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DIÁRIO DE NATAL 15.04.1947

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h h m m è

ÈÊSSSÊ

Ó r g ã o doa " D i a r l w A s s o c i a d o s * F u n d a d o c m 18 d e S e t e m b r o d e Í 9 3 Í

A N O V I I I — N A T A L — Terça-feira, 15 cie Abril de 1947

Foi assinado decreto suspendendo por seis

• meses as atividades da " Juventude Comti-

. . . . •.«... '*/ »v ."V; .*. •/.• V" "•".

! " i s t a " - i * ' ' ^ W S S ^ ^ M

RIO, 1") (Meridional)

— O sr. Djalma

Mari-nho, advogado da

Coli-X a e ã o Dum o e r a l i ca d o

do Rio Grande do

Nor-te?, declarou, á

"Meri-dional". que já está

pre-parando as razões dos

ree u rsos ao S u p rem (>

Tribunal FederaL

con-Ira as deeisoes do T S í l

reíeroníes ao;; casos de

Nova Cru:< e Paixa

Verde, os cinai-s traíain

r e s p r- e í í v a m e

t e de oaeao c!"

>\*er-n o e : ; S ' ' t i i f " i r o o r v o

V a i r e s p o n d e r v a r i a s p e r g u n t a s d o s r . C a =

í e F i l h o s o b r e o p l e i t o d e Í 9 de* j a n e i r o —

— N o p r o r i m o d i a 17 —

RIO. 15 (Meridional) posito das providencias

— O Ministro da Justi- tomadas pelo Governo

ea comparecerá perante Federal, visando a

fía-a Cfía-amfía-ai'fía-a, quintfía-a-feirfía-a, rfía-an lifía-a de lisurfía-a do

piei-atendendo a uma soliei- to de 19 de janeiro,

la vão do sr. Café Filho, A proposito, diz um

a-í'i;n-de responder a va vespertino que está se

rias perguntas do repre- formando na Camara

srntar.lo poíi^uar a pro- uma verdadeira "tropa

de assalto'' para

inter-pelai* o sr. Costa Neto.

m j ^ m a

ítv

O ^ ^ o g i Adeanta que entre os

| H i t í J l i i l l A d e p u t a d o s já i n s c r i t o s

U t V I U W h f e : 1 0 b ] o c o l T| V r i ( l ü f i í í U

-ram os srs. Lino

Maeha-h l tU

*

s , a

" do, José Augusto,

Pau-•

Mi

- mA.» • » li^iíim j

f>

Sara/.ato, Candido

- Kt i. v Ferraz, Aureliano

IA:\-' IA:\-' \ • |:?*i c\\:r i»s ií- i c Flores da (!unha.

ii- j-r . s-íftir«^ h.ijüMT líevela, finalnuíiitr,

^ii.i'i"> tj'.i.»in !tjti.i imensa 'Mien;

:

[\ Harrelo Pinto,

dissidências

VOTADO NA CAMARA O

PROJETO DO TRIBUNAL

DE RECURSOS

dissemos repcLi-js pniicipios fie-ri fio estão em i-aLiqjií n:i n:< e.íiaae para

cnrxxmpc-Ia. A opinião está esperando que ayrrrnía-çõrs ílcMTiocratiizas* a U D N , o PSD, o P T B ti outras ^ ma-nifestam cm twvu: ás decla-rações dü.s* nisnúitros pas-tas militares que lançaram oficialmente prr>t«.*i;io <1 as corporaçoes quii airignnri

con-Ira• òjjjolpe baixo «los traidn-rèsSyorm el hos, -r^: or» aiiiznndo

A CíJiistiluiçrio proíbe ? existência tie milícias parti-«larii.s cííino proibe a ex:steii-cia de pariaUíKs cujo"

progra-ma importa na destruição dt p lurar id JJ<Je dos p rir Lid os. E o eat;o da "Juventude Comu-nista" como é o caso do

pró-prio Partido Ccmunísla, or Kc nica men te um partido

con-tra o Brasil.^ i í Í R I O l l 5 l ( Í V I e l i a i Ô Í í à l ) ~ 1 ^ 6 | p t i r a | | f e | B o | G à f

m^ommw^cMoii

i K i f f i ^ i i i i i i s a i o ' ü ü ^ P

mmmmMmmm.

i l B l W K E ^ ^ l i « i l S ^ a i P I p M S :

immMki

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(2)

^.iV-Uíl

A v u î ' . i . . IMl • k m w i • « V

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Mm-rêÂtl ^.WriÄ V« ) ..' » j». /-j ^»'-i*' f'3 " D . O dc.VOilVV i g u a i a l c e i a p a r a ' d c r j i : n à - l ; î . t a n t e s d o i tni"[UPJito o ; ; ; •••

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j S f S B r a  P É Â

mmmÊÊÊm&m

: m â o í a S a M f Í W Ü i i e l i a f a c e d ó ; T í ô s s ò ,: o r b e i r n . o l h a n d ó o s g ê

rais

M ó r i n i g o o F a r -moí cie v o c ê s v a i s e r o ï. c x 1 n i c . ei i e n t e ? F à r r e l • f o i , d e v o r a d o p e l o '•(;••;•:.•;,:;') d a ô l e i c ã o c o n s i; ; o ; : 1 d c P e r o n . . T o -Vm* t ö i t o s ö s t M ^ f f i i l Ä ; r i o p a r a a t i n g i r > A s s u n é ;c ã o . ; P e r r i * n n ö c e ^ i n ä r i ? n h à { j ë r ^ S l ^ l l J l o I

President

e

;;e

ë s s a f i d e l i d a d e p r i v s . o s : q u ë s ê i n -:: u r g i r a m . c o n t r a ö g o

-wmsäUUKb^

mmérnmm&M

s e s v - p o r r o u t r o s m o v i i n e n I P i i l o i i i l i S P a i v a , v e é M s r é s i a ú r o u i e y e r n o d o n c e s s o • r á p i d o ! l ^ a l i d a d è l f c Ô n M t í i n o ^ - - - C a p i t a l , \. ».ara .a e n t r a d a n a l . - R e i m p l a n t a r á ^ .i v . - z t b v e n e r a i M o - n o v p J c d a d e c i s ã o . a s i n s t i t u i ç õ e s l e g i s l à t i -1 r a r i í o V P ó l i t i c ò à " d ò * S f i i f E o « e n t r a i M o r i n i g o v a s , e f o i p e r a n t e C a m a - " v i r n o v a ^ h c d o i r o » c r e s u r t i v o r q o S e n a d o ó u é s o e m -« i 1 «

p o v o o.

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•1 ' T A m e r i c a . N ã o h á c ! ; g o v e r n o s d o c i a s n a r i i e i r a ^ • ; «_> ; . f a s c i s t a s c o n i j r . c : : k \ O r a r ^ i u ; ! .- ':'« N ã o s^T);1. ïr.'.iis T o r i n i ^ o • : e n d e n d o r o cl p o s t o ü a c r i - i c i u o t ' : r a l i b c r d . a d o ? . 1 V 7 • I HW J lis *(> p 7 ' . L í r

