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Protecao contra corrosão - 2014-2

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(1)

Métodos de Proteção

contra Corrosão

Prof. Denis Massucatto UMC – Villa Lobos / Lapa

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Métodos de Proteção contra

Corrosão

 A corrosão pode acarretar alguns problemas econômicos, tais como:

◦ Substituição do equipamento corroído,

◦ Paralisação do equipamento por falhas ocasionadas pela corrosão,

◦ Emprego de manutenção preventiva (pintura, adição de inibidores, revestimentos, etc.),

◦ Contaminação ou perda de produtos,

◦ Perda de eficiência do equipamento (caldeiras, trocadores de calor, bombas),

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Métodos de Proteção contra

Corrosão

 Para se combater a corrosão, deve-se saber as causas (mecanismo) da

mesma.

 Devem ser consideradas a

composição do material metálico, da sua forma de emprego e do meio

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Mecanismos de corrosão:

Galvânica: diferente natureza de material Célula oclusa: diferença de aeração

Corrosão-erosão: ação mecânica do meio Corrosão sob tensão: solicitação mecânica Fragilização por hidrogênio: contato com H

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Métodos de Proteção contra

Corrosão

 Assim, pode-se esquematizar os métodos da seguinte forma:

(A – ar, W – água e S – solo)

◦ Métodos baseados na modificação do meio corrosivo:

 Deaeração da água ou solução neutra (W)

 Purificação ou diminuição da umidade do ar (A)  Adição de inibidores de corrosão (S)

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Métodos de Proteção contra

Corrosão

◦ Métodos baseados na modificação do metal (A,W,S) :

 Aumento da pureza

 Adição de elementos de liga

 Tratamento térmico

◦ Métodos baseados nos revestimentos protetores:

 Tratamento químico ou eletroquímico da superfície metálica (A,W)

 Revestimentos orgânicos (A,W,S)

 Revestimentos inosgânicos (A,W,S)

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Compatibilidade de materiais

 Compatíveis

◦ Aço-carbono: ácido sulfúrico concentrado (> 85%)

◦ Aços inoxodáveis: ácido nítrico, sulfúrico diluídos, bases diluídas

◦ Al: ácido nítrico concentrado, ác. Acético, cítrico, tartárico

◦ Cu: água do mar, exposição atmosférica, ác. Não-oxidantes

◦ Ni: bases

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Compatibilidade de materiais

 Não-Compatíveis - corrosão

◦ Al, Zn, Sn e Pb: soda cáustica

◦ Zn: atmosferas industriais

◦ Al, Cu e ligas: mercúrio e seus sais

◦ Cu e ligas: ác. Nítrico, sulfúrico (concentrados), amônia

◦ Ni e ligas: enxofre e sulfeto

◦ Mg: ácidos inorgânicos e orgânicos

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Modificação de Projeto

Solda descontínua acumula meio corrosivo e pode causar corrosão por frestas.

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Revestimento

Proteção Contra corrosão

Superfície Limpeza

Orgânico

Inorgânico

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Limpeza

 A superfície a ser protegida deve estar livre de impurezas, para que a

proteção seja eficiente.

 Produtos de corrosão e sujeira impedem a aderência do

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Limpeza

 As impurezas podem ser:

◦ Sólidas: massa de polimento, de estampagem. Apresentam relativa dificuldade na remoção.

◦ Óxidos e produtos de corrosão: ocorrem em chapas laminadas a quente e em

armazenamento em estágios intermediários de fabricação.

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Limpeza

 As impurezas podem ser:

◦ Oleosas: óleos minerais, óleos graxos, óleos de laminação, estampagem, trefilação.

Quanto maior a viscosidade do óleo, maior a dificuldade de limpeza;

◦ Semi-sólidas: parafina, ceras, graxas, sabões. Geralmente não apresentam dificuldade na remoção.

(29)

Limpeza da superfície

 Tipos mais comuns:

◦ Desengraxamento

◦ Solubilização

◦ Decapagem ácida

◦ Decapagem básica

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Limpeza da superfície

 Desengraxamento

◦ Remoção de material depositado não tenha reagido quimicamente com a superfície metálica.

◦ Variáveis:

 tempo de contato  Temperatura

 Concentração

 ação mecânica (jateamento, agitação)

 A temperatura é determinada pela ebulição do solvente.

