mostrados os botões Voltar e Avançar, a Barra de Endereços, Botão Atualizar e Caixa de Pesquisa.

Barra de Acesso Rápido

Inclui o ícone do programa, Propriedades, Nova pasta e Personalizar.

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3.1.2. Barra de menus

Contém itens nos quais o usuário pode clicar para ativar recursos e comandos em um programa. Por padrão não é mostrada no Windows Explorer do Windows 7 pois os comandos de menu mais comuns agora podem ser acessados pela Barra de Ferramentas. Quando necessário, o pressionamento do ALT ou F10 permite visualizá-la temporariamente. Para fixá-la, deve-se clicar em

Organizar / Layout / Barra de menus. Faixa de Opções

Acompanhando o leiaute dos menus do pacote Office, os menus e a barra de ferramentas estão fundidos em um único elemento: as Faixas de Opções Arquivo, Compartilhar e Exibir, além dos menus sob demanda Rede, Grupo Doméstico, Ferramentas de Lixeira, Imagem, Vídeo e Música.

3.1.3. Barra de Ferramentas

De forma geral, uma Barra de Ferramentas apresenta botões e menus dropdown distribuídos para facilitar a ativação de recursos do programa, facilitando a execução de tarefas comuns. No Windows Explorer do Windows 7, a Barra de Ferramentas e o Painel de Tarefas do Windows XP foram fundidos e a Barra de Ferramentas atual não apresenta mais botões para ativar comandos. Sempre que um objeto é selecionado, as ações que podem ser executadas junto a este objeto são mostradas na barra, como em um menu de contexto, mostrando apenas as tarefas que são relevantes.

3.1.5. Painel de Navegação

Substituto do Painel de Pastas, é um painel à esquerda da área de trabalho do WE que mostra uma árvore de pastas hierarquizada com atalhos para todas as unidades de disco, a Lixeira, a área de trabalho, Atalhos Favoritos, Bibliotecas, Grupo Doméstico, Redes e Pesquisas salvas. Quando uma das pastas deste Painel é clicado, seu conteúdo é mostrado no Painel do Conteúdo (único sempre visível).

No Windows 7 padrão, as pastas e os arquivos são classificados, em uma janela de pasta, pelo nome, em ordem alfabética, e todas as subpastas são apresentadas antes de todos os arquivos, sendo possível alterar a ordem dos itens no painel de conteúdo, classificando-os de acordo com qualquer uma das propriedades disponíveis no modo de exibição Detalhes [PC AL - Escrivão de Polícia - 11/2012]. As unidades de armazenamento que representam memórias permanentes do computador são identificadas, no Windows, por uma letra seguida do sinal de dois-pontos, como C:, A:, D: etc. [TRT 21ª Região - Cargo 12: Técnico Judiciário - 11/2010].

3.2. Conceitos e utilização de Arquivos e Pastas 3.2.3. Selecionar arquivos e/ou pastas

Para selecionar um grupo de arquivos ou pastas consecutivos: clicar no primeiro item, manter a tecla SHIFT pressionada e clicar

no último item da lista de arquivos a serem selecionados.  arrastar o ponteiro do mouse para criar uma seleção em torno

da área externa de todos os itens que se desejam incluir. Para selecionar arquivos ou pastas não consecutivos, manter a tecla CTRL pressionada e clicar em cada um dos itens que se desejam selecionar.

3.2.4. Renomear uma pasta ou arquivo selecionado

O nome de um arquivo é composto de duas partes, separadas por um ponto (.). A primeira é geralmente definida pelo usuário ou pelo programa que cria o arquivo e pode identificar o conteúdo ou a finalidade do arquivo. A segunda parte representa a extensão do

arquivo e segue padrões que identificam o tipo de arquivo, como exe, doc e ini [MPS – Administrador - 01/2010].

Para renomear um arquivo: o pressionar F2

o clicar sobre o nome da pasta ou arquivo já selecionado o Menu Arquivo (ou menu de contexto) / Renomear o Arquivo / Propriedades (ALT + ENTER)

O nome do computador deve usar nomes curtos (quinze caracteres, no máximo) e facilmente reconhecíveis. Convém usar somente caracteres padrão da Internet no nome do computador. Os caracteres padrão são os números de 0 a 9, letras maiúsculas e minúsculas de A a Z e o hífen (-). Nomes de computador não podem ser formados apenas por números nem incluir espaços. O nome também não pode conter caracteres especiais, como ? : * < > “ / | \ [Ajuda do Windows 7].

3.2.5. Mover e copiar arquivos e pastas

Usando o botão esquerdo do mouse, a partir do painel da direita, arrastando seu ícone para o painel da esquerda, de um local em uma unidade de armazenamento para outro local...

o na mesma unidade, MOVE.

o Pressionando simultaneamente a tecla CTRL nessa operação, o arquivo arrastado é COPIADO para a pasta de destino, mesmo que ela esteja na mesma unidade que a pasta de origem [MP-PI - Cargo 11: Técnico Ministerial – Informática - 01/2012]. o em outra unidade, COPIA.

o Pressionando simultaneamente a tecla SHIFT, MOVE. 3.7. Lixeira

Lixeira é uma pasta especial do Windows que pode ser acessada através de seu ícone na área de trabalho ou Windows Explorer

. Quando o usuário exclui um arquivo do computador, ele apenas é movido para a Lixeira onde fica temporariamente armazenado até a Lixeira ser esvaziada. Com isso, o usuário tem a oportunidade de recuperar arquivos excluídos e restaurá-los para os locais originais. Características da Lixeira:

o Para excluir arquivos e levá-los para a Lixeira, pode-se adotar, inicialmente, os seguintes procedimentos:

1. pressionar a tecla delete;

2. clicar com o botão direito do mouse sobre o objeto a ser excluído e escolher a opção Excluir no menu de contexto; 3. clicar a opção de menu Arquivo / Excluir;

4. recortar o objeto e colar na pasta Lixeira; 5. arrastar o ícone do objeto para a Lixeira.

o No Windows, um arquivo excluído nem sempre irá para a Lixeira

[MP-PI - Prova de conhecimentos básicos para o cargo 10 - 01/2012].Para excluir definitivamente arquivos ou pastas, sem passar pela lixeira, é possível realizar as mesmas tarefas acima, mantendo pressionada a tecla SHIFT.

o Por padrão, uma caixa de diálogo é apresentada ao usuário para confirmar a exclusão de uma pasta ou arquivo, exceto quando arrastados para a Lixeira. Essa caixa de diálogo é uma ferramenta de segurança do Windows que tenta impedir exclusões acidentais;

No Windows 10, por padrão, não é exibida a caixa de diálogo de confirmação de exclusão.

