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ATERRO SOBRE SOLOS MOLES

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Academic year: 2019

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(1)
(2)

"

ATERROS SOBRE SOLOS MOLES

• Solos moles

• Investigação geotécnica

• Investigação geotécnica

• Soluções típicas: estaqueamento, drenos verticais,

bermas, construção por etapas.

(3)

#

$

#

#

%

!&'

(

# )

*+,

'

*

-DYNAPAC

CATERPILLAR

Solo Colapsível

Camada de Solo Não Colapsível

Removido

(4)

#

#%

São solos com

$ +1

! ) !+( (

(

# )

! ')

##+$+ +( (

e quando situados sob a base de aterros

apresentam

)

$ ' # (

# $+ +( (

! 4 #

(

turfas, argilas

orgânicas

, etc), caso não sejam feitos tratamentos adequados.

(5)

$ ' # *, ,+( # ( ) *

( ,+#

9!*+! %

+

Estabilidade dos aterros logo após a construção

(capacidade de suporte do solo)

(capacidade de suporte do solo)

+ Recalques dos aterros ao longo do tempo

(6)

$ ' # +*

* #

#

# (

*! *

(

$

# (

6) * #

,+ (

#8

+ Estabilidade das fundações das obras de arte

+ Recalques diferenciais entre as obras de arte e

(7)

$ ' #

*, ,+( #

(

) *

(

,+#

! *# +,

+ Tráfego dos equipamentos de construção

+ Amolgamento da superfície do terreno, devido ao

lançamento do aterro

(8)

:

+*!+) +# !

!

;# +! #%

8

+1

#+# <*!+ =

$8

+1

'

$+ +( (

(9)

••

Argilas

Argilas siltosas

siltosas,, turfas

turfas;;

Solo

Solo de

de baixa

baixa resistência

resistência N

N++SPT

SPT <

< 4

4;;

Solo

Solo muito

muito compressível

compressível –

– recalque

recalque por

por adensamento

adensamento alto

alto;;

Solo

Solo com

com alto

alto teor

teor de

de umidade

umidade (w

(w >

> 100

100%

%)) e

e saturado

saturado (S

(S =

= 100

100%

%));;

Solo

Solo com

com alto

alto teor

teor de

de umidade

umidade (w

(w >

> 100

100%

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e saturado

saturado (S

(S =

= 100

100%

%));;

Solo

Solo normalmente

normalmente orgânico

orgânico de

de coloração

coloração escura

escura;;

Ocorre

Ocorre freqüentemente

freqüentemente em

em baixadas,

baixadas, planícies

planícies costeiras

costeiras;;

••

Planície

Planície

do

do

Recife

Recife::

Madalena,

Madalena,

Boa

Boa

Vista,

Vista,

Afogados,

Afogados,

Caxangá

Caxangá,,

BoaViagem

(10)

#%

É uma

' ## (

#

# ( ) *

( ! ') #

, sendo que os

caules e raízes são ainda distinguidos nos primeiros estágios de

decomposição. Nos últimos estágios do processo de humificação, a turfa é

preta

,

mole

,

pegajosa

,

praticamente sem estrutura nenhuma

(GUSMÃO

FILHO, 2008).

A umidade natura da turfa é alta. A porosidade da turfa é muito

alta e o material é muito compressível (GUSMÃO FILHO, 2008).

(11)
(12)

D

E

(13)

D

E

6

. ( #? $

(

+1 8

(14)

D

E

(15)

## # (

# # . *(

6

'

AF/GHF8

Aterros junto a estruturas rígidas, tais como encontro de pontes e

viadutos, bem como aterros próximos a estruturas sensíveis como

oleodutos. A extensão do aterro classe I deve ser pelo menos 50 m para

cada lado da interseção.

São os aterros que não estão próximos a estruturas sensíveis,

porém são altos, definindo se como altos os que têm alturas maiores que 3

m.

