• Nenhum resultado encontrado

INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 2017

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 2017"

Copied!
83
0
0

Texto

(1)

INFORMAÇÕES

CONTÁBEIS

(2)

DECLARAÇÃO DO CONTADOR - COM RESSALVAS SOBRE A

FIDEDIGNIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Declaração do Contador

Denominação Completa (UPC)

Código da UG

26244 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

153114

De acordo com análise realizada nos demonstrativos, balancete e auditores

contábeis (CONDESAUD), declaro que os demonstrativos contábeis constantes do SIAFI

(Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e as Demonstrações das Variações

Patrimoniais e do Fluxo de Caixa), regidos pela Lei n.º 4.320/1964 e pela Norma Brasileira de

Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBC T 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº

1.133/2008, relativas ao exercício de 2017, do órgão 26244 - Universidade Federal do Rio

Grande do Sul, refletem adequada e integralmente a situação orçamentária, financeira e

patrimonial da unidade que apresenta Relatório de Gestão, EXCETO no tocante a:

a) Saldo no valor de R$ 1.585.671,71 na conta 2.1.8.9.1.12.00 - Convênios e

Instrumentos Congêneres Devolvidos;

Estou ciente das responsabilidades civis e profissionais desta declaração.

Local

Porto Alegre

Data

16/02/2018

(3)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Em atendimento às disposições legais e regulamentares vigentes, a Universidade Federal do Rio

Grande do Sul (UFRGS), CNPJ 92.969.856/0001-98, Órgão 26244, Gestão 15235 apresenta as

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis do exercício de 2017.

Constituição, Objeto Social e Contexto Operacional

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com sede em Porto Alegre, capital do estado do Rio

Grande do Sul, criada pelo Decreto Estadual nº 5.758, de 28 de novembro de 1934, e federalizada

pela Lei 1.254, de 04 de dezembro de 1950, é uma autarquia do poder executivo vinculada ao

Ministério da Educação dotada de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão

financeira e patrimonial.

De acordo com o art. 5º de seu Estatuto, a UFRGS tem por finalidade precípua a educação superior

e a produção de conhecimento filosófico, científico, artístico e tecnológico integradas no ensino, na

pesquisa e na extensão.

A Universidade atua no ensino superior nos níveis de graduação (licenciaturas, bacharelados, cursos

superiores de tecnologia) e pós-graduação (stricto e lato sensu), bem como na educação básica com

o Colégio de Aplicação

Para consecução de sua finalidade a Universidade encontra-se estruturada em vinte e sete unidades

de ensino (treze institutos, dez faculdades e quatro escolas), órgãos auxiliares e suplementares

localizados em sete unidades educacionais localizadas em Porto Alegre (campi Centro, Saúde,

Olímpico, Vale Agronomia), Eldorado do Sul, Imbé e Tramandaí.

De acordo com o art. 83 de seu Estatuto, os recursos financeiros da Universidade são provenientes

de:

 Dotações que lhe forem atribuídas nos orçamentos da União, dos Estados e dos Municípios;

 Subvenções e doações;

 Empréstimos e financiamentos;

 Rendas de aplicação de bens e de valores patrimoniais;

 Retribuição de serviços prestados à comunidade;

 Taxas e emolumentos;

 Rendas eventuais;

 Convênios.

(4)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Base de Preparação das Demonstrações Contábeis

As demonstrações contábeis foram elaboradas em consonância com os dispositivos da Lei nº

4.320/1964, do Decreto-Lei nº 200/1967, Decreto nº 93.872/1986, Lei Complementar nº

101/2000,Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – NBCASP (NBC TSP

Estrutura Conceitual, NBC TSP nº 01 a 10, NBC T 16.6 R1 e 16.7 a 16.11); Manual de

Contabilidade Aplicada ao Setor Público – MCASP (7ª Edição), estrutura proposta no Plano de

Contas aplicado ao Setor Público (PCASP) (Portaria STN nº 700/2014) e Manual do Sistema

Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).

As NBC TSP citadas acima guardam correlação com as InternationalPublic Sector Accouting

Standards – IPSAS, tendo em vista que o Brasil é um dos países signatários da convergência às

normas internacionais.

As demonstrações contábeis da UFRGS foram extraídas do SIAFI, sistema utilizado para a

execução orçamentária, financeira e patrimonial do Governo Federal, e são compostas pelas

demonstrações enumeradas pela Lei nº 4.320/1964, pelas demonstrações exigidas pela NBC T 16.6

R1 e pelas demonstrações exigidas pela Lei Complementar nº 101/2000 as quais são:

 Balanço Patrimonial (BP),

 Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP),

 Balanço Orçamentário (BO),

 Balanço Financeiro (BF) e

 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC).

O objetivo principal das demonstrações contábeis é fornecer, aos diversos usuários, informações

sobre a situação econômico-financeira da entidade, quais sejam: a sua situação patrimonial, o seu

desempenho e os seus fluxos de caixa, em determinado período ou exercício financeiro.

As estruturas das demonstrações contábeis contidas nos anexos da Lei nº 4.320/1964 foram

atualizadas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) pela Portaria STN nº 438/2012, em

consonância com os novos padrões da Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP).

Os valores são expressos em Real, moeda oficial do país, e não contemplam arredondamentos.

Resumo dos Principais Critérios e Políticas Contábeis

Conta Única do Governo Federal

Por força do Decreto nº 93.872/1986, todas as receitas e despesas, orçamentárias e

extraorçamentárias, isto é, todos os recebimentos e pagamentos são realizados e controlados em um

caixa único, derivado do princípio da unidade de tesouraria, denominado Conta Única, mantida no

Banco Central do Brasil e gerenciada pela Secretaria do Tesouro Nacional.

(5)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

“orçamento público é o instrumento pelo qual o governo estima as receitas e fixa as despesas para

poder

controlar

as

finanças

públicas

e

executar

as

ações

governamentais”.

(

http://www.transparencia.gov.br/glossario/

).

Os recursos financeiros decorrem da arrecadação das receitas (tributos) pelos entes públicos. A

estimativa das receitas e das despesas é feita com base no comportamento da arrecadação ocorrida

em exercícios anteriores. A previsão e a utilização de recursos públicos dependem de autorização

legislativa, isto é, de uma lei, a denominada Lei Orçamentária Anual (LOA).

Para maior entendimento, “pode-se definir execução orçamentária como sendo a utilização dos

créditos consignados no orçamento ou Lei Orçamentária Anual (LOA). Já a execução financeira,

por sua vez, representa a utilização de recursos financeiros, visando atender a realização dos

projetos e/ou atividades atribuídas às unidades orçamentárias pelo orçamento. A execução

orçamentária está atrelada à execução financeira e vice-versa, pois havendo orçamento e não

existindo o financeiro, não poderá ocorrer a despesa e por outro lado, pode haver recurso financeiro

que não poderá ser gasto, caso não haja disponibilidade orçamentária. ” (

http://www.conass.org.br

).

Assim, mesmo estando a despesa fixada no orçamento, a sua execução está condicionada à

arrecadação das receitas no decorrer do exercício financeiro. Havendo frustração na arrecadação das

receitas, o governo precisa conter a execução orçamentária, ou seja, reduzir a emissão de empenhos

(créditos orçamentários). A “despesa pública é a aplicação (em dinheiro) de recursos do Estado para

custear os serviços de ordem pública ou para investir no próprio desenvolvimento econômico do

Estado. É compromisso de gasto dos recursos públicos, autorizado pelo Poder competente, com o

fim

de

atender

a

uma

necessidade

da

coletividade

prevista

no

orçamento.

