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Recursos das decisões administrativas. Relativo aos benefícios previdenciários;

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(1)

Recursos das decisões administrativas

Processo administrativo de natureza

contenciosa:

● Relativo aos benefícios previdenciários;

Lei 13.341/2016

● Relativo ao custeio previdenciário: Processo

Administrativo Fiscal (Decreto nº 70.235/72).

(2)

Processo administrativo relativo aos benefícios

previdenciários

● Das decisões do INSS nos processos de interesse dos beneficiários caberá recurso ao CRSS.

● É de 30 dias o prazo para interposição de recursos, contados da ciência da decisão.

● A partir da data da interposição do recurso, inicia-se a contagem do prazo de 30 dias para o INSS oferecer contra-razões.

● Admitir ou não o recurso é prerrogativa do CRSS,

sendo vedado a qualquer órgão do INSS recusar o seu recebimento ou sustar-lhe o andamento, exceto

quando reconhecido o direito pleiteado, antes da bid d t CRSS

(3)

Instâncias recursais

O CRSS compreende os seguintes órgãos:

(I) 29 Juntas de Recursos, com competência para julgar, em primeira instância, os recursos interpostos contra as decisões prolatadas pelos órgãos regionais do INSS, em matéria de benefício administrado pela autarquia;

(II) 4 Câmaras de Julgamento, com sede em Brasília, com a competência para julgar, em segunda instância, os recursos interpostos contra as decisões proferidas pelas Juntas de Recursos que infringirem lei, regulamento,

enunciado ou ato normativo ministerial;

(III) Conselho Pleno, com a competência para uniformizar a jurisprudência previdenciária.

(4)

Composição do CRSS

CRSS

Vinte e nove Juntas de Recursos – tendo cada uma a seguinte

composição:

2 representantes do governo

1 representante das empresas

1 representante dos trabalhadores

Quatro Câmaras de Julgamento – tendo cada uma a seguinte

composição:

2 representantes do governo

1 representante das empresas

1 representante dos trabalhadores

(5)

Processo Administrativo Fiscal

Decreto nº 70.235/72.

Formalizada a exigência pela lavratura de AI,

três hipóteses são possíveis:

(I) o sujeito passivo cumpre a exigência através

do pagamento ou pedido de parcelamento;

(II) o sujeito passivo apresenta impugnação

para contestar a exigência fiscal; ou

(III) se dá à revelia (ausência do contraditório

pelo não-comparecimento do sujeito passivo ao

processo).

(6)

Competência para julgar o processo

(I) em 1ª instância, às DRJ, órgãos de deliberação interna e natureza colegiada da RFB;

(II) em 2ª instância, ao CARF, órgão colegiado, paritário, integrante da estrutura do MF.

O CARF será constituído por seções e pela Câmara Superior de Recursos Fiscais.

As seções serão especializadas por matéria e constituídas por câmaras.

(7)

Impugnação

● Instaura a fase litigiosa do procedimento;

● É a forma que o sujeito passivo utiliza para

manifestar sua inconformidade com a

exigência fiscal;

● Prazo de 30 dias, contados da data em que

for feita a intimação da exigência;

● Apresentada a impugnação, o processo,

formado a partir do AI será submetido ao

julgamento da DRJ.

(8)

Recurso

● O objetivo do recurso é o reexame da decisão

de primeira instância (DRJ) pelo CARF.

● O autor do recurso pode ser o contribuinte

notificado ou a própria autoridade julgadora,

conforme a decisão originária tenha sido pela

procedência ou improcedência da exigência

fiscal.

(9)

Recurso Voluntário

● Da decisão de primeira instância (DRJ) caberá recurso voluntário, com efeito suspensivo, dirigido ao CARF. ● Ou seja, se a impugnação apresentada pelo sujeito

passivo não for acolhida na primeira instância, ele poderá recorrer para a segunda instância.

● O prazo para interposição do recurso é de trinta dias, contados da ciência da decisão de primeira instância.

(10)

Recurso de Ofício

(Decreto 70.235/72, art. 34)

A autoridade de primeira instância (Presidente de Turma da DRJ) recorrerá de ofício sempre que a decisão:

I - exonerar o sujeito passivo do pagamento de tributo e encargos de multa de valor total (lançamento principal e decorrentes) superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais);

II - deixar de aplicar pena de perda de mercadorias ou outros bens cominada a infração denunciada na

(11)

Recurso Especial dirigido à CSRF

● Nos casos de decisão que der à lei tributária

interpretação divergente da que lhe tenha dado outra Câmara, turma de Câmara, turma especial ou a

própria CSRF, caberá recurso especial à CSRF, no prazo de 15 dias da ciência do acórdão ao

interessado.

