As possibilidades...
... surgimento de mídias próprias para armazenamento de
dados
... segurança de poder trabalhar com cópias de segurança
... velocidade na busca da informação
... documentos e serviços disponíveis para atendimento via
internet
Estancar a sangria...
presente capacitação / fazer internamente
... fácil, tranquilo, indolor
passado bom projeto / fazer internamente ou
terceirizar
... cuidado ao terceirizar / projeto da IES
Especificar o projeto
tipo de arquivo, tamanho do arquivo, etc
comitê de assinatura
Início do Projeto
- Arquivo
- Processo de Matrícula
- Requerimento dos Alunos
- TCC
- Certificados de Extensão
- Auto Atendimento
- Diários de Classe
- Diplomas
- etc...
Primeiro Passo
Segundo Passo
Existe a
necessidade de
um bom sistema
de fluxograma
Normalmente iniciamos pela pasta do aluno criada no
acadêmico
Nome do Aluno Documentos Pessoais Documentos Financeiros Documentos Acadêmicos Benefícios e Bolsas FIES / PROUNI Aproveitamento de Estudos Requerimentos Correio Eletrônico Documentos Jurídicos CPF do Aluno-> pasta do aluno na graduação
-> a pasta do aluno terá o código SIGA 125.43
-> pasta do aluno na pós-graduação lato sensu
▪ Identificar a legislação vigente...
▪ Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de 1990;
▪ Lei nº 8.159, de 08 de janeiro de 1991;
▪ Decreto nº 4.073, de 03 de janeiro de 2002;
▪ Portaria AN/MJ nº 92, de 23 de setembro de 2011;
▪ Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013;
▪ Portaria MEC nº 1.261, de 23 de dezembro de 2013; e
▪ Despacho MEC nº 97, de 16 de maio de 2014.
▪ Fazer uma sobreposição das normas é necessário...
Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de 1990
Apesar de antiga é a mais adequada, direta e simples
de se aplicar;
Em nosso entendimento, continua sendo a mais
apropriada para servir de base para nossos projetos;
Assim, ela irá amparar todos as demais normas
servindo de base.
A sobreposição das Portarias MEC
Baseada na Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de
1990
Art. 1º O arquivamento de livros e documentos referentes às atividades dos estabelecimentos de ensino, será mantido rigorosamente em dia, para pronto manuseio, consulta e comprovação, de maneira a facilitar toda e qualquer pesquisa.
Art. 2º O arquivamento compreenderá duas partes - a de MOVIMENTO, assim entendido enquanto os livros, documentos e papéis estiverem sendo escriturados, e a outra com o título de DEFINITIVO,
quando concluída a movimentação, quer pelo preenchimento ou pela conclusão final.
Art. 3º A responsabilidade da movimentação do arquivo é do Secretário da instituição, sob supervisão direta do respectivo Diretor, devendo ser mantido em lugar de total e absoluta segurança, sendo
manuseado tão somente por pessoal vinculado à Secretaria.
- teremos aqui um novo responsável definido, conforme art. 3º da Portaria nº 1.224 de 18 de dezembro de 2013.
A sobreposição das Portarias MEC
Baseada na Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de
1990
Art. 4º Além do pessoal a que se refere o disposto no artigo anterior, terão livre acesso ao arquivo os representantes do Poder Público responsável pelo acompanhamento das atividades da instituição, bem como aqueles credenciados por autoridades competentes.
- não muda nada, mas acrescenta o acesso da CPA – art. 2º da Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013.
Art. 5º A documentação dos alunos em atividades acadêmicas, será mantida em pastas individuais, em original e rigorosa ordem cronológica de sua entrada.
§ 1º Dos comprovantes de identidade pessoal, serviço militar e título eleitoral, far-se-á anotação no
próprio requerimento de matrícula.
- o código e a tabela disponibilizados pelo CONARQ e pelo SIGA não citam documentos pessoais. Faz referência a pasta do aluno como um todo.