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Limpeza da superfície

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(33)

Limpeza da superfície

 Solubilização

◦ Remoção de impurezas por meio de solventes, que podem ser:

 Hidrocarbonetos alifáticos – derivados do petróleo

 Hidrocarbonetos aromáticos – derivados de carvão

 Hidrocarbonetos clorados

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Solubilização

 Solubilização

◦ A remoção pode ser feita por:  Imersão da peça no solvente,

 Jateamento com o solvente,

 Desengraxamento por vapor: a peça é

colocada em uma câmara de vapor, na qual o solvente se condensa no topo da peça e

escorre pela mesma, limpando a superfície.

◦ Em geral, ocorre a associação destes métodos para facilitar a limpeza.

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Desengraxamento por vapor

https://rdl.train.army.mil/catalog-ws/view/100.ATSC/94A83DB2-B749-45D9-A0FF-0EC22B14ABD5-1276037346536/38-3/ch2.htm

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Desengraxamento por vapor

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Desengraxamento por vapor

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Limpeza de Superfície

 Decapagem ácida

◦ Imersão da peça em banho ácido, para remoção das impurezas aderidas

quimicamente à superfície (óxidos e produtos de corosão).

 Pode ocorrer o ataque ao metal não corroído, o que expõe a superfície de forma homogênea para receber a proteção.

◦ Após a decapagem é necessária uma lavagem em água corrente para eliminar

totalmente o ácido, principalmente em áreas de estagnação.

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Decapagem ácida

 Principais ácidos utilizados:

◦ Ácido sulfúrico comercial: usado em concentrações de 5-20% em peso e

temperaturas de 60 a 80°C. Mais barato e baixo consumo e ausência de vapores.

◦ Ácido clorídrico (ou muriático): somente usado em T ambiente, pois libera vapores quando aquecido.

(40)

Limpeza de Superfície

 Decapagem alcalina:

◦ Utiliza-se bases do tipo NaOH, KOH. Em metais leves ou macios, como Al e Zn, ocorre o ataque da impureza juntamente com o ataque do metal. Quando aplicado em ferro e aço, estes não são atacados por bases, o que permite seu uso em peças frágeis ou de alta precisão.

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Limpeza de Superfície

 Ação Mecânica:

◦ Uso de técnicas de abrasão para a remoção de óxidos (aderidos

quimicamente).

◦ Os métodos manuais de remoção incluem o emprego de escovas de aço, martelos de impacto, lixas, etc., e os mecanizados com raspadeiras, lixadeiras, politrizes,

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Limpeza de Superfície

 Ação Mecânica:

◦ O jateamento é o método mais completo

para a remoção de escamas de ferrugem. É também o mais utilizado, pois é mais eficaz, rápido e a superfície final tem qualidade

superior, que permite uma rugosidade ideal para ancoragem do primer

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Ação Mecânica

 O método de abrasão não é indicado em peças que possuam seção

reduzida, como eixos longos e finos, uma vez que pode-se causar

distorções, e em peças onde o

acabamento superficial e a tolerância das dimensões sejam rigorosas

(44)

Jateamento

 Para o jateamento são utilizados areia, granalha de aço, óxido de alumínio e esferas de vidro, sendo a areia o mais comum.

 Como no jateamento há a formação de poeira, há restrição de seu uso pelos órgãos de meio ambiente e segurança do trabalho.

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Jateamento com granalha de

aço

Tipos de granalhas: esféricas ou angulares

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Jateamento

https://rdl.train.army.mil/catalog- ws/view/100.ATSC/94A83DB2- B749-45D9-A0FF- 0EC22B14ABD5-1276037346536/38-3/ch2.htm

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Jateamento

<- Areia Seca

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Revestimentos metálicos

 As finalidades para acabamento metálico incluem;

◦ Decorativa: ouro, prata, níquel, cromo

◦ Resistência à oxidação em contatos elétricos: estanho, prata, ouro, ródio

◦ Endurecimento superficial: cromo

◦ Resistência à corosão: cromo, zinco, níquel, alumínio, cádmio, estanho

(51)

Revestimentos metálicos

 A proteção ocorre pela formação de camada protetora de óxido ou de

hidróxido:

◦ Al, Cr, Ni e Zn.

 A qualidade da aderência e

impermeabilidade da película vai

depender do método de deposição e da qualidade da limpeza da superfície.

