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Universidade e Anhanguera – UniderpAnhanguera – Uniderp
FAV- FACULDADES ANHANGUERA DE VALINHOS FAV- FACULDADES ANHANGUERA DE VALINHOS
CURSO: CIÊNCIAS CONTABÉIS CURSO: CIÊNCIAS CONTABÉIS
LEGISL
LEGISLAÇÃO AÇÃO SOCIAL, SOCIAL, TRABALHISTA TRABALHISTA EE PREVIDENCIARIA
PREVIDENCIARIA
GIOVANA
GIOVANA REIS...REIS...RA:...RA: 5725125!"
5725125!" #ARIA
#ARIA ELISA ELISA DA DA SILSILVVA A RODRIGUESRODRIGUES...RA:...RA: $"7$7"%!7
$"7$7"%!7 A
ATIVIDADES TIVIDADES PR&PR&TICAS TICAS SUPERVISIONADASSUPERVISIONADAS PROF' (ARINA )AN(OVIC
PROF' (ARINA )AN(OVIC
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VALINHOS- SP VALINHOS- SP
SU#&RIO 1. INTRODUÇÃO ... ... ! 2. DESENVOLVI#ENTO... .. 5 $. CONCLUSÃO... ... + !. REFERÊNCIAS... .... 1% INTRODUÇÃO
Nos dias atuais cresce a importância do Direito do Trabalho, diante das imensas modificações ue ocorrem nas relações entre capital e trabalho, sobretudo como
resultado da !lobali"aç#o
econ$mica% &, portanto, fundamental conhecer as tend'ncias do Direito do Trabalho no (rasil e no mundo, possibilitando com isto, ue possamos na )ida profissional, pro!ramar estrat*!ias e orientações, para implementar ações dentro dos padrões de
ualidade reueridos%
+ dinâmica social e econ$mica reclama por austes constantes nas relações e muito se fala na fle-ibili"aç#o das leis trabalhistas%
Toda)ia, * importante ter presente ue estas modificações de)em respeitar os limites m.nimos dos direitos da pessoa, direitos estes reconhecidos em tratados internacionais e
D121N3O43I51NTO 1T+6+ 7
8uais os principais fatores e-ternos ue influenciaram na formaç#o do direito do trabalho no (rasil9
Dentre as influ'ncias ad)inha de outros pa.ses e ue e-erceram, de certo modo, al!uma press#o no sentido de le)ar o (rasil a elaborar leis trabalhistas, sublimem:se as
transformações ue ocorriam na 1uropa e a crescente elaboraç#o le!islati)a de proteç#o ao trabalhador em muitos pa.ses% Tamb*m pesou o compromisso internacional assumido pelo nosso pa.s ao in!ressar na Or!ani"aç#o Internacional do Trabalho, criada pelo
Tratado de3ersailles ;7<7<=, propondo:se a obser)ar normas trabalhistas e, mais recentemente, a crise econ$mica mundial ;>??<=%
8uais as primeiras leis ordin@rias trabalhistas em nosso pa.s9
R% +s primeiras leis ordin@rias com tema trabalhista sur!iram nos Altimos anos s*culo BIB e primeiros anos do s*culo BB% /onstitu.a:se em leis esparsas ue trataram de uest#o como trabalho de menores ;7C<7=, or!ani"aç#o de sindicatos rurais ;7<?= e urbanos ;7<?E= e f*rias ;7<>F=%
+ partir da re)oluç#o de 7<?, o Direito do Trabalho passou a ser obeto de intensa construç#o le!islati)a com a criaç#o do 5inist*rio do Trabalho, IndAstria e /om*rcio ;7<?=, re!ulamentaç#o das relações de trabalho de cada profissional ;decreto a partir de 7<?=, no)a estrutura sindical ;7<7=, proteç#o ao trabalho da mulher ;7<>=, con)ers#o coleti)as de Trabalho ;7<>=, Gustiça do Trabalho ;7<<= e sal@rio m.nimo ;7<H=%
/om a /onstituiç#o 0ederal de 7<, o Direito do Trabalho tornou:se um ramo ur.dico institucionali"ado% Di)ersos fatores contribu.ram para esta transformaç#o do ramo uslaboralista% /omo influ'ncias e-ternas podemos destacar as transformações e a
crescente elaboraç#o le!islati)a de proteç#o ao trabalhador ue ocorriam na 1uropa, bem como o in!resso do (rasil na Or!ani"aç#o Internacional do Trabalho,
comprometendo:se a obser)ar as normas trabalhistas% 6or todo lado, o mo)imento
e o surto industrial J efeito da I Kuerra 5undial J foram Ls influ'ncias internas ue determinaram a institucionali"aç#o do Direito do Trabalho no (rasil%
