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NOSSA META É O SUCESSO DOS NOSSOS ALUNOS

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Academic year: 2021

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Exercícios de Fixação – Item 3 da relação de assuntos – Absolutismo

1. Sobre as características do Absolutismo na Idade Moderna é

correto afirmar:

(01) foi um tipo de regime republicano e democrático. (02) procurou legitimar-se no "Direito Divino dos Reis". (04) foi a expressão do poder político descentralizado. (08) implementou o Estado burocrático e racional. (16) baseou-se no poder autocrático do soberano. Soma ( )

2. A frase de Luiz XIV, "L'Etat c'est moi" (O Estado sou eu), como definição da natureza do absolutismo monárquico, significava:

a) a unidade do poder estatal, civil e religioso, com a criação de uma Igreja Francesa (nacional);

b) a superioridade do príncipe em relação a todas as classes sociais, reduzindo a um lugar humilde a burguesia enriquecida; c) a submissão da nobreza feudal pela eliminação de todos os seus privilégios fiscais;

d) a centralização do poder real e absoluto do monarca na sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais reconhecidos; e) o desejo régio de garantir ao Estado um papel de juiz imparcial no conflito entre a aristocracia e o campesinato. 3. Principalmente a partir do século XVI vários autores passam a desenvolver teorias, justificando o poder real. São os legistas que, através de doutrinas leigas ou religiosas, tentam legalizar o Absolutismo. Um deles é Maquiavel: afirma que a obrigação suprema do governante é manter o poder e a segurança do país que governa. Para isso deve usar de todos os meios disponíveis pois que "os fins justificam os meios." Professou suas ideias na famosa obra:

a) "Leviatã"

b) "Do Direito da Paz e da Guerra" c) "República"

d) "O Príncipe"

e) "Política Segundo as Sagradas Escrituras"

4. "A França é uma monarquia. O rei representa a nação inteira, e cada pessoa não representa outra coisa senão um só indivíduo ante o rei. Em consequência todo poder, toda autoridade, reside nas mãos do rei, e só deve haver no reino a autoridade que ele estabelece. Deve ser o dono, pode escutar os conselhos, consultá-los mas deve decidir. Deus que fez o rei dar-lhe-á as luzes necessárias, contanto que mostre boas intenções" Luiz XIV - "Memórias sobre a Arte de Governar" Podemos caracterizar o absolutismo monárquico posto em prática nos países europeus durante a Idade Moderna como: a) uma aliança entre um monarca absolutista e a burguesia mercantil, a fim de dominar e excluir o poder da nobreza. b) uma aliança bem-sucedida entre a burguesia e o proletariado.

c) uma forma de governo autoritária, cujo poder está centralizado nas mãos de uma pessoa que exerce todas as funções do Estado.

d) um sinônimo de tirania exercida pelo monarca sobre seus súditos.

e) um poder total concentrado nas mãos da nobreza, no qual cabia aos juízes e deputados a tarefa de julgar e legislar.

5. Acerca do Absolutismo na Inglaterra, NÃO é possível afirmar que:

a) Fortaleceu-se com a criação da Igreja Anglicana.

b) Foi iniciado por Henrique VIII, da dinastia Tudor, e consolidado no longo reinado de sua filha Elizabeth I.

c) A política mercantilista intervencionista foi fundamental para a sua solidificação.

d) Foi consequência da Guerra das Duas Rosas, que eliminou milhares de nobres e facilitou a consolidação da monarquia centralizada.

e) O rei reinava mas não governava, a exemplo do que ocorreu durante toda a modernidade.

6. "O fim último, causa final de desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o domínio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela mísera condição de guerra que é a consequência necessária (...) das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis da natureza (...)." HOBBES, Thomas. "Leviatã"

A partir do texto acima podemos afirmar que:

a) o fim último dos homens é a vida em liberdade e a guerra social;

b) para terem uma vida mais satisfeita e cuidarem de sua conservação, os homens têm que dominar uns aos outros; c) por amar a liberdade, o homem tem que sair da condição de guerra, consolidando leis de forma democrática;

d) para se conservarem, os homens restringem a própria liberdade;

e) a democracia, como forma de governo. é a única garantia da conservação dos homens frente ao estado de guerra total. 7. "Após ter conseguido retirar da nobreza o poder político que ela detinha enquanto ordem, os soberanos a atraíram para a corte e lhe atribuíram funções políticas e diplomáticas".

