Sumário APRESE 1 CAR 1.1 HI 1.2 BA 1.2.1 I 2 CAR 2.1 CA 2.2 AS 2.3 AS 2.4 SA 3 ASP 3.1 LE 3.2 SA 3.3 SA 3.3.1 L 3.3.2 P 3.4 RE 3.5 OR 4 ABA 4.1 DIA 4.1.1 S 4.1.2 S 4.1.3 E 4.1.4 R 4.1.5 Q 4.1.6 L 4.1.7 V 4.1.8 S 4.1.9 R 4.1.10 4.2 PR 4.2.1 D 4.2.2 A CRITÉRI 4.2.3 O 4.3 PR 5 ESG 5.1 DIA 5.1.1 S 5.1.2 C 5.1.3 E 5.1.4 T 5.1.5 L 5.1.6 C 5.1.7 B 5.1.8 R 5.1.9 R 5.1.10 5.2 PR 5.2.1 C o ENTAÇÃO RACTERIZ IDROLOGIA . ACIAS HIDRO INTERFACE D RACTERIZ ARACTERIZA SPECTOS SÓC SPECTOS HA AÚDE ... PECTOS INS EI DE DIRETR ANEAMENTO ANEAMENTO LEI ORGÂNIC PLANO DIRET EGULAÇÃO . RGANIZAÇÃO ASTECIME AGNÓSTICO SISTEMAS PR SISTEMA DE R ELEVAÇÃO E REDE DE DIS QUALIDADE D LIGAÇÃO PRE VOLUMES M SISTEMA PAR RELATÓRIO I CONCLUS ROGNÓSTI DIRETRIZES E AVALIAÇÃO OS E PARÂM OBJETIVOS E ROGRAMA GOTAMENT AGNÓSTICO SISTEMA PRIN CARACTERÍS ESTAÇÕES EL TRATAMENT LANÇAMENT CONTRATO S BACIAS ISOL REUSO DE ÁG RELATÓRIO I CONCLUSÃO ROGNÓSTI CRITÉRIOS E O ... ZAÇÃO GER ... OGRÁFICAS DO PLANO DE ZAÇÃO SOC AÇÃO POPUL CIOECONÔM ABITACIONAI ... STITUCION RIZES NACIO O BÁSICO NA O BÁSICO NA CA MUNICIPA TOR ... ... O INSTITUCI NTO DE ÁG O ... RODUTORES . RESERVAÇÃ E ADUÇÃO D TRIBUIÇÃO . DA ÁGUA DI EDIAL ... EDIDOS ... RANAPIACAB INTEGRADO D ÕES ... ICO ... E ESTRATÉGI DO SISTEMA METROS DE PR METAS PAR AS, PROJET TO SANITÁ O ... NCIPAL ... TICAS GERA LEVATÓRIAS O DE ESGOTO TOS EM GAPS SABESP/SEM LADAS E DOM GUA ... INTEGRADO D O ... ICO ... PARÂMETRO ... RAL ... ... ... E BACIA HIDR CIOECONÔ LACIONAL ... MICOS DO M IS DO MUNIC ... NAIS ... ONAIS DE SA LEGISLAÇÃ LEGISLAÇÃ AL ... ... ... IONAL – SEM GUA ... ... ... O ... E ÁGUA TRA ... ISTRIBUÍDA .. ... ... BA ... DE RECLAMA ... ... IAS PARA O P A DE ABASTE ROJETO ... RA UNIVERSA TOS E AÇÕE ÁRIO ... ... ... AIS ... S E LINHAS D OS ... S NAS SUB-BA MASA ... MICÍLIOS DISP ... DE RECLAMA ... ... OS DE PROJET ... ... ... ... ROGRÁFICA ÔMICA ... ... MUNICÍPIO DE CIPIO DE SA ... ... ANEAMENTO ÃO PAULISTA ÃO DO MUNI ... ... ... MASA ... ... ... ... ... ATADA ... ... ... ... ... ... AÇÕES REFER ... ... PMSB - ABA ECIMENTO DE ... ALIZAÇÃO .... ES ... ... ... ... ... DE RECALQUE ... ACIAS DE ES ... PERSOS ... ... AÇÕES REFE ... ... TO ... ... ... ... ... DO ALTO TIE ... ... E SANTO AN ANTO ANDRÉ ... ... O BÁSICO - L A ... ICÍPIO DE SA ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... RENTES AO A ... ... ASTECIMENTO E ÁGUA EXIS ... ... ... ... ... ... ... E ... ... SGOTAMENTO ... ... ... RENTES AO E ... ... ... ... ... ... ... ETÊ COM O P ... ... NDRÉ ... É ... ... ... LEI 11.445/20 ... ANTO ANDRÉ ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ABASTECIMEN ... ... O DE ÁGUA .. STENTE ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... O SANITÁRIO ... ... ... ESGOTAMEN ... ... ... ... ... ... ... PMSB ... ... ... ... ... ... ... 007 ... ... É ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... NTO DE ÁGUA ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... O DA ÁREA U ... ... ... NTO SANITÁR ... ... ... 1 ... 5 ... 7 ... 7 ... 8 ... 10 ... 14 ... 14 ... 15 ... 16 ... 18 ... 20 ... 20 ... 24 ... 25 ... 25 ... 25 ... 27 ... 30 ... 32 ... 32 ... 32 ... 33 ... 34 ... 36 ... 37 ... 38 ... 38 ... 39 A ... 40 ... 43 ... 45 ... 45 ... 49 ... 50 ... 62 ... 65 ... 71 ... 71 ... 71 ... 71 ... 73 ... 74 URBANA .. 74 ... 75 ... 77 ... 79 RIO ... 80 ... 80 ... 82 ... 82 0 5 5 2 3 4 6 7 8 8 9 0 3 5 9 0 2 1 1 3 4 4 5 7 9 0 0 2
5.2.2 E 5.2.3 S 5.2.4 O 5.3 PR 6 DRE 6.1 DIA 6.1.1 O 6.1.2 O 6.1.3 E 6.2 PR 6.2.1 R 6.2.2 M 6.3 PR 6.3.1 V 6.3.2 P 7 PRO 8 AÇÕ 9 IND 9.1 CO 9.2 AP ESGOTA ANEXO ANEXO ABAST ANDRÉ ANEXO MUNIC LISTA DE ILUSTRA ILUSTRA ... LISTA DE FIGURA FIGURA FIGURA FIGURA FIGURA FIGURA FIGURA FIGURA FIGURA DE FIGURA FIGURA FIGURA GE EVOLUÇÃO D SUB-BACIAS OBJETIVOS E ROGRAMA ENAGEM D AGNÓSTICO O PLANO DIR O PLANO DIR ESTUDO HIDR ROGNÓSTI RESUMO DOS MANCHAS DE ROGRAMA VIABILIZAÇÃ PRIORIDADES OGRAMA G ÕES DE EM ICADORES ONCEITO ... PLICAÇÃO D AMENTO SAN OS ... O I - ECIMENTO É ... O II - ANÁL CÍPIO DE SA E ILUSTRAÇÃ AÇÃO 1 - SU AÇÃO 2 - AP ... E FIGURAS A 1 - VOLUME A 2 - EVOLUÇ A 3 - EVOLUÇ A 4 - EVOLUÇ A 5 - EVOLUÇ A 6 - FLUXOG A 7 - FLUXOG A 8 - LOCALIZ A 9 - CAPACI E RECORRÊN A 10 - FLUXO A 11 - FLUXO A 12 - HIERA ESTÃO INSTI DE DEMANDA DE ESGOTAM METAS PAR AS, PROJET DE ÁGUAS O ... RETOR DE MA RETOR DE DR ROLÓGICO .. ICO ... S ESTUDOS H E INUNDAÇÃ AS, PROJET ÃO DO PLANO S ... GESTÃO IN MERGÊNCI S PARA OS ... DOS INDICAD NITÁRIO ... ... ANÁLISE O DE ÁGU ... LISE DE SU ANTO AND ÃO UB-BACIA DO PRESENTAÇ ... ES PRODUZ ÇÃO DA VAZ ÇÃO DA RES ÇÃO DA VAZ ÇÃO DA RES GRAMA DO P GRAMA DO P ZAÇÃO DOS DADE DOS C NCIA DA CHU OGRAMA DO OGRAMA DO ARQUIA DE ITUCIONAL AS ... MENTO DOS RA UNIVERSA TOS E AÇÕE PLUVIAIS ... ACRODRENA RENAGEM DE ... ... HIDROLÓGICO ÃO ... TOS E AÇÕE O ... ... NSTITITUC A E CONTI S SERVIÇO ... DORES DO S ... ... DE SU UA E ESGO ... USTENTABI DRÉ ... O ALTO TAM ÇÃO DAS BA ... IDOS E CON ZÃO MÁXIM SERVAÇÃO N ZÃO MÁXIM SERVAÇÃO N PROGRAMA PROGRAMA S PISCINÕES CANAIS E C UVA QUE CO O PROGRAMA O PROGRAMA E IMPLEMEN DOS SERVIÇ ... SETORES SA ALIZAÇÃO .... ES ... URBANAS ... AGEM DA BAC E SANTO AND ... ... OS ... ... ES ... ... ... CIONAL DO INGÊNCIA OS DE SANE ... SNIS AOS PR ... ... USTENTABI OTAMENT ... ILIDADE E ... MANDUATE ACIAS HIDRO ... NSUMIDOS. . MA – SITUAÇ NECESSÁRIA MA – SITUAÇ NECESSÁRIA A ABASTECIM A ESGOTAME S EM OPERA