(http://www.transparencia.gov.br/glossario).

Receitas e Despesas Orçamentárias

As Receitas Orçamentárias são fontes de recursos utilizadas em programas e ações cuja finalidade

precípua é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade.

As Despesas Orçamentárias são os dispêndios realizados para o funcionamento e manutenção dos

serviços públicos prestados à sociedade.

As Receitas Orçamentárias apresentadas no Balanço Orçamentário são formadas pelas receitas

arrecadadas diretamente pela UFRGS por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU) à Conta

Única. Seu registro contábil é feito diariamente a partir do arquivo de arrecadação encaminhado

pelo Banco do Brasil, que é a instituição financeira responsável pela centralização da arrecadação.

(6)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Eventuais diferenças entre as informações de arrecadação e os registros de classificação no SIAFI

decorrem de registros de reclassificação e retificação de receitas após o seu efetivo ingresso.

Ingressos e Dispêndios Extraorçamentários

A contabilização desses ingressos e dispêndios envolve os recursos que independem de autorização

na lei orçamentária anual, como as entradas compensatórias (cauções e depósitos diversos), no ativo

e passivo financeiros. Depreende-se que seja o fluxo de entradas e saídas de recursos do caixa da

União, mas que não são de sua propriedade, e que tenham caráter devolutivo.

Restos a Pagar

As despesas empenhadas e não pagas até o dia 31 de dezembro do exercício, por não ter havido a

entrega, em tempo hábil, dos produtos adquiridos ou da prestação integral dos serviços; são inscritas

em Restos a Pagar, em atendimento ao artigo 36 da Lei nº 4.320/1964, que as distingue em

processadas e não processadas.

Os restos a pagar não processados são inscritos com base nos saldos credores dos empenhos não

liquidados relativos ao exercício.

No encerramento do exercício, o procedimento de inscrição de despesa em restos a pagar não

processados é precedido de depuração das despesas e anulação de empenhos, ou seja, verificam-se

quais despesas devem ser inscritas e os demais empenhos são anulados.

Os restos a pagar processados correspondem aos demais saldos credores que percorreram os

estágios de empenho e liquidação, restando pendente apenas o estágio de pagamento.

Quanto ao pagamento da despesa inscrita em Restos a Pagar, sejam Processadas ou Não

Processadas, o mesmo deverá ser feito no ano seguinte ao da sua inscrição, porém esse prazo poderá

ser postergado por meio de Decreto Presidencial

Em 23 de dezembro de 2011 foi publicado o Decreto nº 7.654 que atualizou a legislação de restos a

pagar, alterando o artigo 68 do Decreto nº 93.872/1986, e estabeleceu que a inscrição de despesas

como restos a pagar no encerramento do exercício financeiro de emissão da nota de empenho

dependerá da observância das seguintes condições: a inscrição ficará condicionada à indicação pelo

ordenador da despesa; os restos a pagar inscritos na condição de não processados e não liquidados

posteriormente terão validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição e

após essa data permanecerão válidos os restos a pagar não processados que referirem-se a despesas

executadas diretamente pelo órgão com execução iniciada até 30 de junho ou sejam relativos a

despesas do Programa de Aceleração do Crescimento, do Ministério da Saúde ou Ministério da

Educação financiadas com recursos da manutenção e desenvolvimento do ensino.

Para os valores inscritos no exercício de 2011 e 2010 não se aplicou, de acordo com o Decreto nº

7.654/11, a exigência da indicação pelo ordenador de despesa. Já para os valores inscritos a partir

(7)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Essa indicação ocorreu por meio de transação no SIAFI realizada pelo ordenador de despesa ou por

pessoa por ele indicada e com perfil de senha para tal finalidade.

No exercício de 2015 foi publicado o Decreto nº 8.407, em 24/02/2015, que promoveu o bloqueio

dos restos a pagar não processados inscritos até 2014 a exceção dos decorrentes de emendas

individuais discriminados com identificador de Resultado Primário 6, os do Ministério da Saúde, os

do Ministério da Educação financiados com recursos de manutenção e desenvolvimento do ensino e

os do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) inscritos até 31/12/2013.

Durante o exercício foram publicados Decretos permitindo o desbloqueio desses valores desde que

iniciada a execução da despesa: Decreto nº 8.466, de 11/06/2015, permitiu o desbloqueio até

31/08/2015; Decreto nº 8.507, de 25/08/2015, permitiu o desbloqueio até 31/10/2015 e Decreto nº

8.551, de 29/10/2015, permitiu o desbloqueio até 31/12/2015.

Em 2016 foi publicado o Decreto nº 8.795, em 30/06/2016, que prorrogou a validade dos empenhos

decorrentes de emendas individuais com identificador de Resultado Primário 6 até 30/11/2016,

quando a Secretaria do Tesouro Nacional providenciou o bloqueio dos valores que poderiam ser

desbloqueados pelas unidades gestoras executoras até a data de 31/05/2017, segundo o Decreto nº

8.939, de 21/12/2016, desde que atendidas as condições estabelecidas (despesas executadas

diretamente pelo órgão com execução iniciada).

Em 2017 foi publicado o Decreto nº 9.068, em 31/05/2017, que alterou o Decreto nº 8.939, de

21/12/2016, permitindo o desbloqueio até a data de 30/06/2017 e em 30/06/2017 foi publicado o

Decreto nº 9.086 que prorrogou para 30/11/2017 a validade dos restos a pagar inscritos na condição

de não processados e não liquidados referentes às dotações orçamentárias empenhadas no exercício

financeiro de 2015 cujos recursos sejam aplicados de forma indireta mediante transferências ou

decorrentes de emendas individuais discriminadas com identificador de resultado primário 6.

Ajustes de Exercícios Anteriores

Ajustes de Exercícios Anteriores têm a finalidade de registrar os efeitos da mudança de critério

contábil ou da retificação de erro imputável a exercício anterior que não possam ser atribuídos a

fatos subsequentes.Esses ajustes compõem a linha de Resultados Acumulados do balanço

Patrimonial (também composta pelo Resultado do Exercício e pelos Resultados de Exercícios

anteriores), que recebem registros tanto positivos quanto negativos que afetam diretamente o

Patrimônio Líquido do órgão, isto é, sem transitar pelas contas de resultado, por se referir a

exercícios encerrados.

(8)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Caixa e Equivalentes de Caixa

Os valores em caixa e equivalentes de caixa são contabilizados pelo valor de custo. As aplicações

financeiras de liquidez imediata são contabilizadas pelo valor original e suas atualizações apuradas

até a data do Balanço Patrimonial são contabilizadas em contas de resultado.

Créditos

Os direitos referentes a créditos são contabilizados pelo valor original e suas atualizações e ajustes

são contabilizados em contas de resultado.

Estoques

Os bens em almoxarifado são avaliados na entrada pelo valor das aquisições ou da produção ou da

construção. O método para mensuração e avaliação das saídas dos estoques é o custo médio

ponderado, considerando o custo histórico dos materiais e os ajustes são contabilizados em contas

de resultado

Ajuste para Perdas em Créditos

Para constituição do ajuste para perdas em créditos foi utilizada, por similaridade, a metodologia

baseada no histórico de recebimentos passados, conforme consta no MCASP 5ª edição, parte III -

Procedimentos Contábeis Específicos e no Manual SIAFI. Essa metodologia é a mesma utilizada

para o cálculo do ajuste para perdas em dívida ativa.