: u po

D E C L / J : / v r:r 1Î ã T v /• . -1 .. < p a i s p á r a ; q ü e : l i m í h ò -m é r n ,: p e l o m é r i ó s a p à r e n t e m e n t é • t ã o m o d e s -t o , ; -t r o ç a s s e a b e l e z a c a d i g n i d a d e d e u m a s i t ü P c ã o l e g a l p o r o u t r a i r r e g u l a r d e f a t o , j u s t a m e n -« ' ; o - q u a n d o a c a b a v a d e

m^mttÊfL^

d e n t r o d o q u a d r o d a t i ç a i « * ^ , p u n h a n d o o n o v e l o - d a s ( r e s t r i ç õ e s á s l i b e r d a d e s p i i b l i c a s . • - q u e o t r i u n f o ; d è r n o c r a t i c o d e 4 5 n ã o m a i s p o d e r á c o m p u t a r . ! G o m o V a r g a s , M o r i n i g o í m M " « J i . u u a c a u a v a cie w m w v d i ^ t i s , m u i u n g u s e r c o n s t i t u c i o n a l m e n - 1 d e l i o s c o m i c i o s , p a r a - a X ^ _ t • 1 . • I 1 • t e e l e i t o p a r a a p r e s i -d ê n c i a -d a R e p ú b l i c a . S c e x i s t e u m a p a r e -l h o d e c o n s u -l t a p o p u -l a r , i n e r e n t e a o s r e g i m e s a u t o c r á t i c o s , é o p l e s b i c i t o . O s d i t a d o r e s p r o c u -r a m c o n s o l i d a -r - s e n o p o d e r m e d i a n t e e s s a f o r -m a d e p r o n u n c i a -m e n t o . £ n ã o f o i p o r o u t r a m a n e i r a q u e e m 4 3 o g e n e r a l M o r i n i i { o s e f e z p r e -s i d e n t e p e l o p r a z o , d e c i n c o a n o s . V i t o r i o s o s o s a l i a d o s n a g r a n d e g u e r r a , q u e r d i z e r , v e n -c e d o r a s a s d e m o -c r a -c i a s , o c h c f e d o e x e c u t i v o p a •aguaicr i n s i s t i u e m s o -b r e v i v e r c o m o u m f a r a ó s u l - a m e r i c a n o d o f a s c i s m o . ) O s a n t e c c d e r í t e s d ò s e g u i r e n t r a r / a ; d a r - l h e s ^ s u m i ç o , p o s t e r g a n d o ^ o s n o t e m p o . O f r a c a s s o ? d o d i t a d o r b r a s i l e i r o p r e -n u -n c i a o i -n s u c e s s o d a m a n o b r a d o d i s c i p u l o g u a r a n i , a i n d a q u e t e l e a p a r e l i o i e o g o l p e m i l i t a r q u e i h e v e i o d o n o r t e . S u a s o r t e e s t á t i r a -d a . O g u a r a n i n ã o l í á riu v e n c e r c o n t r a o s e n t i m e n t o n a c i o n a l e m f a -v o r d o s c o m i c i o s a o m o n ã o t r i u n f o u a q u i o c h a r r u a s e u p r o f e s s o r . f f « m p M h i W i

T A L

I I

A

It l M

" R O Y A L "

Preço — Cr.S 7,00 li,

11 D E P Ô S Í T Ò .

A v . Duque dç C«xià«, 174

F O N E — 1955

n a s S i ^ É . .r^T-o i t i è r s s L i l i p u t % •

Ík.I

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i J e c i u i o u o P r o c . i ;

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c: >ï A l c e u Barbodo c;u:- i j

caso o T-.S.E. m^n lenha

1

<• r e g i s t r o d o ' P . C . T 3 . i a

-! .. i y

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terpbrá >ccur.

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^preiho' Tribunal, ' ploi

K^^dôià'CaàsâtîiiO^ iio t o

-íi.c;a_ ?.ociMi, d.jr.'iarou

á Fcú-jLD^ao L i b

t r ò ' : d o V e f e r i d ö r ti-; ^ ^ Â t i W f â ò n a ^ c i i n c ò n

-da T/iais:. nj ta n

d o ' i ' y n c : ï ) : : . u t h ' c;u

a. Línifio S o v

;

6 L i c a pc.i

í i . u r u i j o i u o i i r j •'S i ™

• ti/-

- s

L i n y rio R E G O ( P a r a us ( D . A ^ T e n h o a i m p r e s s ã o a - iro c a n t o s d o p a i s , q u o i 5 V07C5 socglcr, a a r l o roío|oGÍra f o z d o LONGINES o seu símbolo, P r e c i s c o

sur^ p r e e i j d ô n t o e c o m p r o v a d a . BoIe20 quo r e -^ í l e f © : ò mais p o r o sentimento artístico.

\ LONGINES - síntese d e p e r í o i ç ã o . G R A N D S PRIX" § j ® i í C S S S i d a d e p a r a • a I v j a .

c;uc hu vpos

-•V,

<

1 v:

í

' .: I „V l a e í ü o r è c ü r s o < \ o • p i f ^ | p | f l ö ! K G B . > S ö b r e

imÊmmmmmm

M i i œ i i " t i o i e í i I- ' • •

• , r

i . , « (;e r o V o

\

SNÍ., ?127 t

s; - ' t -Je.i,•:!:'-.;:!; c.vrn ' 1;

p r . t i i c a c o n o i -| ü á o ^ b a c^uii a Jdo-j*a s e r m a n t i d a / X;o | Si t c o ^ d i c a o é h ; n JiMni . / . n u . r n t à l j'I] ; .'il! G o l o . d r t t e o c o n f o r t o á c i n i a d o -Wert i m u n d ^ . V r4

A

'ÎÎ i r o t; -,'crno d--» r ->vèr-;!§?

•iy?: é o e^t. ] Ci"2

'Íí> ? J í r a i ' " a í o n r - i d j - / ; - " _ i P i f s u á l f á z ê n d è W í : a b r u n l u i d o r a d e q u e o s h o m e n s d o B r a s i l d e h o -j e n ü o e s t ã o á a l t u r a d o s a c o n t e c i m e n t o s q u e n o s a s s o b e r b a m . E d e s d e q u ç e v i t o e s ~ •a d e s p r o p o r ç ã o , e n t r e i i o m e n s e f a t o s , o q u a -d r o q u e s e a p r e s e n t a , e •\s s u g e s t õ e s q u e s u r g e m " ô v e l a m a c a d a i n s t a n -c , u m a m e d i o -c r i d a d e d e c a u s a r l a s t i m a . P a r a a d o e n ç a g r a v e d a n a ç ã o , e m c r i s e , o q u e a p a r e c e n ã o p a s s a d o p a l i a t i v o s d e c o n s e h o s m o f i n o s , d e r e m é -d i o s i n o c u o s . O q u e e x i s t e p o r t o d a a p a r t e , é a m e d i o c r i d a -d e n a c i o n a l e m t o -d a a s u a e x u b e r a n c i a d é p a 1 a v r a s , d e a t o s d e r e s o -l u ç õ e s . ;. : E q u a n d o ò s d i r i g e n r : t é s p e i c e b e m a • g r á v i d a s i ( í u r á m ; ; Ò s : c ã n i i n H o s ^ c p n d u z â n v á t ü ^ t i n â c i b n k l ^ P è Õ c i i r à t ó i í d S ^ i a l s o s ^ r e m e d i o s c n o c r w s -d o a f o í T i e n;'io f a z c a l a r a b o c a pc»la i n a n i ç ã o . . • T u d o i s t o é v e r d a d e . : P e r g u n t a - s e , p o r e m , q u e f o r ç a t e r á e m p r e g a d o ó g o v e r n o p a r a d o m i n a r a g a n a n c i a d o s e x -p l o r a d o r e s o a f o m e d a s m a s s a s ? O g o v e r n o a n d a c h e i o d e b o a s i n t o n ç o e s : o g e -n e r a l D u t r a q u e r a c e r - : t a r a t o d o o t r a n s e , m a s o s s e u h o m e n s n ã ó o ; a j u d a m :í. c . u s a n e -n h u m a S ã o e n o r m e s c a s o s e t r a b a l h o ; p : . : v G u l l i - I v e r s q u e n a » e x i s t e m . O q u e e x k n . ' »• a n ã o p o r t o d a á i p a r t e . E m P o r n í c m b i i c o , c m A l a g o a s i õ ; a o u ò ^ : : r ^ u s i n ^ : á p b d r è c ( ^ K « b s

imã

m

M è m È

m

m

i l "-^SKö^^ s e l E P i n ^ M ^ ^ *

(3)

l l t i i l i i i f l i i

Em sesSào dè ónterri

;ròis;dàMBiH^ÍÀ

con-quistaram Móntese,

glo-riosòífeitojda campattha

da -Itália, a 14 deabril

de 1945, considerado

mesmo um dos-pontos

mais altos de toda a

campanha. Nessa

bata-lha, assinalaram-se as

^qualidades heróicas, o

arrojo e a decisão do sol

dado do Brasil, sob o

comando do coronel Del

miro do Andrade.

