23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 2
Ar Condicionado – ASHRAE 90.1
Construções Sustentáveis
Oswaldo de Siqueira Bueno
Consultor em Sistemas de Transferência de Calor, Condicionamento de Ar e Refrigeração
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 3
Apresentação
Oswaldo de Siqueira Bueno
Engenheiro Mecânico – EPUSP 1973
Experiência
Starco (Carrier), Coldex Frigor, Trane, York Ford Brasil, Braspet (garrafas plásticas)
Consultor
Membro da ASHRAE – Chapter Brasil
Participante da ABRAVA
ABRAVA
Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento
É uma entidade de classe que atua na representação e defesa dos interesses dos segmentos de REFRIGERAÇÃO, AR
CONDICIONADO, VENTILAÇÃO, AQUECIMENTO E TRATAMENTO DE AR, fundada em 15 de novembro de 1962.
Têm como missão contribuir para a melhoria dos resultados dos agentes envolvidos no setor, promovendo o desenvolvimento sustentável, econômico e social e a qualidade de vida.
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Normas e Recomendações
ASHRAE Standard 15 - 2004. Safety Standard for Refrigerating Systems;
ASHRAE Standard 52.1-1992 -- Gravimetric and Dust-Spot Procedures for Testing Air-Cleaning Devices Used in General Ventilation for Removing Particulate Matter;
ASHRAE Standard 55 - 2004. Thermal Environment Conditions for Human Occupancy
ASHRAE Standard 62.1-2004 Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality
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Normas e Recomendações
ASHRAE Standard 90.1-2004 Energy Standard for Buildings Except Low-Rise Residential Buildings
ASHRAE Standard 90.2-2007 -- Energy Efficient Design of Low-Rise Residential Buildings;
ASHRAE Standard 100 - 2006. Energy Conservation in Existing Buildings;
ASHRAE Standard 105 - 2006. Standard Method of Measuring and Expressing Building Energy Performance;
ASHRAE Standard 111-1988 -- Practices for Measurement, Testing, Adjusting, and Balancing of Building Heating, Ventilation, Air-Conditioning, and Refrigeration Systems;
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Normas e Recomendações
ASHRAE Standard 140-2004 – Standard Method of Test for the Evaluation of Building Energy Analysis Computer Programs;
ASHRAE Standard 147-2002 -- Reducing the
Release of Halogenated Refrigerants from
Refrigerating and Air-Conditioning Equipment and Systems;
ASHRAE Standard 189 – 2010. Standard for the
Design of High-Performance Green Buildings
Tópicos de discussão
Introdução Ar Condicionado Escolha da temperatura interna
Condições externas e o Ciclo Economizador
Consumo de Energia Potência de transporte Potência de transferência COP – de Sistemas ASHRAE 90.1 Pre-requisitos Leed Comentários
Ar Condicionado
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Funções de um sistema de condicionamento de ar:
Mantém e controla as seguintes variáveis de um
ambiente:
Temperatura de bulbo seco, aquecimento e/ou
refrigeração
Umidade absoluta, umidificação e/ou desumidificação Renova o ar do ambiente pela mistura ar externo com o
ar de retorno e melhora a sua qualidade através da sua filtragem
Movimenta e distribui o ar
Faixa de Conforto NBR 16.401-08
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Verão
Condições
TBS
UR
Mínima
22,5 ºC
65%
Mínima
23,0 ºC
35%
Máxima
25,5 ºC
65%
Máxima
26,0 ºC
35%
Roupa típica 0,5 clo
Faixa de Conforto NBR 16.401-08
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Inverno
Condições
TBS
UR
Mínima
21,0 ºC
60%
Mínima
21,5 ºC
30%
Máxima
23,5 ºC
65%
Máxima
24,0 ºC
35%
Roupa típica 0,9 clo
Atividade sedentária ou leve
Escolha da Temperatura
Fundamental para o valor da carga térmica e
para o consumo de energia
Temp. Carga TR Total Consumo
Mínimo Máximo Tr*hr kW*h
20ºC 0.40 1.14 19.6 24,5
24ºC 0.09 0.83 12.1 15,1
26ºC -0.06 0.67 8.0 10,0
Influência da Escolha da
Temperatura na Carga Térmica
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 13
-0,4 -0,2 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 00:0002:0004:0006:0008:0010:0012:0014:0016:0018:0020:0022:00 20 ºC 24 ºC 28 ºC Quarto de 16 m2 em São Paulo - Verão
Carga Térmica por m2
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Cuidado com o valor usado de 25 m2/Tr
Residências de 56 A 35 m2/TR Apartamentos de 42 A 32 m2/TR Hote - Dormitórios de 32 A 20 m2/TR Escritórios de 33 A 18 m2/TR Escolas de 22 A 14 m2/TR Lojas/Shoppings de 22 A 10 m2/TR Restaurantes de 13 A 07 m2/TR
Vazão de ar m3/hr*Tr
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Vazão de ar
Fator de calor sensível
m3/hr*Tr
%
1000
0,9
700
0,75
500
0,6
1.350 m3/hr*Tr Vazão de ar do condensador
Coeficiente de Eficácia ou de
Performance – CE (COP)
kW/Tr é a relação normalmente utilizada para avaliar a
―eficiência‖ de uma unidade acionada por energia elétrica
KW/TON = Demanda Elétrica (kW)/ Demanda de Refrigeração (Tr)
CE (COP) é a relação para se avaliar o custo de se obter a
refrigeração desejada qualquer que seja a fonte de energia
CE (COP) = Demanda de refrigeração (kW) / Demanda da Fonte (kW)
FE (COP) é a relação para se avaliar o custo de se obter o
aquecimento desejado qualquer que seja a fonte de energia
FE (COP) = Demanada de aquecimento (kW) / Demanada da Fonte (kW)
EER Energy Efficiency Ratio – usado nos Estados Unidos da Amárica BTU/Watt
Consumidores de Energia
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 17
Equipamentos de transferência de calor Níveis de temperatura da fonte e do sumidouro Trocadores de calor:
Aproximações de temperatura entre o ambiente e o refrigerante