(16)

8

,+

#

'

através de relocação do aterro ou do uso de

estrutura elevada (viadutos);

$8

' ,

#

'

# $# + ;"

por material adequado;

!8

#

melhorando suas propriedades;

d) Projetar o aterro de acordo com o solo fraco.

OBS.: O tipo de utilização da área vai influenciar a decisão da técnica

* +, # )

)

I

(

# # $

#

'

OBS.: O tipo de utilização da área vai influenciar a decisão da técnica

construtiva mais adequada.

a) Apresentar

(

# .

*2

( 4 (

quanto a possibilidade

de ruptura do solo de fundação durante e após a construção;

b) Apresentar

( # ! ' *

#

+#

(+

*!+ +#

, no fim ou após

a construção,

! ') ;, +# ! '

+) (

$

;

c)

Evitar danos a estruturas adjacentes ou enterradas.

(17)

# 4

'

#! 5 ( # 23

a) Dimensões do aterro →

altura, largura e extensão;

b) Características do material de fundação →

perfil geotécnico, nível

d’água, espessura e inclinação da camada, caracterização do solo,

propriedades de resistência e compressibilidade; (possibilidade de

danos as construções vizinhas)

danos as construções vizinhas)

c)

Materiais e técnicas disponíveis para a construção

a) Volumes e características dos materiais disponíveis; distância

de transporte; custo (escavação, transporte, compactação,

etc...)

(18)

d) Programa de construção →

Tipo de equipamento e tempo

disponível

e) Localização →

Topografia da região, condições de drenagem,

existência e tipo de construções vizinhas. Deve+se avaliar

possíveis danos nas construções vizinhas.

# 4

'

#! 5 ( # 23

f)

Finalidade do Aterro →

estrada, barragem, área de construção

residencial, bem como finalidade da superestrutura (sensível a

deformações, recalques diferenciais).

(19)

8

! *5 !+' *

%

nesta etapa procura+se obter todo o tipo de

+*

' 23

* ! ##J +

( # *, ,+' *

(

)

I

, através de

documentos existentes (mapas geológicos, fotos aéreas, literatura

especializada) e visita ao local.

$8

#) !23 %

obtém+se,

nesta

etapa,

#

!

!

;# +! #

)

) + ( ( # ( # $#

, de acordo com as necessidades do projeto ou

.

' ( +*, # +. 23

)

) + ( ( # ( # $#

, de acordo com as necessidades do projeto ou

do estágio em que a obra se encontra. Assim, a

)

#) !23

) (

#

(+,+(

'

# )

+'+* ? ! ') ' *

! +L (

-!8

! ') *5 ' *

%

Esta etapa tem a finalidade de

, +

! ')

' *

)

,+#

( # ') *5 (

)

#

, sendo

(20)

Investigação preliminar:

•Determinação da Estratigrafia do área de estudo;

•Realização de sondagens a percussão (NBR 6484/2001).

•Principais informações:

• Identificar a extensão e a profundidade das camadas de solos moles no depósitos, do solo subjacente;

*, # +. 23

9!*+!

no depósitos, do solo subjacente;

• Identificar o nível do lençol freático ao longo do depósito. A investigação pode ser acompanhada pela obtenção de amostras (pelo menos uma) por camada (shelby Diâmetro = 60 a 100 mm); • Caracterizar e classificar o depósito de solos moles (umidade,

limites de consistência, granulometria, peso específico, etc.);

Investigação Complementar:

•Obtenção dos parâmetros geotécnicos propriamente ditos.

(21)

Investigação Geotécnica – Sondagem à Percussão

(22)

Investigação Geotécnica – Perfis de umidade, Limites de Atterberg e Peso Específico

(23)

Investigação Geotécnica – Carta de Plasticidade

Classificação de acordo com wL: + H Alta plasticidade (50 a 70%)

+ V Muito alta plasticidade (70 a 90%)

+ E Extremamente alta plasticidade (> 90%)

Fonte: Almeida e Marques, 2014. + E Extremamente alta plasticidade (> 90%)

(24)

Investigação geotécnica detalhada:

Ensaios recomendados de serem realizados(mais comuns) :

8

$

M + %

Complementação dos ensaios de caracterização (ex: porcentagem de

matéria orgânica em peso NBR 13600 – ABNT, 1996 ou o método da

Embrapa, 1997);

Ensaios de adensamento ;

Ensaios de adensamento ;

Ensaios triaxiais.