Esta frase, extraída da obra de Max Weber, "POLÍTICA COMO VOCAÇÃO", refere-se ao processo que, no Ocidente:

a) destruiu a dominação social da nobreza, na passagem da Idade Moderna para a Contemporânea.

b) estabeleceu a dominação social da nobreza, na passagem da Antiguidade para a Idade Média.

c) fez da nobreza uma ordem privilegiada, na passagem da Alta Idade Média para a Baixa Idade Média.

d) conservou os privilégios políticos da nobreza, na passagem do Antigo Regime para a Restauração.

e) permitiu ao Estado dominar politicamente a nobreza, na passagem da Idade Média para a Moderna.

8. Dentre as instituições políticas do Estado Moderno, aquela que mais o caracteriza é o:

a) absolutismo monárquico, nova forma política assumida cujos fundamentos estavam expressos na SUMA TEOLÓGICA de Tomás de Aquino.

b) mercantilismo que serviam para justificar o enriquecimento da Igreja Católica, mas não traduziam os interesses do monarca absolutista.

c) absolutismo monárquico que intervinha na vida econômica. d) liberalismo praticado pelos Príncipes, mas limitado pela tradição e pelo equilíbrio entre as classes sociais.

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e) absolutismo monárquico que punha em prática uma política econômica de características não intervencionistas, quase liberais - a política mercantilista.

9. O fim último, causa final e desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o domínio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela miséria condição de guerra que é a consequência necessária (conforme se mostrou) das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis de natureza (...) Hobbes, T. "Das causas, geração e definição de um Estado". In: Leviatã. São Paulo: Abril Cultural, 2•. ed.,1979, p. 103.

Considerando o fragmento anterior, podemos dizer que Thomas Hobbes, pensador inglês do séc. XVII, defende a noção de que

a) apenas um Estado democrático, surgido de um ato de liberdade dos cidadãos, teria legitimidade para criar leis e zelar pela segurança e demais necessidades sociais.

b) certos indivíduos, extraordinariamente, quando apaixonados, amam dominar os outros e é preciso forçá-los, através do castigo, a manter o respeito; essa seria a função do Estado. c) o Estado resulta do desejo dos indivíduos de garantir a propriedade privada, para deixar de ter uma condição mísera e participar ativamente do pacto social.

d) o homem é naturalmente bom, mas a vida social o corrompe, fazendo com que passe a querer dominar a liberdade dos outros; o nascimento do Estado é diretamente responsável por essa corrupção.

e) os homens são naturalmente inaptos para a vida social, a menos que constituam uma autoridade à qual entreguem sua liberdade em troca de segurança.

10. "A superioridade das Monarquias sobre os senhores feudais acentuou-se: os castelos feudais deixaram de ser invulneráveis com o desenvolvimento da artilharia; a criação de

exércitos profissionais, convertidos em poderosos

sustentáculos das monarquias, libertaram-nas da até então imprescindível ajuda da nobreza feudal, cuja principal instituição militar - a cavalaria - tornou-se inútil diante da infantaria com arcabuzes e mosquetes." AQUINO, Rubim Leão et alli. HISTÓRIA DAS SOCIEDADES. DAS SOCIEDADES MODERNAS ÀS SOCIEDADES ATUAIS. 2 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1983. p. 24.

O estabelecimento das monarquias absolutas, como enfatiza o texto citado, deu-se em conformidade com uma centralização política cada vez mais acentuada. Com relação a esta centralização política, assinale a alternativa certa.

a) a concentração de poderes nas mãos dos Reis não significou prejuízo político ou econômico para os senhores feudais.

b) acordos entre setores burgueses e aristocráticos levaram ao Absolutismo monárquico, cujo objetivo maior era reprimir as sublevações de servos e camponeses pobres.

c) financiados pelos burgueses e idolatrados pelos nobres, os Reis europeus exerciam um poder absoluto, especialmente depois da Revolução Francesa.

d) a concentração de poderes nas mãos dos Reis, em prejuízo dos senhores feudais, levou à instituição do Absolutismo monárquico.