+ /onstituiç#o 0ederal de 7< caracteri"ou:se pelo pluralismo sindical% 1nuanto a de 7<E, imp$s restrições ao mo)imento sindical J enuadrado os sindicatos em cate!orias classificadas pele 1stado% + carta de 7<E aboliu a pluralidade sindical proibindo, mas de um sindicato representati)o de trabalhadores e proibiu o direito e !re)e% 1m 7<, foi elaborada a consolidaç#o das 4eis Trabalho% 1sse diploma le!al * resultado da
sistemati"aç#o das leis esparsas @ e-istentes, acrescida de o)os institutos% De )aliosa t*cnica, e-erceu !rande influ'ncia no Direito do Trabalho nos anos se!uintes% /ontudo, n#o )alori"ou o direito coleti)o%
+ /onstituiç#o 0ederal de 7<H restabeleceu o direito de !re)e, mas conser)ou os mesmos princ.pios da /onstituiç#o anterior uma )e" ue n#o pri)ile!iou o direito coleti)o% 0oi essa /onstituiç#o ue transformou a Gustiça do Trabalho em um Mr!#o do 6oder Gudici@rio ue at* esse momento possu.a nature"a administrati)a%
G@ na /arta 5a!na de 7<HE representou o pensamento os !o)ernos militares iniciados em 7<H e introdu"iu o sistema de 0undo de Karantia por Tempo de 2er)iço ;0KT2=% 6orue a consolidaç#o das leis do trabalho ;/4T= n#o * considerada um cMdi!o9
+ /4T n#o pode ser considerada um /Mdi!o, )e" ue sua principal funç#o foi reunir leis e-istentes% 8uanto a sua !'nese, n#o * correto afirmar ue a /omiss#o encarre!ada da elaboraç#o do te-to consolidado inspirou:se na /arta Del 4a)oro, )isto ue dos on"e t.tulos ue compõe a /4T apenas o 3, relati)o L or!ani"aç#o sindical, correspondeu ao sistema ent#o )i!ente na It@lia e, ainda assim, a /omiss#o apenas transplantou para o proeto os decretos:leis de 7<< e 7<>, ue obeti)aram a reor!ani"aç#o do sistema
1T+6+ > >%>
+nalisamos as se!uintes diferençasP
156R1K+DOP ;a= 1mpre!ado * a pessoa f.sica ue com ânimo de empre!o trabalha subordinadamente e de modo n#o e)entual para outrem, de uem recebe sal@rio in +mauri 5ascaro do NascimentoQ ;b=trabalhador * todo indi).duo ue e-ecuta trabalho para outra pessoa, denominada empre!ador ou patr#o, sob sua depend'ncia, em troca de
remuneraç#o in Dori)al 4acerdaQ ;c= empre!ado * o trabalhador a ser)iço de outra pessoa em )irtude de uma relaç#o de empre!o in Gos* 5artins /atharinoP +inda, podemos conceituarP Toda pessoa f.sica ue prestar ser)iços de nature"a n#o e)entual
;cont.nuos= ao empre!ador sob a depend'ncia ;subordinaç#o= deste e mediante ;pa!amento de= sal@rio% N#o ha)er@ distinções ;isonomia= relati)as L esp*cie de
empre!o e L condiç#o de trabalhador, nem entre o trabalho intelectual, t*cnico e manual arti!o e par@!rafo Anico da /4T=%
TR+(+4S+DOR +UTNO5O & a pessoa f.sica ue presta ser)iços habitualmente por conta prMpria a uma ou mais de uma pessoa, assumindo os riscos de sua ati)idade
econ$mica% N#o * subordinado, pois e-erce sua ati)idade por cota prMpria e n#o do empre!ador% Trabalhador ue atende os reuisitos da 4ei n %CCH de 7<HF ;trata do representante comercial= * aut$nomo e n#o empre!ado, por estar ausente o reuisito subordinaç#o% 2#o profissionais liberais, no e-erc.cio da ati)idade por conta prMpria% 1-emplosP m*dicos, ad)o!ados, en!enheiros, economistas, dentistas, fisioterapeutas, psicMlo!os, etc%%% + Gustiça do Trabalho * incompetente para apreciar ações sobre
contrato de prestaç#o de ser)iços aut$nomos, por falta de lei ue o determine, sendo ue esses conflitos ser#o resol)idos pela Gustiça /omum, @ ue se enuadram a locaç#o de ser)iços re!idos pelo /Mdi!o /i)il% O aut$nomo de)er@ recolher a contribuiç#o de)ida, no 7F dia Atil do m's se!uinte% N#o importa para o sal@rio base de contribuiç#o, ual tenha sido o )alor do rendimento mensal, o ue importa * o enuadramento na tabela% O trabalhador aut$nomo n#o est@ contemplado com os direitos trabalhistas constantes da /4T% DI26O2IÇÃO 41K+4 4ei C>7 de 7<<7 J arti!o 77, inciso I3, letras a e b, inciso 3, a a dQ 4ei C>7> de 7<<7, arti!os >7 a ><Q 4ei CCH de 7<HF com no)a redaç#o pela 4ei C%>? de 7<<> ;representante comercial=%
