1 Termos de Referencia
para
Elaboração de conteúdos de formação e facilitação de treinamentos em “Princípios para o estabelecimento e funcionamento das OBCs/CCPs na co-gestão de Pescarias artesanais & Coordenação, facilitação e comunicação com diferentes intervenientes em iniciativas de
co-gestão de pescarias artesanais” 1. Contextualização
Moçambique é um dos países com mais biodiversidade no mundo. A sua zona costeira é caracterizada por conter uma diversidade de habitats que inclui praias arenosas, dunas costeiras, lagoas costeiras, recifes de coral, estuários, baías, florestas, mangais, zonas pantanosas e tapetes de ervas marinhas. Estes ecossistemas fornecem importantes benefícios socioeconómicos às comunidades costeiras que deles dependem para sua subsistência. De entre os ecossistemas tipicamente costeiros, os mangais, os recifes de coral e os tapetes de ervas marinhas são dos mais importantes, considerados no seu conjunto, responsáveis pela maior parte da produtividade marinha, estabilidade da zona costeira e pela qualidade da água do mar, (Langa, 20071; PDP, 20112).
Moçambique registou, em 2018, capturas totais estimadas em 397.262 toneladas de pescado, 89% das quais provenientes da pesca artesanal. A pesca artesanal assume um papel socioeconómico no país, com para cerca de 334 mil profissionais e outras pessoas que dependem directa ou indiretamente, e proporciona proteína animal de baixo custo para mais de dois terços da população vivendo em zonas costeiras (IDPPE, 20133; MIMAIP, 20194). Apesar destes grandes benefícios, o sector pesqueiro ainda enfrenta problemas, aliados à destruição de ecossistemas e habitats, pesca excessiva e técnicas de pesca destrutivas. Estes estão a causar o declínio das capturas de peixe e a degradação de ecossistemas, que podem estar relacionados com a expansão rápida e descontrolada da pesca artesanal, ameaçando a sustentabilidade desse precioso recurso natural.
O Ministério do Mar Águas Interiores e Pescas (MIMAIP) esta implementando o Projecto SWIOFish1, com financiamento do Banco Mundial nas Províncias do Banco de Sofala com objectivo de melhorar a eficácia da gestão de pescarias prioritárias selecionadas ao nível regional, nacional e comunitário, com duração de 6 anos (2015-2021). O projecto está dividido em quatro componentes, a saber: reforçar a colaboração regional, melhorar a governação de pescarias prioritárias, aumentar os benefícios resultantes de pescarias prioritárias e gestão e coordenação. Dentre as varias actividades abarcadas por estas
1 Langa, J. V. Q. (2007). Problema na zona costeira de Moçambique com ênfase para a costa de Maputo. Revista de Gestão Costeira Integrada;
2 Ministério das Pescas (2011). Plano Director das Pescas 2010-2019. Maputo, Moçambique;
3 IDPPE (2013). Censo da Pesca Artesanal. Maputo, Moçambique. Ministério das Pescas. Instituto Nacional de Desenvolvimento de Pesca de Pequena Escala (IDPPE);
4 MIMAIP (2019). Balanço Anual do Plano Económico e Social de 2018. Maputo, Moçambique.
2 componentes, inclui a promoção da co-gestão ao nível local e implementação dos planos de gestão das pescarias prioritárias.
O Fundo Mundial para a Natureza-Moçambique (WWF-MCO) é uma Organização não Governamental trabalhando em Moçambique desde 2005 e tem como visão manter o capital natural em bom estado e prospero, assegurando um desenvolvimento sustentável e equitativo para o bem-estar do povo Moçambicano. No seu plano estratégico (2016-2020), no pilar relacionado com a paisagem marinha, considerou-se a manutenção até 2020 dos principais ecossistemas marinhos e costeiros e suas espécies aos níveis em que se encontravam em 2015 como um aspecto prioritário.
Enquadrado nas linhas de actividades do Projecto SWIOFish1, descritas acima, o WWF-MCO, em parceria contratual com o Governo de Moçambique através do ProAzul (MIMAIP), esta implementando o projecto intitulado “Implementação de Iniciativas de co-gestão ao nível local nos Distritos de Pebane (Província de Zambézia) e Moma (Província de Nampula)” SwioFish1-MZ, com os seguintes objectivos:
a) Elaborar e implementar um programa/pacote de formação de formadores de quadros do sector público e capacitação dos CCPs em co-gestão dos recursos pesqueiros; e b) Facilitar o processo inerente ao estabelecimento de áreas de co-gestão comunitária,
com vista a melhorar os níveis de comprometimento e responsabilidade (também a participação e envolvimento) dos CCPs/comunidade pesqueiras na gestão dos recursos prioritários a eles acessíveis.
