• Nenhum resultado encontrado

Relatório estágio profissional

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Relatório estágio profissional"

Copied!
18
0
0

Texto

(1)

Débora Rute Valente Silva

2012165

Estágio Profissionalizante

6º Ano

2017/2018

Orientadora: Mestre Paula Cristina Vidal Reis Leiria Pinto

Relatório Final

(2)

Índice

Introdução……….3

Descrição das atividades………...3

Saúde Mental………...3

Medicina Geral e Familiar………..4

Pediatria………5

Ginecologia e Obstetrícia……….. 5

Cirurgia Geral………...6

Medicina………7

Estágio Opcional – Cardiologia………....7

Reflexão crítica………8

Anexos………11

I. Cronograma e sessões apresentadas dos estágios parcelares…...………..…11

II. Estágio Clínico – Cuidados Intensivos...……….……12

III. Estágio Clínico – Neurocirurgia...…….………13

IV. Iniciativa de Voluntariado: Saúde Porta a Porta………14

V. I Jornadas de MGF da CUF……….……….15

VI. XXXVIII Congresso Nacional de Cirurgia………...16

VII. IV Curso de Medicina Desportiva……….17

(3)

Introdução

A formação pré-graduada em Medicina tem por objetivo o desenvolvimento dos alunos do Mestrado Integrado em Medicina (MIM) na aquisição de competências essenciais à prática clínica enquanto futuros profissionais de saúde. Desde o provisionamento de uma vasta componente teórica ao incentivo na área científica e à capacitação de competências transversais de comunicação e relação interpessoal. Deste modo, a formação pré-graduada é o primeiro pilar na formação de bom profissional. O ano profissionalizante, como último da formação pré-graduada apresenta-se, através da prática clínica tutelada em seis estágios parcelares, como a derradeira oportunidade na consolidação de competências adquiridas e, de certo modo, a apresentação das competências necessárias ao exercício mais autónomo da clínica médica. Como tal, pretende-se como objetivos gerais a consolidação de conhecimentos teóricos previamente adquiridos, o aperfeiçoamento do raciocínio clínico e adequado à prática clínica, a aquisição de conhecimentos e técnicas de comunicação interpessoal, assim como o desenvolvimento da realização de procedimentos médicos. Assim, almeja-se que o aluno seja dotado de espírito crítico, que se mostre empenhado em todas as vertentes da formação médicas.

O atual relatório tem como intenção a descrição sucinta dos estágios parcelares do presente ano, estando dividido em três partes: inicia-se pelo destaque dos objetivos gerais, seguindo-se da descrição dos estágios parcelares (incluindo o Anexo I) e de alguns objetivos específicos. Por fim, a reflexão crítica que visa a discussão do cumprimento ou não, dos objetivos propostos.

Descrição das atividades desenvolvidas

Saúde Mental

O estágio parcelar de Saúde Mental decorreu no Hospital Fernando da Fonseca, mais especificamente na unidade de saúde comunitária de Queluz, tutelada pela Dr.ª Susana Jorge.

Tenho em conta a minha experiência transata na mesma área da saúde mental, este estágio não foi, de certa forma, uma novidade. Não obstante, foi um momento de grande aprendizagem, pois estabeleci como objetivo específico a compreensão de todas as dimensões que englobam o

(4)

perspetiva a minha experiência foi muito frutuosa pois pude: acompanhar a minha tutora em diversas consultas; observar o papel da equipa de enfermagem na recuperação e manutenção do estado de saúde destas pessoas; acompanhar a intervenção prática destas equipas nas deslocações ao domicílio, com vista a manter adesão terapêutica dos doentes e atualizarem-se do seu estado de biopsicossocial. No que toca a patologia, de referir as perturbações do humor como o grupo mais representado. Destaco ainda, a deslumbrante cooperação entre profissionais de saúde, assistentes sociais e técnicos que não medem esforços para manter estes doentes o mais integrado possível, desenvolvendo técnicas e arranjando meios para colocar estes indivíduos em atividade laboral que, habitualmente é difícil. Pude observar este trabalho conjunto, pelas reuniões de colaboração que decorriam semanalmente no hospital.

