1
1
³A Máfia Médica´ é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão ³A Máfia Médica´ é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e
do colégio de médicos e a retirada da sua licença a retirada da sua licença para exercer para exercer medicina.medicina.
³A autocura é a única medicina que cura.´
³A autocura é a única medicina que cura.´
³³
A única imunidade autêntica é a natural´
A única imunidade autêntica é a natural´
³A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes´
³A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes´
³A Máfia Médica´ é o título do
³A Máfia Médica´ é o título do
livro
livro que
que custou
custou à
à doutora
doutora
Ghislaine Lanctot a sua
Ghislaine Lanctot a sua
expulsão do colégio de médicos
expulsão do colégio de médicos
e a retirada da sua licença para
e a retirada da sua licença para
exercer
exercer medicina.
medicina. Trata-se
Trata-se
provavelmente da denuncia,
provavelmente da denuncia,
publicada, mais completa,
publicada, mais completa,
integral, explícita e clara do
integral, explícita e clara do
papel que forma, a nível
papel que forma, a nível
mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e
mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e
pela Indústria Farmacêutica.
pela Indústria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da
O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da
saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental
saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental
moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais
moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais
lucrativo dos negócios.
lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes
empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e
empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e
como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica
como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica
enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia
enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia
pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a
pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e
nossa saúde e a nossa capacidade de
a nossa capacidade de
auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A
auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A
seguir, uma
seguir, uma bela entrevista à
bela entrevista à autora, realizada po
autora, realizada por Laura
r Laura Jimeno Muñoz par
Jimeno Muñoz para Discovery Salud:
a Discovery Salud:
MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIOMEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que
em que
--como ela mesma confessa ± estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que
como ela mesma confessa ± estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que
antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa
antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa
primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
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5 5
--
E
Em
m queque consconsiissttee essaessa decdecllaraçãoaração??Lanctot
Lanctot ±± raratta-sea-se dede umauma decdecllaraçãoaração queque dádá
S
S
osos memeiiosos parapara esesttabeabellecer ecer osos cr crititér
ériios
os eenormas
normas
iin
ntternacernaciionaonaiiss dada práprátiticaca médmédiicaca. A. Ass
ssiimm, f, f
ooii reretitiradarada aosaos papaíísesses aa suasua soberansoberaniiaa emem mamattér ér
iia
a dede saúdesaúde paraparattrans
ransf f er erii
--llaa parapara umum governogoverno mundmundiiaallnão enãoelleeititoo,,cucuj jo
o mmiinniissttér ériio
o dada saúde´saúde´ éé aa
S.
S.
esdeesde enenttãoão,, ddiirereititoo saúde´ ssaúde´siigngnifiifica
ca ddiirereititoo medmediicação´
cação´.. oiio assassiimm queque,,iimpuseram
mpuseram asas vacvaciinasnas ee osos medmediicamen
camenttosos,,aattoda
oda aa popupopullaçãoação dodo gglloboobo..--
U
Uma
ma acçãoacção queque nãonão sese quesquestitionaonaLanctot
Lanctot ±±
Cl
Claro
aro,,porqueporque,, quemquem vavaiiousar duvousar duviidar dar dasdas boasboasiin
nttençõesenções dada rganrganiizaçãozação undundiiaalldedeS
Saúde
aúde??´´C
Com
om cer certteza
eza,, háhá queque pergunpergunttar ar quemquem conconttro
rollaa,, por por suasua vezvez essaessa organorganiizaçãozação aattravésravés dadaNU?
NU?
