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A Máfia Médica

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Academic year: 2021

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³A Máfia Médica´ é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão ³A Máfia Médica´ é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e

do colégio de médicos e a retirada da sua licença a retirada da sua licença para exercer para exercer medicina.medicina.

³A autocura é a única medicina que cura.´

³A autocura é a única medicina que cura.´

³³

 A única imunidade autêntica é a natural´

 A única imunidade autêntica é a natural´

³A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes´

³A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes´

³A Máfia Médica´ é o título do

³A Máfia Médica´ é o título do

livro

livro que

que custou

custou à

à doutora

doutora

Ghislaine Lanctot a sua

Ghislaine Lanctot a sua

expulsão do colégio de médicos

expulsão do colégio de médicos

e a retirada da sua licença para

e a retirada da sua licença para

exercer

exercer medicina.

medicina. Trata-se

Trata-se

provavelmente da denuncia,

provavelmente da denuncia,

publicada, mais completa,

publicada, mais completa,

integral, explícita e clara do

integral, explícita e clara do

papel que forma, a nível

papel que forma, a nível

mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e

mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e

pela Indústria Farmacêutica.

pela Indústria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da

O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da

saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental

saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental

moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais

moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais

lucrativo dos negócios.

lucrativo dos negócios.

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes

empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e

empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e

como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica

como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica

enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia

enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia

pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a

pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e

nossa saúde e a nossa capacidade de

a nossa capacidade de

auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A

auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A

seguir, uma

seguir, uma bela entrevista à

bela entrevista à autora, realizada po

autora, realizada por Laura

r Laura Jimeno Muñoz par

Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

a Discovery Salud:

MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO

MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO

 A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época

 A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que

em que

--como ela mesma confessa ± estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que

como ela mesma confessa ± estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que

antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa

antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa

primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

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5 5

--

E

Em

m queque consconsiissttee essaessa decdecllaraçãoaração??

Lanctot

Lanctot ±± raratta-sea-se dede umauma decdecllaraçãoaração queque dá

S

S

osos memeiiosos parapara esesttabeabellecer ecer osos cr cr 

ititér 

ér 

iios

os ee

normas

normas

iin

ntternacernaciionaonaiiss dada práprátiticaca médmédiicaca. A

. Ass

ssiimm, f 

, f 

ooii reretitiradarada aosaos papaíísesses aa suasua soberansoberaniiaa emem ma

mattér ér 

iia

a dede saúdesaúde parapara

ttrans

ransf f er er 

ii

--llaa parapara umum governogoverno mundmundiiaallnão enãoelleeititoo,,cucu

 j jo

o mmiinniissttér ér 

iio

o dada saúde´saúde´ é

é aa

S.

S.

esdeesde enenttãoão,, ddiirereititoo saúde´ ssaúde´siigngnifi

ifica

ca ddiirereititoo medmed

iicação´

cação´.. oiio assassiimm queque,,

iimpuseram

mpuseram asas vacvaciinasnas ee osos medmed

iicamen

camenttosos,,aa

ttoda

oda aa popupopullaçãoação dodo gglloboobo..

--

U

Uma

ma acçãoacção queque nãonão sese quesquestitionaona

Lanctot

Lanctot ±±

Cl

Claro

aro,,porqueporque,, quemquem vavaiiousar  duvousar duviidar dar dasdas boasboas

iin

nttençõesenções dada rganrganiizaçãozação undundiiaalldede

S

Saúde

aúde??´´

C

Com

om cer cer 

tteza

eza,, háhá queque pergunpergunttar ar quemquem concon

ttro

rollaa,, por por suasua vezvez essaessa organorganiizaçãozação aattravésravés dada

NU?

NU?

poder poder  económeconómiicoco!!

--

C

Crê

rê queque,,nem sequer nemsequer asas organorganiizaçõeszações humanhumanititár ár 

iias

as escapamescapam aa esseesse conconttrorolloo??

