SUMÁRIO NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO...21

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Texto

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NOTA DOS COORDENADORES DA COLEÇÃO ...21

D

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A

m b i en tA l CAPÍTULO I PRINCÍPIOS DE DIREITO AMBIENTAL ...25

1. Princípio do desenvolvimento sustentável ...25

2. Princípio do ambiente ecologicamente equilibrado como direito fundamental da pessoa humana ...26

3. Princípio da prevenção e da precaução ...27

3.1. Princípio da Precaução e inversão do ônus da prova ...27

3.2. Comparação entre prevenção e precaução ...28

3.3. Quadro comparativo ...28

4. Princípio do poluidor-pagador ...29

5. Princípio do usuário-pagador ...30

6. Princípio da obrigatoriedade de atuação (intervenção) estatal / Princípio da natureza pública da proteção ambiental ...31

7. Princípio da participação comunitária (popular) / Princípio democrático ...31

8. Princípio da informação ...32

9. Princípio da educação ambiental ...32

10. Princípio da função socioambiental da propriedade ...33

11. Princípio da cooperação entre os povos ...34

12. Princípio do controle do poluidor pelo poder público / Princípio do limite ...34

CAPÍTULO II O MEIO AMBIENTE NA CONSTITUIÇÃO DE 1988 ...35

1. Direito difuso e de 3ª geração ...35

1.1. Interesse difuso ...35

1.2. Direito de terceira geração ...36

2. Principais ações constitucionais: ação civil pública e ação popular ambiental...36

(2)

3.1. Competência legislativa em matéria de proteção ambiental: ...37

3.2. Competência material (ou administrativa) em matéria ambiental: ...37

4. O artigo 225 da Constituição de 1988 ...37

4.1. A preservação e restauração dos processos ecológicos essenciais e o manejo ecológico das espécies e ecossistemas (art. 225, § 1º, I) ...37

4.2. A preservação da diversidade e da integridade do patrimônio genético do país (art. 225, § 1º, II) ...38

4.3. Definição de espaços especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei (art. 225, § 1º, III) ...38

4.4 Estudo prévio de impacto ambiental (art. 225, § 1º, IV)...39

4.5. Gestão dos riscos (art. 225, § 1º, V) ...39

4.6. Educação ambiental em todos os níveis de ensino (art. 225, § 1º, VI) ...39

4.7. Proteção da fauna e da flora (art. 225, § 1º, VII) ...39

4.8. Tríplice responsabilização (art. 225, § 3º) ...39

4.9. A floresta amazônica, a mata atlântica, a serra do mar, o pantanal mato-grossense e a zona costeira são patrimônio nacional (art. 225, § 4º) ...40

4.10. Terras devolutas necessárias à proteção dos ecossistemas naturais (art. 225, § 5º) ...40

4.11. As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal (art. 225, § 6º) ...40

CAPÍTULO III POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE ...43

1. Introdução ...43

2. Conceitos relevantes ...43

2.1. Meio ambiente ...43

2.2. Degradação da qualidade ambiental ...44

2.3 Poluição...44

2.4. Poluidor ...44

2.5. Recursos ambientais ...44

3. Objetivos específicos da política nacional do meio ambiente ...44

4. SISNAMA – Sistema Nacional de Meio Ambiente ...46

4.1. Estrutura (art. 6º) ...46

4.2. Órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) ...47

4.3. Órgãos executores: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Natu-rais Renováveis - IBAMA e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodi-versidade - ICMBio ...48

(3)

4.4. Órgãos Seccionais: os órgãos ou entidades estaduais ...48

4.5. Órgãos Locais: os órgãos ou entidades municipais ...48

5. Instrumentos da política nacional do meio ambiente ...48

5.1. O estabelecimento de padrões de qualidade ambiental (inciso I) ...49

5.2. O zoneamento ambiental (inciso II) ...49

5.3. A avaliação de impactos ambientais – AIA (inciso III) ...49

5.3.1. Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA ou EPIA) ...50

5.4. O licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras (inciso IV) ...51

5.5. A criação de espaços territoriais especialmente protegidos pelo Poder Público federal, estadual e municipal (inciso VI) ...52

