• Nenhum resultado encontrado

Semanal de Mercado 26/05/2017. Bolsas sobem, enquanto commodities caem. Cenário Doméstico

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Semanal de Mercado 26/05/2017. Bolsas sobem, enquanto commodities caem. Cenário Doméstico"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Nesta semana, as principais bolsas internacionais se recuperaram e fecharam em alta (com exceção da bolsa alemã, que teve uma semana de leve baixa), refletindo a redução das incertezas com relação à administração de Donald Trump nos Estados Unidos. Entre as commodities, no entanto, a direção foi justamente a oposta: o minério de ferro recuou 7,62%, e o petróleo também registrou desvalorização (apesar de ter acumulado sessões de alta durante a semana) devido ao resultado do encontro da OPEP em Viena, no qual foi anunciado o prolongamento do contingenciamento da produção por mais nove meses. Esse anúncio frustrou os agentes de mercado que esperavam mais, no mínimo um ano. É válido notar que nos Estados Unidos, Nasdaq e S&P renovaram novas máximas históricas, impulsionados pelo maior vigor econômico: a segunda leitura do PIB, no 1T17, veio acima do esperado, com um crescimento anualizado de 1,2%, compensando os prováveis novos aumentos de juros nos próximos encontros do FOMC.

Cenário Doméstico

As incertezas sobre o andamento das medidas de ajuste fiscal devem atrasar a recuperação econômica, apoiar um dólar mais elevado e reduzir o espaço para cortes nas taxas de juros este ano.

No 1S17, a economia começou a mostrar sinais de recuperação, deixando potencialmente a recessão para trás, embora a luz verde para o aumento do consumo e dos investimentos ainda fosse refém de diversos fatores.

(...continua na próxima página...)

26/mai 1,36% BRFS3 15,20% JBSS3 -12,40%

25/mai -0,05% FIBR3 11,67% ECOR3 -4,65%

24/mai 0,95% ELET3 10,50% CYRE3 -4,56%

23/mai 0,04% SUZB5 9,79% MRFG3 -2,31%

19/mai 0,00% EMBR3 8,91% ITSA4 -2,07%

Font e: B roadcast

Maiores Baixas Na Semana

Ibovespa Diário Maiores Altas Na Semana

Bolsas sobem, enquanto commodities caem

Índices Último Semana Maio Ano

Ibovespa 64.085 2,31% -1,38% 6,41% Dow Jones 21.080 1,32% 2,02% 6,36% S&P 2.416 1,43% 2,25% 7,41% Nasdaq 6.210 2,08% 5,05% 14,32% China 3.110 0,63% -3,49% 0,45% Hong Kong 25.639 1,84% 6,34% 17,66% Japão 19.687 0,49% 4,11% 2,83% Londres 7.548 1,03% 3,07% 6,00% Paris 5.337 0,23% 4,18% 10,30% Alemanha 12.602 -0,29% 2,35% 10,05% Espanha 10.904 0,63% 4,22% 16,91%

(2)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Crescimento do PIB: dificultando uma recuperação já frágil. Com certeza, nossa previsão de crescimento do PIB

para este ano (-0,2% frente ao ano passado) foi uma das mais baixas entre as projeções e foi estabelecida no final de 2016. Naquela época, o consenso projetava crescimento entre 0,5% e 1,0%, com clara tendência para baixo, considerando uma recuperação que simplesmente não tinha aparecido ainda (final de 2016). Essa tendência foi aparentemente revertida após as mudanças metodológicas que o IBGE empreendeu no cálculo de indicadores importantes, como os serviços e os dados de varejo. Preferimos seguir uma postura mais conservadora e não alteramos nossas estimativas naquele momento: simplesmente porque não compramos a ideia de uma recuperação nominal naquele momento. Os números do PIB do 1T17 serão claramente impulsionados pela super produção no setor agrícola,

com a melhor colheita histórica (safra 2016/2017). Embora os efeitos dessas mudanças metodológicas sobre o PIB sejam vistos na próxima semana (quando os números do PIB serão publicados), o viés é claramente positivo. Por esta razão, esperamos um crescimento em torno de 0,6% 1T17, embora uma cifra acima de + 1,0% não nos surpreenda. Esperávamos um PIB ligeiramente estável no 2T. Isso deixaria uma recuperação real

apenas para o 3T (+ 0,4% frente ao trimestre anterior) e 4T (+ 0,5%), levando o resultado de 2017 a uma contração do PIB de 0,2% frente ao ano de 2016.