Per-Ci raças

Agradeço :io Bom Jesus <ios Passos uma graça alcançada com promrsí.'! ck* publicar, T m lu-nefiriu da minha

pn-tr<i:i, Maria Cavitlctmti ili'

Naf.ii iíi .U- al-ri! rt.-> \i)41. lÃáLfel í"ran<;i:ua ila C-mefri (;ãú.

bravos

sòldádos .èíitrê os quais

õ tenente íârm aceu tico

Lopesio aspirante

Ne-ga, os sargentos Max

Wolf e Orlando R.id. A

patria não -esquecera

o s - s e u s - - - s a c r i f í c i o s . ' F o i

aprovada, çela Camara,

todos, os deputados de

pé,;um voto de saudade

e reconhecimento aos

heróis de Montese.

SvA.Vv»»/

B O A O C A S I Ã O

Traspassa-se ri l a v a n d e r i a TílOC. À 1 ratar na im^ma.

negocio ur&cna?.

V ^ Z S O A qwr* pr^terutr- via

ji-.r v«*rutr uma Ftua

t> I ,L'ãti Vriuiü,

'MI. Tratar na im.iana.

V E N D E S E um p\nnn " P i e -yi-V\ xu'cessilando afinação â vim Mipibu', :M6.

P f e ç n CiS :Í.UÜIJ,ÜO.

F A M Í L I A que se rôtira para o sul do pais

precisa-vender, com toda a urgência, alguns moveis e utensílios. Tratar com sgto. Nunes, â A v . A f o n s o Pena. 4D3,

V E N D E - S E umn ca?n sita á Rua Ollnlo Meira. 1061 com os seguintes come.dos: sala ile visita de jantar, qua-tro qurrtos. d é p e n s a , cosi-nha. aparelho sanitario com barbeiro, terraço e bom quin. tai. A tratar com Milton N q u e i r a na c:isa visinho ou á Rua Chile. BO. telefone 12:il.

-V E N D E - S E . rm olimo es-tado de conservação, uma jiala d e j a n i n r : um dormitório Ci>m i l p<-eas; l terno de sa-la de vadia; e um terno de a g a v e . A tr.ii ar â A v . A f o n -so Pena. SH. TSrol. das ia ás 22. horas,

• A ' rua Professor Zuza. 102, em casa de construção recen-te, aluganvso, 2 quartos para rapazes. lnhrm«içous no lo-ca < <

. V K N D E SE lima caía com; m e n e a r i a , por preço de oca-u\ht\ á Rua Sanlo Antonio, ÏB2, de Líjm. A tratar um mesma, q u A í i T p s i w n r P E N

-WÊÊUS*

Professor au t h ' a t m M ^ ^ i l Î o ^ R I S C O U T O S E M A C A R R A O

" R O Y A L "

K Ü C O N T R A M - S E A V E N D A F/M

S O C I L

F O N E — 1-955 A v . Dwque d e O v i u * , 174 C H A M O U W A L L A C E A ' O R D E M

WASHINGTON* 14

( U P ) — O P i v s i d e n t *

Truman deverá chamar

á on term o ex'rnini-itru

J i t - i i v y W à V l M f * , q i í é

vêm jironunoíaiulo di:>

cursos conlrarios á

po-litica do governo. Essa

oxigeneia foi levantada

por vários chefes

repu-blicanos, e Vigora. íit^nn

cio st* anuncia, lambem

a poderosa Comissão de

Orientação

Democráti-ca do Senado aderiu ao

mesmo ponto de vista.

V \.n . n A C i a , R a d i o I n t e r n a c i o n a l d a Urosil

ttfni

a s a l i J u ç o o d o p a r t i c i p a r h a v e r f i r m a d o um c o n v ê n i o d b t i ó f ^ g o mútuo c o m a C i a . F o r ç a .e Luz M o r d e n t e d o OraVií, p à t o q u a l o^ . a s -s i n a n t e -s d ^ N a t a l n ú o mai-s

pràthwãô

ir à sua c a b i n a p a r a fulctr c o m o R i o ^e o u t r o s p o n t o s d o Brasil e d o e x t e r i o r . D ò r a v a n t a ,

b n e t u dicirncir /i

U

r

j\u\

|M.IUJ o h i é r n l i g a ->

c ã o d ê f õ j a d u ; d a sôü p r o p r i o t c U f c n a .

Tcdavia^ V. pr«í«rir ütilizcir-s« da nossa c a binav corilinua a mesma à íntãira disposição.

Rua Cproíul Qomfâcio, 223 - Tal*. 1617 « 1618 « Natal

PI8

il ndo ; ou voltamio

1 C o m p r e na " F n r m a c i a S a n t a C r u z " q u e está c m sett c a m i n h o A V I S O

A . Queiroz & Cia. comuni-cam ao comercio em gor-l, bancos, representantes e re-partições publicas que nesta data acabam de transferir desta capital para a cidade de Baixa Verde o seu esta-belecimento comercial que funcionava â Praça Augusto Severo n° 107, sob a denomi-nação <!(_• F A R M A C I A QUE1-R O Z .

Natal, 31 de março de 1947.

Aviões

Paulistínha e Carioca

Radios " P I L O T " — Motores eletricos " C E B " — Grupos

geradores " W I N P O W E R " —

Cofres — Fichários e Arquivos " C L I P P E R

Vitrolas " P A I L L A R D "

— Maquinas

«

»»

j h t i i ^ ã o < l c l n » j c ;

I Cr. % 0,50 I

de Escrever " O L I V E T T I " portáteis e standards —

M O T O R E S estacionários e marítimos — diesel e a gazo*

lina cataventos " W I N C H A R G E R " Caixas registradoras

" N A T I O N A L " — Reguladores de voltagem " S T A N "

C O R " — Canetas " E V E R S H A R P " e " B I R O M E

Bilhares e Snookres " B R A S I L " , " G U A N A B A R A e

" C R U Z E I R O " — Rolamentos " S R O " — Tudo para as

astes gráficas — Atáquinas de Costura " N e c c h i "

A G E N T E S E V E N D E D O R E S :

Paula, irmãos & Gia.

F I L I A L : — N A T A L — Rua Dr. Barata, 190

M A T R I Z : — M O S S O R O * — Rio G . do Norte

Quando instivu no Rio« co-mo um dos representantes do R i o Grande do Norte ao Con» Bt'p&jo Nacional Sindical, tra* fcia comigo, levada daqui, u'a niii^io ciuií d<%vena ser

apresentada em nome

Empregados no C n m m d o àquele certame, a qual

va assim redigida: Companheiros:

"Para nós riegrandensea do nevte, tierá muito pra/er que o Ccmtíresr.n «indicai dos Tra. balhr.dorefi fnça uma

mereci-da hoirtLintp.eiu ~ h;.mena-ijem civiea — a unia finura célebre r- iuMViica, de uma ce-lebridade dl? abnej{a«;ao i' he-roísmo ma.s que ludas digna de ijuisso euho eivieo» por-que nessa f i y u r a . s e conden-sa uma infinidade incalculá-v e l de atus de amor e lierois-rno anôuiiiiu: ó a mãe de fa-miliu brasileira. Qise poça

eitë

Con£{reï-t.o ao:5 podares competemrf s e j j cnlebrado riviLûnnoUf? o IJM i|kj; i\lães,

sobretudo em pia^i puUiea, nos sindicatos, uj.^ccia-ções, no5 quariéi? e nas

es-colas. Quutuo ao dia bnro-priacio paia isf.o eu queria lembrar um e jusiiiio.ir a im-nha sugpstau.

