• Nenhum resultado encontrado

2. Princípios de Investimento... 2

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "2. Princípios de Investimento... 2"

Copied!
13
0
0

Texto

(1)

2. Princípios de Investimento ... 2

2.1 Principais Fatores de Análise de Investimentos ... 2

2.1.1 Rentabilidade ... 2

2.1.1.1 Rentabilidade Absoluta versus Rentabilidade Relativa (benchmark) ... 2

2.1.1.2 Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada ... 3

2.1.1.3 Rentabilidade bruta versus rentabilidade líquida ... 3

2.1.2 Liquidez ... 4

2.1.3 Risco ... 4

2.2 Principais Riscos do Investidor ... 5

2.2.1 Risco de Mercado ... 5

2.2.1.1 Riscos de Mercado Externo. ... 6

2.2.2 Risco de Crédito ... 7

2.2.3 Risco de Liquidez ... 7

2.3 Fatores Determinantes para Adequação dos Produtos de Investimento àsNecessidades dos Investidores ... 8

2.3.1 Objetivo do investidor ... 8

2.3.2 Horizonte de Investimento ... 8

2.3.3 Risco versus Retorno ... 9

2.3.4 Diversificação: vantagens e limites de redução do risco incorrido ... 10

(2)

2. Princípios de Investimento

2.1 Principais Fatores de Análise de Investimentos

Quando o investidor procura a melhor opção para aplicar suas economias, mesmo que intuitivamente, está procurando uma alternativa de investimento que melhor combine 3 (três) atributos básicos:

Rentabilidade

Liquidez

Segurança

O grande desafio do investidor é encontrar os três atributos em um mesmo investimento, ou seja, buscar um investimento que seja ao mesmo tempo rentável, seguro e com alta liquidez. Sabendo desta dificuldade, o investidor deverá optar pelo equilíbrio dos fatores que julgar mais importante e tudo isso dentro de um horizonte de tempo e

objetivo de investimento que atendam suas necessidades.

Você deve entender que ao fazer a opção por um dos atributos aqui apresentados, o investidor abre mão de outro. Para ter um retorno maior é preciso estar disposto a correr maior risco. Para um risco menor, a rentabilidade

também será menor.

2.1.1 Rentabilidade

A rentabilidade é conhecida também como rendimento ou retorno. De maneira simples, pode-se dizer que a rentabilidade é a quantidade de dinheiro que o investidor ganha para cada quantia investida.

Você pode obter a rentabilidade de duas maneiras:

 No resgate, onde haverá o lucro na diferença entre o preço de compra e o preço de venda (conhecido como ganho de capital)

 Renda constante (quando a rentabilidade é proporcionada por um período de tempo, resultante da variação dos juros ou pagamento dos dividendos)

2.1.1.1 Rentabilidade Absoluta versus Rentabilidade Relativa (benchmark)

Rentabilidade Absoluta, é aquela expressa de modo absoluto, direto, indicando determinado percentual de

rendimento.

Ex. “O fundo XPTO, rendeu 1,2% esse mês”

(3)

Ex. “O fundo XPTO, rendeu 98% do CDI esse mês”

2.1.1.2 Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada

Rentabilidade esperada é o ganho que o investidor espera receber em um determinado período de tempo no

futuro. É o quanto ele acredita que ganhará se efetuar determinado investimento. Pode, ou não, estar atrelado a um benchmark.

Ex. “Espero que o fundo XPTO tenha um rendimento de pelo menos 1% no próximo mês” (sem benchamark), ou; “Espero que o fundo XPTO tenha um rendimento de pelo menos 100% do CDI” (com benchmark).

Rentabilidade observada é o ganho obtido em uma operação no passado, ou até o presente momento. Assim

como a rentabilidade esperada, pode, ou não, estar atrelado a um benchmark. Ex. “O fundo XPTO, rendeu 12% no último ano” (sem benchmark), ou;

“O fundo XPTO, rendeu 98% do CDI no último ano” (com benchmark).