poder poder económeconómiicoco!!--
C
Crê
rê queque,,nem sequer nemsequer asas organorganiizaçõeszações humanhumanititár áriias
as escapamescapam aa esseesse conconttrorolloo??Lanctot
Lanctot ±±
C
Com
om cer certteza
eza queque nãonão. A. As
s organorganiizaçõeszações humanhumanititár áriias
asttambém
ambém dependemdependem dadaNU,
NU,
ououse
se
j ja
a,, dodo ddiinhenheiiroro dasdas subvençõessubvenções. E. E
por porttan
anttoo,,asas suassuas acactitivviidadesdades esesttãoãoiigua
guallmenmenttee conconttrorolladasadas.. rganrganiizaçõeszações comocomo édédiicoscos
S
Sem
em ronrontteeiirasras acredacredititamam queque servemservem aaltltruruiisstiticamencamenttee asas pessoaspessoas,, masmas nana rearealilidadedade servemservem aoao ddiinhenheiiroro.. --
U
Uma
ma mámáfifiaa sumamensumamenttee poderosapoderosa!!Lanctot
Lanctot ±± mnmniipopottenenttee,, diir dr
iia
a eueu. Eli. Elim
miinounouttoda
oda aa compecompettêncênciiaa. H. Ho
oj je
e emem ddiiaa,, or oriien
enttam-seam-se ososiinves
nvestitigadoresgadores.. ss ddiissssiidendentteses sãosão encarceradosencarcerados,,
manmaniieettadosados ee reduzreduziidosdos aoao ssililêncênciioo. A. Aos
os médmédiicoscos aaltlternaernatitivos´vos´
iin
ntittitu
ullam-nosam-nos dedelloucos
oucos,,reretitiram-ram-llheshes aalilicença
cença,, ouou encarceram-nosencarceram-nos,,ttambém
ambém.. ss produproduttosos aaltlternaernatitivosvos renrenttáveáveiiss cacaííramramiigua
guallmenmenttee nasnas mãosmãos dasdas mumultiltinac
naciionaonaiiss graçasgraças ss normanormatitivasvas dada
S
S
ee ss papattenentteses dada rganrganiizaçãozação undundiiaalldodoC
Comérc
omérciioo. A. As
s auauttor or
iidades
dades ee osos seusseus memeiiosos dede comuncomuniicaçãocação socsociiaall ocupam-seocupam-se aa aalilimenmenttaremarem,,enenttrere aa popupopullaçãoação,,oo medomedo dada enenf f ermiidadeermdade,,da vedavellhhiicece ee dada mo r mo r
tte
e.. eef f
acacttoo,, aa obsessãoobsessão por por vviiver ver mamaiiss ouou,,ssiimpmpllesmenesmenttee,,por por sobrevsobreviiver ver
, f
, f
ezez prosperar prosperariinc
ncllususiivamenvamenttee oottrá
ráfificocoiin
ntternacernaciionaonalldede órgãosórgãos,, sanguesangue ee embr embr
iiões
ões humanoshumanos. E. E
emem mumuititasas cclílínniicascas dedef f
er ertili
tilização
zação,, nana rearealilidadedadef f
abr abriicam -se´
cam -se´ umauma mumultit
ltitude
ude dede embr embriiões
ões,,quequellogo
ogo sese armazenamarmazenam parapara seremserem uutilitilizados
zados emem cosmécosmétiticaca,, ememttra
rattamenamenttosos rerej juvenescedores
uvenescedores,,eettcc. I. Isso
sso semsem conconttar ar comcom oo queque seseiirrad
rradiiamam osos aalilimenmenttosos,, sese modmodifi
ificam
cam osos genesgenes,,aa águaágua esesttáá conconttamamiinadanada,, oo ar ar envenenadoenvenenado. E. E
mamaiiss,,asas cr criianças
anças recebemrecebem,, absurdamenabsurdamenttee,, aattéé
35
35
vaciinasvacnas anantteses dedeiirem
rem parapara aa escoescollaa. E. E
assassiimm,, cadacada membromembro dadaf f
amamíliília
attem
emj já
á oo seuseu compr compriim
miidodo:: oo papai,i, ooVi
Viagra
agra;; aa mãemãe,,ooP
Prozac
rozac;; oofil
filho
ho,,ooRita
Rit
alilinn. E t. E tudo
udoiis
sttoo parapara quêquê??P
Porque
orque oo resuresultltadoado éé conhecconheciidodo::osos cuscusttosos sansanititár áriios
os sobemsobem ee sobemsobem,, masmas asas pepe ssssoasoas concontitinuamnuam adoecendoTrusted by over 1 million members
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Cancel Anytime. 6 6
A
A
SSAU
AU
TT RIRIDAD
DAD
ESESM
M
EE TETEM
M
