Corrida à Bolsa Telecom recua em conjunto Bovespa à espera de dados da China Bolsa à espera de dados da China...

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XP Investimentos Clipping da imprensa

Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 às 09h06

Institucional | XP Investimentos

O Globo | BR

Corrida à Bolsa . . . . 2

ECONOMIA | BRUNO VILLAS BÔAS

Jornal do Commercio RJ | RJ

Telecom recua em conjunto . . . . 5

SEU DINHEIRO | DIOGO MARTINS

Jornal do Commercio RJ | RJ

Bovespa à espera de dados da China . . . . 7

Jornal do Commercio RJ | RJ

Bolsa à espera de dados da China . . . . 7

SEU DINHEIRO

Globo.com | RJ

Corrida à Bolsa: empresas brasileiras devem captar até R$ 51 bi na Bovespa este ano . . . . 10

ECONOMIA

17 de janeiro de 2011 | Folha.com | SP

Bovespa recua 0,47% no fechamento; ações da Vale evitam queda ainda maior . . . . 11

17 de janeiro de 2011 | BOL - Brasil Online | BR

Bovespa recua 0,47% no fechamento; ações da Vale evitam queda ainda maior . . . . 13

ECONOMIA

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 O Globo/BR | Página 23 Institucional | XP Investimentos

Corrida à Bolsa

ECONOMIA

Empresas brasileiras devem captar até R$51 bi na Bo- vespa este ano. Objetivo é investir e comprar rivais Bruno Villas Bôas

O forte ritmo de crescimento da economia vai pro- vocar este ano uma corrida de empresas brasileiras para captar dinheiro de investidores na Bolsa de Va- lores de São Paulo (Bovespa). Elas devem levantar, somadas, de R$42 bilhões a R$51 bilhões até de- zembro, com o objetivo de financiar projetos de ex- pansão e adquirir rivais no mercado, segundo estimativas do banco BTG Pactual. O valor inclui as ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês, quando uma empresa abre capital e lança ações em Bolsa) e também novas emissões por companhias que já têm papéis em pregão (conhecidas como fol- low-on).

Somente nos próximos três meses, nove empresas de- vem captar entre R$6 bilhões e R$7 bilhões na Bo- vespa nesses dois tipos de ofertas, segundo estima o Itaú BBA, banco de atacado do Itaú Unibanco. São companhias de setores como consumo, energia, me- talurgia e saneamento. O banco prevê que até abril haverá um total de 25 ofertas, número que supera as 23 operações feitas em todo o ano passado.

Fábio Nazari, responsável pela área de mercado de capitais do BTG Pactual, afirma que o apetite dos in- vestidores brasileiros e estrangeiros permite às em- presas captarem recursos com emissão de ações. No ano passado, aplicadores de outros países par- ticiparam de 52,8% das ofertas, segundo dados da Bolsa. Ele explica que a crise fiscal vivida por países da Europa foi assimilada pelo mercado e apenas um cenário muito mais grave vai atrapalhar.

- As últimas captações feitas pelas empresas tiveram uma procura até dez vezes maior que a quantidade de ações oferecidas. Existe uma corrida desenfreada, mas com fundamentos, o que é muito bom. Está todo

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 O Globo/BR Institucional | XP Investimentos

Continuação: Corrida à Bolsa

mundo ganhando dinheiro - explica o executivo do BTG Pactual, banco que coordenou 22 ofertas que, somadas, movimentaram US$5,332 bilhões no ano passado.

Companhias médias serão destaque

Neste momento estão em avaliação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os pedidos de IPOs de empresas como Sonae Sierra (shopping centers), Au- tometal (metalúrgica), Desenvix (energia re- novável), QGEP Participações (empresa de petróleo do Grupo Queiroz Galvão), Arezzo (calçados) e Companhia de Águas do Brasil (empresa de sa- neamento da Galvão Engenharia).

Também são aguardadas para este ano a abertura de capital de empresas como Magazine Luiza (ves- tuário), Cedae (saneamento no Rio), XP In- vestimentos (corretora) e possivelmente da Infraero (estatal de aeroportos). Mas elas ainda não enviaram pedido de registro da oferta para a CVM. Outras sete empresas que já negociam ações na Bolsa aguardam aprovação do órgão regulador do mercado para emi- tir mais papéis, como Vulcabrás (dona de marcas co- mo Azaleia) e Brasil Brokers (setor imobiliário).

