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II. Visão Geral do e-business

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Academic year: 2021

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

II. Visão Geral do e-Business

1. e-Commerce X e-Business 2. Vantagens do e-business 3.Problemas na Internet 4. Tipos de e-business 5. Categorias de e-business

6. Ferramentas de Comércio Eletrônico 7. Dimensões do Comércio Eletrônico 8. Modelo de Negócios

9. Estrutura dos Modelos de Negócios 10. Plano de Negócios

11. Elaboração de um plano de Negócios 12. Sessões para um Plano de Negócios 13. Idéias para um Plano de Negócios 14. Sites para Elaborar um Plano de Negócios 15. Caso de Negócios

UNIRIO Um dos primeiros a utilizar o termo e-business foi a IBM em 1997. Até então, o termo e-commerce era a palavra da moda pois vender era a única experiência que as pessoas podiam repro-duzir na Web.

O E-commerce é apenas um aspecto de e-business; significa comércio eletrônico, ou seja, o conjunto de atividades comerciais que acontecem on line.

E-business é um negócio eletrônico, uma negociação feita pela Internet mas que não envolve necessariamente uma transação comercial.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

e-Commerce X e-Business Continuação

Inclui também a prestação de serviços a clientes, a cooperação com parceiros comerciais e a realização de negócios eletrônicos dentro de uma organiza ção.

O E-business é um conceito mais amplo que não inclui simplesmente a compra, venda e troca de produtos, serviços

O negócio eletrônico é o processo de compra, venda e troca de produtos, serviços e informações por redes de computadores ou pela Internet.

Os sistemas de negócios eletrônicos se valem de recursos da Internet, Intranets, Extranets e outras redes de computadores.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO O negócio eletrônico engloba o processo on-line inteiro de

• desenvolvimento, • marketing, • venda, • entrega, • atendimento

• e pagamento por produtos e serviços comprados por

companhias virtuais de clientes conectadas à rede.

e-Commerce X e-Business Continuação

UNIRIO

Exemplo de e-business: CampusFood

www.campusfood.com

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO Fundado em 1997 pelo estudante da Universidade da Pensilvânia,

Michael Saunders.

O site Campusfood foi lançado originalmente para atender estudantes da Universidade da Pensilvânia.

Graças a investidores privados, amigos e membros da família , o site foi construído com um investimento inferior a US$ 1 milhão. .

Exemplo de e-business: CampusFood

e-Commerce X e-Business Continuação

Exemplo de e-business: CampusFood

e-Commerce X e-Business Continuação

O site fornece menus interativos para estabelecimentos de alimentação locais, permitindo que estudantes façam pedidos pela Internet, o que reduz também erros.

Fornece descontos,informações(local, horário etc.) sobre os estabelecimentos.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO Após a formatura de Michael Saunders, a equipe de Campusfood começou a visitar universidades na costa leste, a fim de formar sua clientela.

Para isso, ele precisou cadastrar as faculdade, atrair estudantes e gerar uma lista de restaurantes locais.

Hoje em dia essa atividade é terceirizada para uma empresa de marketing.

O Campusfood hoje atende 150 Universidades e Faculdades dos EUA.

Exemplo de e-business: CampusFood

e-Commerce X e-Business Continuação

UNIRIO • Permite a expansão da base de clientes e da linha de produtos. • Permite relacionamento mais próximo.

• Os produtos podem ser testados na Web de forma rápida, fácil e sem custos,

• As empresas podem reduzir custos.

• Reduz o número de mudanças de meios de comunicação necessárias para transportar a informação

• Diminui o tempo para comercialização • Promove a lealdade dos clientes 2. Vantagens do e-business

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO • Pode ocorrer um conflito de canais

• Problemas de passar da competição local para a competição mundial

• A Internet é menos pessoal (não há lealdade a um vendedor) • Problemas com direitos autorais – facilidade de cópia • Não existe uma estrutura legal para a Internet

• Dificuldade de aceitação do cliente • Permite comparar preços

• Falhas de segurança 3. Problemas na Internet

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Comércio B2C -Business to Consumer - Empresa-Consumidor

Forma de comércio eletrônico que surgiu em 1994, visando seduzir e vender produtos e serviços aos consumidores finais.