Até agora, é impossível antecipar quanto tempo a volatilidade atual vai durar, mas parece uma aposta relativamente segura que a atividade econômica deve levar alguns meses para se recuperar. Por exemplo, se o PIB trimestral permanece estável no 3T e 4T, o crescimento do PIB no ano inteiro seria reduzido para -0,6% em nosso modelo. Conclusão: Nossa projeção atual do PIB parece agora mais um teto para este ano.

Maior risco, moeda mais fraca e menos espaço para cortes nas taxas. Claramente, a causa da recente volatilidade nos mercados é a percepção de maior incerteza quanto ao processo de ajuste, que deve aumentar o prêmio de risco-país do Brasil. Quanto à taxa de câmbio, nossa projeção da paridade em R$ 3,50/US$ 1 para 2017. Quanto à taxa Selic, o espaço para mais cortes tem claramente diminuído. Para ter certeza, já temos uma projeção fora do consenso de 9,0% para a taxa Selic em 2017, fundamentada basicamente pelo fato de que os preços não refletiam adequadamente os riscos e incertezas que o ajuste fiscal poderia enfrentar ao longo do tempo, para não mencionar a moeda mais depreciada. Uma perspectiva de reforma fiscal

favorável (especialmente no que diz respeito à Reforma da Previdência) tem sido um dos principais argumentos para o Banco Central reduzir as taxas. Sem maior visibilidade, esperamos agora que a autoridade monetária adote uma

postura mais conservadora, talvez até mais do que a nossa previsão. Embora a reunião do Copom da semana que vem possa nos levar a ajustar nossas previsões, correremos o risco de dizer que a taxa Selic deve ficar entre 9% e 10% este ano. A próxima reunião do Copom deve trazer um corte de 0,75 p.p., em nossa opinião (de -1,0 p.p. antes). Dado um cenário de contingenciamento das reformas, cortes adicionais de 0,50 p.p. e 0,25 p.p. são prováveis (tendo uma abordagem condicional que a Reforma da Previdência será aprovada no futuro, mas sem uma indicação clara de quando). Isto é porque a inflação deve permanecer muito baixa em meados

de 2017, mas não necessariamente em 2018. Embora não tenhamos uma previsão oficial, estamos tentados a

trabalhar com uma taxa Selic de 9,75% até o final do ano 2017.

Estamos confortáveis com nossas previsões de inflação. Atualmente, mantemos a projeção da inflação pelo IPCA em 4,2% para este ano e 4,5% para 2018. Por agora, estas são as previsões que estamos menos dispostos a

mudar. Na verdade, nossas estimativas já estavam considerando um câmbio mais fraco neste ano e no próximo. Se houver qualquer deterioração provenientes do país-risco, isso deve ser compensado por taxas de juros mais altas e menores perspectivas de atividade econômica.

Embora este seja um dos ambientes mais difíceis de se trabalhar como economistas, dada a natureza do ambiente, quaisquer referências que possamos fornecer - e estamos nos esforçando para elaborá-las - seriam extremamente valiosas para base de preços de ativos no momento. Nós geralmente tentamos evitar a alteração das nossas estimativas com muita frequência, no entanto desta vez pode ser inevitável em alguns sentidos.