Segundo Cristina Pereira, diretora de De- senvolvimento da BM&F Bovespa, as empresas de médio porte devem ser o destaque das ofertas pú- blicas daqui para frente. São companhias que têm di- ficuldade de acesso a linhas de financiamento internacional para captar recursos e veem na Bo- vespa uma alternativa de custo menor para se financiar.

- Queremos atrair 200 novas empresas para a Bolsa até 2015 e, com certeza, serão em sua maioria com- panhias de médio porte, independentemente do seg- mento de atuação. É uma meta ambiciosa, mas ainda é pouco frente ao enorme desafio de tornar o mercado de capitais uma fonte viável de financiamento para as empresas - diz Cristina.

Mesmo com o avanço do mercado, o volume total es- perado de IPOs e follow-ons não deve superar o visto no ano passado, quando as ofertas somaram R$149 bilhões, um aumento de 224,6% em relação ao ano anterior. Isso porque, no ano passado, a Petrobras rea- lizou a maior capitalização da História, ao levantar R$120 bilhões na Bovespa. Especialistas afirmam que os números da Petrobras distorcem as es- tatísticas. O ano passado, na verdade, foi fraco para captação via Bolsa da maioria das empresas até o tér- mino da oferta da Petrobras, que mobilizou atenções e recursos.

- Se você olhar somente o número de IPOs, por exem- plo, que não considera os dados da Petrobras, vai no- tar que houve uma queda de 53% nas ofertas. Muitas empresas adiaram a abertura de capital para não con- correr com a Petrobras - afirma um executivo.

Segundo Márcio Yamashita, gestor de renda variável da Gradual Investimentos, as políticas monetárias expansionistas nos Estados Unidos e na Europa cria- ram um cenário favorável para busca de ativos de ris- co este ano, o que poderá contribuir para o sucesso das ofertas das empresas.

- O cenário econômico mundial tem melhorado aos poucos, com indicadores dos EUA surpreendendo positivamente. Isso não significa, porém, que todas as empresas vão captar quanto querem e ao preço que querem. O mercado vai olhar a qualidade da empresa e decidir - explica Yamashita.

Recuperação dos EUA contribui

Julie Teigland, líder da Ernst & Young para mer- cados em crescimento, afirma que o Brasil vai de- sempenhar um papel importante no mercado mundial de IPOs, ao lado de países asiáticos como China, Ín- dia e Coreia do Sul. Ela prevê grandes ofertas no setor de matérias-primas, como mineração e metálicos. E acredita também em novos IPOs de empresas do se- tor de tecnologia.

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 O Globo/BR Institucional | XP Investimentos

Continuação: Corrida à Bolsa

- Existe uma recuperação em curso nos mercados mundiais. Isso aconteceu no ano passado e continua este ano. Estados Unidos e Europa estão se re- cuperando, mesmo que lentamente, o que é positivo.

E temos um forte fluxo de projetos de companhias, o que faz com que tenhamos grandes IPOs este ano - afirma Julie, por telefone, de Londres.

Ela acredita que recursos captados no exterior (fun- ding internacional) terão um papel importante para o sucesso dessas ofertas públicas de ações. Mas acres-

centa que tudo dependerá do apetite por risco desses investidores.

- Quando um investidor compra ações de uma em- presa no exterior, ele assume não apenas o risco da- quela empresa, mas também da oscilação da moeda do país. Não sei até que ponto isso pode interferir. Vai depender do apetite por risco dos investidores e das avaliações dos mercados que eles fizerem - conclui Julie.

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 Jornal do Commercio RJ/RJ | Página B01 Institucional | XP Investimentos

Telecom recua em conjunto

SEU DINHEIRO

DIOGO MARTINS

Todas as ações de telecomunicações integrantes do Ibovespa caíram no pregão de ontem, liderando as baixas do dia, em movimento de realização de lucros.

O setor foi o de melhor desempenho na última se- mana e segue bem cotado pelas corretoras em ce- nários de longo e médio prazos.

As ações preferenciais da TIM tombaram 4,23%, sendo negociados no fechamento da sessão a R$

5,88, ao passo que os papéís ordinários da empresa perderam 2,65%, a R$ 7,34. Telenorte Leste Par- ticipações (Oi) também esteve entre as baixas mais expressivas, e suas ações preferenciais des- valorizaram-se 1,74%, para R$ 26,53.

