Doses do Produto Comercial Nome Comum Nome Científico Leve Médio Pesado Trapoeraba. Commelina benghalensis

Texto

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GESAPRIM GrDA

Dados técnicos

Nome comum do ingrediente ativo: ATRAZINA

Registro no Ministério da Agricultura e do Abastecimento: nº 05496

Classe: herbicida seletivo do grupo químico das triazinasComposição: 88% m/m de ATRAZINA: 2−cloro−4−etilamino−6−isopropilamino−s−triazina ♦ Ingredientes inertes: 12% m/m ♦ •

Formulação: grânulos dispersíveis em água

Classe toxicológica: III − Medianamente tóxico

Instruções de uso

Indicações de aplicação

Leia com atenção e integralmente as instruções de uso abaixo, de modo a obter a melhor eficiência do produto GESAPRIM GrDA. GESAPRIM GrDA é um herbicida seletivo,

recomendado para o controle de plantas daninhas na pré a pós emergência precoce e inicial, nas culturas de milho, cana−de−açúcar e sorgo.

Modo de ação

GESAPRIM GrDA caracteriza−se pela sua ação específica sobre as espécies de folhas largas

anuais (latifoliadicida por excelência), destacando−se dentre elas, algumas espécies de difícil controle na pré emergência. Sua ação graminicida é moderada, excetuando−se para algumas espécies. O ingrediente ativo ATRAZINA é absorvido pelas plantas através das raízes (após a germinação) e se transloca via xilema até as folhas (cloroplasto das folhas) onde provoca a inibição da fotossíntese, cujos sintomas se manifestam através da clorose, necrose e morte das invasoras.Quando o produto é aplicado na pós−emergência das invasoras, é absorvido através das folhas, onde penetra rapidamente nos cloroplastos e neste caso atua por contato e praticamente não sofre nenhuma movimentação.

Áreas de utilização

GESAPRIM GrDA é recomendado para utilização nas seguintes situações e tipos de

infestação: a) Como tratamento básico na pré−emergência logo após o plantio: − Nas infestações exclusivas de folhas largas. − Nas infestações predominantes de folhas largas e presença de gramíneas sensíveis. b) Como tratamento complementar ou seqüencial, na pós−emergência precoce a inicial das invasoras: − Nas infestações predominantes de folhas largas.

Aplicações na pré−emergência

Culturas Doenças Doses do Produto Comercial

Nome Comum Nome Científico Leve Médio Pesado

Milho

Trapoeraba Commelina

benghalensis 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5

Caruru Amaranthus viridis (R) 2,5 − 3,0 2,5 − 3,0 2,5 − 3,0 Carrapicho carneiro Acanthospermum

hispidum 3,0 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5

Apaga−fogo Alternanthera tenella

(R) 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5

Picão preto Bidens pilosa 2,5 − 3,0 2,5 − 3,0 2,5 − 3,0

Nabiça Raphanus

raphanistrum (R) 2,5 − 3,0 − −

Guanxuma Sida rhombifolia 2,5 − 3,0 3,0 − 3,5 −

Poaia−branca Richardia brasiliensis 2,5 − 3,0 2,5 − 3,0 − Cheirosa Hyptis suaveolens (R) 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5 3,0 − 3,5

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Culturas Doenças Doses do Produto Comercial Nome Comum Nome Científico Leve Médio Pesado

Cana−de−Açúcar (R)

Picão preto Bidens pilosa 2,5 − 3,0 − −

Beldroega Portulaca oleracea 2,5 − 3,0 − −

Sorgo (R)

Poaia−branca Richardia brasiliensis

Não

Recomendado 2,0 − 2,5

Guanxuma Sida rhombifolia

Beldroega Portulaca oleracea

(R) Restrição de uso temporário no Estado do Paraná Observação: 2,0 Kg p.c./ha = 1,760 kg i.a./ha

2,5 Kg p.c./ha = 2,200 kg i.a./ha 3,0 Kg p.c./ha = 2,640 kg i.a./ha 3,5 Kg p.c./ha = 3,080 kg i.a./ha