Exemplos de Serviços oferecidos • Lojas virtuais

• Processamento interativo de pedidos • Sistemas seguros de pagamento eletrônico

UNIRIO

Exemplo: Amazon

http://www.amazon.com/

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Exemplo: Submarino

http://www.submarino.com.br

Comércio B2C -Business to Consumer - Empresa-Consumidor continuação

Exemplo: Americanas

http://www.americanas.com

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Comércio B2B- Business to Business - Empresa-Empresa

Forma de comércio eletrônico, surgida em 1997, que envolve a realização de negócios entre as empresas. É o lado atacadista do processo comercial.

Exemplos de Serviços oferecidos

• Muitas empresas oferecem uma série de informações de marketing e produtos na WWW.

• O intercâmbio eletrônico de dados (EDI) ou o uso de extranets permite a troca direta de documentos e transações entre clientes e fornecedores .

UNIRIO

Exemplo: eComm Web Servicest

http://www.ecomm.com.br/b2b.aspx

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO eComm desenvolve soluções de portais mercantis, viabilizando o relacionamento de seus clientes com fornecedores, canais de vendas, transportadoras e operadores logísticos de acordo as necessidades e com o fluxo de transações de cada projeto. Exemplo: eComm Web Servicest

Comércio B2B- Business to Business - Empresa-Empresa continuação

Comércio C2C–Consumer to Consumer -Consumidor -Consumidor

Forma de comércio eletrônico que envolve a transação entre consumidores finais.

Exemplos de Serviços oferecidos • Leilões on-line

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Exemplo: Mercado Livre

http://www.mercadolivre .com.br/

Comércio C2C–Consumer to Consumer -Consumidor -Consumidor continuação

UNIRIO

Exemplo: eBay

http://www.ebay.com

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Comércio B2G- Business to Government - Empresa-Governo

Forma de comércio eletrônico que envolve as transações eletrônicas entre empresas e governo.

Exemplos de Serviços oferecidos • Licitações públicas

Exemplo: Licitações Públicas da Prefeitura do Munic ípio de Londrina

http://www.londrina.pr.gov.br/licitacoes_publicas.php3

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Comércio C2G –Consumer to Government - Consumidor -Governo

Forma de comércio eletrônico que envolve as transações eletrônicas entre consumidores e governo.

Exemplos de Serviços oferecidos • Pagamento de Imposto de renda

UNIRIO

Exemplo: Imposto de Renda

http://www.receita.fazenda.gov.br/

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO e -Auctioning ? leilão na Internet

e -Banking ? banco eletrônico e -Commerce ? comércio na Internet e -Directories ? catálogo telefônico e -Engineering ? projetos via Internet e -Franchising? franquia eletrônica e -Gambling ? jogos na Intenet e -Learning ? ensino à distância 5. Categorias de e-business

E-Mailing ? correio E-Marketing ? propaganda

E-Trading ? compra e venda de ações

E-Supply ? empresas e clientes formam uma cadeia de suprimentos

E-Operational Resources Management ? administração de recursos operacionais (compu-tadores, materiais de escritório, etc)

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO Existam ferramentas de comércio

eletrônico para empresas quem desejam comprar produtos ou serviços, e ferramentas para empresas que desejam vendê- los. 6. Ferramentas de Comércio Eletrônico

UNIRIO Essas ferramentas permitem, que em um único ambiente, empresas pré-cadastradas realizem transações de cotação, compra, venda e leilão (e-Auction).