Todas as mae^j sao extre-mosas G abneg:uias por igual,

fonte inesgotável de cannho e ternura, püiérn as mItuz de

família do iraballiador, por suar» privações, .pc-la p r e i w

rifdade de condirdes econômicas são heroina,, em

mais :d1o yráu e aijuia por-que (as proles numerosas é sobretudo entre os trabalha-dores (qiu> yv cneòntram,

eu-jos lares o ma) lusianismo não invadiu, são ela» que em muito maior percentagem dão filhos ao Brasil.

P o r este aspecto particular e edificante do lar das

clas-ses L'btoriosasi entendo que seria acertado como um prei-to aos seus maiores trabalhos tornar-se o dia Io de Maio,

que é feriado, também o da consagração cívica feita ás mães de íamilia.

E a par dessa deliberação oficial fô.;se sugerido a todos os Estados do Brasil, exem-plo que serin seguido por to-das as cid:tdes que quisessem,

a elevação de um expressivo monumento em cada capital, ^objetivando a nossa exalta-ção á pessoa por tantos titu-los venerável de nossas que-rid >s mães.

]•!' a mãe fie hmúlia cjoe une os filhos d i b a K u de

olhos e de *eus cuidados. • .Aquela? que sáu mortas já,

» M m

carinhosamente gens invislvfeis a e h i m ,

F» auo elas seniij

ser Ifinbrniio

de todos os

tim&mmimm^^

Pátria,

Q u e c^to Con^^ossu propo- ; nha a quem de direito o se- : guinte

Io) Ü culto eivico á.-5 Mães

de Famiha, eai toJo o paLs» ; em pr.iç^i publica, nos sindi-catos, aMK-eiaçoes^ nos quartéis e \ian escolas.

2o) l.K'Si|:na^f.* do dia 1°

de Maio para homena-CMviea.

U m a intensa" props-tí»ndu afim de ser levantado um expressivo * monumento em enda capital, objetivando esse tão justo p l e i t o de gra-tidüo á M ã e Brasileira.

Companheiros,' aprovaF m i -nha moça o, sede filhes dig-nr-s de vossas maes,

prrnn dignos também das mães de vossos filhos querí-dos!;?

Por circunstancias

tciveis aquele Congresno per-deu o espirito de: unidade, e

u r-íípirito de desconfiança ali entrando, em conseqüência de atitudes desaconselhadas* que HQ generalizaram, terminou em ses£5es íeitas de afogadi-lho e á^rnargem do Ministé-rio do Trabalho. E a sessão

uk' encerramento, • rjur- se

aguardava soleníssima e fra-ternal, toi feita sob o

ambi-entei ile descontentamento e de duvidas.

Em tais condições» a nossa moção não teve a

oportuni-dade propicia de ser lida, e voltou a Natal, silenciosa mas sem esmorecimento, tendo vivos os mesmos sentimen-tos que ^a inspiraram e que agora eu dou a luz da publi-cidade, no intuito de tentar realizar em Natal e em todo o Estado aquilo, que desejaria então que se levasse a efeito em todo o Brasil.

Natal, abril de 1047.

•r

\

*

O P O R T O ! Entradas; nntem. n înle S .

João, tio Recife.

E M B . A V Ê L A — Do, Re-eife entrou • onlem o iate S .

• . V cedente do norte,

possivelmente a 24, prosse-guindo para Belem é escala.

C I A - K Q M . É :N Á V , —;

Estão esperados ú ò sul, òV

í s s p o r t r s

»

cliegarâ .gueiia, 'Alberto Cupòíuco, Francisco de Assis Leitão, Juvenal; W a e t g e o CiaUde . B . A v e i a ;

T - - , . , . . ... ^..-.v. ;vEm;jr^n;Uto, 2 pnssa^eiros.

João, com volumes ce cargueiros ^ w ã o reU,num untem do n£l.m:u'e;s Mestre: Miguel . m p b c U y m ^ ^ ® ^ ^ ^ : m ^ i í pura o liio. d^en^bar-Lucas da S i l v a . J c o r r e n t e ; - « i c ú i i m L O I D E ^ ^ ^ ô t í F o r l a l e z a : A l v a r o A i r e to* A r a u j o o 'evião mo a Montevidéu sueco S K - B B A . Desembarca-ram Olle Jarvheden,

repre-' D a q u i - r e t o r n o u o P P - P C N ao llio no dia seguiuie, le-vando:

sentante da S . A » S . em N a - j Vuvu KeclTo: J i w A r e tal, e sua fnmihu. A q u i em- Brilo, Hohuid (5. A , Krudi, b^reou para

u

itio» Krie Lon- i K u r l F i v y e Thomas

V, J»vm\

wiií^en, runeiunário da S.A.S, J Para a llah n. Marmu?. J .

i ' K U K R i n O D O S I J L . - - í^ou.

Do P P - ^ C O que transitou nu j Viwi\ o iSio: ï'111lí^U^r v .

din u . vindo de Belem puvn U r o ^ o t o a u devemtatmuunn: O U Ç A T O D A S A í ; Q U I N T A V E I R A S A S 20i30 ~ N A " R A D I O P O T Y H O P R O G - M M A C r e m e - Ç r a ^ r ï ^ i v a l

hm&^^i(t o

r - A i í i ! D O l » 0 : > U I ' A V /t -•li « I 1 « ! - - J H H W

S. PAULO, Ifj (Mori

diunaJ) — Duranlp uru

con »ici o politicoíri^"^

5

do om

lançado

lHilnr Traf

ram d i v & Ê M p

iondo o E i M ^ ü ã i M

ííhi

d c o l w r í í ç ò ^ d o h d n b, ui p r i o b i s i b a n e í i d i f i t e n d o « i n o i ^ í i t r o l M

tizius

(4)

1ÍS1®8

S i l !

mmmm^-l ü i f e l À l A N A i calda grossa Inte cinco ffta-^ ffta-^ i l i É i c u c « o meia xícara

do l o g o , deixo es* M È S È Ê Ê ^ M ^ F ê - i v t t o ©ilo gemas

pe-fifirUas + umas golas de es-l e n c i e de b a u n i es-l h a . L e v o ao

l o j o toando para engrossar, m e x M d o b e m para não pe* f i r n o fundo do p a n e l a . O pàoSô é quando'despregar do fttndo da panela' Eniao dei« x e e s f e i a r .

A e t i r e com uma colherinha u m pouco de massa, faça uma

bolinha enrolando na mão, p a t i t por aguçar peneirado« c h o q u e e m caixinhas dc pa

Coloque n o cenlro um con-f e i t o prateado.

K qualquer consulta, etlou p r o n U a responder; as carias d e r é r i o ser enviadas ao Cur-so S a n t o R i i a . A v . Angelica, 425, 8 . Paulo. A N I V E R S Á R I O S H O J E Senhores A r l u r Moura, c o i u e m a n t e ^m * i.cstá capital.

— José Brasiliano d os

San-t o n i , f a z e n d e i r o r m Cubugi, n o município dc A n g i c o s .

— O l í m p i o P r c c o p i o de l l o u r a , gerente elo "Grande H o t e l " , desta cidade.

_ .Sebastião Correia de Melo,- do comercio desta ca-pital.