Ajuste para Perdas em Dívida Ativa Não Tributária

Para constituição do ajuste foi utilizada a metodologia baseada no histórico de recebimentos

passados, conforme consta no MCASP 5ª edição, parte III - Procedimentos Contábeis Específicos e

no Manual SIAFI.

Essa metodologia se baseia na média percentual de recebimentos passados e no saldo atualizado da

conta de dívida ativa não tributária. A média percentual de recebimentos passados utiliza uma

média ponderada dos recebimentos com relação aos montantes inscritos nos três últimos exercícios.

A média ponderada de recebimentos é calculada em cada um dos três últimos exercícios pela

divisão da média mensal de recebimentos em cada exercício pela média anual dos saldos mensais.

A partir da média ponderada dos recebimentos dos três últimos exercícios, calcula-se a média

percentual de recebimentos pela divisão da soma desses percentuais dividida pelo número de meses

correspondentes ao exercício orçamentário.

O ajuste será igual ao saldo da conta dívida ativa menos o percentual da média percentual de

recebimentos multiplicado pelo mesmo saldo da conta de dívida ativa.

Matematicamente:

Média Anual de Saldos Mensais (A) = soma dos saldos mensais na conta Dívida Ativa Não

Tributária ÷ 12

(9)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Média % de Recebimentos (C) = soma das médias ponderadas de cada exercício ÷ 3

Ajuste de Perdas = saldo na conta Dívida Ativa Não Tributária – (C x saldo na conta Dívida Ativa

Não Tributária)

Investimentos

Os valores relativos a participações em empresas são mensurados pelo Método do Custo, pois são

investimentos em que não há influência significativa.

Imobilizado

No imobilizado estão registrados os bens móveis e imóveis da UFRGS pelos seus valores de

aquisição, produção ou construção, conforme o caso. Após o reconhecimento inicial, ficam sujeitos

à depreciação, bem como à redução ao valor recuperável e à reavaliação.

Conforme manual do SPIUnet a avaliação dos imóveis obedece aos seguintes critérios: as

reavaliações dos imóveis cadastrados são elaboradas pelas unidades levando em consideração as

alterações que agregam valor ao patrimônio imobiliário, os valores de reavaliações são calculados

pelo sistema conforme critérios pré-definidos considerando os parâmetros e características

específicas dos imóveis e preços unitários regionais atualizados periodicamente pelas unidades.

Intangível

Os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da atividade pública

ou exercidos com essa finalidade são mensurados ou avaliados com base no valor de aquisição ou

de produção, deduzido o saldo da respectiva amortização acumulada (quando tiverem vida útil

definida).

Depreciação, Amortização e Exaustão

A administração pública direta da União, suas autarquias e fundações começaram a efetuar os

procedimentos de depreciação, amortização e exaustão a partir do exercício contábil de 2010,

momento em que a mudança de critério contábil ficou estabelecida.

Vale destacar que a administração pública federal não praticava até o exercício de 2010

procedimentos para preservar o valor original adequado dos ativos, fazendo com que estes

permanecessem com valores históricos, não configurando uma base monetária inicial confiável para

a aplicação dos procedimentos de depreciação.

O trabalho de adequação de valor dos ativos é complexo, demandando bastante tempo e muitos

recursos humanos, principalmente para aquisições realizadas em exercícios anteriores a 2010. Por

isso o procedimento foi realizado gradativamente respeitando-se o cronograma indicado no Manual

SIAFI sob o código “02.03.30 – Reavaliação, Redução a Valor Recuperável, Depreciação,

(10)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Amortização e Exaustão na Administração Direta da União, Autarquias e Fundações”. Essa

macrofunção, emitida pela STN, estabeleceu definições e procedimentos para o ajuste ao valor

correto dos bens do imobilizado. Estabeleceu, também, um cronograma de implantação para o

período de transição 2010- 2014.

Assim sendo, iniciou-se o procedimento de depreciação pelos bens móveis colocados em condições

de uso a partir de janeiro de 2010, uma vez que estes apresentavam uma base monetária inicial

confiável, não necessitando serem submetidos previamente ao procedimento de reavaliação ou

redução a valor recuperável. Após o encerramento dessa primeira etapa, passou-se a aplicar a

depreciação aos bens adquiridos nos exercícios anteriores, conforme cronograma indicado pelo

Manual SIAFI e após a realização do ajuste de seus valores que ocorreu da seguinte forma: bens

móveis com mais de cinco anos de tempo de vida útil ou com valor original de R$ 0,01 foram

reavaliados usando-se como parâmetro de cálculo o valor médio da descrição padronizada, que é

calculado como a média dos valores originais de bens da mesma descrição tombados, e não

baixados, a partir de 01/01/2000.

A partir de 2015 todos os bens móveis da Universidade passaram a ser depreciados.

A base de cálculo para a depreciação, amortização e exaustão é o custo do ativo imobilizado,

correspondendo tanto os custos diretos como os indiretos.

O método de cálculo dos encargos de depreciação a ser utilizado para toda a administração pública

direta, autárquica e fundacional é o das quotas constantes.

Como regra geral a depreciação será iniciada a partir do primeiro dia do mês seguinte à data da

colocação do bem em utilização.

O órgão deverá seguir a tabela de vida útil, estabelecida para cada grupo de bens a ser depreciado.

Essa definição deve-se à necessidade de padronização de critérios dos órgãos da administração

pública para geração de dados consistentes e comparáveis. Pelo mesmo motivo, o valor residual dos

bens também será padronizado e deverá seguir o especificado no Quadro 01.

(11)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

(ANOS)