Medicina Geral e Familiar (MGF)

O estágio parcelar de MGF decorreu na USF de São Julião-Oeiras, tutelada pela Dr.ª Teresa Libório. Este estágio foi especialmente frutuoso e gratificante a nível intelectual e pessoal. Como é uma especialidade que trabalha junto da comunidade, propus como objetivo principal a aquisição e consolidação de técnicas de comunicação interpessoal e na área da relação-médico doente. Durante o período de estágio foi-me dada oportunidade de contactar diretamente com o utente dos cuidados de saúde primários encabeçando muitas das consultas o que estimulou grandemente a organização do meu raciocínio clínico e sistematização da realização de procedimentos por ter sido autónoma da realização de exames objetivos. No que toca a patologia quero realçar o facto de ter sido um estágio muito completo. Apesar de a faixa etária mais avançada associado às patologias crónicas ter sido a mais prevalente, pude presenciar e colaborar em consultas de saúde infantil e juvenil, planeamento familiar, saúde materna, e urgência. No que confere a procedimentos, tive oportunidade de: realizar citologias e colocação de implante contracetivo.

A deslocação mais próxima da comunidade também fez parte deste estágio, uma vez que estive num bairro social com objetivo de prestar cuidados a grupos de risco e localizar utentes em possíveis situações de risco por ausência de comparência às consultas na USF.

(5)

Desta experiência quero, ainda, destacar a possibilidade de ter sido integrada completamente na dinâmica da USF, tendo participado em formações médicas e reuniões clínicas.

Pediatria

O estágio parcelar de Pediatria decorreu na CUF-Descobertas, ao cuidado da Dr.ª Cláudia Cristóvão. No início deste novo capítulo estabeleci como objetivo primário o entendimento das patologias mais frequentes da criança e adolescente e o conhecimento dos princípios gerais da atuação nestas patologias, incluindo urgências e emergências. Coloquei este objetivo almejando a capacitação para a gestão do doente pediátrico em uma qualquer situação, como profissional de saúde e não como especialista desta área. Pela experiência que tive durante as quatro semanas que compreendem este estágio, fui confrontada com a patologia que mais leva as crianças ao serviço de urgência e quais os critérios que indicam a necessidade de um internamento, sendo a patologia respiratória a mais prevalente. De ressalvar, ainda, o contacto inesperado com patologias menos frequentes, que se mostraram um desafio diagnóstico, de que é exemplo Neurite ótica e a Amebíase. Adicionalmente, tive oportunidade de passar pela consulta externa, consulta de Ortopedia pediátrica e Cirurgia pediátrica. Quanto a procedimentos, realizei múltiplos exames objetivos, diários clínicos e notas de alta.

Ginecologia e Obstetrícia

O estágio de Ginecologia e Obstetrícia decorreu na Maternidade Alfredo da Costa, tutelada pelas Dr.ª Inês Antunes e Dr.ª Patrícia Amaral nas áreas da Obstetrícia e Ginecologia, respetivamente. Por ser uma área de menor interesse para mim, estabeleci como prioridade a consolidação de conhecimentos na saúde da mulher destacando-se a principal patologia da mulher grávida e não grávida. Inesperadamente, este estágio revelou-se agradavelmente revelador. Começando pela área da Obstetrícia pude observar partos eutócicos, distócicos; participei como ajudante numa cesariana; presenciei consultas (GEMF, Diabetes, Hipertensão) e participei na dinâmica diária do internamento de obstetrícia e puerpério. Na área da Ginecologia, a experiência foi igualmente diversa: a Uroginecologia foi a área com maior destaque, sendo que as presenças na consulta e

(6)

bloco operatório foram no contexto desta subespecialidade. Não obstante, ainda tive oportunidade de passar pela área da infertilidade, histeroscopia, consultas de planeamento familiar e senologia. No que toca ao serviço de urgência, a experiência também foi muito rica, tendo percecionado que as hemorragias vaginais e dor pélvicas são os principais motivos de recorrência.