Senhora* v V

Luiza Carmen Varela do Nascimento» esposa do sr. GeneSio V a r e l a do Nascimen-to, funcionário da Repartição dc/ Saneamento de N a t a l . - - - M a r i a Luiza C . de A r a u . Jnt:':,.esposa do sr. A n t o n i o M E D I C O S

u

D E . M A N O E L V I T O R I N O

de sistema nrinárte

(Ambos os sexos)

de sistema genital

O P E R A Ç Õ E S D e i p g M v e s e r e a s em geral C o n s u l t : R u a C e i Bonifácio — Natal — T e l 1 0 - » .N D B . A L V A B O V I E I R A ( C 9 ^ e i e Clinica Cirúrgica dc | * B M § Í t a I M i g u e l C o u t o " C U M I C A D F S E N H O R A S M E D I C A

SsÊÈÈmmÊmk

G o t a s — E l e t r o t o * — Bistort Eletrlft* Das 10 K » « I S bôras. A v . Duque

198; (Casa tel ret)

A V . Getúlio V i r — T o n e : 14-Ö M l H i G r u i d e do N o t u

A . T A

jfjonitntiita

m ateiii^ ímm\ mm

dru si\ M a n dl1] Hosas, p r o

-p r i e t á r i o nestu c a -p i t a l » SenhorUûs M a r i a M a r i n , filhn do s i v B o n i f a c i o P . da C a m a r a , j á folei-ido. — D o r i t a V n l l s n u . ïi!:ui du >t> Lcion VuH>n;nt c o m e r c i a n -te n e s t a c i d a d e , — M a r i a L ú c i a F u n i a n d o s S e r r a , a l u n a do " l n : t i f u l u B a t i s t a de N a ù i P v lil.ia eu-Kl*. Ja^iï «la S e r r a v. <!:• sv;a esposa d . • M a r i a Fcn.jrnL'?: Surra. Crianças Z o r a i d e E l e n a , f i l h a do sr. F r a n c i s c o de A?s:íj du S:Iva s a r g e n t o da F o r ç a Pui leia! do E s t a d o , di s^ia espos.i d . M a r i a G o m e s da S i l v a . — Z a i d a , filha do sr. P KSSC ¥ ^

prescrites

v n : N t ö s A v i S t - A - R - W M ^ r . n i A ' k U )

Visitem-a E x p o s i ç ã o — Rua Frei Migiiulinlio, IIS

Nata!. — Telefone 13.51 í

X

Assembleia

B

CipFomàçâo í o s dspistados, h c j e - E l e í ç o e s s u p l e m e n t a r e s

K E C I F E , 14 ( M e r i u i o ! proclamados ontem

fíe-na

-]| — O5» deputados I rAo diplomados no dia

iC

â E Q U I T A T I V A "

Á IjCjUilativa dos Estados Unidos do

Bra-yinaido

Nelson, funi-iunarin

] 1

1

Soiíiodadc d o seguros mútuos sobre a vida,

C'<jm sôde na Capital da Republica, á A v e n i d a

itiü Rranco, n° 125. torna publico haver so

ex-í j

i

a v i a d o

a apólice n°

2 3 Í 1 . 7 7 2

emitida sobre a

vi-do D e p a r t a m e n t o vi-do:- (/cu*

vciiúi; r 'XVUVcrafn.s.

M A C A R l i A O

" R O Y A L "

i'lVi-o |)fi!':i •» |i11l<lii'<> Cr.S <1.211 K . "

D E Ï ' O S I T i ) : A v . r>Monp IV 1

F O N i : — i sr-:;

c!-j J O Ã O B K Z E R R A D E M E L O , pelo que

;;i\jív(.h'rá a emissão da

i v s p o e t i v n

.'iCL'uncla via,

<..iu' anulará .paca todos os efeitos, a anlariar.

N i t l a l . 2 5 d o M a r ç o d e 1!)17 li. C h i i v t ' S & C i a . I ' m c - u r i i c l o r c s

a.

I ; / ;

Out;am 2 Y D

-Radio Poli

de Natal

Perdidos & Achados

Pcdo-so á quem oneoTi*rou ou ti vor notici a de um carhorrinhù pnlù, rio raya B a s

-ou *'paca", ({tu- a1rî\iî(4 pur

" D u n g a " , a iiim.a di V n î r e -g ã - l o á A v . l l c r n u ' S lia Pun-secat 100Ü, ou a v i s a r poîo t ^ îcfonn 1.6.ft.2.

M ( ) T Í) li L S

S

U E

C

O S

I N D U S T R I A L S li M A R Í T I M O S

A o ! c o c r û d e r . d e S a 1 0 0 c a v a l o s e î ç r u » p o s e î c i r o i i e r . e e 3 p a r a i î n n i i n a ç â o P e r a i n i n T o r . T i a c õ e s c o r c a n i c n t o s a a s • » . r e p r e s e n t a n t e s : A . N O O U I i î R A & C I A . î / i ' D A . l ' n a A ' m h ï o A f o n s o , eî. 8 3 N a l a î — R I o Ci. d o N o r t e

15. A assembleia será

instalada a 25. A s

elei-ções suplementares

a-guardarão solução dos

recursos interpostos ao

T.S.E.

; wuw u ^ â ^ M i n c i luu I ly.ní-^rjij

H Ä Ä Ä I f c i

jL O xConjuntb ^

B-5j cònduzidp sob a direção dò' trurtifíôtistà^? >ilnard A m a

-ral» tem conseguido excelen-tes audições, H o j e , por exem, pio,

teremos oportunidade de ouvi-lo» num . programa de ritmos americanos, ás 20,20 horas.

Amanhãr m a is uma v e z , na

Associada Potiguar, o "Gran-de S h o w Gessy'\ um progra-m a inédito para os

sintoni-zadores norte-riograndenses. O "'Grande S h o w Gessy" é um big-broadcasting, que a t e n ç ã o s e n h o r e s

A G R I C U L T O R E S :

Si quereis ter uma agricultura

rendo-sa e pouca despendiorendo-sa, cultivai a Ma=

mona ou Semente de Carrapateira.

Faleceu o Des. João...

(Conclusão da p a g . ) J; ,ilt'uolra. Era c u n h a d o do sr. E l i a s SouU}. a n t i g o [ D i r e t o r da I m p o s t o de R e n d a , D. E l i -ivn Scaito L i r r . c n s a d a c o m o sr. M a r i o L i r a I m j p e t o r d a S a ú d e do * P e r t o do R e c i f e e D. E ü t a S o u t o do M o n t e , ca-sada c o m ci sr. M i g u i d F a u s tino ilu ívli.nte.

L U T O O F I C I A L L u g o q u e t o m o u c o n h e c i -m e n t o da -m o r t e do d e s e -m b a r g a d o r JuSo D i o n í s i o F i l g u e i

-R

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Cll S 3 Q 8 d e C O R

X O S S E U S p r o b l e m a s tle t r a n s p o r t e d e c u r g a c l e s a p a r c c e n ?f c o m o p o r encanto» q u a n d o V * p õ e um n o v o ca-m i n l i a o Studcbakcr a trabalhar* Q u a n d o se a d ç u i r c um SMrls.naki.'1,

ndquirc-sc um cainiriliao que 6 ;n»is d o q u e g r a n d e c p o d e i oso» A d q u i r i - ^ e a i j b u l e s ó l i d a m ú q u i n i que purmiiiu a quase 2 0 0 . 0 0 0 c a m i n h õ e s m i l r u m S i u d i b a k t r e s c r e v e r e m b r i l n m t e -iiis m e n o v o s c a p í t u l o » na história d o transporte nas f r t u t t s tle luta d u r a m e

Studebulccr 6 c í e n t i f i c a m c n t c f e i t o p a r a c o n s e g u i r q a e o .seu t a n q u e c h e i o dc combustível permita que elo a l c a n c e u m a q u i l o m e t r a g e m i m » p r e s s i o n a n t e . K a m a i s e s m e r a d a perícia d e fabricação conserva a des* pesa d c manutenção mecânica c o a * sistentemente baixa.

