Large-scale Quality and Innovation Made by CHANGHONG

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COMPANY REPORT

50 TELE-satellite — Global Digital TV Magazine — 02-03/2010 — www.TELE-satellite.com

Fabricante de Televisores e Receptores CHANGHONG, China

Large-scale Quality

and Innovation Made

by CHANGHONG

CHANGHONG é um dos maiores fabricantes de receptores em

grandes proporções, com sede em Mianyang, na província de Sichuan, a

sudoeste da China, A cerca de 130 km da capital provincial de Chengdu. Não são

apenas os milhões de receptores via satélite e terrestre que saem das instalações

de produção por ano, como também um número idêntico de televisores de ecrã

plano, de modo que a empresa está classificada como uma das empresas mais

importantes no mundo digital.

O fabricante de Televisores digitais CHANGHONG fica sediado em Mianyang, uma cidade de 600.000 habitantes. Podemos ver no centro o prédio administrativo, com o centro de desenvolvimento do lado esquerdo, com vários tipos de antenas de satélite no telhado. Ao fundo e até ao lado esquerdo as instalações fabris da CHANGHONG com mais de 2 quilómetros quadrados.

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TELE-satellite World

www.TELE-satellite.com/...

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Available online starting from 29 January 2010

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Se olhamos para o seu negócio actual

é difícil imaginar como foi o início humilde deste projecto. CHANGHONG foi fundada em 1958 e começou com a produção de siste-mas de radar militares. Mas hoje, a empresa evoluiu para um enorme super-grupo, plu-ralista, grupo internacional de 13 indús-trias diferentes, produzindo de tudo, desde monitores de TV Digital até aos sistemas TI, sistemas de ar condicionado digital, pro-dutos audiovisuais, set top boxes, baterias amigas do ambiente e fontes de alimentação e também sistemas completos de material técnico, engenharia electrónica e materiais químicos.

Uma das 13 indústrias do CHANGHONG GROUP é a SICHUAN CHANGHONG NETWORK TECHNOLOGIES Co., Ltd. É uma subsidiá-ria independente do grupo CHANGHONG e é especializada em pesquisa &

desenvolvi-mento, comercialização e fabricação de set top boxes digitais em todos as normas como o DVB - S, DVB-C, DVB-T, ISDB, DMB-TH e obviamente o HDTV, incluindo sistemas adi-cionais para a TV digital.

A sua capacidade de produção atinge até 12 milhões, é o maior fabricante STB na China. A empresa tem investido fortemente em seu controlo de qualidade e construiu um labo-ratório de TV digital, uma rede experimental HFC digital, laboratório EMC e, sobretudo, uma elevada precisão de linha de produção SMT. O objectivo da CHANGHONG é tornar-se um dos maiores fornecedores de soluções para a TV digital em todo o mundo.

“ CHANGHONG iniciou a sua produção de Televisores em 1978 “, recorda Richard Cheng Li. “Nessa época nós importamos uma linha de produção completa da Panasonic no

No aeroporto de Chengdu: O seu papel como Director de Vendas de Comércio Externo leva Richard Li Cheng a muitos destinos à volta do globo.

Japão e também implementamos todas as directrizes de produção até ao último deta-lhe.” Richard continua a explicar que “esta é a forma como as coisas devem avançar na primeira fase de industrialização: Você simplesmente agarra em tudo o que pode,

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porque lhe falta a auto-confiança necessária para fazer algo seu. “

Na segunda fase, os produtos são modi-ficados e adaptados aos mercados locais, o que leva ao aumento da independência, logo que o processo de produção é compreendido desde de A até a Z.

Por último, a fase 3 inclui a criação de um nome de uma marca, sabendo que está

a ser feito um novo local ou mesmo uma nova estratégia global. “CHANGHONG está actualmente na fase 2, mas está ansioso por chegar à fase 3”, disse Richard Cheng Li, fazendo um breve resumo sobre a actual posição da empresa.