$8

') %

') ' * 23 ( # # *( . *#=

Ensaios de cone (CPT), mais recentemente piezocone (CPTU);

Ensaios de palheta de campo;

Quando adequado ensaios de permeabilidade “in+situ”.

(25)

Investigação Geotécnica

(26)

Investigação Geotécnica

(27)

Procedimentos

recomendados na

bibliografia para

determinação de

parâmetros de

parâmetros de

argilas moles

* % ? /HHN

-? @@@8 6 ) +

(28)
(29)

'+* 23 ( # P' # ( %

*# + # * +

/8 ( =

8 +, =

A8 =

>8 5 6B * # C8

O8 + Q' =

>8 5

8 +,

/8 (

A8 * 6 8

(30)

6

8

6

/@H@OG/HFH8

R

%

Medir

a

#+# <*!+

*3

(

* (

6

S

u

) ao cisalhamento dos

solos puramente coesivos.

ST

%

Resistência não Drenada Su.

ST

%

(31)

O

“vane

test”

foi

desenvolvido na Suécia, com o

$I +,

( ' (+

#+# <*!+

!+# 5 ' *

*3

( * (

(

#

# !

#+, # '

# #

(

#-Hoje o ensaio é normalizado no

0

Hoje o ensaio é normalizado no

Brasil pela ABNT (NBR 10905)

(32)

Objetivos:

• Obter S

u

(S

u

= 0,86 . T /

π

. D

3

)

• Sensibilidade da Argila (S

t

= S

u

/ S

ua

)

• Estimativa do OCR (OCR =

α

. S

u

/

σ

vo

)

•Ensaio realizado apenas em argilas saturadas de

consistência mole a rija

Problemas práticos:

0

Problemas práticos:

•Aterros e Fundações sobre Solos Médios / Moles

•Estabilidade de Encostas

Procedimento:

(33)

0

(34)

. *(

. *(

U ')

U ')

*

*==

5 V 6/HO 8

5 V

6/HO 8

=

= <

< 1

1;; argila

argila insensível

insensível

1

1

<

<

<

<

2

2;; baixa

baixa sensibilidade

sensibilidade

2

2

<

<

<

<

4

4;; média

média

4

4

<

<

<

<

8

8;; sensível

sensível

66 88

4

4

<

<

<

<

8

8;; sensível

sensível

>

>

8

8;; extra

extra sensível

sensível

>

>

16

16;; argilas

argilas com

com excepcional

excepcional sensibilidade

sensibilidade

Obs

Obs:: quanto

quanto maior

maior a

a Sensibilidade

Sensibilidade mais

mais sofrem

sofrem as

as argilas

argilas o

o efeito

efeito do

do

amolgamento

amolgamento,, com

com consequente

consequente perda

perda da

da resistência

resistência e

e aumento

aumento da

da

compressibilidade

compressibilidade..

As

As argilas

argilas brasileira

brasileira têm

têm sensibilidade

sensibilidade na

na faixa

faixa de

de 1

1 a

a 8

8,, com

com valores

valores

médios

(35)
(36)

*# + ( 5 * " # %

(37)

SE

W

"

6

8

X

Ensaio de penetração estática de um cone padronizado, que mede a

#+# <*!+ ( ) *

64

!

8?

+

6

f

s

8

)

##3 *

6

8-Origem: cone holandês, deepsounding => mecânico, manual

piezocone ==> elétrico ,

(38)

X

Consiste na cravação de uma ponteira de aço instrumentada em

forma de cone no solo, com velocidade padrão constante de 20mm/s,

visando

obter

a

estratigrafia

do

subsolo

e

alguns

parâmetros

geotécnicos.