Contra a TIM, pesou também decisão da Justiça Fe- deral, proibindo a companhia de comercializar novas linhas ou fazer a portabilidade no Rio Grande do Nor- te.

Na avaliação de Fausto Gouveia, economista-chefe da Legan Asset Management, o mau desempenho das empresas de telefonia foi pontual, não refletindo as expectativas para o setor. O economista diz que muitos investidores voltaram a procurar o papéis do segmento, por estarem defasados em relação ao Ibo- vespa, e não terem acompanhado a valorização do principal índice da bolsa brasileira após a crise mun- dial.

Além disso, Gouveia acrescenta que os fundamentos das empresas dificultaram sua performance na Bo- vespa.

"O setor de telefonia perdeu força pelo en- dividamento das empresas e seus grandes volumes de investimentos, o que levou investidores a não di- recionarem seus recursos àquele segmento", analisa Fausto Gouveia.

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 Jornal do Commercio RJ/RJ Institucional | XP Investimentos

Continuação: Telecom recua em conjunto

Nesta semana, a área de Análise da XP In- vestimentos está recomendando Brasil Telecom PN, que no primeiro pregão do período caiu 0,53%, a R$

13,12. A corretora entende que a empresa tem apre- sentado melhorias em seus fundamentos, como cres- cimento das margens e redução nos custos operacionais.

A XP projeta aumento na distribuição dos di- videndos, estimando que R$ 3,4 bilhões entrem no caixa da empresa devido aos serviços oferecidos em 2010.

O movimento de altas foi encabeçado por Braskem PN, que ganhou 3,63%, a R$ 20, seguido por Hyper- marcas ON (2,07%, a R$ 22,20), AmBev PN (1,77%, a R$ 47,66), e Vale ON (1,57%, a R$ 60,17). A Alpes Corretora avalia que ativos ligados à economia in- terna continuarão se valorizando, mesmo com o pro- vável aumento na taxa básica de juros (Selic), previsto para esta semana. O ajuste monetário de- verá diminuir as margens das empresas desse nicho, mas não terão força para comprometer suas per- spectivas.

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 Jornal do Commercio RJ/RJ | Página Capa Institucional | XP Investimentos

Bovespa à espera de dados da China

Na primeira sessão de uma semana em que os in- dicadores da China (entre eles, o Produto Interno Bruto do quarto trimestre) e os desdobramentos da crise da dívida soberana europeia vão ser os prin- cipais fatores monitorados pelos investidores, a bolsa brasileira fechou em baixa, após uma sessão de mo- vimento fraco e sem rumo definido, por conta, so- bretudo, de um feriado nos Estados Unidos. O Ibovespa recuou 0,47%, para 70.609 pontos.

B-1

Bolsa à espera de dados da China

SEU DINHEIRO

AÇÕES - Mercado viveu ontem um dia de in- definição e poucos negócios, com feriado mantendo bolsas americanas fechadas. Vale foi destaque iso- lado, em dia de perda de 0,47% para o Ibovespa. Se- mana terá indicadores de inflação e PIB chineses DA REDAÇÃO

Na primeira sessão de uma semana em que os in- dicadores da China e os desdobramentos da crise da dívida soberana europeia vão ser os principais fa- tores monitorados pelos investidores, a Bolsa fechou em baixa, após uma sessão de movimento fraco e sem rumo definido, por conta, sobretudo, de um fe- riado nos Estados Unidos. Os papéis da Vale, no en-

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 Jornal do Commercio RJ/RJ Institucional | XP Investimentos

Continuação: Bolsa à espera de dados da China

tanto, brilharam e limitaram as perdas do Ibovespa, que recuou 0,47%, a 70.609 pontos. No mês e no ano, os ganhos atingem 1,88%. Na mínima da sessão, re- gistrou 70.544 pontos (-0,56%) e, na máxima, 70.940 pontos (estabilidade). O giro do pregão foi de R$ 8,68 bilhões - incluindo R$ 3,78 bilhões do exercício de opções sobre ações.

"O vencimento turbinou um pouco, mas acho que es- se desempenho meio morno está em linha com o dia.

Não houve nenhum indicador, nada que servisse co- mo 'driver' para os mercados", disse o eco- nomistachefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa.

Para ele, a bateria de indicadores econômicos na Chi- na - inclusive o Produto Interno Bruto (PIB) do quar- to trimestre -, com divulgação prevista para a madrugada de quinta-feira.

deverá dar o tom do mercado acionário doméstico.