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o Um arquivo, enquanto armazenado na Lixeira, ainda ocupa espaço no disco rígido de onde foi excluído. Seu espaço será liberado quando o arquivo for removido da Lixeira;

o Não é possível restaurar arquivos excluídos definitivamente, usando ferramentas disponíveis numa instalação padrão do Windows;

o Apenas arquivos de discos rígidos (HDs), internos ou externos, conectados diretamente ao computador, podem usar a lixeira; o O Windows reserva um espaço no disco rígido para o uso da lixeira,

por padrão, igual a 10% dos primeiros 40 GB (4 GB) e mais 5% da capacidade de armazenamento do disco local (ou partição onde estiver instalado o sistema) acima dos 40 GB iniciais.

o O usuário pode configurar esse tamanho até o limite da capacidade total do disco;

o O tamanho mínimo personalizado da lixeira é de 1 MB; o Ao excluir arquivo de forma que a capacidade de

armazenamento atual da lixeira seja excedida, ela eliminará os mais antigos para liberar espaço e, assim, armazenar o atual; o Ao excluir arquivo que, individualmente, exceda a capacidade

total de armazenamento da lixeira, o Windows avisa ao usuário que a exclusão será definitiva;

o É possível configurar a Lixeira para que os arquivos não sejam para ela movidos, mas sempre removidos permanentemente; o Não é possível abrir arquivos que estão na Lixeira;

o É possível esvaziar toda a Lixeira, confirmando a exclusão; o Ao restaurar um arquivo da Lixeira, o mesmo voltará para o

local de origem, usando opções do clique duplo / Restaurar, botão direito / Restaurar, menu Arquivo / Restaurar ou clicar o botão Restaurar este item da Barra de Ferramentas.

o É possível restaurar arquivos e pastas da Lixeira para qualquer outro local usando Recortar / Colar ou arrastando-os.

o Para mostrar novamente o ícone da Lixeira na área de trabalho do Windows: Painel de Controle / Personalização / Alterar ícones

da área de trabalho.

4. FERRAMENTAS DO SISTEMA

As Ferramentas do Sistema são utilitários do Windows que podem ser acessados a partir do menu Iniciar / Todos os Programas / Acessórios / Ferramentas do Sistema. Algumas dessas ferramentas podem ser acessadas pelo Windows Explorer, clicando com o botão direito do mouse sobre o ícone de uma unidade de disco rígido e selecionando a opção Propriedades e, em seguida, Ferramentas. 4.1. Verificação de Erros

Também conhecido como Scandisk, é um utilitário que procura e corrige erros nas unidades de disco, falhas que envolvam a organização de arquivos e outras estruturas de dados.

No Windows 10 a Verificação de Erros é executada na sessão atual, sem a necessidade de reinicialização do sistema.

4.2. Desfragmentador de Disco

Se em razão de ter gravado, de forma separada, informações no disco rígido, o computador comece a operar de forma lenta, requerendo tempo maior que o usual para acessar os arquivos, nessa situação, para tornar o computador mais rápido, recomenda-se a utilização da ferramenta de desfragmentação [SESA-ES - 03/2011], que é um utilitário que reorganiza os dados no disco rígido, de modo que cada arquivo seja armazenado em blocos contíguos, ao invés de serem dispersos em diferentes áreas do disco e elimina os pequenos espaços em branco. No Windows 10 o nome do recurso passa a ser Otimizar (e desfragmentar) Unidades.

4.4. Limpeza de Disco

A Limpeza de disco (cleanmgr) ajuda a reduzir o número de arquivos desnecessários no disco rígido selecionando automaticamente arquivos que possam ser excluídos com segurança, possibilitando a liberação de espaço no disco rígido do computador [PREVIC- Nível Superior - 01/2011] e ajudando, em

alguns casos, a tornar mais rápida a execução do computador. Ela pesquisa a unidade e mostra os arquivos que o usuário pode excluir com segurança.

NOVIDADES DO WINDOWS 10

Windows Store (Loja)

O Windows 10 tem aplicativos nativos interessantes, como o Skype e OneDrive, mas o usuário pode baixar e instalar vários outros programas gratuitos e pagos através da Loja, os quais estarão disponíveis em quaisquer dispositivos acessados com uma conta Microsoft.

Windows Hello

O Windows Hello é uma maneira mais pessoal para iniciar o uso de dispositivos com Windows 10. Com ele é possível o reconhecimento da face, impressão digital ou íris se o computador tiver um leitor de impressão digital ou uma câmera compatível.

Onde se pode digitar, também pode-se escrever

O Microsoft Edge não é o único aplicativo em que o usuário pode escrever. Usando uma caneta eletrônica, o dedo ou o mouse é possível escrever em todos os lugares onde antes apenas se digitava.

Fotos

O aplicativo Fotos reúne todas as fotos e vídeos em um único local, sejam do telefone, computador ou OneDrive. Em seguida, ele organiza as memórias em álbuns para melhor aproveitamento e compartilhamento.

Família

O recurso Família permite adicionar com rapidez membros da família a cada computador com Windows 10 em que o usuário entrar com sua conta da Microsoft.

Configurado como adulto em uma família, esse usuário pode ver relatórios das atividades online das crianças, limitar o tempo de utilização de seus dispositivos Windows 10, definir limites inteligentes nos gastos das crianças e assegurar que elas não vejam sites, aplicativos ou jogos inadequados, e as configurações de restrição serão aplicadas a qualquer dispositivo Windows 10 no qual a criança entrar.

