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BOLETIM DO CLIMA SÍNTESE CLIMÁTICA

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Academic year: 2021

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Vol. 09 – – Maio de 2021 – www.apac.pe.gov.br

BOLETIM DO CLIMA

SÍNTESE CLIMÁTICA

Nº 05

(2)

2

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO Paulo Henrique Saraiva Câmara – Governador SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA E RECURSOS HÍDRICOS

Fernandha Batista Lafayette - Secretária AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA Suzana Maria Gico Lima Montenegro – Diretora -Presidente

DIRETORIA DE REGULAÇÃO E MONITORAMENTO Maria Crystianne Fonseca Rosal - Diretora

(3)

3

BOLETIM DO CLIMA

SÍNTESE CLIMÁTICA

(4)

4

Agência Pernambucana de Águas e Clima – APAC

Avenida Cruz Cabugá, nº 1111, Santo Amaro, Recife/PE - CEP: 50040-000 Fone: (81) 3183-1061 / 1060 e Fax: (81) 3183-1058

www,apac,pe,gov,br

© 2021 Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)

Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução de dados ou informações contidas nesta publicação, desde que citada a fonte.

Disponível também em: < http://www.apac.pe.gov.br/> EQUIPE TÉCNICA

Coordenação Geral

Patrice Rolando da Silva Oliveira Gerente de Meteorologia e MudançasClimáticas AUTOR

Hailton Dias da Silva Júnior Analista de Meteorologia

CO-AUTORES

Carlos Alexandre Wanderley da Silva Técnico em Hidrometeorologia Edvânia Pereira dos Santos Analista de Meteorologia Fabiano Prestrêlo de Oliveira Analista de Meteorologia Josafá Henrique Gomes Técnico em Hidrometeorologia Maria Aparecida Fernandes Ferreira Analista de Meteorologia Roberto Carlos Gomes Pereira Analista de Meteorologia Romilson Ferreira da Silva Analista de Meteorologia Roni Valter de Souza Guedes Analista de Meteorologia Thiago Luiz do Vale Silva Analista de Meteorologia Vinícius Gomes Costa Júnior Analista de Meteorologia Zilurdes Fonseca Lopes Analista de Meteorologia

Normalização Bibliográfica

(5)

5

Sumá

ri

o

Apresentação

06

1. Introdução

07

2. Precipitação

08

3. Monitoramento da seca

13

4. Condições Oceânicas

16

5. Temperatura e umidade do ar 19

6. Destaque do mês

22

7. Apêndice

23

(6)

6

A criação, pelo Governo de Pernambuco, da Agência Pernambucana de Águas e

Clima - APAC, uma autarquia especial integrante da administração pública estadual

indireta, foi um fato de grande relevância para o fortalecimento da meteorologia em

Pernambuco. A Lei Ordinária nº 14.028, de 26 de março de 2010, que criou a APAC,

também incorporou legalmente à estrutura administrativa do Estado as competências

e responsabilidades relacionadas ao monitoramento e à previsão do tempo e clima no

Estado.

O estabelecimento do marco legal e institucional tornou possível a formação de

um quadro permanente de meteorologistas, contratados através de concurso público,

para formar a Gerência de Meteorologia e Mudanças Climáticas da APAC; bem como a

realização de um programa consistente de investimentos para a modernização,

ampliação e automatização do processo de coleta de dados meteorológicos e

climatológicos no Estado.

Esses investimentos têm aumentado significativamente a frequência das

observações e a quantidade de pontos e de variáveis monitoradas no território

pernambucano. A partir desses dados, consistidos e analisados, são geradas

informações para as diferentes áreas do governo, bem como são desenvolvidos

estudos para identificar e melhor definir os sistemas e os fenômenos meteorológicos

que atuam sobre Pernambuco.

Contudo, a missão desta Agência estaria incompleta se os dados e as

informações produzidos não fossem postos ao alcance de toda a sociedade de forma

transparente e democrática. Assim, desde a sua criação, a APAC, através do seu site

eletrônico, tem disponibilizado o acesso aos dados climatológicos observados no

Estado, bem como aos informativos e boletins sobre o tempo e o clima em

Pernambuco.

A elaboração e publicação mensal da Síntese Climática são mais um esforço

desta Agência no sentido de compartilhar com a sociedade e as entidades congêneres

dados, informações e conhecimento. Neste boletim mensal, que a partir de 2013

passou a ser publicado, busca-se apresentar, com um maior aprofundamento técnico,

a análise dos parâmetros atmosféricos e dos eventos meteorológicos ocorridos no

estado de Pernambuco a cada mês.

Todos que operam esta Agência acreditam que o compartilhamento dos dados

e das informações é um instrumento essencial à construção do conhecimento. É com

esta crença que disponibilizamos esta publicação e que nos colocamos à disposição

para receber as sugestões e críticas que tenham por objetivo a melhoria deste

produto.

(7)

7

O presente boletim é uma síntese das condições climáticas do estado de

Pernambuco ocorridas no mês de Maio e ao longo do ano de 2021, dentre as

informações, constam: a situação da chuva no referido mês e ao longo do ano;

temperatura e umidade relativa do ar; situação da seca no estado de Pernambuco por

meio do Monitor de Secas e dos quantis, além da situação dos oceanos Pacífico e

Atlântico Tropical e a previsão de anomalia para o trimestre seguinte nesses oceanos.

No mês de Maio, houve aumento de precipitação em todas as microrregiões

pernambucanas, com exceção do Alto Sertão, Sertão do São Francisco e Sertão do

Pajeú. Quanto ao acumulado de Janeiro a Maio, a RMR alcançou a média

climatologica, a Mata Norte continuou 9% abaixo da média, e a Mata Sul ficou 20%

acima da média. Já o Agreste Setentrional ficou 23% abaixo da média, o Agreste

Central ficou 15 abaixo da média e o Agreste Meridional aumentou 6% acima da

média. Na região do Sertão Pernambucano, toda região está abaixo do esperado,

ficando o Sertão do Moxotó com 14%, o Sertão do São Francisco 50%, o Alto Sertão

26% e o Sertão do Pajeú 1%.

A temperatura do ar média máxima indica que em todas as regiões (com

excessão do Agreste Setentrional) os dias foram mais quentes, com alguns municípios

das mesorregiões de Pernambuco registrando temperaturas acima da média

climatológica, como os municípios da Mata e RMR. A temperatura máxima absoluta

em alguns nos municípios chegaram próximo a 37°C, como em Carpina (36,3°C).

O acompanhamento da seca por meio da técnica dos quantis mostra que a

região litorânea ficou com chuva na categoria “Muito Chuvoso”, assim como a região

do Agreste Central. Já a região do Sertão, a categoria da chuva variou entre “Normal”

a “Muito Seco”. O Monitor de Secas indicou uma diminuição da seca grave no

sudoeste e da seca fraca no leste do estado.

As previsões de Temperatura da Superficie do Mar (TSM) indicam alta

probabilidade da permanecia de neutralidade (78%) no trimestre Junho, Julho e

Agosto na área do Niño, no oceano Pacífico Equatorial. No oceano Atlântico Tropical,

há previsão de indacação de anomalias positivas para o próximo trimestre o que é

indicativo de aumento de chuva na região do leste Pernambucano nesse período.

Nos capítulos a seguir, estão dos dados de chuva, temperatura e umidade

relativa do ar, TSM, e informação mais detalhadas do acompanhamento da seca no

estado por meio de mapas, gráficos e tabelas, tanto para o mês de Abril quanto para o

ano de 2021.

(8)

8

2.1 PRECIPITAÇÃOACUMULADA EM MAIO DE 2021

A distribuição espacial dos acumulados de chuva e seus desvios relativos no

estado de Pernambuco estão apresentados nas Figuras 1 e 2, respectivamente. O Alto

Sertão, Sertão do Pajeú e o Sertão de São Francisco foram as mesorregiões em que, de

maneira geral, as chuvas ficaram abaixo da normal climatológica. Nas demais

mesorregiões do estado a chuva ficou acima da normal. Ressaltando que o mês de maio

é o segundo mês do período chuvoso do leste do Estado incluindo também o Agreste e

está inserido na estação chuvosa, cujas climatologias são superiores a 400 mm (Figura 3

e Tabela 1). Em termos percentuais, a chuva nas mesorregiões pernambucanas ficaram

da seguinte maneira: a Região Metropolitana do Recife ficou com 49% do esperado para

todo o mês de maio, a Zona da Mata 44% acima, o Agreste 26% acima e o Sertão

Pernambucano 22% abaixo do esperado.