Aplicações na pós−emergência

Culturas Doenças Estágio das

Ervas

Doses do Produto Comercial Nome Comum Nome Científico Leve / Médio / Pesado

Milho

Capim marmelada Brachiaria plantaginea 1 a 3 folhas

3,0 − 3,5 Kg / ha Caruru Amaranthus viridis (R) 2 a 4 folhas

Carrapicho carneiro Acanthospermum

hispidum 2 a 4 folhas

Apaga−fogo Alternanthera tenella

(R) 2 a 4 folhas

Amendoim bravo Euphorbia

heterophylla 2 a 4 folhas

Corda−de−viola Ipomoea

aristolochiaefolia 2 folhas

Nabo Raphanus brasiliensis 4 folhas Poaia Ricardia brasiliensis Pós em início Guanxuma Sida rhombifolia 2 folhas Picão preto Bidens pilosa 2 folhas Cana−de−Açúcar

(R)

Capim marmelada Braschiaria

plantaginea 1 a 2 folhas

3,0 − 3,5 Kg/ha Caruru Amaranthus hybridus 2 a 4 folhas

Picão preto Bidens pilosa 2 a 4 folhas Beldroega Portulaca oleracea 2 a 4 folhas Sorgo (R)

Beldroega Portulaca oleracea 2 a 4 folhas

2,5 − 3,0 Kg/ha Guanxuma Sida rhombifolia 2 a 4 folhas

Poaia−branca Richardia brasiliensis 2 a 4 folhas (R) Restrição de uso temporário no Estado do Paraná

Modo de aplicação

GESAPRIM GrDA deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores

terrestres, convencionais (costais, tratorizados), aviões ou helicópteros.

Épocas de aplicação

Pré−emergência

Milho: Aplicar logo após o plantio na pré−emergência da cultura e das invasoras através de

tratamento em área total, ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. Neste caso, poderá ser plicado com auxílio de pulverizador costal ou com equipamento tratorizado através do sistema 3 em 1, no qual em uma operação se aduba, planta e aplica o herbicida. O controle das invasoras nas entrelinhas do milho, deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós−emergentes em aplicação dirigida.

Sorgo: Aplicar GESAPRIM GrDA logo após o plantio, na pré−emergência da cultura do sorgo

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aplicado na pré−emergência da cultura de sorgo nos solos de textura arenosa.

Cana−de−açúcar: Aplicar GESAPRIM GrDA na pré−emergência, através de tratamento em

área total, na cana−planta após o plantio dos toletes (mudas), e na cana−soca, após o corte, cultivo e adubação da soca.

Pós−emergência

Milho: Aplicar GESAPRIM DrDA após a germinação da cultura, com as invasoras na

pós−emergência, através de tratamento em área total, observando−se rigorosamente as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados, conforme a tabela acima.

Sorgo: Aplicar GESAPRIM GrDA através do tratamento em área total após a germinação da

cultura a partir de aproximadamente 15 cm de altura, observando−se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados conforme a tabela acima. Obs.: Esta modalidade de aplicação pós emergente representa uma alternativa recomendável para o sorgo nos solos arenosos. Sintomas leves de fitotoxicidade poderão ocorrer caracterizados por pequenas necroses nos ápices das folhas, sintomas estes que desaparecem em condições normais nos próximos 15 dias.

Cana−de−açúcar: (cana−planta e cana−soca): Aplicar GESAPRIM GrDA através de

tratamentos em área total, após a germinação da cultura (com porte até 30−40 cm) e das invasoras, observando−se as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados conforme a tabela acima. Não há restrições quanto o estádio de

desenvolvimento da cultura da cana para aplicação do produto, porém nas culturas muito desenvolvidas com mais de 50−60 cm de altura, recomenda−se a adaptação de pingentes à barra de pulverização, para aplicação dirigida nas entrelinhas, com o que se evita o efeito guarda−chuva, e melhor eficiência de controle com herbicida.

Número de aplicações

Desde que aplicado nas condições adequadas através da observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades da cultura.

