Montagem e Manutenção de Computadores

Texto

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Montagem e Manutenção de

Computadores

Bolsa instrutor-Dinf-UFPR

Sistemas Operacionais, soquetes

e barramentos

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O sistema operacional cria a possibilidade

de:

- Realizar uma variedade de tarefas;

- Interagir com os usuários de forma complexa; - Acompanhar as necessidades que mudam com o tempo.

SISTEMAS

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DRIVERS

- Software que passa a

informação do hardware

instalado para o Sistema

Operacional.

Exemplo: Webcam

- Conectar no usb

- Windows procura o driver e o

instala

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O que precisa de driver?

Tudo que está conectado ao computador de alguma forma, seja ela USB, PCI, PCI-Express, etc.

Inclusive periféricos básicos como monitor, teclado e mouse.

Por que só preciso

instalar os drivers de

hardware não

convencionais?

Porque o próprio sistema operacional já possui os drivers instalados de

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Placa PCI

-Emite sinais eletrônicos para o PC (Zeros e uns) -Esses sinais são incompreensíveis para o

Computador.

-Driver “traduz” esses sinais para o Computador.

Lista do sistema

operacional com drivers instalados:

Note que ele diz que existe um hardware no sistema que ele não sabe o que é, nem como

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Plug 'n

Play

-Foi inventado em 1993.

-Também conhecido como PnP ou ligar e

usar.

Barramentos compatível, suporte pela BIOS

suporte pelo sistema operacional e suporte pelo periférico

O que precisa para funcionar?

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Plug and Play e HotPlug

Pode ser Plug and Play e é HotPlug

Usb geralmente é HotPlug.

É plug and play mas não é HotPlug

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Como achar um driver?

Sabendo o modelo do hardware e procurando no google ou pelo FCC ID, uma das páginas que possibilitam essa busca é:

http://www.clubedohardware.com.br/pagina/fcc

Link de guia rápido de busca no site www.inf.ufpr.br/instrutores em: - Material de apoio e leitura

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Soquetes AMD

Soquete A (462): O soquete 462 é utilizado pelos processadores da

AMD da linha Athlon Thunderbird, Athlon XP/MP 3200+ e modelos mais acessíveis como o Duron e Sempron. O soquete tem 453 pinos ativos (nove pinos são bloqueados no soquete para previnir inserção acidental no soquete 370). Este soquete foi descontinuado para dar lugar aos soquetes 754, soquete 939 e soquete AM2.

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Soquete 754: Este soquete chegou ao mercado em setembro/2003

com o lançamento do Athlon 64. Todos os processadores do soquete 754 possuem controladora de memória integrada de 64bits single-channel, e suporte a HyperTransport a 1600 MHz, bem como manipulação de instrução de 64 bits, cujo lançamento seguiu o sucesso do seu antecessor: o Soquete A (462). O soquete 754 recebeu esse nome devido ao número de pinos que o processador do soquete possui. Não suportava memórias DDR em modo Dual-Channel. Em 2006, os processadores mobile mudaram para uma nova plataforma específica para os mobiles, com suporte à memórias DDR2 em dual-channel, voltada para o menor consumo elétrico: o soquete S1.

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Soquete 939: Em junho de 2004 foi lançado o soquete 939 que

permitiu aos Athlon 64 o uso da controladora de memória dual-channel, com as memórias DDR “convencionais” que são mais baratas e um pouco mais rápidas. O Athlon 64 FX, passou a utilizar o soquete 939, assim como os Athlon 64 que também ficaram disponíveis no soquete 939, passando a ter obenefício da controladora de memória dual-channel 128 bits. O soquete 939 tem esse nome devido a quantidade de pinos do processador. Em 2005 o soquete 939 tornou-se o principal soquete dos Athlon 64 desktop. Não é possível utilizar um processador soquete 939 em uma placa-mãe soquete 940, nem um processador 754 em placa-placa-mãe 939; são tecnicamente e fisicamente incompatíveis.

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Soquete 940: O soquete 940 é utilizado pelos processadores

Opteron2 desde o lançamento em abril de 2003 para o segmento de servidores e estações de trabalho de alto desempenho. Foi projetado para prover a máxima estabilidade. Os Opterons desse soquete possuem controladora de memória 128bit dual-channel com uso de memórias registradas (que fornecem máxima estabilidade para o uso em servidores visto que erros são menos aceitáveis e causam prejuízos). Suportam multiprocessamento, que é um recurso presente nos Opterons das séries 200 e série 800. Desde o segundo semestre de 2006, os Opterons das séries 200 e 800 foram disponibilizados também no soquete F, a nova plataforma da AMD para servidores, que inclui suporte às memórias DDR2 registradas.