-O-O queque expexplilicaca dodo ssiissttemaema sansanititár ár
iio
oiimperan
mperanttee éé umauma rearealilidadedade queque cadacada vezvez mamaiiss gengenttee começacomeça aa conhecer conhecer
,,
masmas surpreenderam-nossurpreenderam-nos aallgunsguns dasdas suassuas aafifirmaçõesrmações aa resperespeititoo dodo queque dedefifine
ne comocomo asas
ttrês
rês grandesgrandes menmentitirasras dasdas auauttor oriidades
dades popolítilíticas
cas ee sansanititár áriias´
as´..Lanctot
Lanctot ±±
P
Po
oiiss rereititero-oero-o::asas auauttor oriidades
dades menmenttemem quandoquando ddiizemzem queque asas vacvaciinasnas nosnos proprottegemegem,,men
menttemem quandoquando ddiizemzem queque aa ssiidada éé conconttagagiiosaosa ee menmenttemem quandoquando ddiizemzem queque oo ccââncer ncer éé umum m
miissttér ér
iio
o..--
B
Bem
em, f, f
aallaremosaremos ddiissosso aaiindanda queque, j, já
állhe
he adadiiananttoo,,nana revreviissttaa nãonão compar compartil
tilhamos
hamos aallgunsguns dosdos seusseus ponponttosos dede vviissttaa. S
. Se
ellhe
he pareceparece bembem,,podemospodemos começar começar por por f f aallar ar dasdas vacvaciinasnas. N. Na
a nossanossa opopiinniiãoão,, aa suasua aafifirmaçãormação dede queque nenhumanenhuma vacvaciinana éé úútil,
til,
nãonão sese sussusttémém..U
Uma
ma cocoiisasa comcom queque concordamosconcordamos,,éé queque aallgumasgumas sãosãoiine
nefificazescazes ee ououttrasrasiinú
nútteeiiss;; ss vezesvezes,, aattéé perper
iigosas
gosas......
Lanctot
Lanctot ±±
P
Po
oiiss eueu manmanttenhoenhottodas
odas asas mmiinhasnhas aafifirmaçõesrmações. A. A
únúniicacaiimun
muniidadedade auauttênêntiticaca éé aana
natturaurallee essaessa desenvodesenvollve-ave-a
0%
0%
dada popupopullaçãoação,,anttesanes dosdos55
anosanos. E. E
mamaiis
s,,as vacas vaciinasnas ar artifi
tific
ciiaaiiss curcur
tto-c
o-ciircurcuititamam por por compcomplleettoo oo desenvodesenvollvviimenmenttoo dasdas pr priime
meiirasras dedef f esasesas dodo organorganiismosmo. E
. E
queque asas vacvaciinasnas
ttêm
êm r riiscos
scos,,éé aallgogo mumuititoo eveviidendenttee;;apesar apesar dede sese ocuocultltar ar..
P
Por
or exempexemplloo,, umauma vacvaciinana podepode provocar provocar aa mesmamesma enenf f ermermiidadedade parapara queque sese desdestitinana. P
. Porque
orque nãonão sese adver advertte
e?? ambém seambém se ocuocultltaa queque aa pessoapessoa vacvaciinadanada podepodettransm
ransmitiitir
r aa enenf f ermermiidadedade aaiindanda queque nãonão esesttee
j ja
a enenf f erma. Aerma. Ass
ssiimm mesmomesmo,,nãonão sese ddiizz queque aa vacvaciinana podepode senssensiibbili
ilizar
zar aa pessoapessoa peranperanttee aa enenf f ermermiidadedade. Ai. Ainda
nda queque oo mamaiiss gravegrave sesej ja
a queque sese ocuocultlt ee aaiinu
nutilitilidade
dade,, consconsttaattadaada,, dede cer certtas
as vacvaciinasnas..--
A
A
quaquaiiss sese reref f ereere??Lanctot
Lanctot ±± À
Às
s dasdas enenf f ermermiidadesdades comocomo aattubercu
uberculloseose ee ootté
éttanoano,,vacvaciinasnas queque nãonão conconf f eremeremnenhuma
nenhuma
iimun
muniidadedade;; aa rubéorubéollaa,, dede queque0%
0%
das mudas mullheresheres esesttãoão proprottegegiidasdas dede modomodo nanatturaural;l; aa ddift
ifter
eriia
a,, queque duranduranttee asas mamaiioresores epepiidemdemiiasas sósó aallcançavacançava aa%
%
dasdas cr criianças
anças apesar apesar ddiissosso,,hohoj je
e,, vacvaciinana
ttodos
odos;; aa gr griipe
pe,,aa hepahepatittite
eB,
B,
cucuj jos
os vvíírusrus sesef f
azemazem raprapiidamendamenttee resresiissttenentteses aosaos anantiti -corpos-corpos dasdas vacvaciinasnas..