De acordo com Richard, as ambições da Changhong é uma faixa bastante elevada: A fase 2 não implica apenas que as linhas de produção funcionem na capacidade, mas Uma pequena secção do enorme local de produção da

CHANGHONG. Os blocos de apartamentos visíveis ao fundo foram feitos-de-propósito para os trabalhadores da CHANGHONG.

Janet Zhang é responsável pela comunicação técnica com os clientes. Tem na sua mão a edição recente da TELE-satélite. Podemos ver que ela está á frente de algumas antenas de satélite que estão instaladas no telhado do departamento de desenvolvimento. Do outro lado do edifício existem muitas mais antenas parabólicas.

também que o departamento de desenvol-vimento esteja a funcionar horas extraordi-nárias.

De fato, as instalações incluem um edifício próprio, várias equipas de desenvolvimento e engenheiros de software. Mesmo ao lado do hall de entrada uma enorme biblioteca disponibiliza todas as principais revistas de electrónica Chinesas e do estrangeiro, bem como uma grande parte da literatura espe-cializada. Os engenheiros são livres de olhar para qualquer parte de literatura ou informa-ções enquanto estão no trabalho.

CHANGHONG também trabalha com labo-ratórios associados a dois grandes

fabri-cantes de chipset, onde os engenheiros da CHANGHONG bem como as duas empresas de chipset, trabalham em conjunto para fazerem um novo hardware e software para os receptores. Cerca de 20 engenheiros tra-balham no laboratório associado da NEC, acrescentamos a isso o laboratório associado da ST que tem 30 engenheiros. Outros 46 engenheiros trabalham com componentes mecânicos, tais como caixas ou elementos estruturais internos.

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Escusado será dizer que um fabricante de classe mundial não fica apenas pela parte da produção. A obra-de-arte destes produtos deve cumprir um grande número de exigên-cias e normas de segurança, os quais têm de ser regularmente controladas e verificadas no final do processo de fabricação. Nos dias de hoje os testes exigem mais conhecimen-tos técnicos do que a mera produção, por isso é interessante descobrir como a CHAN-GHONG aborda esta matéria.

Para descobrir, descemos um andar e entramos no reino do hardware para falar com o Director de Testes, Wang Xiao Bo. Ele preside uma enorme gama de equipamentos de medição e fez sinal para que fossemos até ao local de testes dos transmissores: “Nós somos capazes de produzir DVB-S, DVB-S2, DVB-C e obviamente o DMB-T Chinês e sinais ABS-S. Com a ajuda de um software espe-cial que pode até mesmo criar sinais ISDB-T para fins de teste. “São seleccionadas unida-des da produção em curso e enviadas para o laboratório de teste para verificação de conformidade com todas as especificações pertinentes.

Por falar em especificações – será que CHANGHONG realmente controla e verifica se foram cumpridos todos os requisitos de segurança? Entramos num carro e anda-mos algumas milhas para o outro extremo das enormes instalações de produção da CHANGHONG. Atrás temos apartamentos da empresa para os funcionários e ao lado do centro de expedição, um laboratório EMC que foi montado pela CHANGHONG.

You Meng é o gerente do laboratório e mostra-nos um certificado emoldurado na parede: “O nosso laboratório de medição foi certificado em 2008 pela FCC.” Aliás, isto é surpreendente ver como o laboratório possui tecnologia EMC profissional e siste-mas que são uma obra-de-arte. Testes de radiação são realizados numa sala de 9 x 6 metros, que está totalmente revestida a metal. Estão disponíveis quatro câmaras

Chen Qiong, Responsável pela biblioteca, coloca a revista TELE-satélite na secção de revistas da biblioteca. Estão disponíveis mais de 300 publicações para consulta por parte de engenheiros de desenvolvimento.

um pouco mais pequenas para testes de EMI e outras verificações. “Este laboratório de medição representa um investimento de mais de um milhão de dólares,” afirma You Meng. Trabalham no laboratório um total de seis engenheiros que verificam também a pré-produção, bem como amostras da produção, para cumprirem os requisitos de segurança. Evidentemente, que a garan-tia de qualidade e controlos de qualidade são procedimentos bem-estabelecidos na CHANGHONG. Falta sabermos os números de vendas.