E-Procurement

São ferramentas desenvolvidas para a Internet e utilizadas por companhias que necessitam adquirir uma mercadoria ou um serviço.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

E-Sales

Ferramentas utilizadas por companhias que necessitam a intenção de vender mercadorias ou um serviços .

6. Ferramentas de Comércio Eletrônico Continuação

Ferramenta de integração com clientes, permitindo a emissão de pedidos online, o acompanhamento do processo de entrega e consultas a catálogos de produtos da empresa, 24 horas por dia e sete dias por semana

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

8. Modelo de Negócios

Um modelo de negócios é um método que permite à empresa gerar rendas para se manter. Podem ser simples ou bem mais complexos

Um modelo especifica a posição em que a empresa se encontra na cadeia de valores.

Uma empresa pode ter diversos modelos de negócios.

Os modelos de negócios são parte de um plano de negócios ou caso de negócios

UNIRIO

9. Estrutura dos Modelos de Negócios

Taxas de Transação: quando uma empresa recebe comissão sobre o volume de transações efetuadas. Exemplo: eBay ou Mercado livre

Taxas de assinatura : quando clientes pagam um valor fixo, geralmente mensal, para obter determinados serviços. Exemplo: Ameriacan on line – AOL

Taxas de Divulgação: quando empresas cobram de outras para exibir propaganda em seus sites.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Taxas de Afiliação: quando empresas recebem comissão para indicar clientes a outros sites

Estrutura dos Modelos de Negócios Continuação

Vendas: quando empresas geram renda pela venda de produtos ou serviços em seus sites.

Exemplo: Amazon ou Submarino

Outros Modelos: quando empresas cobram taxas sobre a utilização de jogos ou sobre a transmissão de competições esportivas em tempo real.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO O plano de negócios é um documento

usado para descrever um negócio.

Esse documento identifica os objetivos de negócios de uma empresa e define estratégias para que eles sejam atingidos.

O plano de negócio pode conter vários modelos de negócios.

10. Plano de Negócios Continuação

UNIRIO

10. Plano de Negócios Continuação

O principal usuário do plano de negócio é o próprio empreendedor, pois o plano é uma ferramenta que o faz mergulhar profundamente na análise de seu negócio, diminuindo sua taxa de risco e subsidiando suas decisões, que podem até ser de não abrir uma empresa ou de não lançar um produto novo;

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO Logo, o plano de negócio é essencial para que o empreendedor possa diminuir futuros riscos.

O plano de negócio dá ao empreendedor maior capacidade para estimar se seu futuro negócio terá sucesso, com base na sua visão do mundo, em seus valores, suas expectativas, seus conhecimentos de mercado.

O plano de negócios não garante o sucesso da empresa, mas pode evitar muitas decisões erradas por falta de análise.

10. Plano de Negócios Continuação

São utilizados para diversos propósitos: 1. Obter capital de investimento, como

investidores de risco (venture capitalists) 2. Reestruturar uma organização

O plano de negócios se concentra na viabilidade da empresa

Um Plano de Negócios para uma pequena empresa pode ser menor que o de uma grande organização.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO Para se chegar ao formato final geralmente são feitas

muitas versões e revisões do Plano até que esteja adequado ao público alvo do mesmo.

11. Elaboração de um Plano de Negócios

UNIRIO Não existe uma estrutura rígida para se escrever um Plano de Negócios.

11. Elaboração de um Plano de Negócios Continuação

Porém, qualquer Plano de Negócios deve possuir um mínimo de seções as quais proporcionam um entendimento completo do negócio.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO As seções são organizadas de

forma a manter uma seqüência lógica que permita ao leitor entender como a empresa é organizada, seus objetivos, seus produtos e serviços, seu mercado, sua estratégia de marketing e sua situação financeira.

Cada seção tem um propósito específico.