Quatro resultados distintos se esperam desta intervenção do WWF-MCO no contexto do projecto SwioFish1-MZ, a saber:
• Resultado 1: elaborado um programa / pacote de formação de formadores de quadros do sector público e de capacitação de CCPs em co-gestão dos recursos pesqueiros; • Resultado 2: reforçada a capacidade técnica de 66 técnicos do sector público a nível
central, provincial e distrital, para a facilitação da implementação de iniciativas de co-gestão nas Províncias de Nampula e Zambézia;
• Resultado 3: reforçada a capacidade de 21 CCPs dos distritos de Moma e Pebane, na co-gestão dos recursos pesqueiros a eles acessíveis; e
• Resultado 4: estabelecidas duas (2) Áreas de Pesca de Gestão Comunitária, nos Distritos de Moma e Pebane.
Para o alcance do resultado 1 e 2, foi desenvolvido um plano de formação cujo objetivo é reforçar o conhecimento dos Técnicos do sector Público (MIMAIP, ADNAP-Delegação e SDAE) sobre a co-gestão de pescarias artesanais, por forma a dinamizar o processo de estabelecimento de áreas de pesca de gestão comunitária e a melhorar a gestão dos recursos pesqueiros disponíveis à pesca artesanal. Os objetivos específicos deste plano de formação são:
• Reforçar a capacidade técnica em co-gestão de pescarias artesanais e gestão de recursos pesqueiros;
• Partilhar experiências e exemplos de sucesso na implementação de co-gestão de pescarias artesanais na região e outras áreas;
• Aprimorar o conhecimento dos participantes no quadro legal e politico das pescas em Moçambique que incide na co-gestão de pesarias artesanais;
3 • Melhorar a capacidade necessária para providenciar o apoio técnico aos CCPs e
outros intervenientes na co-gestão de pescarias;
• Fortalecer o conhecimento dos participantes sobre os procedimentos para o estabelecimento de áreas de pesca de gestão comunitária das Pescarias artesanais incluindo planos de gestão local.
Este plano de formação está composto por cinco módulos de treinamento, nomeadamente: I. Co-gestão das pescarias e gestão de recursos pesqueiros;
II. Contexto legal, institucional e nacional de implementação da co-gestão de pescarias artesanais;
III. Princípios para o estabelecimento e funcionamento das OBCs/CCPs na co-gestão de Pescarias artesanais;
IV. Coordenação, facilitação e comunicação com diferentes intervenientes em iniciativas de co-gestão de pescarias artesanais;
V. Estabelecimento de áreas de co-gestão comunitária das Pescarias artesanais incluindo planos de co-gestão local.
Para a realização do módulo III e IV, o WWF-MCO pretende contratar os serviços de consultoria para desenvolver os pacotes de formação e facilitar o treinamento.
2. Objectivos da Consultoria
O objectivo desta consultoria é elaborar os conteúdos de formação dos módulos III (Princípios para o estabelecimento e funcionamento das OBCs/CCPs na co-gestão de Pescarias artesanais) e IV (Coordenação, facilitação e comunicação com diferentes intervenientes em iniciativas de co-gestão de pescarias artesanais) e facilitar a formação de Técnicos do sector Público (MIMAIP, ADNAP-Delegação e SDAE).