Não coleta amostras, porém permite definir o comportamento do

Não coleta amostras, porém permite definir o comportamento do

material sob carregamento.

Objetivo:

•Registrar continuamente a resistência à penetração, fornecendo uma

descrição detalhada da estratigrafia do subsolo.

•Propriedades dos solos

(especialmente de solos moles)

(39)

História:

Desenvolvido na Holanda (década de 30)

para investigar solos moles e estratos

arenosos que apoiavam estacas

;

Bem

difundido

mundialmente

pela

qualidade de informações;

X

qualidade de informações;

Procedimento do ensaio:

•cravação lenta e constante (estática ou

quase+estática) de uma haste com ponta

cônica instrumentada com uma velocidade

padrão constante de 20mm/s.

4! #+# <*!+ ( ) *

# #+# <*!+

(40)

Medidas do ensaio:

•Resistência de Ponta (q

t

ou q

c

)

•Atrito Lateral (f

s

)

•Pressão neutra (u)

X

# #+# <*!+

) +

4!

(41)

X

VANTAGENS

•Penetração rápida, isto é, curto

tempo de ensaio;

•Perfil estratigráfico contínuo (cada

2cm);

•Ensaio

padronizado

(Norma

DESVANTAGENS

•Não coleta amostras, como o

SPT.

•Necessidade

de

operador

treinado;

•Equipamento

relativamente

•Ensaio

padronizado

(Norma

Brasileira e Norma Americana) +

confiável;

•Alta precisão e repetibilidade;

•Obtenção

e

processamento

automático dos dados, isto é, sem

interferência do operador;

•Necessidade

de

apenas

um

operador;

•Relação custo/benefício elevada;

•Equipamento

relativamente

complexo;

(42)

*, # +. 23 9!*+! " 6 ' AF/GHF8

(43)
(44)

FLUXOGRAMA DAS SOLUÇÕES TÍPICAS PARA

CONSTRUÇÃO EM ATERROS SOBRE SOLOS MOLES

(45)
(46)
(47)
(48)
(49)

2K # )

*# +

#

$

#

#

Para construir aterros sobre solos moles, alguma soluções podem

ser adotadas, são elas:

$# + +23

(

' (

=

#

, #=

' # (

4 + ;$ + =

' # (

4 + ;$ + =

*# 23

) #=

9"

. ' *

$

!

.

')

J + =

(

* #

$

!

.

')

J + =

# # $

(

* # ,

+! +#

# ! #=

2 ( ! ' .

##+* 9 +!

#-* % ! "

(50)

2K # )

*# +

#

$

#

#

O método mais adequado esta associado a diversas questões:

!

;# +! # .

9!*+! # ( # ( )M#+

#

+ +L 23 ( J

? +*! +*(

,+L+*5 *2

+ +L 23 ( J

? +*! +*(

,+L+*5 *2

L # ! *# +, #?

#

# *, ,+(

#-* % ! "

(51)

2K # )

*# +

#

$

#

#

(52)

8 $# + +23

(

' ( (

%

+ ( desses solos por meio de dragas ou escavadeiras.

Só deve ser considerada para ( )M#+ # ) ! # 1 *# #, comprimento inferior a 200 metros e para espessura de solo inferior a 3,0 metros.

* . *#% Diminuição ou eliminação dos recalques e aumento do fator de

segurança quanto a ruptura.

(53)

8 $# + +23

(

' ( (

%

OBS+1: Em nenhuma hipótese ) , J # 23 ( # $# + +23 ) !+ , pois é uma solução cara e muito pouco eficaz.

OBS+2: Mesmo quando a substituição for uma solução viável, ( , "#

+*! + * # ! # # # 1 # ( ,+( # ! + 23 ( $ e

considerar os consequentes impactos ambientais provocados (DNER+PRO

381/98). 381/98).

