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RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

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RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

CENTRO DE FORMAÇÃO MARTINS SARMENTO

2019/2020

Ariana Cosme

(Coordenadora da avaliação externa)

Equipa de avaliação: Daniela Ferreira

Marina Barros

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto Centro de Investigação e Intervenção Educativa

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Página 2 de 27 Índice

Introdução ... 5

Intencionalidade do Relatório ... 7

Caracterização dos Atores Locais ... 9

Análise dos Dados ... 11

1. Avaliação da Oferta Formativa ... 11

2. Avaliação da formação ... 14

3. Perceções dos Formandos... 16

Conclusões: Avaliação da ação do CFAE Martins Sarmento ... 22

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Página 3 de 27 Índice de Tabelas

Tabela 1: Respondentes ... 9

Tabela 2: Idade dos atores locais ... 9

Tabela 3: Respondentes por género ... 9

Tabela 4: Níveis de escolaridade dos atores locais ... 9

Tabela 5: Tempo de Serviço dos Atores locais ... 10

Tabela 6: Avaliação da resposta às necessidades formativas ... 11

Tabela 7: Aspetos mais relevantes da oferta formativa do CFAE Martins Sarmento ... 13

Tabela 8: Melhorias da oferta formativa do CFAE Martins Sarmento ... 13

Tabela 9: Natureza das ações de formação dinamizadas pelos formadores ... 14

Tabela 10: Contributos para a inovação nas ações de formação dinamizadas, na perspetiva dos formadores ... 15

Tabela 11: Contributos para a transformação pedagógica, na perspetiva dos formadores ... 15

Tabela 11: Aprendizagens dos formandos, na perspetiva dos formadores ... 16

Tabela 12: Contributos para o sucesso educativo dos alunos, na perspetiva dos formadores ... 16

Tabela 13: Contributos para o sucesso educativo dos alunos, na perspetiva dos formandos ... 19

Tabela 14: Participação dos formandos em ações de formação ... 20

Tabela 15: Proposta de temas para futuras ações de formação, na perspetiva dos formandos. ... 21

Tabela 16: Pontos Fortes do CFAE Martins Sarmento ... 23

Tabela 17: Pontos Fracos do CFAE Martins Sarmento ... 23

Tabela 18: Ameaças ao CFAE Martins Sarmento ... 24

Tabela 19: Oportunidades do CFAE Martins Sarmento ... 24

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Página 4 de 27 Índice de Gráficos

Gráfico 1: Avaliação da Oferta Formativa do CFAE Martins Sarmento ... 12 Gráfico 2: Contributos para a prática pedagógica ... 15 Gráfico 3: Pertinência das metodologias das ações de formação, na perspetiva dos formandos ... 17 Gráfico 4: Contributos para a prática pedagógica, na perspetiva dos formandos ... 18 Gráfico 5: Avaliação da ação do CFAE Martins Sarmento ... 22

Índice de Figuras

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Página 5 de 27 Relatório de Avaliação do Centro de Formação Martins Sarmento

Introdução

O relatório de avaliação do Centro de Formação Martins Sarmento (CFMS) resulta de um protocolo de parceria entre o CFMS, sediado na Escola Secundária Martins Sarmento, e a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Integram o Centro de Formação Martins Sarmento os seguintes estabelecimentos de ensino:

● Agrupamento de Escolas de Abação;

● Agrupamento de Escolas de Caldas de Vizela; ● Agrupamento de Escolas de Vale de S. Torcato; ● Agrupamento de Escolas de Ínfias;

● Agrupamento de Escolas Gil Vicente;

● Agrupamento de Escolas Professor João de Meira; ● Agrupamento de Escolas Virgínia Moura;

● Escola Secundária Martins Sarmento.

A avaliação que aqui se apresenta incidiu em três eixos de análise: (i) avaliação da oferta formativa;

(ii) a avaliação da formação, sob a perspetiva quer dos formadores, quer dos formandos;

(iii) a avaliação da ação do centro.

Neste âmbito realizou-se um estudo avaliativo compreensivo (modelo orientado para a gestão in Worthen e Sanders (1987), tendo como preocupação central a identificação e disponibilização de informação relevante para a fundamentação das decisões (Afonso, 2005) a tomar pela Comissão Pedagógico do Centro de Formação Martins Sarmento. Tendo em conta a importância da participação dos diferentes atores envolvidos na ação do CFMS organizaram-se diferentes momentos para a recolha de dados, pois entende-se a avaliação como um processo que permite que se recolha, projete e se organizem informações e argumentos que resultam da reflexão sobre os

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Página 6 de 27 temas em debate usando procedimentos empíricos que nos permitem relacionar perceções e interpretar essa realidade (Afonso, 2005; Kemmis, 1988).