Figura 1 – Distribuição espacial da precipitação acumulada (mm) no mês Maio de 2021 no estado de Pernambuco.

Figura 2 – Desvio relativo (%) da precipitação acumulada (mm) em Maio de 2021 no estado de Pernambuco.

(9)

9

Figura 3 – Precipitação acumulada por mesorregião em Maio de 2021.

Tabela 1 – Precipitação acumulada, média climática, anomalia absoluta e percentual por microrregiões no mês de Maio de 2021.

Microrregião

Acumulado

(mm)

Climatologia

(mm)

Anomalia

(mm)

Desvio

(%)

RMR

417,5

279,5

138,0

49,4

Mata Norte

242,3

172,9

69,4

40,1

Mata Sul

285,9

196,5

89,4

45,5

RMR e Zona da Mata

314,8

215,4

99,5

46,2

Agreste Setentrional

125,8

108,2

17,6

16,3

Agreste Central

115,0

90,7

24,2

26,7

Agreste Meridional

154,3

117,1

37,2

31,8

Sertão do Moxotó

72,9

57,4

15,4

26,9

Sertão do São Francisco

27,5

36,1

-8,7

-24,0

Alto Sertão

20,1

38,2

-18,1

-47,4

Sertão do Pajeú

60,0

72,3

-12,4

-17,1

Estado

156,7

120,1

36,7

30,5

2.PRECIPITAÇÃO ACUMULADA DE JANEIRO A MAIO

As chuvas acumuladas nos cincos primeiros meses corridos de 2021 foram mais

intensas na Zona da Mata, na Região Metropolitana do Recife e no Sertão do Pajeú e

ocorreram de com uma distribuição espacial e temporal inrregular. A precipitação

acumulada no ano (Figura 4) variou entre 40 e 800 mm na região do Sertão, entre 50 e

700 mm na região do Agreste, 130 e 1400 mm na região da Zona da Mata e, 350 e

1450 mm na Região Metropolitana do Recife. O desvio relativo da precipitação

acumulada (Figura 5) nos mostra que na Zona da Mata Sul as chuvas estiveram acima

da média e na RMR e Agreste Meridional está dentro do esperado, enquanto no

Sertão, apenas a microrregião do Sertão do Pajéu, as chuvas estiveram dentro da

média. Nas demais regiões do estado as anomalias estão abaixo do esperado.

418

269

132

39

280

186

105

50

-50

0

50

100

150

200

250

300

350

400

450

RMR

Zona da Mata

Agreste

Sertão

Pr

ec

ip

it

ão

(

mm)

Mesorregiões

(10)

10

Figura 4 – Distribuição espacial da precipitação acumulada (mm) de Janeiro a Maio de 2021 no estado de Pernambuco.

Figura 5 – Desvio relativo (%) da precipitação acumulada de Janeiro a Maio de 2021 no estado de Pernambuco.

Tabela 2 – Precipitação acumulada, média climática, anomalia absoluta e percentual por microrregiões de Janeiro a Maio de 2021. Mesorregião Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%) RMR 999 990 9 1 Mata Norte 533 584 -51 -9 Mata Sul 784 651 132 20 RMR e Zona da Mata 773 758 -21 -4 Agreste Setentrional 304 394 -90 -23 Agreste Central 318 374 -55 -15 Agreste Meridional 441 416 25 6 Sertão do Moxotó 331 383 -53 -14

Sertão do São Francisco 194 391 -197 -50

Alto Sertão 362 488 -126 -26

Sertão do Pajeú 535 541 -7 -1

(11)

11

As Figuras 6, 7, 8 e 9 mostram a distribuição temporal da precipitação nas

mesorregiões do estado. Nos três primeiros meses deste ano, os acumulados de chuva

na RMR estiveram abaixo da climatologia, enquanto que em abril e maio, ficaram acima

do esperado (Figura 6).

Figura 6 – Precipitação acumulada comparada com a climatologia da RMR.

A situação da Zona da Mata é melhor do que à da Região Metropolitana. Nos

meses que antecedem o período chuvoso (Abril a Julho) os totais mensais registrados

ficaram abaixo do esperado para a Mata Norte apenas os meses de janeiro e fevereirio

(Figura 7).

Figura 7 – Precipitação acumulada comparada com a climatologia da Zona da Mata.

A região do Agreste também apresenta déficites de precipitação nos dois

primeiros meses do ano, porém devido à ausência de sistemas indutores de chuva a

região alcançou apenas 90% do acumulado de chuva que é esperado para este período.

O Agreste Sententrional ficou 23% abaixo da climatologia, o Agreste Central 15% abaixo,

enquanto que o Agreste Meridional alcançou a normalidade (Tabela 2).

-100 0 100 200 300 400 500 Prec ip ita ção (mm )

RMR

Desvio (mm)

Climatologia

-50 0 50 100 150 200 250 300 Prec ip ita ção (mm )

(12)

12

Figura 8 – Precipitação acumulada comparada com a climatologia do Agreste.

A distribuição temporal da precipitação na região do Sertão (Figura 9) indica

que o primeiro e o terceiro mês do período chuvoso (janeiro e março) teve chuvas

abaixo da média histórica, enquanto fevereiro e abril acima. No período de janeiro a

abril, a ocorrência de chuva tem grande variabilidade temporal e espacial devido os

sistemas indutores atuarem por período de tempo curto, mas podem ocorrer chuvas

em alguns dias com intensidade fortes e acompanhadas de trovoadas e rajadas de

vento. Com o término do período chuvoso da região, a tendência e a diminuição da

precipitação, como é visto nesse mês de maio.

Figura 9 – Precipitação acumulada comparada com a climatologia do Sertão.

Os acumulados registrados em todas as regiões do estado confirmam a previsão

climática sazonal, apresentada na V Reunião de Análise e Previsão Clímatica para o setor

Leste do Nordeste, realizado no dia 26 de maio de 2021 por meio de videoconferência

com participação dos Centros Estaduais de Meteorologia dos 09 estados do Nordeste,

órgãos de meteorologia nacionais, INMET e CPTEC e internacionais, ECMWF e KIT.

-50 -30 -10 10 30 50 70 90 110 130 150 Prec ip ita ção (mm )

Agreste

Desvio (mm)

Climatologia

-100 -50 0 50 100 150 Prec ip ita ção (mm )

(13)

13

3.1 MONITOR DE SECAS

O Monitor de Secas é um processo de acompanhamento contínuo da situação

da seca, que integra conhecimento técnico e científico das diferentes instituições

estaduais e federais para alcançar um entendimento comum sobre as condições de

seca, a saber: sua severidade, sua evolução espacial e temporal e seus impactos sobre

os diferentes setores da sociedade.

O mapa do Monitor de Secas disponibiliza informações de intensidade e

duração da seca. A intensidade da seca é dividida em cinco categorias que variam de

fraca a excepcional (Tabela 3). A duração da seca é classificada em: Curto Prazo (C),

quando a seca está iniciando, menor que 6 meses; de Curto e Longo prazo (CL),

quando a seca se estende por mais de 6 meses; e de Longo Prazo (L), quando houve

recuperação dos impactos de curto prazo, mas ainda há impactos de longo prazo.

Tabela 3 – Categorias que definem a intensidade de seca no mapa do Monitor.

Fonte: Adaptado do National Drought Mitigation Center, Lincoln, Nebraska, U.S.

Em Pernambuco, ocorreu diminuição da área com seca grave (S2) no sudoeste e

fraca (S0) no leste do estado, devido às anomalias positivas de precipitação observadas

nos últimos meses. Os impactos são de curto e longo prazo (CL) no oeste e nordeste do

estado, e de curto prazo (C) nas demais áreas, conforme as Figuras 10 e 11. Mais

informações sobre o Monitor de Secas podem ser acessadas no site da APAC

(www.apac.pe.gov.br) e no site http://monitordesecas.ana.gov.br/.