saturado – área de troca, novos elementos geométricos
Refrigerante empregado
Refrigerantes naturais e artificiais
COP – Coeficiente de Desempenho (Performance)
Equipamentos de transporte de calor
Sistemas de vazão constante e temperatura variável Sistemas de vazão variável e temperatura constante Potência de bombeamento
Consumidores de Energia
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 18
Equipamento de transferência de calor
Transferência de calor do menor nível de temperatura
(fonte)para o maior nível e temperatura (sumidouro)
Equipamentos de troca de calor
Troca de energia do ponto de maior temperatura (fonte -ambiente)para o de menor temperatura (sumidouro – trocador de calor)
Equipamentos de transporte de calor
Movimentação do ar do ambiente e ou do fluido de
Equipamentos de Transferência de Calor
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Ciclo de compressão a vapor
Compressor Dispositivo de expansão
Ciclo de absorção
Absorvedor do vapor Bomba de solução Gerador do vaporEquipamentos de Transporte e de
Troca de Calor
Bombeamento de fluidos térmicos
ar, água, soluções e outros
Ventiladores de ar
Bombas de fluído
Trocadores de calor:
Ar/refrigerante
Ar /água
Água/refrigerante
Equipamentos de Transporte de Calor
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 21
Líquido – bomba de água/solução aquosa
Água gelada (absorção)
Água de condensação (rejeição) Água de aquecimento (rejeição)
Gases – ventilador – movimentação de ar
Ar frio de insuflação (absorção) Ar de rejeição de calor (condensador) Ar de aquecimento (rejeição)
Transporte de Calor
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 22
Potência de Circulação
Potência = (Q
m3/s* p
Pa)/
Onde:
Q vazão do fluido em m3/s
p diferencial de pressão em Pa (N/m2) rendimento da transformação de energia
mecânica em movimentação do fluido
Rendimento de bombas de água 75% Rendimento dos ventiladores 50%
Diferencial de Pressão
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 23
Perda de pressão do escoamento
P
Pa= K
Pa/(m3/s)^2* (Q
m3/s)^
2
Onde:
K Pa/(m3/s)^2constante de proporcionalidade
Q vazão do fluido em m3/s
p diferencial de pressão em Pa (N/m2)
Transporte de Calor
Potência de Circulação
P
kW= (Q
m3/s* p
Pa)/
Perda de pressão do escoamento
P
Pa= K
Pa/(m3/s)^2* (Q
m3/s)^
2
Variação da potência com a variação da
vazão do fluído elevado ao cubo
Transporte de Calor
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 25
Absorção/Rejeição de Calor – Ar Úmido Calor sensível qskW= m kg/s*cpukJ/kg*ºC* t ºC
Calor latente qlkW= m kg/s* W kg vapor/kg ar seco* hlvkJ/kg ºC
Calor total qtkW= m kg/s* h kJ/kg
Onde:
m vazão em massa do fluido kg/s cpucalor específico do ar úmido kJ/kg t variação da temperatura do fluido ºC h variação de entalpia do fluido kJ/kg*ºC
W variação da umidade absoluta kg vapor/kg ar seco hlv calor latente de vaporização/condensação da água
Comparação entre Sistemas
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 26
VentiladorBomba Bomba Ventilador
Consumo de AC ref. 1000 Tr Ar Água Equipam.Água Equipam Total Relação
Janela 1250 1250 1,25
Minisplit 1250 1250 1,25
Self a ar 1350 1350 1,35
Self a água t 5,5ºC 1000 79 44 1123 1,12 Self a água t 8ºC 1002 54 44 1100 1,10 Self a água t 5,5ºC Sensível 1150 81 111 1342 1,34 Refrig. de água Scroll a ar t 5,5ºC 76 61 1250 1387 1,39 Refrig. de água Scroll t 5,5ºC 76 61 900 77 44 1158 1,16 Refrig. de água Scroll t 8ºC 61 42 902 53 44 1102 1,10 Refrig. de água Parafuso a ar 76 61 1200 1337 1,34 Refrig. de água Parafuso t 5,5ºC 76 61 700 73 44 955 0,95 Refrig. de água Parafuso t 8ºC 61 42 720 51 44 918 0,92 Refrig. de água Centrífugo t 5,5ºC 76 61 550 71 44 802 0,80 Refrig. de água Centrífugo t 8ºC 61 42 570 49 44 766 0,77
Condensação a Ar
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 27
O sistema de água gelada com
refrigeradores de água de condensação a
ar apresentam o maior consumo a plena
carga com 1,39 kW/tr
Mas o seu uso vem aumentando
consideravelmente
Na verdade o seu consumo varia com a
temperatura de bulbo seco do ar externo
Temperaturas BIN São Paulo
Hora % Acumulado Horário Comercial TBS ºC 1 a 6 7 a 12 13 a 18 19 a 24 sub-total h % sub-total % 5 a 7 0 1 0 0 1 0,01% 1 0,01% 1 0,02% 8 a 10 58 24 4 24 110 1,26% 111 1,27% 28 0,64% 11 a 13 430 194 38 205 867 9,90% 978 11,16% 232 5,30% 14 a 16 875 473 247 723 2318 26,46% 3296 37,63% 720 16,44% 17 a 19 597 567 431 661 2256 25,75% 5552 63,38% 998 22,79% 20 a 22 220 479 486 445 1630 18,61% 7182 81,99% 965 22,03% 23 a 25 10 281 508 110 909 10,38% 8091 92,36% 789 18,01% 26 a 28 0 144 299 22 465 5,31% 8556 97,67% 443 10,11% 29 a 31 0 27 164 0 191 2,18% 8747 99,85% 191 4,36% 32 a 34 0 0 13 0 13 0,15% 8760 100,00% 13 0,30% 8760 92,36% 4380 85,23%
Foi considerado também a opção de trabalhar somente em horário comercial, cujas temperaturas são superiores, mas é o horário de maior uso do sistema de ar condicionado
Condensação a Ar – Média Anual
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 29
Rio de Janeiro - Condensação a ar compressor de parafuso TBS ºC Faixa kW/kW kW/tr 11 a 13 0,05% 5,40 0,65 14 a 16 2,39% 5,10 0,69 17 a 19 12,88% 4,70 0,75 20 a 22 27,27% 4,40 0,80 23 a 25 33,30% 4,20 0,84 26 a 28 15,90% 3,90 0,90 29 a 31 6,19% 3,40 1,03 32 a 34 1,59% 3,00 1,17 35 a 37 0,41% 2,70 1,30 38 a 40 0,02% 2,50 1,41 Média anual 4,22 0,83 São Paulo - Condensação a ar e compressor de parafuso
