INFORMAÇÕES
CONTÁBEIS
DECLARAÇÃO DO CONTADOR - COM RESSALVAS SOBRE A
FIDEDIGNIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Declaração do Contador
Denominação Completa (UPC)
Código da UG
26244 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul
153114
De acordo com análise realizada nos demonstrativos, balancete e auditores
contábeis (CONDESAUD), declaro que os demonstrativos contábeis constantes do SIAFI
(Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e as Demonstrações das Variações
Patrimoniais e do Fluxo de Caixa), regidos pela Lei n.º 4.320/1964 e pela Norma Brasileira de
Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBC T 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº
1.133/2008, relativas ao exercício de 2017, do órgão 26244 - Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, refletem adequada e integralmente a situação orçamentária, financeira e
patrimonial da unidade que apresenta Relatório de Gestão, EXCETO no tocante a:
a) Saldo no valor de R$ 1.585.671,71 na conta 2.1.8.9.1.12.00 - Convênios e
Instrumentos Congêneres Devolvidos;
Estou ciente das responsabilidades civis e profissionais desta declaração.
Local
Porto Alegre
Data
16/02/2018
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24/01/2018
Em atendimento às disposições legais e regulamentares vigentes, a Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (UFRGS), CNPJ 92.969.856/0001-98, Órgão 26244, Gestão 15235 apresenta as
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis do exercício de 2017.
Constituição, Objeto Social e Contexto Operacional
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com sede em Porto Alegre, capital do estado do Rio
Grande do Sul, criada pelo Decreto Estadual nº 5.758, de 28 de novembro de 1934, e federalizada
pela Lei 1.254, de 04 de dezembro de 1950, é uma autarquia do poder executivo vinculada ao
Ministério da Educação dotada de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão
financeira e patrimonial.
De acordo com o art. 5º de seu Estatuto, a UFRGS tem por finalidade precípua a educação superior
e a produção de conhecimento filosófico, científico, artístico e tecnológico integradas no ensino, na
pesquisa e na extensão.
A Universidade atua no ensino superior nos níveis de graduação (licenciaturas, bacharelados, cursos
superiores de tecnologia) e pós-graduação (stricto e lato sensu), bem como na educação básica com
o Colégio de Aplicação
Para consecução de sua finalidade a Universidade encontra-se estruturada em vinte e sete unidades
de ensino (treze institutos, dez faculdades e quatro escolas), órgãos auxiliares e suplementares
localizados em sete unidades educacionais localizadas em Porto Alegre (campi Centro, Saúde,
Olímpico, Vale Agronomia), Eldorado do Sul, Imbé e Tramandaí.
De acordo com o art. 83 de seu Estatuto, os recursos financeiros da Universidade são provenientes
de:
Dotações que lhe forem atribuídas nos orçamentos da União, dos Estados e dos Municípios;
Subvenções e doações;
Empréstimos e financiamentos;
Rendas de aplicação de bens e de valores patrimoniais;
Retribuição de serviços prestados à comunidade;
Taxas e emolumentos;
Rendas eventuais;
Convênios.
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24/01/2018
Base de Preparação das Demonstrações Contábeis
As demonstrações contábeis foram elaboradas em consonância com os dispositivos da Lei nº
4.320/1964, do Decreto-Lei nº 200/1967, Decreto nº 93.872/1986, Lei Complementar nº
101/2000,Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – NBCASP (NBC TSP
Estrutura Conceitual, NBC TSP nº 01 a 10, NBC T 16.6 R1 e 16.7 a 16.11); Manual de
Contabilidade Aplicada ao Setor Público – MCASP (7ª Edição), estrutura proposta no Plano de
Contas aplicado ao Setor Público (PCASP) (Portaria STN nº 700/2014) e Manual do Sistema
Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).
As NBC TSP citadas acima guardam correlação com as InternationalPublic Sector Accouting
Standards – IPSAS, tendo em vista que o Brasil é um dos países signatários da convergência às
normas internacionais.
As demonstrações contábeis da UFRGS foram extraídas do SIAFI, sistema utilizado para a
execução orçamentária, financeira e patrimonial do Governo Federal, e são compostas pelas
demonstrações enumeradas pela Lei nº 4.320/1964, pelas demonstrações exigidas pela NBC T 16.6
R1 e pelas demonstrações exigidas pela Lei Complementar nº 101/2000 as quais são:
Balanço Patrimonial (BP),
Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP),
Balanço Orçamentário (BO),
Balanço Financeiro (BF) e
Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC).
O objetivo principal das demonstrações contábeis é fornecer, aos diversos usuários, informações
sobre a situação econômico-financeira da entidade, quais sejam: a sua situação patrimonial, o seu
desempenho e os seus fluxos de caixa, em determinado período ou exercício financeiro.
As estruturas das demonstrações contábeis contidas nos anexos da Lei nº 4.320/1964 foram
atualizadas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) pela Portaria STN nº 438/2012, em
consonância com os novos padrões da Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP).
Os valores são expressos em Real, moeda oficial do país, e não contemplam arredondamentos.
Resumo dos Principais Critérios e Políticas Contábeis
Conta Única do Governo Federal
Por força do Decreto nº 93.872/1986, todas as receitas e despesas, orçamentárias e
extraorçamentárias, isto é, todos os recebimentos e pagamentos são realizados e controlados em um
caixa único, derivado do princípio da unidade de tesouraria, denominado Conta Única, mantida no
Banco Central do Brasil e gerenciada pela Secretaria do Tesouro Nacional.
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24/01/2018
“orçamento público é o instrumento pelo qual o governo estima as receitas e fixa as despesas para
poder
controlar
as
finanças
públicas
e
executar
as
ações
governamentais”.
(
http://www.transparencia.gov.br/glossario/
).
Os recursos financeiros decorrem da arrecadação das receitas (tributos) pelos entes públicos. A
estimativa das receitas e das despesas é feita com base no comportamento da arrecadação ocorrida
em exercícios anteriores. A previsão e a utilização de recursos públicos dependem de autorização
legislativa, isto é, de uma lei, a denominada Lei Orçamentária Anual (LOA).
Para maior entendimento, “pode-se definir execução orçamentária como sendo a utilização dos
créditos consignados no orçamento ou Lei Orçamentária Anual (LOA). Já a execução financeira,
por sua vez, representa a utilização de recursos financeiros, visando atender a realização dos
projetos e/ou atividades atribuídas às unidades orçamentárias pelo orçamento. A execução
orçamentária está atrelada à execução financeira e vice-versa, pois havendo orçamento e não
existindo o financeiro, não poderá ocorrer a despesa e por outro lado, pode haver recurso financeiro
que não poderá ser gasto, caso não haja disponibilidade orçamentária. ” (
http://www.conass.org.br
).