CÓRREGOS D OMPORTAM A DE AÇÃO A GESTÃO I NTAÇÃO D ÇOS ... ... ANITÁRIOS .... ... ... S ... ... CIA DO ALTO DRÉ... ... ... ... ... ... ... ... OS SERVIÇO A ... EAMENTO ... ROJETOS DE ... ... ILIDADE O SANITÁ ... ECONÔMIC ... EÍ ... OGRÁFICAS ... ... ÇÃO 1. ... A – SITUAÇÃ ÇÃO 2. ... A – SITUAÇÃ MENTO DE Á ENTO SANIT AÇÃO E CON DE SANTO A M ... DE MÉDIO E INSTITUCION OS PROJET ... ... ... ... ... ... ... O TIETÊ ... ... ... ... ... ... ... ... ... OS ... ... BÁSICO .... ... E ABASTECI ... ... ECONÔM ÁRIO – MU ... CA FINANC ... ... DO MUNICÍ ... ... ... ÃO 1. ... ... ÃO 2. ... ÁGUA ... TÁRIO ... NSTRUÇÃO (F ANDRÉ DE A ... E LONGO PR NAL DOS SE OS ASSOCIA ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... IMENTO DE ... ... MICA FIN UNICÍPIO D ... CEIRA DRE ... ... ÍPIO DE SAN ... ... ... ... ... ... ... ... FONTE DAE ACORDO COM ... RAZO - PRAM ERVIÇOS ... ADOS AO P ... 2 ... 83 ... 85 ... 86 ... 88 ... 94 ... 94 ... 94 ... 99 ... 101 ... 104 ... 104 ... 105 ... 110 ... 111 ... 114 ... 117 ... 123 ... 128 ... 128 ÁGUA E DE ... 128 ... 132 NANCEIRA DE SANTO ... 133 ENAGEM – ... 134 ... 8 NTO ANDRÉ ... 10 ... 51 ... 54 ... 55 ... 56 ... 57 ... 67 ... 91 EE) ... 97 M O TEMPO ... 103 ML ... 112 ... 119 PROGRAMA ... 120 2 3 5 6 4 9 1 4 5 1 4 E A O – 8 É 0 1 4 5 6 7 7 1 7 O 3 2 9 A 0
LISTA DE TABELA TABELA TABELA TABELA TABELA TABELA TABELA LISTA DE QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO ÁG QUADRO DE QUADRO QUADRO NÚ QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO AB QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO AN QUADRO QUADRO AN QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO SAN QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO E E QUADRO QUADRO E TABELAS A 1 - POPULA A 2 - TAXA D A 3 - DOENÇA A 4 - DOENÇA A 5 - RESERV A 6 - RESERV A 7 - MANCH E QUADROS O 1 - SISTEM O 2 - CARAC O 3 - EXTEN O 4 - EXTEN O 5 - CARAC O 6 - VOLU GUA ... O 7 - RECLA E 2011 ... O 8 - DADOS O 9 - VOLU ÚMERO DE E O 10 - ÍNDIC O 11 - EVOLU O 12 - EVOLU O 13 - COMP O 14 - VAZÃ O 15 - ESTUD O 16 - C BASTECIMEN O 17 - INDIC O 18 - INDIC O 19 - RESUM O 20 - CARA NDRÉ (JUNHO O 21 - NÚME O 22 - CAR NDRÉ ... O 23 - COLET O 24 - VOLU O 25 - RECLA O 26 - CARA ANITÁRIO .... O 27 - INDIC O 28 - INDIC O 29 - INDIC O 30 - RESUM O 31 - RESU EXECUTADO O 32 - PISCIN O 33 - RESUM AÇÃO DO MU DE CRESCIM AS DE NOTI AS INFECCI VATÓRIOS E VATÓRIOS P HAS DE INUN MA DE RESE CTERÍSTICA NSÃO DAS AD NSÃO DE RED CTERÍSTICA UMES PROD ... AMAÇÕES P ... S DE PRODU UMES MENS ECONOMIAS CE DE PERDA UÇÃO DE D UÇÃO DE D PARATIVO D ÃO MÉDIA, M DO DA RESE CARACTERIZ NTO DE ÁGU CADOR DE C CADOR DE A MO DO PRO ACTERÍSTIC O/2011) ... ERO DE ECO RACTERIZAÇ ... TORES TRON UME DE ÁGU AMAÇÕES G ACTERIZAÇÃ ... CADOR DE C CADOR DE A CADOR DE A MO DO PRO MO DOS VO OS OU EM CO NÕES EXECU MO DAS AÇ UNICÍPIO DE MENTO POPU IFICAÇÃO C OSAS E PAR EXISTENTES PREVISTOS E NDAÇÃO E S RVAÇÃO EX S: SISTEMA DUTORAS P DES PRIMÁR S DAS LIGA DUZIDOS E M ... OR FALTA D ... UÇÃO DE ÁG SAIS DE ÁG S ATENDIDA AS ... EMANDAS P EMANDAS P DAS VAZÕES MÁXIMA DIÁ ERVAÇÃO PO ZAÇÃO DO UA ... COBERTURA ATENDIMENT GRAMA ABA CAS GERAIS ... ONOMIAS PO ÇÃO DAS S ... NCO DO CO UA DE REUSO GERAIS NO P ÃO DO ATEN ... COBERTURA ATENDIMENT ATENDIMENT GRAMA ESG OLUMES E N ONSTRUÇÃO UTADOS NA ÕES DO PDD E SANTO AN ULACIONAL OMPULSÓR RASITÁRIAS S EM SANTO EM SANTO A SISTEMA DE XISTENTE ... A DE BOMBE POR MATERI RIAS POR DI AÇÕES PRED MICROMED ... D'ÁGUA NO ... GUA ... GUA PRODU AS, PRODUÇÃ ... PARA A SITU PARA A SITU S DE PRODU ÁRIA E HOR OR ZONA DE O ATENDIM ... A (IC) ... TO URBANO ASTECIMEN DO SISTEM ... OR SUB-BAC UB-BACIAS ... ONVÊNIO Nº O UTILIZAD PERÍODO DE NDIMENTO E ... A (IC) ... TO URBANO TO URBANO GOTAMENT NÚMERO DE O ... A BACIA DO D POR REGIÃ NDRÉ/SP ... DO MUNICÍ RIA – SANTO S – SANTO AN O ANDRÉ ... ANDRÉ (DAE E DRENAGEM ... AMENTO PR IAL (JUL/201 IÂMETRO E DIAIS (09/201 DIDOS NO S ... O PERÍODO D ... ... UZIDOS, CO ÃO E CONSU ... UAÇÃO 1 .... UAÇÃO 2 .... UÇÃO PARA ÁRIA DE CA E ABASTEC MENTO E ... ... O (IA) ... NTO DE ÁGU MA DE ESGO ... CIA DE ESGO DE ESGOT ... 45/92 SABES DA NO SEMA E SETEMBRO E DO DÉFIC ... ... O (IA) ... O COM TRAT O SANITÁRI E RESERVAT ... ALTO TAMA ÃO HIDROG ... ÍPIO DE SAN O ANDRÉ ... NDRÉ ... ... EE/2009-2010 M CORRESP ... RINCIPAL .... 11) ... MATERIAL 1) ... ISTEMA DE ... DE SETEMBR ... ... ONSUMIDOS UMO POR EC ... ... ... AS SITUAÇÕ ADA ZONA D IMENTO PA DO DÉFIC ... ... ... UA ... OTAMENTO ... OTAMENTO ( TAMENTO S ... SP/SEMASA . ASA (2009) (M O DE 2010 A CIT DE ACES ... ... ... TAMENTO (I IO ... TÓRIOS PROJ ... ANDUATEÍ . GRÁFICA ... ... NTO ANDRÉ/ ... ... ... 0) ... PONDENTE .. ... ... ... (JUL/2011) .. ... E ABASTECI ... BRO DE 2010 ... ... S, ÍNDICE D CONOMIA. .. ... ... ... ÕES 1 E 2 ... DE ABASTEC ARA O ANO D CIT DE A ... ... ... ... SANITÁRIO ... (JUNHO/201 SANITÁRIO ... ... M3/MÊS) ... A AGOSTO DE SSO AO ESGO ... ... ... IAT) ... ... JETADOS PE ... ... ... 3 ... 14 /SP ... 15 ... 18 ... 19 ... 104 ... 105 ... 107 ... 33 ... 35 ... 35 ... 36 ... 38 IMENTO DE ... 39 0 A AGOSTO ... 41 ... 50 DE PERDAS, ... 51 ... 52 ... 53 ... 55 ... 58 CIMENTO 60 DE 2033 .... 61 CESSO AO ... 63 ... 63 ... 64 ... 68 O DE SANTO ... 71 1) ... 72 EM SANTO ... 74 ... 76 ... 79 E 2011 ... 80 OTAMENTO ... 86 ... 87 ... 87 ... 88 ... 92 ELO PDMAT ... 94 ... 95 ... 101 3 4 5 8 9 4 5 7 3 5 5 6 8 E 9 O 1 0 , 1 2 3 5 8 0 1 O 3 3 4 8 O 1 2 O 4 6 9 0 O 6 7 7 8 2 T 4 5 1
QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO QUADRO AB QUADRO ESG QUADRO QUADRO AB O 34 - RESUM O 35 - ORDE O 36 - ORDE O 37 - SEPAR O 38 - DESCR O 39 - EVE BASTECIMEN O 40 - EVE GOTAMENT O 41 - AÇÕE O 42 - EX BASTECIMEN MO DOS PRO EM DAS PRIO EM DE IMPLA RAÇÃO DOS RIÇÃO DO P ENTOS DE NTO DE ÁGU ENTOS DE E TO SANITÁR ES DE EMER XEMPLO D NTO DE ÁGU OGRAMAS D ORIDADES .. ANTAÇÃO D S PROJETOS PROJETO DA EMERGÊNC UA. ... EMERGÊNC RIO. ... RGÊNCIA E C DE INDICAD UA E ESGOT DE DRENAG ... DAS OBRAS POR TEMAS A POLÍTICA M CIA E CONT ... IA E CONT ... CONTINGÊN DORES PAR TAMENTO SA GEM URBANA ... DE MACROD S-CHAVE .... MUNICIPAL TINGÊNCIA ... TINGÊNCIA ... NCIA NO SIST RA MONITO ANITÁRIO E A ... ... DRENAGEM ... DE SANEAM POR ETAP ... POR ETAPA ... TEMA DE DR ORAMENTO EM SANTO A ... ... M ... ... MENTO BÁS PA DOS SER ... AS DOS SER ... RENAGEM U O DOS SER ANDRÉ ... 4 ... 113 ... 114 ... 115 ... 121 SICO ... 122 RVIÇOS DE ... 125 RVIÇOS DE ... 126 URBANA 127 RVIÇOS DE ... 130 4 3 4 5 1 2 E 5 E 6 7 E 0
APRES
O Prese Process de Sant água, co afastam compon agosto d O Plano diretrize 11.445/ mínimo Na elab fases a sSENTAÇÃ
ente Relató so nº 165/20 to André, d oleta, afast mento, inte nente lemp de 2011, po o Municipa es naciona /2007. De a o, os seguint I u so II a c II m o fi IV V e boração do seguir descÃO
ório refere 010, e tem e curto, mé tamento, in erceptação peza urbana or meio do D l de Sanea is para o acordo com tes aspecto ‐ diagnóst utilizando si ocioeconôm ‐ objetivos dmitidas so om os dem I ‐ program metas, de m outros plano inanciamen V ‐ ações pa V ‐ mecanism eficácia das PMSB – P riminadas:e‐se ao Pro por objetiv édio e long nterceptação
e destinaç a e manejo Decreto Mu mento Bás
setor de s o art. 19 d s:
tico da sit istema de micos e apo s e metas d oluções gra ais planos s mas, projet modo comp os governa nto; ara emergên mos e proc ações progr lano Munic ocesso Adm o apresenta o prazo, en o e tratam ção final d o de resídu unicipal n° 1 ico ‐ PMSB saneamento desta Lei, o tuação e d indicadores ontando as c de curto, m aduais e p setoriais;
os e ações patível com amentais co ncias e cont cedimentos ramadas. cipal de Sa ministrativo ar o resumo nvolvendo o ento ou dis das águas os sólidos 16.310/12, p B tem como o básico, e Plano de S de seus im s sanitários causas das d médio e long rogressivas s necessária m os respe orrelatos, id tingências; para a ava neamento o nº 156/2 o do Plano d os sistemas sposição fin pluviais. V teve seu p publicado d o objetivo p estabelecida aneamento mpactos nas s, epidemio deficiências go prazos p , observan
as para atin ctivos plan dentificando liação siste Básico fora 2010, perte de Saneame s de abastec nal de esgo
Vale ressal plano já ap dia 01/08/20
primordial as na Lei o Básico abr
s condiçõe ológicos, am
s detectada para a unive
do a comp
ngir os obj os plurianu o possíveis emática da am executa 5 encente ao ento Básico cimento de oto e coleta ltar que a rovado em 012. atender as Federal nº rangerá, no
es de vida, mbientais e
s;
ersalização, patibilidade
etivos e as uais e com s fontes de eficiência e das quatro 5 o o e a a m s º o , e , e s m e e o
e d Diante propósi universa 11.445/ FASE I – Pla Básico, e de elaboração FASE II – impactos na FASE III ‐ E de saneame FASE IV – F programas, do exposto to do Gov alizado ao /2007, regu anejamento efinição do do plano; Elaboração as condiçõe laboração d ento básico ormulação , projetos e o, a iniciati verno Mun saneamen lamentada
o do proces s canais de de diagnó es de vida d dos prognó o: Objetivos do Plano M ações nece va de elab
icipal de S nto básico pelo Decret sso de elabo participaçã óstico da s a populaçã ósticos e alt
e Metas; Municipal de essárias par oração do Santo Andr a todos o to nº 7.217 oração da P ão da socie situação do o; ternativas p e Saneamen a atingir ob Plano de S ré em bus os munícip 7, de 21 de j Política, do dade e de c o saneamen para univer nto Ambien bjetivos e m Saneamento scar contin es, pautad unho de 20 Plano de Sa comunicaçã nto básico rsalização d tal com a d metas. o Básico se uadamente do na Lei 010.
6 aneamento ão social na
e de seus
os serviços
definição de
e insere no e o acesso Federal nº 6 o a s s e o o º
1 CA
De acor 11.445/ bacias entre o Saneam Tietê, n Assim, o municíp objetivo 1.1 Hidr O muni bacias h outras 5 As baci poluição inserida também Paulo, a Na zona Direita ribeirão Na área rio MogRACTERI
rdo com o § /2007, os p hidrográfica os objetivo mento Básic o qual o mu o presente pio, além de o de compa rologia icípio possu hidrográfica 5 (cinco) en ias localiza o e assorea as na área d m para toda a produção a urbana e e rio Tama o Oratório e a dos mana gi II e a do riIZAÇÃO G
§ 3º, art. 19 planos de s as em queos, program o de Santo unicípio se e capítulo, b e apresenta tibilizar o P
ui uma red as, sendo q
contram‐se das na áre mento prov de mananc a a região, de energia estão localiz anduateí Ma e ribeirão do nciais, enco io Pequeno
GERAL
9, da Lei de saneamento e estiverem mas, projet André com encontra in usca delim ar as princi lano Munice de rios, que 4 (quat e na área do ea urbana vocados pe iais, têm im pois tem c elétrica e o zadas 4 (qu argem Esqu os Meninos ontram‐se 5 . e Diretrizes o básico de inseridos.