Entendemos a avaliação como um processo que contribui para “fomentar o melhoramento e a autodeterminação” e “ajudar as pessoas a ajudarem-se a si mesmas e a aperfeiçoar os seus programas” enfatizando, dessa forma, o seu valor educativo (Fetterman, 1997: p. 382) e é com esse objetivo que produzimos este relatório de avaliação externa.

Desde 2015 que os Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE) apresentam uma “maior capacidade de resposta às prioridades formativas das escolas e dos profissionais de ensino, reforçando a formação centrada no aperfeiçoamento da capacidade docente, nomeadamente nos domínios científico, curricular e pedagógico e a focalização na escola como local privilegiado de formação” (Decreto-Lei n.º 127/2015: preâmbulo).

O Decreto-Lei n.º 127/2015 define, pela primeira vez, e em diploma próprio, o estatuto dos CFAE, bem como as suas competências, constituição e funcionamento e é a partir desse ano que os centros de formação de associação de escolas assumem um lugar central entre as entidades formadoras que prestam serviços na formação contínua de profissionais de educação e ensino.

De acordo com o estabelecido prevê-se que cada CFAE deva elaborar um plano de formação anual ou plurianual, constituindo-se como um instrumento de planificação de respostas formativas capazes de responder a “necessidades e prioridades de formação das escolas associadas e dos seus profissionais” (Idem: art.º 23). Foi no papel de consultadoria que esta equipa procedeu à avaliação externa da atividade desenvolvida pelo CFAE Martins Sarmento, de que foi dando conta ao longo do processo de desenvolvimento da formação e se apresenta agora de forma sistematizada neste relatório final.

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Página 7 de 27 Intencionalidade do Relatório

A diversidade de atores locais em presença reforça a importância de uma auscultação que deverá ter em conta diferentes perceções e entendimentos o que justifica a opção pela utilização de um conjunto diversificado de instrumentos de recolha de dados de modo a poder contemplar as diferentes perspetivas em presença e, ainda, a de poder analisar as ações dos diferentes intervenientes, tais como:

(i) Direção dos Agrupamentos de Escolas associados ao Centro de Formação; (ii) Elementos da Secção de Formação dos Agrupamentos de Escolas associados ao Centro de Formação;

(iii) Formadores do CFAE Martins Sarmento; (iv) Formandos do CFAE Martins Sarmento.

Os instrumentos de recolha de dados foram produzidos pela equipa responsável por este estudo de avaliação externa, sob orientação e coordenação cientifica da Professora Ariana Cosme da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, a saber: análise documental, inquéritos por questionário e grupos de discussão focalizada.

Tendo em conta de que se tratava de um estudo avaliativo considerou-se pertinente definir um conjunto de objetivos temporais para organizar a recolha de dados de acordo com temporalidades estabilizadas e planificadas. Assim, o programa desenvolveu-se em função do seguinte conjunto de fases:

Fase 1 – Grupos de discussão focalizada aos Diretores, Secção de Formação e Formadores do CFAE Martins Sarmento;

Fase 2 – Análise do Plano de Formação do CFAE Martins Sarmento;

Fase 3 – Aplicação de um inquérito por questionário a Diretores/as, Secção de Formação, Formadores e Formandos do CFAE Martins Sarmento.

Inicialmente esteve previsto que os grupos de discussão focalizada fossem aplicados em duas fases distintas, mas tal não foi possível devido à pandemia do COVID-19, contudo acreditamos que, pela a natureza dos dados recolhidos, nos permitiu uma análise global sob os aspetos em análise. Os dados recolhidos foram

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Página 8 de 27 sujeitos a análise de conteúdo para as perguntas de resposta aberta e procedimentos estatísticos para as perguntas de resposta fechada.

A validade e fiabilidade do tratamento das informações e dos dados recolhidos e agora apresentados neste relatório final foram asseguradas pela triangulação das fontes dos dados. Esta diversificação permitiu-nos observar que os dados recolhidos num determinado momento, apresentavam o mesmo significado quando analisado em outras circunstâncias. Paralelamente, foi possível assegurar a triangulação metodológica, que neste caso incidiu na análise documental, os grupos de discussão focalizada e o inquérito por questionário.

O presente relatório de avaliação incide em três eixos de análise a: ● Avaliação da oferta formativa;

A avaliação do plano de formação que incluiu a análise documental, a realização de grupos de discussão focalizada com diretores e membros da secção de formação, bem como inquéritos por questionário com diretores, membros da secção de formação, formadores e formandos.

● Avaliação da formação;

A avaliação da formação que incluiu em grupos de discussão focalizada a diretores, membros da secção de formação e formadores, bem como inquéritos por questionário a formadores e formandos.

● Avaliação da ação do próprio centro.

A avaliação da ação do centro de formação Martins Sarmento incluiu grupos de discussão focalizada a diretores, membros da secção de formação e formadores, bem como inquéritos por questionário a diretores, membros da secção de formação, formadores e formandos.