Assim, mesmo estando a despesa fixada no orçamento, a sua execução está condicionada à
arrecadação das receitas no decorrer do exercício financeiro. Havendo frustração na arrecadação das
receitas, o governo precisa conter a execução orçamentária, ou seja, reduzir a emissão de empenhos
(créditos orçamentários). A “despesa pública é a aplicação (em dinheiro) de recursos do Estado para
custear os serviços de ordem pública ou para investir no próprio desenvolvimento econômico do
Estado. É compromisso de gasto dos recursos públicos, autorizado pelo Poder competente, com o
fim
de
atender
a
uma
necessidade
da
coletividade
prevista
no
orçamento.
”
(http://www.transparencia.gov.br/glossario).
Receitas e Despesas Orçamentárias
As Receitas Orçamentárias são fontes de recursos utilizadas em programas e ações cuja finalidade
precípua é atender às necessidades públicas e demandas da sociedade.
As Despesas Orçamentárias são os dispêndios realizados para o funcionamento e manutenção dos
serviços públicos prestados à sociedade.
As Receitas Orçamentárias apresentadas no Balanço Orçamentário são formadas pelas receitas
arrecadadas diretamente pela UFRGS por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU) à Conta
Única. Seu registro contábil é feito diariamente a partir do arquivo de arrecadação encaminhado
pelo Banco do Brasil, que é a instituição financeira responsável pela centralização da arrecadação.
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Eventuais diferenças entre as informações de arrecadação e os registros de classificação no SIAFI
decorrem de registros de reclassificação e retificação de receitas após o seu efetivo ingresso.
Ingressos e Dispêndios Extraorçamentários
A contabilização desses ingressos e dispêndios envolve os recursos que independem de autorização
na lei orçamentária anual, como as entradas compensatórias (cauções e depósitos diversos), no ativo
e passivo financeiros. Depreende-se que seja o fluxo de entradas e saídas de recursos do caixa da
União, mas que não são de sua propriedade, e que tenham caráter devolutivo.
Restos a Pagar
As despesas empenhadas e não pagas até o dia 31 de dezembro do exercício, por não ter havido a
entrega, em tempo hábil, dos produtos adquiridos ou da prestação integral dos serviços; são inscritas
em Restos a Pagar, em atendimento ao artigo 36 da Lei nº 4.320/1964, que as distingue em
processadas e não processadas.
Os restos a pagar não processados são inscritos com base nos saldos credores dos empenhos não
liquidados relativos ao exercício.
No encerramento do exercício, o procedimento de inscrição de despesa em restos a pagar não
processados é precedido de depuração das despesas e anulação de empenhos, ou seja, verificam-se
quais despesas devem ser inscritas e os demais empenhos são anulados.
Os restos a pagar processados correspondem aos demais saldos credores que percorreram os
estágios de empenho e liquidação, restando pendente apenas o estágio de pagamento.
Quanto ao pagamento da despesa inscrita em Restos a Pagar, sejam Processadas ou Não
Processadas, o mesmo deverá ser feito no ano seguinte ao da sua inscrição, porém esse prazo poderá
ser postergado por meio de Decreto Presidencial
Em 23 de dezembro de 2011 foi publicado o Decreto nº 7.654 que atualizou a legislação de restos a
pagar, alterando o artigo 68 do Decreto nº 93.872/1986, e estabeleceu que a inscrição de despesas
como restos a pagar no encerramento do exercício financeiro de emissão da nota de empenho
dependerá da observância das seguintes condições: a inscrição ficará condicionada à indicação pelo
ordenador da despesa; os restos a pagar inscritos na condição de não processados e não liquidados
posteriormente terão validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição e
após essa data permanecerão válidos os restos a pagar não processados que referirem-se a despesas
executadas diretamente pelo órgão com execução iniciada até 30 de junho ou sejam relativos a
despesas do Programa de Aceleração do Crescimento, do Ministério da Saúde ou Ministério da
Educação financiadas com recursos da manutenção e desenvolvimento do ensino.
Para os valores inscritos no exercício de 2011 e 2010 não se aplicou, de acordo com o Decreto nº
7.654/11, a exigência da indicação pelo ordenador de despesa. Já para os valores inscritos a partir
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Essa indicação ocorreu por meio de transação no SIAFI realizada pelo ordenador de despesa ou por
pessoa por ele indicada e com perfil de senha para tal finalidade.
No exercício de 2015 foi publicado o Decreto nº 8.407, em 24/02/2015, que promoveu o bloqueio
dos restos a pagar não processados inscritos até 2014 a exceção dos decorrentes de emendas
individuais discriminados com identificador de Resultado Primário 6, os do Ministério da Saúde, os
do Ministério da Educação financiados com recursos de manutenção e desenvolvimento do ensino e
os do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) inscritos até 31/12/2013.
Durante o exercício foram publicados Decretos permitindo o desbloqueio desses valores desde que
iniciada a execução da despesa: Decreto nº 8.466, de 11/06/2015, permitiu o desbloqueio até
31/08/2015; Decreto nº 8.507, de 25/08/2015, permitiu o desbloqueio até 31/10/2015 e Decreto nº
8.551, de 29/10/2015, permitiu o desbloqueio até 31/12/2015.
Em 2016 foi publicado o Decreto nº 8.795, em 30/06/2016, que prorrogou a validade dos empenhos
decorrentes de emendas individuais com identificador de Resultado Primário 6 até 30/11/2016,
quando a Secretaria do Tesouro Nacional providenciou o bloqueio dos valores que poderiam ser
desbloqueados pelas unidades gestoras executoras até a data de 31/05/2017, segundo o Decreto nº
8.939, de 21/12/2016, desde que atendidas as condições estabelecidas (despesas executadas
diretamente pelo órgão com execução iniciada).
Em 2017 foi publicado o Decreto nº 9.068, em 31/05/2017, que alterou o Decreto nº 8.939, de
21/12/2016, permitindo o desbloqueio até a data de 30/06/2017 e em 30/06/2017 foi publicado o
Decreto nº 9.086 que prorrogou para 30/11/2017 a validade dos restos a pagar inscritos na condição
de não processados e não liquidados referentes às dotações orçamentárias empenhadas no exercício
financeiro de 2015 cujos recursos sejam aplicados de forma indireta mediante transferências ou
decorrentes de emendas individuais discriminadas com identificador de resultado primário 6.
Ajustes de Exercícios Anteriores
Ajustes de Exercícios Anteriores têm a finalidade de registrar os efeitos da mudança de critério
contábil ou da retificação de erro imputável a exercício anterior que não possam ser atribuídos a
fatos subsequentes.Esses ajustes compõem a linha de Resultados Acumulados do balanço
Patrimonial (também composta pelo Resultado do Exercício e pelos Resultados de Exercícios
anteriores), que recebem registros tanto positivos quanto negativos que afetam diretamente o
Patrimônio Líquido do órgão, isto é, sem transitar pelas contas de resultado, por se referir a
exercícios encerrados.
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Caixa e Equivalentes de Caixa
Os valores em caixa e equivalentes de caixa são contabilizados pelo valor de custo. As aplicações
financeiras de liquidez imediata são contabilizadas pelo valor original e suas atualizações apuradas
até a data do Balanço Patrimonial são contabilizadas em contas de resultado.