2.1.1.3 Rentabilidade bruta versus rentabilidade líquida

Importante notar que a rentabilidade de um investimento, na forma como contratada ou observada ao final do empreendimento (rentabilidade bruta), ainda será submetida à tributação e eventuais encargos, de acordo com a modalidade do produto escolhido pelo investidor ao aplicar seus recursos.

Os dois principais tributos a que estão sujeitos os produtos de investimento são o IOF (Imposto sobre Operação Financeira e o IR (Imposto de Renda).

Rentabilidade bruta

É o “lucro” ou retorno bruto obtido pelo capital, expresso por uma percentagem, antes de se descontarem os tributos (imposto de renda, IOF) e outros encargos (taxas, tarifas etc.) incidentes sobre a operação.

Rentabilidade líquida = rentabilidade bruta – (tributação + encargos)

Ou seja, a rentabilidade líquida é o ganho obtido por um investimento, expresso em percentual, já deduzido o custo com tributos e encargos. Vale salientar que, no caso dos fundos de investimento, a rentabilidade divulgada pelo mercado como “rentabilidade bruta” apresenta uma peculiaridade: os valores das cotas já consideram as deduções de encargos como, por exemplo, a taxa de administração.

Horizonte de tempo

Presente

Passado

Futuro

Rentabilidade

(4)

Desafio1 Relacione as colunas

Risco menor 1 Rentabilidade esperada

Está relacionada a um evento passado. 2 Rentabilidade menor É demonstrada através da comparação

com um benchmark 3 Rentabilidade passada

É o ganho que o investidor espera

receber em seu investimento. 4 Rentabilidade relativa É o ganho que o investidor apura em

suas posições após a cobrança do imposto de renda

5 Rentabilidade líquida

2.1.2 Liquidez

A Liquidez mede a facilidade com que determinado ativo se transforma (rapidamente e com reduzida perda de valor) em dinheiro de forma a poder ser utilizado como meio de troca em transações. As notas e moedas constituem o ativo com maior liquidez, pois podem ser utilizados diretamente como meio de troca. Os depósitos à ordem são também ativos de elevada liquidez pois, a serem mobilizáveis por cheque e através de cartão de débito, podem ser utilizados diretamente como meio de pagamento, além de poderem ser transformados em numerário muito rapidamente e sem qualquer perda de valor. Já uma casa, por exemplo, é um ativo com pouca liquidez, pois além de dificilmente poder ser utilizado como meio de pagamento, a sua transformação em numerário poderá ser demorada e ter custos elevados.

Investimentos com alta liquidez:

 Fundos abertos e sem carência;

 CDB Di com liquidez diária;

 Ações.

Investimentos com baixa liquidez:

 Imóveis;

 Fundos com carência;

 Fundos Fechados.

2.1.3 Risco

Risco pode ser definido como uma medida da incerteza associada aos retornos esperados de investimentos (definição financeira).

(5)

O conceito de risco está erroneamente associado à uma idéia negativa.Não deve ser considerado como algo

perigoso, mas apenas como uma incerteza com relação ao retorno de um investimento, em um dado horizonte de tempo.

Ao abordarmos uma pessoa que não esteja habituada com os conceitos do mercado financeiro, e solicitarmos sua percepção sobre risco, teremos comentários como esses abaixo:

 “Ações? Nem pensar é muito arriscado”;

 “Risco! Nem discuto esta possibilidade”;

 “Não analiso investimentos arriscados”;

 “Sinônimo de perda ou prejuízo”.

De uma maneira geral, a rentabilidade de qualquer investimento está associada ao risco.

O desejo de uma rentabilidade maior, pressupõe maior disposição do investidor por assumir maiores riscos.

O papel de quem analisa e faz aconselhamento financeiro é conhecer os riscos e discorrer sobre eles com naturalidade, pois risco sempre estará presente, em maior ou menor escala, em todos os produtos de investimento.