Depois que uma criança foi adicionada à família no Windows, pode-se acessar account.microsoft.com/family e entrar com a conta da Microsoft para realizar a configuração de restrições dos membros.

Email e Calendário

O Windows 10 tem os aplicativos Email e Calendário nativos, encontrados na Pesquisa do Windows e nos blocos dinâmicos do menu Iniciar.

Groove Música

Torna mais fácil reproduzir e gerenciar as músicas e listas de reprodução do usuário. Adicionando músicas ao OneDrive, o Groove permite que o usuário as reproduza — de graça — em todos os seus dispositivos favoritos: computador, Xbox, Android, iPhone, telefone Windows, Sonos e na Web.

Mapas

O aplicativo Mapas mostra o caminho até lugares para os quais se desejam obter trajetos, informações sobre empresas e avaliações, realizando navegação por voz e os trajetos curva a curva de automóvel, do trânsito e a pé. Permite ainda viaje virtualmente pelo mundo com imagens aéreas e vistas em 360° no nível da rua.

Pessoas

Aplicativo confiável da Windows Store, centraliza o armazenamento de dados online das pessoas com as quais o usuário se relaciona, como e-mails e contatos do Facebook e Skype.

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Software Livre e

Linux

1. HISTÓRICO

Em 1971, quando Richard Stallman iniciou sua carreira no Laboratório de Inteligência Artificial do MIT (Massachusetts Institute of Technology), fazia parte de uma comunidade que incluía empresas e programadores onde havia cooperação entre seus membros, compartilhando programas. Porém, no início dos anos 80, quase todos os softwares passaram a ser proprietários, proibindo e impedindo a livre troca de softwares entre os usuários.

Numa tentativa de trazer de volta o espírito cooperativo que prevalecia na comunidade de informática nos seus primórdios, Stallman idealizou o Projeto GNU (Gnu is Not Unix) em 1983, com a intenção de criar um sistema operacional livre e tornar a cooperação possível outra vez, removendo os obstáculos impostos pelos donos dos softwares proprietários. Como o interesse no Projeto GNU e seus softwares começou a crescer, outras pessoas se envolveram no projeto e, em 1985, foi criada a Free Software Foundation, uma instituição filantrópica para o desenvolvimento dos softwares livres e arrecadar fundos para ajudar a desenvolver o GNU. O primeiro objetivo do projeto deveria ser a construção de um sistema operacional, que serviria como base para a instalação de qualquer outro software livre.

O sistema operacional Unix foi escolhido como modelo por ser um software com design geral já testado e portável, muito robusto, usado em computadores de grande porte nas empresas e universidades e porque a compatibilidade tornava fácil para os atuais usuários do Unix a mudança para o GNU. De 1984 ao início dos anos 90 o Projeto GNU já havia conseguido produzir todos os componentes principais do sistema operacional, exceto um: compiladores, editores, formatadores de texto, software de e-mail e muitos outros estavam prontos, mas faltava o kernel, o núcleo do sistema.

Em 1991, o estudante finlandês Linus Torvalds desenvolveu um kernel Unix-like (semelhante ao UNIX) e concorrente do MINIX (um outro sistema UNIX-Like, criado por um conhecido professor americano e autor de diversos livros: Andrew Tanenbaum), batizando-o Linux, disponibilizado em 1992.

Linus enviou, aos interessados, o código-fonte do seu sistema, para que pudessem entender, modificar e melhorar o seu projeto. Ele já o havia testado rodando alguns programas, mas precisava de ajuda para torná-lo um sistema operacional viável.

Ele escreveu uma mensagem numa lista de discussão na Internet encorajando outros programadores e usuários do UNIX a ajudá-lo na tarefa de criar um sistema operacional semelhante para micros domésticos que superasse, em muitos aspectos, o MINIX (até então, uma das pouquíssimas opções de sistema UNIX-Like para PCs). A combinação do Linux com o quase completo sistema GNU resultou em um sistema operacional completo: o sistema GNU/Linux.

A meta do Projeto GNU era dar liberdade aos usuários, não apenas ser popular. Então, foram criadas algumas regras de distribuição que evitassem a transformação do software GNU em software proprietário. O método utilizado é chamado de Copyleft, o qual usa a lei de direitos autorais dos softwares licenciados (copyright), mas no sentido oposto de seu propósito habitual: em vez de um meio de privatização do software, torna-se um meio de manter o software livre.

A ideia central do copyleft é dar a todos permissão para executar o programa, copiar o programa, modificar o programa, e distribuir versões modificadas, mas não a permissão para adicionar restrições próprias. Assim, as liberdades cruciais que definem o "software livre" são garantidas a todos que tem uma cópia, pois eles tornam-se direitos inalienáveis.

A licença de software livre deve minimamente conceder ao usuário os direitos de executar o programa, estudar o código-fonte e

adaptá-lo às suas necessidades, redistribuir cópias, além de aperfeiçoar e comercializar o programa [ANAC - Cargo 7: Analista Administrativo – Área 2: Tecnologia da Informação - Caderno R – Cespe 07/2009].

A GNU General Public License (Licença Pública Geral), GNU GPL ou simplesmente GPL é a licença com maior utilização por parte de projetos de software livre, em grande parte devido à sua adoção para o Linux. Em termos gerais, a GPL baseia-se em 4 liberdades:

LIBERDADE NRO 0 - Executar o programa, para qualquer propósito [MTE - Auditor Fiscal do Trabalho - ESAF 2003].

LIBERDADE NRO 1 - Estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades.

LIBERDADE NRO 2 - Redistribuir cópias de modo que o usuário possa ajudar ao seu próximo.

LIBERDADE NRO 3 - Aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles.

Software livre é software que vem com permissão para qualquer um

copiar, usar e distribuir, com ou sem modificações, gratuitamente ou por um preço. Em particular, isso significa que o código fonte deve estar disponível. O Linux é um sistema operacional de código aberto que

pertence à classificação de software livre e permite a verificação de seu mecanismo de funcionamento e até mesmo a correção de eventuais falhas ou problemas [SERPRO – Cargo 16 – Analista – Operação de Redes – Cespe 05/2010].