Créditos
Os direitos referentes a créditos são contabilizados pelo valor original e suas atualizações e ajustes
são contabilizados em contas de resultado.
Estoques
Os bens em almoxarifado são avaliados na entrada pelo valor das aquisições ou da produção ou da
construção. O método para mensuração e avaliação das saídas dos estoques é o custo médio
ponderado, considerando o custo histórico dos materiais e os ajustes são contabilizados em contas
de resultado
Ajuste para Perdas em Créditos
Para constituição do ajuste para perdas em créditos foi utilizada, por similaridade, a metodologia
baseada no histórico de recebimentos passados, conforme consta no MCASP 5ª edição, parte III -
Procedimentos Contábeis Específicos e no Manual SIAFI. Essa metodologia é a mesma utilizada
para o cálculo do ajuste para perdas em dívida ativa.
Ajuste para Perdas em Dívida Ativa Não Tributária
Para constituição do ajuste foi utilizada a metodologia baseada no histórico de recebimentos
passados, conforme consta no MCASP 5ª edição, parte III - Procedimentos Contábeis Específicos e
no Manual SIAFI.
Essa metodologia se baseia na média percentual de recebimentos passados e no saldo atualizado da
conta de dívida ativa não tributária. A média percentual de recebimentos passados utiliza uma
média ponderada dos recebimentos com relação aos montantes inscritos nos três últimos exercícios.
A média ponderada de recebimentos é calculada em cada um dos três últimos exercícios pela
divisão da média mensal de recebimentos em cada exercício pela média anual dos saldos mensais.
A partir da média ponderada dos recebimentos dos três últimos exercícios, calcula-se a média
percentual de recebimentos pela divisão da soma desses percentuais dividida pelo número de meses
correspondentes ao exercício orçamentário.
O ajuste será igual ao saldo da conta dívida ativa menos o percentual da média percentual de
recebimentos multiplicado pelo mesmo saldo da conta de dívida ativa.
Matematicamente:
Média Anual de Saldos Mensais (A) = soma dos saldos mensais na conta Dívida Ativa Não
Tributária ÷ 12
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24/01/2018
Média % de Recebimentos (C) = soma das médias ponderadas de cada exercício ÷ 3
Ajuste de Perdas = saldo na conta Dívida Ativa Não Tributária – (C x saldo na conta Dívida Ativa
Não Tributária)
Investimentos
Os valores relativos a participações em empresas são mensurados pelo Método do Custo, pois são
investimentos em que não há influência significativa.
Imobilizado
No imobilizado estão registrados os bens móveis e imóveis da UFRGS pelos seus valores de
aquisição, produção ou construção, conforme o caso. Após o reconhecimento inicial, ficam sujeitos
à depreciação, bem como à redução ao valor recuperável e à reavaliação.
Conforme manual do SPIUnet a avaliação dos imóveis obedece aos seguintes critérios: as
reavaliações dos imóveis cadastrados são elaboradas pelas unidades levando em consideração as
alterações que agregam valor ao patrimônio imobiliário, os valores de reavaliações são calculados
pelo sistema conforme critérios pré-definidos considerando os parâmetros e características
específicas dos imóveis e preços unitários regionais atualizados periodicamente pelas unidades.
Intangível
Os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da atividade pública
ou exercidos com essa finalidade são mensurados ou avaliados com base no valor de aquisição ou
de produção, deduzido o saldo da respectiva amortização acumulada (quando tiverem vida útil
definida).
Depreciação, Amortização e Exaustão
A administração pública direta da União, suas autarquias e fundações começaram a efetuar os
procedimentos de depreciação, amortização e exaustão a partir do exercício contábil de 2010,
momento em que a mudança de critério contábil ficou estabelecida.
Vale destacar que a administração pública federal não praticava até o exercício de 2010
procedimentos para preservar o valor original adequado dos ativos, fazendo com que estes
permanecessem com valores históricos, não configurando uma base monetária inicial confiável para
a aplicação dos procedimentos de depreciação.
O trabalho de adequação de valor dos ativos é complexo, demandando bastante tempo e muitos
recursos humanos, principalmente para aquisições realizadas em exercícios anteriores a 2010. Por
isso o procedimento foi realizado gradativamente respeitando-se o cronograma indicado no Manual
SIAFI sob o código “02.03.30 – Reavaliação, Redução a Valor Recuperável, Depreciação,
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Amortização e Exaustão na Administração Direta da União, Autarquias e Fundações”. Essa
macrofunção, emitida pela STN, estabeleceu definições e procedimentos para o ajuste ao valor
correto dos bens do imobilizado. Estabeleceu, também, um cronograma de implantação para o
período de transição 2010- 2014.
Assim sendo, iniciou-se o procedimento de depreciação pelos bens móveis colocados em condições
de uso a partir de janeiro de 2010, uma vez que estes apresentavam uma base monetária inicial
confiável, não necessitando serem submetidos previamente ao procedimento de reavaliação ou
redução a valor recuperável. Após o encerramento dessa primeira etapa, passou-se a aplicar a
depreciação aos bens adquiridos nos exercícios anteriores, conforme cronograma indicado pelo
Manual SIAFI e após a realização do ajuste de seus valores que ocorreu da seguinte forma: bens
móveis com mais de cinco anos de tempo de vida útil ou com valor original de R$ 0,01 foram
reavaliados usando-se como parâmetro de cálculo o valor médio da descrição padronizada, que é
calculado como a média dos valores originais de bens da mesma descrição tombados, e não
baixados, a partir de 01/01/2000.
A partir de 2015 todos os bens móveis da Universidade passaram a ser depreciados.
A base de cálculo para a depreciação, amortização e exaustão é o custo do ativo imobilizado,
correspondendo tanto os custos diretos como os indiretos.
O método de cálculo dos encargos de depreciação a ser utilizado para toda a administração pública
direta, autárquica e fundacional é o das quotas constantes.
Como regra geral a depreciação será iniciada a partir do primeiro dia do mês seguinte à data da
colocação do bem em utilização.
O órgão deverá seguir a tabela de vida útil, estabelecida para cada grupo de bens a ser depreciado.
Essa definição deve-se à necessidade de padronização de critérios dos órgãos da administração
pública para geração de dados consistentes e comparáveis. Pelo mesmo motivo, o valor residual dos
bens também será padronizado e deverá seguir o especificado no Quadro 01.