RESIDUAL

Aparelhos de Medição e Orientação

15

10%

Aparelhos e Equipamentos de Comunicação

10

20%

Aparelhos, Equipamentos e Utensílios Médicos, Odontológicos,

Laboratoriais e Hospitalares

15

20%

Aparelhos e Equipamentos para Esportes e Diversões

10

10%

Equipamentos de Proteção, Segurança e Socorro

10

10%

Máquinas e Equipamentos Industriais

20

10%

Máquinas e Equipamentos Energéticos

10

10%

Máquinas e Equipamentos Gráficos

15

10%

Máquinas, Ferramentas e Utensílios de Oficina

10

10%

Equipamentos de Montaria

5

10%

Equipamentos e Material Sigiloso e Reservado

10

10%

Equipamentos, Peças e Acessórios para Automóveis

5

10%

Equipamentos, Peças e Acessórios Marítimos

15

10%

Equipamentos, Peças e Acessórios Aeronáuticos

30

10%

Equipamentos, Peças e Acessórios de Proteção ao Voo

30

10%

Equipamentos de Mergulho e Salvamento

15

10%

Equipamentos de Máquinas e Motores Navios de Esquadra

-

-

Equipamentos de Manobras e Patrulhamento

20

10%

Equip. e Sistema de Proteção e Vigilância Ambiental

10

10%

Máquinas, Equipamentos e Utensílios Agropecuários e Rodoviários

10

10%

Equipamentos Hidráulicos e Elétricos

10

10%

Máquinas e Equipamentos Construção Civil

20

10%

Máquinas e Equipamentos Eletro-Eletrônicos

10

10%

Máquinas, Utensílios e Equipamentos Diversos

10

10%

Outras Máquinas, Equipamentos e Ferramentas

10

10%

Equipamento de Processamento de Dados

5

10%

Aparelhos e Utensílios Domésticos

10

10%

Máquinas e Utensílios de Escritório

10

10%

Mobiliário em Geral

10

10%

Utensílios em Geral

10

10%

Coleções e Materiais Bibliográficos

10

0%

Discotecas e Filmotecas

5

10%

Instrumentos Musicais e Artísticos

20

10%

Equipamentos para Áudio, Vídeo e Foto

10

10%

Obras de Arte e Peças para Exposição

-

-

Máquinas e Equipamentos para Fins Didáticos

10

10%

Outros Materiais Culturais, Educacionais e de Comunicação

10

10%

Veículos em Geral

15

10%

Veículos Ferroviários

30

10%

Veículos de Tração Mecânica

15

10%

Carros de Combate

30

10%

Aeronaves

-

-

Embarcações

-

-

Armamentos

20

15%

Semoventes e Equipamentos de Montaria

10

10%

Armazéns Estruturais – Coberturas de Lona

10

10%

Peças Não Incorporáveis a Imóveis

10

10%

Fonte: Manual SIAFI

Os cálculos, com base nos parâmetros estabelecidos, foram efetuados pelo Sistema de

Administração Patrimonial (SAP), que é o sistema de controle patrimonial desenvolvido pelo

(12)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Centro de Processamento de Dados (CPD) da Universidade em conjunto com o Departamento de

Patrimônio (DEPATRI).

Quanto a depreciação de bens imóveis, a mesma tem sido registrada pela Coordenação Geral de

Contabilidade (CCONT/STN) com base nas informações do SPIUnet enviadas pela Secretaria do

Patrimônio da União (SPU).

O valor é apurado mensalmente pelo SPIUnet sobre o valor depreciável da acessão utilizando-se o

Método da Parábola de Kuentzle, expressa na seguinte equação, conforme Portaria Conjunta

STN/SPU nº 703/2014, de 10/12/2014:

Kd = (n² - x²)/n², onde:

Kd = coeficiente de depreciação

n = vida útil da acessão

x = vida útil transcorrida da acessão

Quanto ao registro da amortização de bens intangíveis informamos que, de acordo com o Plano de

Implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais (PIPCP), anexo da Portaria STN nº 548, de

24/09/2015, o prazo limite para a preparação de sistemas e outras providências de implantação para

o reconhecimento, mensuração e evidenciação de intangíveis é 31/12/2018 e a obrigatoriedade dos

registros contábeis a partir de 01/01/2019.

Também informamos que a amortização somente é registrada para itens com vida útil definida, e

que no caso dos itens registrados na UFRGS a amortização está sendo aplicada para softwares e,

por ausência de um sistema informatizado de controle dos softwares que realize o cálculo da

amortização, o registro está sendo efetuado de forma mensal com basenos valores registrados

contabilmente divididos pelo tempo de licença contratado.

Provisões

Provisões são obrigações presentes, derivadas de eventos passados, cujos pagamentos se esperam

que resultem para a entidade saídas de recursos capazes de gerar benefícios econômicos ou

potencial de serviços, e que possuem prazo ou valor incerto.

As provisões estão segregadas em seis categorias: riscos trabalhistas, riscos fiscais, riscos cíveis,

repartição de créditos tributários, provisões matemáticas e outras.

As provisões são reconhecidas quando a possibilidade de saída de recursos no futuro é provável, e é

possível a estimação confiável do seu valor. São atualizadas até a data das demonstrações contábeis

pelo montante provável de perda, observadas suas naturezas e os relatórios técnicos emitidos pelas

áreas responsáveis.

(13)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Portaria Conjunta STN/PGF8 n° 008, de 30/12/2015.

Apuração do Resultado

No modelo PCASP é possível a apuração dos resultados patrimonial, orçamentário e financeiro.

 Resultado Orçamentário

O regime orçamentário da União segue o disposto no artigo 35 da Lei nº 4.320/1964. Desse modo,

pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas e as despesas nele legalmente

empenhadas.

O resultado orçamentário representa o confronto entre as receitas orçamentárias realizadas e as

despesas orçamentárias empenhadas, não se computando, portanto, as despesas liquidadas e as

despesas pagas, em atendimento ao artigo 35 supracitado. O superávit/déficit é apresentado

diretamente no Balanço Orçamentário. O déficit é apresentado junto às receitas a fim de demonstrar

o equilíbrio do Balanço Orçamentário; enquanto que o superávit é apresentado junto às despesas.

As colunas de “Previsão Inicial” e “Previsão Atualizada” da Receita conterão os valores

correspondentes às receitas próprias ou os decorrentes de recursos vinculados a despesas

específicas, fundos ou órgãos, consignados na LOA.

Estudos da STN apontam que “o balanço orçamentário é estruturado para atender a um ente público

e não para demonstrar as movimentações de créditos, pois os valores concedidos são iguais aos

valores recebidos entre as unidades que compõem o ente. Entende-se por “ente” a União.

Os valores recebidos pelas universidades e institutos, por exemplo, provenientes do MEC ou de

outros órgãos, não são mais visualizados no Balanço Orçamentário, na coluna “Previsão

Atualizada” da Receita, desde 2011, quando foi reformulada a sua estrutura pela STN. A

justificativa para a retirada da movimentação de créditos do Balanço Orçamentário foi a de que

“crédito” e “dotação” não são sinônimos. Esta corresponde aos valores fixados na LOA e aqueles

correspondem aos valores movimentados pela execução orçamentária (dentro de um mesmo ente).

Para identificar os créditos recebidos de outros órgãos deve-se gerar um relatório gerencial sobre

“Movimentação Orçamentária”. Portanto, os créditos recebidos ou concedidos não são adicionados

ou deduzidos da coluna “Previsão Atualizada”.

Cabe ressaltar que o total da “Despesa Empenhada” superior ao total da “Dotação Inicial” ou

“Dotação Atualizada” pode acontecer em qualquer órgão e não representa um erro. Significa que,

além do seu próprio orçamento, o órgão executou (empenhou) despesas com o orçamento de outros

órgãos, por meio do recebimento de créditos orçamentários.

(14)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

 Resultado Financeiro

O resultado financeiro representa o confronto entre ingressos e dispêndios, orçamentários e

extraorçamentários, que ocorreram durante o exercício e alteraram as disponibilidades do órgão.

Pelo Balanço Financeiro, é possível realizar a apuração do resultado financeiro. Esse resultado não

deve ser confundido com o superávit ou déficit do exercício apurado no Balanço Patrimonial. Pela

observância do princípio de caixa único, é possível, também, verificar o resultado financeiro na

Demonstração dos Fluxos de Caixa, que apresenta as entradas e saídas de caixa e as classifica em

fluxos operacional, de investimento e de financiamento.

A DFC permite a análise da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalente de caixa e da

utilização de recursos próprios e de terceiros em suas atividades. Sua análise permite a comparação

dos fluxos de caixa, gerados e consumidos, com o resultado do período e com o total do passivo,

permitindo identificar, por exemplo: a parcela dos recursos utilizada para pagamento da dívida e

para investimentos, e a parcela da geração líquida de caixa atribuída às atividades operacionais.