Lanctot

Lanctot ±±

C

Com

om cer cer 

tteza

eza queque nãonão. A

. As

s organorganiizaçõeszações humanhumanititár ár 

iias

as

ttambém

ambém dependemdependem dada

NU,

NU,

ouou

se

se

 j ja

a,, dodo ddiinhenheiiroro dasdas subvençõessubvenções. E

. E

por por 

ttan

anttoo,,asas suassuas acactitivviidadesdades esesttãoão

iigua

guallmenmenttee conconttrorolladasadas.. rgan

rganiizaçõeszações comocomo édédiicoscos

S

Sem

em ronrontteeiirasras acredacredititamam queque servemservem aaltltruruiisstiticamencamenttee asas pessoaspessoas,, mas

mas nana rearealilidadedade servemservem aoao ddiinhenheiiroro.. --

U

Uma

ma mámáfifiaa sumamensumamenttee poderosapoderosa!!

Lanctot

Lanctot ±± mnmniipopottenenttee,, diir d

iia

a eueu. Eli

. Elim

miinounou

ttoda

oda aa compecompettêncênciiaa. H

. Ho

o

 j je

e emem ddiiaa,, or or 

iien

enttam-seam-se osos

iinves

nvestitigadoresgadores.. ss ddiissssiidendentteses sãosão encarceradosencarcerados

,,

manmaniieettadosados ee reduzreduziidosdos aoao ssililêncênciioo. A

. Aos

os méd

médiicoscos aaltlternaernatitivos´vos´

iin

ntit

titu

ullam-nosam-nos dede

lloucos

oucos,,reretitiram-ram-llheshes aa

lilicença

cença,, ouou encarceram-nosencarceram-nos,,

ttambém

ambém.. ss produproduttosos aaltlternaernatitivosvos renrenttáveáveiiss cacaííramram

iigua

guallmenmenttee nasnas mãosmãos dasdas mumulti

ltinac

naciionaonaiiss graças

graças ss normanormatitivasvas dada

S

S

ee ss papattenentteses dada rganrganiizaçãozação undundiiaalldodo

C

Comérc

omérciioo. A

. As

s au

auttor or 

iidades

dades ee osos seusseus memeiiosos dede comuncomuniicaçãocação socsociiaall ocupam-seocupam-se aa aalilimenmenttaremarem,,enenttrere aa popu

popullaçãoação,,oo medomedo dada enenf f ermiidadeermdade,,da vedavellhhiicece ee dada mo r mo r 

tte

e.. ee

f f 

acacttoo,, aa obsessãoobsessão por por vviiver ver mamaiiss ou

ou,,ssiimpmpllesmenesmenttee,,por por sobrevsobreviiver ver 

, f 

, f 

ezez prosperar prosperar 

iinc

ncllususiivamenvamenttee oo

ttrá

ráfificoco

iin

ntternacernaciionaonalldede órgãosórgãos,, sangue

sangue ee embr embr 

iiões

ões humanoshumanos. E

. E

emem mumuititasas cclílínniicascas dede

f f 

er er 

tili

tilização

zação,, nana rearealilidadedade

f f 

abr abr 

iicam -se´

cam -se´ umauma mu

multit

ltitude

ude dede embr embr 

iiões

ões,,queque

llogo

ogo sese armazenamarmazenam parapara seremserem uutili

tilizados

zados emem cosmécosmétiticaca,, emem

ttra

rattamenamenttosos rere

 j juvenescedores

uvenescedores,,eettcc. I

. Isso

sso semsem conconttar ar comcom oo queque sese

iirrad

rradiiamam osos aalilimenmenttosos,, sese mod

modifi

ificam

cam osos genesgenes,,aa águaágua esesttáá conconttamamiinadanada,, oo ar ar envenenadoenvenenado. E

. E

mamaiiss,,asas cr cr 

iianças

anças recebemrecebem,, absurdamen

absurdamenttee,, aattéé

35

35

vaciinasvacnas anantteses dede

iirem

rem parapara aa escoescollaa. E

. E

assassiimm,, cadacada membromembro dada

f f 

amamíli

ília

a

ttem

em

 j já

á oo seuseu compr compr 

iim

miidodo:: oo papai,i, oo

Vi

Viagra

agra;; aa mãemãe,,oo

P

Prozac

rozac;; oo

fil

filho

ho,,oo

Rita

Rit

alilinn. E t

. E tudo

udo

iis

sttoo parapara quêquê??