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1.0.0
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24/01/2018
(ANOS)
RESIDUAL
Aparelhos de Medição e Orientação
15
10%
Aparelhos e Equipamentos de Comunicação
10
20%
Aparelhos, Equipamentos e Utensílios Médicos, Odontológicos,
Laboratoriais e Hospitalares
15
20%
Aparelhos e Equipamentos para Esportes e Diversões
10
10%
Equipamentos de Proteção, Segurança e Socorro
10
10%
Máquinas e Equipamentos Industriais
20
10%
Máquinas e Equipamentos Energéticos
10
10%
Máquinas e Equipamentos Gráficos
15
10%
Máquinas, Ferramentas e Utensílios de Oficina
10
10%
Equipamentos de Montaria
5
10%
Equipamentos e Material Sigiloso e Reservado
10
10%
Equipamentos, Peças e Acessórios para Automóveis
5
10%
Equipamentos, Peças e Acessórios Marítimos
15
10%
Equipamentos, Peças e Acessórios Aeronáuticos
30
10%
Equipamentos, Peças e Acessórios de Proteção ao Voo
30
10%
Equipamentos de Mergulho e Salvamento
15
10%
Equipamentos de Máquinas e Motores Navios de Esquadra
-
-
Equipamentos de Manobras e Patrulhamento
20
10%
Equip. e Sistema de Proteção e Vigilância Ambiental
10
10%
Máquinas, Equipamentos e Utensílios Agropecuários e Rodoviários
10
10%
Equipamentos Hidráulicos e Elétricos
10
10%
Máquinas e Equipamentos Construção Civil
20
10%
Máquinas e Equipamentos Eletro-Eletrônicos
10
10%
Máquinas, Utensílios e Equipamentos Diversos
10
10%
Outras Máquinas, Equipamentos e Ferramentas
10
10%
Equipamento de Processamento de Dados
5
10%
Aparelhos e Utensílios Domésticos
10
10%
Máquinas e Utensílios de Escritório
10
10%
Mobiliário em Geral
10
10%
Utensílios em Geral
10
10%
Coleções e Materiais Bibliográficos
10
0%
Discotecas e Filmotecas
5
10%
Instrumentos Musicais e Artísticos
20
10%
Equipamentos para Áudio, Vídeo e Foto
10
10%
Obras de Arte e Peças para Exposição
-
-
Máquinas e Equipamentos para Fins Didáticos
10
10%
Outros Materiais Culturais, Educacionais e de Comunicação
10
10%
Veículos em Geral
15
10%
Veículos Ferroviários
30
10%
Veículos de Tração Mecânica
15
10%
Carros de Combate
30
10%
Aeronaves
-
-
Embarcações
-
-
Armamentos
20
15%
Semoventes e Equipamentos de Montaria
10
10%
Armazéns Estruturais – Coberturas de Lona
10
10%
Peças Não Incorporáveis a Imóveis
10
10%
Fonte: Manual SIAFI
Os cálculos, com base nos parâmetros estabelecidos, foram efetuados pelo Sistema de
Administração Patrimonial (SAP), que é o sistema de controle patrimonial desenvolvido pelo
Ministério da Educação – MEC
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Centro de Processamento de Dados (CPD) da Universidade em conjunto com o Departamento de
Patrimônio (DEPATRI).
Quanto a depreciação de bens imóveis, a mesma tem sido registrada pela Coordenação Geral de
Contabilidade (CCONT/STN) com base nas informações do SPIUnet enviadas pela Secretaria do
Patrimônio da União (SPU).
O valor é apurado mensalmente pelo SPIUnet sobre o valor depreciável da acessão utilizando-se o
Método da Parábola de Kuentzle, expressa na seguinte equação, conforme Portaria Conjunta
STN/SPU nº 703/2014, de 10/12/2014:
Kd = (n² - x²)/n², onde:
Kd = coeficiente de depreciação
n = vida útil da acessão
x = vida útil transcorrida da acessão
Quanto ao registro da amortização de bens intangíveis informamos que, de acordo com o Plano de
Implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais (PIPCP), anexo da Portaria STN nº 548, de
24/09/2015, o prazo limite para a preparação de sistemas e outras providências de implantação para
o reconhecimento, mensuração e evidenciação de intangíveis é 31/12/2018 e a obrigatoriedade dos
registros contábeis a partir de 01/01/2019.
Também informamos que a amortização somente é registrada para itens com vida útil definida, e
que no caso dos itens registrados na UFRGS a amortização está sendo aplicada para softwares e,
por ausência de um sistema informatizado de controle dos softwares que realize o cálculo da
amortização, o registro está sendo efetuado de forma mensal com basenos valores registrados
contabilmente divididos pelo tempo de licença contratado.
Provisões
Provisões são obrigações presentes, derivadas de eventos passados, cujos pagamentos se esperam
que resultem para a entidade saídas de recursos capazes de gerar benefícios econômicos ou
potencial de serviços, e que possuem prazo ou valor incerto.
As provisões estão segregadas em seis categorias: riscos trabalhistas, riscos fiscais, riscos cíveis,
repartição de créditos tributários, provisões matemáticas e outras.
As provisões são reconhecidas quando a possibilidade de saída de recursos no futuro é provável, e é
possível a estimação confiável do seu valor. São atualizadas até a data das demonstrações contábeis
pelo montante provável de perda, observadas suas naturezas e os relatórios técnicos emitidos pelas
áreas responsáveis.
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Portaria Conjunta STN/PGF8 n° 008, de 30/12/2015.
Apuração do Resultado
No modelo PCASP é possível a apuração dos resultados patrimonial, orçamentário e financeiro.
Resultado Orçamentário
O regime orçamentário da União segue o disposto no artigo 35 da Lei nº 4.320/1964. Desse modo,
pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas e as despesas nele legalmente
empenhadas.
O resultado orçamentário representa o confronto entre as receitas orçamentárias realizadas e as
despesas orçamentárias empenhadas, não se computando, portanto, as despesas liquidadas e as
despesas pagas, em atendimento ao artigo 35 supracitado. O superávit/déficit é apresentado
diretamente no Balanço Orçamentário. O déficit é apresentado junto às receitas a fim de demonstrar
o equilíbrio do Balanço Orçamentário; enquanto que o superávit é apresentado junto às despesas.
As colunas de “Previsão Inicial” e “Previsão Atualizada” da Receita conterão os valores
correspondentes às receitas próprias ou os decorrentes de recursos vinculados a despesas
específicas, fundos ou órgãos, consignados na LOA.
Estudos da STN apontam que “o balanço orçamentário é estruturado para atender a um ente público
e não para demonstrar as movimentações de créditos, pois os valores concedidos são iguais aos
valores recebidos entre as unidades que compõem o ente. Entende-se por “ente” a União.
Os valores recebidos pelas universidades e institutos, por exemplo, provenientes do MEC ou de
outros órgãos, não são mais visualizados no Balanço Orçamentário, na coluna “Previsão
Atualizada” da Receita, desde 2011, quando foi reformulada a sua estrutura pela STN. A
justificativa para a retirada da movimentação de créditos do Balanço Orçamentário foi a de que
“crédito” e “dotação” não são sinônimos. Esta corresponde aos valores fixados na LOA e aqueles
correspondem aos valores movimentados pela execução orçamentária (dentro de um mesmo ente).
Para identificar os créditos recebidos de outros órgãos deve-se gerar um relatório gerencial sobre
“Movimentação Orçamentária”. Portanto, os créditos recebidos ou concedidos não são adicionados
ou deduzidos da coluna “Previsão Atualizada”.
Cabe ressaltar que o total da “Despesa Empenhada” superior ao total da “Dotação Inicial” ou
“Dotação Atualizada” pode acontecer em qualquer órgão e não representa um erro. Significa que,
além do seu próprio orçamento, o órgão executou (empenhou) despesas com o orçamento de outros
órgãos, por meio do recebimento de créditos orçamentários.