Concluindo com os procedimentos realizados: fui autónomo na realização de exame ginecológico; na observação da grávida (pela medição da altura uterina, auscultação do foco fetal, realização de exsudado retovaginal e toque obstétrico); observei a colocação e remoção de DIU’s; e observei a realização de ecografias no âmbito da Obstetrícia e Ginecologia.

Cirurgia

O estágio de Cirurgia decorreu no Hospital das Forças Armadas-Polo de Lisboa, sendo o tutor o Dr. Pedro Maurício. Tendo em conta a minha ótima experiência em anos transatos no que toca à experiência no bloco operatório e serviço de urgência, estabeleci como grande objetivo a complementação da experiência: capacitação para a gestão do doente cirúrgico em contexto de internamento pré e pós-operatório. Durante o período de estágio a realização de tarefas no serviço de internamento foi uma prática diária. O facto de ter doentes atribuídos em conjunto com o tutor, com o objetivo de atualizar o estado clínico do doente fez com que eu pudesse consolidar conhecimentos na área da gestão do doente cirúrgico e pudesse realizar exames objetivos no doente pós-cirúrgico, realizar pensos de ferida cirúrgica e remoção de suturas e agrafos. A presença no bloco operatório foi uma constante, onde pude participar como ajudante em múltiplas cirurgias o que permitindo a sua observação mais proximamente e realizar o fecho da ferida cirúrgica. Deste estágio quero destacar, também, a minha passagem pela consulta desta especialidade. Aqui pude perceber quais as indicações cirúrgicas para as patologias mais frequentemente encontradas e realizar pequenos procedimentos cirúrgicos tais como: drenagem de abcessos e remoção de quistos epidérmicos.

Por fim, quero deixar uma palavra sobre a experiência de passar por um hospital militar. A forma de funcionamento deste tipo de instituição hospitalar era-me desconhecido e revelou-se um

(7)

momento de descoberta uma vez que tive a oportunidade de passar por áreas que não são encontradas em hospitais civis, tais como: medicina hiperbárica, centro de treino fisiológico e medicina preventiva dirigidas aos militares em missões no estrangeiro.

Medicina

O estágio parcelar de Medicina decorreu no Hospital Curry Cabral, tutelada pela Dr.ª Margarida Antunes. Por ser o último estágio, por ser uma especialidade abrangente no que toca a patologia e que contacta de forma muito próxima e constante com o doente em contexto de internamento, estabeleci como prioridades a perceção e colmatação de falhas no que toca a todos os objetivos que me propus no início do presente ano. Apresentei-me neste estágio como a “avaliação final” das minhas competências para o futuro próximo.

No que toca ao período de estágio, devo dizer que este foi um estágio muito rico, trabalhoso e recompensador. Durante as oito semanas participei no acompanhamento de muitos doentes, desde a admissão até ao dia da alta, fiz parte das suas respetivas discussões diagnósticas e terapêuticas, pude realizar uma vastidão de procedimentos médicos (diários clínicos, pedidos exames, notas de alta, exames objetivos completos, gasometrias, hemoculturas, punções venosas) que otimizaram grandemente as minhas competências técnicas. Adicionalmente, foram feitos ganhos no que toca à relação médico-doente e na forma de gerir o doente crónico. Sobre a patologia, apesar de a patologia Respiratória e Cardiovascular terem sido os grandes grupos de enfoque é de destacar a grande componente de patologia autoimune que pude acompanhar, pelo facto do serviço ter uma grande componente voltada para essa área.

Por fim, quero ressalvar duas particularidades deste estágio. A primeira, foi a integração por parte a equipa a que estive atribuída, tendo experienciado a dinâmica do trabalho em equipa como membro integrante da mesma. A segunda consta da participação em trabalhos de cariz investigacional, ou seja, durante o estágio participei na recolha de dados para a realização de diversos estudos no âmbito da Geriatria, com o objetivo de serem apresentados no Congresso Europeu de Geriatria de 2019, em Berlim.