Para um software seja efetivamente livre, as versões modificadas também devem ser livres. Isso garante que o trabalho baseado em software GNU se torne disponível para a comunidade, se ele for publicado. A distribuição de software livre requer que a este seja anexada uma licença de software livre e a abertura de código [ANAC - Cargo 7: Analista Administrativo – Área 2: Tecnologia da Informação - Caderno R - Cespe 07/2009].

São liberdades ou direitos pertinentes ao conceito de software livre, como estabelecidos pela FSF, entre outros: o estudo do funcionamento do software, em seu formato de código fonte; a modificação desse código; a execução do programa para qualquer propósito, independentemente de solicitação ou consulta ao detentor da licença; a redistribuição de cópias do software livre ou trabalhos derivados livres, inclusive com cobrança de dinheiro por tal ação [ANATEL - Cargo 8: Analista Administrativo — Área: Tecnologia da Informação – Especialidade: Análise de Negócios - Caderno J – Cespe 03/2009]. Aquele que redistribuir um software GNU poderá cobrar pelo ato de transferir uma cópia ou poderá distribuí-las gratuitamente [MTE - Auditor Fiscal do Trabalho - ESAF 2003].

Um modelo de negócio com o uso de software livre é a consultoria e suporte, com a implantação e a manutenção de software livre sem custo nenhum de licenciamento para o cliente, sendo pagos somente os serviços prestados [ANP - Perfil 5: Analista Administrativo – Área V – Cespe 01/2013].

O software livre (free software), difere do software gratuito (freeware), shareware e software proprietário:

 Ao contrário de um software proprietário, o software livre, ou de código aberto, permite que o usuário tenha acesso ao código-fonte do programa, o que torna possível estudar sua estrutura e modificá-lo. O GNU/Linux é exemplo de sistema operacional livre usado em servidores [IBAMA – Técnico Administrativo – Cespe 10/2012].  O conceito de software livre é diferente do de software em domínio

público. O primeiro garante as prerrogativas de autoria do programador, enquanto o segundo surge quando o software já se tornou bem comum, segundo a legislação de cada país[EMBASA - Analista de Saneamento – TI Redes – Cespe 02/2010].

Um software é denominado freeware se o autor optar por oferecê-lo gratuitamente a todos, mas mantiver a sua propriedade legal, do que se conclui que ele pode impor restrições de uso a esse software [Correios - Analista de Correios- Cargo 5: Suporte de Sistemas – Cespe 05/2011].

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2. KERNEL E DISTRIBUIÇÕES

No Linux, o kernel é o próprio sistema operacional – o restante é acessório. O kernel do Linux em si é muito pequeno e não tem muita coisa, mas claro que tem o mais importante, já que ele é o sistema propriamente dito. Porém, para que o Linux seja utilizável, é necessário que existam, também, outros programas que, junto com o kernel, façam o sistema completo e amigável para um usuário qualquer.

Muitas empresas e programadores obtêm o Kernel do Linux e juntam a ele outros programas que julgam importantes. Cada uma dessas mesmas pessoas ou instituições relança o Linux com seu próprio nome, ou com algum “apelido”, chamado Distribuição Linux. As diversas distribuições do Linux representam a união do kernel, que é uma parte importante do sistema operacional, com alguns programas auxiliares. [SEPLAG/IBRAM - Conhec. Básicos NS – Cespe 07/2009].

Algumas distribuições são bem pequenas (cabendo em um disquete ou em um CD) e outras já são bem maiores (com centenas de programas juntos). O que diferencia uma da outra é a maneira como são organizados e pré-configurados os aplicativos e como será feita a instalação do sistema. Entre as distribuições do sistema Linux, estão Debian, Slackware, Red Hat e Conectiva[SEPLAG/IBRAM - Conhec. Básicos NS – Cespe 07/2009]. Outros exemplos de distribuições são Suse, Fedora, Mandrake, Mandriva, Kurumin, Kalango, Ubuntu, Kubuntu, Gentoo, Knopix, Turbo Linux, Mint, CentOS.

3. DUAL BOOT

Dual boot ou multi boot é a possibilidade de se escolher um entre vários sistemas operacionais disponíveis para um mesmo computador.

Com o uso de programas apropriados, é possível instalar mais de um sistema operacional em um computador, tal que, ao se iniciar uma seção de trabalho, pode-se selecionar qual sistema operacional será utilizado [SEFAZ-ES – Consultor do Executivo – Cespe 04/2010]. O Linux pode ser instalado na configuração dual boot com o Windows. Nesse caso, os arquivos da partição Windows podem ser lidos dentro do Linux [EMBASA - Analista de Saneamento – TI Redes – Cespe 02/2010].

O carregamento (boot) do sistema operacional Linux pode ser gerenciado pelo programa LILO (LInux LOader) [PC-ES – Escrivão de Polícia – Cespe 01/2010].Grub (GRand Unified Bootloader) é a ferramenta que realiza o procedimento de gerenciador de boot no Linux Ubuntu Desktop 12.10 [TRT 10ª - Técnico Jud. – Cargo 12 - TI - Cespe 02/2013].

4.6. Shell e Usuários

O Linux, assim como qualquer sistema operacional moderno, é perfeitamente capaz de oferecer interação com o usuário através de gráficos, fazendo com que seja possível utilizar a maioria de seus recursos através do mouse. Porém, em dado momento, o modo gráfico pode não estar disponível, restando apenas o modo texto (para a inserção de comandos). Além disso, determinadas tarefas só podem ser executadas por comandos digitados.

Quando o comando é inserido, cabe ao interpretador de comandos, o shell, executá-lo. O Linux conta com mais de um, sendo os mais conhecidos o bash e o sh.

Quando um terminal é acessado, uma informação aparece no campo de inserção de comandos. É importante saber interpretá-la. Para isso, veja os exemplos abaixo:

Exemplo 1

root@tosha: /root#

Exemplo 2

marrrcelo@queijominas:~$ Nos exemplos, a palavra existente antes do símbolo @ diz qual o nome do usuário que está usando o terminal. Os nomes que aparecem depois do @ indicam o computador que está sendo acessado seguido do diretório.