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Página 9 de 27 Caracterização dos Atores Locais

O presente relatório, tal como referido anteriormente, incidiu num conjunto diversificado de atores locais, nomeadamente os Diretores/as, Secção de Formação, Formadores e Formandos do CFAE Martins Sarmento. A tabela que segue sintetiza o número de participantes envolvidos neste estudo piloto.

Tabela 1: Respondentes Total Participantes Diretores/as 8 7 Secção de Formação 8 7 Formadores - 19 Formandos - 91

A idade dos respondentes varia entre os 31 e os 65 anos, sendo que a maioria dos respondentes tem idades compreendidas entre os 41 e os 60 anos de idade. Apresentamos a tabela que agrega os dados dos alunos relativos às suas idades.

Tabela 2: Idade dos atores locais

Idade Diretores Secção de Formação Formadores Formandos >20 - <30 anos

>31 - <40 anos 1 3

>41 - <50 anos 3 7 42

>51 - <60 anos 5 3 10 40

>61 - <65 anos 2 1 1 7

Percebe-se, também, que a larga maioria das respondentes é do género feminino, com uma percentagem total de 70%, como se pode verificar na análise da tabela que se segue.

Tabela 3: Respondentes por género

Género Direções Secção de Formação Formadores Formandos Total

Masculino 2 2 14 19 37 30%

Feminino 5 5 5 73 88 70%

Questionados os respondentes sobre a formação académica de cada um dos atores locais, pudemos perceber que a larga maioria tem a licenciatura Pré-Bolonha. Destaca-se que os formadores são os únicos com grau de doutoramento, como se pode verificar na tabela seguinte.

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Nível de escolaridade Direções Secção de Formação Formadores Formandos

Licenciatura Pré-Bolonha 3 6 50 Bacharelato 3 Licenciatura Pós-Bolonha 3 Licenciatura + Pós-Graduação 1 3 11 Mestrado 3 1 9 24 Doutoramento 7

Apresentamos, de seguida, as taxas de anos de serviços dos diferentes atores locais. Quando analisamos os dados percebemos que 58% apresentam entre os 21 e os 30 anos de serviço.

Tabela 5: Tempo de Serviço dos Atores locais

Direções Secção de Formação Formadores Formandos Total

6 a 10 anos 0 0 2 0 2 2% 11 a 15 anos 0 0 0 0 0 0% 16 a 20 anos 0 0 1 15 16 13% 21 a 25 anos 1 3 4 34 42 34% 26 a 30 anos 3 2 4 21 30 24% 31 a 35 anos 2 1 8 15 26 21% 36 a 40 anos 1 0 0 4 5 4% + de 40 anos 0 1 0 3 4 3%

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Página 11 de 27 Análise dos Dados

1. Avaliação da Oferta Formativa

O Plano de formação em vigência no CFAE Martins Sarmento e em análise neste estudo avaliativo, incide nos anos entre 2018 e 2020, sendo que o ano de 2018 foi profundamente marcado por um conjunto de alterações ao nível das políticas educativas e por alterações ao nível da tomada da decisão pedagógico-didática com a publicação dos Decretos-Lei n.º 54/2018 e 55/2018.

A coerência dos diferentes documentos que orientam a vida das escolas desde 2018 (Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Decreto-Lei n,º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Plano de Promoção do Sucesso Escolar) propõe “uma outra forma de conceber os atos de ensinar e aprender, correspondentes quer a uma nova conceção sobre o que é ser aluno e ser professor quer a uma abordagem acerca do estatuto do património cultural dito comum” (Cosme, 2018, p. 10) sendo por isso expectável que a formação prevista no âmbito do Plano de Formação estivessem incluídas ofertas de formação neste campo da organização curricular e pedagógica.

Os desafios educativos de hoje passam por entender a inclusão como uma exigência, e têm na autonomia e flexibilidade curricular o veículo para a democratização das condições de sucesso de todos os alunos, o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória como um documento orientador da prática pedagógica, a cidadania e desenvolvimento como uma oportunidade de formação integral e as questões associados ao desenvolvimento sustentável como um imperativo ético que a todos mobiliza. Nesse sentido, consideramos pertinente que o Plano de Formação assuma como uma das suas prioridades “políticas educativas determinadas pela tutela e ações relacionadas com os projetos educativos das escolas associadas”.

Por sua vez, as outras prioridades estabelecidas estão relacionadas com as necessidades de formação específica para o pessoal docente e não docente e foi nesse sentido que questionamos os respondentes sobre a forma como sentem que o CFAE Martins Sarmento oferece respostas às necessidades de quem o procura e do desenvolvimentos das suas carreiras, tendo todos respondido afirmativamente.

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Sente que o CFAE Martins Sarmento oferece resposta às necessidades formativas de quem o procura?