 Resultado Patrimonial

A apuração do resultado patrimonial consiste na confrontação das variações patrimoniais

aumentativas (VPA) com as variações patrimoniais diminutivas (VPD) constantes da Demonstração

das Variações Patrimoniais. A DVP evidencia as alterações (mutações) verificadas no patrimônio,

resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do

exercício que passa a compor o saldo patrimonial do Balanço Patrimonial.

As VPA são reconhecidas quando for provável que benefícios econômicos fluirão para a UFRGS e

quando puderem ser mensuradas confiavelmente, utilizando-se a lógica do regime de competência.

A exceção se refere às receitas tributárias e às transferências recebidas, que seguem a lógica do

regime de caixa, o que é permitido de acordo com o modelo PCASP, em atendimento à Lei nº

4.320/1964.

As VPD são reconhecidas quando for provável que ocorrerá decréscimos nos benefícios

econômicos para a UFRGS, implicando em saída de recursos ou em redução de ativos ou na

assunção de passivos, seguindo a lógica do regime de competência. A exceção se refere às despesas

oriundas da restituição de receitas tributárias e às transferências concedidas, que seguem a lógica do

regime de caixa, o que é permitido de acordo com o modelo PCASP, em atendimento à Lei nº

4.320/1964.

A apuração do resultado se dá pelo encerramento das contas de VPA e VPD, em contrapartida a

uma conta de apuração. Após esse processo, o resultado obtido é transferido para conta de

Superávit/Déficit do Exercício, evidenciada no Patrimônio Líquido do órgão. O detalhamento do

confronto entre VPA e VPD é apresentado na Demonstração das Variações Patrimoniais. Com

(15)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

público ofertado promoveu alterações quantitativas dos elementos patrimoniais do órgão.

Outras Informações

Essa universidade não possui análise de empresa de auditoria independente.

Os registros contábeis estão sujeitos ao exame das autoridades competentes, durante os prazos

prescricionais, conforme legislação específica aplicável.

Salientamos que à STN, como órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, compete

estabelecer normas e procedimentos contábeis com o fim de promover a sistematização e a

padronização das informações no âmbito da União e à UFRGS, como órgão setorial do sistema,

compete seguir o que é estabelecido pela STN, função que tem sido desempenhada da melhor forma

possível visando, a cada dia, a geração de informações úteis aos gestores e em conformidade com a

legislação.

Porto Alegre, 24 de janeiro de 2018.

Denise de Carvalho Benedetti Santos

CRC-RS 069243/O-0

Cientes,

Rui Vicente Oppermann Tadeu Martin da Silva

(16)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Apresentação das Demonstrações Contábeis que compõem as Notas Explicativas

Balanço Patrimonial (BP)

O Balanço Patrimonial evidencia a situação patrimonial da UFRGS em 31 de dezembro de 2017.

Demonstra a posição estática dos ativos e passivos ao final do exercício, possibilitando ao usuário

da informação conhecer qualitativa e quantitativamente a composição dos bens e direitos (ativos),

das obrigações (passivos), e dos capitais, reservas e resultados acumulados da gestão patrimonial ao

longo de vários exercícios (patrimônio líquido). Apresenta também os atos potenciais, que são

registrados em contas de compensação (natureza de informação de controle).

O Balanço Patrimonial é complementado pelos quadros dos Ativos e Passivos Financeiros e

Permanentes, das Contas de Compensação e do Superávit/Déficit Financeiro.

A Lei nº 4.320/1964 confere viés orçamentário ao Balanço Patrimonial ao separar o ativo e o

passivo em dois grupos, financeiro e permanente, em função da dependência ou não de autorização

legislativa ou orçamentária para realização dos itens que o compõem.

O ativo financeiro compreende os créditos e valores realizáveis e valores numerários e o passivo

financeiro compreende as dívidas fundadas e outros compromissos exigíveis.

O ativo permanente compreende os bens, créditos e valores cuja mobilização ou alienação dependa

de autorização e o passivo permanente compreende as dívidas fundadas e outras que dependam de

autorização legislativa para amortização ou resgate.

O saldo patrimonial, que é a diferença entre a soma dos ativos financeiro e permanente (Ativo Real)

e a soma dos passivos financeiro e permanente (Passivo Real) apresentado no quadro dos Ativos e

Passivos Financeiros e Permanentes, resultou em 2017, em Passivo Real Descoberto em função do

registro da provisão de longo prazo.

O Quadro das Contas de Compensação compreende as contas representativas dos atos potencias

ativos e passivos que podem afetar o patrimônio positiva ou negativamente, imediata ou

indiretamente, tais como os direitos e obrigações conveniados, direitos e obrigações contratuais,

garantias e contragarantias recebidas e concedidas.

No exercício de 2017 a UFRGS apresentou superávit financeiro, conforme quadro do

Superávit/Déficit Financeiro, no valor de R$ 10.606.195,05 (dez milhões seiscentos e seis mil cento

e noventa e cinco reais e cinco centavos) correspondente a diferença positiva entre o ativo

financeiro e o passivo financeiro, conforme.

Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP)

A Demonstração das Variações Patrimoniais evidencia as alterações ocorridas no patrimônio da

UFRGS durante o exercício financeiro. Essa demonstração apura o resultado patrimonial, que pode

(17)

Versão:

1.0.0

Atualizada em:

24/01/2018

Patrimonial.

No setor público o resultado patrimonial não é um indicador de desempenho, mas um medidor do

quanto o serviço público ofertado promoveu alterações quantitativas dos elementos patrimoniais.

Balanço Orçamentário (BO)

O Balanço Orçamentário demonstra as receitas e despesas previstas em confronto com as

realizadas.

As Receitas Orçamentárias são as disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o

exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimôniopúblico e as Despesas

Orçamentárias são o conjunto de dispêndios realizados para o funcionamento e manutenção dos

serviços prestados à sociedade.

As Receitas e Despesas Orçamentárias estão consignadas na Lei Orçamentária Anual (LOA) e a

estrutura do orçamento público federal é estabelecida pelo Manual Técnico de Orçamento,

elaborado pela Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e

Gestão.

Balanço Financeiro (BF)

O Balanço Financeiro evidencia a movimentação financeira do órgão e possibilita a apuração do

resultado financeiro do exercício. O resultado financeiro do exercício não deve ser confundido com

o superávit ou déficit financeiro do exercício que é apurado pelo Balanço Patrimonial.

É composto pelas receitas e despesas orçamentárias, elencadas de acordo com a fonte de origem dos

recursos, bem como pelos ingressos e dispêndios extraorçamentários e os saldos de caixa do

exercício anterior e os que se transferem para o exercício seguinte.

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

A Demonstração dos Fluxos de Caixa permite analisar a capacidade de a entidade gerar caixa e

equivalentes de caixa e utilizar recursos próprios ou de terceiros em suas atividades.

A Demonstração dos Fluxos de Caixa identifica as fontes de geração dos fluxos de entrada de caixa,

os itens de consumo de caixa durante o período das demonstrações contábeis e o saldo do caixa na

data das demonstrações contábeis.