O Director de Vendas de Comércio Externo, Richard Cheng Li, tem os detalhes: “Nós produzimos cerca de dez milhões de dispositivos de multimédia por ano, princi-palmente os televisores, bem como três a quatro milhões de receptores. Cerca de 70% dos receptores e cerca de 80% dos disposi-tivos multimédia ficam na China, o restante vai para exportação. “

E é aqui que nós batemos numa situa-ção delicada: o local de produsitua-ção da Chan-ghong não é realmente ideal para negócios de exportação, porque fica longe da costa e dos portos, para que o transporte siga para todos os cantos do mundo. “Nós encon-tramos uma solução, no entanto,” Richard Cheng Li comenta. “Ao invés de tentar exportar produtos finais, decidimos exportar a produção!”.

Hoje, CHANGHONG opera fábricas na República Checa, Indonésia, Austrália e países da CEI. No Brasil, Dubai e na Índia a CHANGHONG dirige locais de montagem e escritórios de vendas. Tudo isso é uma prova impressionante para os planos de expansão da empresa.

O que nos leva a uma outra sugestão para Richard Cheng Li: Como é que ele avalia o futuro da empresa? “Os próximos anos vamos ver um progresso significativo no segmento de receptores digitais terrestre, como prati-camente todos os países estão actualmente numa fase de transição do sistema analógico de radiodifusão digital terrestre.”

CHANGHONG está bem colocada para cobrir este mercado conduzido-pelo-governo, uma vez que também fabrica aparelhos de televisão ao lado de seus receptores digitais e ambos os grupos de produtos vão ter um verdadeiro boom nos próximos anos.

Actualmente, a CHANGHONG está a tra-balhar arduamente no sentido de aumentar a sua posição no mercado. “Participamos em todas as principais feiras e exposições especializadas”, afirma Richard Cheng Li e enumera os seguintes exemplos: “IFA na Alemanha, IBC na Holanda, CSTB na Rússia, CABSAT no Dubai, Convergence na Índia, BroadcastAsia na Cingapura e Broadcast & Cable no Brasil “.

CHANGHONG percorreu um longo cami-nho. Hoje a empresa possui umas instalações de produção, que são uma obra-de-arte, uti-lizando as mais recentes ferramentas técni-cas que estão disponíveis. Além do mais, há um espírito de tentar ser o melhor em tudo que faz, que acrescenta ao apelo global da CHANGHONG.

Ao concentrar-se no segmento dos recep-tores e televisores, a empresa está no cami-nho certo para cavalgar a onda digital e o HDTV ao longo dos próximos anos e encon-tra-se numa posição invejável para tornar-se um grande jogador mundial.

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O Interior do Centro de Ensaios de Hardware

Centro de Ensaios de Software

Wang Xiao Bo é o gerente do Centro de Ensaios de Hardware da Changhong e tem à sua frente um dispositivo de medição R&S profissional. É com muito orgulho que ele enumera alguns dos equipamentos disponíveis que utiliza: “Usamos o SFE da R&S, os sistemas DDS200 e VM700T, bem como duas unidades DVT200 feitas pela Tektronix, vários geradores MPEG-2, o sistema de medição de vídeo VM6000 e muitos outros sistemas obras-de-arte “.

Dois funcionários testam modelos de amostra que foram retirados da actual produção.

O que faz aqui a Directora do Centro de Ensaios de Software, Shi Luobei? “Estou a escrever neste placar as nossas metas para as próximas semanas “, diz ela. Desta forma, todos funcionários podem ver os objectivos da empresa e podem fazer o seu melhor para alcançá-los.

O Centro de Ensaios de Software avalia o software do receptor e procura algum erro. Todas as funções do receptor são testadas de modo que os clientes podem comprar um produto impecável.

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O membro da equipa está ocupado a testar um receptor piloto DVB-T com Nagravision integrado para o mercado espanhol. “Este modelo especial será lançado dentro de três meses em Espanha “, explica Wang Xiao Bo. “Estamos neste momento a verificar se estão reunidas todas as especificações antes de iniciarmos com a produção em série “.