--
E
E
aattéé queque ponponttoo podempodem ser ser ttambémambém per periigosas
gosas??Lanctot
Lanctot ±± A
As
siinumeráve
numeráveiiss compcomplilicaçõescações queque causamcausam asas vacvaciinasnas desdedesdettrans
ransttornosornos menoresmenores aattéémor
mor
tte
e esesttãoão susufificciienenttemenementtee documendocumenttadasadas;;por por exempexemplloo,,aa mor mortte
e súbsúbititaa dodollac
acttananttee. P. Por
or iissosso háhá
jjá
á numerososnumerosos proprottesesttosos dede especespeciiaalilissttasas nana mamattér ériia
a ee sãosãoiinúmeras
númeras asas demandasdemandasjjud
udiic
ciiaaiiss quequef f
oramoramiin
ntterposerposttasas conconttrara ososf f
abr abriican
cantteses. P. Por
or ououttrara par partte
e,,quandoquando sese examexamiinamnam asas consequêncconsequênciiasas dosTrusted by over 1 million members
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7 7
³
³ssiidada ssililencenciiosa´osa´ ee garangarantitir r umum³³mercadomercado dada enenf f ermermiidade´dade´,,perpeperpettuamenuamenttee
flflorescen
orescenttee.. aaiissdados
dados:: aa vacvac
iinação
naçãoiinc
ncititaa dependêncdependênciiaa médmédiica
ca ee reref f orçaorça aa crençacrença dede queque oo nossonosso ssiissttemem aaiimune
mune ééiine
nefificazcaz. Ai. Ainda
nda oo mamaiiss horr horrííve
velléé queque aa vacvaciinaçãonaçãof f
acacilitilita
a osos genocgenocííddiiosos sesellecectitivosvos popoiiss permpermititee
liliqu
quiidar dar pessoaspessoas dede cer certta
a raçaraça,, dede cer certto
o grupogrupo,,dede cer certta
a regregiiãoão« S« Serve
erve comocomo experexper
iimen
menttaçãoação paraparattes
esttar ar novosnovos produproduttosos sobresobre umum ampamplloo mosmosttruár ruáriio
o dada po pupo pullaçãoação ee umauma armaarma bbiioollógógiicaca popottenentítíssssiimama aoao servserviiçoço dada guerraguerra bbiioollógógiicaca porqueporque permpermititee
iin
ntter erf f
er eriir
r nono papattr riimón
móniioo genégenétiticoco heredheredititár ár
iio
o dede quemquem sese quequeiirara..--B
Bom
om,, éé eveviidendenttee queque háhá mumuititasas cocoiisassas dasdas quaquaiiss sese podepodef f
azer azer umum bombom ouou maumau usouso masmasiisso
sso dependedepende dada vonvonttadeade ee
iin
nttençãoenção dede quemquem asas uutilitiliza
za. B. Bem
em, f, f
aallemosemos sesellhe
he pareceparece,, dada segundasegunda grandegrande menmentitirara dasdas auauttor or
iidades
dades:: vocêvocê aafifirmarma queque aaSi
Sida
da nãonão éé conconttagagiiosaosa. P. Perdoe -me
erdoe -me,, masmas assassiimm comocomo oo resresttoo dasdas suassuas aafifirmaçõesrmações nosnos parecerampareceram pensadaspensadas ee razoáverazoáveiiss,, nesnesttee
ââmb
mbititoo nãonãottemos
emos vviissttoo queque argumenargumenttee essaessa aafifirmaçãormação..Lanctot
Lanctot ±±
E
Eu
u aafifirmormo queque aatteor
eoriia
a dede queque oo únúniicoco causador causador dada ssiidada éé ooVIH
VIH
ooVí
Vírus
rus dadaIImunode
munodefificciiêncênciiaaA
Adqu
dquiir riida
da ééf f
aallsasa. E. Essa
ssa éé aa grandegrande menmentitirara. A. A
verdadeverdade éé quequetter
er ooVIH
VIH
nãonãoiimp
mplilicaca necessar necessariiamen
amenttee desenvodesenvollver ver ssiidada. P
. Porque
orque aa ssiidada nãonão éé senãosenão umauma eetitiquequettaa queque sese³
³cocolloca´oca´ numnum esesttadoado dede saúdesaúde aa queque dãodão