Economista Chefe – Bradesco BBI Dalton Gardiman

(3)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Retrospectiva Econômica

Pesquisa Focus

Estimativas para inflação ainda em queda. Na Pesquisa Focus desta semana, os economistas pareceram não ter

pressa para mudar suas previsões diante dos últimos acontecimentos no País. Para a inflação, o consenso continuou mostrando recuo nas previsões de 2017 (agora em 3,92%, vs. 3,93% da última semana), assim como para 2018 (em 4,34%, de 4,36% na última leitura).

Selic e PIB sem mudanças. O consenso ainda espera cortes de 1,00 p.p., 1,00p.p., 0,50 p.p., e 0,25 p.p. para as

reuniões dos respectivos meses de maio, julho, setembro e outubro, o que deve resultar em Selic de 8,5% ao final deste ano. A expectativa para 2018 manteve-se estável, também em 8,5%.

De forma mais surpreendente, uma redução na projeção de câmbio ocorreu. Dada a forte volatilidade no final da

última semana, o consenso para o câmbio em 2017 caiu um pouco (R$ 0,02), ficando em R$ 3,23/US$.

Nossa visão: Não houve uma real razão para mudanças significativas do consenso na Pesquisa Focus nesta semana. Em

primeiro lugar, o cenário em si não incentiva mudanças nas previsões além dos aspectos qualitativos. Em segundo lugar, mesmo que não fosse o caso, não há incentivos para economistas reverem suas estimativas nos dois últimos dias da semana passada, dado o calendário utilizado pela Pesquisa. No entanto, uma deterioração nas projeções econômicas é provável nas próximas semanas.

Anterior

Atual

Anterior

Atual

IPC A (%)

3,93

3,92

4,36

4,34

IGP-M (%)

2,20

2,20

4,50

4,50

C âmbio (R$/US$)

3,25

3,23

3,36

3,36

Selic (%)

8,50

8,50

8,50

8,50

PIB (%)

0,50

0,50

2,50

2,50

Produção Industrial (%)

1,25

1,30

2,50

2,50

Déficit em C onta C orrente (US$ bilhões)

-24,66

-24,66

-37,00

-37,80

Superávit C omercial (US$ bilhões)

55,15

56,00

42,99

42,97

IED (US$ bilhões)

78,50

79,50

75,00

78,75

Font e: B anco Cent ral

Pesquisa Focus

Projeção 2017

Projeção 2018

Indicadores

(4)

26/05/2017

Semanal de Mercado

IPCA-15

Inflação não é a questão que vai ditar os próximos movimentos do COPOM. O IPCA-15 mostrou avanço mensal de

0,24% em maio (depois de avançar 0,21% em abril), resultado ligeiramente acima do consenso (0,21%) e da nossa estimativa (0,20%). Considerando os últimos doze meses, a inflação desacelerou para 3,77% (vs. 4,41% em abril).

Inflação dos alimentos foi o dobro do IPCA-15, mas não isso não é um problema. Após vários meses em

patamares mínimos históricos, a inflação dos alimentos continuou a se normalizar em níveis mais altos. O resultado do mês de abril indica um número (na comparação mensal) maior do que o normal, em 0,68%, e dessa vez, em maio, tal valor veio em 0,42%. Os itens que fazem parte da alimentação em casa, que avançaram 0,42% em maio em relação ao mês anterior, foram os que tiveram melhor comportamento, enquanto os itens relacionados com a “alimentação fora de casa” subiram 0,44% (vs. 0,38% em abril), o que mostra uma maior pressão, mas nada que leve a uma preocupação, por parte dos investidores, com uma maior inflação para o item.

Contas de energia elétrica tiveram agora um impacto mais neutro. Após os preços da energia elétrica caírem 6,4%

em abril em relação a março, em maio registraram queda de apenas 0,3% em relação a abril, o que praticamente anulou o desconto temporário que foi autorizado pelos reguladores há mais ou menos um mês e meio (esse desconto era válido apenas para as faturas de abril, e ajustados pelas cobranças passadas incorretas).

