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Critérios de Avaliação da Educação Pré-escolar

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROF. CARLOS TEIXEIRA ANO LETIVO 2021/2022

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2 Índice:

 Introdução/Enquadramento

 Finalidades / Princípios

 Processos de Avaliação

 Intervenientes

 Métodos e Instrumentos de Avaliação

 Momentos de Avaliação

 Parâmetros de Avaliação por Áreas de Conteúdo (anexo: perfil da criança no final da educação pré-escolar-grelha, Critérios 3 anos, 4 anos e 5 anos- grelha)

 Critérios de Progressão/Retenção

 Conclusão

 Anexos

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I. Introdução/Enquadramento

Quando falamos de educação, somos de imediato confrontados com a sua importância como

“...principal fator de desenvolvimento humano e social”. Apostar nesta premissa significa que não há fase da vida em que a educação não seja crucial. Sabendo que a educação pré escolar é considerada como “a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita cooperação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário' (Art.º 2.º)”, surge então a necessidade de avaliar todo o processo educativo (desenvolvimento e aprendizagens), que deve ser visto de uma forma conjunta e indissociável e não como ações separadas. Neste contexto e de acordo com as novas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, em que o currículo é concebido e gerido pela educadora de infância, em colaboração com a equipa educativa do estabelecimento/agrupamento de escolas, a avaliação implica interpretação, reflexão e informação sobre o processo ensino/aprendizagem, tendo como principal função o apoio na promoção da formação das crianças. Então a avaliação deve assumir um papel formativo, em que desenvolvimento e aprendizagens sejam vertentes indissociáveis, reconhecer a criança como sujeito e agente no processo educativo, dar resposta a todas as crianças e privilegiar uma construção articulada do saber, em que brincar é um meio privilegiado de aprendizagem que leva ao desenvolvimento de competências transversais a todas as áreas do desenvolvimento e aprendizagem de uma forma holística.

As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas nas novas Orientações Curriculares para a Educação de Infância e no Perfil de Desempenho Profissional do Educador de Infância, onde é referido que a educadora”... avalia numa perspetiva formativa...”.

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4 II. Finalidades / Princípios

“A avaliação na educação pré-escolar é reinvestida na ação educativa, sendo uma avaliação para a aprendizagem e não da aprendizagem”, in Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Por este motivo a avaliação implica procedimentos adequados à atividade educativa, baseada em registos de observação, portefólios e recolha sistemática de informações realizadas ao longo do tempo. Sendo por isso uma avaliação formativa e participada (com as crianças, com outros profissionais e com as famílias), que sustenta a adequação do processo educativo às necessidades de cada criança e do grupo, tendo em conta a sua evolução.

Permite assim:

a) Contribuir para a adequação das práticas, tendo por base uma recolha sistemática de informação, que permita às educadoras regularem a atividade educativa, tomar decisões, planear a ação;

b) Refletir sobre os efeitos da ação educativa, a partir da observação de cada criança e do grupo de modo a estabelecer a progressão das aprendizagens;

c) Promover e acompanhar processos de aprendizagem, tendo em conta a realidade do grupo e de cada criança, favorecendo o desenvolvimento das suas competências e desempenhos, de modo a contribuir para o desenvolvimento de todas e de cada uma;

d) Envolver a criança num processo de análise e de construção conjunta, que lhe permita, enquanto protagonista da sua aprendizagem, tomar consciência dos progressos e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando;

e) Conhecer a criança e o seu contexto numa perspetiva holística, o que implica desenvolver processos de reflexão e partilha de informação e aferição entre os vários intervenientes – pais, equipa e outros profissionais – tendo em vista a adequação do processo educativo;

f) Recolher dados para monitorizar a eficácia das medidas educativas definidas no Programa Educativo Individual (PEI).

Deste modo a avaliação assenta nos seguintes princípios:

1) Caráter holístico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da

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criança;

2) Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo, definidos nas Orientações Curriculares para a Educação Pré- Escolar;

3) Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados;

4) Caráter marcadamente formativo da avaliação;

5) Valorização dos progressos da criança;

6) Promoção da igualdade de oportunidades e equidade.

III. Processos de Avaliação

A avaliação na educação pré-escolar deve ser formativa, segundo as Orientações Curriculares para a Educação de Infância, “...considera-se que a educação pré-escolar não envolve nem a classificação da aprendizagem da criança, nem o juízo de valor sobre a sua maneira de ser, centrando-se na documentação do processo e na descrição da sua aprendizagem, de modo a valorizar as suas formas de aprender e os seus progressos. Avaliar os progressos das crianças consiste em comparar cada uma consigo própria para situar a evolução da sua aprendizagem ao longo do tempo. Refletir sobre esses progressos e o valor que atribui às experiências de aprendizagem das crianças permite ao/a educador/a tomar consciência das conceções subjacentes à sua intervenção pedagógica e o modo como estas se concretizam na ação”. Deste modo, tendo em conta as Orientações Curriculares para a Educação de Infância estão previstos os seguintes procedimentos de avaliação:

a) Avaliação Diagnóstica - no início do ano letivo, tendo por base a análise dos dados das observações feitas/evidências recolhidas – Com esta avaliação as educadoras pretendem conhecer o que cada criança e o grupo já sabem e são capazes de fazer, as necessidades e interesses e os seus contextos familiares que servirão de base para a tomada de decisões da ação educativa, no âmbito do projeto curricular de grupo;

b) Avaliação Formativa Individual por Áreas- no fim de cada período, tendo por base a análise dos dados das observações feitas/evidências recolhidas;