Especificamente, a Consultoria tem os seguintes objectivos:
• Desenvolver pacotes de formação para as áreas temáticas dos módulos III e IV de treinamento de Técnicos do sector Público (MIMAIP, ADNAP-Delegação e SDAE) detalhadas no Anexo 3 com uma duração de 4 dias (6 horas por dia);
• Facilitar uma formação em Maputo para 16 técnicos do sector Público (10 de nível central 6 de nível Provincial) com uma duração de 4 dias (6 horas/dia);
• Facilitar a formação na Província de Zambézia para 31técnicos do sector Público (5 de nível provincial e 26 de nível distrital) com uma duração de 4 dias (6 horas/dia); • Facilitar a formação em Nampula de 25 técnicos do sector Público (5 de nível
provincial e 20 de nível distrital) com uma duração de 4 dias (6 horas/dia). 3. Metodologia
Os módulos III (Princípios para o estabelecimento e funcionamento das OBCs/CCPs na co-gestão de Pescarias artesanais) e IV (Coordenação, facilitação e comunicação com diferentes intervenientes em iniciativas de co-gestão de pescarias artesanais) tem como principais objetivos:
4 • Dotar os participantes em princípios básicos para o planeamento e fortalecimento das
OBC/CCPs com ênfase na co-gestão das Pescarias;
• Garantir a capacidade necessária para providenciar o apoio técnico aos CCPs e outros intervenientes na co-gestão de pescarias;
• Reforçar a capacidade de coordenação, facilitação e comunicação com os diferentes intervenientes em iniciativas de co-gestão e gestão de pescarias;
As competências que devem ser adquiridas pelos formandos são: Módulo III
• Incrementado o conhecimento dos participantes em noções básicas de desenvolvimento comunitário;
• Fortalecido o conhecimento para os técnicos apoiar na melhoria do funcionamento eficaz dos CCPs;
• Aprimorado o domínio dos mecanismos e estratégias para a manutenção da sustentabilidade financeira e institucional dos CCPs;
• Fortalecido o domínio dos critérios de avaliação do desempenho dos CCPs; • Incrementada a capacidade técnica para capacitação de CCPs.
Módulo IV
• Incrementado o conhecimento dos técnicos para apoiar os CCP na preparação e realização de encontros na sua área de abrangência;
• Fortalecido o conhecimento sobre mecanismos de coordenação e comunicação com diferentes intervenientes durante a realização de encontros comunitários promovidos pelos CCPs;
• Incrementada a capacidade técnica para capacitação de CCPs.
A metodologia da formação deve ser muito participativa e aplicada. O objetivo não é transmitir um conhecimento teórico sobre as temáticas descritas, mas sim perceber e discutir sobre a sua aplicação prática e o impacto da mesma no dia a dia dos Técnicos do sector Público (MIMAIP e SDAE). Adicionalmente, os conteúdos devem ser apresentados e/ou transmitidos considerando que estes devem ter habilidades que permitam a capacitação dos CCPs.
Ao inicio do módulo e no fim do mesmo será aplicada uma ferramenta de pré e pós teste para avaliar quantitativamente o nível de assimilação do conteúdo. Esta ferramenta terá de ser desenhada pelo consultor. Para além deste pré e post teste, ao fim do módulo será também realizado um exercício de avaliação da formação por parte dos formandos utilizando a ferramenta do Anexo 2.
O módulo III está dividido em seis (6) sessões temáticas, nomeadamente: 1. Noções básicas de desenvolvimento comunitário
Conceito de desenvolvimento comunitário, objectivos, etapas para o estabelecimento de uma organização de base comunitária (OBC), intervenientes envolvidos e respectivo papel, estratégia de comunicação e mobilização das partes interessadas;
5 2. Noções básicas sobre Conselhos Comunitários de Pesca
Conceito, atribuições, objectivos, diferença entre CCPs e outras OBCs, motivação para criação e procedimentos para o estabelecimento de CCPs (desde a mobilização até a legalização, incluindo o processo de integração na comunidade);
3. Organização e Funcionamento do CCP
Funções gerais do CCP, estrutura, deveres e direitos dos membros, periodicidade das eleições, reunião de assembleia geral e de comité de direção, elaboração do plano de trabalho, adequação do regulamento interno tipo e monitoria das actividades do CCP;
4. Sustentabilidade institucional e financeira do CCP
Liderança, representatividade na comunidade, estratégia de comunicação interna e externa (rotatividade das reuniões, planificação das reuniões, incluindo as temáticas a ser discutido nas reuniões de assembleia geral, comité de direção e comité distrital de co-gestão), gestão de conflitos (Exemplo de conflitos mais comuns e propostas para o gerenciamento), controle e vigilância (ex: denuncia das infrações as entidades de fiscalização), e monitoria (ex: manutenção comunitária do sistema de registo) pagamento de cotas, identificação de fontes de financiamento, motivação para a revitalização incluindo os principais elementos;
5. Inclusão da Mulher na liderança do CCPs e /ou nas OBC,s e funcionamento de CCPs modelos em Moçambique e /ou outras regiões
Importância do envolvimento da mulher na liderança, experiências de sucesso em Moçambique na integração da Mulher na liderança das OBC,s e/ou CCPs. Experiências de CCPs modelos no País;
6. Papel e atitude de um agente de Extensão
Conceito, características de um agente de extensão; Aspectos chave para o sucesso durante a mobilização comunitária;
O módulo IV está dividido em 2 sessões temáticas, nomeadamente:
1. Métodos de preparação e facilitação de encontros promovido pelo CCP Metodologia para preparação de encontros promovidos pelo CCP na sua área de abrangência, incluindo normas de mobilização comunitária (desde a preparação, monitoria5 e avaliação dos resultados);
2. Métodos de coordenação e comunicação do CCP com diferentes intervenientes durante a preparação de encontros
Intervenientes envolvidos, quando, como podem ser envolvidos e a respectiva função de cada; Exemplo: Preparação de campanhas de sensibilização;
Adicionalmente, espera se que o consultor apoie na condução de uma actividade pratica de simulação de uma capacitação de CCP em uma das sessões temáticas do módulo I ou III, para apurar o nível de percepção.