P

Porque

orque oo resuresultltadoado éé conhecconheciidodo::osos cuscusttosos sansanititár ár 

iios

os sobemsobem ee sobemsobem,, masmas asas pepe ssssoasoas concontitinuamnuam adoecendo

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A

A

SS

AU

AU

TT RIRI

DAD

DAD

ESES

M

M

EE TETE

M

M

-O

-O queque expexplilicaca dodo ssiissttemaema sansanititár ár 

iio

o

iimperan

mperanttee éé umauma rearealilidadedade queque cadacada vezvez mamaiiss gengenttee começacomeça a

a conhecer conhecer 

,,

masmas surpreenderam-nossurpreenderam-nos aallgunsguns dasdas suassuas aafifirmaçõesrmações aa resperespeititoo dodo queque dede

fifine

ne comocomo as

as

ttrês

rês grandesgrandes menmentitirasras dasdas auauttor or 

iidades

dades popolíti

líticas

cas ee sansanititár ár 

iias´

as´..

Lanctot

Lanctot ±±

P

Po

oiiss rereititero-oero-o::asas auauttor or 

iidades

dades menmenttemem quandoquando ddiizemzem queque asas vacvaciinasnas nosnos proprottegemegem,,

men

menttemem quandoquando ddiizemzem queque aa ssiidada éé conconttagagiiosaosa ee menmenttemem quandoquando ddiizemzem queque oo ccââncer ncer éé umum m

miissttér ér 

iio

o..

--

B

Bem

em, f 

, f 

aallaremosaremos ddiissosso aaiindanda queque, j

, já

á

llhe

he adadiiananttoo,,nana revreviissttaa nãonão compar compar 

til

tilhamos

hamos aallgunsguns dosdos seusseus pon

ponttosos dede vviissttaa. S

. Se

e

llhe

he pareceparece bembem,,podemospodemos começar começar por por f f aallar ar dasdas vacvaciinasnas. N

. Na

a nossanossa opopiinniiãoão,, aa sua

sua aafifirmaçãormação dede queque nenhumanenhuma vacvaciinana éé úútil,

til,

nãonão sese sussusttémém..

U

Uma

ma cocoiisasa comcom queque concordamosconcordamos,,éé queque aallgumasgumas sãosão

iine

nefificazescazes ee ououttrasras

iinú

nútteeiiss;; ss vezesvezes,, aattéé per 

per 

iigosas

gosas...

...

Lanctot

Lanctot ±±

P

Po

oiiss eueu manmanttenhoenho

ttodas

odas asas mmiinhasnhas aafifirmaçõesrmações. A

. A

únúniicaca

iimun

muniidadedade auauttênêntiticaca éé aa

na

natturaurallee essaessa desenvodesenvollve-ave-a

0%

0%

dada popupopullaçãoação,,anttesanes dosdos

55

anosanos. E

. E

mama

iis

s,,as vacas vaciinasnas ar ar 

tifi

tific

ciiaaiiss cur 

cur 

tto-c

o-ciircurcuititamam por por compcomplleettoo oo desenvodesenvollvviimenmenttoo dasdas pr pr 

iime

meiirasras dedef f esasesas dodo organorganiismosmo

. E

. E

queque asas vac

vaciinasnas

ttêm

êm r r 

iiscos

scos,,éé aallgogo mumuititoo eveviidendenttee;;apesar apesar dede sese ocuocultltar ar 

..