Passagens aéreas foram extremamente voláteis, como sempre. O item recuou 11,4% em maio, na comparação

mensal, enquanto em abril o mesmo item pressionou o componente de serviços com um impacto de +15,48% em termos mensais. Na verdade, excluindo esta influência da inflação de serviços, o cenário permanece o mesmo: serviços (excluindo passagens aéreas) veio em 0,35% para os meses de abril e maio, o que continua sendo um nível benigno para o indicador.

Nossa visão: De maneira geral, o IPCA-15 de maio continuou mostrando uma situação intrínseca favorável para a

inflação de curto prazo, talvez com um pequeno aumento. Isso é um processo natural dadas algumas leituras recordes nos meses passados (estamos vendo o impacto contracionista máximo dos preços dos alimentos desaparecendo). Mesmo com uma menor aceleração no curto prazo, a inflação reverterá para a média no IPCA de maio, mas isso ainda não é um processo influenciado pela demanda/desvalorização/confiança impactando o índice. Estimávamos um corte de 1,00 p.p. para a próxima reunião do Copom, e neste estágio entendemos que a lógica geral sugere que, tendo em vista a previsão de cortes e dada a incerteza, seria prudente que o próximo passo seja menor do que a decisão anterior. Dessa forma,

nossa projeção agora é de um corte de 0,75 p.p. na próxima reunião do COPOM.

3,77% -0,20% 0,20% 0,60% 1,0% 1,40% 1,80% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0%

mai-15 nov-15 mai-16 nov-16 mai-17

IPCA-15

Variação sobre o mês anterior (%) Variação sobre o mesmo mês do ano anterior (%)

Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE Fonte: IBGE 0,24%

(5)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Relevância: ALTA MÉDIA BAIXA

Agenda Econômica

Fonte: Bloomberg

Fonte: Bloomberg

Fonte: Bloomberg

Brasil

Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior

29-mai 08:00 FGV - IGP-M (A/A) mai 1,66% 3,37%

29-mai 08:00 FGV - IGP-M (M/M) mai -83,00% -1,10%

29-mai 15:00 Balança comercial semanal mai -- $1824M

31-mai 09:00 Taxa de desemprego - PNAD abr 13,90% 13,7%

31-mai -- CNI - Confiança do Consumidor mai -- 103,4

31-mai -- Taxa Selic mai 10,25% 11,25%

1-jun 08:00 FGV - IPC-S mai -- 0,35%

1-jun 09:00 Markit - PMI Manufatura mai -- 50,13

1-jun 09:00 PIB (T/T) 1T 1,10% -0,90%

1-jun 09:00 PIB A/A 1T -0,10% -2,50%

1-jun 09:00 PIB acumulado de 4 trimestres 1T -2,30% -3,60%

1-jun 11:00 CNI - Utilização da Capacidade Instalada na Indústria abr -- 77,10%

1-jun 15:00 Balança comercial mensal mai $7495M $6969M

1-jun 15:00 Total de Exportações mai $20250M $17686M

1-jun 15:00 Total de Importações mai $12900M $10717M

2-jun 05:00 FIPE - IPC Mensal mai -- 0,61%

2-jun 09:00 Produção Industrial (A/A) abr 0,00% 1,10%

2-jun 09:00 Produção Industrial (M/M) abr 1,00% -1,80%

5-jun Fenabrave - Vendas de Veículos mai -- 156933

Zona do Euro

Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior

29-mai 05:00 Oferta monetária M3 (A/A) abr 5,20% 5,30%

30-mai 06:00 Confiança do consumidor mai -3,3 -3,3

30-mai 06:00 Confiança do setor de serviços mai 14,1 14,2

30-mai 06:00 Confiança na economia mai 110,0 109,6

30-mai 06:00 Confiança na Indústria mai 3,10 2,60

30-mai 06:00 Indicador de Clima para os Negócios mai 1,11 1,09

31-mai 06:00 Estimativa do IPC (A/A) mai 1,50% 1,90%

31-mai 06:00 Taxa de Desemprego abr 9,40% 9,50%

1-jun 05:00 Markit - PMI Manufatura mai 57,00 57,00

2-jun 06:00 IPP (A/A) abr 4,50% 3,90%

China

Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior

30-mai 22:00 PMI Manufatura mai 51 51,2

30-mai 22:00 PMI não-manufatureiro mai -- 54

(6)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Relevância: ALTA MÉDIA BAIXA