11. Por volta do século XVI, associa-se à formação das monarquias nacionais europeias

a) a demanda de protecionismo por parte da burguesia mercantil emergente e a circulação de um ideário político absolutista.

b) a afirmação político-econômica da aristocracia feudal e a sustentação ideológica liberal para a centralização do Estado. c) as navegações e conquistas ultramarinas e o desejo de implantação de uma economia mundial de livre-mercado. d) o crescimento do contingente de mão-de-obra camponesa e a presença da concepção burguesa de ditadura do proletariado.

e) o surgimento de uma vanguarda cultural religiosa e a forte influência do ceticismo francês defensor do direito divino dos reis.

12. Sobre o absolutismo monárquico desenvolvido na França no Século XVI é correto dizer que

a) conseguiu que o povo, através do voto garantisse a concentração de todo o poder nas mãos do rei.

b) constituiu-se a partir dos senhores feudais, que haviam sempre jurado fidelidade ao rei.

c) recebeu da Igreja Católica uma veemente oposição.

d) dependeu basicamente da convergência parcial dos objetivos da realeza com os interesses da burguesia.

e) impediu o desenvolvimento comercial dos países onde os reis tinham poderes ilimitados.

13. Leia este trecho, escrito por um pensador cujas ideias foram influentes no processo de formação dos Estados nacionais na Europa Ocidental:

Há, porém, duas maneiras de tornar-se príncipe o homem comum, as quais não podem ser inteiramente atribuídas ou à sorte ou ao merecimento, e não me parece que deva deixá-las de lado, embora de uma delas se possa mais extensamente falar no lugar em que se discorrer sobre as repúblicas. São elas: quando, por qualquer forma criminosa ou nefanda, se ascende ao principado; e quando, mediante o favor dos seus concidadãos, torna-se alguém príncipe de sua pátria.

As ideias contidas nesse trecho podem ser associadas a a) MAQUIAVEL, que considerava a fortuna e a virtude fatores importantes para se alcançar o poder.

b) BODIN, que defendeu, quando necessário, a investidura do soberano no poder por meios ilícitos.

c) GROTIUS, que preconizava a existência de um Estado forte para controlar a sociedade civil.

d) HOBBES, que pregava a afirmação da soberania de cada um dos indivíduos frente ao Leviatã.

14. As teorias de Maquiavel e Hobbes foram fundamentais para o estabelecimento do absolutismo, a consolidação do Estado Moderno e para mudanças nas relações políticas da Europa. Entre as ideias básicas de Hobbes, podemos destacar:

a) a necessidade de educar o ser humano, para que ele retomasse sua boa relação com a natureza e transformasse a vida social da sua época.

b) a crença na capacidade de se estabelecer relações harmoniosas entre os povos, desenvolvendo-se o comércio e os negócios públicos.

c) a crítica feita ao Cristianismo e sua insistência em derrotar o poderio da Igreja e das religiões, que, segundo ele, eram as únicas responsáveis pela hipocrisia social.

d) a preocupação com a centralização do poder político, fundamental para a posterior consolidação do Estado Moderno.

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e) a preocupação com a política, que não impediu a produção de obras literárias importantes para sua época dentro de uma perspectiva artística.

15. O sistema monárquico absolutista, que atingiu seu apogeu sob o reinado de Luís XIV, apresenta-se como o modelo de gestão política característico do período histórico moderno. Sobre esse sistema, é correto afirmar que ele

a) não era arbitrário, pois o monarca não podia transgredir certas leis e costumes fundamentais do reino.

b) foi responsável pelo desenvolvimento do conceito de

cidadania, ao afirmar as liberdades individuais em

contraposição ao sistema político medieval.

c) apresentava, entre seus princípios teóricos, a noção de que a potência soberana do Estado emana do povo.

d) foi enaltecido pelos iluministas, notadamente pelo filósofo Montesquieu, admirador da tripartição do poder político adotada pelo absolutismo.

e) não foi bem-sucedido como forma de governo, pois desprezava a racionalização burocrática da máquina estatal. 16. Leia o texto que se segue, trecho da resposta do Rei Luís XV ao Parlamento de Paris, em 1766.