P

Por 

or exempexemplloo,, umauma vacvaciinana podepode provocar provocar  aa mesmamesma enenf f ermermiidadedade parapara queque sese des

destitinana. P

. Porque

orque nãonão sese adver adver 

tte

e?? ambém seambém se ocuocultltaa queque aa pessoapessoa vacvaciinadanada podepode

ttransm

ransmiti

itir 

r  aa en

enf f ermermiidadedade aaiindanda queque nãonão esesttee

 j ja

a enenf f erma. Aerma

. Ass

ssiimm mesmomesmo,,nãonão sese ddiizz queque aa vacvaciinana podepode sens

sensiibbili

ilizar 

zar aa pessoapessoa peranperanttee aa enenf f ermermiidadedade. Ai

. Ainda

nda queque oo mamaiiss gravegrave sese

 j ja

a queque sese ocuocultlt ee aa

iinu

nutili

tilidade

dade,, consconsttaattadaada,, dede cer cer 

ttas

as vacvaciinasnas..

--

A

A

quaquaiiss sese reref f ereere??

Lanctot

Lanctot ±± À

 Às

s dasdas enenf f ermermiidadesdades comocomo aa

ttubercu

uberculloseose ee oo

tté

éttanoano,,vacvaciinasnas queque nãonão conconf f eremerem

nenhuma

nenhuma

iimun

muniidadedade;; aa rubéorubéollaa,, dede queque

0%

0%

das mudas mullheresheres esesttãoão proprottegegiidasdas dede modomodo nanatturaural;l; aa d

dift

ifter 

er 

iia

a,, queque duranduranttee asas mamaiioresores epepiidemdemiiasas sósó aallcançavacançava aa

%

%

dasdas cr cr 

iianças

anças apesar apesar  ddiissosso,,hoho

 j je

e,, vac

vaciinana

ttodos

odos;; aa gr gr 

iipe

pe,,aa hepahepatit

tite

e

B,

B,

cucu

 j jos

os vvíírusrus sese

f f 

azemazem raprapiidamendamenttee resresiissttenentteses aosaos anantiti -corpos-corpos das

das vacvaciinasnas..

--

E

E

aattéé queque ponponttoo podempodem ser ser ttambémambém per per 

iigosas

gosas??

Lanctot

Lanctot ±± A

 As

s

iinumeráve

numeráveiiss compcomplilicaçõescações queque causamcausam asas vacvaciinasnas desdedesde

ttrans

ransttornosornos menoresmenores aattéé

mor 

mor 

tte

e esesttãoão susufificciienenttemenementtee documendocumenttadasadas;;por por exempexemplloo,,aa mor mor 

tte

e súbsúbititaa dodo

llac

acttananttee. P

. Por 

or iissosso há

jjá

á numerososnumerosos proprottesesttosos dede especespeciiaalilissttasas nana mamattér ér 

iia

a ee sãosão

iinúmeras

númeras asas demandasdemandas

jjud

ud

iic

ciiaaiiss queque

f f 

oramoram

iin

ntterposerposttasas conconttrara osos

f f 

abr abr 

iican

cantteses. P

. Por 

or ououttrara par par 

tte

e,,quandoquando sese examexamiinamnam asas consequêncconsequênciiasas dos

(12)

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7 7

³

³ssiidada ssililencenciiosa´osa´ ee garangarantitir r umum³³mercadomercado dada enenf f ermermiidade´dade´,,perpeperpettuamenuamenttee

flflorescen

orescenttee.. aaiiss

dados

dados:: aa vacvac

iinação

nação

iinc

ncititaa dependêncdependênciiaa médméd

iica

ca ee reref f orçaorça aa crençacrença dede queque oo nossonosso ssiissttemem aa

iimune

mune éé

iine

nefificazcaz. Ai

. Ainda

nda oo mamaiiss horr horr 

ííve

velléé queque aa vacvaciinaçãonação

f f 

acacilit

ilita

a osos genocgenocííddiiosos sesellecectitivosvos popoiiss perm

permititee

liliqu

quiidar dar pessoaspessoas dede cer cer 

tta

a raçaraça,, dede cer cer 

tto

o grupogrupo,,dede cer cer 

tta

a regregiiãoão« S

« Serve

erve comocomo exper 

exper 

iimen

menttaçãoação parapara

ttes

esttar ar novosnovos produproduttosos sobresobre umum ampamplloo mosmosttruár ruár 