llugar
ugar numerosasnumerosas papattoollogogiiasas quandoquando oo ssiissttemaemaiimun
munititár áriio
oes
esttáá emem babaiixoxo. E
. E
negonego quequetter
er ssiidada equequiivavallhaha aa mor mortte
e segurasegura.. asas,, ccllaroaro,, essaessa verdadeverdade nãonãoiin
ntteressaeressa. A. As
s auauttor oriidades
dadesiimpõem-nos
mpõem-nosf f
orçaorça aaiide
deiiaa dede queque aaSi
Sida
da éé unauna enenf f ermermiidadedade causadacausada porpor umum sósó vvíírusrus apesar apesar dede oo própr própr
iio
o ucuc ononttagnagniier er,,
dodoIIns
nstittitu
uttooP
Pas
astteur eur,,
co -descobr co -descobriidor
dor oofificciiaalldodoVIH
VIH
enm198enm1983, t3, ter
er reconhecreconheciidodojjá
á emem 1991990,0,
queque ooVIH
VIH
nãonão éé susufificciienenttee por por ssii sósó parapara caus ar caus ar aa ssiidada.. OuOuttrara eveviidêncdênciiaa éé oo
f f
acacttoo dede queque háhá numerososnumerosos casoscasos dede ssiidada,,semsem vvíírusrusVIH
VIH
ee numerososnumerosos casoscasos dede vvíírusrus
VIH,
VIH,
semsem ssiidada((seropos
seropositiitivos
vos). P). Por
or ououttrorollado
ado,, aaiindanda nãonão sese conseguconseguiiuu demonsdemonsttrar rar queque oo vvíírusrus
VIH
VIH
causecause aa ssiidada,, ee aa demonsdemonsttraçãoração éé umauma regraregra cciiee nntífitífica
ca eellemenementtar ar parapara esesttabeabellecer ecer umauma rerellaçãoação causa-ecausa-ef f eeititoo,, enenttrere dodoiiss
f f
acacttoresores..OO queque sese sabesabe,,semsem dúvdúviidada,,éé queque ooVIH
VIH
éé umum rerettrovroviirusrusiino
nof f ensensiivovo queque sósó sese acactitivava quandoquando oo ssiissttemaemaiimun
munititár áriio
o esesttáá debdebilitilitado
ado.. --V
Você
ocê aafifirmarma nono seuseulilivro
vro queque ooVIH f
VIH f
ooiicr criiad
ad oo ar artifi
tific
ciiaallmenmentte
e numnumllabora
aborattór óriio
oLanctot
Lanctot ±±
Si
Sim
m. I. Inves
nvestitigaçõesgações dede ememiinennentteses médmédiicoscosiind
ndiicamcam queque ooVIH f
VIH f
ooiicr criiado
ado enquanenquanttoo seseTrusted by over 1 million members
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8 8
negóc
negóciioo. P
. Por
or iissosso,,
promocpromociiona-seona-se ampampllamenamenttee combacombattê-ê-lloo,,porque eporqueellee dádá mumuititoo ddiinhenheiiroroiindus
ndusttr riia
af f
armacêuarmacêutiticaca. É t. É tão
ão ssiimpmplleses quanquanttooiis
sttoo..-Fa
-Fallemosemos dada³³
tterce
erceiirara grandegrande menmentitira´ra´ dasdas auauttor oriidades
dades::aa dede queque oo ccââncer ncer éé umum mmiissttér ériio
oLanctot
Lanctot ±± OO chamadochamado ccââncer ncer
,,
ouou sesej ja
a,,aa massmassiivava proproliflif
eraçãoeração anómaanómallaa dede cécélluullasas,,éé aallgogottão
ãohab
habitituauallqueque
ttodos
odos oo padecemospadecemos var variias
as vezesvezes aoaollongo
ongo dada nossanossa vviidada. S. Só
ó queque quandoquandoiisso
sso sucedesucede,,oo ssiissttemaema
iimun
munititár áriio
o acacttuaua ee desdesttróróiiasas cécélluullasas cancer canceríígenas
genas.. OO probprobllemaema surgesurge quandoquando oo nossonosso ssiissttemaema
iimun
munititár áriio
o esesttáá débdébilil ee nãonão podepode eelilimmiináná --llasas. E. En
nttãoão oo conconj jun
unttoo dede cécélluullasas cancerosascancerosas acabaacaba crescendocrescendo ee
f f
ormandoormando umumttumor
umor..