tos e açõ m as diretriz serido. itar e carac pais diretri cipal de San córregos e tro) se enc os manancia são perm los esgotos mportância como funçã o abastecim uatro) baci uerda (abra (abrangem 5 (cinco) ba Nacionais p everão ser Desta form es estabel zes apresen cterizar as b zes do Plan eamento B ribeirões q contram na ais. anentemen s doméstico fundament o o abaste ento indust as hidrográ angem 53% m os 47% res acias: rio G para o Sane compatívei ma, deve h ecidos no ntadas no P bacias e sub no de Bacia ásico com o que compõ área urba nte afetada os e industri tal não só p cimento de trial. áficas: rio T % da hidrogr stantes). rande I, rio eamento Bá
is com os
haver comp Plano Mu Plano de Ba b‐bacias ex a do Alto Ti o referido p
õem ao tod na do mun
as por pro iais, enquan para o mun e água da G
Tamanduat rafia na áre
o Grande II, 7 ásico, Lei n° planos das patibilidade unicipal de acia do Alto istentes no etê, com o plano. do 9 (nove) nicípio e as oblemas de nto aquelas nicípio, mas Grande São eí Margem ea urbana), rio Mogi I, 7 ° s e e o o o ) s e s s o m , ,
1.2 Baci No perí (quatro bacia do As área Tamand Oratório urbaniz Segundo do rio Compar compat foram: Tamand Como o apresen ias Hidrográ ímetro urb ) bacias hid o rio Taman as municipa duateí (as d o (margem adas e ocup o consta no Tamandu rtimentada tibilização d ribeirão Me duateí Infer o município nta esta sub áficas ano do mu drográficas. nduateí foi d is situadas duas margen esquerda), padas, e faz o relatório f uateí englo em quatro das vazões d eninos Supe ior. o de Santo A b‐bacia, con Il R R IB . D OS ME NIN O S COR. OURI V ES RI B . TA BOÃO RIB. CURRAL GRA NDE B D O S C O U R O S RIB. DO S CO UR OS unicípio de . Como o r dividida em na bacia h ns) e seus a , coincidem zem parte d final do Pla oba uma o segmento ditas natura erior, ribeirã André está nsiderando lustração 1 ‐ S RIO TAM AND UAT EÍ R IB . R IB E IR Ã O DO S ME N INO S C OR . COR. S Santo And rio Tamand m margem d hidrográfica afluentes, o m com a zon
da chamada no da Bacia área de os, esta ba ais de proje rão Menino inserido na a macrozon Sub‐Bacia do R IO TAMA NDU ATE Í RIB EIR ÃO A P IA Í IB G U A R A R Á TA IÓCA SARA CA NTAN C dré estão i uateí corta ireita e mar do rio Tam os Ribeirões na urbana bacia do A a do Alto Ti drenagem cia permite eto para o a s Inferior e a Sub‐Bacia na urbana. Alto Tamand TÓR IO R IB . C O R . C A S S A Q U E R A COR. ORA ncluídas ár a o municíp
rgem esque manduateí s dos Menin municipal, lto Tamand ietê (dezem correspon e uma anál
ano 2020. O Couros, Ta a do Taman uateí BACIA DO ALT LEG RIB . TA BO ÃO RIO TAMA ND reas perten pio de Sant erda. são drenad nos (margem são quase duateí. mbro de 200 ndente a lise de con Os trechos amanduateí nduateí, a Il LTO TAMANDUATEÍ EGENDA BARRAGEM DIVISOR DE ÁGUAS SANTO ANDRÉ N DU ATEÍ 8 ncentes a 4 to André, a
das pelo rio m direita) e totalmente 09), a Bacia 330 km². nsistência e resultantes í Superior e lustração 1 8 4 a o e e a . e s e 1
Apesar partir d bacias e As área 6.645 h em 4 (q Baci de dren Baci drenage Baci drenage Baci drenage Também na área bacias e Baci Baci Baci Baci Baci A parce marítim conform As parc Jurubat da Sub‐Bac e agora com e sub‐bacias s comuns à a (38% do m uatro) baci ia hidrográf nagem natu ia hidrográf em natural ia hidrográf em natural ia hidrográ em natural m dentro do de proteçã estão fora d ia hidrográf ia hidrográf ia hidrográf ia hidrográf ia hidrográf ela contribu ma da Serra me a Lei mu celas da ba uba) e tota
cia do Alto T mo Bacia d s. à bacia do A município), as de drena fica BH‐1: M ral situadas fica BH‐2: M situadas na fica BH‐3: M situadas na áfica BH‐4: situadas na o limite do ão aos mana da área urba fica BH‐5: R fica BH‐6: R fica BH‐7: R fica BH‐8: R fica BH‐9: R uinte do rio
do Mar. É nicipal do P acia da rep alizam 9.64 Tamanduate o Tamandu Alto Taman definem a agem, da se Margem esq s na margem Margem di a margem d Margem esq a margem es Margem d a margem d município, anciais: a ba ana do mun io Grande I eservatório io Mogi I; io Mogi II; io Grande I o Mogi, com
uma área d Plano Direto presa Billing 45 ha, corre eí ser afluen uateí, e a pa nduateí e a abrangênci eguinte form querda (ME m esquerda reita (MD) ireta (norte querda (ME squerda (su direita (MD ireita (no) d encontram acia do rio M nicípio e fora ; o do Rio Peq I. m 1.119 ha de proteção or nº 8.696/ gs são cont espondendo nte do Rio T artir dela se o município ia do presen ma: ) do ribeirã (sul) do rib do Taman e) do rio Tam E) do Taman ul) do rio Ta D) dos Men do ribeirão m‐se as baci Mogi e a ba am definida queno; , está situa o ambiental /2004. tribuintes d o a 55,1% d Tamanduat erão traçad o de Santo nte estudo o Oratório, beirão Orató duateí, inte manduateí; nduateí, int manduateí; ninos, integ dos Menino as hidrográ cia do reser as da seguin
ada nos con l, não sujeit dos rios Pe da área mu eí, será den das as suas André, com e podem se , integrada ório; egrada pela tegrada pela í; e grada pela os. áficas que s rvatório Bil nte forma: ntrafortes d ta a ocupaç equeno e G unicipal. Ne 9 nominado a respectivas m cerca de, er divididas pelas áreas as áreas de as áreas de s áreas de e localizam lings. Estas da vertente ção urbana, Grande (ou essa área o 9 a s , s s e e e m s e , u o
desenvo imposto A bacia isoladas Cada um direta e chamad (primár ME 1.2.1 Santo A objetivo diretrize olvimento u o pelas legis do rio Peq s da bacia d ma dessas e pelas áre das sub‐bac ias) do mun Ilustra BH-2 TAMANDUATE TAMAN BH-4 ENINOS Interface do André, cuja os, program es apresent urbano é fo slações esta ueno situa‐ do rio Grand bacias hidr as de dren cias (SB). A nicípio de Sa ação 2 ‐ Apres BH-1 ORATÓRIO EÍ MD BH-3 NDUATEÍ ME BH RIO GR o Plano de Ba área territ mas, projeto tadas no Pla ortemente adual (prote ‐se na regiã de. rográficas, nagem natu A Ilustração anto André entação das B H-5 RANDE I R acia Hidrográ torial encon os e ações ano de Bacia
cercado pe eção aos ma ão sudeste d
por sua ve ural dos res o 2 mostra : Bacias Hidrog BH-6 RESERVATÓRIO DO RIO áfica do Alto ntra‐se inse do Plano d a do Alto Ti elas restriçõ ananciais) e do municíp ez, é integr spectivos af a onde estã
gráficas do Mu O PEQUENO o Tietê com erida na Ba de Saneam etê.
ões ao uso e municipal io, confinad ada pelas á fluentes, as ão configur unicípio de Sa RIO G BH-7 RIO MOGI I o PMSB
acia do Alto ento Básico
o e ocupaçã (plano dire da entre as áreas de co s quais con radas todas anto André BH-9 GRANDE II I RIOB
o Tietê, dev o compatív
10 ão do solo,
tor). duas áreas ontribuição nstituem as s as bacias BH-8 O MOGI II
ve ter seus veis com as 0 , s o s s s s
De acor apontad mas se bacias v Esca Com Deso Com Imp No sent propõe Metas d e a Médio e s d d
rdo com o dos no Plan agravam e vizinhas a es assez de águ mprometime organização mprometime ermeabiliza tido de min metas glob de curto pra Fortalecime Estudos e efetivação d Programas Programas Implementa ambiental e e longo praz Melhoria d subterrâneo Implementa utilização d Implantaçã desenvolvim disponibilid referido P no da Bacia m função d sta. São est ua; ento dos m o da explora ento da qua ação do solo nimizar e/ou bais de curto azo: ento institu planos pa do uso racio de gestão d de recuper ação dos pr e de desenv zo: dos program os, garantin ação de p dos recursos o de instru mento eco dade e a qua lano de Ba do Alto Ti dos conflito es os princi ananciais d ação e a am alidade das o e a ocupa u equaciona o, médio e l cional e ple ra implant onal, reuso do uso das á ação da qua rogramas d volvimento
mas de uti ndo priorida programas s hídricos da umentos de onômico e alidade das acia de 200 etê de 200 os pelo uso ipais fatores e superfície meaça ao ma águas supe ção indevid ar os fatore longo prazo ena implant tação de g e prevençã águas subte alidade de c e proteção de usos e fo ilização rac ade para o a anuais e a BAT; e informaçã e social, e águas. 9, os princ 04 não só p da água de s de estress e; anancial su erficiais; da das várze es de estres o, conforme ação dos in gestão da ão de event errâneas; corpos hídr dos manan ormas de su cional dos abastecime plurianuais ão à comun em conson ipais fatore ermanecera entro dessa se na Bacia bterrâneo; eas; sses, Plano e apresenta strumentos demanda os críticos; icos degrad nciais, progr ustentáveis recursos h nto público s de prote nidade, sob nância com
es de estre am nesse n a Bacia, bem do Alto Tiet de Bacia do dos a segui s de gestão de recurso dados; ramas de re s de ocupaçã hídricos, su o; eção, cons
bre as alte m as limi 11 esse hídrico novo plano, m como de te. o Alto Tietê r. ; os hídricos, ecuperação ão do solo. perficiais e servação e rnativas de itações da o , e ê , o e e e a
Para co Disponi Melhori Portant Saneam abastec deverão Alto Tie que dev s a A a c S s d onsecução bilidade Hí ia do Proce o diante mento Básic cimento de o contribuir etê. As princ verão ser co Buscar a un sanitário d ambiental, Alto Tietê; Buscar a ambientalm Institui a Po Promover o críticos de i Definir estr notadamen Fortalecer a São Paulo p Estimular a saúde, de d hídricos, en Fortalecer a do saneame das metas ídrica, Qua sso Decisór da obrigat co e o de