(54)

8 $# + +23 ( ' ( ( %

(55)

$8

#

, #%

A utilização de materiais leves ( L ' .*+ ( ( # ! 4 #.

O EPS ( ou ) é um material

celular plástico que consiste de pequenas partículas de forma esférica,

contendo na sua estrutura, aproximadamente, 98% de ar.

) # * ' ' * ) # #) !; +! ? #+# <*!+ 6Y@ O@ 7 8

$ +1 ! ') ##+$+ +( ( 6 M( ( # +!+( ( ( / // )

8-$ +1 ! ') ##+$+ +( ( 6 M( ( # +!+( ( ( / // )

(56)

-$8

#

, #%

* . *#% Melhoria das condições de estabilidade,

diminui os recalques

diferencias e permitem

uma implantação mais

rápida da obra.

,

(57)

#, * . *# ( # # , #%

+ ) ) +# 5 ' * ( % Em aplicações na engenharia, a resistência ao cisalhamento de projeto é governada mais pelo atrito entre

blocos do que a resistência do material EPS. # ) * # ( ! *

* $ ! # #3 ! *#+( ( # ! ' ) * # ! # ( #+# ' .

+ $+ +( ( % Por sua leveza, o EPS apresenta o inconveniente da

) ##+$+ +( ( ( devido a ação do empuxo hidrostático,

) ##+$+ +( ( ( devido a ação do empuxo hidrostático,

principalmente em casos de cheias.

+ J + # ' (+( # ) ( ' # ' ( # ! ' $I +, ( ,+

23 ? ( * # ) ( ' # ( # ! %

a) Construção de camadas de material convencional (solo) sobre o EPS,

com peso suficiente para contrapor a ação do empuxo hidrostático.

b) Rebaixamento do lençol freático.

c) Disposição, na seção de projeto, do EPS acima do lençol freático ou da máxima cheia.

(58)

#, * . *# ( # # , #%

" ' 23 ( + 5 # ( ( #% Caso as tensões atuantes no EPS

) ## ' # +'+ J# +! ? ' #' ( ' J

+ ! ) , ' * e essas deformações serão refletidas no

revestimento asfáltico na forma de trilhas de rodas.

(59)

-!8

' # (

4 + ;$ + =

As bermas de equilíbrio são empregadas para estabilizar e suavizar

a inclinação média de um talude de um aterro, levando ' ' * (

( # . *2 ! * )

(60)

(8

*# 23

) #%

A construção por etapas implica em # $(+,+(+ (

' ( # <# ) #.

, para que seja estável, seguindo+se um período de repouso para que o

processo de consolidação dissipe parte das poro+pressões e o solo mole

ganhe resistência.

4 *( . *5 ( #+# <*!+ !5 . #

Após certo tempo, 4 *( . *5 ( #+# <*!+ !5 . #

*;, +# # $ !+( # * ) I 4 . *5 ' # $+ +( ( ? '

# . *( ) ( ) ( # 1 ! (

(61)

(8

*# 23

) #%

* . *#% Permite um ) +* . *5 ( #+# <*!+ do solo mole ao

longo do tempo.

#, * . *#% Esta técnica implica em geral em *. # ') # (

) ' *<*!+ que na maioria das vezes são inaceitáveis para um projeto

rodoviário sobre solos moles de baixa permeabilidade. Entretanto, pode ser

eficaz se ') . ( ' ! *I * ! ' # ( * # ( + # $ ! .

') J + 4 ! ' # ') # ( (+##+) 23

(62)

8

9"

. ' *

$

!

.

')

J + %

"# ( ) +! ' # $ ! . ') J + , em geral da ordem de 25 a 30 % de peso do aterro para ! # ! 4 #. O tempo de permanência da sobrecarga é determinado por estudos de adensamento e posteriormente verificado no

campo através de instrumentação para observação de recalques e poropressões

(DNER+PRO 381/98).

