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Olá amigo, estamos iniciando mais um programa da série Através da Bíblia. Este programa

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Academic year: 2022

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Olá amigo, estamos iniciando mais um programa da série “Através da Bíblia”. Este programa faz parte do projeto que temos desenvolvido no objetivo de estudarmos toda a Bíblia Sagrada. Com o objetivo de adequarmos as nossas vidas à vontade de Deus temos diariamente reservado uma porção do texto bíblico para comentá-lo e considerar as possíveis aplicações para as nossas vidas. O nosso convite é que você use este tempo para se tornar cada vez mais semelhante a Jesus Cristo. Afinal esse é o desejo de cada um de nós e especificamente daqueles que tem escrito para nós compartilhando como através do programa Deus tem falado aos seus corações. Hoje registro o e-mail que a IN nos enviou de Cachoeira Paulista do estudo de SP. Essas foram as suas palavras: “A paz do Senhor. Sou evangélica e hoje quero dar os parabéns pelo programa. Pena que descobri esta rádio somente agora. Só comecei a ouvir o programa a partir de Deuterônomio, mas foi um presente de Deus. Hoje acompanho diariamente o Através da Bíblia que tem sido uma verdadeira escola para mim. Espero estar junto com todos os ouvintes nesses próximos anos de programa. Que Deus os abençoe”. Querida irmã muito obrigado por suas palavras.

Louvamos a Deus que tem nos usado como seus instrumentos para abençoá-la ainda mais.

Afinal esse é o nosso desejo. Queremos que aqueles que nos ouvem sejam edificados e desafiados a se tornarem cada vez mais semelhantes da Jesus Cristo. Por isso convido a todos que me ouvem agora a orarmos pedindo ao Senhor exatamente isso e também as Suas bênçãos para o programa de hoje. “Pai querido estamos agora na tua presença agradecendo por mais essa oportunidade de gastarmos um tempo para ouvir a tua voz ao estudarmos a Tua Palavra. Te pedimos que o Senhor nos ilumine pelo teu Santo Espírito e nos capacite para que possamos aplicar a Tua Palavra em nosso viver diário. Tu sabes o desejo que temos de nos conformarmos à imagem de Cristo. Abençoa-nos, te pedimos em nome de Jesus, Amém!”.

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Querido amigo, hoje temos como alvo estudarmos a primeira parte do capítulo sete desta primeira carta de Paulo escrita aos cristãos de Corinto. O assunto desse e do próximo programa que tratam deste capítulo é o casamento. O casamento é um dos assuntos mais importantes a ser estudado por todos os cristãos, pois é no casamento que se vivencia uma série grande de princípios cristãos que devem ser desenvolvidos por todos nós.

Casar ou não casar?

1Co 7.1-24 Introdução

Depois de Paulo tratar nos capítulos cinco e seis sobre a questão da moralidade, sobre como o cristão pode e deve entender e desenvolver a sua sexualidade para a glória de Deus, o apóstolo começa a desenvolver nesse capítulo as suas respostas a algumas perguntas que foram feitas a ele por aqueles cristãos de Corinto (confome o verso 1).

As perguntas feitas ao apóstolo referem-se ao casamento, ao celibato, e a virgindade, incluindo-se também alguma consideração sobre a possibilidade de um segundo casamento.

Ao estudarmos estes versos vamos notar que Paulo tem por base alguns ensinamentos do Senhor Jesus e, sobre os temas que Jesus tratou ele não trata de novo. Mas Paulo também dá a sua orientação mesmo em temas que o Senhor não tratou. Nos versos 6, 10, 12, 25 e 40 o apóstolo diz que mesmo não tendo um palavra específica de Jesus sobre determinada questão ele, que se percebia um instrumento usado pelo Espírito Santo (40) expressava a sua opinião. Não quer dizer que suas palavras não fossem inspiradas por Deus, como querem alguns que tentam achar problemas no texto bíblico. Não! De modo algum! O que o apóstolo está fazendo aqui é apenas um distinção entre o que Jesus ensinou e o que ele estava ensinado. Paulo, como apóstolo, chamado por Deus, e tendo o Espírito Santo a lhe inspirar estava tratando de questões que Jesus não tinha tratado. Conforme LOPES “Há

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alguns assuntos que Jesus não tratou nos evangelhos. Os assuntos que Jesus tratou sobre casamento e divórcio estão registrados em Mt 5.31-32; Mt 19.1-12; Mc 10.1-12 e Lc 16.18”

(2008, p. 127).