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6 c) Apreciação Global das Atividades (do Plano Anual de Atividades) - no fim de cada

período, tendo por base a análise das atividades realizadas e da evolução do grupo;

d) Avaliação realizada com as crianças- no fim das atividades ou projetos, tendo por base a participação das crianças na avaliação promovendo o seu envolvimento na construção do processo educativo, constituindo também uma base da avaliação para as educadoras.

e) Avaliação de Grupo que transita/Relatório de transição- no final do ano letivo, em articulação com a professora do 1.º Ciclo.

A construção de instrumentos de recolha de evidências, que fundamentam o preenchimento das fichas formativas, bem como a elaboração das fichas é da responsabilidade do Departamento Pré-Escolar.

IV. Intervenientes

A avaliação é da responsabilidade da educadora titular de grupo, competindo-lhe definir uma metodologia de acordo com as conceções e opções pedagógicas, capaz de integrar de forma articulada os conteúdos das diferentes áreas das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar.

Para além da educadora intervêm no processo de avaliação:

a) A(s) criança(s) – a avaliação realizada com as crianças é uma atividade educativa, que as implica na sua própria aprendizagem, fazendo-as refletir sobre as suas dificuldades e como as superar;

b) A equipa – a partilha com todos os elementos da equipa (outros docentes, auxiliares, outros técnicos ou agentes educativos) com responsabilidades na educação da criança permite ao educador um maior conhecimento sobre ela;

c) Os encarregados de educação – a troca de opiniões, com a família, permite, não só um melhor conhecimento da criança e de outros contextos que influenciam a sua educação, como também, promove uma atuação concertada entre o jardim-de-infância e a família;

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d) Os Órgãos de Gestão - os dados da avaliação realizados pelo Departamento da Educação Pré-Escolar, deverão estar na base das orientações e decisões, bem como, na mobilização e coordenação dos recursos educativos existentes.

V. Métodos e Instrumentos de Avaliação

“Avaliar os progressos das crianças... Requer uma tomada de consciência por parte do(a) educador(a) subjacente à sua intervenção pedagógica”, implicando uma atitude e um saber específico que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança e do grupo no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada.

Assim, compete às educadoras, de acordo com as suas opções metodológicas, utilizar técnicas e instrumentos de observação e registo diversificados:

a) Observação;

b) Entrevistas;

c) Abordagens narrativas;

d) Fotografias;

e) Gravações de áudio e vídeo;

f) Registos de autoavaliação;

g) Portefólios construídos com as crianças;

h) Questionários a crianças, pais ou outros parceiros educativos;

i) Outros.

VI. Momentos de Avaliação

Apesar de a avaliação ser um processo contínuo importa definir alguns momentos para a sua realização:

a) Avaliação Diagnóstica - Será realizada no início do ano letivo sob a forma de

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8 caracterização do grupo, de identificação de interesses e necessidades e tem como objetivo a elaboração e a adequação do projeto curricular de grupo e a adoção de estratégias de diferenciação pedagógica;

b) Avaliação Formativa/Apreciação Global de atividades - no final dos períodos letivos as educadoras procederão à análise, das atividades desenvolvidas e desenvolvimento das crianças (para a apreciação Global), e das informações recolhidas através do preenchimento da ficha de avaliação formativa do desenvolvimento e das suas aprendizagens que será comunicada aos Pais e Encarregados de Educação em data a definir pelos momentos de avaliação, constantes no Calendário Escolar de cada ano letivo;

c) Relatório de transição- “Imediatamente após o final do 3.º período letivo, previsto para a educação pré-escolar, os educadores de infância devem realizar a avaliação das aprendizagens das crianças que transitam e procederem à sua articulação com o 1.º Ciclo do Ensino Básico” (ponto 1.7). Em reunião de Conselho de Docentes as educadores comunicarão, aos professores do 1.º Ciclo, as aprendizagens.

De acordo com o Despacho nº 8248/2013, ponto 1.6, “… na programação das reuniões de avaliação é assegurada a articulação entre os educadores de infância e as professoras do 1.º Ciclo do ensino básico, de modo a garantir o acompanhamento pedagógico das crianças no seu percurso entre aqueles níveis de educação e de ensino”, realçando a aquisição de aprendizagens no percurso, evolução e progressos, centrando-se numa apreciação positiva quando a criança transita para o 1.º Ciclo. Fichas individuais de avaliação e outros documentos relevantes são arquivados no seu processo individual (nos serviços administrativos) que o acompanha até ao final do 3.º Ciclo.