O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. Se o símbolo for #, significa que usuário tem poderes de administrador (root). Por outro lado, se o símbolo for $, significa que este é um usuário comum, incapaz de acessar todos os recursos que um administrador acessa. Independentemente de qual seja, é depois do caractere $ ou # que o usuário pode digitar os comandos.

5. DIRETÓRIOS

No Linux, o sistema de diretórios e arquivos começa na raiz, simbolizada por “/”. Abaixo dela é possível achar os diretórios dos usuários, das configurações globais, dos programas instalados e dos dispositivos disponíveis no computador. Essa estrutura foi inspirada no Unix e é usada em quase todas as distribuições Linux. No Linux, pode-se definir um caminho de diretórios a partir do uso de barras não invertidas (/), diferentemente do Windows, em que são utilizadas barras invertidas (\) [Assunto exigido em CEF RJ-SP – Téc. Bancário – Cespe 04/2010].

O sistema de diretório do Linux apresenta os diretórios de maneira hierarquizada, por isso, também é conhecido como árvore de diretórios [PC-ES - Delegado Polícia Substituto – Cespe 2010]. Esses diretórios incluem /bin, /dev e /etc. No diretório /bin, encontram-se diversos comandos Linux, como ls, sort, date e chmod [UERN – Técnico NS – Cespe 04/2010].

A estrutura hierarquizada de pastas do Linux inclui, normalmente:

/bin - os comandos do Linux são arquivos com permissão para serem executados e estão armazenados, em sua maioria, no diretório /bin [MinC - Nível V – Atividades de Complexidade Intelectual NS – Especialidade

12 – Cespe 08/2013]. O diretório /bin contém programas do sistema que

são utilizados com frequência pelos usuários, não sendo necessário, para que esses programas sejam executados, que eles possuam a extensão .exe [TRE RJ – Analista Judiciário – Cespe 08/2012].

/boot - contém arquivos necessários para a inicialização do sistema. /cdrom - ponto de montagem da unidade de CD-ROM.

/media - ponto de montagem de dispositivos diversos do sistema (rede, pen-drives, CD-ROM em distribuições mais novas).

/dev - contém arquivos usados para acessar dispositivos (periféricos) existentes no computador. No Linux, o diretório raiz, que é representado pela barra /, e o diretório representado por /dev servem para duas funções primordiais ao funcionamento do ambiente: o primeiro é onde fica localizada a estrutura de diretórios e subdiretórios do sistema; o segundo é onde ficam os arquivos de dispositivos de hardware do computador em que o Linux está instalado [TRT 21ª Região - Analista Administrativo – Cespe 11/2010]. /etc - arquivos de configuração de seu computador local.

Os diretórios /etc e /lib contêm, respectivamente, os arquivos de configuração dos sistemas do tipo Linux e os arquivos de bibliotecas do sistema [TRT 10ª - Técnico Jud. – Cargo 12 - TI – Cespe 02/2013]. Na criação de uma conta de usuário no Linux, origina-se um diretório de base, o qual é populado com um conjunto de arquivos padrão, copiados do diretório /etc/skel [UERN – Técnico NS - Cespe 04/2010]. Para alterar o arquivo de configuração do serviço de DHCP no Linux, deve-se acessar o diretório /etc [TRT 8ª Região - Cargo 8: Analista Judiciário - TI – Cespe 09/2013].

/floppy - ponto de montagem de unidade de disquetes /home - diretórios contendo os arquivos dos usuários.

A estrutura de diretórios do Linux é diferente da estrutura do Windows: neste, os arquivos do sistema são concentrados nas pastas Windows e Arquivos de programas, podendo o usuário criar e organizar suas pastas conforme desejar; naquele, as pastas do sistema ficam no diretório-raiz, esperando-se que o usuário armazene seus arquivos pessoais em uma pasta localizada no diretório /home [TRE-ES - Tec. Jud. – Cargo 14: Oper. Computadores – Cespe 01/2011]. /lib - bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel.

/lost+found - local para a gravação de arquivos/diretórios recuperados pelo utilitário fsck.ext2. Cada partição possui seu próprio diretório lost+found.

/mnt - ponto de montagem temporário. página 7

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/proc - sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido, ele é colocado lá pelo kernel e usado por diversos programas que fazem sua leitura, verificam configurações do sistema ou modificar o funcionamento de dispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos.

/root - diretório do usuário root.

/sbin - diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração e controle do funcionamento do sistema.

/tmp - diretório para armazenamento de arquivos temporários criados por programas.

/usr - contém maior parte de seus programas. Normalmente acessível somente como leitura.

/var - contém maior parte dos arquivos que são gravados com frequência pelos programas do sistema, e-mails, spool de impressora, cache, etc.

6. COMANDOS

Quando se liga um computador, o sistema operacional é acionado, possibilitando inicializar e gerenciar o hardware e tornando possível sua utilização pelo usuário. O Linux e o Windows são sistemas operacionais distintos e possuem comandos diferentes para executar uma mesma tarefa, como listar arquivos de um diretório, por exemplo [IBAMA – Técnico Administrativo – Cespe 10/2012].

Para utilizar os comandos em Linux, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter. É importante frisar que, dependendo da distribuição Linux utilizada, um ou outro comando pode estar indisponível. Além disso, alguns comandos só podem ser executados por usuários com privilégios de administrador.

A relação a seguir mostra os principais comandos seguidos de uma descrição:

adduser – adiciona usuário ao sistema, solicita a senha e cria o diretório home do usuário.

cal (calendar) - exibe um calendário.

cat arquivo (concatenate) – concatena arquivos ou mostra o conteúdo de um arquivo.

cat info.txt

resultado: mostra o conteúdo do arquivo info.txt na tela.

cat info.txt info2.txt

resultado: concatena os arquivos info.txt e info2.txt e mostra o resultado na tela. cd diretório (change directory) - abre um diretório. Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. Para ir ao diretório raiz a partir de qualquer outro, digite cd / ou cd ~ para ir à pasta pessoal do usuário atual.