5.6. Instrumentos econômicos, como concessão florestal, servidão ambiental, seguro ambiental e outros (inciso XIII) ...52

6. Responsabilidade civil por dano ao meio ambiente ...54

6.1. Teoria objetiva solidária e calcada no risco integral ...54

7. TCFA – Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental ...55

CAPÍTULO IV LICENCIAMENTO AMBIENTAL ...57

1. Conceito ...57

2. Tipos de licença ambiental ...58

2.1. Licença Prévia (LP) ...58

2.2. Licença de Instalação (LI) ...58

2.3. Licença de Operação (LO) ...58

3. Competência para licenciar ...58

4. Prazos de análise para a concessão de licenças ambientais ...62

5. Prazos de validade das licenças ambientais ...62

6. Modificação, suspensão e cancelamento da licença ambiental ...63

CAPÍTULO V NOVO CÓDIGO FLORESTAL ...65

1. Introdução ...65

2. Conceitos relevantes ...65

2.1. Área de preservação permanente: ...65

2.2. Reserva Legal ...66

(4)

3.1. Supressão da vegetação em Área de Preservação Permanente ...66

4. Área de Reserva Legal - RL ...67

5. Cadastro Ambiental Rural - CAR ...69

6. servidão florestal ...69

7. Cota de Reserva Ambiental-CRA ...69

8. Áreas consolidadas até 22.07.2008 ...70

CAPÍTULO VI SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA – SNUC...71 1.Introdução ...71 2. Conceitos relevantes ...71 2.1. Unidade de conservação ...71 2.2. Diversidade biológica ...72 2.3. Proteção integral ...72 2.4. Uso indireto ...72 2.5. Uso direto ...72 2.6. Zoneamento ...72

3. Instituto Chico Mendes ...72

4. Classificação das unidades de conservação ...73

4.1. Unidades de proteção integral ...73

4.2. Unidades de uso sustentável ...73

4.3. Quadro comparativo ...74

5. Unidades de conservação de proteção integral ...74

5.1. Quadro comparativo ...75

6. Unidades de conservação de uso sustentável ...76

6.1. Quadro comparativo ...76

7.Criação, alteração e supressão de unidades de conservação ...77

7.1. Quadro comparativo ...78 8. Zona de amortecimento ...79 9. Corredores ecológicos ...80 10. Plano de manejo ...80 11. Compensação ambiental ...80 12. Reserva da biosfera ...82 13. Decreto regulamentador ...82

(5)

CAPÍTULO VII

LEI DE CRIMES AMBIENTAIS ...83

1.Introdução ...83

1.1. Visão topográfica da lei ...84

2. Responsabilidade penal das pessoas físicas nos crimes ambientais ...85

3. Responsabilidade penal das pessoas jurídicas nos crimes ambientais ...85

3.1. Condicionantes para a responsabilização da pessoa jurídica ...86

4. Aplicação da pena ...87

5. Penas aplicáveis ...87

5.1. Quadro comparativo ...87

5.2. Pena privativa de liberdade (ilícitos penais praticados pelas pessoas físicas) ...87

5.3. Penas restritivas de direitos ...87

5.4. Penas aplicáveis às pessoas jurídicas ...88

6. Atenuantes e agravantes ...89

7. Suspensão condicional da pena ...90

8. Prova emprestada ...90

9. Liquidação forçada ...91

10. Apreensão do produto ...91

11. Da ação e do processo penal...91

12. Dos crimes contra o meio ambiente ...92

12.1. Quadro sinóptico ...92

12.2. Dos crimes contra a fauna ...92

12.3. Dos crimes contra a flora ...94

12.4. Da poluição ...95

12.5. Dos crimes contra a administração ambiental ...95

13. Princípio da especialidade ...96 Referências ...97

eCA

APRESENTAÇÃO ...103 CAPÍTULO I LIÇÕES PRELIMINARES ...105 1. Introdução ...105

(6)