iio

o dada po pupo pullaçãoação ee umauma arma

arma bbiioollógógiicaca popottenentítíssssiimama aoao servserviiçoço dada guerraguerra bbiioollógógiicaca porqueporque permpermititee

iin

ntter er 

f f 

er er 

iir 

r nono papattr r 

iimón

móniioo gené

genétiticoco heredheredititár ár 

iio

o dede quemquem sese quequeiirara..

--B

Bom

om,, éé eveviidendenttee queque háhá mumuititasas cocoiisassas dasdas quaquaiiss sese podepode

f f 

azer azer umum bombom ouou maumau usouso masmas

iisso

sso depende

depende dada vonvonttadeade ee

iin

nttençãoenção dede quemquem asas uutili

tiliza

za. B

. Bem

em, f 

, f 

aallemosemos sese

llhe

he pareceparece,, dada segundasegunda grande

grande menmentitirara dasdas auauttor or 

iidades

dades:: vocêvocê aafifirmarma queque aa

Si

Sida

da nãonão éé conconttagagiiosaosa. P

. Perdoe -me

erdoe -me,, masmas ass

assiimm comocomo oo resresttoo dasdas suassuas aafifirmaçõesrmações nosnos parecerampareceram pensadaspensadas ee razoáverazoáveiiss,, nesnesttee

ââmb

mbititoo nãonão

ttemos

emos vviissttoo queque argumenargumenttee essaessa aafifirmaçãormação..

Lanctot

Lanctot ±±

E

Eu

u aafifirmormo queque aa

tteor 

eor 

iia

a dede queque oo únúniicoco causador causador dada ssiidada éé oo

VIH

VIH

oo

Vírus

rus dada

IImunode

munodefificciiêncênciiaa

A

Adqu

dquiir r 

iida

da éé

f f 

aallsasa. E

. Essa

ssa éé aa grandegrande menmentitirara. A

. A

verdadeverdade éé queque

tter 

er oo

VIH

VIH

nãonão

iimp

mplilicaca necessar necessar 

iiamen

amenttee desenvodesenvollver ver ssiidada

. P

. Porque

orque aa ssiidada nãonão éé senãosenão umauma eetitiquequettaa queque sese

³

³cocolloca´oca´ numnum esesttadoado dede saúdesaúde aa queque dãodão

llugar 

ugar  numerosasnumerosas papattoollogogiiasas quandoquando oo ssiissttemaema

iimun

munititár ár 

iio

o

es

esttáá emem babaiixoxo. E

. E

negonego queque

tter 

er ssiidada equequiivavallhaha aa mor mor 

tte

e segurasegura.. asas,, ccllaroaro,, essaessa verdadeverdade nãonão

iin

ntteressaeressa. A

. As

s auauttor or 

iidades

dades

iimpõem-nos

mpõem-nos

f f 

orçaorça aa

iide

deiiaa dede queque aa

Si

Sida

da éé unauna enenf f ermermiidadedade causadacausada por 

por umum sósó vvíírusrus apesar apesar  dede oo própr própr 

iio

o ucuc ononttagnagniier er 

,,

dodo

IIns

nstit

titu

uttoo

P

Pas

astteur eur 

,,

co -descobr co -descobr 

iidor 

dor oofificciiaalldodo

VIH

VIH

enm198enm1983, t

3, ter 

er reconhecreconheciidodo

jjá

á emem 1991990,

0,

queque oo

VIH

VIH

nãonão éé susufificciienenttee por por ssii sósó parapara caus ar caus ar aa s

siidada.. OuOuttrara eveviidêncdênciiaa éé oo

f f 

acacttoo dede queque háhá numerososnumerosos casoscasos dede ssiidada,,semsem vvíírusrus