3. Monitoramento da Seca

s...Seca

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

(14)

14

Figura 10 – Recorte Monitor de Secas Pernambuco Abril de 2021.

Fonte: Adaptado de http://monitordesecas.ana.gov.br

Figura 11 – Recorte Monitor de Secas Pernambuco Maio de 2021.

(15)

15

3.2 QUANTIS

A seca também é monitorada através da técnica dos quantis, por regiões

pluviométricas homogêneas, que são regiões com características similares de volumes

pluviométricos e de período chuvoso, como representado na Figura 12. Na tablela 4

encontram-se as classificações das chuvas por microrregiões do Estado.

Figura 12 – Microrregiões de pluviometrias homogêneas do estado de PE.

Em janeiro, a chuva foi considerada na faixa da normalidade na Zona da Mata e

RMR, Agreste Central e Agreste meridional. O Agreste Setentrional foi considerado

“Seco”, já no sertão, todas as microrregiões tiveral anomalias negativas e o período foi

classificado como “Muito Seco”.

Em Fevereiro, o período foi considerado “Seco” na Zona da Mata e RMR e

Agreste como um todo. No Sertão o período foi considerado “Chuvoso”, com exceção

do Alto Sertão, considerado Normal.

Em Março, o período foi considerado “Normal” na Zona da Mata e RMR e

Agreste com exceção do Agreste Meridional que foi "chuvoso". No Sertão o período foi

considerado “Seco” no Alto Sertão, "Muito Seco" no Sertão do Moxotó e do São

Francisco e no Sertão do Pajeú, considerado "Normal".

Em Abril, o período foi considerado “Muito Chuvoso” apenas no Agreste

Meridional; “Chuvoso” na Zona da Mata e RMR, Agreste Central e Sertão do Pajeú;

"Normal" no Agreste Sententrional e Alto Sertão; "Seco" apenas no Sertão de São

Francisco e "Muito Seco" no Sertão do Moxotó.

Em Maio, o período foi considerado “Muito Chuvoso” nas mesorregiões da

Zona da Mata, RMR e no Agreste Central; “Chuvoso” no Agreste Meridional; "Normal"

no Agreste Sententrional, Alto Sertão e Sertão do Pajeú; "Seco" no Sertão de São

Francisco e "Muito Seco" no Sertão do Moxotó.

(16)

16

Tabela 4 – Classificação das chuvas mensais por microrregiões do Estado.

Mesorregião Classificação das chuvas mensais

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

Zona da Mata e RMR N S N C MC

Agreste Setentrional S S N N N Agreste Central N S N C MC Agreste Meridional N S C MC C Sertão do Moxotó MS C MS MS MS Sertão do São Francisco MS C MS S S

Alto Sertão MS N S N N Sertão do Pajeú MS C N C N

MS – Muito Seco S – Seco N – Normal C – chuvoso MC – Muito Chuvoso

Em toda a faixa litorânea do leste da região Nordeste predominaram TSM dentro

da normalidade e na faixa litorânea ao norte, anomalia positiva. O dipolo positivo no

Atlântico Tropical (área no Atlântico norte entre 5°N e 20°N e 30°O e 60°O; área no

Atântico Sul: entre 0°S e 20°S e 10°L e 30°O), praticamente sumiu e surgiram aréas

com anomalias positivas, indicando aumento de chuvas no leste do Nordeste. O

Oceano Pacífico Tropical permaneceu com anomalia de TSM dentro da normalidade,

caracterizando o enfraquecimento do do fenômeno La Niña neste mês (Figura 13). Na

segunda quinzena de Março foi observado anomalia negativa de -0,2 °C na região do

Niño 1+2 (Figura 14 e 15).

Figura 13 - Anomalia de temperatura da superfície do mar (°C) referente ao mês de Maio de 2021.

(17)

17

Fonte: CPTEC/NOAA, 2021. Figura 14: Índices Niño.

Niño 4: -0.0 °C

Niño 3.4: -0.0 °C

Niño 3: -0,0 °C

Niño 1+2: -0.2 °C

Fonte: CPC/NCEP/NOAA, 2021.

Figura 15: Anomalia de Temperatura da Superfície do Mas nas regiões Niño 4, 3.4, 3 e 1+2.

Fonte: CPC/NCEP/NOAA, 2021.

Os modelos (Figuras 16 e 17) indicam uma probabilidade de 78% de que as

temperatuas da superfície do mar do Oceano Pacífico permaneçam em torno da

normalidade no trimestre junho-junlho-agosto, no Pacífco Tropical, como também nos

semestres subsequentes. No Oceano Atlântico Sul, a previsão para o trimestre é que as

(18)

18

temperaturas oceânicas fiquem com anomalias positivas tanto na faixa leste do

Nordeste como na faixa norte da região.

Figura 16: Previsão probabilística da ocorrência de El Niño/La Niña.

Figura 17: Previsões de modelos da ocorrência de El Niño/La Niña.

Fonte: IRI, 2021.

De acordo com o North American Multi-Model Ensemble, a configuração do

Atlântico norte mais quente que o Atlântico sul prevalece no trimestre

junho-julho-agosto (Figura 18).

(19)

19

Figura 18: Previsão global da anomalia de TSM para o trimestre Junho-Julho-Agosto de 2021.

Fonte: CPC/NCEP/NOAA, 2021.

Apesar das estações do ano não serem bem definidas na Região Nordeste, o

período entre Dezembro e Março é climatologicamente o mais quente no estado de

Pernambuco. Além disso, o mês de Abril se dá o inicio do periodo chuvoso do leste do

Estado, e dando continuidade também no mês de Maio, houve um aumento da

cobertura de nuvens, o que foi refletido nos dados de temperatura máxima média em

Pernambuco, conforme pode ser visto na Figura 19.

Na região do Sertão, principalmente na mesorregião do Sertão do São

Francisco, foram observadas as temperaturas máximas médias mais elevadas,

chegando a valores superiores a 34 °C. No Agreste as temperaturas foram mais

amenas, com exceção do Agreste Central, onde o município de Caruaru chegou a

registrar temperatura máxima de 33,1 °C. Na Zona da Mata as temperaturas mais

elevadas foram na microrregião da Mata Norte Pernambucana, com destaque para o

município de Carpina, que registrou 36,3 °C. Na Região Metropolitana as temperaturas

máximas continuaram superiores a 30 °C, tendo sido registrado 31,9 °C em São

lourenço da Mata (Figura 19 e Tabelas 5).

(20)

20

Figura 19 – Média mensal das temperaturas máximas (°C) em Maio de 2021.

As menores temperaturas ocorreram em regiões elevadas, devido a temperatura

diminuir com a altitude e também por causa das noites com menos nebulosidade em

decorrência da subsidência. O destaque vai para as mesorregiões do Agreste

Meridional, Sertão do Araripe e Sertão do Moxotó. As noites mais frias foram nos

municípios de Brejão (13,6 °C), Ouricuri (15,2 °C), Garanhuns (15,6 °C) e Ibimirim (15,8

°C). Na Região Metropolitana, a menor temperatura mínima ocorreu em Recife (20,2

°C), conforme mostra a Figura 20 e a Tabela 5.

Figura 20 – Média mensal das temperaturas mínimas (°C) em Abril de 2021.

Neste mês, foi registrada umidade baixa em praticamente todo o Sertão de

Pernambuco, com umidade mínima média entre 14 e 30% (Figura 21) . Em adição, os

municípios do Sertão que registraram umidade abaixo de 30% foram Cabrobó,

Floresta, Ibimirim, Serra Talhada, Salgueiro e Petrolina (Tabela 5)

.

De acordo com a

Organização Mudial da Saúde, valores abaixo de 30% oferece risco saúde.

(21)

21 Figura 21 – Média mensal da umidade relativa mínima (%) em Abril de 2021.

Tabela 5 – Valores extremos de temperatura e umidade ocorridos no mês de Maio de 2021.