2. Proteção integral e absoluta prioridade ...105

3. Crianças e adolescentes são sujeitos de direito ...106

4. Conceito de criança e de adolescente ...107

4. Aplicação do Estatuto a quem já completou a maioridade ...108

5. Interpretação do Estatuto ...108

6. Competência legislativa ...109

CAPÍTULO II DIREITOS FUNDAMENTAIS ...111

1. Dignidade da pessoa humana ...111

2. Direito à vida e à saúde ...112

3. Identificação adequada ...113

4. Maus-tratos – comunicação ao Conselho Tutelar ...114

5. Preocupação com entrega da criança à adoção ...114

6. Direito à liberdade, ao respeito e à dignidade ...115

CAPÍTULO III DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR ...117

1. Introdução ...117

2. Convivência familiar ...117

3. Permanência fora do convívio familiar – limites ...118

4. Igualdade de direitos entre os filhos ...119

5. Pátrio poder ► Poder familiar (Lei n° 12.010/2009) ...119

6. Carência de recursos materiais ...120

7. Processo judicial contraditório para perda ou suspensão do poder familiar ...121

8. Família natural ...121

9. Reconhecimento de filho e de estado de filiação ...122

CAPÍTULO IV FAMÍLIA SUBSTITUTA ...125

1. Introdução ...125

2. Diretrizes gerais sobre a colocação em família substituta ...126

2.1. Oitiva da criança e do adolescente ...126

2.2. Preferência por família substituta com relação de parentesco ...126

(7)

2.4. Criança ou adolescente indígena ou de origem quilombola ...126

2.5. Incompatibilidade e ambiente inadequado ...127

2.6. Impossibilidade de transferência para terceiros ...127

2.7. Família substituta estrangeira ...127

3. Guarda ...128 4. Tutela ...130 5. Adoção ...132 5.1. Classificação ...132 5.1.1. Adoção conjunta ...132 5.1.2. Adoção unilateral...133 5.1.3. Adoção póstuma ...133 5.1.4. Adoção internacional ...133 5.2. Principais características ...134 5.2.1. Excepcionalidade da medida ...134

5.2.2. Vínculos decorrentes da adoção ...134

5.2.3. Natureza jurídica ...134

5.2.4. Idades do adotante e do adotando ...135

5.2.5. Judicialização da adoção ...135

5.3. Vedações ...136

5.3.1. Vedação à adoção por procuração ...136

5.3.2. Vedação à adoção por ascendentes e irmãos ...136

5.3.3. Vedação à adoção decorrente de tutela ou curatela ...136

5.4. Requisitos ...137

5.4.1. Consentimento dos pais e do adolescente ...137

5.4.2. Estágio de convivência ...137

5.5. Cadastros ...138

5.5.1. Hipóteses de adoção fora do cadastro de postulantes ...139

5.6. Adoção internacional...140

5.6.1. Requisitos para concessão da adoção internacional (art. 51, § 1°) ...140

5.6.2. Habilitação para adoção internacional ...141

5.6.3. Organismos internacionais de adoção...142

5.7. Efeitos da adoção ...143

5.8. Direito de conhecer a origem biológica ...144

(8)

CAPÍTULO V

EDUCAÇÃO ...147

1. Introdução ...147

2. Direito à educação ...147

3. Comunicação ao Conselho Tutelar ...149

CAPÍTULO VI PROFISSIONALIZAÇÃO E PROTEÇÃO AO TRABALHO ...151

1. Introdução ...151

2. Idade mínima para trabalho ...151

3. Proteção ao trabalho do adolescente ...152

4. Trabalho técnico-profissional para o aprendiz ...153

CAPÍTULO VII PREVENÇÃO ...155

1. Introdução ...155

2. Prevenção referente à informação, cultura, lazer, esportes, diversões e espetáculos ...155

3. Prevenção à venda de produtos e serviços ...156

4. Autorização para viajar ...158

CAPÍTULO VIII POLÍTICA DE ATENDIMENTO ...161

1. Introdução ...161

2. Política de atendimento ...161

2.1. Linhas de ação e diretrizes ...161

3. Entidades de atendimento ...163

3.1. Registro das entidades junto ao Conselho Municipal...164

3.2. Entidades voltadas ao acolhimento institucional e familiar ...164

3.3. Entidades voltadas à internação ...166

4. Fiscalização das entidades ...167

5. Medidas aplicáveis à entidade e a seus dirigentes ...167

CAPÍTULO IX MEDIDAS DE PROTEÇÃO ...169

1. Introdução ...169

(9)