Permissões

Os arquivos, pastas e links (objetos) no GNU/Linux pertencem a um usuário (dono do objeto, cadastrado no sistema em /etc/passwd) e um grupo (elemento cadastrado em /etc/group). Cada um desses objetos oferece um certo nível de permissão para execução (execute – x), escrita/alteração/remoção (write – w) e leitura (read – r).

Quando usado o comando ls –l é listado com detalhamentos o conteúdo de uma pasta, incluindo suas permissões:

drwx--- 2 root root 512 Nov 12 23:30 Editais/ -rw-r--- 1 root root 280232 Nov 16 20:52 banca.pdf

permissões links, usuário dono e grupo dono tamanho em bytes data/hora última modificação nome do arquivo ou pasta

O primeiro grupo de informações mostra a string, ou permissões do arquivo banca.pdf, que é formada por dez caracteres e pode ser dividida em quatro partes:

- r w - r - - - - -

tipo permissões do dono permissões do grupo permissões dos outros

Os tipos possíveis são: - (arquivo comum), d (diretório), b (arquivo de bloco). C (arquivo especial de caractere), p (canal) e s

(socket). As permissões a seguir indicam, neste exemplo, que o dono do arquivo pode ler e modificar e o arquivo não é executável; o grupo a que pertence o usuário pode apenas ler; outros usuários não podem ler ou modificar.

Em sistemas Unix, a proteção de arquivos é efetuada pelo controle dos campos dono, grupo e universo, compostos de três bits (rwx), que definem se um usuário pode ler, escrever ou executar o arquivo[BACEN - Analista - Área 1: Análise e Desenvolvimento de Sistemas – Cespe 10/2013].

Considere que o resultado a seguir tenha sido obtido após a execução do comando $ ls -ld ch3 test.

-rw-rw-r-- 1 corr vend 4983 Jan 18 22:13 ch3 drwxr-xr-x 2 corr vend 1024 Jan 24 13:47 test

Nesse caso, é correto afirmar que o arquivo ch3 tem permissão de leitura para todos os usuários do sistema operacional e de escrita apenas para os usuários owner e group; e que, para o diretório test, o usuário owner pode adicionar, mudar e apagar arquivos[Correios - Cargo 4: Analista – Produção – Cespe 05/2011]

Para alterar as permissões, pode-se usar o comando chmod nos modos simbólico ou numérico:

chmod <ugOa> <+-=><rwx> <arquivo, diretório ou link> (change mode) - altera as permissões de arquivos, pastas e links usando símbolos, onde:

u (usuário), g (grupo), O (outros), a (todos) + (adiciona permissão), - (remove), = (define) r (permissão de leitura), w (modificação), x (execução)

chmod g+w banca.pdf

resultado: dá permissão ao grupo do dono para a realização de modificações no arquivo banca.pdf.

chmod ABC <arquivo, diretório ou link> (change mode) - altera as permissões de arquivos, pastas e links usando números, onde: A: número de 0 a 7 que define os direitos do usuário DONO sobre o objeto. B: número de 0 a 7 que define os direitos dos usuários pertencentes ao grupo do DONO sobre o objeto.

C: número de 0 a 7 que define os direitos dos demais usuários sobre o objeto. E os números significam: 0 : --- (nenhuma permissão) 1 : --x (somente execução) 2 : -w- (somente escrita) 3 : -wx (escrita e execução) 4 : r-- (somente leitura) 5 : r-x (leitura e execução) 6 : rw- (leitura e escrita)

7 : rwx (leitura, escrita e execução)

x = 1

w = 2

r = 4

- = 0

chmod 640 info.txt

resultado: o arquivo info.txt poderá ser lido e escrito pelo dono (não executado), poderá ser lido apenas pelos usuários do grupo do dono e nenhum outro usuário do sistema terá qualquer direito sobre ele.

chmod 545 /etc/ppp

resultado: dá permissão de xr ao dono, r ao grupo e xr aos usuários, em relação ao diretório /etc/ppp.

chown (change owner) - para a alteração do nome do proprietário de um arquivo ou diretório, é correto utilizar o comando chown [MEC - Ativ. Técn. Complexidade Gerencial – Cargo 12: Analista Sist. Operacionais – Cespe 10/2011].

O comando chown permite a alteração do dono e do grupo relacionado ao arquivo, ou arquivos selecionados. Um usuário comum pode alterar o grupo de um arquivo caso seja membro tanto do grupo de origem quanto do grupo de destino. Porém, por motivos de segurança, apenas o super-usuário (root) pode alterar o dono de um arquivo.

chown [novo_proprietário][:novo_grupo] arquivo/diretório

O comando chgrp altera apenas o grupo para os arquivos ou diretórios indicados. Um usuário comum pode alterar o grupo de um arquivo caso ele pertença tanto ao grupo de origem como ao grupo página 8

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de destino. O super-usuário (root) pode alterar o grupo do arquivo para qualquer grupo válido no sistema.

chgrp [ opções ] arquivo(s)

clear - elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o sistema acabasse de ter sido acessado.

cp origem destino (copy) - copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar o arquivo info.txt com o nome info2.txt para /home, basta digitar cp info.txt /home/info2.txt. date - mostra ou altera a data e a hora atual.

df - mostra o espaço livre/ocupado pelas partições.

diff arquivo1 arquivo2 (difference) - mostra as diferenças entre os conteúdos de dois arquivos de texto ou diretórios. O comando diff é usado para comparar arquivos de texto [ANATEL - Cargo 2: Técnico Administrativo – Cespe 11/2012].

du diretório (directory usage) - mostra o espaço em disco ocupado por um diretório recursivamente.

echo [mensagem] – mostra mensagens na tela. emacs - abre o editor de textos emacs.

file arquivo - mostra informações de um arquivo.

find diretório parâmetro termo - o comando find serve para localizar informações. Para isso, deve-se digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro e o termo da busca. Parâmetros:

name - busca por nome type - busca por tipo

size - busca pelo tamanho do arquivo mtime - busca por data de modificação

finger usuário - exibe informações sobre o usuário indicado. free - mostra a quantidade de memória RAM disponível. halt - desliga o computador.

history - mostra os últimos comandos inseridos pelo usuário. id usuário - mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema.