Municípios Temperatura máxima absoluta Temperatura mínima absoluta Umidade relativa mínima absoluta Águas Belas 30,1 17,3 53,0 Brejão 27,9 13,6 56,0 Cabrobó 33,2 18,7 16,0 Carpina 36,3 22,5 59,0 Caruaru 33,2 17,8 34,0 Floresta 34,6 19,1 18,0 Garanhuns 27,3 15,6 63,0 Goiana 30,9 20,3 61,0 Ibimirim 32,7 15,8 19,0 Ipojuca 30,0 29,3 66,0 Ouricuri 32,6 15,2 20,0 Palmares 33,0 19,2 37,0 Petrolina 33,2 19,2 27,0 Recife 31,3 20,2 52,0 Salgueiro 34,0 18,2 23,0 São Lourenço da Mata 31,9 23,6 57,0 Serra Talhada 31,2 17,8 25,0 Vitória S. Antão 30,8 19,5 60,0

(22)

22

Os principais eventos significativos de maio de 2021 estão apresentados na Tabela 6 e estão relacionados à precipitação que se

concentrou em poucos dias do mês.

Tabela 6 – Eventos significativos no mês de Maio.

FENÔMENO SISTEMA METEOROLÓGICO DATA REGIÃO MUNICÍPIOS E VALORES IMPACTOS CHUVA FORTE Confluência dos ventos em baixos níveis e fluxo

de sul trazendo ar úmido de frio 02/03

MATA SUL Ribeirão (97,9 mm) Raios, vendavais, alagamentos. AGRESTE Bonito (39,7 mm) Cupira (44,5 mm) Venturos (40 mm) Raios, vendavais SERTÃO Salgueiro (43,5 mm) Triunfo (37,5 mm) Arcoverde (36,8 mm) Raios, vendavais CHUVA FORTE Confluência dos ventos em baixos níveis e

distúrbio ondulatório de leste 04/05 RMR

Recife (110 mm) Olinda (97,5 mm) Paulista (63,7 mm) Igarassu (54,0 mm) Raios, vendavais, alagamentos e queda de árvores.

CHUVA FORTE Onda de Leste, intensificada pela confluência dos

ventos em baixos níveis 13/14

RMR

Igarassu (210 mm) Olinda (185 mm)

Jaboatão dos Guararapes (171 mm) Cabo de Santo Agostinho (171 mm)

Recife (138 mm) Alagamentos, queda de árvores, deslizamento e inundação. ZONA DA MATA

São José da Coroa Grande (186 mm) Barreiros (150 mm) Sirinhaém (165 mm) Tamandaré (159 mm) Rio Formoso (152 mm) Alagamentos, queda de árvores, deslizamento e inundação. AGRESTE Bom Jardim (110 mm) Bonito (78,67 mm) Orobó (90 mm) Vertentes (65,5 mm) Raios, vendavais e alagamentos. SERTÃO Tuparetama (50,0 mm) Triunfo (42,0 mm)

Santa Cruz da Baixa Verde (35,0 mm)

Raios, vendavais

(23)

23

APÊNDICE

PRECIPITAÇÃO ACUMULADA EM MAIO

DE 2021

Região Metropolitana e Zona da Mata

Posto LON LAT

Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%)

Araçoiaba (Granja Cristo Redentor) -35,104 -7,799 370,9 207,4 163,5 78,8

Cabo (Barragem de Gurjaú) -35,029 -8,290 335,1 288,4 46,7 16,2

Cabo (Barragem de Suape) -35,015 -8,369 464,8 288,4 176,4 61,2

Cabo (Pirapama) -35,070 -8,289 415,3 288,4 126,9 44,0

Camaragibe -34,992 -8,022 473,1 294,6 178,5 60,6

Goiana (Itapirema - IPA) -34,949 -7,644 245,8 226,2 19,6 8,7

Goiana - PCD -34,949 -7,644 190,2 226,2 -36,0 -15,9

Igarassu -34,916 -7,828 496,4 281,5 214,9 76,3

Igarassu (Usina São José) -35,012 -7,820 380,9 281,5 99,4 35,3

Ipojuca -35,040 -8,385 414,4 294,7 119,7 40,6

Itamaracá -34,838 -7,809 458,0 290,3 167,7 57,8

Itapissuma -34,906 -7,800 401,6 276,9 124,7 45,0

Jaboatão dos Guararapes (Duas Unas) -35,035 -8,093 476,0 310,1 165,9 53,5

Moreno (IPA) -35,100 -8,112 474,2 265,5 208,7 78,6

Paulista -34,885 -7,943 493,8 310,1 183,7 59,2

Recife (Codecipe / Santo Amaro) -34,875 -8,044 573,8 328,9 244,9 74,5

Recife (Várzea) -34,917 -8,050 549,4 328,9 220,5 67,0

São Lourenço da Mata (Bar,Tapacurá) -35,165 -8,040 302,1 243,8 58,3 23,9

Água Preta (IPA) -35,522 -8,709 228,3 174,5 53,8 30,8

Amaraji (IPA) -35,447 -8,378 411,5 184,3 227,2 123,2

Barreiros (IPA) -35,190 -8,813 361,8 283,1 78,7 27,8

Belém de Maria -35,841 -8,622 194,3 117,2 77,1 65,8

Buenos Aires (IPA) -35,327 -7,723 252,8 158,0 94,8 60,0

Camutanga (IPA) -35,273 -7,409 187,6 166,6 21,0 12,6

Carpina (Est, Exp, de Cana-de-Açúcar) -35,241 -7,851 282,5 159,5 123,0 77,1

Carpina - PCD -35,240 -7,851 272,4 159,5 112,9 70,8 Catende (IPA) -35,709 -8,669 231,7 153,5 78,2 50,9 Chã Grande (IPA) -35,459 -8,242 226,5 124,1 102,4 82,5 Condado (IPA) -35,096 -7,588 283,2 197,9 85,3 43,1 Cortês (IPA) -35,233 -8,367 416,1 248,4 167,7 67,5 Escada -35,233 -8,367 238,0 235,1 2,9 1,2 Ferreiros (IPA) -35,239 -7,446 153,7 169,3 -15,6 -9,2 Gameleira -35,388 -8,582 231,7 256,2 -24,5 -9,6

Glória do Goitá (IPA) -35,273 -8,011 255,0 159,1 95,9 60,3

Itambé (IPA) -35,179 -7,408 206,0 178,9 27,1 15,1

(24)

24

Jaqueira (IPA) -35,795 -8,731 229,3 112,8 116,5 103,3

Joaquim Nabuco (IPA) -35,417 -8,642 187,1 239,9 -52,8 -22,0

Lagoa de Itaenga (Barragem de

Carpina) -35,333 -7,897 215,4 135,3 80,1 59,2

Lagoa do Carro (IPA) -35,311 -7,842 264,2 147,2 117,0 79,5

Macaparana (IPA) -35,450 -7,552 132,5 160,1 -27,6 -17,3

Maraial (IPA) -35,833 -8,800 177,3 106,6 70,7 66,4

Nazaré da Mata (IPA) -35,223 -7,741 244,9 163,9 81,0 49,4

Palmares (IPA) -35,580 -8,678 230,7 212,0 18,7 8,8

Paudalho (Barragem de Goitá) -35,116 -7,969 312,4 234,5 77,9 33,2

Paudalho (IPA) -35,167 -7,918 348,0 234,5 113,5 48,4

Pombos (IPA) -35,396 -8,139 199,7 98,0 101,7 103,7

Primavera -35,348 -8,348 437,8 190,6 247,2 129,7

Ribeirão -35,376 -8,518 324,9 214,7 110,2 51,3

Ribeirão (Fazenda Capri) * -35,346 -8,443 311,0 214,7 96,3 44,9

Rio Formoso (Usina Cucaú) * -35,269 -8,641 343,9 333,8 10,1 3,0

São Benedito do Sul (IPA) -35,939 -8,669 209,4 107,9 101,5 94,1

São José da Coroa Grande (IPA) -35,150 -8,896 438,8 281,6 157,2 55,8

Sirinhaém (IPA) -35,119 -8,619 412,0 318,0 94,0 29,6

Tamandaré (IPA) -35,315 -8,765 347,9 227,8 120,1 52,7

Tracunhaém (IPA) -35,265 -7,824 284,3 155,9 128,4 82,3

Vicência (IPA) -35,318 -7,654 203,0 161,0 42,0 26,1

Vitória de Santo Antão - PCD -35,303 -8,129 186,0 84,4 101,6 120,4

Agreste

Posto LON LAT

Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%) Agrestina (IPA) -35,942 -8,458 153,6 93,6 60,0 64,1