Fonte: Bloomberg

Fique de Olho

Mantendo o ritmo? O Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) se reúne na próxima semana. Ainda que os dados econômicos possam sugerir a continuidade do ciclo de afrouxamento monetário, o mercado parece cético quanto a magnitude dos cortes. De fato, nosso time de economistas revisou a projeção, esperando agora um corte de 0,75 p.p. na próxima quarta-feira (resultando em Selic de 10,5%).

 Colhendo os frutos. Após dois anos de contração, o produto interno bruto (PIB) pode mostrar (no comparativo trimestral) a volta do crescimento no 1T17, refletindo a implementação de medidas macroeconômicas, como reformas no front fiscal e o ciclo de afrouxamento monetário em curso, além do impulso trazido pela agricultura (em especial as safras recordes esperadas de milho e soja). De acordo com a mediana das estimativas, a expansão deve ser de 1,2% (ante -0,9% no 4T16). O resultado acumulado em 12 meses deve continuar negativo, mas com menor retração da atividade.

 Começo morno... Nos Estados Unidos, a próxima semana começará com um feriado, entretanto, os dias que seguirão serão recheados de indicadores econômicos relevantes. Além dos dados oficiais do mercado de trabalho (contidos no chamado payroll), será divulgada a nova edição do Livro Bege, com possíveis indicações sobre a trajetória monetária nos próximos meses. Dirigentes do FED, como Williams e Harker, farão discursos.

EUA

Data Horário Indicador Referência Relevância Consenso Anterior

30-mai 09:30 Gastos pessoais abr 0,40% 0,00%

30-mai 09:30 Renda pessoal abr 0,40% 0,20%

30-mai 11:30 Fed Dallas - Atividade Manufatureira Regional mai 15,4 16,8

31-mai 10:45 PMI Chicago mai 57 58,3

31-mai 11:00 Vendas de Moradias Pendentes (M/M) abr 0,60% -0,80%

31-mai 15:00 FED - Livro Bege --

--1-jun 08:30 Challenger - Demissões Involuntárias mai -- -42,90%

1-jun 09:15 ADP - Variação de Emprego no Setor Privado mai 180K 177K

1-jun 09:30 Novos pedidos de seguro-desemprego 46508 238K 234K

1-jun 09:30 Produtividade do setor não-agrícola 1T -0,60% -0,60%

1-jun 09:30 Seguro-desemprego 43952 1920K 1923K

1-jun 10:45 Markit - PMI Manufatura mai 52,5 52,5

1-jun 11:00 Encomenda de bens duráveis mai -- 57,5

1-jun 11:00 Gastos com construção (M/M) abr 0,50% -0,20%

1-jun 11:00 ISM Empregos mai -- 52,0

1-jun 11:00 ISM Manufaturados mai 54,6 54,8

1-jun 11:00 ISM Preços Pagos mai 67 68,5

1-jun -- Wards - Total de Vendas de Veículos mai 17,00M 16,81M

2-jun 09:30 Balança comercial abr -$45,5B -$43,7B

2-jun 09:30 Taxa de Desemprego mai 4,40% 4,40%

2-jun 09:30 Taxa de Participação da Força de Trabalho mai -- 62,90%

(7)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Carteiras Recomendadas

A semana que foi marcada pela recuperação do Ibovespa também foi de alta para as nossas Carteiras Recomendadas. No acumulado da semana, a alta de 9,6% das ações da CESP colaborou para a performance das Carteiras Arrojada (+3,2%), Top 10 (+3,7%) e Small Caps (+1,1%). A Carteira Dividendos também teve bom desempenho no período, registrando valorização de 2,4%.