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Revestimentos metálicos

 Cladização

 Imersão a quente

◦ (galvanização a fogo)

 Aspersão térmica - metalização

 Eletrodeposição

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Revestimentos metálicos

 Cladização: método que visa o controle de corrosão. Pode ser

realizado por laminação conjunta a quente, por explosão e por solda.

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Revestimentos metálicos

 Imersão a quente:

◦ Imersão do material metálico em banho de metal fundido. É usado para o revestimento de aço com estanho, cobre, zinco e alumínio.

◦ Zinco: galvanização ou zincagem a fogo

 O processo de galvanização corresponde a > 50% do Zn consumido anualmente. É usado em torres de

transmissão e distribuição, condutos para ar

condicionado, chapas para coberturas de barracões, silos, arames, etc.

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Hot-dip galvanizing

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Revestimentos metálicos

 Aspersão térmica – Metalização

◦ Utiliza-se uma pistola de aspersão para

recobrir a superfície com finas partículas do metal. A alimentação do sistema pode ser realizada com fio ou pó do metal de

recobrimento e a pistola contém uma chama de acetileno que funde as partículas de

metal, sendo solidificada ao tocar o substrato.

◦ Costuma-se combinar a metalização com a pintura, para a redução da porosidade do material depositado.

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Aspersão térmica

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Aspersão térmica

(60)

Aspersão térmica - alumínio

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Aspersão térmica

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Revestimento

Proteção Contra corrosão

Superfície Limpeza

Orgânico Inorgânico

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Revestimentos Metálicos

 Eletrodeposição

◦ O material a ser

depositado é colocado como cátodo em uma cuba eletrolítica, onde o eletrólito contém o sal do metal a ser depositado e o ânodo também pode ser do mesmo metal.

(65)

Revestimentos Metálicos

 Eletrodeposição

◦ A vantagem é que se tem uma camada fina e livre de poros, o que se evita o excesso de metal depositado.

◦ É utilizado para deposição de ouro, prata, cobre, estanho, níquel, cádmio , cromo e zinco.

(66)

Revestimentos Não-Metálicos

Inorgânicos

 Os revestimentos não metálicos inorgânicos são depositados diretamente na superfície ou formados sobre a mesma.

 Vidros são utilizados como revestimentos de tubulações e reatores.

 Os revestimentos formados diretamente na superfície metálica são obtidos por reações químicas entre o material desta superfície e o meio adequado

(67)

Revestimentos Não-Metálicos

Inorgânicos

 Entre os processos usados:

◦ Anodização

◦ Cromatização

(68)

Anodização

 O alumínio apresenta grande resistência à corrosão devido à aderência de sua

camada de óxido formada por exposição ao ar.

 O processo de anodização consiste em formar uma camada de óxido mais

espessa e duradoura, por método químico ou eletroquímico.

 O nome da técnica se dá pela técnica eletroquímica, onde a peça é posta

como ânodo. É também utilizado para magnésio, zircônio e titânio.

(69)
(70)

Anodização

 A camada de óxido formada possui boa aderência, baixa elasticidade,

resistência à corrosão e ao desgaste mecânico. A superfície também possui alta aderência à tintas.

(71)
(72)

Cromatização

 É um processo onde são usadas

soluções contendo cromatos ou ácido crômico.

 Quando realizado sobre o metal, tem

como objetivo de aumentar a

resistência contra corrosão (aço) ou melhorar a aderência de tintas (Al e Mg).

 Quando realizado sobre a camada de óxido ou fosfato serve como vedante de poros.

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Cromatização

http://www.henkelna.com/adhe sives/aluminum-conversion-coating-processes-21168.htm

(74)

Cromatização

 A proteção sobre Al tem nome de Iridite ou Alodine, e é usado

principalmente na indústria aeroespacial

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Cromatização

A peça cromatizada apresenta iridescência

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Fosfatização

 Aplicação de uma camada de fosfato sobre o metal a ser protegido, usando ácido fosfórico e fosfato de Zn, Mn ou Fe.

 A aplicação pode ser por spray ou por imersão.

 Na formação da película protetora, de aprox. 1-10 µm, o fosfato reage com a superfície metálica, que adquire uma camada inorgânica.

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Fosfatização

 Sua proteção não é muito eficiente quando utilizada sozinha, mas possui um grande efeito quando realizada em conjunto com outro método de proteção.

http://www.pfonline.com/articles/phosp

hate-conversion-coatings http://www.ilve.com.tr/yislem.asp?d=ING Fosfato de Zn

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Fosfatização

 O aumento da porosidade da camada de fosfato aumenta a área específica que a pintura tem para se fixar, fazendo com que fique mais compacta e aderida.