Os riscos mais comuns são:

Risco de Mercado

Risco de Liquidez

Risco de Crédito

Não se pode neutralizar nenhum destes três riscos em um investimento - o que se pode e deve fazer é gerenciá-Ios.

2.2 Principais Riscos do Investidor

2.2.1 Risco de Mercado

É o risco de variações, oscilações nas taxas e preços de mercado, tais como taxa de juros, preços de ações e outros índices. É ligado às oscilações do mercado financeiro. Por exemplo, no mercado acionário, o preço das ações é influenciado por vários fatores como: conjuntura macroeconômica, problemas específicos de algumas empresas ou setores econômicos, o próprio nervosismo do mercado, etc.

Para os Fundos de Investimentos em Renda Fixa e os CDB's, há a influência da variação nos índices de inflação, taxas de juros etc.

Exemplo: quando uma empresa anuncia que fechará o ano com prejuízo, aumenta o número de acionistas

dispostos a vender suas ações. Assim como em qualquer outro mercado, se há mais gente querendo vender (mais oferta), o preço cai.

O risco de mercado é maior nos ativos que apresentam maior volatilidade nos preços, ou seja, quando há maior oscilação de preço em relação à sua média.

(6)

Para quantificarmos o risco de mercado introduzimos o conceito de volatilidade. Volatilidade

Em certo sentido a volatilidade é uma medida da velocidade do mercado: os que se movem lentamente são mercados de baixa volatilidade e os que se movem rapidamente são de alta volatilidade.

A intensidade da “volatilidade” associado ao preço de uma mercadoria é a variação de preço referente a um desvio padrão, expresso em porcentagem, ao fim de um período de tempo. O que queremos dizer com isto é que se uma ação tem um preço hoje de R$ 50,00 com volatilidade de 20% ao ano, esperamos que esta ação daqui a um ano, em média, esteja situada entre R$ 40,00 e R$ 60,00.

Risco de Mercado = Volatilidade, variação de taxas e preços, oscilação de taxas e preços.

2.2.1.1 Riscos de Mercado Externo.

O risco de mercado externo está diretamente relacionado com a carteira de ativos financeiros negociados no exterior e, consequentemente, a performance desta carteira pode ser afetada por requisitos legais ou

regulatórios, por exigências tributárias relativas a todos os países nos quais seja realizado um investimento, ou

ainda, pela variação da moeda local em relação àoutras moedas (variação do Real frente ao Dólar, por exemplo).

Este tipo de risco expõe os investimentos à alterações nas condições política, econômica ou social, nos países onde são feitos os investimentos, o que pode afetar negativamente o valor de seus ativos.

Podem ocorrer ainda atrasos na transferência de juros, dividendos, ganhos de capital ou mesmo do

principal, entre países onde o investidor realize seus investimentos e o seu país de origem, o que pode interferir na liquidez e no desempenho do investimento.

As operações, por ordem do investidor, poderão ser executadas em Bolsas de Valores, de Mercadoria e

Futuros ou registradas em Sistema de Registro, de Custódia ou de Liquidação Financeira de diferentes países

que podem estar sujeitos a distintos níveis de regulamentação e supervisionados por autoridades locais reconhecidas. Entretanto, não existem garantias acerca da integridade das transações e nem tampouco sobre a igualdade de condições de acesso aos mercados locais.

(7)

2.2.2 Risco de Crédito

O risco de crédito, também conhecido como risco institucional ou de contraparte, é aquele em que há a possibilidade de o retorno de investimento não ser honrado pela instituição que emitiu determinado título. Por exemplo, se você aplicar em um CDB e o banco quebrar ou comprar ações de uma empresa que entrar em processo de liquidação, haverá perda parcial ou total do investimento.

Risco de Crédito = Não pagamento de uma obrigação assumida.