11. Elaboração de um Plano de Negócios Continuação

1. Sumário executivo 2. Descrição da Empresa 3. Definição do Negócio 4. Plano de Marketing 4.1. Clientes: 4.2. Concorrentes 4.3. Fornecedores 5. Plano de Vendas 6. Aspectos Operacionais 6.1. Processo Operacional 6.2. Equipamentos 7. Aspectos Administrativos 8. Aspectos Jurídicos 9. Aspectos Econômico-Financeiros 9.1. Estimativa do investimento de capital

9.2. Projeção de Fluxo de Caixa

9.3. Projeção de Demonstração de Resultado 9.4. Estimativa de Capital de Giro

9.5. Estrutura dos Custos e Formação do Preço de Venda 9.6. Análise Econômico-Financeira do Investimento 9.7. Avaliação Econômica-Financeira do Plano

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

13. Idéias para um Plano de Negócios

1. Descrever a organização e definir a missão

2. Definir a equipe de gerenciamento: quem são os membros, qual sua experiência etc.

3. Definir o mercado e seus consumidores: quem são os consumidores potenciais (sua localização, dados demográficos etc.), qual o tamanho do mercado e como a organização e seus produtos pretende atendê-lo? Qual a proposta de valor percebida?

UNIRIO 4. Definir o setor e a concorrência: com quais empresas e

produtos o negócio em mira vai competir? Qual é a vantagem competitiva desse produto?

13. Idéias para um Plano de Negócios Continuação

5. Definir as características do produto e/ou serviços a serem oferecidos e como eles serão desenvolvidos.

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO 6. Definir o plano de marketing e vendas: como as ações de

marketing e vendas serão executadas? Como será prestado o serviço de atendimento ao cliente? Ser´q preciso pesquisa de mercado? Em caso positivo, como realizá-la?

7. Definir as operações: como os negócios serão conduzidos? Quais operações serão levadas a cabo internamente e quais serão terceirizadas?

13. Idéias para um Plano de Negócios Continuação

8. Definir Planos e projeções financeira: quais serão o modelo de geração de renda, o fluxo de caixa, o custo do financiamento etc?

9. Elaborar uma análise de risco: quão arriscada parece ser a iniciativa?

10. Elaborar uma análise tecnológica: qual é a tecnologia necessária e como ela será obtida?

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

14. Sites para Auxiliar a Elaboração de um Plano de Negócios

Diversos pacotes de software ajudam na elaboração do plano www.bplans.com

www.planware.org

Diversos sites ajudam com sugestões para elaboração do plano http://www.planodenegocios.com.br

http://www.abc-commerce.com.br

UNIRIO

15. Caso de Negócios

Documento usado por gerentes para arrecadar fundos para aplicações ou projetos específicos. Pode conter vários modelos de negócios.

Serve de base para decisões táticas e para a administração de riscos da tecnologia. Auxilia a empresa na escolha da melhor utilização de seus recursos para atingir a estratégia eletrônica (e-strategy)

Em geral é usado por organizações que desejam iniciar novos projetos, como e-procurement.

Oferece uma ponte entre o plano inicial e sua execução O caso de negócios se concentra em justificar investimentos, administrar riscos e adaptar-se à missão da empresa

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Simone Bacellar Leal Ferreira – [email protected] UNIRIO

Artigos :

1. Como elaborar um plano de Negócio – do Sebrae Disponível no site do curso e em:

http://www.sebraego.com.br/site/arquivos/downloads/comoelaborar.pdf

2. Curso_PlanoNegócio.doc Disponível no site do curso e em:

http://www.sebraesp.com.br/principal/abrindo%20seu%20neg%C3%B3ci o/orienta%C3%A7%C3%B5es/cria %C3%A7%C3%A3o%20de%20empr esas/planonegocio.aspx Bibliografia Obrigatória Bibliografia Obrigatória Livro Texto:

“Vamos Abrir uma pequena Empresa” Paletta, Marco Antonio , Editora Alínea, 2001

“Administração de Pequenas Empresas” Longendecre, Moore, Petty, Editora Atlas, 2004

Site

Referências

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