3. Agentes ...170

4. Rol de princípios ...170

5. Medidas específicas de proteção...172

6. Situação de risco e fixação de competência ...173

7. Medida de proteção X Medida socioeducativa ...174

CAPÍTULO X PRÁTICA DE ATO INFRACIONAL: DIREITOS E GARANTIAS ...175

1. Introdução ...175

2. Tempo do ato infracional/crime ...175

3. Direitos individuais ...176

3.1. Privação de liberdade ...176

3.2. Identificação dos responsáveis pela apreensão ...177

3.3. Comunicação à família ...177

3.4. Liberação imediata ...177

3.5. Prazo de internação provisória ...177

3.6. Identificação compulsória ...178

4. Garantias processuais ...178

CAPÍTULO XI MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS ...181

1. Introdução ...181

2. Rol de medidas socioeducativas ...181

3. Principais características ...181

3.1. Requisitos para escolha da medida socioeducativa ...182

3.2. Vedação de trabalhos forçados ...182

3.3. Tratamento diferenciado para os portadores de deficiência mental ...182

3.4. Cumulação e substituição de medidas ...182

3.5. Comprovação de autoria e materialidade da infração ...182

3.6. Idade máxima para cumprimento de medidas socioeducativas ...183

3.7. Prescrição de medidas socioeducativas ...183

4. Medidas socioeducativas em espécie ...183

4.1. Advertência ...183

4.2. Obrigação de reparar o dano ...183

4.3. Prestação de serviços à comunidade ...184

(10)

4.5. Semiliberdade ...185

4.6. Internação ...185

4.6.1. Princípios pertinentes à internação ...186

4.6.2. Realização de atividades externas ...186

4.6.3. Prazo de cumprimento da medida ...187

4.6.4. Sistemática de aplicação da medida de internação ...188

4.6.4.1. Ato infracional cometido mediante grave ameaça ou violência à pessoa ...189

4.6.4.2. Reiteração no cometimento de outras infrações graves ...190

4.6.4.3. Descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta – regressão ...190

4.6.5. Característica do período de cumprimento da internação ...191

CAPÍTULO XII REMISSÃO ...193

1. Introdução ...193

2. Momento para concessão da remissão ...193

3. Características ...194

CAPÍTULO XIII CONSELHO TUTELAR ...197

1. Introdução ...197

2. Características ...197

3. Composição e características dos integrantes ...197

4. Atribuições ...199

CAPÍTULO XIV JUSTIÇA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ...201

1. Introdução ...201

2. Acesso à Justiça ...201

3.1. Competência territorial ...203

3.2. Competência material ...203

3.3. Competência para regular da presença de crianças e adolescentes em eventos ...204

3.4. Delegação do cumprimento de medidas ...205

3.5. Justiça Federal X Justiça da Infância e Juventude ...205

(11)

4. Serviços auxiliares ...206

CAPÍTULO XV PROCEDIMENTOS ...207

1. Introdução ...207

2. Perda ou suspensão do poder familiar ...207

3. Colocação em família substituta ...208

4. Habilitação dos pretendentes à adoção ...209

5. Apuração de irregularidades em entidade de atendimento ...209

6. Apuração de infração administrativa às normas de proteção à criança e ao adolescente ....210

CAPÍTULO XVI APURAÇÃO DE ATO INFRACIONAL ...211

1. Introdução ...211

2. Apreensão e encaminhamento ...211

3. Flagrante de ato infracional ...212

4. Formação da convicção do Ministério Público ...212

5. Possíveis medidas do Ministério Público ...213

5.1. Arquivamento X Remissão ...213

5.2. Representação para aplicação de medida socioeducativa ...214

6. Prazo de conclusão do procedimento ...214

7. Providências para realização da audiência de apresentação ...214

7.1. Audiência de apresentação ...215

7.2. Defesa prévia ...215

7.3. Audiência em continuação ...216

8. Sentença ...216

8.1. Intimação da sentença e recurso – súmula do STF ...217

9. Termos jurídicos próprios do Estatuto ...217

CAPÍTULO XVII RECURSOS ...219

1. Introdução ...219

2. Preparo ...219

3. Prazos ...219

4. Tramitação prioritária dos recursos ...219

(12)