VII. Parâmetros de Avaliação por Áreas de Conteúdo (anexo: perfil da criança no final da educação pré-escolar-grelha)

“A perspetiva holística, que caracteriza a aprendizagem da criança e que está subjacente ao brincar, estará também presente na abordagem das diferentes áreas de conteúdo. Ao brincar,

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as crianças vão-se apropriando de conceitos que lhes permitem dar sentido ao mundo e em que o/a educador/a pode reconhecer o contributo para a aprendizagem de diversos tipos de conhecimento, tais como, a língua, a matemática, as ciências. É esta curiosidade e interesse das crianças por explorar e compreender que dará progressivamente lugar à sua participação no desenvolvimento de projetos de aprendizagem mais complexos, que mobilizam diferentes áreas de conteúdo. Não há, assim, uma oposição, mas uma complementaridade e continuidade, entre o brincar e as aprendizagens a realizar nas diferentes áreas de conteúdo”, in Orientações Curriculares para a Educação de Infância. Esta perspetiva de continuidade entre brincar e aprender articula-se com o reconhecimento da criança como sujeito e agente do processo educativo. As áreas de conteúdo quando baseadas nos princípios e fundamentos das Orientações Curriculares registam semelhanças com as utilizadas noutros níveis de ensino, o que propicia a articulação da educação pré-escolar com o ensino básico, facilitando ainda a comunicação entre educadores/professores. Não se pretende no entanto que a educação pré-escolar se organize em função de uma preparação para a escolaridade obrigatória, “...mas sim num desenvolvimento de saberes e disposições, que permitam a cada criança ter sucesso, não só na etapa seguinte, mas também na aprendizagem ao longo da vida”, in Orientações Curriculares. As áreas de conteúdo são curriculares não disciplinares e articulam-se de forma transversal, quer no processo de desenvolvimento das aprendizagens das crianças, quer no processo de planeamento e avaliação da ação educativa. Assim importa definir um conjunto de competências mais específicas, por áreas de conteúdo e por níveis etários, que orientem as educadoras na avaliação do desenvolvimento e das aprendizagens das crianças. Existem parâmetros de avaliação específicos para cada uma das áreas curriculares (grelha do perfil da criança no final da educação pré-escolar):

a) Área de Formação Pessoal e Social;

b) Área de Expressão e Comunicação – com diferentes domínios: Domínio da Educação Física; Domínio da Educação Artística, que engloba os subdomínios: Artes Visuais, Jogo dramático/Teatro, Música e Dança; Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita e por último Domínio da Matemática;

c) Área do Conhecimento do Mundo.

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10 VIII. Critérios de Progressão/Retenção

Porque a educação pré-escolar é facultativa e a avaliação tem um caráter marcadamente formativo, não está prevista a progressão nem a retenção. No entanto, de acordo com o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, no ponto 2 do art.º 19º, as crianças com necessidades educativas especiais de caráter permanente podem, em situações excecionais devidamente fundamentadas, beneficiar do adiamento da matrícula no 1.º ano de escolaridade obrigatória, por um ano, não renovável.

IX. Conclusão

Com este documento o Departamento da Educação Pré-Escolar pretende clarificar e uniformizar os procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas relativamente à avaliação na Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Prof. Carlos Teixeira.

A definição de competências procura ser uma referência e uma orientação para as educadoras, sem pôr em causa o respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada.

Neste contexto, a avaliação deve centrar-se sempre na criança e na sua evolução e a referência comparativa deve ser sempre a própria criança, em diferentes momentos de aprendizagem. Tendo como principal função a melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o Jardim-de infância, a família e a escola, uma construção partilhada que passa pelo diálogo, pela comunicação de processos e resultados, tendo em vista a criação de contextos facilitadores de um percurso educativo e formativo de sucesso.

Cada educadora deve, no início do ano letivo, informar os pais / encarregados de educação acerca dos critérios gerais de avaliação. É da responsabilidade dos Órgãos de Gestão a divulgação dos Critérios Gerais de Avaliação aprovados em Conselho Pedagógico.

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X. Anexos

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12 Departamento da Educação Pré-Escolar Perfil da criança no final da

Educação Pré- Escolar

ÁREA DA FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

COMPONENTES APRENDIZAGENS

CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE E DA AUTOESTIMA

Conhecer e aceitar as suas características pessoais e a sua identidade social e

cultural, situando-as em relação às de outros;

Reconhecer e valorizar laços de pertença social e cultural.

INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

Saber cuidar de si e responsabilizar-se pela sua segurança e bem-estar;

Ir adquirindo a capacidade de fazer escolhas, tomar decisões e assumir responsabilidades, tendo em conta o seu bem-estar e o dos outros.

