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Academic year: 2018

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POEMAS

Dina Aquino A vesque

WAIT

Free Motionless

lmmutable shadows In the ethereal vastness . Sleepless suffered face. For the beloved away . Moments thrust In time,

Long walks Through

Anguish Towards Nothing.

Wir.d that no longer smiles Tunes that no longer play Stars that speak no more.

Yet

Lips that open in hope Of a bliss,

Arms that stretch In a desperate Search

O

f

What Is Gone.

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46

ESPERA

Sombras soltas Pnradas

Na imensidão etérea Im11tável.

Sofrido rosto insone Pelo amor

Ausente,

Momentos lançados No tempo

CamiPhando na Angústia

Para o

Nada.

Vento que não mais sorri Música que não mais se canta Estrelas que não mais falam

E ainda,

Lábiüs se entreabrem A espera da dádiva, Braços se estendem Na busca

Desesperada do que se foi.

Rev. de Letras, Fortaleza, 14 U/2) - jan./dez. 1989

BCH-PERIODICOS

QUESTJONS

I asked the little flower

Who had made her so beautiful and delicate, Drops of dew fell from her petals,

Answering with a smile, she went away.

Then, I asked the wind

Who had ma de him so soft and rude. He ran fast taking along

The flowers from my garden:

Further I found a thcusancl birds

And asked them why their language was music only, Singing, they answered a long silence

And flew away .

Let all alone on the long and dark road I asked myself

-Where is the Creator?

Where will everything lead us?

To the inscrutable region of nothingness?

Shall we be eterna! shepherds singing amidst the clouds? Shall we be little lambs wandering in search of light?

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46

ESPERA

Som bras s0ltas P11radas

Na imensidão etérea Im11tável.

Sofrido rosto insone Pelo amor

Ausente,

セQッュ・ョエッウ@ lançados

No tempo CamiPhando na Ang-ústia

Para o Nada.

Vento que não mais sorri Música que não mais se canta Estrelas que não mais falam

E ainda,

Lábios se entreabrem A espera da dádiva, Braços se estendem Na busca

Desesperada do que se

foi.

Rev. de Letras, Fortaleza, 14 (1/2) - jan./dez. 1989

BCH-PERIODICOS

QUESTIONS

I asked the little flower

Who had made her so beautiful and delicate, Drops of dew fell from her petals,

Answering with a smile, she went away.

Then, I asked the wind

Who had ma de him so soft and rude . He ran fast taking along

The flowers from my garden:

Further I found a thcusand birds

And asked them why their language was music only, Singing, they answered a long silence

And flew away.

Let all alone on the long and dark road I asked myself

-Where i.s the Creator?

Where will everything lead us?

To the inscrutable region of nothingness?

Shall we be eterna! shepherds singing amidst the clouds? Shall we be little lambs wandering in search of light?

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INDAGAÇDES

Perguntei à rosa quem a criou E a fez nascer tão bela e delicada.

Gotas de orvalho caíram de suas pétalas, Respondendo um sorriso, se foi

Perguntei ao vento quem o fez Tiio suave e rude,

E ele se foi veloz, levando consigo As flores do meu jardim

Mais longe encontrei mil pássaros

E perguntei-lhes por que só em mtisica sua linguagem era, Cantando, responderam um silêncio

E se foram em revoada.

Sozinha na estrada longa e sombria Perguntei a mim mesma,

Onde o Criador

Aonde nos leva todo o existir? Para a região ゥョセッョ、£カ・ャ@ do nada?

Seremos eternos pastores cantando por entre nuvens? Seremos estrelas vagando em busca de luz?

Rcv. de Letras, Fortaleza, 14 <l/2) - jan./dez. 1989

i セlitelore@ versus

FOLCLORE, OU DE COMO A

CULTURA DOMINANTE TENDE A DEVORAR A

CULTURA SUBALTERNA

Eduardo Diatahy B. de Menezes

"Il se peut dire, avec apparence, qu'il y a ignorance abecedaire, qui va devant la science, une autre, doctorale, qui vient apres la science: ignorance que la science faict et engendre, tout ainsi comme elle defaict et destruit la premiere."

MONTAIGNE

Essai LIV: "Des vaines subtilitez".

" . . . os códigos dominantes, ( ... ) e a linguagem universal do poder, traduzem mal, ou não traduzem o co·

tidiano popular."

Alfredo BOSI

Prefácio a Carlos Guilherme Mota: Ideologia da Cultura Brasileira, p. XV.

"C'est toujours faire preuve de colonialisme intellec-tuel que de considérer les valeurs privilégiées de sa propre culture comme des archétypes normatifs pour d'autres cul-tures. Ce qui est seul normatif ce sont ces grands assem-blages pluriels des images en constellations, en essaims, en poemes ou en mythes."

Gilhert DURAND

Les Structures Anthropologiques de l'Imaginaire,

p. 11

Referências

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