TBS ºC Faixa kW/kW kW/tr 5 a 7 0% 5,40 0,65 8 a 10 1% 5,40 0,65 11 a 13 10% 5,40 0,65 14 a 16 26% 5,10 0,69 17 a 19 26% 4,70 0,75 20 a 22 19% 4,40 0,80 23 a 25 10% 4,20 0,84 26 a 28 5% 3,90 0,90 29 a 31 2% 3,40 1,03 32 a 34 0% 3,00 1,17 Média anual 4,70 0,75
O consumo anual é uma média ponderada pelo número de horas anuais de uma determinada temperatura externa e do COP da unidade nesta temperatura
Distribuição de Ar
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 30
A alteração do projeto poderá reduzir de forma
significativa a potência de bombeamento do ar
Um único condicionador de ar versus múltiplos
condicionadores de ar
A vazão de ar insuflada é mantida
O diferencial de pressão é alterado
Cuidado com a perda de qualidade do ar ou de
Fluxo de Água Gelada e de Ar
Variável
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 31 Chilled Water System Quantidade
Cooling capacity Total cooling capacity Power consumption Total power consumption Ratio consumption /cooling Units # operação Tr Tr kW kW kW/Tr Water Chillers 3 850 2550 570 1710 0,67 Water pump primary BAGP 3 -25 30 89 0,04 Water pump secundary BAGS 1 -22 76 76 0,03 Water pump secundary BAGS 1 -15 51 51 0,02 Actual cooling load CW 2488 1926 0,77 Water pump cooling tower BAC 3 31 92 0,04 Cooling Water Tower 3 37 112 0,04 Power consumption heat rejection 203 0,08 Sub-total Central Chilled Water 2488 2130 0,86 Sub-total Air Handling units 76 37,8 2877 811 0,33 Total Chilled Water System 2488 2940 1,18 Maximum electrical demand 2940
Fluxo de Refrigerante Variável
VRF Condensação a Ar
VRF System Quantity Cooling Capacity (Internal WB 19,5ºC) Power consumption (external DB 35ºC) Ratio consumption and cooling capacity # Tr kW kW/Tr Condensing Unit 42 tr 54 hp 66 44,1 50,2 1,14 Total Condensing units 2910 3313 1,14 Capacity reduction due to pressure drop 8 0Actual performance 42 tr 54 hp 66 35,8 41 1,14 Actual Condensing units 2365 2693 1,14
Internal Units
3,2 kW – 0,9 tr 132 1,02 0,08 0,08 12,5 kW – 4 tr 792 3,98 0,32 0,08 Total performance evaporators 3289 265 0,08 Total VRF Internal WB 19,5ºC and
external DB 35ºC 2365 2958 1,25
Fluxo de Refrigerante Variável –
VRF – Condensação a Água
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 33
VRF System Cooling Power
Water Cooled Quantity capacity Consumption Ratio Internal WB 19 Condensing Water 30ºC # Tr kW kW/Tr Condensing Unit 20 HP - TC 56,5 kW - PI 12,3 kW 66 16,07 12,3 0,77
Condensing Unit 30 HP TC 84,7 kW PI 18,4 kW 66 24,09 18,4 0,76 Total Condensing units 2650,51 2026,2 0,76 Capacity reduction due to pressure drop 8% 8%
Actual Performance 66 14,78 11,32 0,77 66 22,16 16,93 0,76 Actual Condensing units 2438 1864 0,76 Condensing water pump 3 31
Cooling Tower 3 37 Heat rejection sub-system 3 204
External units 2438 2068 0,85 Internal Units
3,2 kW – 0,9 tr 132 1,02 0,08 0,08 12,5 kW – 4 tr 792 3,98 0,32 0,08 Total performance evaporators 3287 264 0,08 Total VRF Internal WB 19,5ºC and external DB 35ºC 2438 2332 0,96
Unit 20 HP - 14 kW 66 924 Unit 30 HP - 21 kW 66 1386 Heat rejection sub-system 3 204
Internal Units 264 Electrical demand 2.778
Comparação 1
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 34
VRF resfriado a água é o sistema mais
eficiente
Unidades externas sem as unidades
internas
VRF condensação a água – 0,85 kW/tr
Central de Água Gelada – 0,86 kW/tr
Comparação 2
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 35
VRF usa menor potência para as unidades
internas (F&C e Unidades de tratamento de ar)
Água Gelada F&C – 0,33 kW/tr VRF unidades internas – 0,08 kW/tr
A diferença é resultado da menor pressão estática:
nos filtros de ar (interna a unidade)
Distribuição de ar dutos e difusores (externa a unidade)
Comparação 3
VRF condensação a água tem a menor
relação kW/tr a plena carga
VRF condensação a água – 0,96 kW/tr
Água Gelada – 1,18 kW/tr
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 37
ASHRAE - Sustentabilidade
ASHRAE Guia Verde define como
sustentabilidade:
―prover as necessidades do presente sem
reduzir a habilidade de atender as
necessidades do futuro‖
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 38
Associações Mundiais de
Construção Sustentável
Building Research Establishment Environmental Assessment Method (BREEAM) – Inglesa
Green Building Challenge Assesment Framework - Mundial
Comprehensive Assesment System for Building Environmental Efficiency (Casbee) – Japonesa
La Haute Qualite Environmentale (HQE) – Francesa
Green Council Australia (GBCAUS) - Green Star (Green Star
Rating Tools) – Australiana
United States Green Building Council (USGBC) – Americana World Green Building Council (WORLDGBC) - Mundial
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 39
Associação Nacional de Arquitetura
Bio-ecológica – ANAB
Instituto para o Desenvolvimento da
Edificação Ecológica IDEHA
Conselho Brasileiro de Construção
Sustentável CBCS
Green Building Coucil do Brasil GBCB
Associações Brasileiras de
Construção Sustentável
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 41
Procel Edifica
Elaborado pelo Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina através do convênio ECV 007/2004 firmado com a Eletrobrás no âmbito do programa Procel EDIFICA. As discussões foram conduzidas na Secretaria Técnica e submetidas ao GT Edificações do MME que após aprovação enviou para o Comitê Gestor de índices e Níveis de Eficiência Energética – CGIEE (Decreto nº 4.059 de 19 de dezembro de 2001). É uma Regulamentação para Etiquetagem Voluntária de Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos.