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Resultado Financeiro
O resultado financeiro representa o confronto entre ingressos e dispêndios, orçamentários e
extraorçamentários, que ocorreram durante o exercício e alteraram as disponibilidades do órgão.
Pelo Balanço Financeiro, é possível realizar a apuração do resultado financeiro. Esse resultado não
deve ser confundido com o superávit ou déficit do exercício apurado no Balanço Patrimonial. Pela
observância do princípio de caixa único, é possível, também, verificar o resultado financeiro na
Demonstração dos Fluxos de Caixa, que apresenta as entradas e saídas de caixa e as classifica em
fluxos operacional, de investimento e de financiamento.
A DFC permite a análise da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalente de caixa e da
utilização de recursos próprios e de terceiros em suas atividades. Sua análise permite a comparação
dos fluxos de caixa, gerados e consumidos, com o resultado do período e com o total do passivo,
permitindo identificar, por exemplo: a parcela dos recursos utilizada para pagamento da dívida e
para investimentos, e a parcela da geração líquida de caixa atribuída às atividades operacionais.
Resultado Patrimonial
A apuração do resultado patrimonial consiste na confrontação das variações patrimoniais
aumentativas (VPA) com as variações patrimoniais diminutivas (VPD) constantes da Demonstração
das Variações Patrimoniais. A DVP evidencia as alterações (mutações) verificadas no patrimônio,
resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do
exercício que passa a compor o saldo patrimonial do Balanço Patrimonial.
As VPA são reconhecidas quando for provável que benefícios econômicos fluirão para a UFRGS e
quando puderem ser mensuradas confiavelmente, utilizando-se a lógica do regime de competência.
A exceção se refere às receitas tributárias e às transferências recebidas, que seguem a lógica do
regime de caixa, o que é permitido de acordo com o modelo PCASP, em atendimento à Lei nº
4.320/1964.
As VPD são reconhecidas quando for provável que ocorrerá decréscimos nos benefícios
econômicos para a UFRGS, implicando em saída de recursos ou em redução de ativos ou na
assunção de passivos, seguindo a lógica do regime de competência. A exceção se refere às despesas
oriundas da restituição de receitas tributárias e às transferências concedidas, que seguem a lógica do
regime de caixa, o que é permitido de acordo com o modelo PCASP, em atendimento à Lei nº
4.320/1964.
A apuração do resultado se dá pelo encerramento das contas de VPA e VPD, em contrapartida a
uma conta de apuração. Após esse processo, o resultado obtido é transferido para conta de
Superávit/Déficit do Exercício, evidenciada no Patrimônio Líquido do órgão. O detalhamento do
confronto entre VPA e VPD é apresentado na Demonstração das Variações Patrimoniais. Com
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público ofertado promoveu alterações quantitativas dos elementos patrimoniais do órgão.
Outras Informações
Essa universidade não possui análise de empresa de auditoria independente.
Os registros contábeis estão sujeitos ao exame das autoridades competentes, durante os prazos
prescricionais, conforme legislação específica aplicável.
Salientamos que à STN, como órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, compete
estabelecer normas e procedimentos contábeis com o fim de promover a sistematização e a
padronização das informações no âmbito da União e à UFRGS, como órgão setorial do sistema,
compete seguir o que é estabelecido pela STN, função que tem sido desempenhada da melhor forma
possível visando, a cada dia, a geração de informações úteis aos gestores e em conformidade com a
legislação.
Porto Alegre, 24 de janeiro de 2018.
Denise de Carvalho Benedetti Santos
CRC-RS 069243/O-0
Cientes,
Rui Vicente Oppermann Tadeu Martin da Silva
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Apresentação das Demonstrações Contábeis que compõem as Notas Explicativas
Balanço Patrimonial (BP)
O Balanço Patrimonial evidencia a situação patrimonial da UFRGS em 31 de dezembro de 2017.
Demonstra a posição estática dos ativos e passivos ao final do exercício, possibilitando ao usuário
da informação conhecer qualitativa e quantitativamente a composição dos bens e direitos (ativos),
das obrigações (passivos), e dos capitais, reservas e resultados acumulados da gestão patrimonial ao
longo de vários exercícios (patrimônio líquido). Apresenta também os atos potenciais, que são
registrados em contas de compensação (natureza de informação de controle).
O Balanço Patrimonial é complementado pelos quadros dos Ativos e Passivos Financeiros e
Permanentes, das Contas de Compensação e do Superávit/Déficit Financeiro.
A Lei nº 4.320/1964 confere viés orçamentário ao Balanço Patrimonial ao separar o ativo e o
passivo em dois grupos, financeiro e permanente, em função da dependência ou não de autorização
legislativa ou orçamentária para realização dos itens que o compõem.
O ativo financeiro compreende os créditos e valores realizáveis e valores numerários e o passivo
financeiro compreende as dívidas fundadas e outros compromissos exigíveis.
O ativo permanente compreende os bens, créditos e valores cuja mobilização ou alienação dependa
de autorização e o passivo permanente compreende as dívidas fundadas e outras que dependam de
autorização legislativa para amortização ou resgate.
O saldo patrimonial, que é a diferença entre a soma dos ativos financeiro e permanente (Ativo Real)
e a soma dos passivos financeiro e permanente (Passivo Real) apresentado no quadro dos Ativos e
Passivos Financeiros e Permanentes, resultou em 2017, em Passivo Real Descoberto em função do
registro da provisão de longo prazo.
O Quadro das Contas de Compensação compreende as contas representativas dos atos potencias
ativos e passivos que podem afetar o patrimônio positiva ou negativamente, imediata ou
indiretamente, tais como os direitos e obrigações conveniados, direitos e obrigações contratuais,
garantias e contragarantias recebidas e concedidas.
No exercício de 2017 a UFRGS apresentou superávit financeiro, conforme quadro do
Superávit/Déficit Financeiro, no valor de R$ 10.606.195,05 (dez milhões seiscentos e seis mil cento
e noventa e cinco reais e cinco centavos) correspondente a diferença positiva entre o ativo
financeiro e o passivo financeiro, conforme.
Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP)
A Demonstração das Variações Patrimoniais evidencia as alterações ocorridas no patrimônio da
UFRGS durante o exercício financeiro. Essa demonstração apura o resultado patrimonial, que pode
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Patrimonial.
No setor público o resultado patrimonial não é um indicador de desempenho, mas um medidor do
quanto o serviço público ofertado promoveu alterações quantitativas dos elementos patrimoniais.
Balanço Orçamentário (BO)
O Balanço Orçamentário demonstra as receitas e despesas previstas em confronto com as
realizadas.
As Receitas Orçamentárias são as disponibilidades de recursos financeiros que ingressam durante o
exercício orçamentário e constituem elemento novo para o patrimôniopúblico e as Despesas
Orçamentárias são o conjunto de dispêndios realizados para o funcionamento e manutenção dos
serviços prestados à sociedade.