§ 2º Cessada a relação por desistência, transferência, trancamento de matricula ou conclusão de
A sobreposição das Portarias MEC
Baseada na Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de
1990
§ 3º Quando requerido pelo interessado, qualquer documento já recolhido ao arquivo definitivo, será
fornecido mediante certidão assinada pelo Secretário e visada pelo Diretor.
§ 4º Em caso de diploma já registrado, a certidão será fornecida pelo órgão que procedeu ao registro,
mediante comprovação pelo interessado do extravio do título original.
Art. 6º O arquivamento entender-se-á como perpétuo no que se refere a: 1 - Livros de atas de Conselhos e Departamentos;
2 - Ficha correspondente ao histórico escolar de ex-alunos, concluintes de cursos ou não; 3 - Documentação referente ao exercício de magistério nos cursos da instituição.
- Existe a indicação da tabela de temporalidade. Mas é preciso entender que atender a
“perpetuidade” deste art. 6º irá ultrapassar qualquer prazo da tabela de temporalidade estipulado pelo Arquivo Nacional.
A sobreposição das Portarias MEC
Baseada na Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de 1990
Art. 7º O arquivamento da Documentação constante dos itens 2 e 3 do artigo anterior, poderá serprocessado com a adoção de:
1 - Encadernação da ficha original correspondente a cada ano de atividade encerrada; 2 - Microfilmagem;
3 - Sistema computadorizado.
- não muda nada, mas é preciso acrescentar que com o advento da MP 2.200-2 podemos levar para o meio eletrônico também o item 1 do artigo anterior conforme dispõe o art. 10 da MP 2.200-2 de 24 de agosto de 2001.
Art. 8º A documentação constituída de papéis complementares dos processos individuais e os referentes aos atos escolares poderão ser eliminados quando do recolhimento ao arquivo definitivo da
documentação prevista no artigo 6º.
- as IES terão que respeitar o prazo mínimo previsto na tabela de temporalidade estabelecida pelo §1º do art. 1º da Portaria nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013.
A sobreposição das Portarias MEC
Baseada na Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de
1990
Art. 9º Todo o material eliminado será inutilizado, podendo ser cedido a instituições beneficentes ou vendido para reaproveitamento.
- o ideal é que as IES se preparem para não gerar seus documentos em meio físico. Isso irá amenizar quaisquer dúvidas com relação a validade ou não do documento digital.
Art. 10. Ocorrendo a suspensão definitiva das atividades da instituição, a Delegacia do MEC
providenciará o recolhimento de todo o arquivo que ficará sob a responsabilidade da mesma até remessa ao arquivo geral da UNIÃO.
- agora não mais. A documentação será entregue àquela que suceder a IES ou a própria mantenedora, de acordo com o art. 5º da Portaria nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013.
Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013
Institui normas sobre a manutenção e guarda do Acervo Acadêmico das Instituições de Educação Superior (IES) pertencentes ao sistema federal de ensino.
- incluem-se aqui todas as Instituições de Ensino Superior.
Art. 1º Aplicam-se às Instituições de Educação Superior (IES) previstas no art. 16 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, todas as normas constantes no Código de Classificação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-fim das Instituições Federais de Ensino Superior e na Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-Fim das Instituições Federais de Ensino Superior, aprovados pela Portaria AN/MJ nº 92, de 23 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 26 de setembro de 2011, e constantes no ANEXO I desta Portaria.
- Art. 16 da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. - O Sistema Federal de Ensino compreende:
I - as instituições de ensino mantidas pela União;
II - as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada; III - os órgãos federais de educação.
Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013
§ 1º O Acervo Acadêmico será composto de documentos e informações definidos no Código e na Tabela constantes no ANEXO I, devendo a IES obedecer a prazos de guarda, destinações finais e observações previstos na Tabela.
- tabela que se encontra obsoleta e não condiz com a realidade das IES.
§ 2º Vencido o prazo de guarda da Fase Corrente, o documento em Fase Intermediária, cuja destinação, prevista na Tabela do ANEXO I, seja a eliminação, a IES poderá substituir o respectivo documento físico do Acervo Acadêmico por documento devidamente microfilmado, observadas as disposições, no que couber, da Lei nº 5.433, de 8 de maio de 1968, e do Decreto nº 1.799, de 30 janeiro de 1996.