Diretores Secção de Formação Formadores Formandos

Sim 7 7 19 91

Não 0 0 0 0

Bastantes 0 0 0 1

De uma forma global os diferentes inquiridos avaliam a ação do CFAE Martins Sarmento de forma muito positiva, destacando-se uma preponderância da seleção do nível 5 que corresponde a Excelente na classificação da ação desenvolvida pelo CFAE nesta resposta às necessidades formativas de que o procura, conforme apresentação do gráfico abaixo e que espelha as respostas.

Gráfico 1: Avaliação da Oferta Formativa do CFAE Martins Sarmento

Quando nos debruçamos sobre as respostas à solicitação para destacar os aspetos mais relevantes da oferta formativa do CFAE Martins Sarmento percebemos que todos os respondentes afirmam ser o desenvolvimento da prática profissional dos professores e a diversidade de temáticas oferecidas para formação. Destacamos também o facto das Direções e membros da secção de formação destacarem, de forma consensual, a adequação da formação a cada um dos contextos escolares. Os formandos, por sua vez, destacam a proximidade das temáticas às áreas disciplinares, às necessidades dos docentes, bem como a qualidade das ações de formação e atualidade das temáticas. A tabela que se segue sintetiza estes dados.

0 0 0 1 6 0 0 0 1 6 0 0 1 5 13 0 0 3 46 43 0 10 20 30 40 50 1 2 3 4 5

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Tabela 7: Aspetos mais relevantes da oferta formativa do CFAE Martins Sarmento

Aspetos mais relevantes na oferta formativa Diretores Secção de Formação Formadores Formandos Desenvolvimento da prática profissional dos professores 4 3 10 0

Adequação ao contexto das escolas 2 3 2 0

Diversidade 2 3 9 0

Relação com as escolas 1 0 2 0

Qualidade dos formadores 0 1 0 0

Proximidade à área disciplinar 0 0 0 19

Qualidade das ações 0 0 0 16

Necessidades dos docentes 0 0 0 14

Atualidade das temáticas 0 0 0 12

Quando questionados sobre sugestões de melhoria a implementar percebemos que são vários os atores locais que destacam a necessidade de mais formação online como consequência dos novos desafios colocados pelo tempo em que vivemos, Paralelamente, os atores sugerem:

• O alargamento a formações de componente específica, apontada por Direções, formadores e formandos. A este nível destacam a pertinência de formação para o 1.º ciclo, geografia, educação física, matemática, pré-escolar e educação especial.

• A formação em contexto de sala de aula, referida pelas Direções, formadores e formandos;

• A maior proximidade da oferta formativa aos temas dos projetos de cada escola, sugerida pelas Direções e pelos membros da secção de formação.

• A visita a escolas com práticas inovadoras, destacada pelas Direções e membros da secção de formação.

Apresentamos, de seguida, a análise dos dados referentes a sugestões de melhorias ao nível da oferta formativa.

Tabela 8: Melhorias da oferta formativa do CFAE Martins Sarmento

Sugestões de melhoria da oferta formativa? Diretores Secção de Formação Formadores Formandos

Formação em contexto de sala de aula 2 0 2 11

Condições da formação 1 0 0 16

Maior proximidade dos temas aos projetos das escolas 2 2 0 2

Formação online 3 3 5 6

Formação sobre mediação em sala de aula 1 1 0 0

Visitas a escolas com práticas inovadoras 2 1 0 0

Alargar as formações de componente específica 0 0 7 25

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Página 14 de 27 2. Avaliação da formação

A avaliação da formação dinamizada pelo conjunto de formadores convidados pelo CFAE Martins Sarmento, foi analisada a partir da relevância dos seus contributos para a inovação pedagógica, para a mudança das práticas pedagógicas e, consequentemente, para o sucesso dos alunos.

Dos formadores contactados, dezanove aceitaram responder ao questionário e referem ter dinamizado ações de formação (apenas um refere não ter desenvolvido qualquer ação durante o letivo 2019/2020). Quando questionados sobre a natureza e formato das ações de formação que dinamizaram percebemos que metade dos formadores respondeu oficina de formação, seguindo-se as ações de curta duração e os cursos de formação como as formações mais dinamizadas, conforme tabela que se segue com a síntese das respostas dos formandos.

Tabela 9: Natureza das ações de formação dinamizadas pelos formadores

Natureza da(s) ação(ões) de formação fa

Oficina de Formação 9

Ação de curta duração 6

Curso de Formação 6

Ciclo de estudos 2

Seminário 1

uma formação de 50 horas 0

Sessão aberta prática sobre o uso do Cl… 0

a

Quando questionados os formadores sobre a(s) forma(s) como interpretam as sua(s) ação(ões) de formação e de que forma esta contribuíram para a inovação das práticas docentes, percebe-se que estes consideram que as ações desenvolvidas promoveram mudança ao nível das práticas pedagógicas, e referem a possibilidade da “mudança de mentalidades no que concerne às metodologias a utilizar, ao desenvolvimento das áreas de competência do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, bem como ao nível da avaliação formativa como prática ao serviço de ensino e da aprendizagem. Ao nível da diversificação dos espaços de aprendizagem, os formadores destacam a utilização da biblioteca, as saídas de campo, bem como os museus. Os formadores também destacam a importância da utilização das tecnologias como recursos e ferramentas didáticas, como se pode observar na tabela que se segue.