As Receitas e Despesas Orçamentárias estão consignadas na Lei Orçamentária Anual (LOA) e a
estrutura do orçamento público federal é estabelecida pelo Manual Técnico de Orçamento,
elaborado pela Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e
Gestão.
Balanço Financeiro (BF)
O Balanço Financeiro evidencia a movimentação financeira do órgão e possibilita a apuração do
resultado financeiro do exercício. O resultado financeiro do exercício não deve ser confundido com
o superávit ou déficit financeiro do exercício que é apurado pelo Balanço Patrimonial.
É composto pelas receitas e despesas orçamentárias, elencadas de acordo com a fonte de origem dos
recursos, bem como pelos ingressos e dispêndios extraorçamentários e os saldos de caixa do
exercício anterior e os que se transferem para o exercício seguinte.
Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)
A Demonstração dos Fluxos de Caixa permite analisar a capacidade de a entidade gerar caixa e
equivalentes de caixa e utilizar recursos próprios ou de terceiros em suas atividades.
A Demonstração dos Fluxos de Caixa identifica as fontes de geração dos fluxos de entrada de caixa,
os itens de consumo de caixa durante o período das demonstrações contábeis e o saldo do caixa na
data das demonstrações contábeis.
TITULO SUBTITULO ORGAO SUPERIOR
BALANÇO PATRIMONIAL - TODOS OS ORÇAMENTOS
26244 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - AUTARQUIA 26000 - MINISTERIO DA EDUCACAO EXERCICIO 2017 EMISSAO 25/01/2018 PERIODO QUARTO TRIMESTRE (Aberto)
PAGINA 1
VALORES EM UNIDADES DE REAL
MINISTÉRIO DA FAZENDA
SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL
ATIVO PASSIVO
ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016 ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016
ATIVO CIRCULANTE 02.001 87.566.067,49 341.245.763,56 PASSIVO CIRCULANTE 02.011 34.313.378,79 22.537.423,39 Caixa e Equivalentes de Caixa 02.002 70.570.384,76 74.822.989,15 Obrigações Trabalh., Previd. e Assist. a Pagar a Curto Prazo 02.012 10.326.758,00 9.310.321,61
Créditos a Curto Prazo - - Empréstimos e Financiamentos a Curto Prazo -
Demais Créditos e Valores a Curto Prazo 02.003 8.209.288,82 258.534.608,57 Fornecedores e Contas a Pagar a Curto Prazo 02.013 14.759.604,94 2.254.440,53
Investimentos e Aplicações Temporárias a Curto Prazo - - Obrigações Fiscais a Curto Prazo -
Estoques 02.004 8.200.540,13 7.084.963,34 Obrigações de Repartição a Outros Entes -
VPDs Pagas Antecipadamente 02.005 585.853,78 803.202,50 Provisões a Curto Prazo -
Ativos Não Financeiros Mantidos para Venda - - Demais Obrigações a Curto Prazo 02.014 9.227.015,85 10.972.661,25 ATIVO NÃO CIRCULANTE 02.006 437.125.441,95 433.015.641,95 PASSIVO NÃO CIRCULANTE 02.015 2.000.000.000,00 2.000.000.000,00 Ativo Realizável a Longo Prazo 02.007 46.279,93 156.200,08 Obrigações Trabalh., Previd. e Assist. a Pag. de Longo Prazo -
Créditos a Longo Prazo 46.279,93 156.200,08 Empréstimos e Financiamentos a Longo Prazo -
Dívida Ativa Não Tributária 8.474.000,71 7.286.507,88 Fornecedores e Contas a Pagar a Longo Prazo - (-) Ajustes para Perdas em Créditos de Longo Prazo -8.427.720,78 -7.130.307,80 Obrigações Fiscais a Longo Prazo -
Estoques - Provisões a Longo Prazo 02.016 2.000.000.000,00 2.000.000.000,00
Investimentos 02.008 146.692,71 125.861,14 Demais Obrigações a Longo Prazo -
Participações Permanentes 146.692,71 125.861,14 Resultado Diferido -
Participações Avaliadas pelo Método de Custo 146.692,71 125.861,14 TOTAL DO PASSIVO EXIGÍVEL 2.034.313.378,79 2.022.537.423,39
-ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016
Propriedades para Investimento -
Propriedades para Investimento -
(-) Depreciação Acumulada de Propriedades p/ Investimentos -
-Reservas de Capital 632.622,38 632.622,38
(-) Redução ao Valor Rec. de Propriedades para Investimentos -
-Ajustes de Avaliação Patrimonial -
Investimentos do RPSS de Longo Prazo -
-Reservas de Lucros -
Investimentos do RPSS de Longo Prazo -
-Demais Reservas 56.706,35 56.706,35
(-) Redução ao Valor Recuperável de Investimentos do RPPS -
-Resultados Acumulados 02.017 -1.510.311.198,08 -1.248.965.346,61
Demais Investimentos Permanentes -
Resultado do Exercício 9.561.514,99 58.273.681,22
Demais Investimentos Permanentes -
Resultados de Exercícios Anteriores -1.248.965.346,61 709.703.158,44 (-) Redução ao Valor Recuperável de Demais Invest. Perm. -
Ajustes de Exercícios Anteriores -270.907.366,46 -2.016.942.186,27 Imobilizado 02.009 434.973.895,40 430.903.337,20
(-) Ações / Cotas em Tesouraria -
Bens Móveis 247.342.273,68 254.920.333,87
TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 02.018 -1.509.621.869,35 -1.248.276.017,88
Bens Móveis 353.879.372,90 339.714.262,56
(-) Depreciação/Amortização/Exaustão Acum. de Bens Móveis -106.537.099,22 -84.793.928,69 (-) Redução ao Valor Recuperável de Bens Móveis -
Bens Imóveis 187.631.621,72 175.983.003,33
Bens Imóveis 188.423.526,33 176.211.463,77
(-) Depr./Amortização/Exaustão Acum. de Bens Imóveis -791.904,61 -228.460,44 (-) Redução ao Valor Recuperável de Bens Imóveis -
Intangível 02.010 1.958.573,91 1.830.243,53
Softwares 718.151,13 627.639,35
Softwares 1.052.240,32 627.639,35
-ATIVO PASSIVO
ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016
-ESPECIFICAÇÃO N. E. 2017 2016
(-) Redução ao Valor Recuperável de Softwares - Marcas, Direitos e Patentes Industriais 1.240.422,78 1.202.604,18 Marcas, Direitos e Patentes Industriais 1.240.422,78 1.202.604,18 (-) Amortização Acumulada de Marcas, Direitos e Patentes Ind - (-) Redução ao Valor Recuperável de Marcas, Direitos e Pat. -
Direitos de Uso de Imóveis -
Direitos de Uso de Imóveis -
(-) Amortização Acumulada de Direito de Uso de Imóveis - (-) Redução ao Valor Recuperável Direito de Uso de Imóveis -
Diferido -
-TOTAL DO ATIVO 524.691.509,44 774.261.405,51 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 524.691.509,44 774.261.405,51
ATIVO
ESPECIFICAÇÃO 2017 2016
PASSIVO
ESPECIFICAÇÃO 2017 2016
ATIVO FINANCEIRO 70.570.384,76 74.822.989,15 PASSIVO FINANCEIRO 59.964.189,71 61.273.562,47
ATIVO PERMANENTE 454.121.124,68 699.438.416,36 PASSIVO PERMANENTE 2.017.917.860,72 2.009.759.739,19