- microfilmar é uma das opções. É preciso ter claro que a Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de 1990 não está totalmente revogada. É preciso lembrar ainda que o Ministério da Educação publicou em 2014 normas que dizem respeito ao meio eletrônico.
§ 3º Para os efeitos desta Portaria, todas as atualizações do Código de Classificação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-fim das Instituições Federais de Ensino Superior e da Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-fim das Instituições Federais de Ensino Superior, que constarem no sítio do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo -SIGA, da administração pública federal, substituirão automaticamente a versão constante no ANEXO I desta Portaria.
Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013
Art. 2º A IES deve manter permanentemente organizado e em condições adequadas de conservação, fácil acesso e pronta consulta todo o Acervo Acadêmico sob sua guarda.
§ 1º O Acervo Acadêmico poderá ser consultado a qualquer tempo pela Comissão Própria de Avaliação (CPA).
§ 2º O Acervo Acadêmico poderá ser averiguado a qualquer tempo pelos órgãos e agentes públicos atuantes para fins de regulação, avaliação e supervisão.
§ 3º Estará sujeita à avaliação institucional a adequada observância às normas previstas no art. 1º desta Portaria.
- temos na CPA representantes da comunidade e do corpo discente. Estas pessoas nem sempre poderão ter acesso ao arquivo acadêmico das IES.
Art. 3º A IES pertencente ao sistema federal de ensino deverá indicar ao Ministério da Educação, no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias da publicação desta Portaria, o nome completo e número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do responsável pela guarda e conservação do Acervo Acadêmico, o qual será designado "Depositário do Acervo Acadêmico" (DAA) da Instituição.
- acreditamos que muitas Instituições terão dificuldade em encontrar pessoas que assumam tamanha responsabilidade. Não seria muita responsabilidade para um colaborador da IES assumir? Em muitos de nossos clientes o responsável pelo controle e registro acadêmico assumiu o Acervo Acadêmico.
Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013
§ 1º O documento de indicação do Depositário do Acervo Acadêmico deverá ser protocolado junto à Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (SERES/ MEC), estando devidamente firmado pelo representante legal da IES e pelo Depositário indicado.
§ 2º Em caso de alteração do Depositário do Acervo Acadêmico indicado, a IES deverá protocolar novo documento de indicação junto à SERES/MEC, devidamente firmado pelo representante legal da IES, pelo Depositário precedente e pelo novo Depositário indicado.
Art. 4º A manutenção e guarda de Acervo Acadêmico não condizente com os prazos de guarda, destinações finais e observações conforme definidas no art. 1º desta Portaria poderá ser caracterizada como irregularidade administrativa, sem prejuízo dos efeitos da legislação civil e penal.
Parágrafo Único. O representante legal da IES, a Mantenedora, o Depositário do Acervo Acadêmico e os Depositários do Acervo Acadêmico precedentes são solidariamente responsáveis pela manutenção e guarda do Acervo Acadêmico.
- Os depositários precedentes serão responsáveis sempre? Assunto para se discutir com os profissionais das ciências jurídicas.
Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013
Art. 5º Toda Instituição em processo de descredenciamento voluntário ou de qualquer outra forma em processo de encerramento de suas atividades deverá indicar a Instituição Sucessora que será encarregada da guarda de seu Acervo Acadêmico.
- nos casos de sucessão é até provável, mas no caso de encerramento das atividades...
Parágrafo Único. O Termo de Aceite de guarda de Acervo Acadêmico deverá ser protocolado junto à SERES/MEC, estando devidamente firmado pelo representante legal da Instituição Sucessora que será encarregada da guarda de Acervo Acadêmico de Instituição em processo de encerramento de suas atividades.
Art. 6º Revogam-se as disposições em contrário da Portaria MEC nº 255, de 20 de dezembro de 1990, publicada no Diário Oficial da União de 24 de dezembro de 1990.