Wang Xiao Bo liga o gerador DVB-S2. Na parte debaixo podemos ver os geradores para DVB-C, DMB-T, ABS-S E DVB-T.

Um membro do Centro de Ensaios de Software, pensativo por causa de um bug no software. Ele definitivamente tem de resolver antes de despacharem este modelo.

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Laboratório de Ensaios EMC

Produção SMT

Nesta imagem podemos ver os três edifícios, aqui fica o Laboratório de Ensaios EMC bem como o Centro de Ensaios de áudio e vídeo.

O Director do Centro de Ensaios EMC, You Meng, chamou-nos para vermos o certificado FCC emitido pelos Estados Unidos. Este documento autoriza o Centro de Ensaios da CHANGHONG a emitir certificados de Ensaios oficiais. O segundo documento à direita foi emitido pela secção Chinesa do grupo de laboratórios da EMC internacional.

You Meng ajusta a antena de transmissão na sala de radiação, que está totalmente encapsulado por metais. “Estamos numa posição que nos permite medir radiação até 3 GHz, “explica You Meng. Esta facilidade não só avalia o nível de radiação que é gerado por um dispositivo electrónico, mas também verifica se for permitido níveis abaixo de limiar. Nesta fotografia podemos ver um televisor da linha de produção da CHANGHONG, a ser preparado para um teste de radiação. A mesa onde repousa o televisor é montada sobre uma placa articulada que permite girar o dispositivo em qualquer posição necessária, para poder encontrar fugas de radiação. “A medida é feita a uma distância de três metros “, You Meng explica as especificações pertinentes. Aliás, esta câmara de teste foi projectada e construída pela empresa alemã Albatross.

As normas da UE são ainda mais rigorosas do que a maioria das outras normas nacionais. Esta sala é usada para testar receptores de acordo com a norma EN55020 da UE.

Zhou Bo, Gerente de Vendas na Europa, leva-nos a este edifício que fica algures na vasta área de produção

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Produção SMT

Laboratório Associado da NEC

O sexto andar é supervisionado pelo Director SMT Yeng Fei, que é responsável por um total de 29 linhas de produção SMT, mas também por 400 funcionários que trabalham todo o dia em dois turnos. “As nossas máquinas têm que estar sempre ligadas, “ Salienta Yeng Fei, “É por isso que temos dois-turnos, com um turno de 12-horas seguido por dois dias de folga. “

Um olhar sobre o laboratório que funciona em conjunto com a NEC. Trabalham aqui 20 engenheiros.

Wang Yong Sheng, lidera o Laboratório Associado da NEC. Podemos ver ele aqui a conversar com o engenheiro da NEC, sobre uma nova tarefa para o chip do EMMA3. Este chip é utilizado para HDTV.

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Laboratório Associado da ST

Um membro da equipa controla a montagem da máquina SMT. “Esta foi a ultimo equipamento que adquirimos “, revela Yeng Fei e aponta para o sistema da Panasonic. “Nós também trabalhamos com máquinas da SMT fornecidas pela Siemens e Fuji. “

Podemos ver aqui nesta imagem as máquinas AOI, “Aqui é feita uma Inspecção Óptica Automática, “explica Yeng Fei. “Nós produzimos cerca de 25,000 placas de circuito impresso para televisores e 10,000 placas para os receptores. No total, isto dá um valor de 35,000

placas por dia! “ inspected using this X-ray Random samples are also machine.

No total temos 30 engenheiros da CHANGHONG e da ST a colaborar no desenvolvimento do

Chip STI7101 e o no desenvolvimento do novo chip STI7105. Eles também trabalham com chips da Broadcom para HDTV.

Podemos ver aqui ao fundo parte dos 46 engenheiros de hardware da CHANGHONG. Á frente da imagem do lado esquerdo Zhang Lei Ming, Director do Laboratório de Software Associado e ao lado Zhou Jun, que dirige o Departamento de Hardware.

Imagem

Referências

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