SALDO PATRIMONIAL 1.553.190.540,99 1.296.771.896,15
Quadro de Compensações
ATIVO PASSIVO
ESPECIFICAÇÃO
ESPECIFICAÇÃO / Saldo dos Atos Potenciais Ativos
2017 2016
ESPECIFICAÇÃO
ESPECIFICAÇÃO / Saldo dos Atos Potenciais Passivos
N. E. 2017 2016
SALDO DOS ATOS POTENCIAIS ATIVOS 112.850.435,99 90.924.633,03 SALDO DOS ATOS POTENCIAIS PASSIVOS 266.339.381,44 267.730.987,47 Execução dos Atos Potenciais Ativos 112.850.435,99 90.924.633,03 Execução dos Atos Potenciais Passivos 266.339.381,44 267.730.987,47 Garantias e Contragarantias Recebidas a Executar 10.311.058,56 12.940.056,27 Garantias e Contragarantias Concedidas a Execut - Direitos Conveniados e Outros Instrumentos Cong 92.428.200,32 68.004.921,60 Obrigações Conveniadas e Outros Instrum Congê 64.483.793,42 73.739.794,62 Direitos Contratuais a Executar 10.111.177,11 9.979.655,16 Obrigações Contratuais a Executar 02.019 201.855.588,02 193.991.192,85
Outros Atos Potenciais Ativos a Executar - - Outros Atos Potenciais Passivos a Executar -
-TOTAL 112.850.435,99 90.924.633,03 TOTAL 266.339.381,44 267.730.987,47
DEMONSTRATIVO DO SUPERÁVIT/DÉFICIT FINANCEIRO APURADO NO BALANÇO PATRIMONIAL
DESTINAÇÃO DE RECURSOS SUPERAVIT/DEFICT FINANCEIRO
Recursos Ordinários -7.737.803,52
Recursos Vinculados 18.343.998,57
Educação -24.823.944,80
Seguridade Social (Exceto RGPS) -9.709.376,21
Operação de Crédito -809.800,00
Alienação de Bens e Direitos 89.950,00
Outros Recursos Vinculados a Órgãos e Programas 53.543.313,15
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BALANÇO PATRIMONIAL - TODOS OS ORÇAMENTOS
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PAGINA 3
VALORES EM UNIDADES DE REAL
MINISTÉRIO DA FAZENDA
SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL
DESTINAÇÃO DE RECURSOS SUPERAVIT/DEFICT FINANCEIRO
NOTAS EXPLICATIVAS
02.001 - Ativo Circulante - O ativo circulante compreende os ativos que satisfazem um dos dois seguintes critérios: estarem disponíveis para realização imediata ou terem expectativa de realização até doze meses da data das demonstrações contábeis.
02.002 - Caixa e Equivalentes de Caixa - O item Caixa e Equivalentes de Caixa compreende o somatório dos valores em caixa e em bancos (disponibilidades), bem como equivalentes, que representam recursos com livre movimentação para aplicação nas operações da entidade e para os quais não haja restrição para uso imediato.
Na UFRGS, Caixa e Equivalentes de Caixa representa 13,45% do total do Ativo e é composto por valores em moeda nacional disponibilizados na conta única do Tesouro Nacional, cauções recebidas em dinheiro e depositadas na Caixa Econômica Federal e recursos de convênios com o estado do Rio Grande do Sul depositados no BANRISUL ou aplicados na conta Poupança, conforme demonstrado na Tabela 01.
Cauções são garantias contra possíveis danos ou possível descumprimento de alguma obrigação contratada. É uma exigência aplicada em alguns contratos.
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Notas Explicativas
Nota 02.002 - Caixa e Equivalentes de Caixa
Tabela 01 –
Demonstrativo da composição do caixa e equivalentes de caixa
Caixa e Equivalentes em Moeda Nacional
CTU - Recursos da Conta Única Aplicados
Demais Contas - Caixa Econômica Federal
Demais Contas - Banco do Estado do Rio Grande do Sul
Poupança
Limite de Saque com Vinculação de
Total
Fonte:
SIAFI 2017
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Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017
Caixa e Equivalentes de Caixa
Demonstrativo da composição do caixa e equivalentes de caixa
Caixa e Equivalentes em Moeda Nacional
Valor em 31/12/2017
(R$)
Recursos da Conta Única Aplicados
62.143.465,33
Caixa Econômica Federal
446.947,96
Banco do Estado do Rio Grande do Sul
496.931,87
784.078,67
Limite de Saque com Vinculação de Pagamento
6.698.960,93
70.570.384,76
24/01/2018
/2017
62.143.465,33
446.947,96
496.931,87
784.078,67
6.698.960,93
70.570.384,76
NOTAS EXPLICATIVAS
02.003 - Demais Créditos e Valores a Curto Prazo - O item Demais Créditos e Valores a Curto Prazo representa 1,56% do total do Ativo e é composto pelos valores referentes a adiantamentos concedidos tais como: adiantamento do décimo terceiro salário e adiantamento de 1/3 de férias, conforme valores informados na folha de pagamento; suprimento de fundos, adiantamentos de transferências voluntárias (convênios realizados com fundações de apoio) e adiantamento a prestadores de serviços. Também compõem esse item os créditos a receber, como os créditos por infrações legais ou contratuais e o ajuste para perdas, conforme demonstrado na Tabela 02.
A partir do exercício de 2016 passamos a efetuar a atualização dos créditos a receber pela taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) e o devido registro do ajuste para perdas.
Para o cálculo do ajuste para perdas foi utilizada, por similaridade, a metodologia baseada no histórico de recebimentos passados, conforme consta no MCASP 5ª edição, parte III ¿ Procedimentos Contábeis Específicos e no Manual SIAFI para o cálculo do ajuste para perdas em Dívida Ativa.
Essa metodologia se baseia na média percentual de recebimentos passados e no saldo atualizado das contas de Créditos a Receber. A média percentual de recebimentos passados utiliza uma média ponderada dos recebimentos com relação aos montantes inscritos nos três últimos exercícios.
Salientamos que, em 01/09/2017, ocorreu a baixa total do saldo registrado em Adiantamentos de Transferências Voluntárias, em contrapartida a Ajustes de Exercícios Anteriores. Esse registro se deu em atendimento ao Acórdão nº 1.320/2017 do Tribunal de Contas da União (TCU) que recomendou à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) análise sobre a natureza dos itens registrados a título de adiantamento de transferências voluntárias e providências necessárias para seu adequado registro de acordo com as normas de contabilidade tendo em vista que os conceitos apresentados no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público ( MCASP) subsidiam a conclusão de que as transferências voluntárias realizadas pela União não constituem ativo.