"É exclusivamente na minha pessoa que reside o poder soberano (...) é só de mim que os meus tribunais recebem a sua existência e a sua autoridade; a plenitude dessa autoridade, que eles não exercem se não em meu nome, permanece sempre em mim, e o seu uso não pode ser voltado contra mim e a mim unicamente que pertence o poder legislativo sem dependência e sem partilha (...) a ordem pública inteira emana de mim, e os direitos e interesses da Nação, de que se ousa fazer um corpo separado do Monarca, estão necessariamente unidos com os meus e repousam unicamente nas minhas mãos". Gustavo de Freitas, 900 TEXTOS E DOCUMENTOS DE HISTÓRIA.

Com o auxílio das informações contidas no texto, julgue os itens adiante, relativos ao Estado nacional moderno, como VERDADEIROS ou FALSOS.

( ) Formado na crise do sistema feudal, o Estado moderno opôs-se tanto aos particularismos urbanos, feudais e regionais quanto ao universalismo da Igreja e ao antigo ideal romano-germânico de império.

( ) Em "O Príncipe", Maquiavel defende a existência de um Estado unificado, com um poder político forte, centralizado e laico.

( ) A expressão "maquiavelismo" pode ser entendida a partir da concepção, presente em "O Príncipe", de que não há limite ético ou moral às ações do soberano que, visando à manutenção da vida e do Estado, está livre para o emprego de quaisquer meios.

( ) A doutrina do direito divino dos reis, elaborada por Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", constituiu o único caminho de justificação teórica e de legitimação ideológica do absolutismo. 17. O início da Época Moderna está ligado a um processo geral de transformações humanística, artística, cultural e política. A concentração do poder promoveu um tipo de Estado. Para alguns pensadores da época, que procuraram fundamentar o Absolutismo:

a) a função do Estado é agir de acordo com a vontade da maioria.

b) a História se explica pelo valor da raça de um povo.

c) a fidelidade ao poder absoluto reside na separação dos três poderes.

d) o rei reina por vontade de Deus, sendo assim considerado o seu representante na Terra.

e) a soberania máxima reside no próprio povo.

18. Sobre as cidades europeia na época moderna (séculos XVI a XVIII), é correto afirmar que, em termos gerais,

a) mantiveram o mesmo grau de autonomia política que haviam gozado durante a Idade Média.

b) ganharam autonomia política na mesma proporção em que perderam importância econômica.

c) reforçaram sua segurança construindo muralhas cada vez maiores e mais difíceis de serem transpostas.

d) perderam, com os reis absolutistas, as imunidades políticas que haviam usufruído na Idade Média.

e) conquistaram um tal grau de autossuficiência econômica que puderam viver isoladas do entorno rural.

19. O Absolutismo monárquico manifestou-se de formas variadas, entre os séculos XVI e XVIII na Europa, através de um conjunto de práticas e doutrinas político-econômicas que fundamentavam a atuação do Estado Nacional Absoluto. Dentre essas práticas e doutrinas, identificamos corretamente a:

a) condenação da doutrina política medieval que justificava a autoridade monárquica absoluta através do Direito Divino dos Reis

b) concentração dos poderes de governo e da autoridade política na pessoa do Rei identificado com o Estado

c) promoção política das burguesias nacionais, principais empreendedores mercantis da expansão econômica e geográfica do Estado Moderno Absoluto

d) adoção de práticas capitalistas e liberais como fundamento da organização econômica dos Impérios coloniais controlados pelas Monarquias europeias

e) rejeição dos princípios mercantilistas: dirigismo econômico e protecionismo alfandegário.

20. (...) O príncipe que baseia seu poder inteiramente na sorte se arruína quando esta muda. Acredito também que é feliz quem age de acordo com as necessidades do seu tempo, e da mesma forma é infeliz quem age opondo-se ao que o seu tempo exige.