● A CSRF terá como único foco a unificação da interpretação das normas tributárias.

CSRF - Câmara Superior de Recursos Fiscais - será constituída por turmas, compostas pelos Presidentes e Vice-Presidentes das câmaras.

(12)

BPC/LOAS

Beneficiários Idoso e pessoa com deficiência que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção e nem de tê-la provida por sua família.

Renda mensal Um salário mínimo

Idoso Aquele com idade de 65 anos ou mais.

Pessoa com deficiência

Aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais

pessoas.

A avaliação da deficiência e do grau de impedimento será realizada por meio de avaliação social e avaliação médica. A avaliação social considerará os fatores ambientais, sociais e pessoais; a avaliação médica considerará as deficiências nas funções e nas estruturas do corpo (serv. social / perícia médica) Impedimento

(13)

BPC/LOAS

Família incapaz de prover a manutenção da pessoa com deficiência ou do idoso

Aquela cuja renda per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo. Poderão ser utilizados outros elementos

probatórios da condição de miserabilidade do grupo familiar e da situação de vulnerabilidade (LOAS, art. 20, §11).

O valor do BPC concedido a idoso não será computado no

cálculo da renda mensal bruta familiar, para fins de concessão do BPC a outro idoso da mesma família.

Renda

mensal bruta familiar:

A soma dos rendimentos brutos auferidos mensalmente pelos membros da família composta por salários, proventos,

pensões, pensões alimentícias, benefícios de previdência pública ou privada, seguro-desemprego, comissões,

pro-labore, outros rendimentos do trabalho não assalariado,

rendimentos do mercado informal ou autônomo, rendimentos auferidos do patrimônio, Renda Mensal Vitalícia e BPC (este, em regra).

(14)

BPC/LOAS

Não serão computados como renda mensal bruta familiar

I - benefícios e auxílios assistenciais de natureza eventual e temporária;

II - valores oriundos de programas sociais de transferência de renda;

III - bolsas de estágio supervisionado;

IV - pensão especial de natureza indenizatória e benefícios de assistência médica;

V - rendas de natureza eventual ou sazonal, a

serem regulamentadas em ato conjunto do MDSA e do INSS; e

VI - rendimentos decorrentes de contrato de aprendizagem.

(15)

BPC/LOAS

Família para cálculo da renda per

capita:

Conjunto de pessoas composto pelo requerente, o cônjuge, o

companheiro, a companheira, os pais e, na ausência de um deles, a madrasta ou o padrasto, os irmãos solteiros, os filhos e enteados solteiros e os menores tutelados, desde que vivam sob o mesmo teto.

Quando o requerente for pessoa em situação de rua, será

considerado família do requerente as pessoas acima, desde que convivam com o requerente na mesma situação.

Acumulação

O beneficiário não pode acumular o BPC com outro benefício no âmbito da Seguridade Social ou de outro regime, inclusive o seguro-desemprego, ressalvados o de assistência médica e a pensão especial de natureza indenizatória.

A acumulação do benefício com a remuneração advinda do contrato de aprendizagem pela pessoa com deficiência é limitada ao prazo máximo de dois anos.

(16)

BPC/LOAS

Revisão O BPC deve ser revisto a cada 2 anos para avaliação da continuidade das condições que lhe deram origem.

(17)

Suspensão do BPC/LOAS

● O BPC será suspenso se identificada qualquer irregularidade na sua concessão ou manutenção, ou se verificada a não continuidade das condições que deram origem ao benefício.

● Será concedido ao interessado o prazo de 10 dias, mediante notificação por via postal com AR, para oferecer defesa, provas ou documentos de que dispuser. ● Na impossibilidade de notificação por via postal com AR, deverá ser efetuada por

edital (publicado em jornal de grande circulação na localidade do domicílio do beneficiário) e concedido o prazo de 15 dias, contado a partir do primeiro dia útil seguinte ao dia da publicação, para apresentação de defesa, provas ou

documentos pelo interessado.

● Esgotados os prazos acima sem manifestação do interessado ou não sendo a defesa acolhida, será suspenso o pagamento do benefício e, notificado o

beneficiário.

● Será aberto o prazo de 30 dias para interposição de recurso à Junta de Recursos do CRPS.

● Decorrido o prazo concedido para interposição de recurso sem manifestação do beneficiário, ou caso não seja o recurso provido, o benefício será cessado,

Referências

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