Top 10

Fonte: Bradesco BBI

Arrojada

Fonte: Bradesco BBI

Preço Preço-Alvo Upside

(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E mai/17 semanal

BBAS3 28,86 39,00 35,1% 3,2% 10,0% - - 7,0 5,4 4,3% 5,5% -12,1% 3,1% PETR4 13,68 20,00 46,2% 5,4% 10,0% 5,4 4,8 7,2 5,4 0,0% 0,0% -2,1% 0,4% KLBN11 17,10 16,00 - 0,7% 10,0% 10,5 9,8 21,7 21,2 4,5% 5,1% 8,7% 7,1% USIM5 4,06 6,50 60,1% 0,2% 10,0% 11,4 7,6 neg - - 0,1% -4,7% 4,1% BVMF3 19,12 23,00 20,3% 3,7% 10,0% 24,0 21,1 25,0 25,2 3,0% 4,0% 0,6% -0,2% LREN3 27,14 30,00 10,5% 1,8% 10,0% 13,0 10,9 25,5 20,3 1,0% 1,2% 0,9% 0,9% MYPK3 15,43 22,00 42,6% 0,0% 10,0% 5,9 5,2 11,8 7,6 2,1% 3,3% -7,7% -0,1% SUZB5 15,44 15,00 - 0,6% 10,0% 7,0 7,2 10,2 11,9 1,4% 1,2% 18,2% 9,5% CESP6 16,38 24,00 46,5% 0,0% 10,0% 10,4 7,8 37,6 20,7 2,5% 4,6% -7,0% 9,6% ITUB4 36,00 42,00 16,7% 10,8% 10,0% - - 9,1 8,6 5,0% 5,2% -8,3% 1,2% Potencial da Carteira 27,8% 8,8 7,4 15,5 12,6 2,4% 3,0% -1,3% 3,67%

Ativos Participação EV/EBITDA P/L Div. Y ield Performance

Preço Preço-Alvo Upside

(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E mai/17 semanal

LREN3 27,14 30,00 10,5% 1,8% 20,6% 13,0 10,9 25,5 20,3 1,0% 1,2% 0,9% 0,9% BBAS3 28,86 39,00 35,1% 3,2% 18,1% - - 7,0 5,4 4,3% 5,5% -12,1% 3,1% CESP6 16,38 24,00 46,5% 0,0% 19,0% 10,4 7,8 37,6 20,7 2,5% 4,6% -7,0% 9,6% MGLU3 255,00 290,00 13,7% 0,0% 23,4% 6,0 5,6 19,4 14,8 1,3% 1,7% 14,5% 2,6% MYPK3 15,43 22,00 42,6% 0,0% 18,9% 5,9 5,2 11,8 7,6 2,1% 3,3% -7,7% -0,1% Potencial da Carteira 26,4% 4,5 3,8 15,2 9,8 2,0% 2,9% -2,2% 3,18%

Ativos Participação EV/EBITDA P/L Div. Yield Performance

semana mai/17 2017 Ibovespa 2,31% -2,01% 6,4% Ibx-50 2,30% -1,85% 6,4% Índice SMLL 2,22% 0,38% 20,5% Arrojada 3,18% -2,19% -1,4% Dividendos 2,41% 0,45% 0,8% Top 10 3,67% -1,27% 3,0% Small Caps 1,12% -5,26% -0,7%

(8)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Dividendos

Fonte: Bradesco BBI

Small Caps

Fonte: Bradesco BBI

Preço Preço-Alvo Upside

(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E mai/17 semanal

ABEV3 19,03 21,00 10,4% 7,9% 20,75% 13,8 12,1 23,7 20,4 4,8% 4,5% 4,2% 2,2% CIEL3 23,78 28,00 17,7% 2,5% 19,65% 12,8 11,5 15,1 14,1 6,6% 7,1% -1,3% 4,8% VIVT4 46,55 52,00 11,7% 1,9% 19,60% 5,1 4,7 12,7 11,0 7,9% 9,1% -1,6% 1,3% BVMF3 19,12 23,00 20,3% 3,7% 20,09% 24,0 21,1 25,0 25,2 3,0% 4,0% 0,6% -0,2% TIET11 13,17 17,70 34,4% 0,0% 19,92% 5,2 5,0 8,9 8,5 11,2% 11,7% 0,0% 3,7% Potencial da Carteira 19% 12,2 10,9 17,2 15,9 6,7% 7,2% 0,5% 2,41%