Maquiavel. "O Príncipe". Brasília: Ed. UnB, 1976. p.90. A formação dos Estados modernos na Europa Ocidental foi fruto de um complexo processo de alianças entre setores da nobreza e da nascente burguesia. O rei encarnava essa tensa aliança que expressava as lutas políticas próprias ao período de formação do capitalismo.

Acerca do processo de formação dos Estados modernos, é possível afirmar que

( ) os princípios disseminados na obra de Nicolau Maquiavel, "O Príncipe", são condizentes com a moralidade política medieval, que defendia a origem divina do poder real; portanto, ao príncipe caberia aceitar os desígnios divinos e governar para o bem da coletividade.

( ) Maquiavel elabora uma reflexão realista sobre o poder e o homem; portanto, aconselha o príncipe a governar em nome de uma razão destinada, primordialmente, ao fortalecimento do poder do soberano.

( ) a imagem do rei estava associada, desde a formação dos Estados feudais, a princípios religiosos. Os rituais de coroação, mediados pela Igreja Católica, sacralizavam o poder real. ( ) o tumultuado processo revolucionário francês disseminou

um medo profundo nos Estados monárquicos, que,

posteriormente, formaram a Santa Aliança, para combater o avanço dos movimentos revolucionários.

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GABARITO 1. 02 + 08 + 16 = 26 2. [D] 3. [D] 4. [C] 5. [E] 6. [D] 7. [E] 8. [C] 9. [E] 10. [D] 11. [A] 12. [D] 13. [A] 14. [D] 15. [A] 16. V V V F 17. [D] 18. [D] 19. [B] 20. F V V V PROVAS ANTERIORES Exame de 1996 – Questão 5

“O Príncipe”, uma das mais famosas obras literárias do Renascimento, foi, em grande parte, resultado das observações feitas pelo autor, Nicolau Maquiavel, em diversos países da Europa. Em sua obra, Maquiavel defende o Absolutismo como forma de consolidar e fortalecer o Estado.

Dentre seus argumentos para a defesa do Absolutismo, destaca-se a/o

a) reconhecimento de que na política a necessidade sobrepuja a ética, e o bem-estar do Estado justifica qualquer tipo de ação.

b) ideia de que os poderes do monarca seriam limitados apenas pelos princípios religiosos, pois o bem do Estado deveria preterir todos os outros interesses.

c) necessidade de o governante cercar-se de conselheiros eficientes, leais e dedicados ao trabalho do Estado, com os quais ele dividiria o poder.

d) princípio da contínua evolução das instituições do Estado, para que elas fossem adaptadas às situações novas surgidas com o progresso.

e) fato de o sistema não depender necessariamente de um governante muito capaz e inteligente.

Exame de 1998 – Questão 9

No início da Idade Moderna ocorreu um processo geral de transformações humanista, cultural, artística e política. Surgiu também um tipo de Estado cuja característica era a concentração do poder. Na visão de alguns pensadores da época, esse absolutismo se fundamentava no argumento de que

a) a soberania máxima reside no próprio povo.

b) a fidelidade ao poder absoluto reside na separação dos três poderes.

c) o rei reina por vontade de DEUS, sendo assim considerado o seu representante na terra.

d) a função do Estado é agir de acordo com a vontade da maioria.

e) as imposições da Igreja Católica eram válidas no Concílio de Trento.

Exame de 2002 – Questão 4

Na segunda metade do século XVIII, basicamente, alguns dos grandes países da Europa eram governados pelos seguintes reis: Carlos III (Espanha), Catarina II (Rússia), Frederico II (Prússia), José I (Portugal) e José II (Áustria). Existe um ponto em comum entre eles. Assinale a frase que melhor expressa esse ponto. a) “O Estado sou Eu”.

b) “Não há Rei sem Bispo”. c) “Tudo pelo povo, sem o povo”. d) “O Rei reina, o Parlamento governa”.

e) “Deixa fazer, deixa passar, o mundo gira por si mesmo”.