VIH

VIH

ee numerososnumerosos casos

casos dede vvíírusrus

VIH,

VIH,

semsem ssiidada

((seropos

seropositi

itivos

vos). P

). Por 

or ououttroro

llado

ado,, aaiindanda nãonão sese conseguconseguiiuu demonsdemonsttrar rar  que

que oo vvíírusrus

VIH

VIH

causecause aa ssiidada,, ee aa demonsdemonsttraçãoração éé umauma regraregra cciiee nntífi

tífica

ca eellemenementtar ar parapara es

esttabeabellecer ecer umauma rerellaçãoação causa-ecausa-ef f eeititoo,, enenttrere dodoiiss

f f 

acacttoresores..OO queque sese sabesabe,,semsem dúvdúviidada,,éé queque oo

VIH

VIH

éé umum rerettrovroviirusrus

iino

nof f ensensiivovo queque sósó sese acactitivava quandoquando oo ssiissttemaema

iimun

munititár ár 

iio

o esesttáá debdebilit

ilitado

ado.. --

V

Você

ocê aafifirmarma nono seuseu

lilivro

vro queque oo

VIH f 

VIH f 

ooiicr cr 

iiad

ad oo ar ar 

tifi

tific

ciiaallmenmen

tte

e numnum

llabora

aborattór ór 

iio

o

Lanctot

Lanctot ±±

Si

Sim

m. I

. Inves

nvestitigaçõesgações dede ememiinennentteses médmédiicoscos

iind

ndiicamcam queque oo

VIH f 

VIH f 

ooiicr cr 

iiado

ado enquanenquanttoo sese

(14)

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8 8

negóc

negóciioo. P

. Por 

or iissosso

,,

promocpromociiona-seona-se ampampllamenamenttee combacombattê-ê-lloo,,porque eporqueellee dádá mumuititoo ddiinhenheiiroro

iindus

ndusttr r 

iia

a

f f 

armacêuarmacêutiticaca. É t

. É tão

ão ssiimpmplleses quanquanttoo

iis

sttoo..

-Fa

-Fallemosemos dada³³

tterce

erceiirara grandegrande menmentitira´ra´ dasdas auauttor or 

iidades

dades::aa dede queque oo ccââncer ncer éé umum mmiissttér ér 

iio

o

Lanctot

Lanctot ±± OO chamadochamado ccââncer ncer 

,,

ouou sese

 j ja

a,,aa massmassiivava proprolif 

lif 

eraçãoeração anómaanómallaa dede cécélluullasas,,éé aallgogo

ttão

ão

hab

habitituauallqueque

ttodos

odos oo padecemospadecemos var var 

iias

as vezesvezes aoao

llongo

ongo dada nossanossa vviidada. S

. Só

ó queque quandoquando

iisso

sso sucede

sucede,,oo ssiissttemaema

iimun

munititár ár 

iio

o acacttuaua ee desdesttróróiiasas cécélluullasas cancer cancer 

íígenas

genas.. OO probprobllemaema surgesurge quandoquando oo nosso

nosso ssiissttemaema

iimun

munititár ár 

iio

o esesttáá débdébilil ee nãonão podepode eelilimmiináná --llasas. E

. En

nttãoão oo concon

 j jun

unttoo dede cécélluullasas cancerosas

cancerosas acabaacaba crescendocrescendo ee

f f 

ormandoormando umum

ttumor 

umor 

..