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 42
Procel Edifica
O Procel Edifica especifica requisitos técnicos, bem como os métodos para classificação de edificações comerciais e públicas quanto à eficiência energética.
Este regulamento aplica-se para edifícios com área total útil mínima de 500m2 e/ou com tensão de abastecimento superior ou igual a 2,3kV (subgrupos A1, A2, A3, A3a eA4), incluindo edifícios
condicionados, parcialmente condicionados e naturalmente ventilados.
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 43
Procel Edifica
É de caráter voluntário, com implantação a
partir de 2007, e passará a ter caráter
obrigatório no prazo máximo de cinco anos a
partir da data de implantação
Procel Edifica
A etiquetagem de eficiência energética para edificações deve atender aos requisitos relativos à eficiência e potência instalada do sistema de iluminação, à eficiência do sistema de
condicionamento do ar e ao desempenho da envoltória. Todos os requisitos têm níveis de eficiência que variam de A (mais eficiente) a E (menos eficiente).
Os pesos estão distribuídos da seguinte forma:
Sistema de Iluminação = 30%
Sistema de Condicionamento de Ar = 40% Envoltória = 30%
ASHRAE 90.1 Energy Standard for Buildings
Except Low-Rise Residential Buildings
Propósito
Escôpo
Definições, Abreviações, e Acrônimos
Administração e Requisitos de Conformidade
Envoltória do Edifício
Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado
Aquecimento de Água de Serviço
Energia Elétrica
Iluminação
Outros Equipamentos
Método de Orçamento de Custo de Energia
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 45
Propósito
O propósito desta Norma é o de prover
requisitos mínimos para a eficiência
energética no projeto de edifícios, com
exceção de edifícios residenciais até 3
pavimentos.
Escopo
Esta Norma provê:
Requisitos mínimos de eficiência energética
para projeto e execução de:
edifícios novos e seus sistemas
partes novas dos edifícios e seus sistemas
sistemas e equipamentos novos em edifícios existentes
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 47
Escopo
Critério para determinar a conformidade para com esses requisitos.
As prescrições desta Norma se aplicam à: Envoltória do edifício, contanto que os espaços
fechados sejam
Aquecidos por um sistema de aquecimento cuja capacidade é maior
ou igual a 10 W/m2 ou
Refrigerados por um sistema cuja capacidade sensível maior ou igual a 15 W/m2, e
Escopo
Os seguintes sistemas e equipamentos usados
conjuntamente com edifícios:
De aquecimento, ventilação e ar-condicionado, De aquecimento de água de serviço,
De distribuição de energia elétrica e dispositivos de
medição,
De motores elétricos e transmissões por correias, e De iluminação.
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 49
Escopo
As prescrições desta Norma não se aplicam a
Casas uni-familiares, estruturas multi-familiares com 3 andares ou menos acima do nível do solo, e casas pré-fabricadas (móveis e modulares).
Edifícios que não usam eletricidade, ou combustível fóssil, ou Equipamentos e partes do sistema do edifício onde a energia é usada
principalmente para processos industriais, de fabricação e comerciais.
Onde for indicado de forma específica nesta Norma, outros edifícios ou elementos de edifícios devem ser isentos.
Esta Norma não deve ser usada para evitar ou não considerar quaisquer requisitos de segurança, saúde ou meio-ambiente.