Exame de 2003 – Questão 2

No período histórico em que a peça citada foi escrita, a Inglaterra estava sendo regida politicamente pelo(a) a) Absolutismo Monárquico. b) Despotismo Esclarecido. c) Parlamentarismo Republicano. d) Soberania Parlamentarista. e) Imperialismo Constitucional. Exame de 2004 – Questão 24

Na Inglaterra, o apogeu do absolutismo ocorreu no reinado da Dinastia Tudor (1485- 1603). Acerca desse regime absoluto é correto afirmar que

a) surgiu em consequência da Guerra das Duas Rosas, que dizimou a nobreza, facilitando a centralização do poder.

b) o rei estava sujeito ao Parlamento. c) fortaleceu a aliança com a Igreja Católica.

d) o liberalismo econômico foi fundamental para a sua consolidação.

e) foi iniciado por Elisabeth I e consolidado por Jaime II. Exame de 2005 – Questão 31

Durante quase três séculos, a Europa viveu sob o regime absolutista, que possuía uma série de características particulares.

A respeito do Absolutismo e seus antecedentes, é correto afirmar que

a) a Espanha foi pioneira ao realizar a centralização monárquica, sob o reinado de Carlos V, unindo as coroas de Castela e Aragão.

b) Portugal foi pioneiro na expansão colonial com a descoberta da América, em 1492, por Cristóvão Colombo.

c) a Guerra dos Condottieri permitiu que os Estados italianos fossem unificados brevemente durante o papado de Júlio II.

d) a Guerra dos Cem Anos (1337-1453) favoreceu o fortalecimento da monarquia francesa.

e) a Guerra das Duas Rosas (1455-1485) provocou o enfraquecimento da monarquia inglesa.

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Exame de 2006 – Questão 35

A justificativa do poder ilimitado dos reis propiciou o surgimento de inúmeras obras. Um importante teórico, Thomas Hobbes, escreveu em seu ensaio, Leviatã, que: Antes de surgir o Estado, os indivíduos eram livres e iguais, mas viviam em uma situação de guerra permanente de todos contra todos. Era o Estado da natureza, no qual não havia governo. O homem era como “um lobo para o homem”.

A obra citada foi justificativa para o poder a) democrático.

b) absolutista. c) liberal.

d) socialista utópico.

e)do despotismo esclarecido. Exame de 2007 – Questão 40

“Na Europa, a justificativa para o poder soberano dos reis propiciou o aparecimento de inúmeras obras literárias que se dividiram em duas grandes correntes: a Teoria do Direito Divino dos Reis e a Teoria do Contrato Social.” (BERUTTI, 2004, p. 161, modificado)

A Teoria do Direito Divino dos Reis afirmava que

a) o chefe do Governo atuava apenas como senhor feudal.

b) ser chefe de Estado dependia exclusivamente do parlamento.

c) os súditos não deviam obediência ao rei.

d) o imperador era apenas o chefe do Poder Executivo. e) quem era contra o rei era contra Deus.

Exame de 2014 – Questão 34

O absolutismo desenvolveu-se no ocidente europeu durante a Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), favorecido, principalmente, pela(o)(s):

a) falta de freio nas concepções morais e nos costumes da época.

b) fortalecimento da Igreja Católica e pelos lucros auferidos pelas vitórias dos cruzados.

c) formação dos estados nacionais e transferência do eixo econômico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.

d) riquezas obtidas pelos reis europeus na América, África e Ásia.

e) reforma protestante e transferência do eixo econômico do Oceano Atlântico para o Mar Mediterrâneo.

Exame de 2018 – Questão 37

Durante a Idade Moderna, ocorreu o fortalecimento gradual dos governos das monarquias nacionais em grande parte da Europa. Desse processo resultou o absolutismo monárquico. Dentre os argumentos usados para se justificar tal condição, havia um que definia o poder absoluto como condição necessária para a manutenção da paz e do progresso. Assinale a alternativa abaixo que apresenta o responsável por tal pensamento.

a) Thomas Hobbes b) Immanuel Kant c) John Locke

d) Jean Le Rond D’Alembert e) Jacques Bossuet

Exame de 2019 – Questão 34

Que monarca francês representou o ponto culminante do Absolutismo em seu país e cujo ministro, Colbert, lançou as bases do Mercantilismo, no período de 1643 a 1715? a) Cardeal Richelieu

b) Henrique VIII c) Luís XVI d) Felipe II e) Luís XIV

Referências

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