água, esg r para o ate cipais diretr ompatíveis c niversalizaçã de Santo A notadamen universaliz mente adeq olítica Nacio o manejo da inundação, ratégia de i nte com o P a cooperaçã para consec a intersetor desenvolvim ntre outras; a prestação ento básico s, o Plano lidade da Á rio. toriedade d e Bacia, o gotamento endimento d rizes a sere com o Plano ão da oferta André, mini
nte no toca
zação da uada de re onal de Resí as águas plu enchentes nterlocução lano de Bac ão com a U ução da po rialidade da mento urban o de serviço o; de Bacia Água, Dren de compat o PMSB de sanitário, das metas e m adotadas o de Bacia d a de abaste imizando o ante à pres oferta da esíduos sólid íduos Sólido uviais urban ou alagame o e articula cia do Alto T União, estad lítica munic as ações d no e regiona os que prom busca apli nagem Urba tibilização everá adot resíduos só e das ações s no Plano do Alto Tiet ecimento de o risco à s servação do a coleta, dos, nos te os; nas, minimi entos; ação com o Tietê; do e munic cipal de san de saneame al, habitaçã mova a inte icar ações ana, Uso e
entre os ar diretrize ólidos e dr s previstos Municipal d ê são: e água potá saúde e as os recursos destinação rmos da Le zando a oco utros plano ípios da reg eamento bá ento básico ão, proteção egração dos nas áreas Ocupação Planos Mu es nas co renagem u nos Plano d de Saneame ável e de es ssegurando s hídricos d
o e dispos ei n. 12.305
orrência de
os setoriais
gião metro ásico; o com as p
o ambienta s quatro co 12 s temáticas do Solo e unicipal de mponentes rbana, que de Bacia do ento Básico sgotamento qualidade da Bacia do sição final 5/2010, que problemas correlatos, politana de políticas de l e recursos mponentes 2 s e e s e o o o e o l e s , e e s s
s s C A Fortalecer saneament municipal c Fomentar a básico; Buscar recu no Plano M segundo cri Criar o Siste André. a gestão in o básico d como titular ações de co ursos nos n Municipal d itérios que ema Munic nstitucional de Santo A r dos serviço municação, níveis federa de Saneam visem à uni ipal de Info
e a capacid André, o SE
os;
, mobilizaçã
al e estadu mento Básic iversalizaçã ormação em dade geren EMASA, be ão e educaç ual compatí co, orientan o dos serviç m Saneamen
ncial do pre m como o ção ambient veis com as ndo sua de ços; nto Básico d estador de o papel da
tal para o sa s metas es estinação e do Municíp 13 serviços de prefeitura aneamento tabelecidas e aplicação io de Santo 3 e a o s o o
2 CA
A Lei nº Básico, a) q b) c) a e s Prevê ta segmen básico p resulta sociais, 2.1 Cara De acor 676.407 conform A popul e 49 an Santo A Entre 1 habitanRACTERI
º 11.445/20 prevê, dent qualidade d planejamen articulação erradicação social. ambém a n ntos sociais para seu efe na incorpo contribuem acterização rdo com o 7 habitante me demonst lação de Sa nos (48,29% André (26,32 1960 e 198 tes, aume Total Urbana Rural Homens MulheresIZAÇÃO S
007 ao defin tre outras, a de vida, con nto com bas com as p o da pobrez necessidade s interessad etivo envolv oração pelo m para a me o populacion Censo 201 es, represen trado na Ta Tabel anto André % da popula 2%) é const 80, a popul ento superSOCIOEC
nir as diretr as seguinte ndições amb se em indica políticas pa za, proteção e de conver dos e relac vimento em PMSB de a elhoria da q nal 10, o muni ntando uma abela 1. a 1 ‐ Populaçã Fonte: Fonte é integralm ação total). ituída de jo ação de Sa rior ao regPopulação
CONÔMIC
rizes e os ob s diretrizes bientais, saú adores epid ra o desen o ambienta rgência dos cionados (s m seus prob ações que, ualidade de icípio de S a densidade ão do Municí e: IBGE (Censo D mente urban Observa‐s ovens (de 0 anto André gistrado no oCA
bjetivos da : úde pública demiológico nvolvimento l, promoçã interesses stakeholders lemas e na voltadas pa e vida e par anto André e demográf ípio de Santo emográfico 2010 na, concent e que mais a 19 anos). é cresceu 1 país e no Política Nac ; os e de dese o urbano e o da saúde e esforços s) com o s proposição ara a reduç a a inclusão é conta com fica de 3.86 André/SP 0) rando‐se na s de um qu 125%, ultra o próprio E Qua 6 6 3 3 cional de Sa envolvimen e regional, e e outras d dos divers setor de sa o de suas soção das des o social. m uma po 67,40 habit a faixa etár uarto da po apassando Estado de antidade 76.407 76.407 0 24.458 51.949 14 aneamento to social; habitação, de interesse os atores e aneamento luções. Isto sigualdades pulação de tantes/km2, ria entre 20 pulação de os 550 mil São Paulo. 4 o , e e o o s e , 0 e l .
Entreta infraest Os dado uma re referent O núme mil, cor 2.2 Asp Santo A principa passou André a sendo m Em San assalari dados d pouco s de porte Ainda se o valor desigua uma dis nto, esse trutura urba
os sobre a eduzida tax te ao Estad Tabe ero de dom respondend ectos Sócio André, com ais atividad por um for assistisse ao muitas dessa nto André, ados, que r do IBGE ‐ Ca superior a 3 e menor e n egundo o IB r de R$ 20 aldade na d stribuição d Santo An São Paul rápido cr ana e serviç evolução p a de cresc o de São Pa ela 2 ‐ Taxa de icílios parti do a uma m oeconômico forte passa es econôm rte processo o fechamen as empresa existem 2 recebem, em adastro Cen 30.000 pess nível empre BGE, o PIB p 0.018,82/ha istribuição e renda ma dré lo escimento ços públicos populaciona imento (0,4 aulo como u e Crescimento Fonte: IBGE culares per média de 3,1 os do Munic do industri micas, após o de recessã nto de vári as transferid 24.007 em m média, 3 tral de Emp oas, com d egatício mai per capita (a abitante, s de renda) i ais homogên encontrou s capazes de al do Munic 41% ao an um todo (1, o Populaciona (Censo Demográ rmanentes e 13 pessoas p cípio de San al, viu o set a crise dos ão e reestr
as de suas das para o in mpresas atu ,5 salários m presa/2009 estaque pa is baixo. a preços co endo o Co igual a 0,38 nea do que 2000 649.3 37.032.4 P u obstáculo e atender à cípio de San no) no perí
21% ano) n al do Municíp áfico 2000 e 2010 em Santo A por domicíl nto André tor de servi s anos 1980 uturação pr indústrias nterior do E uantes, em mínimos m ). O número ra empresa rrentes) do oeficiente d 8, inferior a aquela ver 2 331 403 41. População os, tais co crescente d nto André ( íodo 2000/ o mesmo p pio de Santo A 0) André é de a io (Censo, 2 ços se trans 0, quando rodutiva, fa
e a dispen Estado e out pregando ensais de re o de empre as do setor Município de Gini (in
o de São P ificada no E 010 676.407 252.160 Ta 2 omo a au demanda. (Tabela 2) e /2010, infe período. André/SP aproximada 2010). sformar nu a economi azendo com nsa de seus tras regiões 202.894 e enumeraçã egados nas i químico‐pe de Santo A ndicativo d aulo (0,49) Estado como 0,4 1,2 axa Cresciment 2000/2010 (%) 15 usência de evidenciam rior aquela amente 240 ma de suas a brasileira m que Santo s operários, s do país. mpregados o (segundo indústrias é etroquímico ndré atinge do grau de , sugerindo o um todo. 41 21 to 5 e m a 0 s a o , s o é o e e o
Santo A das me estabele que dev O setor (65%). E as cons Santo A da déca 1,34%. consegu acumula Serviços Os resu também ocorren empobr 2.3 Asp A desp transfor consolid urbanas produto O surgi Proteçã morro e inadequ primeira Santo A André possu ercadorias ecimentos p verão se mu terciário n Entretanto, sequências André teve s ada 2000 s Com uma uiu através ando uma q s (ICMS) no ultados do p m puderam ndo apenas recimento d ectos Habit peito de in rmações oc dada, dotad s caracteriz o do desem imento de ão aos Man e áreas crít uadas se de as favelas: A Andréalém d
ui porto sec e agilidade prestadores ultiplicar co a economia mesmo a e do fenôme sua particip ua contribu arrecadaç do setor t queda de 64 período 19 processo de ser sentid s um cres da populaçã tacionais do ndicadores corridas ao da de infra adas pela p prego indus favelas, lo anciais sign ticas, nasce eu também Anhaia Mel de tantas ou
co e entrep e nos proc
s de serviço m a infraest a do municí expansão do eno de evas pação na ec uição para ão tributár terciário e 4% na arrec 980‐2005. e reestrutu os no cres scimento te ão e pela oc o Municipio socioeconô longo dos estrutura e precariedad strial e da p oteamentos nificou a oc ntes e mar m nas áreas o (1957), n utras (PSA/S posto adua cedimentos os no ramo trutura de l ípio represe o comércio são industr conomia pa a formação ria forteme de serviços cadação do uração econ cimento de erritorial n cupação des o de Santo A ômicos sup s anos, ain e serviços u de da morad perda da qu s irregulare cupação de rgens da re mais centr o Parque M SDUH, 2005 neiro, o qu alfandegár de transpo logística (Ro enta a maio o e da prest rial, ainda q ulista reduz o do PIB d ente ligada s atingir os Imposto so nômica exp emográfico no eixo su senfreada d André periores à
da que ten urbanos, im dia e das co alidade do s e loteam áreas de ri presa. Esse rais do mun Marajoara e
5).
