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Introdução. Desenvolvimento

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Academic year: 2021

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A participação do Serviço Social na implantação e consolidação

do novo modelo de atenção em Saúde Mental

Danielle Marinho Barros da Silva1 [email protected]

Modalidade de trabalho: Apresentação de experiências profissionais e metodologias

de intervenção.

Eixo temático: Trabalho na contemporaneidade, Questão Social e Serviço

Social.

Palavras-chaves: Serviço Social, Saúde Mental, Reforma Psiquiátrica.

Introdução

Este artigo refere-se à apresentação de um a experiência profissional e tem por objetivo apresentar de que forma se dá a atuação dos assistentes sociais frente à proposta do novo modelo de atenção em saúde mental, a Reforma Psiquiátrica. Para tanto, trataremos conceitualmente sobre as propostas de mudança dessa Reforma, que iniciou-se na Itália, fazendo uma correlação entre seus princípios e os princípios do Código de Ética dos Assistentes Sociais, para por fim demonstrarmos a legitimidade do espaço que o profissional do Serviço Social pode assumir dentro dessa nova proposta.

Desenvolvimento

O trabalho do assistente social se insere numa relação de compra e venda de mercadorias em que sua força de trabalho é mercantilizada, estabelecendo-se assim uma linha divisória entre a atividade assistencial voluntária, desencadeada por motivações puramente pessoais, e a atividade profissional, que se estabelece mediante uma relação contratual que regulamenta as condições de obtenção dos meios de vida necessários à reprodução desse trabalhador especializado.

A natureza do trabalho do assistente social é estabelecida através de sua inserção nas instituições prestadoras de serviços sociais, assim, ao atuar na prestação dos

1 Assistente social, mestranda em Serviço Social pela Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Alagoas – UFAL, Brasil. Ponencia presentada en el XIX Seminario Latinoamericano de Escuelas de Trabajo Social. El Trabajo Social

en la coyuntura latinoamericana: desafíos para su formación, articulación y acción profesional. Universidad Católica

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serviços sociais vinculados às diversas políticas sociais ele se insere na esfera das atividades voltadas à regulação das relações sociais. Isto é posto na medida em que podemos observar a participação dos profissionais de Serviço Social na criação de condições necessárias ao processo de reprodução social, através de ações que tanto incidem sobre as condições de vida dos trabalhadores (saúde, alimentação, educação, habitação, lazer, dentre outras), quanto produzem efeitos ideológicos que reforçam (ou não) a aceitação das condições de compra e venda da força de trabalho. Trata-se, portanto, de atividades que oferecem bens e recursos complementares à sobrevivência dos trabalhadores e que atendem às necessidades de normatização e controle dos comportamentos sociais. Desta forma, o Serviço Social ocupa seu espaço na divisão social e técnica do trabalho, ao lado de outras profissões, participando da tarefa de implementação das condições necessárias ao processo de reprodução social.

Isso posto, analisaremos agora a atuação dos assistentes sociais na área da saúde mental, mas para isso se fez necessária uma pesquisa sobre a inserção histórica dos profissionais na área a partir dos registros realizados por outros autores que estudam esta temática.

À medida que as primeiras assistentes sociais foram formadas no Rio de Janeiro na década de 19402 as escolas procuraram introduzi-las nos hospitais psiquiátricos. Ali as profissionais eram situadas como “porta de entrada e saída” dos hospitais, se portando de forma subalterna aos médicos e à direção, atendendo às demandas como levantamento de dados sociais e familiares dos pacientes, contato com os familiares para a preparação da alta, confecção de atestados sociais e encaminhamentos (VASCONCELOS, 2000).

Nos anos 1960, Drª. Nise da Silveira se destacou quanto a sua atuação na área da Saúde Mental no Rio de Janeiro, pois se contrapôs ao modelo de assistência psiquiátrica asilar e segregador da época através da promoção de atividades ocupacionais, profissionalizantes e artístico-expressivas para os portadores de transtornos mentais. Durante décadas, várias assistentes sociais estagiaram nessas oficinas e a partir dessa experiência o Serviço Social foi influenciado pela abordagem humanizada e ética, respeitando os direitos dos “clientes”, sua história pessoal e subjetividade (BISNETO, 2001).

Durante os anos 1970 a influência da Psiquiatria preventiva norte-americana teve forte repercussão dentro do campo da saúde pública e da militância entre os médicos e

2 Nesse período (1940/50) há o predomínio da internação psiquiátrica, da eletroconvulsoterapia, da lobotomia e da terapia insulínica, ou seja, tratamentos subumanos que desrespeitam a dignidade humana e violam aspectos físicos dos portadores

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profissionais da saúde no Brasil. Particularmente a partir de 1978 com a efervescência dos movimentos sociais durante a chamada “abertura política”, evidencia-se o protagonismo dos profissionais da saúde e da saúde mental através dos movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica.