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Tabela 10: Contributos para a inovação nas ações de formação dinamizadas, na perspetiva dos formadores

Contributos para a inovação fa

Na promoção da mudança ao nível das práticas pedagógicas 4

Diversificação dos espaços de aprendizagem 3

Utilização das tecnologias 3

Pertinência e Novidade da Temática 2

Formação à distância 1

Sem categoria 4

Ao questionarmos os formadores sobre o contributo que as ações de formação dinamizadas por eles tiveram no campo das alterações das práticas pedagógicas percebemos que todos consideram que as suas ações foram indutoras de processos de mudança, como se pode perceber pelo gráfico que segue.

Gráfico 2: Contributos para a prática pedagógica

Na sequência da resposta à questão interior, metade dos formadores também responde que as ações de formações por si dinamizadas impactam ao nível da mudança das práticas pedagógicas e colaborativas, bem como a utilização das tecnologias, recursos didáticos e outros espaços de modo a potenciar as aprendizagens. As respostas a esta questão estão alinhadas com o que os mesmos referem sobre os contributos para a inovação. A tabela que se segue mostra a análise dos dados dos formadores.

Tabela 11: Contributos para a transformação pedagógica, na perspetiva dos formadores

Contributos para a transformação da prática pedagógica fa

Mudança das Práticas pedagógicas e colaborativas 9 Utilização de novas tecnologias e outros recursos didáticos 5

Diversificação dos espaços de aprendizagem 2

Aprofundamento de outras temáticas 1

Nada a assinalar 2 0 0 0 8 10 0 2 4 6 8 10 12 1 2 3 4 5 Formadores

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Página 16 de 27 Na mesma linha do referido anteriormente, os formadores referem que as ações de formação que dinamizaram permitiu aprofundar outras temáticas relacionadas com os temas propostos nas ações de formação, permitiu utilizar outros recursos didáticos, diversificar os espaços de aprendizagem, e ,ainda, trabalhar colaborativamente e apropriarem-se em relação aos diferentes normativos legais. A tabela que se segue sintetiza esses dados.

Tabela 11: Aprendizagens dos formandos, na perspetiva dos formadores

Enumere algo que os formandos possam ter aprendido? fa

Aprofundamento de outras temáticas 8

Utilizar outros recursos didáticos 4

Diversificar os espaços de aprendizagem 3

Trabalhar colaborativamente 2

Atualização em relação aos normativos legais 2

Sem categoria 1

Ao questionarmos sobre a(s) forma(s) como as suas ações de formação contribuíram para a melhoria do sucesso educativo dos alunos percebemos que os formadores destacam o incentivo a novas práticas, mais flexíveis e ativas, incentivando os alunos a experimentar, explorar e investigar em outros espaços de aprendizagem. Paralelamente, os formadores consideram que as suas ações de formação promoveram a reflexão sobre as práticas pedagógicas. Destaca-se, também, o facto de terem referido que estas ações contribuíram para a melhoria da autoestima dos professores e a partilha de práticas. Sintetizamos os dados referidos na tabela que se segue.

Tabela 12: Contributos para o sucesso educativo dos alunos, na perspetiva dos formadores

Contributos para a melhoria do sucesso educativo dos alunos fa

Incentivou novas práticas mais flexíveis e ativas 10 Promoveu a reflexão sobre as práticas pedagógicas 3

Incentivou novos espaços de sala de aula 2

Melhorou a autoestima dos professores 1

Partilha de práticas 1

Sem categoria 1

3. Perceções dos Formandos

Dos 92 formandos que aceitaram responder ao questionário referem ter participado em ações de formação, sendo que apenas um refere não ter participado em qualquer ação durante o letivo 2019/2020.

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Página 17 de 27 Assim:

• 62 formandos frequentaram em apenas uma ação de formação; • 21 formandos participaram em duas ações de formação;

• 5 formandos frequentaram três ações de formação; • 2 formandos em 2 ações de formação:

• Apenas 1 formando refere ter participado em 5 ações de formação.

Quando os questionados sobre a natureza das ações de formação que frequentaram percebemos que 59 formandos frequentaram oficinas de formação, 30 frequentaram cursos de formação e 16 deles participaram em ações de curta duração. Apenas dois formandos indicam ter participados em ciclo de estudos.

Consideramos que seria importante questionar os formandos sobre as metodologias utilizadas no decurso da formação e a o impacto desses contributos para a sua prática pedagógica e para o sucesso educativo dos alunos.

Ao analisarmos as respostas dos inquiridos sobre a pertinência das metodologias utilizadas pelos formandos percebemos que a larga maioria avalia de forma muito positiva a ação dos formadores sendo que apenas dois formandos classificam razoável/satisfatória essa ação.

