Editorial
PARTICIPAÇÃO DE EN FERM E I RAS NA
63.0
SESSÃO DA
CON FERtNCIA I NTERNACIONAL DO TRABALHO
Foi realizada em Genebra, Suia, de 1 a 22 de juho deste o, a 63. Sessão da Conferência Intenacioal do Traalho. Rordae que na , Ses
são 61.-, em 1976, tinha havido particiação de enfemeira do Bril, jus tamente indicada ao Ministro do Trabalho pelo Conelho Federal de Enfer magem (COFEN). Este é subordinado ao Ministério do Trabalho coo e sabe. A indicação recaiu em Dra. Amália Corrêa de Cavalho eu
tra -le�a, sendo que esta última não ôde comparecer por otivo de força maior.
Sobre a 61.1 Sessão, de 1976 veja-se o Editorial da Revista Braileira de Enfermagem da ocasião.Da 63.1 S
ss
ão, realizada em 1977, particiou a Prof.a Mia Rsa So-a PInheiro. A Sua inclusão na delegação brasileira foi resultado de solicit ção, em 1977, da atual Presidente do COFEN, Dra. Amália Corês de Car valho. Foi desi�nada como Conselheira Técnia.Pasemos a fazer referência aos trabalos e resultads da 63.- Sesão. Em Genebra, a Prof.a Maria Rsa Sosa Pinheiro intgrou a
Comissão sobre
Pessoal
deEnfermagem,
que
teve 108 membros.Como se sabe, tais órgãos são tripartites, como repr
e
ntantes
de Gover no(
comparável a poder moderador), dos Empregados e dos Empegadores. Nssa representante, acima citda, na Comisão foi do ruo de Goveno. Outro delegado, Sr. Ary Campista, foi representnte dos Empregados.Justificou-se entrar para a agenda da Conferência o asunto essal de
enfermagem,
em vista da problemática que nele existe ns diferentes paíe
s,
principalmente quanto
à
justa remuneràção ao trabalho, e de suas condiões, proteçào à saúde, tempo de trabalho e repouso, segro soial, desenvovimento da carreira e outros.
Como resultado da 63.8 Sesão foi aprovado para er levado aos paí
s
es membros, uma Recomendação, contendo a Introdução e 14 apítuls, omo segue: 1-
Introdução 1 Escopo; II-
Política sobre Serviços de Enferma gem e Pessoal de Enfermagem; III-
Educação e Treinaento; IV-
O Exercício da Enfermagem; V-
Participação; VI-
Denvolvimento da Carreira; VII-
Remuneração; VIII-
Tempo de trabalho e de reouo; IX-
Proteçãoà
saúde; X-
Seguro Social; XI-
Regimes eeciais detrabalho; XII - Alunos de Enferma�em; XIII - Copeação Internacional; XIV - Métodos de Aplicação.
Um item de Recomendação será destacado neste editrial. O pessoal de enfermagem deve ter o direito de, em sofrer penalidade, olicitar disensa de executar açóes que onflitem com suas convicções religiosas, morais ou éticas, informando a chefia obre suas objeçes em tempo hábil. Outro item também que merece destaque é o
mdus faciendi
sobre acordo das questões relativsà
determinação das condições de emprego.Finalizndo, chamams a atenção para tds os que, or dever de ofí cio,tenhnn qu� ver sobre s assuntos enumerados nos 14 capítulos.
É
uma vitória significativa a OIT haver tratado. com certa minúcia destes assunts de grande interesse para nós. s Dele�acis Re�ionais do Trabalho, nas Uni dades da Federação, deverão ter a Reomendação apovada na 63.8 Sessão. A ABEn, que é órgão cultral, e os sindicatos de enfermeiros e os das de mais categorias de psal de enfermagem terão agora matéria escífica, de seu interee; para coeguirmos que ejam feitas as alteraçes pertinentes nas condIções de trabalho do essoal de Enfemagem. O Conselho Intenacional de Enfermeiras, em Genebra, na Sessão descrita, por sua repreentante, em nome de mais de um milhão de enfemeiras, ativas em 88 países membr� desse Conelho, ag'adeceu a tdos aqueles que foram resonsáveis or sua colaboração para que viesse a existir a Recomedação dscrita.O pesso�l de enfermagem de todo mundo deverá melhorar-e em suas ondições de trabalho. Além dssa melhora ocasionada pela Recomenda ção da OIT, qual a diretriz, futura, para nós para que um dia o Soal de enfermagem esteja em melhores ondições?
Duas saídas se delineiam para o esoal de enfermagem, nesta matéria.
A primeira seria formar ooperativas de prstaço de asistência
à
saúde, ob a forma do que há de melhor em cooerativismo. Médicos, enfermeiros e tods os da equipe de saúde poderiam e reunir sem fins lucrativs, para darboa
asistência de saúde. O governo apoiaria, e suas cotas poderiam er utili zadas ara custear os es de capital (prédio e equipamento hospitalar). Não eia ireal pensar nisto: em Geebra os representantes dos Goveros votaram a favor dos interes.les do pessoal de enfermagem.A outra aída seria, pela educação, cada categoria do pesoal de enfer magem, pro�redir gradualmente. Atendente ser formado em escola de auxi liar de enfermagem, estes, em escola de técnicos de enfermaem, s técnicos cursarem graduação de enferma�em e os enfermeiros, depois do exercício como bons generalistas, se encaminharem para esecialidades (clínicas, de sanita ristas ou nas carreiras de magistério de enfermagem).
A lição de Genebra dita-nos uma diretriz: ação. Devemos fazer preva-1ecer s valores intelectuais, éticos e de utilitarismo, vencendo as
dificulda-des de nossa vida do trabalho.