Especificamente em relação ao Serviço Social na saúde mental nessas duas décadas (1970 e 1980), especialmente no Rio de janeiro, verifica-se dois processos: a consolidação do autodenominado “Serviço Social Psiquiátrico” que combina o Serviço Social Clínico à influência da Psiquiatria Social; e o desenvolvimento heterogêneo de práticas de atenção ambulatorial e de práticas de reabilitação social dentro dos asilos psiquiátricos em processo de humanização (ibidem).

A partir do início da década de 1990 evidencia-se uma forte mudança na direção da política de saúde mental brasileira a partir da Reforma Psiquiátrica e da consolidação de novas formas de tratamento que objetivam a ressocialização dos portadores de transtornos mentais tendo como base o tratamento dos mesmos na comunidade e no seio familiar para que não percam suas referências sociais. Ela deve ser entendida como

[...] um conjunto de iniciativas políticas, sociais, culturais, administrativas e jurídicas que visam transformar a relação da sociedade para com o doente, vai das transformações na instituição e no setor médico-psiquiátrico até as práticas sociais em lidar com as pessoas portadoras de transtornos mentais (FARIAS, 2003, p 02).

Esse redirecionamento resulta em novas práticas profissionais para os assistentes sociais que participam do novo modelo psiquiátrico brasileiro, que a passos lentos se solidifica. Dessa forma, a Reforma Psiquiátrica permite que novos serviços passem a atuar com o objetivo de impulsionar a melhoria de vida dos portadores de transtornos mentais, tanto através do tratamento medicamentoso quanto (e principalmente) através do trabalho, da moradia, da cultura e do lazer que visam a inserção na sociedade de pessoas que antes estavam excluídas.

A atuação não só dos assistentes sociais, mas de todos os profissionais que referenciam seu trabalho segundo a nova proposta de atenção psicossocial pode ser considerada como uma manifestação ética desde quando exercida no sentido do reconhecimento de novos sujeitos de direitos e de novos direitos para os sujeitos. Desta forma a Reforma Psiquiátrica é um processo que se inscreve numa dimensão ética, pois é também uma luta contra o estigma, a exclusão, a violência, a marginalização; neste sentido, incentiva a solidariedade e a convivência entre a diversidade.

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A partir do entendimento dos princípios defendidos pela Reforma Psiquiátrica que vislumbram não só uma nova forma de atendimento ao portador de transtorno mental, mas também o seu reconhecimento enquanto sujeito de direitos capaz de participar como protagonista da vida social, entendemos que é possível relacionar a existência destes princípios com os princípios ético-politicos contidos no atual Código de Ética do Assistente Social (CFESS, 1993).

O Código de Ética Profissional dos Assistentes Sociais3 pode ser qualificado como referência teórico-política para esses profissionais, pois redimensiona e delimita com clareza os valores e compromissos éticos da profissão. O Código de Ética de 1993 é composto por onze princípios complementares entre si e que expressam o direcionamento da profissão na contemporaneidade.

O primeiro princípio é o do reconhecimento da liberdade como valor ético central e

das demandas a ele inerentes: autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais. Porém não se trata da concepção de liberdade presente no liberalismo que

percebe o indivíduo com livre-arbítrio, mas o conceito de liberdade presente no código compreende o indivíduo como fonte de valor, possuidor de direitos e deveres sociais. A Reforma Psiquiátrica está em consonância com esse princípio quando entende que o portador de transtornos mentais deve ser tratado sem perder suas referências sociais, dentro de seu território ligado a sua família e a sua comunidade e não isolado como determina a Psiquiatria tradicional. Nessa concepção ser livre também significa ser cidadão, ter autonomia e ser considerado como sujeito de direito, e é dessa forma que devem ser tratados os portadores de transtornos mentais de acordo com a Reforma Psiquiátrica.

O segundo princípio é o da defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do

arbítrio e do autoritarismo. Este princípio demonstra o posicionamento que os assistentes

sociais assumem ao se colocarem contra todo tipo de abuso de autoridade, tortura, violência, isto é, demonstra a firme vinculação da categoria profissional em favor dos direitos humanos. Este princípio pode também ser definido como um dos princípios da Reforma Psiquiátrica, uma vez que a mesma originou-se da necessidade de transformação do antigo modo de tratamento baseado no isolamento e na tortura física em que os portadores de transtornos mentais eram submetidos a maus tratos, tendo seus direitos humanos cerceados.