CONSCIÊNCIA DE SI COMO APRENDENTE

Ser capaz de ensaiar diferentes

estratégias para resolver as dificuldades e problemas que se lhe colocam;

Ser capaz de participar nas decisões sobre o seu processo de aprendizagem;

Cooperar com outros no processo de aprendizagem.

CONVIVÊNCIA

DEMOCRÁTICA E CIDADANIA

Desenvolver o respeito pelo outro e pelas suas opiniões, numa atitude de partilha e de responsabilidade social;

Respeitar a diversidade e solidarizar-se com os outros;

Desenvolver uma atitude crítica e interventiva relativamente ao que se passa no mundo que a rodeia;

Conhecer e valorizar manifestações do património natural e cultural, reconhecendo a necessidade da sua preservação.

ÁREA DA EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO

DOMÍNIO

EDUCAÇÃO FÍSICA

Cooperar em situações de jogo cumprindo orientações ou regras;

Dominar movimentos que implicam deslocamentos e equilíbrios como: trepar, correr, saltitar, rodopiar, saltar a pés juntos e num só, saltar sobre obstáculos, baloiçar, rastejar e rolar;

Controlar movimentos de perícia e manipulação como:

lançar, receber, pontapear, lançar em precisão, transportar, driblar e agarrar.

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DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

ARTES VISUAIS

•Desenvolver capacidades

expressivas e criativas através de experimentações e produções plásticas;

Reconhecer e mobilizar elementos da comunicação visual tanto na produção e apreciação das suas produções como em imagens que observa;

Apreciar diferentes manifestações de artes visuais, a partir da observação de várias modalidades expressivas (pintura, desenho, escultura,

fotografia,

arquitetura vídeo, etc.), expressando.

JOGO DRAMÁTIC O/ TEATRO

Utilizar e recriar o espaço e os objetos, atribuindo-lhes significados múltiplos em atividades de jogo dramático, situações imaginárias e de recriação de experiências do

quotidiano, individualmente e com outros;

Inventar e representar personagens e situações, por iniciativa própria e/ou a partir de diferentes propostas,

diversificando as formas de concretização;

Apreciar espetáculos teatrais e outras práticas performativas de diferentes estilos e características verbalizando a

sua opinião e leitura crítica.

MÚSICA

Identificar e descrever os sons que ouve (fenómenos sonoros/música) quanto às suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais;

Interpretar com intencionalidade expressiva-musical: cantos rítmicos (com ou sem palavras), jogos

prosódicos (trava-línguas, provérbios, lengalengas, adivinhas, etc.) e

canções (de diferentes tonalidades, modos, métricas, formas, géneros e estilos);

Elaborar improvisações musicais tendo em conta diferentes estímulos e intenções utilizando diversos recursos sonoros (voz, timbres corporais, instrumentos

convencionais e não-convencionais);

DANÇA

Desenvolver o sentido rítmico e de relação do corpo com o espaço e com os outros;

Expressar, através da dança,

sentimentos e emoções em diferentes

(14)

14 situações. ▪ Refletir sobre os

movimentos rítmicos e as coreografias que experimenta e/ou observa;

Apreciar diferentes manifestações coreográficas, usando linguagem específica e adequada.

DOMÍNIO

LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA

COMUNICAÇÃ O ORAL

Compreender mensagens orais em situações diversas de comunicação;

Usar a linguagem oral em contexto, conseguindo comunicar eficazmente de modo adequado à situação

(produção e funcionalidade).

CONSCIÊNCI A

LINGUÍSTICA

Tomar consciência gradual sobre diferentes segmentos orais que constituem as palavras (Consciência Fonológica);

Identificar diferentes palavras numa frase (Consciência da Palavra);

Identificar se uma frase está corre-ta ou incorreta e eventualmente corrigi-la, explicitando as razões dessa correção (Consciência Sintática).

FUNCIONALIDAD E DA

LINGUAGEM ESCRITA E SUA UTILIZAÇÃO EM CONTEXTO

Identificar funções no uso da leitura e da escrita;

Usar a leitura e a escrita com diferentes funcionalidades nas atividades, rotinas e interações com outros. Identificação de

convenções da escrita.

IDENTIFICAÇÃO DE

CONVENÇÕES DA ESCRITA

Reconhecer letras e aperceber-se da sua organização em palavras;

Aperceber-se do sentido direcional da escrita;

Estabelecer relação entre a escrita e a mensagem oral.

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PRAZER E MOTIVAÇÃ O PARA LER E ESCREVER

Compreender que a leitura e a escrita são atividades que proporcionam prazer e satisfação;

Estabelecer razões pessoais para se envolver com a leitura e a escrita associadas ao seu valor e

importância;

Sentir-se competente e capaz de usar a

leitura e a escrita, mesmo que em formas muito iniciais e não

convencionais.