Gráfico 3: Pertinência das metodologias das ações de formação, na perspetiva dos formandos

0 0 2 31 49 0 10 20 30 40 50 60 1 2 3 4 5 Formandos

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Página 18 de 27 Ao questionarmos sobre os contributos da formação para a melhoria da sua prática pedagógica percebemos que a tendência se mantém, com a maioria dos formandos a referir que as ações de formação têm um impacto muito positivo nas suas práticas. O gráfico que se segue apresenta as respostas dos formandos a essa questão.

Gráfico 4: Contributos para a prática pedagógica, na perspetiva dos formandos

Na sequência da pergunta anterior pedimos aos formandos que refletissem sobre a forma como a formação impactou na sua ação didática ou na perspetiva que têm sobre a Escola. A análise das respostas dos formandos revelou que estes reconhecem e destacam a sua importância para:

• a diversificação das metodologias (17 respostas);

• colmatar lacunas no conhecimento sobre determinadas temáticas (16 respostas);

• a reflexão sobre as práticas pedagógicas incentivando metodologias mais flexíveis e ativas (16 respostas);

• a utilização de novas ferramentas didáticas, onde se inclui as digitais (15 respostas);

• a promoção do trabalho colaborativo (8 respostas);

• a diversificação pedagógica como forma de combater o insucesso escolar (5 respostas);

• a utilização da biblioteca escola como espaço promotor de aprendizagem (4 respostas); 0 0 4 33 45 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 1 2 3 4 5 Formandos

(19)

Página 19 de 27 • a reflexão sobre a avaliação, nomeadamente no esclarecimento sobre os princípios da avaliação formativa, sumativa e tipos de instrumentos de avaliação (4 respostas).

Apresentamos, em seguida, a análise das respostas dos formandos sobre os contributos da formação para a melhoria do sucesso educativo dos alunos e como seria expectável as respostas são muito diversificadas mas revelam que as principais razões apontadas pelos formandos incidem nos alunos, nas práticas pedagógicas dos professores, nas estratégias pedagógicas, nas conceções dos professores e na utilização das ferramentas didáticas.

No que se refere à categoria dos discentes os formandos destacam que as ações de formação contribuíram para o aumento da motivação, da autoconfiança, da autonomia, da participação, da reflexão, da relação entre pares. Na categoria da natureza de contributos para a mudança e melhoria das práticas pedagógicas destacamos o reconhecimento sobre melhoria do seu desempenho, o aumento da disponibilidade e segurança, na proximidade com os alunos e no aprofundamento científico. Os formandos também referem que as ações de formação que frequentaram permitiram diversificar as suas estratégias pedagógicas pois contribuíram para a melhoria da metodologia científica e pedagógica, a utilização dos recursos da biblioteca, o conhecimento e experimentação de novas estratégias e instrumentos de avaliação.

De uma forma geral, os formandos referem que a formação proporcionou uma mudança e um maior conhecimento sobre práticas de ensino/ aprendizagem mais ativas, facilitando a diferenciação pedagógica e o trabalho de maior proximidade com os alunos que apresentavam mais dificuldade. Os formandos também destacam que a formação promoveu a reflexão sobre o ato de aprender, as práticas pedagógicas e a importância do trabalho colaborativo. Por último, surge a utilização de ferramentas didáticas que permitem potenciar o sucesso dos alunos. A tabela que segue sintetiza a análise dos dados sobre os contributos da formação para o sucesso educativo.

Tabela 13: Contributos para o sucesso educativo dos alunos, na perspetiva dos formandos

Contributos para o sucesso educativo dos alunos fa

Desenvolvimento dos alunos 35

Desenvolvimento profissional dos professores 15

Diversificação de estratégias pedagógicas 13

Conceções dos docentes sobre o ato pedagógico 8

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Página 20 de 27 Um outro indicador que nos pareceu pertinente avaliar era a participação dos formandos em ações de formação da responsabilidade de diferentes instituições. Consideramos que esta análise seria interessante por permitir comparar a avaliação sobre a formação organizada pelo CFAE Martins Sarmento com a formação organizada por outras instituições. As respostas dos formandos estão classificadas numa escala de 1 a 5, em que 1 corresponde a "participação reduzida" e ao 5 "participação significativa". Os formandos responderam que as ações em que mais participaram foram as promovidas pelo Agrupamento de Escolas e pelos Centros de Formação de Associação de Escolas, sendo que as ações promovidas pelo CFAE Martins Sarmento são aquelas com maior taxa de participação, o que se mostra como sendo um indicador positivo da qualidade e diversidade da oferta formativa do centro de formação que pode justificar esta “fidelidade”.