Ifconfig - no Unix, o comando ifconfig mostra as interfaces de redes ativas e as informações relacionadas a cada uma delas [FUB - Cargo 20: Técnico de TI – Cespe 10/2013].

kill - encerra (mata) processos em andamento.

ls (list) - no ambiente Linux, o comando ls permite listar todos os arquivos do diretório atual[EBC – Advogado – Cespe 10/2011]. Os sistemas Windows e Linux se assemelham na possibilidade de uso de interface de linha de comandos: o comando dir, no Windows, pode produzir listagem de arquivos em pasta ou diretório, assim como o comando ls, no Linux [PC-BA - Delegado de Polícia – Cespe 05/2013].

lpr arquivo - imprime o arquivo especificado. lpq - mostra o status da fila de impressão. lprm - remove trabalhos da fila de impressão. lynx - abre o navegador de internet de mesmo nome.

mv origem destino (move) - em ambiente Linux, o comando mv é utilizado para mover ou renomear um ou mais arquivos e diretórios, o que facilita a organização das informações [Perícia Oficial-AL - Conhecimentos Básicos Técnico Forense – Cespe 11/2013].

mkdir diretório (make directory) - cria um ou vários diretórios (separados por espaços) dentro do diretório atual. Os comandos mkdir e cd permitem, respectivamente, criar um diretório e trocar o diretório atual[Assunto exigido em UERN – Técnico NS – Cespe 04/2010].

passwd usuário (password) – cadastra ou altera senha, bloqueia (-l) e desbloqueia (-u) usuários.

ps (process stat) - mostra os processos em execução. Ao se executar o comando de administração ps -aux, serão apresentados todos os processos correntes no sistema Linux[MinC - Nível V – Atividades de Complexidade Intelectual NS – Especialidade 12 – Cespe 08/2013].

pwd (pathway directory) - mostra o diretório em que o usuário está. reboot - reinicia o sistema imediatamente.

renice - altera-se a prioridade de um processo em execução, por intermédio do comando renice [CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) - Cargo 16: Analista em Geociências – Sistemas – Cespe 08/2013].

rm arquivo (remove) - apaga o arquivo especificado. No Linux, os comandos rm e cp permitem, respectivamente, remover e copiar um ou mais arquivos [MPS – Administrador – Cespe 01/2010].

rmdir diretório (remove directory) - apaga o diretório especificado, desde que vazio.

sleep tempo – deixa o computador em espera por segundos, minutos, horas ou dias).

shutdown - desliga ou reinicia o computador. shutdown -r now: reinicia o computador shutdown -h now: desliga o computador

O parâmetro now pode ser modificado para indicar daqui a quanto tempo o comando deve ser executado: a execução do comando shutdown -r +10 faz o sistema ser reiniciado após 10 minutos [SEPLAG/IBRAM - Conhecimentos Básicos NM – Cespe 07/2009].

su (subsitute user) – alterna o usuário atual.

tar -xzvf arquivo.tar.gz - extrai um arquivo compactado em tar.gz. telnet - ativa o serviço de Telnet em uma máquina. Para acessar esse computador a partir de outros por Telnet, basta digitar telnet

nomedamáquina ou telnet IP. Por exemplo: telnet 192.168.0.10.

top - exibe a lista dos processos, conforme os recursos de memória consumidos. Uma das vantagens do comando top, em relação ao comando ps, é mostrar os processos em execução, atualizando-os e ordenando-os na tela, conforme a utilização de CPU[TRT 10ª - Analista Jud. – Cargo 7: Analista Jud. TI – Cespe 11/2012].

touch - o comando touch é utilizado para criar um arquivo vazio [ANATEL - Cargo 2: Técnico Administrativo – Cespe 11/2012].

uname - mostra informações do sistema operacional e do computador.

useradd usuário - cria uma nova conta de usuário, sem parâmetros. userdel usuário - apaga a conta do usuário especificado.

uptime - mostra a quantas horas o computador está ligado. vi - inicia o editor de textos vi.

w - mostra os usuários logados atualmente no computador, mostrando mais detalhes que o comando who.

whereis nome - procura pelo binário do arquivo indicado, útil para conhecer seu diretório ou se ele existe no sistema.

who - mostra os usuários conectados ao sistema, o terminal, data e hora da conexão. O Linux permite logins simultâneos de vários usuários. Para visualizar os usuários logados no Linux em determinado momento, deve-se executar o comando who [MPU - Cargo 33: Técnico TI e Comunicação – Cespe 10/2013].

whoami – exibe o nome do usuário que está conectado.

Praticamente todos os comandos citados possuem parâmetros que permitem incrementar suas funcionalidades. Por exemplo, se o usuário digitar o comando ls com o parâmetro -R (ls -R), este mostrará todos os arquivos do diretório atual e subdiretórios, inclusive os arquivos ocultos (o parâmetro –R gera uma operação recursiva pois varre diretórios).

A forma mais prática de conhecer os parâmetros disponíveis para cada comando é consultando as informações de ajuda. Para isso, pode-se usar a chave --help após o comando para o qual se deseja conseguir informações. Também é possível utilizar os comandos man,

help ou info, seguidos do comando para o qual se deseja obter

informações mais detalhadas.

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W or d 201 0 – Pá gi na

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Word 2010

1. FAIXAS DE OPÇÕES

Também chamadas de menus horizontais, guias ou abas ① foram introduzidas no Office 2007. Esse novo componente substitui menus, barras de ferramentas e a maioria dos painéis de tarefas das versões anteriores do Word por um mecanismo único simples e fácil de explorar. Os novos menus agrupam as ferramentas por tarefa, mantendo os comandos usados com mais frequência sempre à mão. O local onde o Excel (e Word) mantém os botões faz parte da composição da barra de ferramentas do software, nome comum inclusive em diversos aplicativos Microsoft. O nome faixa de opções faz menção inclusive à barra de ferramentas (equivalente ao conjunto de ícones na parte superior do software, onde o usuário pode acessar diversas funcionalidades do software através de um único clique) [PF 2012 – Cespe].