ue contribui rios e cont orte, armaze odoanel e o or fatia do v ação de ser que em par zida, na me e São Paulo a à indústr
níveis ger obre Circula
erimentado da cidade, ul do mun da periferia média nac nham resul mplicaram o ondições de emprego. mentos clan isco, como e processo d nicípio, com Álvares Ma
i para maio ta com ma enagem e d o Ferroanel) valor adicio rviços tendo rcela não e edida em qu
o caiu de 1 ria, Santo rados pelas
ação de Me
o nas últim , que foi e nicípio, cau urbana. cional e es ltado em u o surgiment e sobrevivê ndestinos n encostas d de ocupaçã m o aparec aciel (1958) 16 or proteção ais de 800 de logística, ). nado bruto o atenuado quivalente, ue ao longo 1,75% para André não indústrias, ercadorias e as décadas stabilizado, usado pelo stadual, as uma cidade to de áreas ência, como
na Área de de topos de ão de áreas imento das ), no Jardim 6 o 0 , o o , o a o , e s , o s e s o e e s s m
Apesar moradia empree na déca popular INOCOO De acor Secreta o munic unidade assenta equivale núcleos corresp A fim d habitaçã ‐ PRÉ‐U garantir (mediçã escadar ambien ‐ Urban lotes de e as mo esgoto pavime educaçã Mais re investim de R$ 2 do crescim a, em espe endimentos ada de 19 res: INOCOO OP Camilóp rdo com o P ria de Dese cípio aprese es em ass
mentos pr ente a 15,8 s de favela onde à apro e minimiza ão, interven RB (Program r o mínimo ão coletiva) rias, canaliz tal. nização de e até 70m², oradias que (medição ntação de r ão ambient ecentement mento do Pr 93,0 milhõe mento da in ecial para a foram con 80 é que OP11 Jardi olis (PASSA Plano Munic envolviment entava, em entamento ecários, co 8% da popu as, onde m oximadame r os efeitos nções em fa ma de Pré‐U o de qualida
), drenagem zação de có
Favelas ‐ U acompanh e não preju individual) ruas, canaliz
al, além da te, a Santo rograma de es para sane nformalidad as camadas struídos na foram real m Alvorada RELLI, 2005 cipal de Hab to Urbano e 2006, défic s precários m 28.772 ulação tota moram cerc ente 10,4% s sociais pe avelas têm s Urbanização ade de vida m, energia órregos, mu URB: visava ada de obr dicavam o , drenagem zação de có regularizaç André fora e Aceleração eamento e
de, as respo s de média cidade com lizados em a (Conjunto 5). bitação, ela e Habitação cit por nova s. O mesm moradias e l do munic ca de 69 m da populaç rversos dec sido realiza o de Favela a aos mora elétrica, ilu uros de arri à nova div ras de infrae interesse c m, energia órregos, mu ção fundiári am atribuíd o do Cresci habitação. ostas iniciai e baixa re m recursos preendime o Habitacio borado pel o da Prefeit as moradias mo plano e aproxima ípio. Desse mil pessoas ão andreen correntes d das a partir as de Santo adores, atra uminação p mo, serviço
visão da ter estrutura, r coletivo. Era
elétrica, uros de arri
a do núcleo os, para o mento – PA s aos prob enda, foram do BNH/SF ntos voltad nal dos Me o Departam tura de San s de 24.316 apontava adamente 1 total de a s em 18.74 nse. a precaried r de dois pro André): ini avés de red
ública, mel os de saúde rra ocupada espeitando am implant iluminação mo, serviço o. período 20 AC do Gove blemas de c m insuficien H, no entan dos para a etalúrgicos mento de Ha to André (S 6 unidades a existênc 106 mil ha ssentamen 49 domicíl dade das co ogramas: ciado em 1 des de águ lhoramento e, limpeza e
a, com a d o a forma de tadas redes pública, a os de saúde 007/2010, r erno Federa 17 carência de ntes. Vários nto, apenas as camadas do ABC) e abitação da SDUH/PSA), com11.972 cia de 150 bitantes, o tos, 99 são ios, o que
ondições de
1989, visava ua e esgoto o de vielas, e educação efinição de e ocupação s de água e abertura e e, limpeza e recursos de al da ordem 7 e s s s e a , 2 0 o o e e a o , o e o e e e e m
2.4 Saúd As açõe Municip Orgânic integral municíp municíp planejam em ser Internaç Os prin municíp ao nasc A tabel compul atingiu A deng atingiu No mun período Coque Dengu Esquis Hanse Hepat Leishm Lepto Menin Outra Rubéo Sífilis Influe de es da saúde pal de Saúd ca da Saúd
lidade, des pio de Sant pios do G mento regi rviços de: ções. ncipais indic pios do mes er atinge 74 la 3 sintetiz sória. A ou 806 casos e ue, especia a 244 casos nicípio de S o de 2001 a Tipo de doenç eluche ue stossomose eníase tite maniose ospirose ngite meningocóc as meningites ola congênita enza H1N1 e em Santo de seguem o de n.º 8.8 scentralizaçã to André p rande ABC onal integr Urgência/ cadores de smo porte. C 4 anos em S za as infor utra doença e teve um d Tabela 3 ‐ almente a s notificado Santo Andr 2008, tend ça 200 2 15 36 33 24 10 30 ica 20 40 13 5 n.d André, a d os princípio 808, de 19 ão, coman participa do C, cuja gr rado. A red Emergência
e saúde se Como resul Santo André
mações sob a com gran
ecréscimo d ‐ Doenças de Fonte partir de 2 s. é a incidên o diminuído 01 2002 4 2 191 6 43 3 25 4 22 0 7 0 7 0 20 9 806 5 5 5 d. n.d. distribuição os do Sistem 9 de sete do único o Consórcio ande conq de municipa a, Rede B mostram tado, por e é. bre os núm de incidênc de 11,29% e Notificação C e: Depto. De Vig 2008, assum
ncia da esq o para 5 cas 2003 200 0 2 46 2 36 25 15 20 27 108 3 2 12 3 14 25 214 378 3 2 7 7 n.d. n.d de serviço ma Único de mbro de e participa o Intermun quista é a al de saúde ásica, Amb
elevados q xemplo, ob
meros de ca cia são as em 2009. Compulsória – ilância a Saúde – miu número uistossomo sos em 2009 4 2005 1 9 18 18 8 196 0 10 18 8 132 3 9 d. n.d. s e as meta e Saúde – S 1990, a s ação social. nicipal, junt a impleme e é organiza bulatórios quando com bserva‐se qu asos confir outras men – Santo André – Secretaria da Sa os preocup ose varia en 9, conforme 2006 2007 0 2 52 48 17 36 8 8 167 191 2 1 8 7 13 5 183 242 2 26 21 10 n.d. n.d as proposta SUS, instituí saber, univ . Desde 19 tamente co ntação gra ada hierarq de Especi mparados c ue a espera rmados de ningites qu é aúde / Prefeitura antes, que ntre 36 e 2 e dados da 7 2008 15 244 25 19 1 250 4 49 26 2 181 71 17 . n.d. 18 as no Plano ído pela Lei versalidade, 990 que o om os sete adativa do quicamente alidades e com outros nça de vida notificação e em 2002 a de Santo André neste ano 25 casos no Tabela 4. 2009 5 14 5 13 109 4 12 11 91 ‐ 2 176 8 o i , o e o e e s a o 2 é o o
A Lepto 2011 a de entra Em 200 da Famí no (SUS O Pacto 2009, e calculad seguinte mama,R às doen influenz có feb dia lep ou lep de feb tri es an ospirose nã mortalidad ada do SUS 6 o “Pacto ília como m S).