--

E

E

éé nessenesse momenmomenttoo quandoquando sese enenttrara nana engrenagemengrenagem dodo ³³ssiissttemaema dede enenf f ermiidade´ermdade´

Lanctot

Lanctot ±± A

 Ass

ssiimm éé. P

. Porque

orque quandoquando sese descobredescobre umum

ttumor 

umor  sese oof f ereceerece dede

iimed

mediiaattoo aoao pacpaciienenttee,,

com

com oo preprettexexttoo dede aa

 j judá-

udá-lloo,, queque escoescollhaha enenttrere esesttasas

ttrês

rês posspossiibbili

ilidades

dades ouou³³

f f 

ormasormas dede

ttor 

or 

ttura´

ura´::

ampu

amputtá-á-lloo

((c

ciirurgrurgiiaa),

),

quequeiimá-má-lloo

((rad

radiiootteraperapiiaa)) ouou envenveneenenáná --lloo

((qu

quiimmiiootteraperapiiaa). E

). Escond

scondendoendo-se--se-llhehe,, que

que exexiissttemem remédremédiiosos aaltlternaernatitivosvos eefificazescazes, i

, inócuos

nócuos ee barabarattosos. E

. E

depodepoiiss dede quaquattroro décadasdécadas dede

³

³

llu

uttaa

iin

nttensensiiva´va´ conconttrara oo ccââncer ncer 

,,

quaquallé aéa ssitituaçãouação nosnos própr própr 

iios

os papaíísesses

iindus

ndusttr r 

iia

alilizadoszados? Q

? Que

ue aa

ttaxa

axa dede mor mor 

tta

alilidadedade,, por cpor cââncer ncer 

,,

aumenaumenttouou. E

. Esse

sse ssiimpmplleses

f f 

acacttoo põepõe emem eveviidêncdênciiaa oo

f f 

racas so daracas soda sua

sua prevençãoprevenção ee dodo seuseu

ttra

rattamenamenttoo.. esperdesperdiiçaram-seçaram-se mmililhareshares dede mmililhõeshões dede euroseuros ee

ttan

anttoo oo número

número dede doendoentteses,, comocomo oo dede mor mor 

ttos

os,,concontítínuanua crescendocrescendo. H

. Ho

o

 j je

e sabemossabemos aa quemquem benebenefificciiaa esesttaa s

sitituaçãouação. C

. Como

omo sabemossabemos quemquem aa cr cr 

iiou

ou ee quemquem aa sussusttemem. N

. No

o casocaso dada guerraguerra, t

, todos

odos sabemossabemos queque es

esttaa benebenefificciiaa sobresobrettudoudo aosaos

f f 

abr abr 

iican

cantteses ee

ttra

rafificancantteses dede armasarmas. B

. Bom

om,, popoiiss emem medmediicciinana quemquem sese bene

benefificciiaa sãosão osos

f f 

abr abr 

iican

cantteses ee

ttra

rafificancantteses dodo ³³armamenarmamenttoo conconttrara oo ccââncer´ncer´,, ouou sese

 j ja

a,,quemquem esesttáá

de

dettrásrás dada ququiimmiiootteraperapiiaa,,dada radradiiootteraperapiiaa,,dada cciirurgrurgiiaa ee dede

ttoda

oda aa

iindus

ndusttr r 

iia

a hosphospititaallar ar 

..

A

A MAF

MAF

II

A,

A, UMA

UMA

EE EESSSSII

DAD

DAD

E EVE EV LL

U

U

TIVTIV

A

A

N

No

o enenttananttoo,, apesar apesar dede

ttudo

udo,, manmanttémém queque aa mámáfifiaa médméd

iica

ca éé umauma necessnecessiidadedade evoevolluutitivava dada human

humaniidadedade. Q

. Que

ue quer quer  ddiizer zer comcom essaessa aafifirmaçãormação??

Lanctot

Lanctot ±±

V

Verá

erá,, pensepense numnum pepeiixexe comodamencomodamenttee

iins

nsttaalladoado nono seuseu aquár aquár 

iio

o. E

. Enquan

nquanttoo

ttem

em águaágua ee

com

comiidada, t

, tudo

udo esesttáá bembem

,,

masmas sese

llhe

he começacomeça aa

f f 

aaltltar ar oo aalilimenmenttoo ee oo nníívevelldada águaágua descedesce per 

(15)

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9 9

--

E

E

emem queque ponponttoo crêcrê queque esesttamosamos??