2.2.3 Risco de Liquidez

O risco de liquidez surge da dificuldade em se conseguir encontrar compradores potenciais de um determinado ativo no momento e no preço desejado. Ocorre quando um ativo está com baixo volume de negócios e apresenta grandes diferenças entre o preço que o comprador está disposto a pagar (oferta de compra) e aquele que o vendedor gostaria de vender (oferta de venda). Quando é necessário vender algum ativo num mercado ilíquido, tende a ser difícil conseguir realizar a venda sem sacrificar o preço do ativo negociado.

Desafio 2

Escreva na coluna ao lado o que pede a pergunta.

Mede a capacidade e rapidez que um ativo é transformado em meio de troca (dinheiro).

É definido como uma medida da incerteza associada aos retornos esperados de investimentos.

Risco não pode ser eliminado e podemos?

É sinônimo de volatilidade, variação, oscilação de preços e taxas.

Está ligado ao não pagamento de uma obrigação assumida.

Ações negociadas na bolsa de valores que apresentam baixo volume de negócio, estão demonstrado risco de... Utilizar os serviços de classificação de risco oferecidos por empresas especializadas neste segmento é uma forma de gerenciar o risco de...

Atrasos na transferência de juros, dividendos, ganhos de capital ou mesmo do principal, entre países onde o

investidor realize seus investimentos e o seu país de origem, é uma característica do risco de...

Indique um título que esteja sujeito ao risco de crédito. Dificuldade em se conseguir encontrar compradores potenciais de um determinado ativo no momento e no preço desejado, é uma característica do risco de...

(8)

2.3 Fatores

Determinantes

para

Adequação

dos

Produtos

de

Investimento

àsNecessidades dos Investidores

2.3.1 Objetivo do investidor

Antes de escolher onde investir, é importante que o investidor escolha como o capital investido será utilizado no futuro, pois essa decisão será determinante na hora de escolher o tipo de investimento. Por isso, o investidor deve listar seus objetivos e decidir o quanto será aplicado para atender a cada um. Caso existam mais objetivos que sua capacidade de poupança, ele deve tentar eleger os mais importantes.

Os objetivos de investimento podem ser listados em termos mais específicos, como, por exemplo, "compra de

uma casa", ou mais gerais, como, por exemplo, "formação de poupança para utilização futura". Porém,

especificá-los melhor pode ajudar na hora de escolher o investimento mais adequado, principalmente se a cada um estiver associada uma estimativa de valor.

Exemplo

Objetivo Necessidade Produto

Reserva Financeira para

emergências Menor risco possível e alta liquidez

Ativos de taxa pós-fixada, de curto prazo e com baixo risco de crédito. Reserva financeira para

aposentadoria – longo prazo Preservar o poder de compra contra a inflação.

Ativos ou Fundos atrelados à variação do IGP-M ou IPCA. Carteira de longo prazo. Reserva de recursos para viagem

ou curso no exterior

Preservar o poder de compra em moeda estrangeira.

Ativos ou Fundos corrigidos pela variação de moeda estrangeira. Dobrar o capital em um período

pré estabelecido – 5 anos

Assumir posições de risco em busca de maior retorno.

Ações, Fundos de ações ou Fundos Multimercados agressivos.

2.3.2 Horizonte de Investimento

O horizonte de aplicação é também um fator decisivo na hora de definir o investimento mais apropriado, pois o

tempo que o valor ficará aplicado poderá influenciar na rentabilidade e até na tributação. Portanto, além de

especificar seus objetivos, associando a cada um deles o valor correspondente, é necessário estimar o tempo desejado para resgatar o investimento.

(9)

Objetivo Horizonte de Tempo

Reserva Financeira para emergências 6 meses

Reserva financeira para aposentadoria – longo prazo 20 anos

Reserva de recursos para viagem ou curso no exterior 2 anos

Dobrar o capital 5 anos

Os principais fatores que podem determinar se o objetivo de investimento será alcançado ou não, são:

 A rentabilidade esperada;

 Prazo (horizonte de tempo).