#, * . *#% Prazos de estabilização dos recalques muito elevados, devido a baixa

#, * . *#% Prazos de estabilização dos recalques muito elevados, devido a baixa permeabilidade dos depósitos moles. Grande volume de terras associados a

empréstimo e bota+fora.

(63)

8

9"

. ' *

$

!

.

')

J + %

OBS: De acordo o DNER+Pro 384/98, está técnica ) ( # +! L ' # #

#+ " * # #, mas é ) ! +! L ' # # .+ # # de baixa

permeabilidade, especialmente se a espessura da camada mole for grande.

## ! # # * +, #M 9 +! L # ! '$+* ( ! ' # (

( * # , +!

(64)

8

(

* #

$

!

.

')

J +

%

Os geodrenos são elementos drenantes constituídos de materiais

sintéticos com 100 mm de largura e 3 a 5 mm de espessura e grande comprimento.

São cravados verticalmente no terreno dispostos em malha, de

forma a permitir a drenagem e acelerar os recalques

(65)
(66)

8

(

* #

$

!

.

')

J + %

# . ( * # são constituídos de, pelos menos, "

" ) ) $ * " ) . Este tem por $I +, ) '+ +

) ## . ' ( J. +*. ## ( # .

O miolo drenante, tem por objetivo conduzir a água até a superfície

do terreno e drená+la através do colchão drenante na superfície e resistir aos

reforços de instalação e os provenientes da deformação do aterro (DNER reforços de instalação e os provenientes da deformação do aterro (DNER

PRO 381/94).

(67)

8

(

* #

$

!

.

')

J +

%

# . ( * # # ' ') . ( # ' $ # ( ,+J + #

( , ' # # . +* # ! ! ;# +! # (DNER+PRO 381/98):

+ Alta capacidade de descarga, maior ou igual a 1000 m3/ano;

+ Resistência à tração superior a 2,5 kN e deformação axial antes da ruptura + Resistência à tração superior a 2,5 kN e deformação axial antes da ruptura minima de 30 %;

+ Instalação atraves de mandril ou agulha fechada, isto é, envolvendo

totalmente e protegendo dreno durante a cravação.

+ Para evitar amolgamento excessivo da argila o mandril ou agulha de

instalação do geodreno deverá ter a área da sua seção transversal contida

(68)

8

(

* #

$

!

.

')

J + %

Os geodrenos são cravados através de um colchão drenante de areia

colocado sobre a superfícice do terreno com espessura mínima de 30 cm e que permita o tráfego de equipamentos sem dano ao seu funcionamento

(69)

.8

# # $

' *

# ' # ! %

Ou # # ( # são aqueles em que parte ou a totalidade do

! . ' * ( ,+( 9 *#'+ +( ) # ( *( 23 ' +#

! ') * , subjacente ao solo mole

-Pode ser apoiado em estacas ou colunas do mais diversos tipos de materiais.

* . *#%

Minimiza ou elimina os Minimiza ou elimina os

recalques, além de

melhorar a estabilidade do aterro;

(70)

.-/8

# # $

* #

*

#

O material granular utilizado nas colunas geralmente é areia ou brita. Técnica de vibrossubstituição utilizada com sucesso no exterior.

+ Atuam como estacas assentes na

camada subjacente e absorvem

grande parte da carga transmitida pelo grande parte da carga transmitida pelo

aterro ao solo mole.

+ Promovem a dissipação de

poropressão por drenagem radial,

aumentando a resistência do solo mole

e acelerando os recalques.

+ Permitem a construção de aterros

mais altos e maiores fatores de

(71)

9 ( # ! *# +, # ( # # $ # # ' #

(72)

$ *23 ( # P' # ( # # # ) + 9 + # ( +' *#+ * ' * ( #

/8 '+* 23 ( + +! 65 ; +! 8% Ruptura da Fundação

A ruptura da fundação do aterro é um problema de capacidade de

carga. Neste caso, ) +!+) ) * # ! ' ! . ' * ? ' #

*3 ! ' # #+# <*!+ (ALMEIDA & ESTHER, 2010).