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Soquete AM2: Depois do lançamento das memórias DDR2 a AMD

sentiu a necessidade de adaptar a tecnologia Athlon 64 a essas memórias. Com relação ao soquete anterior, o 939, o AM2 ganhou um pino a mais, mas não equivale ao soquete 940 de Opteron. A grande mudança entre o processador AM2 e um 939 é o controlador de memória adaptado para DDR2, não mudando muito a tecnologia em relação ao soquete anterior (939). O soquete AM2 trabalha com memórias DDR2 533, DDR2 667 e DDR2 800. O seu único problema é que o clock de barramento de memória não é obtido através do clock base do processador, mas sim através de uma divisão do clock interno do processador.

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O soquete AM2+: é uma “atualização” do soquete AM2 com suporte ao barramento HyperTransport 3.0 (operando a 2.0 GHz, o dobro da freqüência do HT utilizado no AM2) e fornecimento de alimentação separada para o processador e para o controlador de memória. Outra característica consiste no suporte ao sistema avançado de gerenciamento de energia utilizado no Phenom. Este novo sistema de gerenciamento suporta o ajuste independente das freqüências de operação do processador e do controlador de memória, o que resulta em redução do consumo e dissipação térmica do processador. O AM2+ é totalmente compatível com o soquete AM2, deste modo, processadores fabricados para AM2 poderão ser instalados em placas-mãe com soquete AM2+. O soquete AM2+

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Soquete AM3: Sua utilização acompanha uma linha de

processadores produzidos a partir de 2008 e traz como principal melhoria o suporte a memórias DDR3, juntamente com HT 3.0. A principal desvantagem de utilizar o controlador de memória integrado (soquete AM2) é que passou a ser necessário lançar uma versão atualizada do processador e criar um novo soquete cada vez que for necessário fazer alterações no controlador de memória, ou oferecer suporte a uma nova tecnologia. Os processadores AM3 possuem um controlador de memória compatível (localizado no chipset Norte) tanto com memórias DDR3 quanto com memórias DDR2 e, graças a isso, podem ser usados em placas AM2 compatíveis. Infelizmente a compatibilidade será de mão única, sem a possibilidade de utilizar os processadores AM2 atuais em conjunto com as placas AM3. Como benefício direto, os usuários que adquiriram placas-mãe com soquete AM2 poderão efetuar upgrade para processadores AM3, sem a necessidade de substituição da placa-mãe.

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Soquete F: O soquete F é um soquete de 1.207 pinos para CPU’s da

linha Opteron, ou seja, processadores para servidores. Essa geração de soquete foi planejada para trabalhar em conjunto com memórias DDR2 ou DDR3. Este soquete também é base para os processadores Athlon Quad FX e poderão receber, no futuro, as linhas de processadores AMD de 2, 4 ou 8 núcleos para Desktop.

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Soquete S1: é parte da atual geração de soquetes AMD,

compreendida entre o soquete F (servidores) e soquete AM2 (desktop). Especificamente, foi adotado como o padrãode pinagem para processadores AMD que equipam notebooks, a saber: Turion 64, Turion 64 X2 e Athlon 64 mobile e mais tarde por processadores da linha Sempron mobile. Com 638 pinos, o soquete S1 e surgiu para efetuar a substituição dos já existententes soquetes 754 para laptops.Inclui, também, suporte para memórias DDR2 Dual-Channel, CPU’s dual core móbile e tecnologia de virtualização, para competir com os processadores da linha Intel Core 2 mobile. A fixação da CPU ao soquete S1 é feita através da rotação em 180o de um

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Soquetes da Intel

Soquete 479 (mFCPGA): foi desenvolvido para a plataforma

móvel. Embora seja similar ao soquete 478 para Pentium 4, seus pinos são eletricamente diferentes, impedindo que os processadores possam permutar entre soquetes. Apesar do nome, o soquete 479 possui na realidade 478 pinos, pois um dos contatos não é usado. As versões iniciais do Pentium M com, core Banias e Dothan, e também pelos modelos correspondentes do Celeron. utilizavam este tipo de soquete que é basicamente uma versão miniaturizada do soquete 478 usado pelos processadores Pentium 4 para desktops.