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 51
ASRAE 90.1
Requisito LEED:
Norma 90.1 – 2007 (sem as emendas);
Os itens obrigatórios: Secções 5.4, 6.4, 7.4, 8.4,
9.4 e 10.4
Os recomendações nas seções 5.5, 6.5, 7.5 e 9.5
ou recomendações de performance (seção 11)
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.0 – Envoltório do edifício 5.1 - Geral 5.2 – Requisitos de conformidade 5.4 – Provisões Obrigatórias 5.5 - Caminho prescrito 5.6 – Opção do envoltório do edifício Seção 11 – Método do orçamento do custo da energia 5.7 - Documentos 5.8 - Produtos23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 53
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.0 – Envoltório do Edifício5.1 – Geral
5.2 – Requisitos de conformidade
5.3 – Edifício Simplificado (não é usado)
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 54
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.4 – Provisões Obrigatórias
5.4.1 – Isolamento: quando usado em 5.5 e 5.6 deverá estar de acordo com 5.8.1.1 a 5.8.1.9
5.4.2 – Desenho de Janelas e Portas: descrito em 5.8.2 5.4.3 – Infiltração de ar:
5.4.3.1 – Vedação da Envoltória do Edifício 5.4.3.2 – Infiltração por portas e janelas
5.4.3.3 – Portas para docas com proteção climática – para zonas climáticas de 4 a 8
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 55
Zona Climática - Brasil
Belém – 1
Brasília – 2
Fortaleza – 1
Porto Alegre – 2
Recife – 1
Rio de Janeiro – 1
Salvador – 1
São Paulo – 2
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.5 – Recomendações de Opções do “Envelope” do Edifício
5.5.1 – Espaço Condicionado: para espaço com condicionamento de ar a envoltória externa do edifício residencial e não residencial deverá atender aos requerimentos das tabelas Requerimentos para a envoltória do edifício de zona climática 1a 8 tabelas 5.5-1 a 5.5-8 respectivamente
5.5.2 – Áreas não condicionadas: deverá atender aos requerimentos das tabelas Requerimentos para a envoltória do edifício de zona climática 1a 8 tabelas 5.5-1 a 5.5-8 respectivamente
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 57
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.5 – Recomendações de Opções do
“Envelope” do Edifício
5.5.3 – Áreas Opacas (paredes e telhados) deverá ser conforme os seguintes métodos:
A – Mínimo valor de resistência do isolamento – ver apêndice A B – Máximo valor do coeficiente global de transmissão de calor –
ver Apêndice A
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 58
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.5 – Recomendações de Opções do “Envelope” do Edifício
5.5.4 – Insolação:
5.5.4.1 – Geral: conformidade com os coeficientes de transmissão de calor U e o coeficiente de ganho de calor solar (SHGC) 5.5.4.2.1 - Área vertical menor que 50%, exceto piso térreo
limitado a uma altura de 6 m, com sombreamento de 0,5 e máximo de 75% de área envidraçada
5.5.4.2.2 - Horizontal menor que 5%
5.5.4.3 – Insolação: a insolação não poderá ter um coeficiente global de transferência de calor U superior ao apresentado nas tabelas 5.5-1 a 5.5-8
5.5.4.4 – Insolação coeficiente de ganho de calor solar não superior ao especificado em todas as direções nas tabelas 5.5-1 a 5.5-8.
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 59
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.6 – Opção não Recomendada de Envoltório do edifício 5.7 – Documentos
5.8 – Informação de Produtos e Requerimentos de Instalação 5.8.1 – Isolamento:
5.8.1.1 – Identificação em cada peça
5.8.1.2 – Instalação conforme a recomendação do fabricante 5.8.1.3 – Limitação de preenchimento com isolamento solto 5.8.1.4 – Chicanas
5.8.1.5 – Contado assegurado no perímetro do isolamento
5.8.1.6 – Equipamentos embutidos não podem diminuir o isolamento 5.8.1.7 – Proteção do Isolamento
5.8.1.8 – Localização do isolamento do teto (roof) 5.8.1.9 – Extensão do isolamento
ASHRAE Standard 90.1-2004
5.8.2 – Janelas e portas5.8.2.1 – Avaliação do desempenho da janela quanto ao isolamento e insolação por laboratório independente; 5.8.2.2 – Placa de identificação com dados de transmissão de
calor e de infiltração das superfícies transparentes 5.8.2.3 – Placa de identificação com dados de transmissão de
calor e de infiltração das portas
5.8.2.4 – O coeficiente global de transmissão de calor U deverá ser calculado conforme NFRC-100
5.8.2.5 – Fatores de ganho de calor solar (SHGF) em toda a área de insolação deverá ser calculado conforme NFRC-200 5.8.2.6 – Transmissibilidade a luz visível: deverá ser
determinado conforme NFRC-200
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 61
ASHRAE Standard 90.1-2004
6.0 – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado 6.1 - Geral 6.2 – Requisitos de conformidade 6.3 – Aproximação Simplificada 6.4 – Provisões obrigatórias 6.5 – Caminho recomendado Seção 11 – Método do orçamento do custo da energia 6.7 - Documentos23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 62
ASHRAE Standard 90.1-2004
6.0 – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado 6.1 – Geral6.1.1 – Escopo
6.1.1.1 – Edifícios Novos – conforme item 6.2 (6.8 Eficiência mínima do equipamento)
6.1.1.2 – Adições a Edifícios Existentes – conforme 6.2 (6.8 Eficiência mínima do equipamento)
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 63
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6.0 – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado 6.2 – Requisitos de Conformidade conforme os itens6.1 Geral, 6.7 Desenhos Certificados, 6.8 Eficiência Mínima dos Equipamentos,