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Revestimentos Não-metálicos

Orgânicos - Tintas e pigmentos

◦ É o método de proteção mais empregado, pois é fácil de se aplicar, tem baixo custo de manutenção, além de possuir:

 Finalidade estética

 Auxílio na segurança industrial  Sinalização

 Identificação de fluidos em tubulações e reservatórios

 Impedir incrustações de microorganismos em embarcações

 Impermeabilização

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Tintas e pigmentos

 Aplicação pode ser feita por:

◦ Spray: mais utilizado, garante

homogeneidade da camada protetiva

◦ Pincel: mais utilizado para recortes

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Tintas e pigmentos

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Tintas e pigmentos

 Veículo não-volátil é o constituinte aglomerante

das partículas de pigmento e responsável pela continuidade e formação da pelicula protetora. São geralmente compostos por óleos vegetais, resinas alquídicas ou acrílicas.

 Os veículos conversíveis sofrem reação após a

cura aplicação da película, sendo sua estrutura química modificada (polimerização). Os

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Tintas e pigmentos

 Aditivos são colocados em pequenas

concentrações para conferir propriedades específicas à tinta. São eles:

Secantes: reduzem o tempo de secagem, utilizados

em tintas a óleo e em tintas que a formação da película é realizada por oxidação

Anti-sedimentantes: reduzem a sedimentação dos

pigmentos, impedindo que se forme um sedimento duro e compacto durante seu armazenamento

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Tintas e pigmentos - aditivos

Antinata ou antipele: evita a formação da

película que se observa ao abrir a lata de tinta.

Plastificantes: melhora a flexibilidade da

película de tinta

Nivelantes: melhora o espalhamento da tinta,

(85)

Tintas e pigmentos - aditivos

Antiespumantes: auxiliam tanto na

fabricação quanto na aplicação

Agentes tixotrópicos: utilizados em tintas

mais viscosas, auxilia a aplicação na espessura correta

Antifungos: previne a deterioração por

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Tintas e pigmentos

 Pigmentos: são partículas sólidas, finamente

divididas, insolúveis nos veículos fixos. São classificados em:

Anticorrosivos: confere proteção anticorrosiva,

Opacificantes coloridos / tintorais: conferem cor e

opacidade à tinta

Cargas/extensores: não conferem cor nem

opacidade. Servem como preenchedores, para baratear o custo da tinta.

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Pigmento inorgânicos

 Dióxido de Titânio TiO2: é o pigmento branco mais utilizado.

 Sulfeto de Zinco ZnS: é o mais utilizado depois do TiO2.

 Óxidos de Ferro: pigmento muito estável à luz e apresenta-se em várias cores. É o pigmento mais usado em primers

 Zarcão: óxido vermelho de chumbo protege anodicamente a superfície.

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Mecanismos de proteção

Barreira: a tinta cria uma barreira física e

impermeável entre o meio corrosivo e a

superfície metálica, impedindo que o agente oxidante se encontre com o metal.

Inibição (passivação anódica): ocorre a

formação de uma camada passiva (como no caso do Al/Al2O3)

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Falhas no sistema de pintura

 Para se aumentar a vida útil do

recobrimento procura-se usar:

◦ Adequado preparo da superfície;

◦ Maior espessura possível da película de revestimento;

◦ Tintas de alto padrão técnico;

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Áreas mais sujeitas a falhas

 As áreas mais sujeitas a falhas são:

◦ Estagnação de água – bases de colunas de estruturas metálicas;

◦ Com parafusos e porcas

◦ Arestas e cantos vivos

◦ Com frestas

◦ Deformadas durante a operação

◦ Sujeitas à condições ambientais (poluentes, direção dos ventos)

◦ Submetidas à ação de substâncias químicas

(91)

Proteção catódica

(92)

Proteção catódica

(93)

Proteção Catódica

 Na proteção catódica ocorre a

eliminação, por processo artificial, das áreas anódicas da superfície que se

deseja proteger, de modo que toda ela se comporte como cátodo.

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(96)
(97)
(98)

Proteção Catódica por Corrente

Impressa

(99)

Proteção Catódica por Corrente

Impressa

(100)

Comparação entre os dois

métodos

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