Tabela 14: Participação dos formandos em ações de formação

1 2 3 4 5

Ações da responsabilidade do Agrupamento de Escolas 13 7 19 33 20

Ações da responsabilidade de Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE) 18 12 20 29 13

Ações da responsabilidade do CFAE Martins Sarmento 4 0 14 47 27

Ações da responsabilidade da DGE / Ministério da Educação 33 8 26 16 9

Ações da responsabilidade das Autarquias 41 13 18 17 3

Ações da responsabilidade de outras entidades locais 44 12 22 11 3

Ações da responsabilidade de Instituições de Ensino Superior 42 15 19 12 4

Quando questionados sobre os temas de formação a oferecer pelo CFAE,os formandos propõem, também por força das necessidades decorrentes do tempo em que vivemos, a área das TIC e ferramentas digitais. Ao nível da formação específica destacam-se as áreas de:

• Ciências Experimentais; • Expressões;

• Matemática; • Português;

• Educação Especial.

Alguns formandos também referem a importância em dar continuidade a formações que ficaram suspensas por conta da pandemia, e a temas como a autonomia e flexibilidade curricular, o Coaching, a parentalidade e a avaliação. A tabela que se segue sintetiza as respostas dos formandos às temáticas que sugerem.

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Página 21 de 27

Tabela 15: Proposta de temas para futuras ações de formação, na perspetiva dos formandos.

Que temas propõe para futuras iniciativas de formação? fa

TIC e Ferramentas digitais 33

Ciências Experimentais 13

Continuidade de ações de formação 10

Expressões 8

Matemática 5

Português 4

Autonomia e Flexibilidade Curricular 4

Coaching 4

Parentalidade 3

Avaliação 3

(22)

Página 22 de 27 Conclusões: Avaliação da ação do CFAE Martins Sarmento

Da análise SWOT ,com as principais conclusões sobre a avaliação que os diferentes respondentes fizeram da ação do Centro de Formação de Associação de Escolas Martins Sarmento, pode perceber-se que ao mesmo tempo que os diferentes atores locais estão satisfeitos com a diversidade e pertinência da oferta formativa garantida pelo CFAE Martins Sarmento, também referem que existem áreas específicas de formação que careciam de mais oferta. Assim, e tendo em linha de conta que o grande instrumento dos CFAE é o seu plano de formação desenhado em conformidade com as necessidades sinalizadas pro escolas e professores, consideramos que esta deve ser uma orientação que os mesmos devem considerar.

De uma forma geral todos os atores locais que aceitaram participar neste estudo avaliativo, caracterizam muito positivamente a ação desenvolvida pelo CFAE Martins Sarmento.

Gráfico 5: Avaliação da ação do CFAE Martins Sarmento

Apresentamos, de seguida, a análise pormenorizada dos pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades apontadas pelos Diretores e Diretoras, membros da secção de formação, formadores e formandos inquiridos e entrevistados ao abrigo desta avaliação externa.

Ao analisarmos as respostas dos diferentes atores locais percebemos que todos os eles destacam a qualidade e diversidade da oferta formativa, enquanto as Direções,

0 0 0 1 6 0 0 0 1 6 0 0 1 2 16 0 0 2 35 55 0 10 20 30 40 50 60 1 2 3 4 5

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Página 23 de 27 membros da secção de formação e formadores também destacam como ponto muito positivo a relação de proximidade e comunicação com as diferentes escolas. Por sua vez, os formandos também indicam como pontos fortes a qualidade e pertinência dos formadores propostos, assim como a organização da ação do CFAE Martins Sarmento. Apresentamos a tabela que organiza esses dados, estando pintada a cinzento as categorias mais referidas.

Tabela 16: Pontos Fortes do CFAE Martins Sarmento

Pontos fortes Diretores Secção de Formação Formadores Formandos

Relação de proximidade e comunicação com as escolas 6 5 4 0

Dinamismo 1 0 0 2

Qualidade e pertinência dos formadores 1 0 2 23

Qualidade e diversidade da Oferta formativa 2 3 11 27

Criação de microrredes 0 2 0 0

Follow-up da formação 0 1 2 20

Componente Prática 0 0 3 4

Organização do CFAE MS 0 0 3 29

Os respondentes não destacam a existência de pontos fracos, contudo, podemos referir aqueles que foram destacados por alguns dos respondentes (formadores e formandos) que indicam a falta de oferta formativa em áreas específicas de docência, como se referiu ao longo deste relatório, bem como a gestão dos horários tendo em conta a disponibilidade dos formandos e as condições técnicas das ações de formação em que se sente falta de equipamentos técnicos atualizados. A tabela seguinte assinala essas dificuldades.