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Soquete M (FCPGA6): Em 2006 surgiu o soquete M (FCPGA6),

usado pelos processadores da família Core Duo e também pelos Core 2 Duo T5x00 e T7x00, baseados no core Meron.Ele marcou também a transição para os processadores com FSB de 667 Mhz. Embora não existisse nenhum grande empecilho técnico com relação à compatibilidade com os processadores soquete 479, a Intel optou por alterar a posição de um dos pinos do soquete, de forma a tornar os dois encaixes incompatíveis.

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Soquete P: Em maio de 2007 foi lançada mais uma atualização

para substituição do Soquete M: O soquete P, cujo lançamento coincidiu com a migração para o FSB de 800 MHz, utilizado pelos processadores Core 2 Duo mobile atuais. Apesar do soquete P também possuir 478 pinos, assim como os anteriores, novamente a Intel optou por torná-lo incompatível com os processadores anteriores, mudando a posição de um dos pinos. Como os upgrades de processador em notebooks não são comuns, acaba sendo mais fácil para eles mudarem o soquete a cada modificação nos processadores e nos circuitos de alimentação, de forma a impedir o uso dos novos processadores em placas antigas, potencialmente incompatíveis.

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O Soquete T: começou com os Pentium 4 "Prescott" que tinham

também modelos para Soqute 478, o grande aumento de pinos era para suportar novos processadores depois do Pentium 4 pela grande demanda de energia: O Pentium D e o Core 2 Duo. O soquete tem uma armadura de metal para proteger o processador contra a pressão exercida pelo cooler.Para alguns, o fato dos pinos estarem na placa-mãe é, de um ponto de vista, mais econômico, pois geralmente o processador é mais caro que a placa-mãe.

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Soquete LGA1366: O soquete LGA1366, também conhecido como

soquete B, sucede o soquete LGA 775 nosegmento decomputadores desktop de alta performance e o soquete J (LGA 771), orientado ao mercado de servidores. Assim como o soquete LGA775, o LGA 1366 tem seus pinos de contato incorporados ao soquete, que tocam os pontos de contacto na parte inferior do processador.

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Soquete 7: é o tipo de soquete mais usado para processadores

da classe Pentium. Ele possui 321 pinos e pode fornecer voltagens que variam de 2,5 a 3,3 volts. Aceita todos os processadores Pentium de 75 MHz para cima. Aceita também os processadores Pentium “overdrive”. A Intel abandonou este soquete com o lançamento do Slot 1, mas outros fabricantes o utilizaram até o ano de 2001. Ainda encontramos placas-mãe no comércio que possuem este soquete. O Socket 7 pode trabalhar com voltagens ainda menores que 3,33 e 2,5 volts se a placa-mãe possuir um regulador de tensão para isto.

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Barramento

Barramento ISA (Industry Standard Architecture):O é um

padrão não mais utilizado, sendo encontrado apenas em computadores antigos. Seu aparecimento se deu na época do IBM PC e essa primeira versão trabalha com transferência de 8 bits por vez e clock de 8,33 Mhz. Na época do surgimento do processador 286, o barramento ISA ganhou uma versão capaz de trabalhar com 16 bits.

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Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect): surgiu

no início de 1990 pelas mãos da Intel. Suas principais características são a capacidade de transferir dados a 32 bits e clock de 33 MHz, especificações estas que tornaram o padrão capaz de transmitir dados a uma taxa de até 132 MB por segundo. Os slots PCI são menores que os slots ISA, assim como os seus dispositivos, obviamente.Mas, há uma outra característica que tornou o padrão PCI atraente: o recurso Bus Mastering. Em poucas palavras, trata-se de um sistema que permite a dispositivos que fazem uso do barramento ler e gravar dados direto na memória RAM, sem que o processador tenha que "parar" e interferir para tornar isso possível. Note que esse recurso não é exclusivo do barramento PCI. Outra

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Barramento AGP (Accelerated Graphics Port): Para lidar com o

volume crescente de dados gerados pelos processadores gráficos, a Intel anunciou em meados de 1996 o padrão AGP, cujo slot serve exclusivamente às placas de vídeo. A primeira versão do AGP (chamada de AGP 1.0) trabalha a 32 bits e tem clock de 66 MHz, o que equivale a uma taxa de transferência de dados de até 266 MB por segundo, mas na verdade, pode chegar ao valor de 532 MB por segundo. Em meados de 1998, a Intel lançou o AGP 2.0, cujos diferenciais estão na possibilidade de trabalhar também com o novo modo de operação 4x (oferecendo uma taxa de transferência de 1.066 MB por segundo) e alimentação elétrica de 1,5 V. Algum tempo depois surgiu o AGP 3.0, que conta com a capacidade de trabalhar com alimentação elétrica de 0,8 V e modo de operação de 8x, correspondendo a uma taxa de transferência de 2.133