2.3.3 Risco versus Retorno

Relação Risco X Retorno

Uma das coisas mais importantes que um investidor deve saber é que não existe retorno sem risco, ou seja,

quanto maior, ou menor, o risco de um determinado investimento, maior ou menor o retorno esperado.

Então, o retorno de um investimento está diretamente associado aos riscos dos ativos e valores mobiliários que compõem a carteira de investimentos.

Esta possibilidade de escolha está representada no gráfico baixo.

Entendendo:

O início da reta pontilhada representa ativos que costumam ser chamados de "Livres de Risco". Este tipo de ativo para uma taxa conhecida como taxa livre de risco é geralmente representado por títulos do governo, pois estes apresentam baixo risco de default (inadimplência).

(10)

Conforme caminhamos para a direita na reta vermelha, o grau de incerteza perante o retorno esperado aumenta, pois estaríamos investindo em ativos de maior risco como fundos de investimento, dólar, ações, derivativos, etc. É importante que você saiba qual nível de risco é o mais adequado a você.

Desvio Padrão

O desvio padrão é a medida da volatilidade ou da variabilidade de um título em relação ao rendimento esperado. Assim sendo, é uma medida de risco; números mais elevados indicam um histórico de maior volatilidade.

Então, temos que o desvio padrão é uma medida da volatilidade, ou seja, quanto maior a volatilidade de um ativo,maior seu desvio padrão. Logo, podemos afirmar que quanto maior for o desvio padrão,mais arriscado é o investimento.

Desafio 3

Verdadeiro ou Falso

O objetivo de investimento não é tão importante na análise de investimento.

O Horizonte de tempo define como alocar recursos, no curto, médio e longo prazo.

Os principais fatores que podem determinar se o objetivo de investimento será alcançado ou não, são: a rentabilidade passada e prazo (horizonte de tempo).

O retorno de um investimento não está diretamente associado aos riscos dos ativos e valores mobiliários que compõem a carteira de investimentos.

O desvio padrão é uma medida de risco; números mais elevados indicam um histórico de maior volatilidade.

A relação risco retorno, afirma que quanto maior o risco, certamente será maior o retorno.

2.3.4 Diversificação: vantagens e limites de redução do risco incorrido

É possível diminuir o risco total de seus investimentos através da diversificação. Diversificar significa combinar em uma mesma carteira de investimentos ativos com características diferentes, pois ativos com características distintas tendem a obter retornos distintos e a seguir diferentes tendências, reduzindo-se a chance de que uma eventual perda em um dos ativos ou um fato gerador de perdas ocasione perdas na totalidade de sua carteira.

A diversificação está presente na sabedoria popular no ditado "não coloque todos os seus ovos em uma única

cesta".

Benefícios da Diversificação

O principal objetivo ao se montar uma carteira de ações é diversificar, buscando obter um melhor perfil de

riscosem abrir mão da rentabilidade.

(11)

apenas uma parcela dos recursos será aplicada em cada ativo, o investidor pode arriscar um pouco mais em alguns papéis.

2.3.4.1 Risco sistemático e não sistemático

Risco Sistemático é o risco geral do mercado. Ou seja, o risco relacionado com mercado em todo o seu conjunto,

como por exemplo os aspectos políticos, sociais ou económicos do mundo, do pais, ou ainda outros que alteram o comportamento da maioria dos investidores.

Este risco é distinto do risco individual de cada um dos valores cotados por ser um risco do mercado no seu conjunto e por isso chama-se também risco não diversificável, na medida em que não é possível reduzí-lo ou cobrí-lo através da diversificação da carteira por diversos títulos ou setores.

Risco Sistemático:

Decorrente de fatores esxternos à empresa

Afeta o conjunto de ações negociadas no mercado

Não é diversicável

Risco não Sistemático é o risco específico a um determinado ativo ou setor da economia.

É decorrente, por exemplo, de notícias relacionadas a um nicho econômico específico.

Imagine que o governo anuncie uma elevação agressiva no imposto do tabaco. Isso irá afetar os preços dos produtos derivados desse setor, suas vendas, e consequentemente o valor das ações de todos as empresas produtoras de cigarros.