--
E
E
éé nessenesse momenmomenttoo quandoquando sese enenttrara nana engrenagemengrenagem dodo ³³ssiissttemaema dede enenf f ermiidade´ermdade´Lanctot
Lanctot ±± A
Ass
ssiimm éé. P. Porque
orque quandoquando sese descobredescobre umumttumor
umor sese oof f ereceerece dedeiimed
mediiaattoo aoao pacpaciienenttee,,com
com oo preprettexexttoo dede aa
j judá-
udá-lloo,, queque escoescollhaha enenttrere esesttasasttrês
rês posspossiibbiliilidades
dades ouou³³f f
ormasormas dedettor
orttura´
ura´::ampu
amputtá-á-lloo
((c
ciirurgrurgiiaa),),
quequeiimá-má-lloo((rad
radiiootteraperapiiaa)) ouou envenveneenenáná --lloo((qu
quiimmiiootteraperapiiaa). E). Escond
scondendoendo-se--se-llhehe,, queque exexiissttemem remédremédiiosos aaltlternaernatitivosvos eefificazescazes, i
, inócuos
nócuos ee barabarattosos. E. E
depodepoiiss dede quaquattroro décadasdécadas dede³
³
llu
uttaaiin
nttensensiiva´va´ conconttrara oo ccââncer ncer,,
quaquallé aéa ssitituaçãouação nosnos própr própriios
os papaíísessesiindus
ndusttr riia
alilizadoszados? Q? Que
ue aattaxa
axa dede mor mortta
alilidadedade,, por cpor cââncer ncer,,
aumenaumenttouou. E. Esse
sse ssiimpmpllesesf f
acacttoo põepõe emem eveviidêncdênciiaa oof f
racas so daracas soda suasua prevençãoprevenção ee dodo seuseu
ttra
rattamenamenttoo.. esperdesperdiiçaram-seçaram-se mmililhareshares dede mmililhõeshões dede euroseuros eettan
anttoo oo númeronúmero dede doendoentteses,, comocomo oo dede mor mor
ttos
os,,concontítínuanua crescendocrescendo. H. Ho
oj je
e sabemossabemos aa quemquem benebenefificciiaa esesttaa ssitituaçãouação. C
. Como
omo sabemossabemos quemquem aa cr criiou
ou ee quemquem aa sussusttemem. N. No
o casocaso dada guerraguerra, t, todos
odos sabemossabemos queque esesttaa benebenefificciiaa sobresobrettudoudo aosaos
f f
abr abriican
cantteses eettra
rafificancantteses dede armasarmas. B. Bom
om,, popoiiss emem medmediicciinana quemquem sese benebenefificciiaa sãosão osos
f f
abr abriican
cantteses eettra
rafificancantteses dodo ³³armamenarmamenttoo conconttrara oo ccââncer´ncer´,, ouou sesej ja
a,,quemquem esesttááde
dettrásrás dada ququiimmiiootteraperapiiaa,,dada radradiiootteraperapiiaa,,dada cciirurgrurgiiaa ee dede
ttoda
oda aaiindus
ndusttr riia
a hosphospititaallar ar..