"Esses dados acabarão determinando como vai ser o aperto monetário, a desaceleração que o governo chi- nês vai precisar impor à economia." Além do PIB, sairão também os dados de produção industrial, ven- das no varejo, inflação ao consumidor e ao produtor referentes ao mês de dezembro.

Atenção em especial deve ser dada aos dados da in- flação, que chegou a 5,1% ao ano em novembro e de- ve fechar o ano de 2010 acima da meta estabelecida pelo governo (de 3%), em 4,6%. A produção in- dustrial e as vendas no varejo ainda devem seguir crescendo a níveis fortes, porém as vendas no varejo devem ter um ritmo de expansão maior que a da pro- dução industrial, segundo o Banco Fator.

VALE. No pregão de ontem, a ação mais negociada foi a preferencial da Vale, que fechou em alta de

1,23%, a R$ 52,86. A mineradora é uma das ações apontadas pela equipe de análise do braço de in- vestimentos do Banco do Brasil como provável des- taque em 2011, justamente pela expectativa de continuidade da forte demanda chinesa e de sus- tentação dos patamares elevados para a cotação do minério de ferro. A equipe do BB Investimentos tam- bém projetou alta de 24% para o Ibovespa neste ano.

A segunda ação mais negociada neste pregão foi a preferencial da Petrobras, com baixa de 0,36%, a R$

27,45. Apesar da queda, muitos analistas receberam bem os dados referentes às reservas provadas de pe- tróleo em 2010, divulgados na sextafeira à noite.

Investidores e analistas estiveram atentos à reunião dos ministros de Finanças europeus, em meio ao de- bate sobre a ampliação do fundo de 440 bilhões de eu- ros, que enfrenta a oposição da Alemanha e segue sem um possível acordo no horizonte.

Com os mercados americanos reabertos, várias em- presas importantes revelam hoje seus números do quarto trimestre, com destaque para Apple, Delta Airlines, Citigroup, Charles Schwab e Western Di- gital.

"Na nossa visão, os resultados corporativos do quar- to trimestre de 2010, que serão divulgados nos pró- ximos dias, serão um fator determinante para a tendência do mercado ao longo de 2011. Estamos es- perando um crescimento médio no lucro das maiores companhias de capital aberto de mais de 20% neste trimestre", comentam os analistas da XP In- vestimentos.

OPÇÕES. A opção de compra de Petrobras PN a R$

25,71 por ação movimentou R$ 512,6 milhões e li- derou o exercício de contratos de opções sobre ações.

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 Jornal do Commercio RJ/RJ Institucional | XP Investimentos

Continuação: Bolsa à espera de dados da China

No total, o exercício movimentou R$ 3,77 bilhões no segmento Bovespa, sendo R$ 3 bilhões em opções de compra e R$ 773,8 milhões em opções de venda, se- gundo informou a BM&FBovespa.

Entre as opções que registraram forte volume fi- nanceiro neste exercício também se destacaram: Va- le PNA a R$ 51,26 por ação movimentou R$ 376,1

milhões em opções de compra; Vale PNA a R$ 49,26 por ação movimentou R$ 341,1 milhões em opções de compra. CSN ON a R$ 34,50 por ação mo- vimentou R$ 265,3 milhões em opções de venda e CSN ON a R$ 33,50 por ação movimentou R$ 257,6 milhões em opções de venda. (Com agências)

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Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2011 Globo.com - Rio de Janeiro/RJ Institucional | XP Investimentos

Corrida à Bolsa: empresas brasileiras devem captar até R$ 51 bi na Bovespa este ano

ECONOMIA RIO - O forte ritmo de crescimento da economia vai

provocar este ano uma corrida de empresas bra- sileiras para captar dinheiro de investidores na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Elas devem le- vantar, somadas, de R$ 42 bilhões a R$ 51 bilhões até dezembro, com o objetivo de financiar projetos de ex- pansão e adquirir rivais no mercado, segundo es- timativas do banco BTG Pactual. O valor inclui as ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês, quando uma empresa abre capital e lança ações em Bolsa) e também novas emissões por companhias que já têm papéis em pregão (conhecidas como fol- low-on).