Lanctot

Lanctot ±±

N

Não

ão seseiiquanquantifi

tificá-

cá-lloo,, masmas pensopenso queque provaveprovavellmenmenttee emem menosmenos dede

55

anosanos

ttodo

odo oo

mundo

mundo sese darádará conconttaa dede queque quandoquando vavaiiaoao médmédiicoco vavaiiaa umum especespeciiaalilissttaa dada enenf f ermermiidadedade ee nãonão aa um

um especespeciiaalilissttaa dada saúdesaúde.. eeiixar xar dede

llado

ado aa chamadachamada ³³medmediicciinana cciienentífi

tífica´

ca´ ee aa segurançasegurança queque

o

of f ereceerece,, parapara

iir 

r aa umum

tterapeu

erapeuttaa éé

jjá

á umum passopasso

iimpor 

mpor 

ttan

anttee..TambémTambém oo éé perder perder oo resperespeititoo ee aa obed

obediiêncênciiaa cegacega aoao médmédiicoco.. OO grandegrande passopasso éé ddiizer zer nãonão auauttor or 

iidade

dade exextter er 

iior 

or ee ddiizer zer ssiimm nossanossa au

auttor or 

iidade

dade

iin

ntter er 

iior 

or 

..

--

E

E

oo queque éé queque nosnos

iimpede

mpede dede romper romper  comcom aa auauttor or 

iidade

dade exextter er 

iior 

or 

??

Lanctot

Lanctot ±± OO medomedo.. TemosTemos medomedo dede nãonão chamar chamar oo médmédiicoco.. as éasé oo medomedo,, por por ssii própr própr 

iio

o,, qquuee mm

nos

nos podepode enenf f ermar ermar ee mamattar ar 

. N

. Nós

ós morremosmorremos dede medomedo. E

. Essa

ssa éé aa rearealilidadedade..

--

E

E

oo queque podempodem

f f 

azer azer osos memeiiosos dede comuncomuniicaçãocação parapara conconttr r 

iibu

buiir r parapara aa eellevaçãoevação dada conscconsciiêncênciiaa nes

nesttaa mamattér ér 

iia

a??

Lanctot

Lanctot ±±

IIn

nf f ormar ormar  semsem

tten

enttar ar convencer convencer 

. . iizer 

zer oo queque sabesabeiiss ee dedeiixar xar  ss pespessoso asas

f f 

azer azer oo queque

que

queiiramram comcom aa

iin

nf f ormaçãoormação. P

. Porque

orque

iin

nttenenttar ar conconvenvencêcê --llasas seráserá

iimpor 

mpor ououttrara verdadeverdade ee dede novonovo es

esttar ar 

ííamos

amos nounouttrara guerraguerra. N

. Necess

ecessitita-sea-se apenasapenas dar dar reref f erenciiaerenca. B

. Bas

asttaa ddiizer zer asas cocoiisassas.. ogoogo,,asas pessoas

pessoas asas escuescuttarãoarão,, sese ressoaremressoarem nenellasas. E,

. E,

sese oo seuseu medomedo

f f 

or or mamaiior or dodo queque oo seuseu amor amor por por ssii mesmos

mesmos,, ddiirãorão::³³

IIsso

sso éé

iimposs

mpossíívevell´´. S

. Se

e pepelloo conconttrár rár 

iio

o

ttêm

êm aber aber 

tto

o oo coraçãocoração,,escuescuttarãoarão ee

ques

questitionarãoonarão asas suassuas convconviicçõescções. É

. É

enenttãoão,, nessenesse momenmomenttoo,, quandoquando ququiiseremserem saber saber  mamaiiss,, queque sese

llhes

hes poderápoderá dar dar mamaiiss

iin

nf f ormaçãoormação..

aura

aura

iimeno

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P

Pub

ublilicadocado enen: :

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iimen

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Tradução enconenconttradarada emem:: hh

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o-de-medo-de-med

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i

cos-e-a-recos-e-a-re

ti

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rada-

rada-

da-sua-da-sua-

li

li

cenca-para-exercer-medcenca-para-exercer-med

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i

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/

Fon

Referências

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