(8)

Estágio Opcional-Cardiologia

Durante o presente ano, optei por fazer um estágio clínico como projeto opcional do ano profissionalizante. Por ser uma área em claro défice ao longo de todo o meu percurso académico, escolhi a especialidade de Cardiologia no Hospital de St.ª Cruz ao cuidado do Dr. Miguel Mendes. Por ser um estágio de apenas duas semanas estabeleci como objetivo especifico o contacto direto com o doente com patologia cardíaca e a abordagem clínica destes doentes em contexto de internamento. Inesperadamente, este estágio mostrou-se muito revelador e rico. Tive o privilégio de contactar com o doente e patologia em quase todos os estágios da doença: indivíduos apenas seguidos em consulta e com patologia assintomática, doentes em internamento por agudização da sua patologia e, ainda, pessoas com patologia cardíaca terminal aguardando por solução mais definitiva da sua patologia. Desta experiência, quero destacar particularmente o contacto com as técnicas de hemodinâmica e aritmologia no tratamento de patologia de urgência e emergência. Elementos valorativos

Em 2015 e 2016 realizei dois estágios clínicos em Cuidados Intensivos e Neurocirurgia, respetivamente. No ano letivo de 2015/2016 fiz parte de um projeto de voluntariado organizado pela Nova Medical School: “Saúde Porta-a-Porta”. No presente ano letivo, participei nas I Jornadas

de MGF da CUF, no Trauma Evaluation and Management (TEAM), no XXXVIII Congresso Nacional de Cirurgia, no IV Curso de Medicina Desportiva e na I Convenção Nacional da Saúde.

Reflexão crítica

Finalizado este ano letivo, considero terem sido cumpridos todos os objetivos inicialmente propostos. A motivação e dedicação com que desenvolvi as atividades clínicas propostas em cada novo estágio proporcionaram a consolidação de competências e aquisição de técnicas para iniciar com relativa autonomia e segurança a minha carreira profissional.

Na sua especificidade, cada estágio parcelar deu o seu contributo em prol da experiência frutuosa e gratificante que foi o ano profissionalizante. Iniciando do mais geral, a Medicina Interna

(9)

revelou-se como a base de todo o percurso e no meu caso específico como o culminar de um ano de trabalho. Ter a possibilidade gerir um doente de forma partilhada com restante equipa, de participar nas decisões, assim como treinar o raciocínio clínico foi único, facto preponderante na minha formação médica, porque, desde o momento, em que ficamos “responsáveis” por um doente, a nossa maturidade deve crescer e as nossas escolhas muito bem deliberadas. Além disso, é importante sublinhar a aprendizagem no que toca ao pedido de meios complementares de diagnóstico. Agora sei quando é imperativo pedi-los, quando é benéfico e quando o a sua obtenção é dispensável. Da mesma forma, o estágio de Medicina Geral e Familiar deu o seu contributo, destacando o meio social e a dimensão psicológica do doente. A abordagem centrada na pessoa é uma técnica difícil de adquirir mas, progressivamente fui conseguindo construir a história clinica mais direciona, pensar nos dados psicossociais e abordá-los durante a colheita dos dados da consulta. A comunicação com o paciente tornou-se visivelmente mais fácil a cada dia, e, julgo mesmo ter conseguido estabelecer uma relação “médico-doente” em algumas situações; o exame objetivo foi tornando-se progressivamente mais sistemático e sinto que, hoje, estou visivelmente mais próximo do que é o ideal num jovem médico. Outro ponto de especial relevância foi a medicina preventiva. Antes de tratar a doença é preciso preveni-la, e este ponto ficou tão incutido na minha mente que inconscientemente fui abordando os doentes no que toca a comportamentos diários, fatores constitucionais e presença de fatores de risco.

Abordando, neste ponto, a dimensão psicológica do doente, o estágio de Saúde Mental foi um momento muito revelador pois percebi várias coisas: que a colheita de uma história clínica não é um processo formatado, que temos de a adaptar ao doente que está à nossa frente e ao que ele está disposto a partilhar. Na globalidade, levo bagagem suficiente para compreender a complexidade do doente mental, para tentar fazer uma correta avaliação e, consequente, referenciação de um doente da área da psiquiatria, quando este se apresentar num serviço de urgência onde possa estar presente.