A - 6.3 Opção simplificada de aproximação B - 6.4 Provisões Obrigatórias e 6.5 Caminho
Recomendado
ASHRAE Standard 90.1-2004
6.0 – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado 6.3 – Aproximação simplificada para sistemas de HVAC
conformidade aos requisitos de eficiência mínima – 6.3.1 – Escopo: Edifícios de menor porte 2 andares com até
2.300m2
6.3.2 – HVAC Critérios
A – o equipamento atende a uma única zona
B – Refrigeração equipamentos de refrigeração RAC ou PAC C – Ciclo economizador conforme a tabela 6.5.1
D – Aquecimento equipamentos de refrigeração RAC ou PAC E – Ar externo fornecido pelo equipamento inferior ou igual a 84 m3/h
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 65
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6.4 – Provisões Obrigatórias6.4.1.1 – Placa de identificação com dados técnicos do desempenho, de operação e da eficiência dos equipamentos listados – devem atender as tabelas 6.8.1-A a 6.8.1-G 6.8.1-A – Condicionadores de ar e unidades condensadoras 6.8.1-B – Bombas de calor
6.8.1.C – Refrigeradores de água compactos 6.8.1-D – PAC, RAC e bombas de calor
6.8.1-E – Aquecedores (furnaces), aquecedores de duto e resistências elétricas;
6.8.1-F – Caldeiras
6.8.1-G – Equipamentos de rejeição de calor
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 66
ASHRAE Standard 90.1-2004
6.4 – Provisões Obrigatórias
6.4.1.2 – Eficiências mínimas de equipamento – Condições não padrões 6.4.1.3 – Equipamento não listado – poderá ser usado
6.4.1.4 – Verificação da eficiência dos Equipamentos A- Deverá ser certificado US DOE
B – Se existir um programa de certificação o equipamento deverá fazer parte da lista
C – Se existir um programa de certificação e o equipamento não estiver listado, poderá ser ensaiado por empresa certificadora independente D – Se não existir um programa de certificação o fabricante deverá
fornecer os dados de desempenho
E – No caso de possuir componentes ou sub-conjuntos de diferentes fabricantes o projetista deverá especificar qual é o componente ou sub-conjunto a ser considerado
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 67
ASHRAE Standard 90.1-2004
6.4 – Provisões Obrigatórias6.4.2 – Cálculo da Carga Térmica deverá ser feito seguindo os procedimentos de manuais reconhecido como por exemplo o ASHRAE Fundamentals
6.4.3 – Controles
6.4.3.1 – Termostato de controle da zona térmica
6.4.3.2 – Restrição de reajuste do ponto de ajuste da temperatura 6.4.3.3 – Sistema de controle da ventilação
6.4.3.4 – Controle auxiliar de aquecimento – bomba de calor 6.4.3.5 – Pré aquecedor do umidificador
6.4.3.6 – Umidificadores e desumidificadores
6.4.3.7 – Proteção contra congelamento e fusão de neve ou de gelo 6.4.3.8 – Controle de ventilação para áreas de grande ocupação humana
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6.4 – Provisões Obrigatórias
6.4.4. – Sistemas de HVAC Construção e Isolamento 6.4.4.1 – Isolamento térmico
6.4.4.2 – Vazamento em dutos e plenos
6.4.5 – Requerimentos de finalização conforme item 6.7.2
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 69
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6.5 – Caminho Recomendado6.5.1 – Ciclo Economizador
6.5.2 – Limitações Simultâneas de Aquecimento e de Refrigeração 6.5.3 – Controle e Projeto de Sistemas do Lado do Ar
6.5.4 – Controle e Projeto de Sistemas do Lado da Água 6.5.5 – Equipamentos de Rejeição de Calor
6.5.6 – Recuperação de Energia 6.5.7 – Coifas de Exaustão
6.5.8 – Sistema de Aquecimento Radiante
6.5.9 – Limitações da Derivação de Gás Quente – Hot gas by pass
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 70
ASHRAE Standard 90.1-2004
6.6 – Caminho Recomendado Alternativo – Não éusado
6.7 – Documentos 6.7.1 – Geral
6.7.2 – Requerimentos de finalização – desenhos, manuais e comissionamento
6.8 – Tabelas de Eficiência Mínima dos Equipamentos
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 71
ASHRAE Standard 90.1-2004
7.0 – Aquecimento da Água de Serviço 7.1 - Geral 7.2 – Definição dos Caminhos Recomendados 7.8 – Informação do Produto 7.4 – Provisões obrigatórias 7.5 – Caminho recomendado Seção 11 – Método do ―orçamento‖ do custo da energia 7.7 - DocumentosASHRAE Standard 90.1-2004
7.0 – Aquecimento da Água de Serviço7.1 – Geral
7.2 – Caminho Recomendado
7.3 – Simplificado: Opção de Pequena Construção – não é usado
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 73
ASHRAE Standard 90.1-2004
7.4 – Provisões Obrigatórias
7.4.1 – Cálculo da carga de aquecimento da água deverá ser feito conforme procedimento definido pelo fabricante ou por manuais
7.4.2 – Eficiência do Equipamento de aquecimento da água potável, piscinas ou tanques de armazenagem deverá ser conforme a tabela 7.8
7.4.3 – Isolamento da Tubulação da Água Quente de Serviço
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 74
ASHRAE Standard 90.1-2004
7.4 – Provisões Obrigatórias
7.4.4 - Controle da Água Quente de Serviço
7.4.5 – Piscinas
7.4.6 – Heat Trap – dispositivo que impede a
circulação da água quente por convecção
natural
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 75
ASHRAE Standard 90.1-2004
7.5 – Caminho Recomendado
7.5.1 – Aquecimento do Ar e Aquecimento da Água 7.5.2 – Equipamento de Aquecimento da Água de
Serviço
7.6 – Caminho Alternativo recomendado – não é usado
7.7 – Documentos: deverão atender ou não normas e regulamentos locais
ASHRAE Standard 90.1-2004
8.0 – Potência 8.1 - Geral 8.2 – Definição dos Caminhos Recomendados 8.4 – Provisões obrigatórias 8.7 - Documentos23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 77
ASHRAE Standard 90.1-2004