(18)

TITULO SUBTITULO ORGAO SUPERIOR

BALANÇO PATRIMONIAL - TODOS OS ORÇAMENTOS

26244 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - AUTARQUIA 26000 - MINISTERIO DA EDUCACAO EXERCICIO 2017 EMISSAO 25/01/2018 PERIODO QUARTO TRIMESTRE (Aberto)

PAGINA 1

VALORES EM UNIDADES DE REAL

MINISTÉRIO DA FAZENDA

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

ATIVO PASSIVO

ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016 ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016

ATIVO CIRCULANTE 02.001 87.566.067,49 341.245.763,56 PASSIVO CIRCULANTE 02.011 34.313.378,79 22.537.423,39 Caixa e Equivalentes de Caixa 02.002 70.570.384,76 74.822.989,15 Obrigações Trabalh., Previd. e Assist. a Pagar a Curto Prazo 02.012 10.326.758,00 9.310.321,61

Créditos a Curto Prazo - - Empréstimos e Financiamentos a Curto Prazo -

Demais Créditos e Valores a Curto Prazo 02.003 8.209.288,82 258.534.608,57 Fornecedores e Contas a Pagar a Curto Prazo 02.013 14.759.604,94 2.254.440,53

Investimentos e Aplicações Temporárias a Curto Prazo - - Obrigações Fiscais a Curto Prazo -

Estoques 02.004 8.200.540,13 7.084.963,34 Obrigações de Repartição a Outros Entes -

VPDs Pagas Antecipadamente 02.005 585.853,78 803.202,50 Provisões a Curto Prazo -

Ativos Não Financeiros Mantidos para Venda - - Demais Obrigações a Curto Prazo 02.014 9.227.015,85 10.972.661,25 ATIVO NÃO CIRCULANTE 02.006 437.125.441,95 433.015.641,95 PASSIVO NÃO CIRCULANTE 02.015 2.000.000.000,00 2.000.000.000,00 Ativo Realizável a Longo Prazo 02.007 46.279,93 156.200,08 Obrigações Trabalh., Previd. e Assist. a Pag. de Longo Prazo -

Créditos a Longo Prazo 46.279,93 156.200,08 Empréstimos e Financiamentos a Longo Prazo -

Dívida Ativa Não Tributária 8.474.000,71 7.286.507,88 Fornecedores e Contas a Pagar a Longo Prazo - (-) Ajustes para Perdas em Créditos de Longo Prazo -8.427.720,78 -7.130.307,80 Obrigações Fiscais a Longo Prazo -

Estoques - Provisões a Longo Prazo 02.016 2.000.000.000,00 2.000.000.000,00

Investimentos 02.008 146.692,71 125.861,14 Demais Obrigações a Longo Prazo -

Participações Permanentes 146.692,71 125.861,14 Resultado Diferido -

Participações Avaliadas pelo Método de Custo 146.692,71 125.861,14 TOTAL DO PASSIVO EXIGÍVEL 2.034.313.378,79 2.022.537.423,39

-ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016

Propriedades para Investimento -

Propriedades para Investimento -

(-) Depreciação Acumulada de Propriedades p/ Investimentos -

-Reservas de Capital 632.622,38 632.622,38

(-) Redução ao Valor Rec. de Propriedades para Investimentos -

-Ajustes de Avaliação Patrimonial -

Investimentos do RPSS de Longo Prazo -

-Reservas de Lucros -

Investimentos do RPSS de Longo Prazo -

-Demais Reservas 56.706,35 56.706,35

(-) Redução ao Valor Recuperável de Investimentos do RPPS -

-Resultados Acumulados 02.017 -1.510.311.198,08 -1.248.965.346,61

Demais Investimentos Permanentes -

Resultado do Exercício 9.561.514,99 58.273.681,22

Demais Investimentos Permanentes -

Resultados de Exercícios Anteriores -1.248.965.346,61 709.703.158,44 (-) Redução ao Valor Recuperável de Demais Invest. Perm. -

Ajustes de Exercícios Anteriores -270.907.366,46 -2.016.942.186,27 Imobilizado 02.009 434.973.895,40 430.903.337,20

(-) Ações / Cotas em Tesouraria -

Bens Móveis 247.342.273,68 254.920.333,87

TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 02.018 -1.509.621.869,35 -1.248.276.017,88

Bens Móveis 353.879.372,90 339.714.262,56

(-) Depreciação/Amortização/Exaustão Acum. de Bens Móveis -106.537.099,22 -84.793.928,69 (-) Redução ao Valor Recuperável de Bens Móveis -

Bens Imóveis 187.631.621,72 175.983.003,33

Bens Imóveis 188.423.526,33 176.211.463,77

(-) Depr./Amortização/Exaustão Acum. de Bens Imóveis -791.904,61 -228.460,44 (-) Redução ao Valor Recuperável de Bens Imóveis -

Intangível 02.010 1.958.573,91 1.830.243,53

Softwares 718.151,13 627.639,35

Softwares 1.052.240,32 627.639,35

(19)

-ATIVO PASSIVO

ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016

-ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016

(-) Redução ao Valor Recuperável de Softwares - Marcas, Direitos e Patentes Industriais 1.240.422,78 1.202.604,18 Marcas, Direitos e Patentes Industriais 1.240.422,78 1.202.604,18 (-) Amortização Acumulada de Marcas, Direitos e Patentes Ind - (-) Redução ao Valor Recuperável de Marcas, Direitos e Pat. -

Direitos de Uso de Imóveis -

Direitos de Uso de Imóveis -

(-) Amortização Acumulada de Direito de Uso de Imóveis - (-) Redução ao Valor Recuperável Direito de Uso de Imóveis -

Diferido -

-TOTAL DO ATIVO 524.691.509,44 774.261.405,51 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 524.691.509,44 774.261.405,51

ATIVO

ESPECIFICAÇÃO 2017 2016

PASSIVO

ESPECIFICAÇÃO 2017 2016

ATIVO FINANCEIRO 70.570.384,76 74.822.989,15 PASSIVO FINANCEIRO 59.964.189,71 61.273.562,47

ATIVO PERMANENTE 454.121.124,68 699.438.416,36 PASSIVO PERMANENTE 2.017.917.860,72 2.009.759.739,19

SALDO PATRIMONIAL 1.553.190.540,99 1.296.771.896,15

Quadro de Compensações

ATIVO PASSIVO

ESPECIFICAÇÃO

ESPECIFICAÇÃO / Saldo dos Atos Potenciais Ativos

2017 2016

ESPECIFICAÇÃO

ESPECIFICAÇÃO / Saldo dos Atos Potenciais Passivos

N. E. 2017 2016

SALDO DOS ATOS POTENCIAIS ATIVOS 112.850.435,99 90.924.633,03 SALDO DOS ATOS POTENCIAIS PASSIVOS 266.339.381,44 267.730.987,47 Execução dos Atos Potenciais Ativos 112.850.435,99 90.924.633,03 Execução dos Atos Potenciais Passivos 266.339.381,44 267.730.987,47 Garantias e Contragarantias Recebidas a Executar 10.311.058,56 12.940.056,27 Garantias e Contragarantias Concedidas a Execut - Direitos Conveniados e Outros Instrumentos Cong 92.428.200,32 68.004.921,60 Obrigações Conveniadas e Outros Instrum Congê 64.483.793,42 73.739.794,62 Direitos Contratuais a Executar 10.111.177,11 9.979.655,16 Obrigações Contratuais a Executar 02.019 201.855.588,02 193.991.192,85

Outros Atos Potenciais Ativos a Executar - - Outros Atos Potenciais Passivos a Executar -