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O terceiro princípio é o da ampliação e consolidação da cidadania, considerada

tarefa primordial de toda sociedade, com vistas à garantia dos direitos civis, políticos e sociais das classes trabalhadoras. Este é um dos mais importantes princípios

ético-políticos do Serviço Social, pois o assistente social atua no espaço da viabilização de direitos, trabalhando com políticas sociais, benefícios, programas e projetos vinculados a questão da cidadania, da equidade e da justiça. Segundo Amarante (2003, p.65), a atenção psicossocial advinda da Reforma Psiquiátrica traz algumas características relevantes neste contexto de mudança na psiquiatria, “uma dessas características é a luta pelos direitos dos pacientes, relacionada à questão da cidadania; a segunda é a oportunidade de participação deste em diferentes espaços da sociedade”.

O quarto princípio é o da defesa do aprofundamento da democracia, enquanto

socialização da participação política e da riqueza socialmente produzida. Esta concepção

de democracia contida no Código aponta para a necessidade da socialização da riqueza e distribuição de renda e ultrapassa a mera democracia política, mas reclama igualdade de acesso e oportunidade para todos os indivíduos. Dentro desse contexto a Reforma Psiquiátrica enxerga os portadores de transtornos mentais como indivíduos cidadãos com deveres e responsabilidades, ou seja, sujeitos inclusos na sociedade, partícipes da democracia e capaz de produzir riqueza social.

O quinto princípio refere-se ao posicionamento em favor da equidade e justiça

social, de modo a assegurar a universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais, bem como sua gestão democrática. A justiça pressupõe a

dignidade de cada um e os direitos dos outros a partir do reconhecimento da igualdade dos homens entre si. O novo modelo de atenção psicossocial também entende que o acesso aos bens e serviços deve ser universal, desta forma estão inclusos todos os portadores de transtornos mentais. É a partir da Reforma Psiquiátrica que o louco passa a ser visto como indivíduo possuidor de direitos capaz de desempenhar seus papéis sociais.

O sexto princípio é o do empenho na eliminação de todas as formas de

preconceito, o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças. É dever do assistente social incentivar o respeito à

diversidade, a participação dos grupos discriminados e a explicitação e o debate das diferenças, além de formular estratégias de ação visando contribuir para a “desalienação” dos diferentes indivíduos com os quais se relaciona no espaço institucional. É justamente

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contra qualquer forma de preconceito que a Reforma Psiquiátrica se apresenta, baseada na aceitação de toda forma de diversidade e na inclusão dos portadores de transtornos mentais na sociedade.

O sétimo princípio expressa a garantia do pluralismo, por meio do respeito às

correntes profissionais democráticas existentes e suas expressões teóricas, e do compromisso com o constante aprimoramento intelectual. Este princípio refere-se ao

respeito às diversas linhas de pensamentos presente no debate teórico do Serviço Social, pressupõe uma convivência respeitosa e produtiva entre todas as correntes que circulam na profissão. Não é diferente quando pensamos a Reforma Psiquiátrica que possui um caráter democrático que objetiva excluir as visões autoritárias e preconceituosas em relação ao doente mental e incentiva as ações que estejam fundadas na democracia.

O oitavo princípio é o da opção por um projeto profissional vinculado ao processo

de construção de uma nova ordem societária, sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero. A partir deste princípio observa-se a necessidade dos profissionais do

Serviço Social em assegurar o compromisso com a classe trabalhadora, além da vinculação explicita da profissão com os usuários dos serviços sociais e com a construção de um novo projeto societário que preconiza o fim de todo tipo de exploração. Assim, o contexto de luta pelo respeito, consolidação da cidadania, melhores condições de vida, garantia dos direitos sociais dos portadores de transtornos mentais que se configura como alicerce da Reforma Psiquiátrica está em consonância com o projeto de sociedade definido pelo Serviço Social.

O nono princípio é o da articulação com os movimentos sociais de outras

categorias profissionais que partilhem dos princípios desse Código e com a luta geral dos trabalhadores. Aqui torna-se evidente a vinculação dos assistentes sociais com os

movimentos sociais, ou seja com as lutas das classes subalternas contra a barbárie da desumanização, exploração e aviltamento da vida impostos à maioria dos indivíduos explorados no modo de produção vivido. A Reforma Psiquiátrica brasileira é um dos desdobramentos da Reforma Sanitária e da luta dos profissionais da saúde e dos usuários e familiares por um sistema que atenda seus usuários através da dignidade humana.