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Barramento PCI-X (Peripheral Component Interconnect Extended):

Muita gente confunde o barramento PCI-X com o padrão PCI Express (mostrado mais abaixo), mas ambos são diferentes. O PCI-X nada mais é do que uma evolução do PCI de 64 bits, sendo compatível com as especificações anteriores. A versão PCI-X 1.0 é capaz de operar nas freqüêcias de 100 MHz e 133 MHz. Neste última, o padrão pode atingir a taxa de transferência de dados de 1.064 MB por segundo. O PCI-X 2.0, por sua vez, pode trabalhar também com as freqüências de 266 MHz e 533 MHz.

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Barramento PCI Express: também conhecido como PCIe ou PCI

- EX é o padrão de slots para placas de expansão utilizadas em PCs. criada pela Intel. Introduzido pela Intel em 2004, o PCI Express foi concebido para substituir os padrões AGP e PCI. Sua velocidade vai de 1x até 32x. A tecnologia utilizada no PCI Express conta com um recurso que permite o uso de uma ou mais conexões seriais ("caminhos", também chamados de lanes) para transferência de dados. Cada conexão usada no PCI Express trabalha com 8 bits por vez, sendo 4 em cada direção. A frequência usada é de 2,5 GHz, mas esse valor pode variar. Assim sendo, o PCI Express 1x consegue trabalhar com taxas de 250 MB por segundo, um valor bem maior que os 133 MB/s do padrão PCI de 32 bits. Existem algumas placas-mãe que possuem um slot PCIe x16 (por exemplo) que na verdade trabalha em x8 ou x4, fato que ocorre por depender da quantidade de linhas disponíveis para uso no chipset e também por ser possível o uso de slots maiores com menos caminhos de dados.

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Barramentos AMR, CNR e ACR: Os padrões AMR (Audio

Modem Riser), CNR (Communications and Network Riser) e ACR (Advanced Communications Riser) são diferentes entre si, mas compartilham da idéia de permitir a conexão à placa-mãe de dispositivos Host Signal Processing (HSP), isto é, dispositivos cujo controle é feito pelo processador do computador. Para isso, o chipset da placa-mãe precisa ser compatível. Em geral, esses slots são usados por placas que exigem pouco processamento, como placas de som, placas de rede ou placas de modem simples. O slot AMR foi desenvolvido para ser usado especialmente para funções de modem e áudio. Seu projeto foi liderado pela Intel. Para ser usado, o chipset da placa-mãe precisava contar com os circuitos AC'97 e MC'97 (áudio e modem, respectivamente).

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Barramento VESA: também chamado de VLB (VESA Local Bus),

esse padrão foi estabelecido pela Video Electronics Standards Association e funciona, fisicamente, como uma extensão do padrão ISA (há um encaixe adicional após um slot ISA nas placas-mãe compatíveis com o padrão). O VLB pode trabalhar a 32 bits e com a freqüência do barramento externo do processador fazendo com que sua taxa de transferência de dados pudesse alcançar até 132 MB por segundo. Apesar disso, a tecnologia não durou muito tempo, principalmente com a chegada do barramento PCI;

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Barramento MCA: sigla para Micro Channel Architecture, o MCA

foi idealizado pela IBM para ser o substituto do padrão ISA. Essa tecnologia trabalha à taxa de 32 bits e à freqüência de 10 MHz, além de ser compatível como recursos como Plug and Play e Bus Mastering. Um dos empecilhos que contribuiu para a não popularização do MCA foi o fato de este ser um barramento proprietário, isto é, pertencente à IBM. Por conta disso, empresas interessadas na tecnologia tinham que pagar royalties para inserí-la em seus produtos, idéia essa que, obviamente, não foi bem recebida;

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Barramento EISA: sigla de Extended Industry Standard

Architecture, o EISA é, conforme o nome indica, um barramento compatível com a tecnologia ISA. Por conta disso, pode operar a 32 bits, mas mantém sua freqüência em 8,33 MHz (a mesma do ISA). Seu slot é praticamente idêntico ao do padrão ISA, no entanto, é mais alto, já que utiliza duas linhas de contatos: a primeira é destinada aos dispositivos ISA, enquanto que a segunda serve aos dispositivos de 32 bits.

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