CAPÍTULO XVIII ...221

MINISTÉRIO PÚBLICO, ADVOCACIA E TUTELA DE DIREITOS ...221

1. Ministério Público ...221

1.1. Introdução ...221

1.2. Remissão ...221

1.3. Atuação do Ministério Público na Justiça da Infância e Juventude ...221

2. Advocacia ...222

3. Tutela de direitos individuais e coletivos ...222

3.1. Introdução ...222

3.2. Legitimidade ...222

3.3. Competência ...223

3.4. Litisconsórcio de Ministérios Públicos ...223

3.5. Amplitude de instrumentos processuais ...223

CAPÍTULO XIX CRIMES E INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS ...225

1. Introdução: ...225

2. Leis penais e processuais penais ...225

3. Ação pública incondicionada ...225

4. Modalidade culposa ...226

5. Prescrição de infrações administrativas ...226

6. Crime de mera conduta e tentativa ...226

7. Produção de material pornográfico – crime ...226

8. Venda de cola de sapateiro – crime ...226

9. Venda de produtos sem potencialidade lesiva – atipicidade ...227

10. Efeito obrigatório da condenação – art. 244-A ...227

11. Corrupção de menores – crime formal ...227

12. Inconstitucionalidade declarada pelo STF ...227

13. Sujeitos da infração administrativa do art. 249...227

14. Hospedagem de criança ou adolescente – infração administrativa ...228

15. Transmissão de espetáculo de forma inadequada – infração administrativa ...228

Bibliografia ...229

D

i rei to D o

C

o n s u m i D o r 1. Regulamentação das relações de consumo ...233

(13)

1.1 A Constituição e Código de Defesa do Consumidor ...233

1.2. Norma de ordem pública e de interesse social ...234

1.3. Aplicação do CDC aos contratos celebrados anteriormente ...235

2. Relação jurídica de consumo ...235

2.1. Conceito de consumidor ...235

2.1.1 Doutrina finalista ...236

2.1.2 Doutrina maximalista ...236

2.1.3 Doutrina finalista mitigada ou aprofundada – posição do STJ ...236

2.2. Consumidor por equiparação ...238

2.2.1 Coletividade de pessoas (determináveis ou indetermináveis) - art. 2°, pu e art. 29. ...238

2.2.2 Vítima de acidente de consumo (bystander) ...238

2.3. Conceito de fornecedor ...239

2.4. Conceito de produto ...240

2.5. Conceito de serviço ...240

3. Política Nacional das Relações de Consumo ...241

3.1. Objetivos e princípios ...241

3.2. Execução da Política Nacional das Relações de Consumo ...242

4. Direitos Básicos do Consumidor ...243

4.1. Modificação e revisão das cláusulas contratuais ...244

4.3. Inversão do ônus da prova ...247

5. Nocividade e periculosidade dos produtos e serviços ...248

6. Responsabilidade Civil (Fato X Vício) ...249

7. Responsabilidade pelo fato do produto ...251

7.1. Excludentes de responsabilidade ...252

7.2. Responsabilidade do comerciante ...253

8. Responsabilidade pelo fato do serviço ...255

9. Responsabilidade por vício do produto ...256

9.1. Vício do produto ...256

9.1.2 Vícios de quantidade do produto ...260

9.2 Vícios dos serviços - qualidade e quantidade ...262

10. Serviços Públicos ...264

11. Decadência e prescrição ...266

11.1 Conceito ...266

11.2 Prazo decadencial no CDC ...267

(14)