Águas Belas (IPA) -37,120 -9,112 173,5 97,2 76,3 78,6

Águas Belas – PCD -37,064 -9,074 137,2 97,2 40,0 41,2

Alagoinha (IPA) -36,774 -9,074 110,0 94,3 15,7 16,7

Altinho (IPA) -36,060 -8,491 81,7 84,4 -2,7 -3,2

Angelim (IPA) -36,286 -8,888 151,4 120,4 31,0 25,8

Barra de Guabiraba (IPA) -35,667 -8,417 223,5 146,8 76,7 52,2 Belo Jardim (Açude Bituri) -36,427 -8,315 119,6 83,2 36,4 43,8

Belo Jardim (IPA) -36,425 -8,337 139,7 83,2 56,5 67,9

Bezerros (IPA) -35,753 -8,243 101,0 65,0 36,0 55,5

Bom Conselho (IPA) -36,693 -9,173 133,9 86,0 47,9 55,7

Bom Jardim (IPA) -35,568 -7,802 202,5 193,8 8,7 4,5

Bonito (Fazenda Vila Bela) -35,784 -8,474 215,4 124,2 91,2 73,5

Bonito (IPA) -35,836 -8,524 198,8 124,2 74,6 60,1

Brejão (IPA) -36,535 -9,016 228,2 213,1 15,1 7,1

Brejão - PCD -36,536 -9,016 124,8 213,1 -88,3 -41,4

Brejo da Madre de Deus (Fazenda

Nova) -36,194 -8,182 32,1 84,4 -52,3 -62,0

Brejo da Madre de Deus (IPA) -36,366 -8,149 37,2 84,4 -47,2 -55,9

(25)

25 Cachoeirinha -36,237 -8,481 84,6 61,2 23,4 38,1 Caetés (IPA) -36,621 -8,773 106,9 92,0 14,9 16,2 Capoeiras (IPA) -36,627 -8,734 135,5 86,3 49,2 57,0 Caruaru (EBAPE) -35,968 -8,279 105,3 81,4 23,9 29,4 Caruaru - PCD -35,916 -8,238 143,8 81,4 62,4 76,7 Casinhas (IPA) -35,725 -7,742 83,2 130,8 -47,6 -36,4 Correntes -36,328 -9,129 267,0 146,6 120,4 82,1 Cumaru (IPA) -35,701 -8,004 64,5 74,8 -10,3 -13,8 Cupira (IPA) -35,951 -8,604 148,5 103,1 45,4 44,1 Cupira – PCD -35,570 -8,378 52,4 103,1 -50,7 -49,2

Feira Nova (IPA) -35,389 -7,956 182,6 105,0 77,6 73,9

Frei Miguelinho (Algodão do Manso) -35,847 -7,935 67,0 80,6 -13,6 -16,9

Garanhuns (IPA) -36,488 -8,883 167,5 104,9 62,6 59,7 Iati -36,844 -9,035 117,1 85,0 32,1 37,7 Ibirajuba (IPA) -36,178 -8,583 149,5 79,1 70,4 89,0 Itaíba (IPA) -37,424 -8,935 65,6 84,8 -19,2 -22,7 Jataúba (IPA) -36,495 -7,982 67,1 68,9 -1,8 -2,6 João Alfredo -35,589 -7,854 188,7 153,6 35,1 22,8 Jucati (IPA) -36,493 -8,707 124,7 69,7 55,0 78,9 Jupi (IPA) -36,417 -8,713 128,6 77,7 50,9 65,5 Jurema (IPA) -36,137 -8,718 183,6 102,9 80,7 78,4

Lagoa do Ouro (IPA) -36,499 -9,127 237,1 167,8 69,3 41,3

Lagoa dos Gatos (IPA) -35,905 -8,657 125,3 109,1 16,2 14,9

Lajedo (IPA) -36,318 -8,656 62,6 79,6 -17,0 -21,3 Limoeiro (IPA) -35,435 -7,866 161,0 135,5 25,5 18,8 Machados (IPA) -35,513 -7,688 139,5 173,0 -33,5 -19,4 Orobó (IPA) -35,607 -7,737 207,0 172,9 34,1 19,7 Palmeirina (IPA) -36,326 -9,004 243,3 142,7 100,6 70,4 Panelas (IPA) -36,008 -8,663 117,5 104,9 12,6 12,0 Paranatama (IPA) -36,658 -8,919 159,2 124,1 35,1 28,3 Passira (IPA) -35,584 -7,976 77,7 82,4 -4,7 -5,7

Pedra (São Pedro do Cordeiro) -36,943 -8,863 73,0 86,8 -13,8 -15,9

Pesqueira (IPA) -36,697 -8,353 120,3 95,5 24,8 25,9

Poção (IPA) -36,705 -8,184 204,0 78,8 125,2 159,0

Riacho das Almas -35,859 -8,138 71,6 59,6 12,0 20,2

Sairé (IPA) -35,709 -8,327 201,9 102,0 99,9 97,9

Salgadinho (IPA) -35,667 -7,933 63,0 93,8 -30,8 -32,9

Saloá (IPA) -36,692 -8,969 186,0 121,8 64,2 52,7

Sanharó (IPA) -36,566 -8,364 51,2 74,9 -23,7 -31,7

Santa Cruz do Capibaribe -36,204 -7,953 60,9 57,6 3,3 5,7

Santa Maria do Cambucá (IPA) -35,881 -7,838 93,9 94,4 -0,5 -0,6

São Bento do Una (IPA) -36,459 -8,527 54,5 81,4 -26,9 -33,1

São Bento do Una – PCD -36,460 -8,528 2,6 81,4 -78,8 -96,8

São João (IPA) -36,367 -8,877 148,7 114,2 34,5 30,2

São Joaquim do Monte (IPA) -36,367 -8,877 138,5 109,0 29,5 27,1 São Vicente Férrer (IPA) -35,489 -7,588 175,8 162,6 13,2 8,1

(26)

26 Tacaimbó (IPA) -36,305 -8,317 83,0 77,8 5,2 6,7 Taquaritinga do Norte -36,038 -7,905 149,0 71,9 77,1 107,3 Terezinha (IPA) -36,624 -9,057 121,4 152,3 -30,9 -20,3 Toritama (IPA) -36,056 -8,011 123,8 67,2 56,6 84,3 Tupanatinga (IPA) -37,342 -8,755 235,0 100,7 134,3 133,3 Venturosa (IPA) -36,881 -8,575 168,0 91,0 77,0 84,7 Vertente do Lério -35,850 -7,775 138,9 102,3 36,6 35,8 Vertentes (IPA) -35,946 -7,883 85,1 95,1 -10,0 -10,5

Sertão

Posto LON LAT

Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%)

Afogados da Ingazeira (IPA) -37,633 -7,757 84,0 61,7 22,3 36,2

Araripina -40,417 -7,458 16,4 41,0 -24,6 -60,0

Araripina - PCD -40,417 -7,458 6,8 41,0 -34,2 -83,4

Arcoverde (INMET) -37,056 -8,434 108,9 77,1 31,8 41,2

Belém de São Francisco (CHESF) -38,967 -8,750 12,7 32,5 -19,8 -61,0 Belém de São Francisco (IPA) -38,982 -8,758 17,3 32,5 -15,2 -46,8 Belém de São Francisco - PCD -38,982 -8,758 17,6 32,5 -14,9 -45,9

Betânia (IPA) -38,033 -8,271 44,6 38,7 5,9 15,2 Bodocó (IPA) -39,938 -7,781 11,0 45,3 -34,3 -75,7 Brejinho (IPA) -37,285 -7,348 52,0 65,9 -13,9 -21,0 Cabrobó (IPA) -39,268 -8,528 1,0 32,8 -31,8 -97,0 Calumbi (IPA) -38,154 -7,939 50,7 91,3 -40,6 -44,4 Carnaíba (IPA) -37,798 -7,808 47,0 64,2 -17,2 -26,8