O consultor deve apresentar no relatório de inicio uma proposta técnica sobre a metodologia pedagógica que será aplicada em cada uma das oito (8) sessões temáticas. Para cada sessão
6 temática o consultor entregará uma ficha de sessão (ver Anexo 1) e os materiais que serão utilizados para o treinamento (apresentações, sumários em testo corrido das apresentações, exercícios práticos, fotografias, infográficos, etc.)
Os pacotes de formação devem ser adaptados aos diferentes níveis de formação académica e diferentes responsabilidades profissionais para cada grupo de técnicos (técnicos de nível central, a ser implementados em Maputo, e para os técnicos de nível provincial e distrital, a ser implementados nas províncias).
Ao fim de todas as formações o consultor realizará um relatório final que reflete sobre as principais lições aprendidas conclusões e recomendação para as futuras formações;
4. Produtos/resultados esperados da consultoria
Os resultados/produtos esperados da consultoria deverão incluir os seguintes:
• Relatório de início da consultoria (formato digital, 15 dias uteis após assinatura do contrato) – incluindo:
o A descrição da metodologia pedagógica geral das formações para o alcance dos objectivos;
o As fichas das sessões temáticas para o treinamento de nível central e para os treinamentos de nível provincial e distrital (Anexo 1);
o Os materiais a ser utilizados nas formações em pastas organizadas por sessões temáticas;
o A proposta de ferramenta de 2 perguntas fechadas (pré e pôs teste) para cada sessão temática (totalizando 14 questões) para medir a assimilação dos conteúdos dos formandos.
• Formação em Maputo de 16 técnicos do sector público (10 de nível central 6 de nível Provincial) com uma duração de 4 dias (6 horas/dia)
• Formação na Província de Zambézia de 31 Técnicos do sector público (5 de nível provincial e 26 de nível distrital) com uma duração de 4 dias (6 horas/dia=24h) • Formação na Província de Nampula de 25 Técnicos do sector público (5 de nível
provincial e 20 de nível distrital) com uma duração de 4 dias (6 horas/dia=24h)
• Relatório final da consultoria (formato digital, 10 dias uteis após finalização das formações) – incluindo:
o Fichas das sessões temáticas da formação dos técnicos atualizadas apos a experiencia das formações;
o Atualização dos materiais usados nas formações dos técnicos em pastas organizadas por sessões temáticas;
o Impacto das formações dos técnicos a traves dos resultados do pré e pôs teste dos 66 técnicos e por grupo de formandos, nomeadamente Maputo, Nampula e Zambézia;
o Resultado da avaliação da formação dos técnicos por parte dos formandos; o Recomendações e lições aprendidas para futuras formações de técnicos do
sector;
7 5. Suporte logístico
O WWF fornecerá o seguinte apoio para a execução das formações:
• Organização administrativa e logística de toda a formação, incluindo: disponibilização da sala de formação, reservas de hotéis e de meios de transporte necessários, convites, agendas, impressão de matérias de formação, listas de presença, laptop para apresentações, data show, flipchart, etc;
• Arcar com as despesas necessárias para a realização da formação, incluindo: viagens, alimentação e acomodação dos formadores e dos formandos;
6. Local do trabalho
Espera se que a tarefa seja executada em Maputo e nas Províncias de Nampula e Zambézia. 7. Elegibilidade/qualificação da equipe de consultores
A equipe de consultores (2 ou 3) deve ter o seguinte perfil:
• Formação acadêmica em Ciências socias, Antropologia, Historia, Biologia e/ ou outras áreas afins;
• Experiencia comprovada na condução de formação de formadores e / ou quadros do sector Público será uma vantagem;
• Conhecimento de funcionamento do modelo de co-gestão de pescarias utilizado em Moçambique;
• Capaz de se comunicar efetivamente tanto verbalmente quanto por escrito (ou seja, relatórios com redação clara e concisa) em português;
8. Processo de candidatura
Os candidatos interessados devem enviar a sua candidatura para o email:
[email protected] com o nome: Elaboração de conteúdos de formação e facilitação
de treinamentos em “Módulos III: Princípios para o estabelecimento e funcionamento das OBCs/CCPs na co-gestão de Pescarias artesanais; & IV: Coordenação, facilitação e comunicação com diferentes intervenientes em iniciativas de co-gestão de pescarias artesanais”, até o dia 17 de Março de 2021, contendo o seguinte:
• Proposta técnica – deve responder aos termos de referência e demostrar pelo menos: uma habilidade e capacidade solida para executar a consultoria (ex: capacidade institucional ou conhecimento do Consultor ou equipe de consultores, incluindo pelo menos dois exemplos passados de experiência em trabalho similar, bem como CVs dos proponentes); e um esboço da metodologia proposta para a consultoria; A proposta técnica deverá ter o máximo de 10 paginas, Times New Roman, Font 12, excluindo anexos e carta de apresentação.