12. Desconsideração da personalidade jurídica ...272

12.1 Responsabilidade de algumas sociedades ...273

13. Oferta ...274

13.1 Princípio da vinculação contratual da oferta ...274

13.2 Princípio da transparência na oferta ...275

13.3 Oferta de componentes e reposição de peças ...276

13.4 Oferta veiculada à distância ...276

13.5 Responsabilidade solidária ...276

14. Publicidade ...277

14.1 Princípios aplicáveis à publicidade no Código de Defesa do Consumidor ...277

14.1.1 Princípio da identificação obrigatória da publicidade (art. 36, caput) ...277

14.1.2 Princípio da transparência da fundamentação da publicidade (art. 36, parágrafo único) ...277

14.1.3 Princípio da veracidade da publicidade (art. 37, § 1°) ...278

14.1.4 Princípio da não abusividade da publicidade (art. 37, § 2°) ...279

14.1.5 Princípio do ônus da prova a cargo do fornecedor (art. 38) ...280

15. Práticas abusivas ...281

15.1 Venda casada (art. 39, I, parte a) ...281

15.2 Venda quantitativa (art. 39, I, parte b) ...281

15.3 Recusar atendimento às demandas (art. 39, II) ...282

15.4 Fornecimento não solicitado (art. 39, III) ...282

15.5 Aproveitamento da vulnerabilidade do consumidor (art. 39, IV) ...282

15.6 Exigir do consumidor vantagem excessiva (art. 39, V) ...282

15.7 Serviços sem orçamento e autorização expressa (art. 39, VI) ...283

15.9 Inobservância de normas técnicas (art. 39, VIII) ...284

15.10 Recusa de venda com pagamento a vista (art. 39, IX) ...284

15.11 Elevação injustificada de preços (art. 39, X) ...284

15.12 Inexistência de prazo para cumprimento de obrigação (art. 39, XII) ...284

15.13 Índice de reajuste diverso (art. 39, XIII) ...284

16. Cobrança de dívidas ...285

16.1 Forma de cobrança de dívida ...285

16.2 Repetição do indébito ...285

17. Banco de dados e cadastro de consumidores ...286

17.1 Direito de acesso ...287

17.2 Direito de informação ...287

(15)

17.4 Direito de exclusão ...288

17.5 Arquivos de consumo e dano moral ...288

17.6 Dívida sub judice ...289

18. Proteção contratual ...289

18.1 Generalidades ...289

18.2 Direito de arrependimento ...290

18.3 Garantia contratual e legal ...292

19. Cláusulas contratuais abusivas ...292

19.1 Generalidades ...292

19.2. Espécies de cláusulas abusivas ...293

19.2.1 Exoneração da responsabilidade do fornecedor (art. 51, I) ...293

19.2.2 Impedimento de reembolso (art. 51, II)...294

19.2.3 Transferência de responsabilidade a terceiros (art. 51, III) ...295

19.2.4 Obrigações iníquas e desvantagem exagerada (art. 51, IV) ...295

19.2.5 Inversão do ônus da prova (art. 51, VI) ...295

19.2.6 Arbitragem compulsória (art. 51, VII) ...295

19.2.7 Imposição de representante (art. 51, VIII) ...295

19.2.9 Variação unilateral do preço (art. 51, X) ...296

19.2.10 Cancelamento unilateral do contrato (art. 51, XI) ...297

19.2.11 Ressarcimento de custos (art. 51, XII) ...297

19.2.12 Modificação unilateral do contrato (art. 51, XIII) ...297

19.2.13 Violação de normas ambientais (art. 51, XIV) ...297

19.2.14 Desacordo com o sistema de proteção ao consumidor (art. 51, XV) ...297

19.2.15 Renúncia à indenização por benfeitorias necessárias (art. 51, XVI) ...298

19.3 Controle de cláusulas contratuais ...298

20. Financiamento de bens e serviços ...298

20.1 Cláusula de decaimento ...299

20.2 Consórcio ...299

21. Contratos de adesão ...299

21.1 Definição e características ...299

21.2 Cláusula resolutória ...300

21.3 Destaque para a cláusula que implique limitação de direito ...300

22. Sanções administrativas ...300

23. Infrações penais ...301

23.1 Condutas típicas estabelecidas pelo CDC ...302

(16)

24.1. Introdução ...303

24.2. Direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos ...304

24.2.1. Exemplos: ...305

24.3. Legitimidade ...306

24.4. Ações coletivas para a defesa de direitos individuais homogêneos ...308

24.4.1. Competência ...309

24.4.2. Processamento ...309

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Referências

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