TR+(+4S+DOR 131NTU+4 & a pessoa f.sica contratada para prestar ser)iços em certo e)ento, ou sea, a de reparar ser)iços de uma empresa% Trabalho ocasional, fortuito ou espor@dico para o tomador de ser)iços% N#o tem esse trabalho continuidade do ser)iço para o tomador desses ser)iços% O trabalhador e)entual, possui as se!uintes caracter.sticas do empre!adoP pessoalidade, onerosidade, subordinaç#o, pessoa f.sica% N#o est@ presente a continuidade na e-ecuç#o dos ser)iços% DI26O2IÇÃO 41K+4
1-P & o )endedor de in!ressos em portas de teatros, clubesQ mAsico de clubes dois dias por semanaQ chapa%
12T+KIVRIOP * o aluno matriculado e ue estea freuentando curso )inculado ao ensino pAblico e particular nos n.)eis de educaç#o superior, de ensino m*dio, de
educaç#o profissional de n.)el m*dio ou superior ou escolas de educaç#o especial, e ue desen)ol)e as ati)idades relacionadas L sua @rea de formaç#o profissional unto as
pessoas ur.dicas de Direito 6ri)ado, Mr!#os de +dministraç#o 6Ablica e Instituições de 1nsino, ue tenham condições de proporcionar e-peri'ncia pr@tica na sua linha de formaç#o%
2omente a pessoa ur.dica pode aceitar esta!i@rios%
ETAPA 3
%>
O conceito de ornada de trabalho est@ li!ado a id*ia de medida do tempo de trabalho, correspondendo ao per.odo em ue o empre!ado est@ L disposiç#o do seu empre!ador, a!uardando ou e-ecutando ordens%1-istem tr's teorias ue procuram e-plicar o conceito de ornada de trabalhoP
a= tempo efeti)amente trabalhadoQ b= tempo in itinereQ
c= tempo L disposiç#o do empre!ador%
+ primeira teoria considera ornada de trabalho como sin$nimo de < horas trabalhadas% + se!unda considera ornada de trabalho, al*m das horas trabalhadas, o tempo em ue o empre!ado !asta para se deslocar de sua resid'ncia para o trabalho e )ice:)ersa%
+ terceira considera ornada de trabalho as horas trabalhadas, acrescidas do tempo L disposiç#o do empre!ador%
+ ornada de trabalho normal pre)ista na le!islaç#o brasileira, re!ra !eral, * de ?C ;oito= horas di@rias e ;uarenta e uatro= horas semanais, podendo )ariar de acordo com a sua classificaç#o%
+ Gornada de trabalho pode ser classificada sobre )@rios aspectosP
a= 8uanto L sua duraç#oP o tempo ue o empre!ado est@ L disposiç#odo empre!ador, a ornada normal de trabalho * de ?C ;oito= horas di@rias e ;uarenta e uatro= horas
semanaisQ
b= 8uanto ao per.odoPpode ser diurna, noturna ou mistaQ
c= 8uanto L profiss#oP al!umas profissões possuem ornadas de trabalho diferenciadas, como os banc@rios, cua ornada de trabalho * de ?H ;seis= horas di@rias, os ad)o!ados empre!ados, ue a car!a hor@ria * de ? ;uatro= horas di@rias e >? ;)inte= horas semanais%
CONCLUSÃO
Todas as etapas do +T62 de 41KI24+ÇÃO 2O/I+4,TR+(+4SI2T+ 1 6R13ID1N/IVRI+ nos possibilitou uanto ao aprofundamento na uest#o da
apropriaç#o dos conceitos trabalhistas e pre)idenci@rias do nosso pa.s% 6esuisamos e estudamos a Sistoria do Trabalho no (rasil, os fatores e-ternos na formaç#o do Direito do trabalho no (rasil, primeira 4eis ordin@ria e leis do Trabalho conforme 64T,
definimos Trabalhador +ut$nomo, 1)entual e 1sta!i@rio e ainda Gornada e /lassificaç#o da ornada de trabalho%%
5ediante isso finali"amos destacando ue o trabalho foi um marco inicial na nossa )ida acad'mica, ele foi muito importante no aumento de nossos conhecimentos, possibilitou uma iteraç#o melhor com todos os cole!as e sobre o tema discutido%
REFERÊNCIAS
NASCI#ENTO, A/0 #/3, I40063 3 D0/083 93 T/;<3.$5 9. S63 P;3: LTR 2%%+
#4; =/ E;3/63 9 T/;<3 A9>03. U404<4?/. D0=34@; :
<88=:**.404<4?/.9./*4<4?/*0;038*43/0;03?/ *049.<8