-TOTAL 112.850.435,99 90.924.633,03 TOTAL 266.339.381,44 267.730.987,47

DEMONSTRATIVO DO SUPERÁVIT/DÉFICIT FINANCEIRO APURADO NO BALANÇO PATRIMONIAL

DESTINAÇÃO DE RECURSOS SUPERAVIT/DEFICT FINANCEIRO

Recursos Ordinários -7.737.803,52

Recursos Vinculados 18.343.998,57

Educação -24.823.944,80

Seguridade Social (Exceto RGPS) -9.709.376,21

Operação de Crédito -809.800,00

Alienação de Bens e Direitos 89.950,00

Outros Recursos Vinculados a Órgãos e Programas 53.543.313,15

(20)

TITULO SUBTITULO ORGAO SUPERIOR

BALANÇO PATRIMONIAL - TODOS OS ORÇAMENTOS

26244 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - AUTARQUIA 26000 - MINISTERIO DA EDUCACAO EXERCICIO 2017 EMISSAO 25/01/2018 PERIODO QUARTO TRIMESTRE (Aberto)

PAGINA 3

VALORES EM UNIDADES DE REAL

MINISTÉRIO DA FAZENDA

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

DESTINAÇÃO DE RECURSOS SUPERAVIT/DEFICT FINANCEIRO

(21)

NOTAS EXPLICATIVAS

02.001 - Ativo Circulante - O ativo circulante compreende os ativos que satisfazem um dos dois seguintes critérios: estarem disponíveis para realização imediata ou terem expectativa de realização até doze meses da data das demonstrações contábeis.

02.002 - Caixa e Equivalentes de Caixa - O item Caixa e Equivalentes de Caixa compreende o somatório dos valores em caixa e em bancos (disponibilidades), bem como equivalentes, que representam recursos com livre movimentação para aplicação nas operações da entidade e para os quais não haja restrição para uso imediato.

Na UFRGS, Caixa e Equivalentes de Caixa representa 13,45% do total do Ativo e é composto por valores em moeda nacional disponibilizados na conta única do Tesouro Nacional, cauções recebidas em dinheiro e depositadas na Caixa Econômica Federal e recursos de convênios com o estado do Rio Grande do Sul depositados no BANRISUL ou aplicados na conta Poupança, conforme demonstrado na Tabela 01.

Cauções são garantias contra possíveis danos ou possível descumprimento de alguma obrigação contratada. É uma exigência aplicada em alguns contratos.

(22)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração

Departamento de Contabilidade e Finanças

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Notas Explicativas

Nota 02.002 - Caixa e Equivalentes de Caixa

Tabela 01 –

Demonstrativo da composição do caixa e equivalentes de caixa

Caixa e Equivalentes em Moeda Nacional

CTU - Recursos da Conta Única Aplicados

Demais Contas - Caixa Econômica Federal

Demais Contas - Banco do Estado do Rio Grande do Sul

Poupança

Limite de Saque com Vinculação de

Total

Fonte:

SIAFI 2017

MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Contabilidade e Finanças - DCF

DICONT

Atualizada em:

24

Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017

Caixa e Equivalentes de Caixa

Demonstrativo da composição do caixa e equivalentes de caixa

Caixa e Equivalentes em Moeda Nacional

Valor em 31/12/2017

(R$)

Recursos da Conta Única Aplicados

62.143.465,33

Caixa Econômica Federal

446.947,96

Banco do Estado do Rio Grande do Sul

496.931,87

784.078,67

Limite de Saque com Vinculação de Pagamento

6.698.960,93

70.570.384,76

24/01/2018

/2017

62.143.465,33

446.947,96

496.931,87

784.078,67

6.698.960,93

70.570.384,76

(23)

NOTAS EXPLICATIVAS

02.003 - Demais Créditos e Valores a Curto Prazo - O item Demais Créditos e Valores a Curto Prazo representa 1,56% do total do Ativo e é composto pelos valores referentes a adiantamentos concedidos tais como: adiantamento do décimo terceiro salário e adiantamento de 1/3 de férias, conforme valores informados na folha de pagamento; suprimento de fundos, adiantamentos de transferências voluntárias (convênios realizados com fundações de apoio) e adiantamento a prestadores de serviços. Também compõem esse item os créditos a receber, como os créditos por infrações legais ou contratuais e o ajuste para perdas, conforme demonstrado na Tabela 02.

A partir do exercício de 2016 passamos a efetuar a atualização dos créditos a receber pela taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) e o devido registro do ajuste para perdas.

Para o cálculo do ajuste para perdas foi utilizada, por similaridade, a metodologia baseada no histórico de recebimentos passados, conforme consta no MCASP 5ª edição, parte III ¿ Procedimentos Contábeis Específicos e no Manual SIAFI para o cálculo do ajuste para perdas em Dívida Ativa.

Essa metodologia se baseia na média percentual de recebimentos passados e no saldo atualizado das contas de Créditos a Receber. A média percentual de recebimentos passados utiliza uma média ponderada dos recebimentos com relação aos montantes inscritos nos três últimos exercícios.

Salientamos que, em 01/09/2017, ocorreu a baixa total do saldo registrado em Adiantamentos de Transferências Voluntárias, em contrapartida a Ajustes de Exercícios Anteriores. Esse registro se deu em atendimento ao Acórdão nº 1.320/2017 do Tribunal de Contas da União (TCU) que recomendou à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) análise sobre a natureza dos itens registrados a título de adiantamento de transferências voluntárias e providências necessárias para seu adequado registro de acordo com as normas de contabilidade tendo em vista que os conceitos apresentados no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público ( MCASP) subsidiam a conclusão de que as transferências voluntárias realizadas pela União não constituem ativo.

(24)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração

Departamento de Contabilidade e Finanças

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Notas Explicativas

Nota 02.003 – Demais Créditos e Valores a Curto Prazo

Tabela 02 – Demonstrativo da composição dos demais créditos e valores

Demais Créditos e Valores a Curto Prazo

13º Salário - Adiantamento

1/3 de Férias - Adiantamento

Suprimento de Fundos - Adiantamento

Adiantamentos de Transferências Voluntárias

Adiantamento a Prestadores de Serviços

Adiantamentos Diversos Concedidos

Créditos a Receber por Infrações Legais e Contratuais

Créditos a Receber por Cessão de Pessoal

Créditos a Rec. de Acerto Financeiro com Servidores/Ex

Créditos a Rec. Decorrentes de Folha de

Créditos a Rec. De entidades Estaduais, DF e Municipais

Créditos a Receber por Cessão de Pessoal

(-) Ajuste para Perdas

Total

Fonte: SIAFI 2017

MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

DICONT

Atualizada em:

24

Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017

Demais Créditos e Valores a Curto Prazo

Demonstrativo da composição dos demais créditos e valores

Demais Créditos e Valores a Curto Prazo

Valor em 31/12/2017

(R$)

6.421.961,73

716.887,11

Adiantamento

Adiantamentos de Transferências Voluntárias

Adiantamento a Prestadores de Serviços

26.559,24

Adiantamentos Diversos Concedidos

652.000,00

Créditos a Receber por Infrações Legais e Contratuais

2.653.019,31

Créditos a Receber por Cessão de Pessoal

311.178,61

Créditos a Rec. de Acerto Financeiro com Servidores/Ex-Servidores

566.221,83

Créditos a Rec. Decorrentes de Folha de Pagamento

1.632.009,09

Créditos a Rec. De entidades Estaduais, DF e Municipais

Créditos a Receber por Cessão de Pessoal - Intra

39.196,57

4.816.548,25

8.209.288,82

24/01/2018

Valor em 31/12/2017

6.421.961,73

716.887,11

0,00

0,00

26.559,24

652.000,00

2.653.019,31

311.178,61

566.221,83

1.632.009,09

6.803,58

39.196,57

4.816.548,25

8.209.288,82

(25)

NOTAS EXPLICATIVAS

02.004 - Estoques - Na UFRGS, em 31/12/2017, os bens em estoque representavam 1,56% do total do Ativo. Esse item é composto pelos materiais de consumo em almoxarifado (77,14%), estoques de produtos para pesquisa ¿ animais (15,58%) e pelas importações em andamento de bens de consumo (7,28%), conforme Tabela 03.