A equação clássica de capacidade de carga de uma fundação direta

em solo com ângulo de atrito nulo (Φ = 00) com resistência não drenada (S u)

é dada por (ALMEIDA & ESTHER, 2010):

γγγγ

=

=

=

=

(73)

1) Determinação da Altura Critica:

Onde:

+ hCritica = ou

γγγγ

=

=

=

=

+ hCritica = ou

! " #

+ NC = Fator de Capacidade de Carga (Nc ≈ 5,5);

+ ɣAterro = Peso Especifico Natural do Aterro;

+ SU = $ %& = Resistência não Drenada da Camada de Argila Mole

(Fundação do Aterro), obtida por ' + ( *# + # ( ') (Ensaio de

Palheta/Vane Test ou Ensaio de Piezocone) e Laboratório (Ensaio Triaxial do

(74)

2) Determinação da Altura Admissível (hAdmissivel):

Deve+se construir o aterro com base na altura admissível do

mesmo, a qual é determinada fazendo uso da seguinte formulação:

Onde:

γγγγ

=

=

=

=

=

=

=

=

+ hAdmissivel = Altura Admissível do Aterro;

+ hCritica = Altura Critica do Aterro;

+ Fs= Fator de segurança;

+ NC = Fator de Capacidade de Carga (5,5);

+ ɣAterro = Peso Especifico Natural do Aterro;

(75)

OBS+4: ( # . *2 6 #8 9 ( +*+( ) + ( ! + 9 + ( ) I , considerando a importância da obra. Usam+se, em geral, valores de Fs

superiores a 1,5, sendo aceitos valores menores (Fs ≥ 1,3) no caso de calculo de estabilidade para uma condição temporária (exemplos: aterros construídos em

etapas), com monitoramentos de inclinometros e sem que haja vizinhos próximos

(ALMEIDA & ESTHER, 2010). (ALMEIDA & ESTHER, 2010).

!

"#$

$% &

Muito mole

<2

<12,5

<2,3

Mole

3 5

12,5 25

2,3 4,6

Média

6 10

25 50

4,6 9,2

Rija

11 19

50 100

9,2 18,4

Dura

>19

>100

>18,4

(76)

A8 ' # ( 4 + ;$ + %

# , ( 5 ('+##+, # I +* + * ! ##J + (

65 8 ) ) I , deve+se usar um método construtivo

alternativo, como, por exemplo, construção em etapas ou aterros reforçado

ou construção de $ ' # ( 4 + ;$ +

-# $ ' # #3 # ! *# ;( # * # +# ( (

) I ? 4 *!+ * ' ! ' ! * ) # , opondo+se a eventual ruptura

) I ? 4 *!+ * ' ! ' ! * ) # , opondo+se a eventual ruptura

(77)

3) Bermas de Equilibrio:

A- 0 + 9 + # ( +' *#+ * ' * ( # ' # ( 4 + ;$ + %

( $ ' ( 4 + ;$ + (hBerma) é calculada por meio da

seguinte equação:

Onde: Aterro Aterro

u c Admíssivel Aterro Berma

Fs.γ

5,5.Su

Fs.γ

.S

N

H

H

H

=

=

=

+ HAterro = Altura de projeto do aterro;

+ HAdmissível do Aterro = Altura admissível do aterro diante das condições de resistência da camada de solo mole;

+ Fs = Fator de segurança da obra (recomenda+se F = 1,5); + γAterro= Peso especifico do aterro;

(78)

A largura da berma de

equilíbrio (LBerma) é calculada por meio do Ábaco de Jakobson (1948),

conforme detalhes esquemáticos

contidos na Figura 27.