V e n h a i'«i.ra e l i m e as providên« c i a s pai i c o i : i : u M r um o u d i v e r & o j nnvos can^ril.iiis Siutichaktr. l a l v M

ra o Inlerventur Federal bai-xou o seguinte decreto:

D E C R E T O N ° 1.576, D E 14 D E 4 B R I L D E 1947

Considera de luto ofi* ciai os d i as 15, 16, e 17

do corrente em homena-g e m á memoria do de-sembargador João Dioní-sio F i l g u e i i a ,

O I N T E R V E N T O R F E D E -R A L N O E S T A D O D O -R I O G R A N D E D O N O R T E , con-siderando que o dbsembar^ gador J O À O D I O N Í S I O F I L

-G U E I R A , falecido, h o j e nesta Capita], prestou ao R i o Grau de do N o r t e serviços

rele-vantes; considerando que o extinto exerceu a 'judicatu-ra no Estado du'judicatu-rante mais de quarenta anos; conside-rando que foi no periodo de doze anos presidente do E -grégio Tribunal de Justiça; considerando que exerceu o mandato de Deputado á A s

-sembleia L e g i s l a t i v a do Es-tado, sendo um dos membros

<Ja Mesa, /ooneideraVido que foi também, V i c e G o v e m a -doi\ C h e f e M o ' P o l i c i a Secre-tario Geral o por mai$ de uma v e z I n t e r v e n t o r Federal n o

Estado; considerando que o seu desaparecimento conster-na o R i o Grande do N o r t e ,

D E C R E T A :

A r t . XJnico São considerados d e luto oficial e m . t o -do o territorio -do R i o Grande do N o r t e , em h o m e n a g e m á m e m o r i o do desembargador

João Dionísio Filgueira, f a -lecido hoje nesta Capital» os dias 15, 16, e 17 do mês em

curso; revogadas as disposi* ções em contrario.

Natal, 14 de A b r i l de 1947, 50° da Republica.

GENERAL ORESTES D A

ROCHA LIMA

Ewerton Dánias Corlês.

SEPULTAMENTO

O sepultamento do Dosem bargador João Dionísio F i l -gueira f o i realizado ás 14 ho-ras de hoje com e n o r m e a-companhamentò. 1 8 , 2 0 ^ , I ^ a n ö r Ä e i ^ t Ä Ä i «

iM^rn^-mmÈÊÊÊm

üco 1 9 . 0 0 . T e r e z i n h a M a í a ^ - # 19.30 — Noticiário R Í d i o f Ò -nico da A g e n c i a Nacional 20,00 Jacinto M a i a 20.20 — Conjunto de R i t m o B-5 20.40 — Z e z é G e m e s 20.55 — Pianista Barros P i -mentel I 21,15 — Francisco B r u n o 1 21.30 — P r o g r a m a "BÔa l N o i t e " i 21.45 — "Resenha d e N o t i -cias do D i a " — S E P A N 22.00 — P r e f i x o — Encerra-mento

CARTAS Á DIREÇÃO

(Conclusão da 6

n

p a g . )

roço produzirão ainda depois de beneficiadas no m e s m o muquinisme que produz o oleo c, tanto sem e m p r e g o de mais capital, o oloo, o f a -relo, a turta alem do piolho, tudo .saldo tli» u'a matéria p r l m a que nada custou ao seu produtor. * ~

Tomando-se em considera-ção todas essas circunstancias verseá que tendo o f a -relo subido mais de 507o e m um anor á mercê como

esta-v a da "boa esta-v o n t a d e " e do "espirito publico" dos seus p r o

-dutores, 6 justo agora para protejer realmente o p o v o contra os seus exploradores

que se faça uma demonstra-ção completa de boa inten-ção e de verdadeira obra con-tra a exploração pois só as-sim o p o v o compreenderá que a Comissão Estadual d e Preços está agindo sem olhar

conveniencías contra os po-derosos e contra os um a n

-dões",

O povo do Natal sabe que o digno^ capitão Serra quan-do da Ia" v e z abandonou a

Comissão é qvj- não encontrou o apoio necessário do g o -v e r n o passado para agir con-tra o cambio nagre, mas a-gora segundo estamos infor-mados esse apoio não falta, d e modo que s.s. íudo agora pode f a z e r o o povo confia na sua açao. ^

N a o se descuide s.s, da f i s -calização pois o que sabemi » é que os seus antigos encar regados são viciados ao e *

tremo e estuo pensando qi a "coisa" agora ainda é m -. ra "tapeação" como de todas as outras vezes.

T a m b é m é preciso estendi aos municípios visinhos p e l o

menos á fiscalização e o" t a belamento assim c o m o p r o i -bir a compra antes de 13

ho-ras, por açambarcadores d e qualquer quantidade d è g

-^ » *

noros alimentícios c o m o *M>

vinha fazendo, impunemente. Ficamos confiantes na a-çâb dos emearregarios de cóm bater o cambio negro e m

Natal. * - ,1;*;

s >s'

(a) U m eoaalantt l e ü o r . • •

NELSON OHRALDO FREIRE

M I S S A D É 7 0 D I A ^ % ^ ^^ x ^ -r s • \ • O * V . > : I •

(5)

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O s e u f u i i i r o e s t á d e p e n d e n d o í i p d c p e < i i i e n o e s f o r ç o j ^ s t e r ^ i b o n s =^rc i í d i m è n ^ ^ ^ i l l ^ ^ ^ ^ E f i l í s ^ M t i v e ò p l a n t i o d à S f f l é n t è ^ è f i & r f l ^ à ' " " l e i r a o u A l A M ( I N A , h o j e t ã o • • ' a - v a f o r i s à d a

• * ' " « . * \ > j

A p r o v e i t e s u á s t e r r a s t ã o f e r t e i s , s e i n | g r a n d e s d e s p e s a s p a r a o c u l t i v o e c o ^ j l h e k a d o p r e c i o s o p r o d u t o j T o d o a g n c u S t o r q ú é . d e á e j a r s ê d e d i » | c a r a o c u l t i v o d a M A M O N A , f o r r t e c e = | r á q u a n t i d a d e c q u a l i d a d e d a s e m e n t e i q u e d e s e j a r p a r í f p l a n t a ç õ e s , b e m c o m o c o m p r a r ã o o r e f e r i d o p r o d u t o e m q u a l q u e r q u a n t i d a d e . T r a t a r c o m o s s r s . : M A R T I N S , I R M Ã O & C I A . A ' R u a I - r c i M i u d i n h o , 11.' 0 N a t a ! — R i o G . d o N o r t e

V A R I A S ESPORTIVAS

A C.B.D. transferiu o centro-medio Dino.

* < í o ^ A m é r i c a ,

para o Coriníians.

. • < i ' ' < • V

T e r á inicia no dia 20 a concentração dos

atlctas brasileiros para o Sul A m e r i c a n o cie A t l e

-tismo. A concentração de acordo com o que

es-tá assentado será no eses-tádio do Vasco da Gama.

•* V -:•

O A m é r i c a , do Rio, depositou na tesouraria

*ia Federação Metropolitana de Futebol a

impor-tância de 5.ÍJÜ0 cruzeiros, correspondentes á:;

luvas e ordenado de um mes de seu j o g a d o r L i

-minha, em defesa de seus interesses.

<;: 11: *

.'Acluisc no Rio .0 j o g a d o r Marmoral.o. T r a

-ta-se de um vaqueiro do selecionado

espirito-t-antense, convidado para uma experiencia 110

Bángú?