O assunto deste capítulo é muito pratico e serve para três grupos de pessoas: 1) Serve tanto para casais cristãos, como para noivos cristãos. 2) Serve para casais em que um dos conjuges ainda não é cristão. 3) E, serve para aqueles que estão sozinhos como solteiros ou viúvos. Paulo aconselhou esses três grupos de pessoas e, por isso, quero convidá-lo a abrir a sua Bíblia e acompanhar as nossas considerações sobre esses assuntos tão práticos.

Como tínhamos observado anteriormente, a igreja de Corinto ainda estava influenciada pelo ambiente cultural, social e filosófico que reinava na cidade. O posicionamento sobre casamento, o celibato e a virgindade eram considerados muitos importantes entre os coríntios que se inclinavam mais para o asceticismo. Por outro lado, os hedonistas, viviam desenfreadamente em busca dos prazeres usando o corpo indevidamente deixando-se dominar pelas paixões apenas sensuais. Por isso os cristãos mais inclinados aos asceticismo viam nesses temas mencionados (casamento, celibato e virgindade) razões para reprimir de diversas maneiras algumas práticas que entendiam como dificultadoras na busca e no desenvolvimento da santidade.

Paulo então respondendo essas questões orienta os coríntios sobre esses aspectos da vida humana. Paulo mostra que tanto o casamento como o celibato ou a virgindade são escolhas válidas e legitimas diante de Deus. O apóstolo mostra que o casamento monogâmico pode ser uma bênção que evita a promiscuidade e as pressões que se tem na área sexual. Mas ele mostra também que é uma bênção ficar sozinho se temos recebido de Deus esse dom.

De uma ou outra maneira, quando agimos submetendo-nos aos ensinos cristãos podemos glorificar a Deus, pois esse deve ser o nosso grande alvo (1Co 10.31).

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Afirmação teológica – Somente quando nos submetemos aos princípios cristãos podemos glorificar a Deus em nosso estado civil.

Frase de transição – Nestes versos encontramos três considerações que devemos fazer sobre essa questão tão prática.

A 1ª consideração é reconhecermos que é bom não se casar 1. Os cinco argumentos paulinos:

1.1.v.1 Os homens não devem tocar em mulher 1.2.v.8 Os solteiros e viúvos deveriam ficar sozinhos 1.3.v. 27 Se estas sozinho não se case.

1.4.v. 38 Se um pai apoiar a filha não se casar está correto, é ainda melhor.

1.5.v. 40 A mulher se ficar viúva será feliz 2. As cinco razões desta posição:

2.1. - v. 26 Por causa da angustiosa situação, tempos dificéis (desordens, perseguições, etc) 2.2. - v. 28 Por querer poupar das angústias, dos sofrimentos na carne

2.3. - v. 29 Porque o tempo se abrevia (somos seguidores de Cristo) 2.4. - v. 32 Porque estareis livres de preocupações.

2.5. - v. 35 Porque com mais facilidade podereis se consagrar ao serviço do Senhor.

3. As exceções já previstas:

3.1. - v.7 Aja de acordo com o seu dom.

3.2. - v.9 É melhor casar do que viver sob pressões, queimando de desejos.

A 2ª considereção é reconhecermos que é bom se casar 1. O argumento

1.1. De Paulo: v. 28, 36, 38, 39 e mais 2, 7 e 9 Não é pecado, é bom, é livre.

1.2. De toda a Bíblia: Pv 18.22: é bom, é benção da parte de Deus! Hb 13.4: é honrado 2. As razões desta posição

2.1. É o plano original de Deus - Gn 2.18, 24

2.2. O próprio Senhor Jesus valorizou o casamento - Mt 7.31-2; 19.6-8; Jo 2.1-10.

2.3. O Espírito Santo também valoriza o casamento colocando-o como exemplo da relação Jesus-igreja Ef. 5

A 3ª considereção é reconhecermos que é bom seguirmos o princípio geral 1. "Ande cada um como o Senhor lhe tem chamado" - v.17

2. "Cada um permaneça diante de Deus conforme foi chamado" - v. 20 e 24 3. "Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens" - v.23 Conclusão

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"E tudo o que fizerdes "casados ou não casados", seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai" - Cl 3.17

Muito bom, depois de verificarmos em termos gerais os principios sobre o casamento é bom aproveitarmos o assunto para tratarmos sobre os...

15. Deveres do casamento 1Co. 7 e outros textos Introdução

Seja qual for o nosso estado civil devemos glorificar a Deus em nosso viver.