A
A MAF
MAF
IIA,
A, UMA
UMA
EE EESSSSIIDAD
DAD
E EVE EV LLU
U
TIVTIVA
A
N
No
o enenttananttoo,, apesar apesar dedettudo
udo,, manmanttémém queque aa mámáfifiaa médmédiica
ca éé umauma necessnecessiidadedade evoevolluutitivava dada humanhumaniidadedade. Q
. Que
ue quer quer ddiizer zer comcom essaessa aafifirmaçãormação??Lanctot
Lanctot ±±
V
Verá
erá,, pensepense numnum pepeiixexe comodamencomodamentteeiins
nsttaalladoado nono seuseu aquár aquáriio
o. E. Enquan
nquanttoottem
em águaágua eecom
comiidada, t
, tudo
udo esesttáá bembem,,
masmas sesellhe
he começacomeça aaf f
aaltltar ar oo aalilimenmenttoo ee oo nníívevelldada águaágua descedesce perTrusted by over 1 million members
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9 9
--
E
E
emem queque ponponttoo crêcrê queque esesttamosamos??Lanctot
Lanctot ±±
N
Não
ão seseiiquanquantifitificá-
cá-lloo,, masmas pensopenso queque provaveprovavellmenmenttee emem menosmenos dede55
anosanosttodo
odo oomundo
mundo sese darádará conconttaa dede queque quandoquando vavaiiaoao médmédiicoco vavaiiaa umum especespeciiaalilissttaa dada enenf f ermermiidadedade ee nãonão aa um
um especespeciiaalilissttaa dada saúdesaúde.. eeiixar xar dede
llado
ado aa chamadachamada ³³medmediicciinana cciienentífitífica´
ca´ ee aa segurançasegurança quequeo
of f ereceerece,, parapara
iir
r aa umumtterapeu
erapeuttaa ééjjá
á umum passopassoiimpor
mporttan
anttee..TambémTambém oo éé perder perder oo resperespeititoo ee aa obedobediiêncênciiaa cegacega aoao médmédiicoco.. OO grandegrande passopasso éé ddiizer zer nãonão auauttor or
iidade
dade exextter eriior
or ee ddiizer zer ssiimm nossanossa auauttor or
iidade
dadeiin
ntter eriior
or..
--
E
E
oo queque éé queque nosnosiimpede
mpede dede romper romper comcom aa auauttor oriidade
dade exextter eriior
or??
Lanctot
Lanctot ±± OO medomedo.. TemosTemos medomedo dede nãonão chamar chamar oo médmédiicoco.. as éasé oo medomedo,, por por ssii própr própr
iio
o,, qquuee mmnos
nos podepode enenf f ermar ermar ee mamattar ar
. N
. Nós
ós morremosmorremos dede medomedo. E. Essa
ssa éé aa rearealilidadedade..--
E
E
oo queque podempodemf f
azer azer osos memeiiosos dede comuncomuniicaçãocação parapara conconttr riibu
buiir r parapara aa eellevaçãoevação dada conscconsciiêncênciiaa nesnesttaa mamattér ér
iia
a??Lanctot
Lanctot ±±
IIn
nf f ormar ormar semsemtten
enttar ar convencer convencer. . iizer
zer oo queque sabesabeiiss ee dedeiixar xar ss pespessoso asasf f
azer azer oo quequeque
queiiramram comcom aa
iin
nf f ormaçãoormação. P. Porque
orqueiin
nttenenttar ar conconvenvencêcê --llasas seráseráiimpor
mpor ououttrara verdadeverdade ee dede novonovo esesttar ar
ííamos
amos nounouttrara guerraguerra. N. Necess
ecessitita-sea-se apenasapenas dar dar reref f erenciiaerenca. B. Bas
asttaa ddiizer zer asas cocoiisassas.. ogoogo,,asas pessoaspessoas asas escuescuttarãoarão,, sese ressoaremressoarem nenellasas. E,
. E,
sese oo seuseu medomedof f
or or mamaiior or dodo queque oo seuseu amor amor por por ssii mesmosmesmos,, ddiirãorão::³³
IIsso
sso ééiimposs
mpossíívevell´´. S. Se
e pepelloo conconttrár ráriio
ottêm
êm aber abertto
o oo coraçãocoração,,escuescuttarãoarão eeques
questitionarãoonarão asas suassuas convconviicçõescções. É
. É
enenttãoão,, nessenesse momenmomenttoo,, quandoquando ququiiseremserem saber saber mamaiiss,, queque sesellhes
hes poderápoderá dar dar mamaiissiin
nf f ormaçãoormação..aura
aura
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