Sugestões de Reflexão:

Escuta com atenção o que as crianças dizem? Como lhes dá a perceber que são

escutadas?

(16)

16

Incentiva as crianças a saber ouvir e escutar o outro com atenção em diversas

situações e momentos.

DOMÍNIO MATEMÁTIC A

NÚMEROS E

OPERAÇÕE S

Identificar quantidades através de diferentes formas de representação (contagens, desenhos, símbolos, escrita de números, estimativa, etc.);

Resolver problemas do quotidiano, que envolvam pequenas quantidades, com

recurso à adição e subtração.

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS

Recolher informação pertinente para dar resposta a questões colocadas, recorrendo a metodologias adequadas (listagens, desenhos, etc.);

Utilizar gráficos e tabelas simples para organizar a informação recolhida e interpretá-los de modo a dar resposta às questões colocadas.

GEOMETRIA E MEDIDA

Localizar objetos num ambiente familiar, utilizando conceitos de orientação. ▪ Identificar pontos de reconhecimento de locais e usar mapas simples;

Tomar o ponto de vista de outros, sendo capaz de dizer o que pode e não pode ser visto de uma determinada posição;

Reconhecer e operar com formas geométricas e figuras, descobrindo e referindo propriedades e identificando padrões, simetrias e projeções;

Compreender que os objetos têm atributos mensuráveis que

permitem compará-los e ordená- los;

Escolher e usar unidades de medida para responder a necessidades e questões

do quotidiano.

INTERESSE E

CURIOSIDAD E PELA MATEMÁTIC A

Mostrar interesse e curiosidade pela matemática, compreendendo a sua importância e utilidade;

Sentir-se competente para lidar com noções matemáticas e resolver problemas.

ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO

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INTRODUÇÃO À METODOLOGIA CIENTÍFICA

Apropriar-se do processo de desenvolvimento da metodologia científica

nas suas diferentes etapas: questionar,

(18)

18 colocar hipóteses, prever como

encontrar respostas, experimentar e recolher informação;

Organizar e analisar a informação para chegar a conclusões e comunicá-las.

ABORDAGEM ÀS CIÊNCIAS

CONHECIMENT O DO MUNDO SOCIAL

Tomar consciência da sua identidade e pertença a diferentes grupos do meio social próximo (ex. família, jardim de infância, amigos, vizinhança).

Identificar pontos de reconhecimento de locais e usar mapas simples;

Reconhecer unidades básicas do tempo diário, semanal e anual, compreendendo a influência que têm na sua vida;

Conhecer elementos centrais da sua comunidade, realçando aspetos físicos, sociais e culturais e

identificando algumas semelhanças e diferenças com outras comunidades;

Estabelecer relações entre o presente e o passado da sua família e

comunidade, associando-as a objetos, situações de vida e práticas culturais;

Conhecer e respeitar a diversidade cultural.

CONHECIMENTO DO MUNDO FÍSICO E NATURAL

Compreender e identificar

características distintivas dos seres vivos e identificar diferenças e

semelhanças entre: animais e plantas;

Compreender e identificar diferenças e semelhanças entre diversos materiais (metais, plásticos, papéis, madeira, etc.), relacionando as suas

propriedades com os objetos feitos a partir deles;

Identificar, descrever e procurar explicações para fenómenos e transformações que observa no meio físico e natural;

Demonstrar cuidados com o seu corpo e de segurança;

Manifestar comportamentos de preocupação com a conservação da natureza e respeito pelo ambiente.

MUNDO TECNOLÓGICO E UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS

Reconhecer os recursos tecnológicos do seu ambiente e explicar as suas funções

e vantagens;

(19)

 Utilizar diferentes suportes

tecnológicos nas atividades do seu quotidiano, com cuidado e

segurança;

 Desenvolver uma atitude crítica perante as tecnologias que conhece e utiliza.

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19 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ - ESCOLAR

Critérios de avaliação 3 Anos

ÁREADEFORMAÇÃOPESSOALESOCIAL

 Relaciona-se com crianças;

 Relaciona-se com adultos;

 Procura o apoio efetivo do adulto;

 Cumpre uma rotina;

 Sabe o seu nome;

 Participa nas atividades propostas;

 Aplica normas básicas de higiene.

ÁREA DA EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO

DOMÍNIO EDUCAÇÃO FÍSICA

 Corre;

 Sobe degraus;

 Salta;

 Chuta a bola;

 Agarra a bola com as mãos;

 Atira a bola com as mãos;

 Orienta-se espacialmente;

 Identifica as principais partes do corpo.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Artes Visuais

 Manipula materiais variados;

 Usa os materiais para fazer algo;

 Representa a figura humana com, pelo menos, 3 características;

 Rasga papel;

 Explora o lápis e o pincel;

 Na pintura utiliza mais que uma cor;

Faz colagem.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Jogo dramático/Teatro

 Expressa-se através do jogo simbólico;

 Participa nas dramatizações propostas.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

Música

 Escuta canções simples;

 Canta canções simples;

 Reconhece sons da natureza que lhe são familiares;

 Sabe fazer silêncio para escutar;

 Explora diferentes sons;

 Participa nas canções propostas.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO

ARTÍSTICA Dança

 Movimenta-se seguindo a música;

 Participa nas danças propostas.