Portaria MEC nº 1.261, de 23 de dezembro de 2013
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, INTERINO, no uso da atribuição que lhe confere o art.87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, considerando a Lei n 8.159, de 8 de janeiro de 1991, o Decreto n 4.073, de 3 de janeiro de 2002 e o Decreto n 4.915, de 12 de dezembro de 2003, resolve:
Art. 1 Fica determinado que o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo relativos às Atividades-Fim das Instituições Federais de Ensino Superior - IFES, aprovado pela Portaria n 92, de 23 de setembro de 2011, do Diretor-Geral do Arquivo Nacional, é de uso obrigatório nas IFES, ficando a cargo destas dar publicidade aos referidos instrumentos técnicos.
- para as Instituições Federais se impôs a obrigatoriedade de uso do código e da tabela. Qual o objetivo do legislador em reforçar o que está expresso na art. 1º da Portaria nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013?
Parágrafo único. O Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo relativos às Atividades-Fim das IFES encontram-se disponíveis para consultas e cópias no sítio eletrônico do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivos - SIGA, da Administração Pública Federal: http://www.siga.arquivonacional.gov.br.
- as Instituições Federais deverão seguir o Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade... problema a vista!
Portaria MEC nº 1.261, de 23 de dezembro de 2013
Art. 2 Os dirigentes ou gestores das áreas em que os arquivos estejam subordinados deverão, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias da publicação desta Portaria, elaborar um relatório circunstanciado do estágio de aplicação dos referidos instrumentos técnicos, inclusive informando o quantitativo de listagens de eliminação de documentos em análise e/ou aprovados pelo Arquivo Nacional.
- o prazo de 60 dias é insuficiente para as Instituições Federais. Não há como cumprir essa norma.
Art. 3 A autoridade máxima do órgão ou entidade ao qual a área de arquivos pertença deverá enviar o relatório elaborado pelos dirigentes ou gestores das áreas em que os arquivos estejam subordinados ao gabinete do Ministro de Estado da Educação, registrando, neste documento, que está ciente da situação relatada, apondo a data, a assinatura e o respectivo carimbo, bem como orientando, se for o caso, da necessidade de aplicação das normas e da legislação arquivística em vigor.
Parágrafo único. O Gabinete do Ministro de Estado da Educação deverá enviar o relatório para a Subcomissão de Coordenação do SIGA do Ministério da Educação, para as orientações que se fizerem necessárias, de acordo com o disposto no Decreto n 4.915, de 2003.
Despacho MEC nº 97, de 16 de maio de 2014
Dispõe sobre o descredenciamento da Faculdade Alvorada de Informática e Processamento de Dados -FAIPD, referente ao processo administrativo nº 23000.014789/2013-12.
...
4) a Faculdade Alvorada de Informática e Processamento de Dados - FAIPD e sua mantenedora, na pessoa de seus representantes legais, apresentem a esta Secretaria, no prazo de 10 (dez) dias, arquivo eletrônico com relação de estudantes, agrupados por curso, situação de vínculo institucional de acordo com o regimento, semestre em curso, com respectivos dados pessoais, endereço e telefone;
- documentos dos alunos
...
6) a Faculdade Alvorada de Informática e Processamento de Dados - FAIPD e sua Mantenedora, na pessoa dos representantes legais, apresentem a esta Secretaria, em 10 (dez) dias, em arquivo digital, o projeto pedagógico, as grades curriculares e os planos de ensino (ementas e bibliografias) do curso ofertado, devidamente atualizados;
MP 2.200-2, de 24 de agosto de 2001
Art. 10. Consideram-se documentos públicos ou particulares, para todos os fins legais, os documentos eletrônicos de que trata esta Medida Provisória.
§ 1º As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários, na forma do art. 131 da Lei nº 3.071, de 1º de janeiro de 1916 - Código Civil.
§ 2º O disposto nesta Medida Provisória não obsta a utilização de outro meio de comprovação da autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitido pelas partes como válido ou aceito pela pessoa a quem for oposto o documento.