•f- í: 4

. C o n f i r m a n d o amplamente o seu favoritismo,

a equipe do Fluminense levantou o

Campeona-to Carioca de Natação. E' esta a sétima v e z

con-secutiva que os tricolores se laurear i no

impor-tante certame, o . q u e lhe deu o titulo inédito v.

sensacional de hepta-campeâo.

* » »

Disputando a " ' I V a L-i^iatorr;»", o Buruley

venceu o L i v e r p o o l por ]x(), tento marcado aos

35 minutos do segundo tempo. C o m este resulta

do, á taça será decidida entre o Durnlcy e o

Charlton.

Em I/.hhIit";, no rsládio (!.<' Wojnbloy, o.s

q u a d r o : . ; d a " l n » 1 ; , « e i T ; « r f i a l v . c e : s i a e m p u U m » l i -d e J x l , p e r j i i ! « :

JiO j.iil

p e s s o a s .

* + St: ' V ' T ' !»<

Km j o g o amistoso, o Ceará abateu

anle-on-tem o Fortaleza pela contagem de 2x1. A renda

da peleja reverLeu orn beneficio das vitimas da

inuíidação dc Lavras, no Ceará.

V : : V

Iniciando o campeonato pernambucano de

futebol, defrontaram-se os quadros do Náutico e

do íris, vencendo o primeiro pela alta contagem

• d e 9x2.

* * *

Com o prélio Bahia x Gaiicia, um dos

clás-sicos do futebol bahiano, t e v e inicio ante-ontem

o campeonato de profissionais da bòa terra. O

Esquadrão de A ç o foi vencedor por 2x1, goals

de Fernando e de Viana, exdefensor do A m é r i

-•£á,'desta capital.

y ; E m disputa do campeonato mineiro, o

Cru-j e i r o venceu o Metalürzina pela contagem de

4x1- O A t l é t i c o , j o g a n d o em Vila N o v a com o

clube do mesmo nome, empatou de l x l , goals

de Mauro, para os visitantes e F o g u e t e pára o

Vila Nova.

mmmíwmm.

cáda;vèz;MáÍs!eÒmplieà^

dá àvsitüâçãõidò a v a § Ü i

ü i m i f t h i W ê H K u n l i E i B i

Se nte> do ^Ipiranga,

qué ficou Tésòlvidò,

sé-gúirá para o ; R i o , à f i m

d e se e n t e n d e i com o

A m e r i c a . ;Na .Federação

Paulista dê Futebol a

situação do j o v e m

ata-cante está

perfeitamen-te regularizada, pois,

com a chegada da

car-B I S C O U T O S E

W A C A R R A O

" R O Y A L "

ENCONTRAM-SE

A'VENDA EM

S O C I L

FONE — 11(55

Av. D"qué dc C«xia

s

, 174

FUTEBOL NAS

ROCAS

N o gramado da rua

P e r e i r a Simões, nas R o

-cas, foi disputado

do-m i n g o anido-mado torneio

quadrangular, entre as

seguintes equipes dos

clubes j u v e n i s

Paulista-no e Corinstians, do bair

ro das Rocas, e Ipiranga

e Palmeiras, do A l e

-_ erim.

j . Os primeiros

preHan-"tes da tarde foram

Pau-listano e Palmeiras, sain

do vencedor o

Paulista-no, por 2x1. E m

segui-da o Ipiranga derrotou

o Corintians, por 2x0.

Encerraram o dia os

vencedores das

dispu-tas- anteriores.

Paulis-tano e Ipiranga, j o g o

que terminou com h v i

-toria do t i m e das

R o c k s

por 2x1.

Ó onze do Paulistana

campeão do torneio

pi-sou o campo com a

se-guinte constituição:

Ja-cinto. -Joca. gordo, Flíns,

L;wam*ri, N e w t o n W i l

-son, D i v a . Cachorrinho,

Caouco e Manduca.

mmam

'ÊÊmgàám.mmrn

i a i Ã Í Ô Â M i ^

mmmsmsBÈL^

mmimmmBimjà

o c l u b â ^ ü á h a b à r i f i o i M d í

está

<mòmyM}sm&

m ã o do

gundo as révèíaçõês^fèiS

tas pelo sr. M á x Gomes"

dè P a i v a .

P o r isso mesmo, a im

pressão que se tem é a

de qüe Liminha, por

ter f i r m a d o dois

contra-tos, quando f o r julga-'

do, será suspenso por

uma temporada.

í; ; ^

K

;

r- I

m&m5

PREPARAM-SE HEQUE- '

RIMENTOS

T e m p o ú ' d i n h e i r o , n ã o o porca, siyn imecKiUimíentc ao A l e c r i m q u e no E D I F Í C I O L E I T E , n R u a P r e s i d e n t e

Bandeira

4U6t p v o p a r a m

-«e r e q u e r i m e n t o s <|e todos os tipos p a r a to(las ^ r e p a r t i -ç o e s e e r p e e u U m u n t e p a r a a P r e f e i t u r a M u n i c i p a l , rio c a -so tia r e d u ç ã o de a l u g u e l tis c a s a s e m q u e a C o m i s s ã o do P r e ç o s se a c h a c o m b a t e n d o nu m o m u n l o a l u a i . E d i f í c i o L u i t e , s a l a 3. O u ç a m Z Y B - 5 K a d i o P o t í d e N a t a l S u r 9 b / q q Ò t o 3 ü ft n o v o o s e n s a c i o n a l ' S • S- •st S \ N X'vx X m é d í d o r d o t e ' m p o ^ ^ ó C R O N O S C Õ P E N O R M A . P a r a as o b s e r v a ç õ e s c i e n t i f i c a s , civis e militares, nas c o m p e t i ç õ e s e s p o r -t i v a s o u e n v q u a l q u e r o u -t r a , 1 o t l v í d a d ô em que9 © e x i g i d o r i g o r o s o c o n t r o l e d o tempo^ i m p õ e s e , c o m o a última p a l a -vra/ o C R O N O S C O P É — uma e x c l u s i v i d a d e d a í a m o s a Fábriça d e r e l ó g i o s N O R M A » M o s t r a d o r e s para r e g i s t r a r T E M P O , D I S T Â N C I A e V E L O C I D A D E em f r a ç õ e s ' a t é 1/5 d e s e g u n d o V " l 7 r u b i s V ^ C o r d a p a r a 3 2 horas V Fundo d e a ç o i n o x i d á v e l

v

í a o r i c a ç â o suíça. N,

í

r 4 • ^

Kl67

ar

«

H

i

: Portuguesa de Desportos venceu o

Corin-tians pela contagem de 5x0. em partida oura dia

i m g d á t t â ç a " C i d a d e dc São Paulo"'.

I

i

i

G R Á T I S !

" «

encsÉres da la. rods&a o

^tfi th S^mdaflii

}pn<r[ n

ü ^ i l S & O H J b J

p n i r H ^ / i a â t i ^ t i P O

iS-jr-A-tA *

.Xi iJ í J ^ n IJ-vu

níio ('Irpiiis Majur), -

Naxurc-atuuu a conlenU).

O s q u a c h o s f o r m a r e m c o m

a seguinte con.sliUr^âu:

P O T E N G I : Vac;;. A : s i s e M . Pcjul no, Auuusto e P e l t f i U b ; Kui, À.cendinci. T u

-íTih \ vi-ócio v ]>iib;iii).

l i A V A I : M . P; n\o, A l u í d o e S a r a i v a ; C''*iaco. A j u l r a d e e Macinh:»: Dj Ima. Mai-vote, P e d r i n h o , K A i o n ík Jt;:mar. E M M A C A I B A . C R U Z E I R O , 9 x S . P A U L O . 1 E m Waeatha. nu dirnin f o r -ç a s as e q u i n o s S .