(21)

DOMÍNIO DA LINGUAGEM ORAL E

ABORDAGEM À ESCRITA

 Diz o1º nome;

 Faz perguntas;

 Responde a perguntas começadas por“porque”e “quem”;

 Nomeia diferentes materiais;

 Descreve imagens simples;

 Manipula e explora materiais diversos (livros,revistas, jornais);

 Expressa-se através da linguagem não verbal.

DOMÍNIODA MATEMÁTICA

 Identifica materiais iguais;

 Elabora construções com materiais diversos;

 Compreende noções de dentro/fora;

 Compreende as noçõesde em cima/embaixo;

 Compreende as noções de cheio/vazio;

 Compreende as noções de pequeno/grande;

 Tem consciência de algumas noções temporais;

 Elabora sequências simples.

ÁREADOCONHECIMENTODO MUNDO  Identifica os principais membros da família;

 Mostra-se curioso;

 Explora o mundo que o rodeia;

 Faz perguntas sobre o que o rodeia;

 Revela curiosidade pelo computador.

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19 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ - ESCOLAR

Critérios de avaliação - 4 Anos

ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

Brinca em cooperação com outras crianças;

Respeita as regras dos jogos;

Leva uma tarefa até ao fim;

Participa por iniciativa própria em atividades;

Respeita as normas de convivência em grupo;

Revela atitudes de autoconfiança;

Responsabiliza-se pelo cumprimento das tarefas que lhe são confiadas;

É autónomo na refeição;

Veste-se sozinho;

Despe-se sozinho.

ÁREA DA EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO

DOMÍNIO EDUCAÇÃO FÍSICA

Coordena movimentos amplos;

Coordena movimentos finos;

Orienta-se espacialmente;

 Explora as possibilidades motoras das diferentes partes do corpo;

Tem noção de esquema corporal;

Transpõe vários obstáculos.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Artes

Visuais

Realiza composições plásticas coletivas;

Realiza composições plásticas individuais;

Demonstra coordenação óculo - manual (rasga, corta);

Revela criatividade e imaginação;

Consegue criar a nível bidimensional;

Consegue criar a nível tridimensional;

Conhece e explora diferentes técnicas plásticas;

Atribui significado ao que desenha ou pinta;

Distingue cores.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO

ARTÍSTICA

Jogo dramático / Teatro

Participa em dramatizações;

Imita e representa situações da vida quotidiana;

Cria pequenas histórias;

Utiliza a linguagem não verbal.

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DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Música

 Distingue momentos de ruído e silêncio;

 Respeita momentos de silêncio.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Dança

Movimenta-se ao som da música;

Memoriza e reproduz canções/danças;

Explora as possibilidades rítmicas do som, utilizando o seu corpo.

DOMÍNIO LINGUAGEM ORAL E

ABORDAGEM À ESCRITA

Estabelece diálogo com crianças e adultos;

Participa nas conversas de grupo;

Reconta histórias sequencialmente;

Utiliza a linguagem oral para expressar sentimentos, desejos, ideias…;

Memoriza e reproduz oralmente canções;

Conhece a importância da linguagem escrita como meio de expressão e comunicação;

Interpreta imagens ou gravuras de um livro;

Explora as possibilidades lúdicas da linguagem.

DOMÍNIO DA MATEMÁTICA

Compreende noções (em cima/em baixo; perto/longe;

dentro/fora…);

Distingue noções de tempo;

Identifica as formas geométricas simples;

Classifica e seria objetos segundo um critério (tamanho, cor, forma, ou espessura);

Identifica agrupamentos de um/vários elementos;

Faz correspondência unívoca;

Distingue entre muito/pouco;

Compara as noções: grande/pequeno/médio.

ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO

 Conhece o habitat dos animais domésticos;

 Reconhece e identifica algumas profissões;

 Explora e observa o meio que o rodeia;

 Questiona acerca do que observa;

 Regista o que observou;

 Reconhece a importância da conservação do meio ambiente;

 Identifica elementos básicos do meio físico envolvente;

 Distingue uma alimentação diversificada e saudável.

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19 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ - ESCOLAR

Critérios de avaliação - 5 Anos

ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

Componentes Aprendizagens

CONSTRUÇÃO DA

IDENTIDADE E DA

AUTOESTIMA (A)

Identifica as suas características individuais (sexo, idade, nome, etc.);

Reconhece semelhanças e diferenças comparativamente com os outros;

Verbaliza as necessidades relacionadas com o seu bem-estar físico (fome, casa de banho, etc.);

Expressa as suas emoções e sentimentos e reconhece as dos outros;

Revela confiança em experimentar atividades novas;

Aceita as frustrações e insucessos, procurando formas para as ultrapassar;

Reconhece e valoriza laços de pertença social e cultural.

INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

(B)

Sabe cuidar de si e responsabiliza-se pela sua segurança e bem-estar;

Conhece a rotina diária;

Conhece e responsabiliza-se pelos materiais dis- poníveis;

Toma a iniciativa nas tarefas que pretende realizar concluindo-as;

Demonstra maior controlo na realização de mo- vimentos mais complexos e precisos (recortar, encaixar, trepar, subir e descer escadas…).

CONSCIÊNCIA DE SI COMO APRENDENTE

(C)

Manifesta curiosidade pelo mundo que a rodeia questionando;

Participa na planificação das atividades, fazendo propostas e colaborando na procura de soluções;

Coopera com os outros em atividades de pequeno e grande grupo.

CONVIVÊNCIA DEMOCRÁTICA E CIDADANIA

(D)

Espera pela sua vez (diálogos, jogos) dando oportunidades aos outros de intervir; Contribui na elaboração das regras e cumpre-as;

Resolve situações de conflito através do diálogo;

Demonstra comportamentos de apoio e entreajuda;

Respeita a diversidade e solidariza-se com os outros.

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ÁREA DA EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO

DOMÍNIO EDUCAÇÃO FÍSICA

Demonstra gosto pelas atividades físicas;

Coopera com os colegas em situações de jogo;

Aceita e cumpre as regras do jogo;

Domina movimentos que implicam deslocamentos e equilíbrios (trepar, correr, saltitar, deslizar, rodopiar, saltar a pé juntos ou num pé, saltar sobre obstáculos, baloiçar, rastejar e rolar);

Controla movimentos de perícia e manipulação (lançar, receber,

pontapear, lançar com precisão, transportar, agarrar, driblar).

DOMÍNIO EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Artes

Visuais

Tem prazer em explorar e utilizar diferentes modalidades de expressão visual nas suas produções;

Introduz nas suas produções, espontâneo ou intencional, elementos visuais (cores, formas, texturas, linhas, tonalidades, figura humana, proporções);

Representa e recria vivências (individuais, temas, histórias, pessoas, animais, etc.) utilizando diferentes materiais e diversos meios de expressão (pintura, colagem, desenho, moldagem, etc.);

Aprecia diferentes manifestações de artes visuais (pintura, desenho, escultura, fotografia, arquitetura, vídeo, etc.) expressando a sua opinião.

DOMÍNIO EDUCAÇÃO

ARTÍSTICA

Jogo dramático / Teatro

Envolve-se em situações de jogo dramático individualmente e com outros;

Recria /inventa histórias e diálogos;

Representa personagens e situações explorando recursos diversificados;

Aprecia diferentes manifestações de arte dramática.

(26)

19 DOMÍNIO

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

Música

estrutura rítmica e respiração;

 Canta, enquanto executa sequência de movimentos;

 Interpreta com intencionalidade expressiva - musical:

cantos rítmicos /jogos prosódicos (trava-línguas;

lengalengas; adivinhas; provérbios, etc.) /canções;

 Identifica sons vocais e corporais, sons do meio ambiente próximos, sons da natureza e sons instrumentais;

 Distingue auditivamente canções e músicas de diferentes géneros, estilos e culturas;

 Utiliza instrumentos musicais para acompanhar canções (convencionais e não convencionais).

DOMÍNIO EDUCAÇÃO

ARTÍSTICA Dança

Expressa, através da dança, sentimentos e emoções em diferentes situações;

Cria e recria movimentos a partir de temáticas e personagens (objetos, animais, situações da vida real);

Interpreta pequenas sequências de movimento dançado;

Demonstra o seu sentido rítmico e de relação do corpo com o espaço e com os outros.

DOMÍNIO LINGUAGEM ORAL E

ABORDAGEM À ESCRITA

Compreende mensagens orais em Situações diversas de comunicação;

Faz perguntas sobre novas palavras

E usa novo vocabulário;

Ouve os outros e responde Adequadamente.

Utiliza a linguagem oral em contexto,

Conseguindo comunicar eficazmente de modo adequado à situação (produção e funcionalidade):

Elabora frases complexas;

Relata acontecimentos mostrando clareza do discurso e respeita a sequência dos acontecimentos.

Consciência linguística (B)

Identifica o número de sílabas numa palavra;

Descobre e refere palavras que começam ou acabam da mesma forma;

Isola ou conta palavras de uma frase;

Suprime ou substitui alguma (s) palavra (s), atribuindo-lhe um novo sentido ou formulando novas frases;

Identifica se uma frase está correta ou incorreta.