Ativos Participação EV/EBITDA P/L Div. Yield Performance

Preço Preço-Alvo Upside

(R$) (%) Ibovespa Carteira 17E 18E 17E 18E 17E 18E mai/17 semanal

CESP6 16,38 24,00 46,5% 0,0% 20,0% 10,4 7,8 37,6 20,7 2,5% 4,6% -7,0% 9,6% BRML3 12,15 17,00 39,9% 0,8% 20,0% 15,4 13,9 27,0 21,8 0,7% 1,1% -0,1% 3,4% MRFG3 6,33 10,00 58,0% 0,3% 20,0% 4,7 3,9 neg 12,3 - 0,0% -12,3% -2,3% MYPK3 15,43 22,00 42,6% 0,0% 20,0% 5,9 5,2 11,8 7,6 2,1% 3,3% -7,7% -0,1% MOVI3 8,92 13,00 45,7% 0,0% 20,0% 6,4 4,4 11,1 6,5 6,8% 3,9% 0,8% -5,0% Potencial da Carteira 46,5% 8,6 7,0 17,5 13,8 2,4% 2,6% -5,3% 1,1%

(9)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Projeções Econômicas

Ano 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017E 2018E

C rescimento Real do PIB (%) -0,3 7,5 2,7 1,0 2,5 0,5 -3,8 -3,6 -0,2 2,8 Taxa de câmbio - Final (R$/US$) 1,74 1,67 1,88 2,04 2,34 2,66 3,90 3,26 3,50 3,65 IPC A (% aa) 4,31 5,90 6,50 5,84 5,90 6,40 10,70 6,30 4,00 4,50 IGP-M (% aa) -1,72 11,30 5,10 7,82 5,50 3,70 10,50 7,20 4,00 4,50 Produção Industrial (%) -7,3 10,5 0,3 -2,7 2,3 -3,2 -8,2 -4,3 3,0 5,6 Meta SELIC - Final (%) 8,75 10,75 11,00 7,25 10,00 11,75 14,25 13,75 9,00 9,00 Juros reais - SELIC /IPC A (%) 5,4 3,7 4,8 2,5 2,4 4,2 2,1 7,3 6,7 4,7 Saldo comercial (US$ bilhões) 25,3 20,2 29,8 19,4 2,6 -6,1 17,7 47,7 50,3 44,1 Saldo em conta corrente (US$ bilhões) -24,3 -47,4 -52,3 -54,2 -81,4 -103,6 -58,9 -22,0 -25,0 -27,5 Superávit primário (% do PIB) 2,0 2,8 3,1 2,4 1,9 -0,6 -1,9 -2,7 -2,9 -2,0 Dívida líquida total (% do PIB) 42,1 39,1 36,4 35,3 33,6 33,1 36,2 47,0 54,9 59,9

Font e: B radesco BB I

(10)

26/05/2017

Semanal de Mercado

Este relatório foi preparado pelas equipes de análise de investimentos da Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (“Ágora”) bem como da Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (“Bradesco Corretora”), sociedades controladas pelo Banco Bradesco BBI S.A. (“BBI”). O presente relatório se destina ao uso exclusivo do destinatário, não podendo ser, no todo ou em parte, copiado, reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Ágora e da Bradesco Corretora.