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Notas Explicativas
Nota 02.003 – Demais Créditos e Valores a Curto Prazo
Tabela 02 – Demonstrativo da composição dos demais créditos e valores
Demais Créditos e Valores a Curto Prazo
13º Salário - Adiantamento
1/3 de Férias - Adiantamento
Suprimento de Fundos - Adiantamento
Adiantamentos de Transferências Voluntárias
Adiantamento a Prestadores de Serviços
Adiantamentos Diversos Concedidos
Créditos a Receber por Infrações Legais e Contratuais
Créditos a Receber por Cessão de Pessoal
Créditos a Rec. de Acerto Financeiro com Servidores/Ex
Créditos a Rec. Decorrentes de Folha de
Créditos a Rec. De entidades Estaduais, DF e Municipais
Créditos a Receber por Cessão de Pessoal
(-) Ajuste para Perdas
Total
Fonte: SIAFI 2017
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Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017
Demais Créditos e Valores a Curto Prazo
Demonstrativo da composição dos demais créditos e valores
Demais Créditos e Valores a Curto Prazo
Valor em 31/12/2017
(R$)
6.421.961,73
716.887,11
Adiantamento
Adiantamentos de Transferências Voluntárias
Adiantamento a Prestadores de Serviços
26.559,24
Adiantamentos Diversos Concedidos
652.000,00
Créditos a Receber por Infrações Legais e Contratuais
2.653.019,31
Créditos a Receber por Cessão de Pessoal
311.178,61
Créditos a Rec. de Acerto Financeiro com Servidores/Ex-Servidores
566.221,83
Créditos a Rec. Decorrentes de Folha de Pagamento
1.632.009,09
Créditos a Rec. De entidades Estaduais, DF e Municipais
Créditos a Receber por Cessão de Pessoal - Intra
39.196,57
4.816.548,25
8.209.288,82
24/01/2018
Valor em 31/12/2017
6.421.961,73
716.887,11
0,00
0,00
26.559,24
652.000,00
2.653.019,31
311.178,61
566.221,83
1.632.009,09
6.803,58
39.196,57
4.816.548,25
8.209.288,82
NOTAS EXPLICATIVAS
02.004 - Estoques - Na UFRGS, em 31/12/2017, os bens em estoque representavam 1,56% do total do Ativo. Esse item é composto pelos materiais de consumo em almoxarifado (77,14%), estoques de produtos para pesquisa ¿ animais (15,58%) e pelas importações em andamento de bens de consumo (7,28%), conforme Tabela 03.
Os materiais de consumo estão divididos entre nove almoxarifados setoriais, conforme Tabela 04, cujo acompanhamento da movimentação é feito mensalmente pelo Relatório Mensal de Almoxarifado - RMA e ao final do exercício é apresentado o inventário de cada almoxarifado setorial.
Cabe salientar, com relação ao Almoxarifado dos Restaurantes Universitários, que apesar do mesmo ter apresentado o Inventário Anual ao final do exercício de 2017, momento em que foi possível realizar a conciliação contábil de estoques, durante o ano apresentou os Relatórios Mensais de Almoxarifado por vezes em atraso e com inconsistências. Some-se a isso o fato da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, responsável pelo Almoxarifado dos Restaurantes Universitários, não ter enviado tempestivamente ao Departamento de Contabilidade e Finanças os processos de pagamento do material estocável para que fossem efetuados os registros contábeis pertinentes e o resultado foi o acúmulo desnecessário de atividades no período de encerramento de exercício e a falta de registros fidedignos durante os meses anteriores a dezembro. Com relação ao Almoxarifado do Instituto de Pesquisas Hidráulicas - IPH salientamos que, em agosto/2017, o mesmo foi encerrado. Após solicitação do IPH foi instituída uma comissão que, após análise, concluiu pelo encerramento do almoxarifado que se concretizou com a apresentação do inventário de encerramento pelo processo 23078.513873/2017-36.
Ministério da Educação – MEC
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pró-Reitoria de Planejamento e Administração
Departamento de Contabilidade e Finanças
Divisão de Contabilidade - DICONT
Versão:
1.0.0
Notas Explicativas
Nota 02.004 - Estoques
Estoques
Materiais de Consumo
Animais
Importações em Andamento
Total
Fonte: SIAFI 2017
Almoxarifado
153114 – Almoxarifado Central
153297 – Instituto de Física
153300 – Instituto de Química
153301 – Escola de Engenharia
153310 – Instituto de Pesquisas Hidráulicas
153315 – Faculdade de Odontologia
153318 – Hospital de Clínicas
153551 – Superintendência de Infraestrutura
153912 – Restaurantes Universitários
153928 – Almoxarifado Gráfica
Total
Fonte: SIAFI 2017
Tabela 0
153303 – Estação Experimental Agronômica
Fonte: SIAFI 2017
MEC
Rio Grande do Sul - UFRGS
Reitoria de Planejamento e Administração - PROPLAN
Departamento de Contabilidade e Finanças - DCF
DICONT
Atualizada em:
24
Notas Explicativas – 4º Trimestre/2017
Tabela 03 - Estoques
Estoques
Valor em 31/12/2017
(R$)
Materiais de Consumo
6.326.194,67
1.277.430.55
Importações em Andamento
596.914,91
8.200.540,13
SIAFI 2017
Tabela 04 – Estoques por almoxarifado
Almoxarifados
Valor em 31/12/2017
(R$)
AV
(%)
Almoxarifado Central
498.604,88
7.788,06
937.918,20 14
Escola de Engenharia
9.453,36
Instituto de Pesquisas Hidráulicas
0,00
Faculdade de Odontologia
305.482,84
Hospital de Clínicas Veterinárias
433.821,78
Superintendência de Infraestrutura
3.270.800,34 51
Restaurantes Universitários
368.688,57
Almoxarifado Gráfica
493.636,34
6.326.194,67
Tabela 05 – Estoques de produtos para pesquisa - animais
Almoxarifado
Valor em 31/12/2017
(R$)
Estação Experimental Agronômica
1.277.430,55
Total
1.277.430,55
24/01/2018
AV
(%)
7,88%
0,12%
4,83%
0,15%
-
4,83%
6,86%
1,70%
5,83%
7,80%
100%
NOTAS EXPLICATIVAS
02.005 - VPDs Pagas Antecipadamente - Compreende os pagamentos de variações patrimoniais diminutivas antecipadas, cujos benefícios ou prestação de serviço ocorrerão no curto prazo.
Na UFRGS o item é composto por prêmios de seguros de veículos, equipamentos e prédios (9,30%); assinaturas e anuidades de bases de dados e jornais (81,40%), locação de softwares e serviços de manutenção de sistemas informatizados (13,42%) e garantias de equipamentos (0,88%).
Em 31/12/2017 as Variações Patrimoniais Diminutivas Pagas Antecipadamente representavam 0,11% do total do Ativo. Na Tabela 06 é apresentada a composição das VPD Pagas Antecipadamente em 31/12/2017.