Tabela 17: Pontos Fracos do CFAE Martins Sarmento

Pontos Fracos Diretores Secção de Formação Formadores Formandos

Oferta formativa em algumas áreas 1 0 4 4

Recursos 1 0 0 0

Follow-up da formação 0 2 0 0

Recursos humanos 0 1 0 0

Gestão dos horários 0 1 4 22

Assiduidade dos Formandos 0 0 2 0

Avaliação dos Formandos 0 0 1 6

Condições técnicas 0 0 3 10

Nada a assinalar 5 4 5 46

As principais ameaças referidas prendem-se com o financiamento, os recursos materiais que dependem de financiamento próprio, bem como fatores externos ao

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Página 24 de 27 funcionamento do CFAE, mas que têm implicações diretas no seu funcionamento, como por exemplo, a legislação. A tabela que se segue sintetiza esses dados.

Tabela 18: Ameaças ao CFAE Martins Sarmento

Ameaças Diretores Secção de Formação Formadores Formandos

Financiamento 2 2 5 7

Recursos humanos e materiais 1 3 5 16

Gestão dos horários 1 1 0 4

Fatores externos 3 2 6 0

Qualidade e Diversidade da Oferta Formativa 0 0 1 1

Nada a assinalar 2 1 5 55

As oportunidades apontadas pelos diferentes atores locais destacam as parcerias que este tem celebrado ao longo de tempo e que têm permitido garantir a diversidade e adequação da oferta formativa, bem como a partilha de boas práticas e a promoção da mudança. Importa destacar também o facto das Direções das escolas apontarem a proximidade às escolas como uma oportunidade, como se pode verificar na tabela que se segue.

Tabela 19: Oportunidades do CFAE Martins Sarmento

Oportunidades Diretores Secção de Formação Formadores Formandos

Parcerias 3 2 3 6

Diversidade e adequação da Oferta Formativa 2 2 10 21

Proximidade à escola 3 0 0 0

Partilha de boas práticas 0 3 3 0

Promoção da mudança das práticas pedagógicas 0 2 4 25

Adequação dos materiais disponibilizados 0 0 1 5

Fatores externos 0 0 2 0

Acompanhamento 0 0 0 3

Nada a assinalar 2 1 2 29

Apresentamos, de seguida, o esquema da análise SWOT da ação do CFAE Martins Sarmento.

(25)

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Figura 1: Análise SWOT da ação do CFAE Martins Sarmento

•Relação de proximidade e comunicação com as escolas •Dinamismo

•Qualidade e pertinência dos formadores •Qualidade e diversidade da Oferta formativa •Criação de microrredes

•Follow-up da formação •Componente Prática •Organização do CFAE MS

Pontos Fortes

•Oferta formativa em algumas áreas •Recursos

•Follow-up da formação •Recursos humanos •Gestão dos horários •Assiduidade dos Formandos •Avaliação dos Formandos •Condições técnicas

Pontos Fracos

•Financiamento

•Recursos humanos e materiais •Gestão dos horários

•Fatores externos

•Qualidade e Diversidade da Oferta Formativa

Ameaças

•Parcerias

•Diversidade e adequação da Oferta Formativa •Proximidade à escola

•Partilha de boas práticas

•Promoção da mudança das práticas pedagógicas •Adequação dos materiais disponibilizados •Fatores externos

•Acompanhamento

(26)

Página 26 de 27 Por último, importa destacar as recomendações que o território deixa ao seu Centro de Formação de Associação de Escolas Martins Sarmento. Da análise das diferentes respostas destaca-se a importância da manutenção das dinâmicas bem-sucedidas e que têm caracterizado a ação deste CFAE. Com uma taxa muito reduzida de respostas também se assinala a necessidade de melhorar a gestão dos horários e a calendarização das formações, bem como a possibilidade de manter a formação online, ou a continuidade dos ciclos de formação suspensos, de acordo com o ilustrado na seguinte tabela em que apresenta a sistematização destes dados.

Tabela 20: Recomendações dos atores locais Recomendações Diretore s Secção de Formação Formadore s Formando s Manter as dinâmicas 4 7 9 0 Maior acompanhamento e divulgação 1 0 2 2

Conclusão de ciclos de formação 0 0 1 0

Formação online 0 0 2 0

Diversidade de formadores 0 0 0 2

Horários e calendarização 0 0 0 5

Oferta formativa específica 0 0 0 2

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Página 27 de 27 Referências Bibliográficas

Documentos Legais

Decreto-Lei n.º 127/2015, (7 de julho de 2015), Aprova as regras a que obedece a constituição e o funcionamento dos Centros de Formação de Associação de Escolas

Bibliografia:

Afonso, N. (2005). Investigação naturalista em educação. Um guia prático e crítico. Porto: Edições ASA.

Fetterman, D. (1997), Empowerment Evaluation and Accreditation in Higher Education. In: Chelimsky E., Shadish W.R. Evaluation for the 21st Century. Thousand Oaks, Sage, pp. 381-394.

Kemmis, S., & McTaggart, R. (1988). The action research planner. Victoria. Australia: Deakin University.

Martins, G. d. O., Gomes, C., Brocardo, J., Pedroso, J., Carrillo, J., Silva, L., . . . Rodrigues, S. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação, DGE

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Referências

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