Este relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações e não representa uma oferta de compra e venda ou solicitação de compra e venda de qualquer instrumento financeiro. As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Ágora ou da Bradesco Corretora garantia de exatidão dos dados factuais utilizados. As opiniões, estimativas, projeções e premissas relevantes contidas neste relatório são baseadas em julgamento do(s) analista(s) de investimento envolvido(s) na sua elaboração (“analistas de investimento”) e são, portanto, sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. Declarações dos analistas de investimento envolvidos na elaboração deste relatório nos termos do art. 17 da Instrução CVM 483:

O(s) analista(s) de investimento declara(m) que as opiniões contidas neste relatório refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Ágora, à Bradesco Corretora, ao BBI e demais empresas do Grupo Bradesco.

A remuneração do(s) analista(s) de investimento está, direta ou indiretamente, influenciada pelo resultado proveniente dos negócios e operações financeiras realizadas pela Ágora, Bradesco Corretora e BBI.

Declarações nos termos do art. 18 da Instrução CVM 483, referentes às empresas cobertas pelos analistas de investimento da Ágora e Bradesco Corretora:

O Banco Bradesco S.A. tem participação acionária indireta, por meio de suas subsidiárias, acima de 5% nas empresas Cielo S.A. e Fleury S.A.. A BRADESPAR S.A., cujo grupo controlador é composto pelos mesmos acionistas que controlam o Bradesco, tem participação acima de 5% na VALE S.A..

Ágora, Bradesco Corretora, Bradesco BBI e demais empresas do grupo Bradesco têm interesses financeiros e comerciais relevantes em relação ao emissor ou aos valores mobiliários objeto de análise.

O Bradesco BBI está participando como coordenador na oferta de distribuição pública de ações da BR Malls S.A., Tivit Terceirização de Processos, Serviços e Tecnologia S.A. e Atacadão S.A.

Nos últimos 12 meses, o Bradesco BBI participou como coordenador nas ofertas públicas de distribuição de títulos e valores mobiliários das companhias: Tenda, Sanepar, Movida, Hermes Pardini, CCR e Lojas Americanas.

Nos últimos 12 meses, a Ágora e/ou a Bradesco Corretora participaram, como instituições intermediárias, das ofertas públicas de títulos e valores mobiliários das companhias: Links, Tenda, Sanepar, Movida, Instituto Hermes Pardini, CCR e Lojas Americanas.

A Bradesco Corretora recebe remuneração por serviços prestados como formador de mercado de ações da Vanguarda Agro S.A., AETNA Inc., American Internacional Group Inc. e Duke Energy Corporation).

(11)

26/05/2017

Semanal de Mercado

ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

Diretor de Research

Daniel Altman, CFA [email protected]

Economista-chefe

Dalton Gardimam [email protected]

Estrategista de Análise Varejo

José Francisco Cataldo Ferreira, CNPI +55 11 2178 5468 ... [email protected]

Analista de Investimentos Sênior

Aloisio Villeth Lemos, CNPI +55 21 2529 0807 [email protected]

Analistas de Investimentos

Ricardo Faria França, CNPI +55 11 2178 4202 [email protected]

Renato Cesar Chanes, CNPI +55 11 2178 4063 [email protected]

Analista Gráfico

Maurício A. Camargo, CNPI-T +55 11 2178 4213 [email protected]

Assistentes de Análise

Flávia Andrade Meireles +55 11 2178 4210 [email protected]

Jéssica Feitosa +55 11 2178 4126 [email protected]

BRADESCO CORRETORA

Área Comercial PRIME/VAREJO

[email protected] +55 11 2178-5710

Thiago Gabriel de Paula Carla Helena Bontempo Otero Carla Rachel Queiroz de Carvalho Mariana Dias da Silva

Marina Neves Almeida Sarai Elizabeth Vega Molina Sonia Regina Gomes Moura Costa

Mesa de Operações BM&F/VAREJO

[email protected]

Mesa de Operações BM&F

[email protected] +55 11 3556-3350

Home Broker

[email protected] +55 11 2178-5757

Mesa Prime +55 11 3556-3000

Mesa Exclusive e PJ [email protected]

Espaços Bradesco Corretora

Referências

Documentos relacionados