8.0 – Potência8.1 – Geral – aplica-se ao sistema de distribuição de energia elétrica
8.2 – Caminho Recomendado
8.3 – Opção Simplificada para Edifícios Pequenos – não é usada
8.4 – Provisões Obrigatórias
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 78
ASHRAE Standard 90.1-2004
8.0 – Potência
8.4 – Provisões Obrigatórias
8.4.1 – Queda de Tensão
8.4.1.1 – Condutores de alimentação – queda máxima de tensão de 2%
8.4.1.2 – Condutores de ramais – queda máxima de tensão de 3%
8.5 – Caminho Recomendado – não é usado
8.6 – Caminho Alternativo Recomendado – não é usado 8.7 – Documentos: Desenhos e Manuais
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 79
ASHRAE Standard 90.1-2004
9.0 - Iluminação 9.1 - Geral 9.2 – Definição dos Caminhos Recomendados 9.4 – Provisões obrigatórias 9.5 – Método da Área do edifício 9.6 – Método do Espaço pelo EspaçoSeção 11 – Método do orçamento do custo da energia
ASHRAE Standard 90.1-2004
9.0 – Iluminação 9.1 – Geral 9.1.1 – EscopoA – Espaços interiores do edifício B – Exterior do edifício
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 81
ASHRAE Standard 90.1-2004
9.0 – Iluminação9.2 – Caminho Recomendado
9.2.1 – Sistema de iluminação e equipamentos 9.2.2 – Requerimentos recomendados
9.2.2.1 – Método da área do edifício 9.2.2.2 – Método de cada espaço
9.2.2.3 – Potência da iluminação interna 9.3 – Não é usado
9.4 – Provisões Obrigatórias
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 82
ASHRAE Standard 90.1-2004
9.4 – Provisões Obrigatórias
9.4.1 – Controle de Iluminação 9.4.2 – Fiação em Tandem 9.4.3 – Sinais de Saída
9.4.4 – Iluminação Exterior do Térreo do Edifício 9.4.5 – Potência da iluminação exterior do edifício
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 83
ASHRAE Standard 90.1-2004
9.5 – Método da Área do Edifício – Caminho Recomendado
9.5.1 – Método de Cálculo da Potência de Iluminação Interior Máxima Permitida
9.6 – Caminho Recomendado Alternativo – Método do Espaço pelo Espaço
9.7 – Documentos – não usado
9.8 – Informação do Produto – não usado
ASHRAE Standard 90.1-2004
10.0 – Outros Equipamentos 10.1 - Geral
10.2 – Caminhos Recomendados 10.4 – Provisões
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 85
ASHRAE Standard 90.1-2004
10.0 – Outros equipamentos10.1 – Geral
10.2 – Caminho Recomendado
10.3 – Opção Simplificada para Edifícios de Pequeno Porte – não é usada
10.4 – Provisões Obrigatórias
10.4.1 – Motores Elétricos de alto rendimento tabela 10.8
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 86
ASHRAE Standard 90.1-2004
10.5 – Caminho Recomendado Prescritivo – não é usado
10.6 – Caminho Alternativo Recomendado – não é usado
10.7 – Documentos – não é usado 10.8 – Informação de Produto
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 87
ASHRAE Standard 90.1-2004
11.0 – Método do Orçamento do Custo da Energia 11.1 – Geral
11.2 – Requerimentos Gerais de Simulação
11.2.1 – Programa de Simulação 11.2.2 – Dados Climáticos
11.2.3 – Cálculo do Custo Energético Calculado e o Orçado
Valores de Projeto ASHRAE
Fundamentals Handbook 2005 Chapter 17 Energy Resources
Descrição Unidades Brasil ASHRAE 2001 ASHRAE 2005 Iluminação Instalada W/m2 15 14 8,6
Calor sensível W/m2 130 63 47 Aquecimento W/m2 ?? 47 32 Pressão do sistema de ventilação Pa 1000 1000 1000
Vazão de ar insuflada M3/h*m2 28 18 18 Potência elétrica geral W/m2 50 48 32 Potência Térmica geral W/m2
M2/Tr 140 25 95 37 63 55 Pressão do sistema de água kPa 300 210 210 Refrigerador de água condensação
a água COP kW/kW kW/Tr 5,9 0,59 5,9 0,59 7,1 0,49 Equipamentos Auxiliares COP kW/kW
kW/Tr 20 0,18 25 0,14 25 0,14 Equipamentos Unitários condensação a água COP kW/kW KW/Tr 3,57 0,98 3,57 0,98 3,57 0,98
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 89
Indoor Environmental Quality
ASHRAE Standard 62.1-2004
4.0 – Qualidade do Ar Externo 4.1 – Qualidade do Ar Regional 4.2 – Qualidade do Ar Local 4.3 – Documentação 5.0 – Sistemas e Equipamentos 5.1 – Ventilação Natural 5.2 – Distribuição do ar de Ventilação 5.3 – Localização do Duto de Exaustão23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 90
Indoor Environmental Quality
ASHRAE Standard 62.1-2004
5.4 – Sistema de Controle da Ventilação 5.5 – Superfície em contato com o Fluxo de Ar 5.6 – Tomadas de Ar Exterior
5.7 – Captura Local de Contaminantes 5.8 – Ar de Combustão
5.9 – Remoção de Material Particulado 5.10 – Sistemas de Desumidificação
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 91
Indoor Environmental Quality
ASHRAE Standard 62.1-2004
5.11 – Bandejas de Drenagem
5.12 – Serpentinas com Tubos Aletados e Trocadores de Calor
5.13 – Equipamento de Umidificação e Jatos Pulverizados de Água
5.14 – Acesso para Inspeção, Limpeza e Manutenção 5.15 – Superfície externa e interna do Edifício
5.16 – Edifícios com Garagens em Anexo 5.17 – Classificação do Ar e re-circulação
Indoor Environmental Quality
ASHRAE Standard 62.1-2004
6.0 – Procedimentos
6.1 – Geral
6.2 – Procedimentos da Taxa de Ventilação
6.3 – Procedimentos da Qualidade Interna do Ar
6.4 – Procedimentos da Documentação de
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 93
RE-09 de 16/01/2003 – Anvisa
Padrões Referenciais
3.4 - a Taxa de Renovação do Ar adequada de ambientes climatizados será, no mínimo, de 27 m3/hora/pessoa, exceto no caso específico de ambientes com alta rotatividade de pessoas. Nestes casos a Taxa de Renovação do Ar mínima será de 17 m3/hora/pessoa, não sendo admitido em qualquer situação que os ambientes possuam uma concentração de CO2, maior ou igual a estabelecida em IV-2.1, desta Orientação Técnica.