• Proposta financeira - indicando detalhadamente os custos das diferentes tarefas, taxas diárias de consultoria e explicações. A proposta financeira deve ser apresentada em meticais (MZN), em um documento separado da proposta técnica. Por favor note que o WWF não será cobrado pelos custos relacionados a preparação e submissão da proposta de consultoria.
8
9. Processo de avaliação das propostas
O processo de avaliação das propostas será com base numa abordagem de avaliação de análise cumulativa (sistema de pontos com atribuição de peso). O peso alocado entre a proposta técnica e financeira é 90/10 (técnico/financeira). A seguir se apresentam os critérios que serão observados para a avaliação técnica.
Nr. Item Pontuação máxima (%)
1 Graduação em áreas de conhecimento relacionadas com a
tarefa 40
Experiência da equipe de Consultores em trabalhos de
formação em área social 40
3 Conhecimento do modelo de co-gestão de pescarias
aplicado em Moçambique 10
Pontuação da proposta técnica 90
LISTA DE ANEXOS
ANEXO 1: Ficha modelo das sessões temáticas
9
ANEXO 1 : Ficha modelo das sessões temáticas
1. Identificação da acção de formação
Módulo número:
Sessão temática número: Nome da sessão temática: Carga Horária:
2. Objectivos e Aspectos metodológicos da acção de formação
Objectivos a atingir (o fim que se deseja atingir):
Resultados/competências a ser adquiridas (capacidades que os formandos devem desenvolver) :
Metodologia de realização da acção de formação ( processo para atingir um
determinado fim):
Recursos pedagógico e material didáticos necessários para a formação (material que irá utilizar como auxílio da formação do
conteúdo proposto para ser aplicado): Documentos de Referência (bibliografia consultada):
3. Dados pessoais do Formador
Nome do Formador: Contacto:
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ANEXO 2: Ficha de avaliação da acção de formação para os técnicos
Ficha de avaliação da acção de formação para os Técnicos Identificação do Módulo:
Duração
Data de inicio : –––-/––––/–––– Data do término:- –––/––––/–––– Caro participante, solicita-se que faça a avaliação da acção de formação, respondendo as questões apresentadas abaixo, assinalando-a com um X no circulo de cada questão
Pontuação
56 47 38 29 110
1. Avaliação dos conteúdos e métodos
Conteúdo da acção de formação Sequência lógica dos conteúdos
Adequação dos métodos utilizados aos temas tratados Equilíbrio entre a exposição teórica e a prática
2. Organização
Qualidade e adequação das instalações e equipamento Horário das sessões
Organização Administrativa
3. Avaliação do facilitador
Transmissão clara dos conteúdos abordados Domínio do facilitador dos conteúdos abordados
Motivação do facilitador
Qualidade dos métodos utilizados (perguntas utilizadas, debates,
tarefas em grupos)
Qualidade dos materiais de áudio – visual
Avaliação geral do facilitador
4. Avaliação geral do curso (grau de satisfação)
Qualidade das informações técnicas transmitidas, para a
continuação do seu trabalho de treinamento Disponibilidade e adequação dos testes de apoio em qualidade e
em quantidade
Duração do módulo ao conteúdo da formação Classificação geral do curso
5. Sugestões de melhoria
Nome (facultativo): Data:
Muito obrigada pela colaboração
6 Excelente 7 Bom 8 Regular 9 Pobre 10 Mau