Os antigos menus e barras de ferramentas do Word 2003 foram fundidos e se estendem em sentido horizontal de uma ponta à outra da interface. Cada uma das oito guias básicas (Arquivo,

Página Inicial, Inserir, Layout da Página, Referências, Correspondências, Revisão e Exibição) possui vários Grupos ② que

mostram os comandos agrupados por funcionalidade. Um Comando ③ pode ser um botão, uma caixa ou um menu (galeria). Mais opções de cada grupo podem ser acessadas em uma janela, clicando nos Iniciadores de caixa de diálogo ④, marcas em forma de seta diagonal existentes no canto inferior direito de alguns grupos.

Guias adicionais aparecerão sob demanda ⑤, sempre que imagens, tabelas, desenhos, diagramas (SmartArts) e gráficos forem selecionados. Essas ferramentas contextuais permitem trabalhar com um conjunto específico de comandos voltados para o objeto selecionado, que aparecem com uma cor de ênfase, próximo às guias padrão.

Um clicar duplo sobre qualquer guia irá ocultar/minimizar toda a Faixa de Opções, até que uma das guias seja clicada duas vezes novamente. A tecla de atalho CTRL+F1 ou o botão ⑥ também podem ser usados com a mesma finalidade.

Menu Arquivo/Opções ou clicar com o botão direito numa área livre da Faixa de Opções mostra opções que permitem:

Adicionar o botão clicado à Barra de Acesso Rápido ⑦  Personalizar a Barra de Acesso Rápido

 Mostrar a Barra de Acesso Rápido abaixo da Faixa de Opções

 Personalizar a Faixa de Opções  Minimizar a Faixa de Opções

A sequência, os nomes e os botões dos menus podem ser alterados.

2. LOCALIZAÇÃO DOS COMANDOS NOS MENUS

De forma generalizada, os programas guardam em seus menus todos os comandos disponíveis aos usuários, organizados em uma ou outra lista de acordo com alguma característica comum entre eles. Mais importante do que memorizar quais comandos estão dispostos em certo menu é conseguir perceber em qual deles deve estar certo comando, associando seu funcionamento e características principais às de outros pertencentes ao mesmo menu.

2.1. Menu Página Inicial

Em entrevistas com usuários, a Microsoft registrou os comandos utilizados com maior frequência e os dispôs numa guia exibida sempre que o Word é iniciado. Com isso, comandos dos antigos menus Editar e Formatar, como Fonte, Parágrafo e Estilo, do Word 2003, entre os mais usados, são facilmente encontrados no Menu Página Inicial.

2.2. Menu Arquivo

Comandos usados com menor frequência durante a edição do texto e que executam ações no documento como um todo, sem alterar seu conteúdo. Então, como durante a utilização dos itens do menu Arquivo não há necessidade de enxergar o documento, o visual do menu Arquivo foi alterado para ocupar todo o espaço destinado à visualização e edição do texto com opções dos comandos desse menu, denominado Backstage. Muito do que se faz no Word tem a ver com o gerenciamento de arquivos, executando-se tarefas comuns como abrir, fechar, salvar, imprimir e criar novos documentos. A organização dos comandos no menu Arquivo mostra as tarefas de “bastidores” no programa. Em resumo, tudo aquilo que o usuário faz para um arquivo e não no arquivo.

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2.3. Menu Layout da Página

Apresenta comandos para configurar as páginas, onde os mais importantes alteram todo o documento, ou partes dele, gerando modificações na formatação do seu conteúdo.

2.4. Menu Exibição

Mostra recursos já disponibilizados pelo Word que alteram a visualização do documento e não necessitam configuração antes de exibidos ao redor do documento, para orientar o trabalho do usuário.

2.5. Menu Inserir

Em oposição aos itens do menu Exibição, o menu Inserir mostra recursos que poderão ser trazidos de fora do Word e necessitam configuração antes de inseridos dentro do documento.

2.6. Menu Referências

Disponibiliza comandos para a inserção de Sumários (índices analítico, remissivo, de ilustrações e autoridades), Legenda e Notas de rodapé.

2.7. Menu Revisão

Mostra comandos usados após a edição do documento, como revisão da ortografia, inserção de comentários e controle de alterações do revisor.

2.8. Menu Correspondências

Mostra comandos para a criação de Malas Diretas, Envelopes e etiquetas.

3. MENU PÁGINA INICIAL

3.1. Grupo Área de Transferência

A Área de Transferência (clipboard, em inglês – prancheta) é um espaço da memória RAM do computador usado como área de armazenamento temporário para os itens que são copiados ou recortados e podem ser depois aplicados (colados) no mesmo aplicativo ou em outro. Os comandos do Word que, de alguma forma, usam a área de transferência do Windows ficam dispostos neste grupo, como Recortar, Copiar, Colar.

3.1.1. Colar Especial (CTRL + ALT + V)

A parte inferior do botão Colar permite optar por um formato de colagem diferente do padrão – Colar Especial... Um trecho de planilha do Excel será colado, por padrão, como tabela comum no Word se usado CTRL+V, simplesmente. Caso se necessite aplicar de outra forma a planilha no documento atual, como uma imagem, apenas seu texto ou mantendo vínculo com a planilha de origem (colar como objeto), o atalho de teclado CTRL+ALT+V pode ser usado, assim como o pequeno ícone que aparece ao lado do trecho colado de forma simples, permitindo escolher entre as opções:

3.1.3. Pincel de Formatação

Copia a FORMATAÇÃO de um trecho de texto ou elemento gráfico para outro. Basta selecionar o trecho que possui a formatação desejada, clicar no pincel e selecionar o trecho que receberá a formatação. Clicar duas vezes no botão mantém a ferramenta ativa enquanto a formatação copiada é colada em vários trechos de texto.

Página Inicial / Área de Transferência / Pincel de Formatação ou (CTRL + SHIFT + C – copiar formatação e CTRL + SHIFT + V – colar formatação)

Referências

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