Carnaubeira da Penha (IPA) -38,740 -8,322 43,0 27,0 16,0 59,3

Cedro (IPA) -39,236 -7,721 43,0 43,4 -0,4 -0,8 Custódia (IPA) -37,645 -8,086 58,5 54,7 3,8 6,9 Dormentes (IPA) -40,767 -8,449 0,0 17,1 -17,1 -100,0 Exú (IPA) -39,732 -7,533 52,0 52,2 -0,2 -0,4 Floresta (CHESF) -38,567 -8,617 8,8 26,9 -18,1 -67,2 Floresta (IPA) -38,576 -8,601 23,2 26,9 -3,7 -13,6 Floresta - PCD -38,575 -8,601 17,5 26,9 -9,4 -34,9 Granito (IPA) -39,616 -7,717 0,0 45,6 -45,6 -100,0 Ibimirim (IPA) -37,679 -8,538 26,7 62,2 -35,5 -57,1 Iguaraci -37,513 -7,833 41,7 63,7 -22,0 -34,6 Ingazeira (IPA) -37,458 -7,675 54,0 61,2 -7,2 -11,8 Ipubi -40,147 -7,652 5,0 48,7 -43,7 -89,7 Itacuruba (IPA) -38,686 -8,724 10,0 33,8 -23,8 -70,4 Itapetim (IPA) -37,201 -7,377 77,0 66,5 10,5 15,7 Jatobá (IPA) -38,266 -9,180 55,5 90,9 -35,4 -39,0 Manari (IPA) -37,626 -8,962 159,0 64,7 94,3 145,9 Mirandiba (IPA) -38,727 -8,116 15,0 32,2 -17,2 -53,5 Moreilândia (IPA) -39,550 -7,608 35,0 58,9 -23,9 -40,5 Ouricuri (IPA) -40,339 -7,853 4,0 35,7 -31,7 -88,8 Parnamirim (IPA) -39,578 -8,089 11,9 27,6 -15,7 -56,8

(27)

27 Petrolândia (IPA) -38,216 -8,974 36,0 75,1 -39,1 -52,0 Petrolina (INMET) -40,500 -9,383 0,2 9,5 -9,3 -97,9 Petrolina - PCD -40,689 -9,339 0,2 9,5 -9,3 -97,9 Quixaba (IPA) -37,859 -7,741 32,8 74,7 -41,9 -56,1 Salgueiro (IPA) -39,130 -8,073 46,5 28,9 17,6 61,2 Salgueiro - PCD -39,229 -8,079 48,6 28,9 19,7 68,4

Santa Cruz da Baixa Verde -38,151 -7,820 71,0 135,0 -64,0 -47,4 Santa Cruz da Venerada (IPA) -40,337 -8,241 0,0 23,6 -23,6 -100,0

Santa Filomena (IPA) -40,612 -8,161 9,1 22,3 -13,2 -59,1

Santa Maria da Boa Vista (CHESF) -39,817 -8,800 6,8 26,0 -19,2 -73,9 Santa Maria da Boa Vista (IPA) -39,823 -8,822 13,0 26,0 -13,0 -50,1 Santa Maria da Boa Vista - PCD -39,832 -8,788 7,4 26,0 -18,6 -71,6

Santa Terezinha -37,500 -7,375 69,5 69,0 0,5 0,8

São José do Belmonte (IPA) -38,762 -7,864 39,0 45,0 -6,0 -13,4

São José do Egito (IPA) -37,283 -7,467 74,8 45,0 29,8 66,2

Serra Talhada (EBAPE) -38,294 -7,993 29,5 50,6 -21,1 -41,7

Serra Talhada - PCD -38,289 -7,931 21,9 50,6 -28,7 -56,7 Serrita (IPA) -39,294 -7,949 16,5 40,1 -23,6 -58,9 Sertânia (IPA) -37,264 -8,075 39,4 47,2 -7,8 -16,5 Solidão (IPA) -37,658 -7,600 89,3 69,7 19,6 28,2 Tabira (IPA) -37,537 -7,588 0,0 64,9 -64,9 -100,0 Tacaratu (IPA) -38,146 -9,106 224,5 98,7 125,8 127,5

Terra Nova (IPA) -39,377 -8,227 15,5 28,3 -12,8 -45,3

Trindade (IPA) -40,276 -7,760 7,0 37,9 -30,9 -81,5

Triunfo (IPA) -38,106 -7,837 121,5 152,2 -30,7 -20,1

Tuparetama (IPA) -37,221 -7,687 114,0 57,9 56,1 96,8

Tuparetama (Fazenda Riacho) -37,312 -7,600 48,6 57,9 -9,3 -16,1

Verdejante (IPA) -38,969 -7,929 14,0 37,3 -23,3 -62,4

PRECIPITAÇÃO ACUMULADA NO ANO DE 2021 (JANEIRO A MAIO)

Região Metropolitana e Zona da Mata

Posto LON LAT

Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%) Abreu e Lima -34,901 -7,929 471,3 1116,8 -645,5 -57,8

Araçoiaba (Granja Cristo Redentor) -35,104 -7,799 743,9 704,7 39,2 5,6 Cabo (Barragem de Gurjaú) -35,029 -8,290 1351,7 923,0 428,7 46,4 Cabo (Barragem de Suape) -35,015 -8,369 1383,0 923,0 460,0 49,8

Cabo (Pirapama) -35,070 -8,289 1484,1 923,0 561,1 60,8

Camaragibe -34,992 -8,022 1281,6 1013,6 268,0 26,4

Goiana (Itapirema - IPA) -34,949 -7,644 671,3 783,2 -111,9 -14,3

Goiana - PCD -34,949 -7,644 452,2 783,2 -331,0 -42,3

Igarassu -34,916 -7,828 1065,8 979,2 86,6 8,8

(28)

28

Ipojuca -35,040 -8,385 1217,8 942,9 274,9 29,2

Itamaracá -34,838 -7,809 972,6 1014,2 -41,6 -4,1

Itapissuma -34,906 -7,800 864,5 963,5 -99,0 -10,3

Jaboatão (Cidade da Copa) – PCD -35,022 -8,053 382,2 1048,0 -665,8 -63,5 Jaboatão dos Guararapes (Duas Unas) -35,035 -8,093 1254,2 1048,0 206,2 19,7

Moreno (IPA) -35,100 -8,112 1199,4 868,5 330,9 38,1

Olinda -34,860 -7,999 508,3 1149,6 -641,3 -55,8

Olinda (Academia Santa Gertrudes) -34,852 -8,013 440,5 1149,6 -709,1 -61,7

Paulista -34,885 -7,943 1184,3 1089,5 94,8 8,7

Recife (Codecipe / Santo Amaro) -34,875 -8,044 1445,9 1167,6 278,3 23,8

Recife (Várzea) -34,917 -8,050 1223,2 1167,6 55,6 4,8

São Lourenço da Mata (Bar,Tapacurá) -35,165 -8,040 692,6 773,1 -80,5 -10,4

Água Preta (IPA) -35,522 -8,709 831,4 498,7 332,7 66,7

Aliança (IPA) -35,231 -7,604 134,7 581,7 -447,0 -76,8

Amaraji (IPA) -35,447 -8,378 1399,2 610,4 788,8 129,2

Barreiros (IPA) -35,190 -8,813 904,5 929,2 -24,7 -2,7

Belém de Maria -35,841 -8,622 620,7 431,2 189,5 43,9

Buenos Aires (IPA) -35,327 -7,723 518,8 536,5 -17,7 -3,3

Camutanga (IPA) -35,273 -7,409 487,1 575,9 -88,8 -15,4

Carpina (Est, Exp, de Cana-de-Açúcar) -35,241 -7,851 585,1 528,8 56,3 10,7

Carpina - PCD -35,240 -7,851 584,0 528,8 55,2 10,4 Catende (IPA) -35,709 -8,669 727,4 521,0 206,4 39,6 Chã Grande (IPA) -35,459 -8,242 476,3 446,2 30,1 6,8 Condado (IPA) -35,096 -7,588 661,7 683,3 -21,6 -3,2 Cortês -35,514 -8,503 759,5 784,9 -25,4 -3,2 Cortês (IPA) -35,233 -8,367 1083,4 784,9 298,5 38,0 Escada -35,233 -8,367 838,0 756,3 81,7 10,8 Ferreiros (IPA) -35,239 -7,446 406,2 582,4 -176,2 -30,3 Gameleira -35,388 -8,582 744,5 811,8 -67,3 -8,3