(10)

Na área da cirurgia, a Cirurgia Geral foi um estágio muito positivo no contacto com as técnicas cirúrgicas e abordagem do paciente no período peri-operatório. Além disso, o acompanhamento dos doentes no internamento pós-operatório foi um complemento nos cuidados que devem ser prestados. O contacto próximo na consulta permitiu a perceção das principais indicações para cirúrgica eletiva e urgente. Na globalidade, foram-me transmitidos conhecimentos-chave na área cirúrgica, essenciais à formação de todos os médicos.

Passando para a Saúde infantil, o estágio de Pediatria foi muito benéfico na medida em que foi possível contactar a patologia mais frequente da pediatria mas, foi possível observar patologias mais incomuns. Desde o internamento, à urgência e às diversas consultas, enriqueci o meu conhecimento no que toca a princípios gerais de muitas doenças quase exclusivas da pediatria, assim como critérios de prescrição de exames complementares de diagnóstico e de terapêutica.

Sobre a saúde da mulher e a Ginecologia e Obstetrícia e no que confere à patologia que esta especialidade abarca, creio que consegui perceber qual a patologia mais frequente, e qual o procedimento de intervenção para melhorar a saúde da mulher. Quanto a conhecimentos adquiridos considero que foi onde a minha experiência se mostrou mais frutífera nas diversas áreas. Além disso, foram-me mostradas áreas da especialidade que me eram totalmente desconhecidas e proporcionada a oportunidade a realização de muitos procedimentos.

Em concluso dos estágios clínicos, quero deixar uma pequena nota sobre o estágio opcional em Cardiologia, que se apresentou como preenchimento de uma grande falha do meu percurso académico. Este, apesar de curto, foi suficiente para no futuro a minha abordagem ao doente cardíaco seja o mais organizada, sistemática e correta possível.

Em termos globais, findo convicta de que o trabalho realizado ao longo deste ano foi fundamental para um percurso académico tão completo. Com sentimento de dever cumprido termino este ciclo tão frutuoso e enriquecedor, reconhecendo o valor de cada um dos professores, tutores e colegas que me acompanharam.

(11)

Anexos

I. Cronograma e sessões apresentadas

Período de estágio Sessão teórica lecionada

Saúde Mental 11.09.2017 a 06.10.2017 ---

Medicina Geral e Familiar 09.10.2017 a 03.11.2017 “Sintomas Somatoformes em MGF”

Pediatria 06.11.2017 a 30.11.2017 “Púrpura de Henoch-Schonlein e Edema hemorrágico agudo do lactente”

Ginecologia e Obstetrícia 4.12.2017 a 12.01. 2018 “Colestase Intrahepática da Gravides

Cirurgia Geral 22.02.2018 a 16.03.2018 “Impactação de Corpo Estranho”

Medicina Interna 19.03.2018 a 19.05.2018 “Doença Arterial Periférica”

(12)
(13)
(14)
(15)
(16)
(17)
(18)

Referências

Documentos relacionados

Para tanto, no Laboratório de Análise Experimental de Estruturas (LAEES), da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (EE/UFMG), foram realizados ensaios

Este microrganismo isolado, de acordo com suas características de resistência e formador de biofilme teria potencial para ser utilizado no processo de biorremediação de

Os principais resultados obtidos pelo modelo numérico foram que a implementação da metodologia baseada no risco (Cenário C) resultou numa descida média por disjuntor, de 38% no

Estas alterações têm sido descritas como associadas à DCV (6). Mais uma vez estes polimorfismos que têm vindo a ser alvo de múltiplos estudos, só farão sentido numa análise de

pullorum strains of human (n = 5) and avian (n = 5) origin was evaluated in coculture experiments (72 hours) with the human intestinal epithelial cell lines HT-29, Caco-2, and

(1994) estudando a variação dos teores de macro e micronutrientes em função da posição das folhas na copa em pupunheira, relataram que os teores de nutrientes da

Neste estudo sobre a história do ensino do Cálculo Diferencial e Integral, que tomou como recorte o Departamento de Matemática da Universidade Federal de Juiz de Fora

Considerando esses pressupostos, este artigo intenta analisar o modo de circulação e apropriação do Movimento da Matemática Moderna (MMM) no âmbito do ensino