í

j

:miI'.i,

desta c a p i t a l , clu C r u z e i r o , c a m p e ã o loca!, O jíj;?o t e v o um ilosfecho s u r p r e e n d e n t e . acLL-ando. n o f i m . o " y l . i c a n r a v i t ó r i a do C r u z e i r o p e l o a l a r n u o U e es-coro dc D x l . N a f a s e i n i c i a l , a peleja de. c o r r e u m o v i m e n t a d a , c o m p e q u e n o p r e d o m í n i o , quo, a p e s a r de j á n o p r i m e i r o m i

-d e i e s a imo n.v.isliu 'M .-:u.\h.

1

WV7* V; RErDA

e a

sua-ao bomb.ircivio ' d . ei.sário.

O fr;u"..-s ? d;v .Ivi-vorch':.

Vi^idi.. li.» i

ifï'.u

me-liu,

uud'j nas Sa u' r.ati.^fv.'.

i) r:i;:u u

T' ri; lî'-nn>

t r-j ;ií rj.'it'an

r j i c o n l r õ o

que teve umn

A rígida tornou C o m

tr..i>.:m:

Jiie

zou aja q u

rcsuiluc

T

u

E n i ; e i.

..Z JüKí i;n.il nau (.• .:; :>

ori!. :ii

l).-y t; e. t m

t'ni-F o i iniciada, an^'-on-

[ E . V a l C ^ w J c c m l l . (In

ciunúro

lCiu/a-M».

O

nhi

a disputa do Cam- <!t' ãn.iilj-r:s <\.\ K.M.!)., cjuo ^usajL;..^..:" ! :•.'. • IK>, : • r, Toin,lic

psonato da Secunda

Di-visão, .sob os auspícios

d'i Federação N o r t e

-Ivio^rnndonsc dc

Dc.s-portos.

T r ò s jo^os c:;tavam

pj-ogrumauo:-:, sendo um

nesta capital c os dois

restantes, um na cidade

de Macaiba e outro em

C e a r a - M i r i m .

A partida inaugural

do campeonato stiburba

no foi travada pela

ma-nhã. no estádio

Juve-nal L a m a r t i n e , entre os

equipes do H a v a i e do

P o t e n g i R e c r e a t i v o

Clu-be.

Os potengianos

triun-f a r a m pela contagem

de 3x1 -e a assistência

presente foi diminuta.

E s t e v e na arbritafíem

E d v a l Cavalcanti.

D E R R O T A D O O O N Z E

F.C. E M

CE A R A ' - M I R I M

N o match realizado

em C e a r á - M i r i m , e n t r e

L'Jilos a u m . gj'ciças á í i l u n c f n dt* B i s c u i l o , o '

cé-rebro i;!\'l-cc!ostc

dc

Poça h;-jo mesmo oo sau for

ern-nr um "Ccrtõo-Roj-ol'.

fine

op-esonto

fòdos

as in»,

t'uçc-is

indicando como

Poier

>ar'o

rerebar

o

fumoso

"Livro

do Rece-iias liovai".

«

Te nfto ©nconirâr ô Carluo,

ei^revo para

i.

CcÍkq

- Poitcl,

3515 • Rio de Janôlro.v

r;

mm

P a s s a r i n i . o e B e d é , qut? l e v a -r a m o -e-r-ro-r á -r e t a g i -r -r d a i i a a p o u l i r a . N a >e;,ur.i;a f u m . e v i d e n -cio u-ae a s u p e r i o r i d a d e du n u t o de j o g o l e v a r e m d e s v a n -t a g e m iv» m a r c a d o r ,

cor.sa-os quadrcor.sa-os do Onze

F . 8 U , r a n: t r a p t i : a r ^

C

M

desta c a p i t a l e o d o

1

"

m u u n t a L U m 1>a

'

Centro Esportivo e A - !

l a U e s

tlético, local coube a v i -

;

toria ao t i m e c e a r á m i r i -

;

ar»se pela contagem de

6x2.

A renda apurada foi

de 750 cruzeiros e

ser-viu de juiz ch partida

o sr. E d v a l Cavalcanti.

V I T O R I A - D O P O T E N G I S O B R E O H A V A I O P o t e n g i R e c r e a t i v o C l u -be c o n s e g u i u l e v a r a molhoi' s o b r e b H a v a i , p e l a c o n t a g e m du 3x0v

Neí>§o e n c o n t r o , qtio bo 'car a c t e 'car i z o u 'car e n h i d o e e m p o l -g a n t e , í r c : ? n t a ^ n &-gt; "só foi abòi*

ta iios niinutos , f i n a i s . 'v .'Òs forat n

.a;ssin"íla-/.Ciio, o-s mc-lUoros f^ira.n

Z c w c h . r , que vTieve ^t-yurus •

*mo» liiüi.oiio, do ton n. n

iotik v• 1, '.js cò^ r.i^arlrdio

Vr.yA'".)--:^ \\par;

1

maior fíi*

1

d sât'p uii:n:s >o

a m.ii: r aii^acâo

üí la: de, com as an :

n-Cad:'..•> fu!in:jr.mU'}> sobro a

t:i-dadi'U dc Na

equi-pe tlií S. r -uio.

destacaram-se Saiu', Dcmó;rio. Nazareno

c Eu'Jklt s, no primi'itxj

u-m-pu.

G o l e a r . a n Eátelito, Su tu1 (c( nU a), l i i s c o i l o (3), Pj>:il:nj;a Q u i n c a e P e r e r i n l i a . O tenro de h e n r a do S . P a u -l o

ïoi atíi noii*1- lu j>ar M c i é .

e q u i p e s alUiOMn as:-im

o

hnv

Vnrk. s:íu;if1'> á rua V i

-l$;\r'lolomeut, í? J'1,

iîistnlarôes,

I i n r î t r > \ \ v » { i r a t n U ' g e l

ùvh'A comercial, OtïJiu*

ea-se )y>v utn sitio'

:

n;is

nr >: iiîi:d;irlcs d^sia/ i

j'-T r a t a r na C.ua

?rîci!e/vos, {\ pruya A u

-Severo, 2(HK '

I O u c a m Z Y B - 5

j K a d i o P o t í 1 d e N a t a l C K U Z K 1 K O : . Z e p m t i n k ^ Z ó v i c t o r e P e i v r i n l u i : V i c r n -tc, B i s c o i t o e Q u ' u c a ; V i v a N

DZXLAPAÇÂO

:u> Deelt-ro no c o m e r c i o e puhlieo c m « e r a l ; q u e . n â o m-.- r.: a!>iii?o p o r c o n t a e n u n d'vida a l g u m a - f e i t a lu. B e d e , ' r n s a * r j u i u , h.ste.i- : , , ,, r : r . : ... » m e u U no N j k o I3urrc to e P i x i T h s a . S . P A U L O : K v m v o . O j -méU'io e ptl:irl:n ; Zrzmi:o

( d e p o i s M a j o O . i ' a t u \

Zixi-roí idrnte neï/»a c a p i t a l ,

N a t . l , J-l d e a b r i l de 19 }7 A I v r v o

ßarr«

m i m i n g «

c

i -I ^

c q i m i n i c á s t ! a o c o m e r c i o ' c a o p j j b M c o c m ,q"«e f o r a m

n ô m e a c i ò s < a g e n t e s d i s t r i b u i d o r e s e x d n s i V ö - s p a r a . t o d o : ; B s »

t a d o

u o

R i o X j r a r . J e d o

N o r i e , d o s ' a f a m a d o s c i ^ a n - o s

d a

F á ^ b r i c a S . S e h n ' - i ^ ' î L T ^ K m a i r c á s : - ^ K Í W

• : m ( M ö s l ®

Referências

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