o pela Saúd pela Portar dos com esprioridad Redução da nças emerge za, hepatite ólera bretifóide e paratifóid arréia e gastroenterite ptospiroseicterohemo utras formas de leposp ptospirose não especif engue (dengue clássico bre hemorrágica devid panossomíase quistossomose ncilostomíase Tabela 4 o especifica e da doenç S, sendo o p pela Vida” d modelo de A de 2010/20 ria 3.840, de base em des:Atenção a mortalidad entes e end e e AIDS; Pro e e de origem infecciosa rrágica pirose ficada o) do ao vírus da dengue DOENÇAS 4 ‐ Doenças In Fonte ada possui ça chega a 2 ponto de pa definiu com Atenção Bá 011 foi esta e 07 de dez diversos o a saúde
de infantil e demias, com omoção da presumível nfecciosas e P e: Depto. De Vig uma alta i 28,57. A At artida para a mo prioridad sica e cent abelecido p zembro de 2 sistemas do Idoso; e materna; m ênfase na saúde; e Fo 2008 2009 − − 1 − 248 190 ‐ ‐ 1 2 8 16 3 5 1 ‐ 1 1 ‐ 4 1 ‐ INTER Parasitárias – S ilância a Saúde – ncidência n enção Básic a estruturaç de: consolid ro ordenad pela Portaria 2010, estab do Minist Controle Fortalecime a dengue, h ortalecimen 2010 201 − − − − 211 6 ‐ ‐ 4 ‐ 13 7 5 2 ‐ 2 2 1 2 ‐ ‐ ‐ RNAÇÕES Santo André – Secretaria da Sa nos anos de ca a Saúde ção dos sist dar e qualifi or das rede a 2.969, de eleceu indic tério da S do câncer ento da cap hanseníase, nto da atenç 11* 2008 − − − − 68 5 ‐ ‐ ‐ ‐ 7 ‐ 2 ‐ 2 ‐ 1 ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ aúde / Prefeitura e 2009 e 2 é a porta p temas locai icar a estrat es de atenç e 03 de no cadores de Saúde, de do colo d pacidade de , tuberculos ção básica. 2009 2010 − − − − 5 2 ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ 1 ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ 1 ‐ ‐ ‐ ÓBITOS 19 a de Santo André 2010, já em preferencial s de saúde. tégia Saúde ção à saúde vembro de referência, finindo as de útero e e respostas se, malária, 2011* − − 1 ‐ ‐ 2 ‐ ‐ ‐ ‐ ‐ 9 é m l . e e e , s e s ,
3 Asp
3.1 Lei d A Lei 11 definiu princípi Um dos forma a atividad limpeza desenvo de prot para a m Pela ref relacion investim foram l conside brasileir No toca regulam compet dos serv compet serviços No pres saneam 1 Nota‐se meio de s ações e responsa 2 Silvano Revista dpectos in
de Diretrize 1.445, de 05 a natureza os, entre el s pontos for ampla e intdes e comp a urbana e m olvimento u eção ambie melhoria da ferida Lei, fo namento e mentos de f ançados os erados pela ra.
ante a titu mentar a Le tência a pre viços o “órg tência de pr s, observad sente caso mento básic
e, no entanto, soluções indiv serviços de bilidade do ge Silvério da C e Saneament
nstitucion
es Nacionai 5/01/2007, jurídica de es a univer rtes da refe egral vez q ponentes d manejo dos urbano e reg ental, de pr a qualidade oi instituído entre Estad forma a fac s institutos doutrina c laridade do i 11.445/20 estação de gão ou entid restar serviç o o disposto , o Municí co, tendo p, que o art. 5 viduais, desde saneamento erador”. Costa (preside o Ambiental,
nais
s de Saneam ao estabel esses serviço salização do erida lei est que, nos terdos serviços s resíduos e gional, de h romoção da de vida”2. o o marco r dos, Munic cilitar a uni
da particip omo de van os serviços, 007, define serviço púb dade, inclus ço público; o no art. 10 pio de San para tanto,
5º da LNSB af e que o usuári básico de ente da ASSE
São Paulo, n. mento Bási ecer as dire os como um o acesso e a tá no fato d rmos do se s de abaste e de águas habitação, d a saúde e o regulatório cípios e o iversalizaçã pação popu nguarda e , o art. 2º o titular, c blico de san sive empres ou b) ao qu 0 da Lei no 1 nto André e criado a
fasta da categ io não depend responsabilid MAE). Como 125, p. 29, 20 ico ‐ Lei 11. etrizes naci m serviço p a integralida de o saneam u art. 3º, o ecimento d pluviais; em de combate outras de re do setor, e o setor pr
o dos servi ular, da tra pouco visív do Decret como “o en neamento b sa: a) do tit ual o titular 11.445/2007 exerce a ti autarquia S
goria de servi da de terceiro dade privada, as entidades 007. 445/2007 onais para público1, suj ade. mento básic o considera de água, es m articulaçã e à pobreza elevante int stabelecend rivado, pre
ços de san nsparência eis até o m to nº 7.217 te da Fede básico”, pod ular, ao qua r tenha dele 7”. tularidade SEMASA ‐
iço público “o s para operar incluindo o s vêem a nov
o saneame jeito à obse co ser conc “como o c sgotamento ão com as p a e de sua e teresse soci do regras ju evendo es eamento. A e do cont momento na 7, de 21/0 eração que dendo ser o al a lei tenh egado a pre sobre os s Serviço Mu os serviços ex r os serviços, o manejo de va lei de sane
20 ento básico, ervância de ceituado de conjunto de o sanitário, políticas de rradicação, ial voltadas urídicas e o timular os Além disso, trole social, a legislação 6/2010, ao possua por o prestador ha atribuído estação dos serviços de unicipal de xecutados por bem como as resíduos de eamento? Em 0 , e e e , e s o s , , o o r r o s e e r s e m
Saneam coleta d dos usu Compan como f tratame etapas, Ao trata prevê q série de diretam fiscaliza sistema Para os ocupam adução finais; 11.445/ estabele Outro p do Seto Saneam de sane 3 O forne serviços d nº 159/20 4 De acor 2002, p. 2 politicam mento Ambi de esgotos, uários. O E nhia de San fornecedor ento dos es inclusive di ar do exerc que o titula
e atribuiçõe mente ou a ação (art. 9 a de informa s casos de s m de ativida da água t coleta, afa /2007, em s ecida. Vejam Art. pres elas das f ponto releva or, onde em mento Básic eamento bá cimento de á de intercepta 006, com vigê rdo com Mar
241) “Política mente determin ental de Sa , auferindo Estado de neamento B 3 de água gotos sanit isposição fin cício da titu r ao formu s, tais como utorizar su 9º, II) , fixar ações (art. 9 serviços int ades específ ratada até astamento, seu art. 12 mos: 12. Nos ser tador execu deverá ser r funções de r ante da LNS m diversos o. Além dis sico a parti gua efetuado ção, transpor ência a partir d
ia Paula Dalla s públicas são nados.” nto André; , como con São Paulo, ásico do Es e na pre ários coleta nal dos resí ularidade d lar a polític o elaborar p ua delegaçã r os direito 9º, VI) e def terdepende ficas, tais c reservatór tratament determina rviços públic te atividade regulada por egulação e d SB diz resp dispositivo sso, condici r do exercíc pela SABESP rte e tratamen de 01/01/200 ari Bucci (in D o programas d consolidad nsequência por interm stado de São estação de ados no Mu íduos gerad dos serviços ca pública4 plano de sa ão, definir os e os dev
finir mecan ntes, entre como, capta
ios de dist to e dispo
a necessida
cos de sanea e interdepen r contrato e de fiscalizaçã eito à preo os (art. 9º, ona o aces cio financeir ao Município nto dos esgot 07, pelo prazo Direito Admin de ação gover do sistema p dos serviç médio de o Paulo ‐ SA serviços d unicípio, afl dos. s de saneam de saneam neamento b
o ente res veres dos u
ismos de co e dois ou m ação e aduç ribuição; d osição fina ade de um amento básic ndente com haverá entid ão. ocupação do I e 11, I) so a recurs ro de 2014 o de Santo An tos sanitários de 05 anos. istrativo e Po rnamental vis próprio de os prestado sua empre ABESP, atua de interce uentes a ET mento bási mento, deve básico (art. sponsável usuários (ar ontrole soci mais operad ção e tratam istribuição l desse m contrato qu
co em que m outra, a re dade única e o legislador são feitas os federais (art. 26, §2º dré decorre d foi firmado, c olíticas Pública ando a coord distribuição os, tarifa d esa de sane
a no sistema ptação, tra TE‐ABC, em
ico, a lei 11 erá desemp 9º, I), prest pela sua r rt. 9º, IV), e al (art. 9º, V dores distint mento de á na rede ao mesmo esg ue regule a
mais de um lação entre encarregada r com o pla alusões ao à existênc º e art. 55). de acordo táci com o SEMAS as. São Paulo denar os meios 21 o de água e iretamente eamento – a municipal ansporte e todas suas 1.445/2007 penhar uma tar serviços egulação e estabelecer V). tos, que se água bruta; os usuários oto, a Lei a relação ali nejamento o Plano de ia do plano . ito. Já para os SA, o contrato o: Ed. Saraiva, s relevantes e e e – l e s 7 a s e r e ; s i i o e o s o , e