Preparo do solo (pré−emergência)

Plantio Convencional: O solo deve estar bem preparado através das operações de aração,

gradeação, nivelamento superficial e livre de torrões, cujas condições são as ideais para o plantio e aplicação do herbicida.

Sistema de Plantio Direto: A área destinada ao plantio deve apresentar condições de

pré−emergência das invasoras, após as operações de manejo e dessecação das plantas daninhas ou das culturas do inverno, cujas condições são básicas para o plantio e aplicação do herbicida. Nesta modalidade de cultivos, GESAPRIM GrDA, é aplicado sempre na presença de material orgânico seco existente na superfície do solo, proveniente de diferentes fontes, tais como:

Palhada resultante da colheita de culturas de inverno como trigo, cevada, centeio e outras; •

Culturas de inverno dessecadas como aveia, azevem, ervilhaca, tremoço e outras; •

Plantas daninhas dessecadas nas áreas de pousio.

Portanto, a ocorrência de chuvas após a aplicação do produto é favorável por promover o carreamento do herbicida retido nas palhadas para o solo, assegurando boa atividade de controle das invasoras.

Umidade do Solo: O solo deve estar úmido durante a aplicação do GESAPRIM GrDA. Não aplicar o

herbicida com o solo seco, pois o funcionamento do produto poderá ficar comprometido. Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada após a normalização do regime de chuvas, e deve−se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, pois estando o solo na fase de reposição hídrica, o pleno funcionamento do produto poderá vir a ser comprometido, na eventual falta de chuvas antes de total restabelecimento da unidade do solo. A ocorrência de chuvas normais após a aplicação, ou a irrigação da área tratada com GESAPRIM GrDA, promove a rápida

incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.

Vento: Evitar aplicações com vento superior a 10 Km/hora.

Estádio de controle (pós−emergência)

Para assegurar pleno controle das invasoras na pós−emergência, deve−se observar, rigorosamente, as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados no item 3.2.

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Fatores ambientais (pós−emergência)

Umidade do ar: Aplicar o produto com umidade do ar (UR) superior a 60%;

Horário de aplicação: Recomenda−se aplicar de preferência pela manhã até às 10:00 horas

ou à tarde, a partir das 16:00 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós emergente, principalmente pela maior UR do ar. Não há restrições nos dias nublados.

Orvalho / chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da

chuva ou orvalho muito forte.

Umidade do solo: O solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar GESAPRIM GrDA com solo seco, principalmente, se antecedeu um período de estiagem prolongado que,

predispõe as plantas daninhas ao estado de “stress” por deficiência hídrica, comprometendo o controle com o herbicida.

Vento: Evitar aplicações com ventos fortes superiores a 10 km/hora. Adjuvantes – espalhante

adesivo ou óleo mineral: Nos tratamentos pós−emergentes deve−se adicionar adjuvantes (espalhante adesivo ou óleo mineral) nas doses recomendadas pelos fabricantes, que

imprimem maior efeito pós−emergente ao GESAPRIM GrDA, aumentando também o espectro de controle das invasoras.

Preparo da calda

Sem utilização do adjuvante

O produto na quantidade pré−dominada, deve ser desejado diretamente no tanque do pulverizador contendo ¼ do volume d´água e o sistema de agitação ligado. Em seguida completar o volume do tanque.

Com utilização de adjuvante (uso apenas nas aplicações pós−emergêntes)

Espalhante adesivo: O produto, na quantidade pré−dominada, deve ser desejado diretamente

no tanque do pulverizador contendo ¼ do volume com água e o sistema de agitação ligado. A seguir acrescentar mais água, e com o tanque praticamente cheio, adicionar o espalhante adesivo como último componente, completando o nível de água.

Doses a serem utilizadas

Milho: 10 a 20 ml/100 litros de água (dependendo do volume da calda); Cana: 10 a 20ml/100 litros de água (dependendo do volume da calda); Sorgo: 10 a 20ml/100 litros de água (dependendo do volume da calda); Óleo mineral

Quando da utilização de óleo mineral, adicionar este com a metade do tanque cheio e o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida, mantendo a agitação em funcionamento, adicionar GESAPRIM GrDA aos poucos, completando o volume simultaneamente, de maneira a assegurar a formação de uma solução homogênea.Doses: milho: 1,5 l/há; cana: 1,5 l/há;

sorgo: 1,5 l/há

Intervalo de segurança

Não especificado devido à modalidade de emprego na pré a pós−emergência inicial da cultura.