O décimo princípio refere-se ao compromisso com a qualidade dos serviços

prestados à população e com o aprimoramento intelectual na perspectiva da competência profissional. Aqui há a referência do compromisso assumido pelos assistentes sociais no

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que tange a qualidade dos serviços prestados e a competência profissional advinda de uma relação entre técnica, política e ética. A Reforma Psiquiátrica tem como um de seus nortes a compreensão de que os portadores de transtornos mentais são sujeitos possuidores de direitos e dignos de serem atendidos com respeito por serviços de qualidade que primem por um atendimento que disponibilize a seus usuários mecanismos necessários à sua socialização.

O décimo primeiro (e último) princípio estabelece o exercício do Serviço Social

sem ser discriminado, nem discriminar por questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade, opção sexual, idade e condição física. Este princípio

assegura direitos para os assistentes sociais e exige o respeito para com as diferenças dos usuários atendidos pelos profissionais. Esse princípio assemelha-se ao direcionamento dado através da lei 10.216 que resguarda os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental, sem qualquer forma de discriminação quanto à raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, opção política, nacionalidade, idade, família, recursos econômicos e ao grau de gravidade ou tempo de evolução de seu transtorno. Assim, há uma consonância entre a postura profissional que deve assumir o assistente social diante do portador de transtornos mentais e a postura de todo os indivíduos com relação a estes, uma vez que, diferente da forma com que eram tratados dentro do modelo manicomial, neste novo modelo de atenção eles devem ser entendidos como pessoa humana, portadores de direitos e destituídos de qualquer preconceito.

Através dos princípios da Reforma Psiquiátrica o louco deixa de ser considerado uma pessoa sem razão e sem juízo, como é defendido pela Psiquiatria Tradicional, e passa a ser considerado um sujeito. Através da atenção psicossocial a Psiquiatria deixa de ser o centro no tratamento e passa a ser apenas uma disciplina, entre outras, que pode contribui e intervir sobre o fenômeno da loucura. Assim, a partir da Reforma Psiquiátrica surge uma nova forma de entender a doença mental, não apenas como deter

minada por fatores biológicos e psicológicos, mas também determinada por fatores sociais, daí a importância dos assistentes sociais nas equipes interdisciplinares que trabalham com a doença mental.

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Conclusão

Foi possível perceber que a tradicional instituição psiquiátrica vem se mostrando ao longo da história inoperante no tratamento e recuperação dos indivíduos portadores de transtornos mentais. Pois, baseia-se em intervenções antiquadas e radicais como eletro choques, terapia insulínica, uso de força física, isolamento e outras punições. Isso posto, se faz necessário consolidar tão importante movimento de Reforma Psiquiátrica que objetiva eliminar toda e qualquer forma de contenção e repressão de sentimentos e vontades, visando o respeito ao direito de cidadania dos portadores de transtornos mentais. No entanto, é importante questionar de que maneira a rede de serviços substitutivos vem sendo implantada em nosso país. Desta forma podemos concluir que a saúde mental, em especial os Centros de Atenção Psicossocial vêm sendo uma ampla área de atuação dos assistentes sociais, principalmente porque os princípios ético-políticos contidos no Código de Ética desses profissionais se articulam com os princípios da Reforma Psiquiátrica. A defesa dos direitos humanos, o reconhecimento dos indivíduos portadores de transtornos mentais como sujeitos de direitos, a possibilidade da convivência social, da liberdade, da equidade sem nenhuma forma de discriminação, a eliminação de quaisquer formas de preconceito e o respeito à diversidade compõem, entre outros, os princípios do Serviço Social e da Reforma Psiquiátrica.

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Bibliografia

AMARANTE, Paulo. (Coord.). Saúde Mental, Políticas e Instituições: reforma sanitária

e reforma psiquiátrica no Brasil. Programa de Educação à Distância. Rio de Janeiro:

Fiocruz, 2003.

BISNETO, José Augusto. Análise Institucional do Serviço Social em Saúde Mental. Rio de Janeiro: UFRJ. Tese (Doutorado em Serviço Social), Escola de Serviço Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2001.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Saúde Mental no SUS: acesso ao tratamento e

mudança do modelo de atenção. Relatório de Gestão 2003-2006. Brasília: Ministério da

Saúde, janeiro de 2007.

CFESS, Lei Federal nº 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a Profissão de Assistente Social e dá Outras Providências. Coletânea de Leis: gestão 2002-2005. Maceió: CRESS 16ª R./AL., p.28 – 36.

FARIAS, Laeuza de. Saúde Mental: Conceito, organização e prática política. 2003. Disponível em: <http://www.mp.pe.gov.br/procuradoria/caps/saude_mental/relacao_saude.htm.> Acesso em: 17 de set. 2003.

VASCONCELOS, Eduardo Mourão (Org.). Saúde Mental e Serviço Social: o desafio da subjetividade e da interdisciplinaridade. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2002.

Referências

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