Assim, saneam abrange Entre os mínimo públicos encontr respons mecanis ao plane Por fim órgãos de órgã dos usu facultat regulam adminis Vale res federais nos termo mento básic erá, no míni s artigos 21 o das norm s de sanea ra‐se em d sabilidade d smos e proc ejamento e , nos term colegiados ãos governa uários e de tivo, que mentação d strativa, obs ssaltar que s aos titular
os do art. o observar imo: I ‐ diagn vida, util ambienta deficiênc II ‐ obje universa observan III ‐ pro objetivos planos p identifica IV ‐ açõe V ‐ meca eficiência 1 e 27, a Lei as regulató mento bás iversas pas de, ao form cedimentos e à avaliação
os do art. de caráter amentais re e entidades
poderá se e seu Plano servando‐se o art. 34 § res a institu 19 da Lei á o plano, nóstico da si lizando siste ais e socio cias detectad etivos e me
lização, ad ndo a compa ogramas, pr s e as meta
lurianuais e ando possíve s para emerg anismos e p a e eficácia d i 11.445/20 órias a sere
ico. Quanto ssagens naL mular a po s de particip o dos serviç 47 da LNS consultivo, lacionados s técnicas. er instituíd
o de Sanea e as diretriz § 6o , do De ição do con 11.445/20 que poder ituação e de ema de indic oeconômico das;
etas de curt mitidas so atibilidade co
rojetos e a as, de mod com outros eis fontes de gências e co procediment das ações pro 007, estabel em aplicad o ao tema Lei 11.445/ lítica, gara pação da so ços de sanea B, o contro , assegurada ao setor de Portanto, do pelo M amento Bás zes estabele creto nº 7.2 ntrole social 007, a pre rá ser espe
e seus impa cadores sanit s e apont to, médio e luções grad om os demai ções neces do compatív planos gove e financiamen ntingências; os para a av ogramadas. lece os prin
as aos pre do contro /2007, que
ntir o aces ociedade civ amento (art ole social p a a represe e saneamen trata‐se de Município sico, no âm ecidas pela U 217/2010 c l por meio d stação de ecífico para actos nas co tários, epide tando as c
e longo pra duais e pr
s planos seto sárias para el com os ernamentais nto; valiação sist cípios, os o stadores e le social, n atribuiu ao sso a inform vil, notadam t. 3º, IV). poderá incl ntação dos nto, dos pre e mecanism de Santo mbito de su União. condiciona o de órgão co serviços p a cada serv
ondições de emiológicos, causas das
zos para a rogressivas, oriais; atingir os respectivos s correlatos, temática da objetivos e o usuários d nota‐se que o titular do mações e e mente no qu
luir a parti titulares do estadores d mo de cont André, q ua autonom o repasse d olegiado. 22 públicos de viço, o qual
o conteúdo de serviços e o mesmo o serviço a estabelecer ue se refere cipação de os serviços, de serviços, trole social quando da mia político‐ de recursos 2 e l o s o a r e e , , l a ‐ s
A quest Le 11.4 saneam possível Para ta sanitári estabele e mane conform águas p de prest A defin nem pe alocaçã cumprim garanta econôm A Lei n mínima 37 da L condiçõ definida titular e 5 Análise SANEAM no livro “ Galvão Ju Delegado tão econôm 445/2007.O mento básic l, mediante nto indica c io: preferen ecidos para
ejo de res
midade com
pluviais urb
tação do se
ição tarifár elo poder c o dos rec mento das am a adequ mico e o cará º 11.445/0 de 12 (doz Lei nº 11.4 ões da pres as pelo ent e dos usuári elaborada ENTO – UMA “Regulação: n unior, Marfisa os do Estado d mico‐finance art. 29 da
co terão a remuneraç como form ncialmente a cada um d síduos sóli m o regime d banas: na fo erviço ou de ria é feita, oncedente) cursos aufe metas est ada fiscaliz áter social d 7 estabelec e) meses, d 445/07). A stação dos e regulado ios. com base n VISÃO JURÍD normatização a Maria de A do Ceará ‐ ARC
eira5 do Set a LNSB esta
sustentabil ção pela cob
mas de cobr
na forma dos serviços dos urban de prestaçã orma de tri suas ativid necessariam ), que pass eridos, os abelecidas, ação dos se dos serviços ceu, ainda, de acordo co As revisões serviços e r, contando
no artigo “AS ICA”, de auto da prestação guiar Ferreira CE, 2008.] 510 tor de Sane abelece co lidade econ brança dos rança: “I ‐ d de tarifas s ou para am nos: taxas ão do serviç ibutos, inclu dades.” mente, pelo sa a ter a o
investimen , dentre ou erviços e co s.
que os rea om as norm
periódicas das tarifas o com a pa
SPECTOS TÉC oria de Alessa o de serviços a Ximenes. ‐ 0 p.; 22cm. eamento Bá omo princíp nômico‐fina serviços”. de abastec e outros p mbos conjun ou tarifas ço ou de su usive taxas,
o ente regu obrigação d ntos feitos utras ações onciliem, na ajustes tari mas legais, r e extraord praticadas rticipação n CNICOS, ECO ndra Ourique de água e es Fortaleza : Ag
ásico é trat pio que “os
anceira asse imento de reços públi ntamente; I e outros uas atividad em confor ulador (não e analisar o , a qualid s, implantan a medida do fários obse egulamenta dinárias, pa s, terão sua nesse proce ONÔMICOS E e de Carvalho sgoto” [Organ gência Regula tada no Cap s serviços p egurada, s água e es icos, que p II ‐ de limpe preços pú des; III ‐ de rmidade com
o mais pelo os custos, dade dos s ndo mecan o possível, ervem a pe ares e contr ara recomp as pautas e esso do pre
SOCIAIS DO e Rubens Na nizadores] Alc adora de Serv
23 pítulo VI da públicos de empre que gotamento poderão ser eza urbana úblicos, em manejo de m o regime prestador, controlar a serviços, o nismos que o interesse riodicidade ratuais (art. posição das e condições estador, do O SETOR DE ves, inseridos ceu de Castro viços Públicos 3 a e e o r a m e e , a o e e e . s s o E s o s
3.2 Sane A Políti dezemb 1.025/2 organiza a criaçã assim c implant contrato investim Os serv Estado, outros e termos e Energ Assim, n ao Mun art. 12 relação técnicas normas O art. delibera política propost
6 A LC 1.0 março de Disposiçõ eamento B ca Estadua bro de 2007 2007, estabe ação e com ão do Plan omo o Plan tação, expa o de outo mentos. iços de forn diretamen entes da Fe do art. 12 d ia do Estad no caso do nicípio de S da Lei 11.4 entre os do s relativas à econômica 39, da LC ativo do Est
estadual d tas do Plano 025/2007, pe e 1992, salvo ões Transitória ásico na Le al de Sanea 76. Os Serviç elecendo as mposição do o Plurianua no de Meta ansão e m orga da pr necimento te ou por i ederação ou da Lei feder o de São Pa fornecimen anto André 445/2007, a ois entes da à qualidade as e finance 1.025/2007 tado, de ní e saneame o Plurianual lo seu art. 68 quanto ao inc as. gislação Pa amento foi ços Públicos s diretrizes Conselho E al de Sanea as de Sanea elhoria a s restação d de água no ntermédio u a seus pre ral nº 11.44 aulo ‐ ARSES nto de água é (no caso v além da ne a federação e, quantida iras relativa 7, incumbe ível estratég nto básico, l de Saneam 8 revoga parc ciso II do artig aulista aprovada s de Saneam da política Estadual de amento, o amento Esta serem imp o serviço, o atacado o de delegaç estadores d 5/2007, cab SP as funçõe a e/ou trata via SEMASA ecessidade o, caberá a
de e regula as às tarifas e ao CONE gico, relativ , a competê mento e do ialmente a Po go 6º, aos arti pela Lei Co mento Básic estadual d Saneamen Plano Exec adual, cabe ostas como observado ou de tratam ção, concess e serviços, bendo à Agê es de regula amento de A), entende da existênc uma entida aridade dos s. ESAN, na q vamente à ência, entre Plano Execu olítica anterio igos 22, 23, 2 omplement co são trata e saneame to – CONES cutivo Esta ndo‐lhe est o obrigaçõ o o respec
mento de e são, permis serão objet ência Regul ação e fisca esgoto pelo e‐se que, se
cia de um c ade regulad s serviços p ualidade d definição e e outras, de utvo Estadu or aprovada p 6 e 28 e, aind tar nº 1.02 ados no Títu ento; as com SAN. Além d dual de Sa tabelecer a es do con ctivo crono esgoto, pres ssão ou aut to de contra ladora de Sa alização. o Estado (v eguindo o d contrato qu dora, definir prestados, i de órgão co e à implem e discutir e ual de Sanea pela Lei nº 7.7 da, quanto ao 24 5, de 7 de ulo III da LC mpetências, disso, prevê aneamento, s metas de tratado no ograma de stados pelo torização, a atação, nos aneamento ia SABESP), disposto no ue regule a r as normas inclusive as onsultivo e entação da aprovar as amento. 750, de 31 de artigo 1º das 4 e C , ê , e o e o a s o , o a s s e a s e s