Limitações de uso

GESAPRIM GrDA não deve ser aplicado em solos preparados com torrões secos;

No sistema de plantio direto, GESAPRIM GrDA, não deve ser aplicado em áreas mal dessecadas (manejo inadequado), que não assegurem garantias totais de pré−emergência;

GESAPRIM GrDA não deve ser aplicado nos tratamentos pós−emergêntes, estando o Capim com

mais de 3 folhas (após iniciado o perfilhamento); •

Antes de aplicar o GESAPRIM GrDA, nas linhagens de milho, deve−se efetuar os testes de sensibilidade;

GESAPRIM GrDA NÃO DEVE SER RECOMENDADO para aplicar na pré−emergência na cultura do

Sorgo, em solos arenosos, devido a riscos de fitotoxicidade, quando da ocorrência de chuvas logo após o plantio e aplicação do produto;

Não aplicar o GESAPRIM GrDA na fase inicial de germinação da cultura do Sorgo, aguardar até que atinja porte aproximado de 15 cm.

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Intervalo de reentrada

1 dia. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação do produto.

Fitotoxicidade

Milho e Cana−de−açúcar: GESAPRIM GrDA é altamente seletivo às culturas de milho e

cana−de−açúcar em qualquer estádio de desenvolvimento. A seletividade do produto ocorre através de mecanismos fisiológicos, isto é, particularmente nas plantas de milho que

conseguem metabolizar a ATRAZINA;

Sorgo: A seletividade do GESAPRIM GrDA, nesta cultura é uma conseqüência do

posicionamento do produto em relação às plantas na fase inicial de germinação especialmente nos solos de textura média a argilosa, nos quais o herbicida permanece estável nas primeiras camadas, “absorvido pelos colóides e fora do alcance dos pontos de penetração”. Nos solos arenosos a estabilidade da ATRAZINA na camada superficial tende a ser menor devido à menor adsorção e maior lixiviação. Tal situação, predispõe à maiores riscos de fitotoxicidade, a qual se manifesta através da clorose, necrose, morte da planta logo após a germinação. Por isso, GESAPRIM GrDA, não é recomendado para aplicação na pré−emergência de sorgo neste padrão de solo. A tolerância das plantas de sorgo, ao GESAPRIM GrDA, aumenta com o desenvolvimento da cultura, e a partir de aproximadamente 15 cm de altura, se torna viável a aplicação na pós−emergência (da cultura). Entretanto, deve−se atentar para o estádio de desenvolvimento das invasoras.

Equipamentos de aplicação

Aplicação terrestre

GEASPRIM GrDA, pode ser aplicado com os equipamentos convencionais terrestres,

pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados adaptados com barras, utilizando−se os bicos leques do tipo Teejet 80.03; 80.04, 110.03,110.04 ou similares com o volume de calda variando de 250 a 400 litros/há. Em se tratando de aplicação de herbicidas, a pressão de trabalho da bomba deve girar em torno de 30−60 libras por polegada quadrada. Nas regiões com ventos acentuados, entre 10−14 km/hora, as aplicações

pró−emergentes poderão ser feitas com uso de bicos anti−deriva do tipo FULL JET como o FL 5, FL 6.5, F L 8 e com a pressão de 20− 25 libras por polegada ao quadrado.

Aplicação aérea

GESAPRIM GrDA poder ser aplicado também através da aplicação aérea com a utilização de

aviões e helicópteros.

Parâmetros para o avião Ipanema: Bicos − 80.10, 80.15 e 80.20 • Volume de calda − 40 a 50 l/há • Altura de vôo − 3 a 4 m •

Temperatura ambiente até − 27ºC •

Umidade do ar mínimo de 55% •

Velocidade do vento − máximo de 10 km/h •

Faixa de aplicação − 15 m •

Diâmetro das gotas − pré−emergência das ervas: maior que 400 micometros − pós−emergência das ervas: 200 a 400 micrômetros.

