The Gemini Multi-Object Spectrograph
GMOS
Visão geral Componentes Imageamento Modos espectroscópicoso Fenda longa, MOS, IFU
o Nod & Shuffle (fenda longa, MOS, IFU)
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 22
Gemini Multi-Object Spectrograph
GMOS Norte
GMOS Sul
- GMOS-N Instrument Scientist - Kathy Roth
GMOS
Primeiro instrumento do Gemini (N and S)
Região espectral útil: 360nm - 1000nm (≥ 400nm) Modos de observação
Imageamento direto (5.5’ x 5.5’)
Espectroscopia: fenda longa, MOS, IFU (N & S)
Ruído de leitura e amostragem variáveis
Detetores: três 2048x4608 E2V (formerly EEV) chips (6144 x4608 pixels) - 13.5µm
Escala de placa 0.0727”/pix (GMOS-N), 0.073”/pix (GMOS-S)
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 44
GMOS – Estrutura mecânica
Filtros
Redes CCDs
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 66
Componentes: filtros
Sloan: u’, g’, r’, i’, z’
Banda larga: GG455, OG515, RG610, RG780
Outros filtros: CaT. Ha, HaC, OIII, OIIIC, SII (os três últimos serão comissionados no Norte este ano)
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 88
Componentes: Máscaras
Fenda longa: padrão
Larguras de 0.25”, 0.5”, 0.75”, 1”, 1.5”, 2” e 5” Fendas para N&S: 0.5”, 0.75”, 1”, 1.5’’ and 2”.
Comprimento: 108” (1/3 do CCD na direção y).
Multi-object spectroscopy (MOS)
Máscaras podem ser elaboradas com base em imageamento com GMOS (melhor) ou outros instrumentos (limitado)
Largura de fenda 0.5” ou maior
Desenho de máscara baseado no gmmps, fornecido pelo Gemini
Nod & shuffle: Fenda longa e MOS, para melhor subtração do céu (IFU somente no GMOS-S)
GMOS: MOS
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 1010
Nod & Shuffle
Método transcende design original do GMOS
Subtração precisa das linhas de emissão telúrica. Técnica importada do infravermelho
Diferença: detetor não é lido após cada
deslocamento do telescópio
A imagem resultante contém dois espectros observados em cada fenda da máscara
Os espectros são armazenados em diferentes partes do CCD, sendo registrados pelo mesmo número de
Nod: Movimento do telescópio no céu, frequentemente na direção da fenda
Shuffle: Deslocamento da carga no detetor, frequentemente na direção vertical
Nod & Shuffle
Uma versão óptica de uma prática comum no IR
Tempos de exposição curtos devido à variação temporal das linhas de céu
Move o telescópio ao longo da fenda e subtrai as exposições subsequentes
Ao contrário do IV, CCDs não podem ser lidos tão rapidamente, ou tão frequentemente, devido ao ruído de leitura.
Franjas no vermelho distante
N&S ao invés de várias leituras sucessivas do CCD
Expõe na posição “A”
Move o tel. Para a posição “B” e desloca eletrônicamente a carga detectado na posição “A” para uma parte não exposta do CCD, armazenando informação enquanto executa a exposição na posição “B”
Volta para a posição “A” e traz a carga de volta para a posição anterior, recomeçando a exposição na posição “A”
Itera
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 14
Subtração do fundo de céu - Demonstração
A B
A−B
Resíduos menores
QuickTime™ and a TIFF (Uncompressed) decompressor
are needed to see this picture.
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 1616
GMOS components: gratings
Grating Rul. Dens.
Line/mm [Angstroms]Blaze wave. R [Angstroms]Coverage [Angs/pix]Dispersion B1200 1200 4630 3744 1430 0.23 R831 831 7570 4396 2070 0.34 B600 600 4610 1688 2760 0.45 R600 600 9260 3744 2860 0.47 R400 400 7640 1918 4160 0.67 R150 150 7170 631 10710 1.74
IFU: Espectroscopia de campos resolvidos
espacialmente: em mode de duas fendas, campo de 5"x7", fenda única: 5"x3.5".
1500 fibras. Lenslets hexagonais. Cobertura: 400-1100 nm.
Dois campos separados por 1 arcmin.
Alvo 5”x7” (1000 lenslet). Céu 5”x3.5” (500 lenslet).
GMOS-S IFU: N&S capabilities: FOV: 5”x5”.
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 1818
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 2020
GMOS setup e overheads
Conselho válido para todos os instrumentos:
Escreva uma justificativa científica convincente
Calcule o tempo de exposição necessário para atingir os objetivos científicos
Inclua o setup time (movimento do telescópio e outros overheads)
Tempo de leitura - varia com instrumento e configuração GMOS: tempo para mudar filtros, redes e máscaras
Tempo para aplicar pequenos deslocamentos no céu (offsets)
Observando com o GMOS
Imageamento:
Definir filtros, padrão do mosaico, e deslocamentos Deslocamentos tem de ser grandes o suficiente para
corrigir para os gaps entre CCDs
Bias e flats de céu sáo considerados baseline
calibrations e não devem ser incluídos no programa
Espectroscopia (fenda longa, MOS and IFU):
Acquisição
Exposições ”científicas”
Incluem GCAL flat (Nighttime Partner calibration) Lâmpadas de calibração são opcionais – portanto
pagos pelo programa se incluídos na sequência
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 2222
Observando com o GMOS
IFU: Lâmpadas - incluir na sequência noturna
Deslocamento em lâmbda, para evitar perda de
informação devido aos gaps
Calibrações diúrnas (grátis)
Bias, CuAr, flats de céu (imageamento)
Calibrações noturnas, pagas pelo país-membro
GCAL flat: incluído na sequência noturna
Padrões espectrofotométricas (calibração relativa) -requer uma sequência de aquisição, devem ser
incluídas no programa
MOS: 3 lambdas cetrais para cobrir toda a região espectral requerida.
Calibrações noturnas pagas pelo programa:
At 900nm - fringing amplitude is 76%.!!!
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 2424 At 900nm - fringing amplitude is 76%.!!!
Informações Importantes
Variações no nível do bias
GMOS-N: 2-6 ADU Varia com CCD GMOS-S : 2-6 ADU
Os três CCDs variam da mesma forma
Refração diferencial
Afetam observações no azul (u’, g’, B600, B1200) a grandes massas de ar
Afetam:
Qualidade das imagens em boas condições de seeing
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 2626
Refração Diferencial: Banda i’
Modelo para banda i’, seeing 0.3 arcsec
Massa de ar 1.05
Massa de ar 1.5
Refração Diferencial: Banda g’
Modelo para banda g’, seeing 0.3 arcsec
Massa de ar 1.05
Massa de ar 1.5
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 2828
Refração Diferencial: Espectroscopia
Observação executada com fenda quase alinhada com
Refração Diferencial: Espectroscopia
Observação executada com
fenda nao alinhada ao ângulo
Rio de Janeiro, março de 2009 Ricardo Schiavon 3030