Funcionalidade da linguagem escrita e sua utilização

em contexto (C)

Usa a leitura e a escrita com

(27)

Comunicação Oral

(A)

atividades, rotinas e interações com outros;

Escreve convencionalmente ou não palavras, pseudopalavras e pequenas frases;

Expressa vontade para querer aprender a ler e a escrever.

Identificação de convenções da

escrita (D)

Apercebe-se do sentido direcional da escrita;

Diferencia escrita de desenho;

Identifica letras e consegue reproduzi-las de modo cada vez mais aproximado;

Estabelece relações entre a escrita e a mensagem oral (acompanha com o dedo o texto escrito).

Prazer e motivação para ler e escrever

(E)

 Demonstra gosto e prazer pela leitura e escrita em diferentes suportes;

 Ouve atentamente histórias, rimas,

poesias, etc.

Organização e tratamento de

dados (A)

Participa na recolha de informações para dar resposta a questões colocadas;

Utiliza gráficos e tabelas para organizar a informação;

Interpreta dados apresentados em tabelas, pictogramas, barras, diagrama de Venn (Identifica semelhança e diferença entre objetos e agrupa-os de acordo com diferentes critérios).

(28)

19 Domínio

da Matemática

Geometria e Medida

(B)

lado/em frente/atrás/entre, etc.);

 Consegue seguir percursos descritos oralmente;

 Representa e descreve percursos familiares;

 Reconhece formas geométricas (bidimensionais e tridimensionais);

 Descreve a perspectiva de um objeto a partir de um

ponto de referência;

 Utiliza uma unidade de medida (medida padrão selecionada) para comparar e ordenar objetos;

 Compara grandezas de medida (altura, largura, comprimento, peso) e indica características de medidas (maior que, mais pequeno que, igual a, etc.).

Interesse e curiosidade pela

matemática (C)

Aplica noções matemáticas já exploradas a novas situações;

Procura estratégias para a resolução de

problemas.

ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO

INTRODUÇÃO À METODOLOGIA

CIENTÍFICA

Demonstra curiosidade e interesse pelo que a rodeia e coloca questões;

Formula hipóteses para dar resposta às questões colocadas;

Revela interesse no planeamento e desenvolvimento das atividades de acordo com a metodologia científica (observa, compara, pesquisa, experimenta, regista e tira conclusões);

Participa na organização e apresentação da informação recolhida partilhando-a;

Envolve-se no processo de descoberta e exploração e revela satisfação com os novos conhecimentos que construiu

(29)

Abordagem às Ciências

Conhecimento Do Mundo Social

onde vive; nacionalidade;

Descreve-se, indicando algumas das suas características individuais;

Utiliza noções temporais (dia, noite, manhã, tarde, semana, mês):

Identifica os membros da

família próxima e graus de parentesco;

Reconhece os diferentes

elementos do Jardim de infância e sabe as suas funções;

Identifica e nomeia

algumas profissões (de pais, de familiares, da comunidade);

Associa rotinas a determinados momentos ou alturas do dia;

Nomeia e descreve aspetos físicos característicos da sua comunidade tais como ruas, pontes, transportes,

edifícios;

Identifica algumas

manifestações culturais do seu meio (tradições, festividades);

Valoriza acontecimentos do tempo passado (pais/avós) e compara-os com as suas vivências;

Conhece e respeita a diversidade de hábitos culturais, (vestuário, alimentação, religião, costumes, etc.).

Conhecimento do

Mundo físico e

Natural

 Reconhece e identifica partes do corpo e alguns órgãos, incluindo órgãos dos sentidos, e compreende as suas funções;

 Aplica práticas promotoras da saúde e segurança (higiene, alimentação, segurança em casa / na rua);

 Identifica-se como ser vivo com características e necessidades semelhantes às dos outros seres vivos (crescimento, nutrição, abrigo, etc.);

 Conhece diferentes animais, diferenciando-os

pelas suas características e habitat;

 Identifica fenómenos atmosféricos que observa (chuva, vento, nuvens, trovoada, etc.);

 Demonstra, preocupações com o meio ambiente (apanhar lixo do chão, fechar as torneiras, apagar as luzes, fazer separação do lixo etc.) e a conservação da natureza;

 Observa e teoriza sobre como se processam algumas transformações naturais (a queda das folhas das árvores, o vento, a sucessão dia/noite, etc.).

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19 Mundo Tecnológico e

Utilização das tecnologias

 Reconhece os recursos tecnológicos e a sua utilidade (semáforos, eletrodomésticos, maquina fotográfica, telemóvel, etc.);

 Usa vários recursos tecnológicos para recolher informação, comunicar e produzir diferentes tipos de trabalhos;

 Respeita as regras de segurança na utilização de recursos/equipamentos tecnológicos (máquina

Fotográfica, aparelhos de música, aquecedor, tomadas elétricas, etc.);

 No jogo simbólico, utiliza brinquedos que imitam os recursos /equipamentos tecnológicos (aspirador, máquina de café, varinha mágica, etc.).

Referências

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