Somente nos próximos três meses, nove empresas de- vem captar entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões na Bo- vespa nesses dois tipos de ofertas, segundo estima o Itaú BBA, banco de atacado do Itaú Unibanco. São companhias de setores como consumo, energia, me- talurgia e saneamento. O banco prevê que até abril haverá um total de 25 ofertas, número que supera as 23 operações feitas em todo o ano passado.

Fábio Nazari, responsável pela área de mercado de capitais do BTG Pactual, afirma que o apetite dos in- vestidores brasileiros e estrangeiros permite às em- presas captarem recursos com emissão de ações. No ano passado, aplicadores de outros países par- ticiparam de 52,8% das ofertas, segundo dados da Bolsa. Ele explica que a crise fiscal vivida por países da Europa foi assimilada pelo mercado e apenas um cenário muito mais grave vai atrapalhar.

- As últimas captações feitas pelas empresas tiveram uma procura até dez vezes maior que a quantidade de ações oferecidas. Existe uma corrida desenfreada, mas com fundamentos, o que é muito bom. Está todo mundo ganhando dinheiro - explica o executivo do BTG Pactual, banco que coordenou 22 ofertas que, somadas, movimentaram US$ 5,332 bilhões no ano passado.

Companhias médias serão destaque

Neste momento estão em avaliação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os pedidos de IPOs de empresas como Sonae Sierra (shopping centers), Au- tometal (metalúrgica), Desenvix (energia re- novável), QGEP Participações (empresa de petróleo do Grupo Queiroz Galvão), Arezzo (calçados) e Companhia de Águas do Brasil (empresa de sa- neamento da Galvão Engenharia).

Também são aguardadas para este ano a abertura de capital de empresas como Magazine Luiza (ves- tuário), Cedae (saneamento no Rio), XP In- vestimentos (corretora) e possivelmente da Infraero (estatal de aeroportos). Mas elas ainda não enviaram pedido de registro da oferta para a CVM. Outras sete empresas que já negociam ações na Bolsa aguardam aprovação do órgão regulador do mercado para emi- tir mais papéis, como Vulcabrás (dona de marcas co- mo Azaleia) e Brasil Brokers (setor imobiliário).

Leia a íntegra da reportagem na edição do Globo Di- gital (exclusivo para assinantes)

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Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2011 Folha.com - São Paulo/SP | Página Institucional | XP Investimentos

Bovespa recua 0,47% no fechamento; ações da Vale evitam queda ainda maior

DE SÃO PAULO

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) não saiu do campo negativo durante todo o pregão desta se- gunda-feira. A ausência das Bolsas americanas, por conta de um feriado local marcou os negócios hoje, provocou o já esperado esvaziamento das operações.

Investidores e analistas estiveram atentos à reunião dos ministros de Finanças europeus, em meio ao de- bate sobre a ampliação do fundo de 440 bilhões de eu- ros, que enfrenta a oposição da Alemanha e segue sem um possível acordo no horizonte.

O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa pau- lista, recuou 0,47% no fechamento, aos 70.609 pon- tos. O giro financeiro foi de R$ 8,66 bilhões. O giro foi inflado pelo vencimento de opções, que mo- vimentou R$ 3,77 bilhões.

Opções são contratos em que se negociam direitos de compra ou de venda de um ativo (no caso, ações), que devem ser exercidos até um determinado prazo. Fo- ram negociados R$ 3 bilhões em opções de compra e R$ 773,8 milhões em opções de venda.

As Bolsas europeias também encerraram os ne- gócios de hoje com perdas, a exemplo de Londres (queda de 0,27%) e Paris (baixa de 0,19%).

A queda do Ibovespa somente não foi mais acentuada porque as ações da Vale serviram de "anteparo". Mo- vimentando mais de R$ 1 bilhão em negócios, as ações da mineradora valorizaram em torno de 1,2%

neste pregão.

A China, um dos maiores importadores mundiais de commodities metálicas, divulga seu PIB (Produto In- terno Bruto) na próxima quinta-feira.

O dólar comercial foi negociado por R$ 1,683, em baixa de 0,11%.

A agenda econômica do dia teve alguns poucos in- dicadores domésticos de destaque. O boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro espera uma in- flação ainda mais alta para este ano, em torno de 5,42% (projeção do IPCA). Um dos primeiros ín- dices de preços relativos a janeiro, o IGP-10, reforçou essas expectativas, ao apresentar uma leitura de 0,49% em janeiro, ante prognósticos de 0,42% para o período.