Em relação aos deveres gerais de casamento devemos respeitar o ensino bíblico que aponta para as responsabilidades do marido e da esposa:

Afirmação teológica – Todo cristão casado deve ter como objetivo glorificar a Deus no seu relacionamento matrimonial.

Frase de transição – Nesses textos encontramos os papeis que cada conjuge cristão deve desenvolver no matrimônio.

O 1º papel refere-se as responsabilidades dos maridos - 1. Ser o cabeça do lar - Ef 5.23; 1Co 11.3

2. Amar sua esposa - Ef 5.25, 28 3. Entregar-se por ela - Ef 5.25 4. Alimentá-la - Ef 5.29

5. Cuidá-la - Ef 5.29

6. Unir-se a ela, formando uma só carne - Ef 5.31 7. Tratá-la sem amargura - Cl 3.19

8. Viver com discernimento - 1Pe 3.7 9. Considerá-la parte mais frágil - 1Pe 3.7 10. Tratá-la com dignidade - 1Pe 3.7

O 2º papel refere-se as responsabilidade das esposas - 1. Submeter-se ao marido - Ef 5.22

2. Respeitar o marido - Ef 5.33

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3. Não exercer autoridade sem ele -1Tm 2.12 4. Amá-lo - Tt 2.5

5. Ter procedimento agradável - 1Pe 3.1 6. Ter comportamento honesto - 1Pe 3.2 7. Ter espírito manso - 1Pe 3.4

8. Ter espírito tranqüilo - 1Pe 3.4 9. Esperar em Deus - 1Pe 3.5

10. Ser companheira idônea - Gn 2.18, 20

O 3º papel refere-se as responsabilidades físicas do casamento - v.3-5 1. Cada cônjuge deve conceder ao seu parceiro o que lhe é devido - v.3 2. Nenhum dos cônjuges tem domínio sobre o seu próprio corpo - v.4 3. Os cônjuges não devem privar-se do relacionamento físico - v. 5.

3.1. Existe uma exceção - para se dedicarem à oração - os dois juntos por algum tempo - (veja 1Pe 3.7)

3.2. Existe um motivo para a interrupção e para o relacionamento físico - evitar a tentação de Satanás e a queda

Muitas separações, disquites e divórcios; muitos problemas domésticos, seriam evitados se as pessoas estivessem buscando na Bíblia a orientação para suas vidas no lar e na família.

Paulo diz que abstinêcia deve se dar-se somente na hípote para de se ter comum acordo e for feita durante um tempo para que Satanás não ganhe vitória sobre os conjuges.

O 4º papel refere-se ao dever dos cônjuges agradarem-se mutuamente - v.33-34 1. Discernir entre as coisas do mundo e as coisas do Senhor

2. Devem preocupar-se com as coisas do mundo, isto é o seu cônjuge O 5º papel refere-se ao dever dos cônjuges servir ao Senhor - v.32-35 1. Diferença entre servir e trabalhar para o Senhor -

2. A prioridade dos casados é a família - 1Tm 5.8

3. Através da vida bem ajustada o testemunho de Jesus pode ser dado 3.1. Os filhos serão abençoados

3.2. Os vizinhos, parentes, amigos atraídos

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Conclusão -

"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor, e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo" Cl 3.23-24.

E ainda com base nesses versos, vale apenas estudarmos uma questão tremendamente importante. Essa questão é expressa nessa pergunta:

16. Separar ou não separar?

1Co 7 Introdução

O texto do AT é claro [Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel (Ml 2.16).]

Vamos considerar agora a questão da separação, e a questão do casamento em que um dos conjuges não é cristão. “É um ato de desobediência um cristão casar-se com um incrédulo. Mas se a pessoa se torna cristã depois de ter se casado, ela não pode usar esse acontecimento como base para a separação... Paulo está dizendo que a conversão não altera as nossas obrigações sociais” (Lopes, 2008, p. 135)

O ideal para o casamento que está expresso claramente na Bíblia, não era alcançado naqueles dias em Corinto e também está longe de ser alcançado em nossos dias. Nesta passagem podemos relembrar o que Deus almeja para o casamento.

Havia em Corinto uma idéia errada de que para servir-se ao Senhor era necessário a separação. Havia em Corinto a idéia de que o casamento imposibilitava a santidade e a dedicação ao Senhor.

Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, esclareceu qual o alvo de Deus para com o casamento.

Em resumo ele propõe essa princípio para todos nós.

Afirmação teológica – O compromisso do casamento é legítimo e todo cristão que o assume deve fazer tudo para preservá-lo.