Glória do Goitá (IPA) -35,273 -8,011 458,3 522,1 -63,8 -12,2

Itambé (IPA) -35,179 -7,408 445,8 613,3 -167,5 -27,3

Itaquitinga (IPA) -35,101 -7,660 635,9 685,6 -49,7 -7,3

Jaqueira (IPA) -35,795 -8,731 856,4 440,2 416,2 94,6

Joaquim Nabuco (IPA) -35,417 -8,642 637,7 742,7 -105,0 -14,1

Lagoa de Itaenga (Barragem de

Carpina) -35,333 -7,897 420,0 445,2 -25,2 -5,7

Lagoa do Carro (IPA) -35,311 -7,842 561,0 488,9 72,1 14,7

Macaparana (IPA) -35,450 -7,552 541,8 552,0 -10,2 -1,9

Maraial (IPA) -35,833 -8,800 654,3 417,8 236,5 56,6

Nazaré da Mata (IPA) -35,223 -7,741 539,9 566,8 -26,9 -4,7

Palmares (IPA) -35,580 -8,678 890,4 625,5 264,9 42,3

Paudalho (Barragem de Goitá) -35,116 -7,969 658,6 766,8 -108,2 -14,1

Paudalho (IPA) -35,167 -7,918 741,3 766,8 -25,5 -3,3

Pombos (IPA) -35,396 -8,139 478,9 367,0 111,9 30,5

Primavera -35,348 -8,348 1230,7 627,7 603,0 96,1

Quipapá -36,012 -8,827 392,6 397,3 -4,7 -1,2

(29)

29 Ribeirão (Fazenda Capri) * -35,346 -8,443 1078,0 680,0 398,0 58,5 Rio Formoso (Usina Cucaú) * -35,269 -8,641 905,9 1038,2 -132,3 -12,7 São Benedito do Sul (IPA) -35,939 -8,669 694,5 387,2 307,3 79,3 São José da Coroa Grande (IPA) -35,150 -8,896 978,9 921,0 57,9 6,3

Sirinhaém (IPA) -35,119 -8,619 1170,1 1009,8 160,3 15,9

Tamandaré (IPA) -35,315 -8,765 751,1 729,1 22,0 3,0

Tracunhaém (IPA) -35,265 -7,824 645,7 520,5 125,2 24,1

Vicência (IPA) -35,318 -7,654 511,7 550,8 -39,1 -7,1

Vitória de Santo Antão (IPA) -35,303 -8,129 220,8 485,5 -264,7 -54,5 Vitória de Santo Antão - PCD -35,303 -8,129 426,4 429,1 -2,7 -0,6 Xexéu (Engenho Bom Mirar) -35,303 -8,838 402,9 751,7 -348,8 -46,4

Agreste

Posto LON LAT

Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%) Agrestina (IPA) -35,942 -8,458 333,1 362,3 -29,2 -8,1

Águas Belas (IPA) -37,120 -9,112 328,1 321,5 6,6 2,0

Águas Belas – PCD -37,064 -9,074 286,2 321,5 -35,3 -11,0

Alagoinha (IPA) -36,774 -9,074 427,7 338,3 89,4 26,4

Altinho (IPA) -36,060 -8,491 245,4 324,6 -79,2 -24,4

Angelim (IPA) -36,286 -8,888 444,0 399,4 44,6 11,2

Barra de Guabiraba (IPA) -35,667 -8,417 622,0 519,2 102,8 19,8 Belo Jardim (Açude Bituri) -36,427 -8,315 249,2 410,6 -161,4 -39,3

Belo Jardim (IPA) -36,425 -8,337 238,5 410,6 -172,1 -41,9

Bezerros (IPA) -35,753 -8,243 296,3 319,4 -23,1 -7,2

Bom Conselho (IPA) -36,693 -9,173 359,6 252,2 107,4 42,6

Bom Jardim (IPA) -35,568 -7,802 357,9 645,7 -287,8 -44,6

Bonito (Fazenda Vila Bela) -35,784 -8,474 601,0 454,0 147,0 32,4

Bonito (IPA) -35,836 -8,524 511,0 454,0 57,0 12,5

Brejão (IPA) -36,535 -9,016 632,9 618,0 14,9 2,4

Brejão - PCD -36,536 -9,016 481,0 618,0 -137,0 -22,2

Brejo da Madre de Deus (IPA) -36,366 -8,149 399,4 429,1 -29,7 -6,9

Buíque (IPA) -37,155 -8,615 328,6 484,5 -155,9 -32,2

Cachoeirinha -36,237 -8,481 244,7 247,9 -3,2 -1,3

Caetés (IPA) -36,621 -8,773 455,7 404,6 51,1 12,6

Camocim de São Félix (IPA) -35,742 -8,318 228,7 384,7 -156,0 -40,5

Capoeiras (IPA) -36,627 -8,734 705,9 393,6 312,3 79,4 Caruaru (EBAPE) -35,968 -8,279 243,6 330,3 -86,7 -26,3 Caruaru (IPA) -35,916 -8,238 179,6 330,3 -150,7 -45,6 Caruaru - PCD -35,916 -8,238 225,2 330,3 -105,1 -31,8 Casinhas (IPA) -35,725 -7,742 189,5 473,1 -283,6 -59,9 Correntes -36,328 -9,129 739,5 432,5 307,0 71,0 Cumaru (IPA) -35,701 -8,004 226,5 303,3 -76,8 -25,3 Cupira (IPA) -35,951 -8,604 335,5 374,3 -38,8 -10,4 Cupira – PCD -35,570 -8,378 270,6 374,3 -103,7 -27,7

Feira Nova (IPA) -35,389 -7,956 390,3 347,3 43,0 12,4

(30)

30 Garanhuns (IPA) -36,488 -8,883 537,3 423,2 114,1 27,0 Gravatá (IPA) -35,543 -8,201 156,2 373,5 -217,3 -58,2 Iati -36,844 -9,035 237,0 348,5 -111,5 -32,0 Ibirajuba (IPA) -36,178 -8,583 350,5 292,3 58,2 19,9 Itaíba (IPA) -37,424 -8,935 91,1 358,2 -267,1 -74,6 Jataúba (IPA) -36,495 -7,982 351,5 361,7 -10,2 -2,8 João Alfredo -35,589 -7,854 418,7 524,6 -105,9 -20,2 Jucati (IPA) -36,493 -8,707 480,5 338,2 142,3 42,1 Jupi (IPA) -36,417 -8,713 454,2 339,8 114,4 33,7 Jurema (IPA) -36,137 -8,718 428,1 341,4 86,7 25,4

Lagoa do Ouro (IPA) -36,499 -9,127 660,6 479,4 181,2 37,8

Lagoa dos Gatos (IPA) -35,905 -8,657 431,7 399,9 31,8 7,9

Lajedo (IPA) -36,318 -8,656 312,6 316,9 -4,3 -1,3 Limoeiro (IPA) -35,435 -7,866 384,4 451,3 -66,9 -14,8 Machados (IPA) -35,513 -7,688 355,8 585,8 -230,0 -39,3 Orobó (IPA) -35,607 -7,737 384,0 590,0 -206,0 -34,9 Palmeirina (IPA) -36,326 -9,004 610,1 444,2 165,9 37,3 Panelas (IPA) -36,008 -8,663 334,7 363,5 -28,8 -7,9 Paranatama (IPA) -36,658 -8,919 535,2 454,4 80,8 17,8 Passira (IPA) -35,584 -7,976 345,2 307,3 37,9 12,3

Pedra (São Pedro do Cordeiro) -36,943 -8,863 282,0 423,7 -141,7 -33,4

Pesqueira (IPA) -36,697 -8,353 508,3 403,2 105,1 26,1

Poção (IPA) -36,705 -8,184 403,0 392,9 10,1 2,6

Riacho das Almas -35,859 -8,138 174,2 273,8 -99,6 -36,4

Sairé (IPA) -35,709 -8,327 478,2 407,9 70,3 17,2

Salgadinho (IPA) -35,667 -7,933 256,0 354,4 -98,4 -27,8

Saloá (IPA) -36,692 -8,969 540,1 433,7 106,4 24,5

Sanharó (IPA) -36,566 -8,364 432,8 393,5 39,3 10,0

Santa Cruz do Capibaribe -36,204 -7,953 163,7 265,8 -102,1 -38,4 Santa Maria do Cambucá (IPA) -35,881 -7,838 202,9 351,0 -148,1 -42,2 São Bento do Una (IPA) -36,459 -8,527 280,4 362,5 -82,1 -22,7