Pode ser eliminado ou atenuado através de uma adequada diversificação.

Risco não Sistemático:

Refere-se ao risco de uma empresa específica ou ao seu setor de atividade

É diversificável

Desafio 4

Complete a frase de acordo com o que você estudou neste módulo.

É possível diminuir o risco total de seus investimentos através da ____________________________.

Embora a diversificação reduza _______________, isso não significa que, simplesmente por comprar várias ações, o investidor não tenha que analisar a relação risco-benefício.

Risco ______________________ (ou de mercado): aquela parcela do risco total que influencia um grande

número de ativos, em grau maior ou menor.

____________________________: afeta um único ativo ou grupo pequeno de ativos (de uma empresa ou

segmento, por exemplo).

Risco não-diversificável: parcela do risco total que não pode ser reduzida pela diversificação. Corresponde

(12)

Gabaritos

Desafio 1

Relacione as colunas

Risco menor 1 Rentabilidade esperada 4

Está relacionada a um evento passado. 2 Rentabilidade menor 1 É demonstrada através da comparação

com um benchmark 3 Rentabilidade passada 2

É o ganho que o investidor espera

receber em seu investimento. 4 Rentabilidade relativa 3

É o ganho que o investidor apura em suas posições após a cobrança do imposto de renda

5 Rentabilidade líquida 5

Desafio 2

Escreva na coluna ao lado o que pede a pergunta.

Mede a capacidade e rapidez que um ativo é transformado

em meio de troca (dinheiro) Liquidez

É definido como uma medida da incerteza associada aos

retornos esperados de investimentos. Risco Risco não pode ser eliminado e podemos? Gerenciar É sinônimo de volatilidade, variação, oscilação de preços e

taxas. Risco de mercado

Está ligado ao não pagamento de uma obrigação

assumida. Risco de crédito.

Ações negociadas na bolsa de valores que apresentam

baixo volume de negócio, estão demonstrado risco de... Liquidez Utilizar os serviços de classificação de risco oferecidos por

empresas especializadas neste segmento é uma forma de gerenciar o risco de...

Crédito Atrasos na transferência de juros, dividendos, ganhos de

capital ou mesmo do principal, entre países onde o

investidor realize seus investimentos e o seu país de origem, é uma característica do risco de...

Mercado externo

Indique um título que esteja sujeito ao risco de crédito. CDB, Debênture, Nota Promissória. Dificuldade em se conseguir encontrar compradores

potenciais de um determinado ativo no momento e no preço desejado, é uma característica do risco de...

(13)

Desafio 3

Verdadeiro ou Falso

O objetivo de investimento não é tão importante na análise de investimento. F

O Horizonte de tempo define como alocar recursos, no curto, médio e longo prazo. V Os principais fatores que podem determinar se o objetivo de investimento será alcançado ou não, são: a rentabilidade passada e prazo (horizonte de tempo). F O retorno de um investimento não está diretamente associado aos riscos dos ativos e valores mobiliários que compõem a carteira de investimentos. F O desvio padrão é uma medida de risco; números mais elevados indicam um histórico de

maior volatilidade. V

A relação risco retorno, afirma que quanto maior o risco, certamente será maior o retorno. F

Desafio 4

Complete a frase de acordo com o que você estudou neste módulo.

É possível diminuir o risco total de seus investimentos através da diversificação.

Embora a diversificação reduza orisco, isso não significa que, simplesmente por comprar várias ações, o investidor não tenha que analisar a relação risco-benefício.

Risco sistemático (ou de mercado): aquela parcela do risco total que influencia um grande número de

ativos, em grau maior ou menor.

Risco não-sistemático (ou específico): afeta um único ativo ou grupo pequeno de ativos (de uma empresa

ou segmento, por exemplo).

Risco não-diversificável: parcela do risco total que não pode ser reduzida pela diversificação. Corresponde

Referências

Documentos relacionados