W$ ! ( R U $# * 6/H>F8

(79)

R

! 4 ) ( *# ' *

+ ( ( *# ' * ( L .5+

Hipóteses: *Solo Saturado *Lei de Darcy válida *K constante

+ Estimativa do valor:

H = C

H log σ

+ C

H log σ

H = C

r

H log σ

vm

+ C

c

H log σ

vf

1+e

0

σ

v0

1+e

0

σ

vm

Onde: Cr + índice de recompressão e0 + índice de vazios inicial

(80)

R

! 4 ) ( *# ' *

+Tempo:

*( %

⇒ ⇒

, " ') , +!

⇒ ⇒ ⇒

( " ( ( * . ' ( Z G - ! # ( * * #

T = T

v

(H

d

)

2

C

v

⇒ ⇒ ⇒

, " ! +!+ * ( ( *# ' * , +!

1. Ensaio de Adensamento (edômetro)

10Kpa 24h

20Kpa 24h

640KPa σ

(81)
(82)

W

9 ( ( # + #

+Subdivide a superfície potencial de ruptura em fatias, discretizando o problema.

• FELLENIUS

• BISHOP

• JANBU

• Programas computacionais Ex: GEOSLOPE

• CONDIÇÕES DE ESTABILIDADE:

• FS > 1,5 – estável

• FS < 1,5 – instável – Métodos de estabilização

(83)

*# ' * 23

B ( $ ( ,+J + +') * ' # # ' # ( , # +*# ' * ( ,

seja pela sua extensão e profundidade da camada mole, seja pela baixa resistência da camada mole, ou pela necessidade de se acompanhar os recalques” (Norma DNER+PRO 381/98)

$I +, # ( +*# ' * 23

a) acompanhar os recalques e verificar o tempo de permanência de uma sobrecarga temporária;

sobrecarga temporária;

b) monitorar poro+pressões geradas durante a construção e a sua velocidade de dissipação;

c) acompanhar os efeitos de deslocamentos horizontais provocados por um aterro sobre solo mole;

d) monitorar a estabilidade da obra em casos críticos;

e) verificar a adequação de um método construtivo.

(84)

+) # ( +*# ' *

#

/- +* (

! 4

Pinos metálicos a serem chumbados em uma estrutura rígida permitindo observar os seus deslocamentos através de instrumentos topográficos de precisão. Os pinos devem ser lidos por nivelamento de alta precisão com acurácia de 1 mm.

+*

;,

-

! (

! 4

(85)

-

! (

! 4

$ ( 2 , # +' *

! ( 2 O@@ '' 1 O@@ '' 1 /@ ''

A- *! +*Q'

#

*# ' * # ) $# , ( # ! ' * # 5 +L * +#. Constam de um

tubo de acesso instalado no terreno e um torpedo sensor deslizante para leituras periódicas (DNER+PRO 381/98).

(86)

A- *! +*Q'

#

(87)

>- + LQ'

#

Instrumentos para medições de poro+pressões (pressão da água).

>-/- + LQ'

#

# .

*(

*(+! ( # ( *;,

([J.

Instalados em furos de sondagem de 75 ou 100 mm de diâmetro. Tubos de PVC perfurados com 25 mm de diâmetro instalado em bulbo de areia no terreno. Piezômetro Casagrande tem o bulbo com 1 m de comprimento, enquanto o INA tem o bulbo ao longo de quase toda a sua extensão. A partir do bulbo executa+ se um selo de bentonita+cimento. A parte perfurada do tubo é revestida com geotêxtil. A leitura é realizada com indicados elétrico de NA.

$

(

6 + LQ'

# .

*( 8

W.

$

*(+! (

(

(88)

>- + LQ'

#

Instrumentos para medições de poro+pressões (pressão da água).

>- - + LQ'

#

9 +! #

Piezômetros de corda vibrante. Instrumentos de leitura do tipo digital. Os piezômetros devem ser instalados em furos de 75 ou 100 mm de diâmetro e colocados em um bulbo de areia grossa lavada. Sobre este bulbo executa+se um selo de cimento+bentonita.

\ / ' " # ( $ * *+ " !+' *

+ LQ'

(89)

Referências

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