Obs.: Nas operações com aeronaves, atender às normas da portaria 009 de 23.0.83 da Secretaria

Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura. •

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Proteção da saúde humana

Precauções gerais

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. •

Não utilize equipamentos com vazamentos. •

Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. •

Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. •

Precauções no manuseio

Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, viseira ocular, luvas, botas e avental impermeável.

Use luvas de borracha. •

Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave−os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. •

Ao contato do produto com a pele, lave−a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. •

Precauções durante a aplicação

Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. •

Não aplique o produto contra o vento. •

Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas. •

Precauções após a aplicação

Não reutilize a embalagem vazia. •

Manter o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

Tome banho, troque e lave suas roupas. •

Primeiros socorros

Se alguma indisposição ocorrer durante a aplicação ou manipulação do produto, desde que as instruções de precauções no manuseio estejam sendo seguidas, suspenda as atividades imediatamente. Evite qualquer contato adicional com pesticidas. Retire as roupas de trabalho, lave cuidadosamente todo o corpo do paciente com água e sabão, lave os olhos com água limpa em abundância. Coloque o paciente em local bem arejado. Caso o produto tenha sido ingerido, não induzir o vômito, ministrar carvão ativado com grande quantidade de água. Caso grande quantidade de produto tenha sido ingerida, procurar imediatamente assistência médica.

Ação no ser humano

O produto é na sua maioria excretado via urina e fezes.

Telefone de emergência SYNGENTA 24 horas: 0800−160210 / 0800−262500

Sintomas de alarme

Não conhecidos para seres humanos, porém em animais de laboratório os sintomas de intoxicação observados foram, sedação, dispnéia, exoftalmia, posição curvada e pêlo arrepiado.

Tratamento médico e antídoto

A terapia no caso de intoxicação deverá ser sintomática, pois o produto não dispõe de antídoto específico.

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Efeitos agudos

Toxicidade aguda oral (ratos) L.D. 50 > 4000 mg/kg. •

Toxicidade aguda dérmica (ratos) 1.050 > 4000 mg/kg. •

Toxicidade aguda inalação (ratos): Produto não volátil. •

Irritação a olhos (coelhos): Não se mostrou iritante. •

Irritação a pele (coelhos): Não se mostrou irritantes. •

Efeitos crônicos

A dose de não efeito tóxico estabelecida para ratos, para o ingrediente ativo foi de 10 ppm.

Efeitos colaterais

Não conhecidos.

Proteção ao meio ambiente

Riscos ao ambiente

Este produto é Muito Perigoso ao meio ambiente. •

Este produto é ALTAMENTE TÓXICO a organismos aquáticos (algas). •

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. •

Este produto é ALTAMENTE IRRITANTE ocular para mamíferos. •

Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. •

Não utilize equipamento com vazamentos. •

Aplique somente as doses recomendadas. •

Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.

Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.

Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. •

Descarte corretamente as embalegens e restos do produto – siga as instruções da bula. •

Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula. •

Instruções de armazenamento

Mantenha o produto em sua embalagem original. •

O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos bebidas ou outros materiais.

A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. •

O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. •

Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. •

Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. •

Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9848. •

Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. •

Instruções em caso de acidente

Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. − Plantão SYNGENTA 24 horas− (0800−160210 / 0800−262500).

Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).

Isole e sinalize a área contaminada. •

Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou

recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água.

♦ •

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Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os

mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. ♦

Corpos d’água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o o

centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio: Use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,

ficando a favor do vento para evitar intoxicação. ♦

Destinação de resíduos e embalagems

Não reutilize embalagens vazias.

As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. •

O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo.

O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulo de água. •

O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico.

Abrir um fosso de 1 a 2m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3m, de acordo com as necessidades.

Distribuir no fundo do posso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. •

Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. •

Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. •

Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessas. •

Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres. CUIDADO LIXO TÓXICO. •

Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização.

Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactarem. Uma camada adicional de30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno.

Observar legislação Estadual e Municipal específica. •

Fica proibido o enterro de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

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Referências

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