Frase de transição – Nestes versos encontramos três orientações sobre a

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possibilidade de separar ou não separar.

A 1ª orientação é feita para os casais cristãos - v.10-11 1. Os cristãos não devem separar-se - v. 10

1.1. É mandamento do Senhor

1.2. Não deve haver motivo suficiente para separação - Mt.19:8 1.3. Enquanto os dois viverem estarão juntos - v. 39

1.4. Para se servir ao Senhor não é necessário separar-se

Encontramos essas palavras nos Evangelhos, e é Jesus que fala sobre isso (Mt 19.8) Quando perguntado sobre o divórcio, sobre o esfacelamento do lar e da família, Jesus disse que era completamente proibido a separação. Só havia uma possibildade, uma hipóte para o término do casamento que era exatamente o caso de adultério ou de infidelidade conjugal por causa da dureza do coração humano em não querer perdoar. Jesus foi muito claro em mostrar que o homem não devia absolutamente separar-se de sua esposa, nem a esposa o seu esposo.

2. Se porém, houver separação - v. 11

2.1. A razão da separação deve ser bem fundamentada 2.2. Não deve haver novo casamento

2.3. Deve haver reconciliação

3. O novo casamento só pode ocorrer 3.1. Quando houver viuvez - v. 39

3.2. Se for feito no Senhor - casamento cristão - v.39

3.3. Se houver adultério, por causa da dureza do coração humano - Mt. 19:9 (mas não era assim desde o princípio - v. 8)

A 2ª orientação é feita para os casais mistos - v. 12-16

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1. O cônjuge cristão não deve se separar- v. 12-14

1.1. Se o não cristão quiser ficar, o cristão deve consentir na continuidade do casamento.

1.2. A continuidade do casamento e o convívio abençoará o não cristão.

1.3. A continuidade do casamento e o convívio pode conduzir o não cristão à salvação 1.4. A continuidade do casamento e o convívio evita que os filhos se tornem impuros 1.5. A continuidade do casamento e o convívio os filhos do casal serão abençoados 2. O cônjuge não cristão pode separar-se - v. 15

2.1. Se o não cristão quiser se separar, ele pode fazê-lo

2.2. Se o não cristão quiser se separar, o cristão não fica mais obrigado à lei do casamento.

2.3. Se o não cristão quiser se separar, o cristão aceita o abandono do lar e fica livre.

2.4. O cristão que foi abandonado pode aceitar a separação para usufruir da paz de Deus.

2.5. O cristão que foi abandonado pode aceitar a separação e fica livre:

2.5.1. Livre para ficar sozinho e melhor servir o Senhor.

2.5.2. Livre para assumir um novo compromisso (?), mas veja o verso 11.

Conforme Kistemaker: “O incrédulo é quem quebra o vínculo do casamento, que Deus pretendeu que durasse a vida inteira. Agora o crente não está mais obrigado àquela união, porque seu cônjuge incrédulo ‘rompeu com Deus em vez de com seu cônjuge’. Nesse versículo, Paulo nem proíbe nem recomenda um novo casamento para o cônjuge abandonado, e deixa essa questão em aberto” (2004, p.320). Na verdade, Paulo está mais preocupado com que o cristão viva em paz, na paz que só o Senhor concede. Portanto ele vai desafiar esse cristão a procurar com todos os esforços manter o casamento, pois assim o seu cônjuge incrédulo poderia ser salvo. Mas, a ressalva é feita claramente: [se o descrente quiser apartar-se, que se aparte.]

3. Não conhecendo o futuro (possível salvação do não cristão) o conjuge cristão deve estar

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disposto a ser um canal para a salvação do não cristão - v. 16 A 3ª orientação é feita em geral para todos os casais - v. 17-24

1. Cada um viva conforme Deus lhe concedeu (conforme o dom que Deus lhe deu) - v. 17 2. Cada um permaneça como Deus o chamou - v.20

2.1. Se foi chamado tendo obedecido a lei, não desfaça o que ocorreu no passado.

2.2. Se foi chamado não tendo lei, não procure obedecer e servir a lei.

2.3. Se foi chamado escravo, não se preocupe, mas se puder mudar de situação, faça-o.

2.4. Se foi chamado livre, lembre-se que para o Senhor você é escravo.

2.5. Todos devem se lembrar que fomos comprados pelo Senhor por um preço incalculável!

3. Somos servos de Jesus e não dos homens - v. 23 Conclusão

"...Deus nos tem chamado à paz ..." v. 15b 2.820

Referências

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