Os materiais de consumo estão divididos entre nove almoxarifados setoriais, conforme Tabela 04, cujo acompanhamento da movimentação é feito mensalmente pelo Relatório Mensal de Almoxarifado - RMA e ao final do exercício é apresentado o inventário de cada almoxarifado setorial.

Cabe salientar, com relação ao Almoxarifado dos Restaurantes Universitários, que apesar do mesmo ter apresentado o Inventário Anual ao final do exercício de 2017, momento em que foi possível realizar a conciliação contábil de estoques, durante o ano apresentou os Relatórios Mensais de Almoxarifado por vezes em atraso e com inconsistências. Some-se a isso o fato da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, responsável pelo Almoxarifado dos Restaurantes Universitários, não ter enviado tempestivamente ao Departamento de Contabilidade e Finanças os processos de pagamento do material estocável para que fossem efetuados os registros contábeis pertinentes e o resultado foi o acúmulo desnecessário de atividades no período de encerramento de exercício e a falta de registros fidedignos durante os meses anteriores a dezembro. Com relação ao Almoxarifado do Instituto de Pesquisas Hidráulicas - IPH salientamos que, em agosto/2017, o mesmo foi encerrado. Após solicitação do IPH foi instituída uma comissão que, após análise, concluiu pelo encerramento do almoxarifado que se concretizou com a apresentação do inventário de encerramento pelo processo 23078.513873/2017-36.

(26)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração

Departamento de Contabilidade e Finanças

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Notas Explicativas

Nota 02.004 - Estoques

Estoques

Materiais de Consumo

Animais

Importações em Andamento

Total

Fonte: SIAFI 2017

Almoxarifado

153114 – Almoxarifado Central

153297 – Instituto de Física

153300 – Instituto de Química

153301 – Escola de Engenharia

153310 – Instituto de Pesquisas Hidráulicas

153315 – Faculdade de Odontologia

153318 – Hospital de Clínicas

153551 – Superintendência de Infraestrutura

153912 – Restaurantes Universitários

153928 – Almoxarifado Gráfica

Total

Fonte: SIAFI 2017

Tabela 0

153303 – Estação Experimental Agronômica

Fonte: SIAFI 2017

MEC

Rio Grande do Sul - UFRGS

Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

DICONT

Atualizada em:

24

Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017

Tabela 03 - Estoques

Estoques

Valor em 31/12/2017

(R$)

Materiais de Consumo

6.326.194,67

1.277.430.55

Importações em Andamento

596.914,91

8.200.540,13

SIAFI 2017

Tabela 04 – Estoques por almoxarifado

Almoxarifados

Valor em 31/12/2017

(R$)

AV

(%)

Almoxarifado Central

498.604,88

7.788,06

937.918,20 14

Escola de Engenharia

9.453,36

Instituto de Pesquisas Hidráulicas

0,00

Faculdade de Odontologia

305.482,84

Hospital de Clínicas Veterinárias

433.821,78

Superintendência de Infraestrutura

3.270.800,34 51

Restaurantes Universitários

368.688,57

Almoxarifado Gráfica

493.636,34

6.326.194,67

Tabela 05 – Estoques de produtos para pesquisa - animais

Almoxarifado

Valor em 31/12/2017

(R$)

Estação Experimental Agronômica

1.277.430,55

Total

1.277.430,55

24/01/2018

AV

(%)

7,88%

0,12%

4,83%

0,15%

-

4,83%

6,86%

1,70%

5,83%

7,80%

100%

(27)

NOTAS EXPLICATIVAS

02.005 - VPDs Pagas Antecipadamente - Compreende os pagamentos de variações patrimoniais diminutivas antecipadas, cujos benefícios ou prestação de serviço ocorrerão no curto prazo.

Na UFRGS o item é composto por prêmios de seguros de veículos, equipamentos e prédios (9,30%); assinaturas e anuidades de bases de dados e jornais (81,40%), locação de softwares e serviços de manutenção de sistemas informatizados (13,42%) e garantias de equipamentos (0,88%).

Em 31/12/2017 as Variações Patrimoniais Diminutivas Pagas Antecipadamente representavam 0,11% do total do Ativo. Na Tabela 06 é apresentada a composição das VPD Pagas Antecipadamente em 31/12/2017.

(28)

Ministério da Educação – MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pró-Reitoria de Planejamento e Administração

Departamento de Contabilidade e

Divisão de Contabilidade - DICONT

Versão:

1.0.0

Notas Explicativas

Nota 02.005 - Variações Patrimoniais Diminutivas Pagas Antecipadamente

Tabela 06 – Composição das variações patrimoniais dimin

Variação Patrimonial Diminutiva Paga Antecipadamente

Prêmios de Seguros a Apropriar

Assinaturas e Anuidades a Apropriar

Aluguéis Pagos a Apropriar

VPD de Serviços Pagos Antecipadamente

Total

Fonte: SIAFI 2017

MEC

Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN

Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF

DICONT

Atualizada em:

24

Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017

Variações Patrimoniais Diminutivas Pagas Antecipadamente

Composição das variações patrimoniais diminutivas pagas antecipadamente

Variação Patrimonial Diminutiva Paga Antecipadamente

Valor em 31/12

(R$)

Prêmios de Seguros a Apropriar

25.210,83

Assinaturas e Anuidades a Apropriar

476.893,53

78.609,98

Pagos Antecipadamente

585.853,78

24/01/2018

utivas pagas antecipadamente

12/2017

25.210,83

476.893,53

78.609,98

5.139,44

585.853,78

Referências

Documentos relacionados

O presente estudo mostrou que nem todos os profissionais recomendam o uso profilático de sulfato ferroso como rotina para as crianças de seis a 24 meses

Em 12,5% dos doentes foram determinados factores de risco para o desenvolvimento de infecções cervicais profundas, sendo a diabetes mellitus e a imunodeficiência adquirida

As manifestações do HPP devem-se aos efeitos combinados de um aumento da secreção da PTH e da hipercalcémia, sendo que estas não estão necessariamente relacionadas com o

Tese apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Direito da PUC-Rio.. Aprovada pela Comissão Examinadora abaixo

Assim, a partir dos achados da auditoria realizada em 2017, o tribunal fez três propostas de encaminhamento no relatório geral: 1) que o relatório geral e individual fossem

Não seria exagero afirmar que a leitura de As Irmandades de São Miguel e as Almas do Purgatório: culto e iconografia no Setecentos mineiro é imprescindível para aqueles que

XVII - prescrição, aplicação e acompanhamento das práticas integrativas e complementares, de acordo com as políticas públicas de saúde e a legislação vigente. §

ENTRADA VEÍCULOS ENTRADA VEÍCULOS ENTRADA VEÍCULOS PÁTIO DE FORMATURA RUA