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 94
RE-09 de 16/01/2003 – Anvisa
Padrões Referenciais
3.5 - a utilização de filtros de classe G1 é
obrigatória na captação de ar exterior. O Grau
de Pureza do Ar nos ambientes climatizados
será obtido utilizando-se, no mínimo, filtros
de classe G-3 nos condicionadores de
sistemas centrais, minimizando o acúmulo de
sujidades nos dutos, assim como reduzindo os
níveis de material particulado no ar
NBR-16401
ABNT 16401/80 Instalações de
ar-condicionado — Sistemas centrais e
unitários Parte 3: Qualidade do ar
interior
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 95
NBR 16401-2008 Renovação de Ar
A vazão eficaz de ar exterior Vef é considerada constituída pela soma de duas partes, avaliadas separadamente: a vazão
relacionada às pessoas (admitindo pessoas adaptadas ao recinto) e a vazão relacionada à área ocupada.
É calculada pela equação: Vef= Pz* Fp+ Az* Fa onde
Vef é a vazão eficaz de ar exterior, expressa em litros por segundo
(L/s);
Pz é o número máximo de pessoas na zona de ventilação;
Fpé a vazão por pessoa, expressa em litros por segundo
(L/s*pessoa);
Azé a área útil ocupada pelas pessoas, expressa em metros
quadrados (m ).
NBR 16401-2008 Renovação de Ar
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 97
Tabela dos valores de vazão de ar por pessoa ou por área ocupada
Nível 1 - Nível mínimo vazão de ar exterior para
ventilação.
Nível 2 - Nível intermediário da vazão de ar exterior para
ventilação.
Nível 3 - Vazões ar exterior para ventilação que
segundo estudos existem evidências de redução de reclamações e manifestações alérgicas
NBR 16.401-3 – Tabela 1 Vazão Eficaz
de Ar Exterior para Ventilação
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 98
Local Densidade de pessoas Nível 1 Fp Fa Nível 2 Fp Fa Nível 3 Fp Fa Exaustão mecânica Por 100 m2 L/s*pess oa L/s*m2 L/s*pess oa L/s*m2 L/s*pess oa L/s*m 2 L/s*m2 Supermercado de padrão médio 8 3,8 0,3 4,8 0,4 5,7 0,5 Mall de centros comerciais 40 3,8 0,3 4,8 0,4 5,7 0,5 Escritório de diretoria 6 2,5 0,3 3,1 0,4 3,8 0,5 Escritório com alta densidade 20 2,5 0,3 3,1 0,4 3,6 0,5 Call Center 60 3,8 0,6 4,8 0,8 5,7 0,9 Bancos área de público 41 3,8 0,3 4,8 0,4 5,7 0,5
NBR 16401- Parte 3 Qualidade
do Ar Filtragem
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 99
Tipos de filtros
Classe Eficiência
Gravimétrica média Eg%
Eficiência média para particulas de 0,4 microns metro Ef%
Grossos G1 50% < Eg% < 65% G2 65% < Eg% < 80% G3 80% < Eg% < 90% G4 90% < Eg% Finos F5 40% < Ef% < 60% F6 60% < Ef% < 80% F7 80% < Ef% < 90% F8 90% < Ef% < 95% F9 95% < Ef%
NBR 16401- Parte 3 Qualidade
do Ar Filtragem
Aplicação Típica Classe
Supermercado, mall de centros comerciais, agências bancárias e de correios, lojas comerciais e de serviços, Biblioteca, Museu áreas do público
G4
Escritórios, sala de reunião, CPD, sala de digitação, call center, consultórios, Aeroporto – saguão, salas de embarque
F5
Aeroporto Torre de Controle, Centrais de telefone, Sala de comutação G3 + F6
Biblioteca, museu – exposição e depósito de obras sensíveis G3 – F8
Hotéis 3 estrelas ou mais - apartamentos, lobby, salas de estar, salões de convenções F5
Hotéis - outros, motéis – apartamentos, Lanchonete, cafeteria G4
Teatro, cinema, auditório, locais de culto, sala de aula F5
Restaurante, bar, salão de coquetel, discoteca, danceteria, salão de festas, salão de jogos
F5
NBR 16401- Parte 3 Qualidade
do Ar Tomada de Ar Exterior
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 101
Distância mínima de possíveis fontes de poluição Metros
Entrada de garagens estacionamentos ou ―drive-in‖ 5,0
Docas de carga e descarga estacionamento de ônibus 7,5
Estradas, ruas com pouco movimento 1,5
Estradas, ruas com tráfego pesado 7,5
Telhados, lajes, jardins ou outra superfície horizontal 1,5
Depósitos de lixo e área de colocação de caçambas 5,0
Locais reservados a fumantes (fumódromos) 4,0
Torres de resfriamento 10,0
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 102
Eficiência de Filtragem MERV
ASHRAE 52.2 ASHRAE 52.1 Particle size range Test MERV 3 to 10 µm 1 to 3 µm .3 to 1 µm Arrestance Dust spot
Particle size range, µm Applications 1 <20% - - <65% <20% 2 <20% - - 65-70% <20% 3 <20% - - 70-75% <20% 4 <20% - - >75% <20% >10 residential light pollen, dust mites 5 20-35% - - 80-85% <20% 6 35-50% - - >90% <20% 7 50-70% - - >90% 20-25% 8 >70% - - >95% 25-30% 3.0-10 industrial, dust, molds, spores 9 >85% <50% - >95% 40-45% 10 >85% 50-65% - >95% 50-55% 11 >85% 65-80% - >98% 60-65% 12 >90% >80% - >98% 70-75% 1.0-3.0 industrial, Legionella, dust 13 >90% >90% <75% >98% 80-90% 14 >90% >90% 75-85% >98% 90-95% 15 >90% >90% 85-95% >98% ~95% 16 >95% >95% >95% >98% >95% 0.3-1.0 hospitals, smoke removal, bacteria
23/06/2010 Oficina Sistema de Condicionamente de Ar de Alta Eficiência 103