São João (IPA) -36,367 -8,877 405,8 406,5 -0,7 -0,2

São Joaquim do Monte (IPA) -36,367 -8,877 298,9 414,6 -115,7 -27,9 São Vicente Férrer (IPA) -35,489 -7,588 459,6 559,2 -99,6 -17,8

Surubim (IPA) * -35,763 -7,837 226,9 367,4 -140,5 -38,2 Tacaimbó (IPA) -36,305 -8,317 235,1 375,1 -140,0 -37,3 Taquaritinga do Norte -36,038 -7,905 529,5 307,0 222,5 72,5 Terezinha (IPA) -36,624 -9,057 310,4 461,9 -151,5 -32,8 Toritama (IPA) -36,056 -8,011 301,4 318,9 -17,5 -5,5 Tupanatinga (IPA) -37,342 -8,755 549,4 425,1 124,3 29,2 Venturosa (IPA) -36,881 -8,575 499,0 432,9 66,1 15,3 Vertente do Lério -35,850 -7,775 262,3 384,0 -121,7 -31,7 Vertentes (IPA) -35,946 -7,883 219,9 343,0 -123,1 -35,9

(31)

31

Sertão

Posto LON LAT

Acumulado (mm) Climatologia (mm) Anomalia (mm) Desvio (%)

Afogados da Ingazeira (IPA) -37,633 -7,757 476,0 505,0 -29,0 -5,8

Afrânio -41,005 -8,517 207,1 336,2 -129,1 -38,4

Araripina -40,417 -7,458 390,2 607,6 -217,4 -35,8

Araripina - PCD -40,417 -7,458 459,0 607,6 -148,6 -24,5

Arcoverde (INMET) -37,056 -8,434 304,1 427,9 -123,8 -28,9

Belém de São Francisco (CHESF) -38,967 -8,750 130,6 433,9 -303,3 -69,9 Belém de São Francisco (Ibó - CHESF) -39,250 -8,617 176,4 433,9 -257,5 -59,3 Belém de São Francisco (IPA) -38,982 -8,758 133,1 433,9 -300,8 -69,3 Belém de São Francisco - PCD -38,982 -8,758 118,8 433,9 -315,1 -72,6

Betânia (IPA) -38,033 -8,271 340,1 381,0 -40,9 -10,7 Bodocó (IPA) -39,938 -7,781 527,0 530,8 -3,8 -0,7 Brejinho (IPA) -37,285 -7,348 475,2 500,9 -25,7 -5,1 Cabrobó (IPA) -39,268 -8,528 304,0 455,9 -151,9 -33,3 Calumbi (IPA) -38,154 -7,939 568,9 649,2 -80,3 -12,4 Carnaíba (IPA) -37,798 -7,808 550,0 524,3 25,7 4,9

Carnaubeira da Penha (IPA) -38,740 -8,322 290,5 450,8 -160,3 -35,6

Cedro (IPA) -39,236 -7,721 568,8 528,0 40,8 7,7 Custódia (IPA) -37,645 -8,086 351,8 428,2 -76,4 -17,8 Dormentes (IPA) -40,767 -8,449 359,0 348,9 10,1 2,9 Exú (IPA) -39,732 -7,533 546,0 535,8 10,2 1,9 Floresta (CHESF) -38,567 -8,617 51,0 466,1 -415,1 -89,1 Floresta (IPA) -38,576 -8,601 123,9 466,1 -342,2 -73,4 Granito (IPA) -39,616 -7,717 396,0 480,7 -84,7 -17,6 Ibimirim (IPA) -37,679 -8,538 248,2 421,0 -172,8 -41,0 Iguaraci -37,513 -7,833 446,1 472,4 -26,3 -5,6 Ingazeira (IPA) -37,458 -7,675 610,0 466,9 143,1 30,7 Ipubi -40,147 -7,652 294,2 573,8 -279,6 -48,7 Itacuruba (IPA) -38,686 -8,724 18,0 430,6 -412,6 -95,8 Itapetim (IPA) -37,201 -7,377 759,0 522,6 236,4 45,2 Jatobá (IPA) -38,266 -9,180 175,7 388,6 -212,9 -54,8

Lagoa Grande (IPA) -40,283 -8,983 234,9 367,9 -133,0 -36,2

Manari (IPA) -37,626 -8,962 370,0 317,4 52,6 16,6 Mirandiba (IPA) -38,727 -8,116 320,0 468,7 -148,7 -31,7 Moreilândia (IPA) -39,550 -7,608 340,0 442,6 -102,6 -23,2 Orocó (IPA) -39,603 -8,618 169,0 391,6 -222,6 -56,8 Ouricuri (IPA) -40,339 -7,853 457,1 469,9 -12,8 -2,7 Ouricuri - PCD -40,092 -7,879 178,8 469,9 -291,1 -62,0 Parnamirim (IPA) -39,578 -8,089 402,0 415,0 -13,0 -3,1 Petrolândia (IPA) -38,216 -8,974 141,0 387,5 -246,5 -63,6 Petrolina -40,518 -9,399 230,0 301,4 -71,4 -23,7 Petrolina (INMET) -40,500 -9,383 244,9 301,4 -56,5 -18,7 Petrolina - PCD -40,689 -9,339 87,6 301,4 -213,8 -70,9 Quixaba (IPA) -37,859 -7,741 483,2 576,8 -93,6 -16,2

(32)

32

Salgueiro (IPA) -39,130 -8,073 322,2 444,1 -121,9 -27,4

Salgueiro - PCD -39,229 -8,079 332,4 444,1 -111,7 -25,2

Santa Cruz da Baixa Verde -38,151 -7,820 647,0 835,8 -188,8 -22,6 Santa Cruz da Venerada (IPA) -40,337 -8,241 211,0 354,2 -143,2 -40,4

Santa Filomena (IPA) -40,612 -8,161 121,5 385,6 -264,1 -68,5

Santa Maria da Boa Vista (CHESF) -39,817 -8,800 183,2 355,7 -172,5 -48,5 Santa Maria da Boa Vista (IPA) -39,823 -8,822 248,4 355,7 -107,3 -30,2 Santa Maria da Boa Vista - PCD -39,832 -8,788 202,2 355,7 -153,5 -43,2

Santa Terezinha -37,500 -7,375 553,5 518,0 35,5 6,9

São José do Belmonte (IPA) -38,762 -7,864 396,0 522,3 -126,3 -24,2 São José do Egito (Faz, Muquén) -37,281 -7,444 131,0 522,3 -391,3 -74,9

São José do Egito (IPA) -37,283 -7,467 601,3 522,3 79,0 15,1

Serra Talhada (EBAPE) -38,294 -7,993 579,9 495,3 84,6 17,1

Serra Talhada - PCD -38,289 -7,931 325,6 495,3 -169,7 -34,3 Serrita (IPA) -39,294 -7,949 276,5 505,4 -228,9 -45,3 Sertânia (IPA) -37,264 -8,075 370,3 370,1 0,2 0,1 Solidão (IPA) -37,658 -7,600 635,0 538,8 96,2 17,9 Tabira (IPA) -37,537 -7,588 505,7 498,7 7,0 1,4 Tacaratu (IPA) -38,146 -9,106 557,3 390,3 167,0 42,8

Terra Nova (IPA) -39,377 -8,227 324,2 426,3 -102,1 -24,0

Trindade (IPA) -40,276 -7,760 369,2 512,8 -143,6 -28,0

Triunfo (IPA) -38,106 -7,837 805,5 901,0 -95,5 -10,6

Tuparetama (IPA) -37,221 -7,687 655,0 433,6 221,4 51,1

Tuparetama (Fazenda Riacho) -37,312 -7,600 350,8 433,6 -82,8 -19,1

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Referências

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