E a balança comercial brasileira registrou um su- peravit de US$ 496 milhões na segunda semana de ja- neiro. Neste ano, o saldo positivo acumulado é de apenas US$ 10 milhões.

EMPRESAS

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Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2011 Folha.com - São Paulo/SP Institucional | XP Investimentos

Continuação: Bovespa recua 0,47% no fechamento; ações da Vale evitam queda ainda maior

Analistas mostram expectativas positivas para a tem- porada de balanços corporativos, que ganha in- tensidade nas próximas semanas no Brasil, mas que já começou desde a semana passada nos EUA. Ama- nhã, várias empresas importantes revelam seus números do quarto trimestre: Apple, Delta Airlines, Citigroup, Charles Schwab e Western Digital.

"Na nossa visão, os resultados corporativos do quar- to trimestre de 2010 que serão divulgados nos pró-

ximos dias serão um fator determinante para a tendência do mercado ao longo de 2011. Estamos es- perando um crescimento médio no lucro das maiores companhias de capital aberto de mais de 20% neste trimestre", comentam os analistas da XP In- vestimentos, em relatório aos clientes distribuído nesta semana.

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Bovespa recua 0,47% no fechamento; ações da Vale evitam queda ainda maior

ECONOMIA

DE SÃO PAULO

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) não saiu do campo negativo durante todo o pregão desta se- gunda-feira. A ausência das Bolsas americanas, por conta de um feriado local marcou os negócios hoje, provocou o já esperado esvaziamento das operações.

Investidores e analistas estiveram atentos à reunião dos ministros de Finanças europeus, em meio ao de- bate sobre a ampliação do fundo de 440 bilhões de eu- ros, que enfrenta a oposição da Alemanha e segue sem um possível acordo no horizonte.

O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa pau- lista, recuou 0,47% no fechamento, aos 70.609 pon- tos. O giro financeiro foi de R$ 8,66 bilhões. O giro foi inflado pelo vencimento de opções, que mo- vimentou R$ 3,77 bilhões.

Opções são contratos em que se negociam direitos de compra ou de venda de um ativo (no caso, ações), que devem ser exercidos até um determinado prazo. Fo- ram negociados R$ 3 bilhões em opções de compra e R$ 773,8 milhões em opções de venda.

As Bolsas europeias também encerraram os ne- gócios de hoje com perdas, a exemplo de Londres (queda de 0,27%) e Paris (baixa de 0,19%).

A queda do Ibovespa somente não foi mais acentuada porque as ações da Vale serviram de "anteparo". Mo- vimentando mais de R$ 1 bilhão em negócios, as ações da mineradora valorizaram em torno de 1,2%

neste pregão.

A China, um dos maiores importadores mundiais de commodities metálicas, divulga seu PIB (Produto In- terno Bruto) na próxima quinta-feira.

O dólar comercial foi negociado por R$ 1,683, em baixa de 0,11%.

A agenda econômica do dia teve alguns poucos in- dicadores domésticos de destaque. O boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro espera uma in- flação ainda mais alta para este ano, em torno de 5,42% (projeção do IPCA). Um dos primeiros ín- dices de preços relativos a janeiro, o IGP-10, reforçou essas expectativas, ao apresentar uma leitura de 0,49% em janeiro, ante prognósticos de 0,42% para o período.

E a balança comercial brasileira registrou um su- peravit de US$ 496 milhões na segunda semana de ja- neiro. Neste ano, o saldo positivo acumulado é de apenas US$ 10 milhões.

EMPRESAS

Analistas mostram expectativas positivas para a tem- porada de balanços corporativos, que ganha in- tensidade nas próximas semanas no Brasil, mas que já começou desde a semana passada nos EUA. Ama- nhã, várias empresas importantes revelam seus

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Continuação: Bovespa recua 0,47% no fechamento; ações da Vale evitam queda ainda maior

números do quarto trimestre: Apple, Delta Airlines, Citigroup, Charles Schwab e Western Digital.

"Na nossa visão, os resultados corporativos do quar- to trimestre de 2010 que serão divulgados nos pró- ximos dias serão um fator determinante para a tendência do mercado ao longo de 2011. Estamos es- perando um crescimento médio no lucro das maiores

companhias de capital aberto de mais de 20% neste trimestre", comentam os analistas da XP In- vestimentos, em relatório aos clientes distribuído nesta semana.

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