O Nascimento do Cristo na Alma humana - Festas Cristãs

Texto

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<h4 style="font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, verdana, arial, tahoma, helvetica; color: #000066; background: #fffff8; line-height: 20px; font-size: medium; text-align:

-webkit-center;"><span style="vertical-align: inherit;">Palestra de Natal de </span><br /><span style="vertical-align: inherit;">Rudolf Steiner</span><br /><span style="vertical-align:

inherit;">Basel, 22 de dezembro de 1918</span><br /><span style="vertical-align: inherit;">Bn / GA 187</span></h4> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; text-indent: 0in; background-color: #fffff8;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Como dois poderosos pilares do esp�ito t� as duas festas anuais, as festas de Natal e P�coa, estabelecidas pelo sentimento c�mico crist� no decorrer do ano, que deveriam ser um s�bolo do curso da vida do homem. </span><span style="vertical-align: inherit;">Podemos dizer que na concep�o do Natal e na concep�o da P�coa est� diante da alma humana aqueles dois pilares espirituais sobre os quais est� inscritos os dois grandes mist�ios da exist�cia f�ica do homem, que ele deve olhar de maneira muito diferente da maneira como ele v�outros eventos no curso de sua vida f�ica. </span><span style="vertical-align: inherit;">�verdade que um elemento supersens�el �projetado nesta vida f�ica - por meio da observa�o dos sentidos, por meio de julgamentos intelectuais, por meio do conte�do do sentimento e da vontade.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Mas este elemento supersens�el �em outros casos claramente manifesto como tal - por exemplo, </span><span style="vertical-align:

inherit;">quando o sentimento c�mico crist� se compromete a simboliz�lo na festa de

Pentecostes. </span><span style="vertical-align: inherit;">Na concep�o do Natal, no entanto, e da P�coa, a aten�o �chamada para aqueles dois eventos que ocorrem no curso da vida f�ica que s� em sua apar�cia externa puramente f�ica, mas que - em contraste com todos os outros eventos f�icos - n� se manifestam imediatamente se como eventos f�icos.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Podemos olhar para a vida f�ica do homem como olhamos para a natureza; </span><span style="vertical-align: inherit;">podemos, portanto, olhar para o lado externo da vida f�ica, a manifesta�o externa do espiritual. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas nunca podemos ver com nossa vis� f�ica as duas experi�cias de fronteira do curso da vida humana - nem mesmo o aspecto externo, a

manifesta�o externa - sem sermos colocados face a face, mesmo atrav� de nossa vis� f�ica, com o enigma tremendo, </span><span style="vertical-align: inherit;">o elemento de mist�io, nesses dois eventos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Eles s� os eventos de

</span></span><em>nascimento</em><span style="vertical-align: inherit;"> e

</span><em>morte</em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;"> . </span><span style="vertical-align: inherit;">E na vida de Cristo Jesus est� estes dois eventos da vida f�ica do homem - e tamb� nas concep�es de Natal e P�coa,

lembrando-nos deles - confrontando o cora�o crist� sens�el.</span></span></p> <p

style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">No pensamento do Natal e no pensamento da P�coa, a alma do homem deseja contemplar os dois grandes mist�ios. </span><span

style="vertical-align: inherit;">E, ao que parece, encontra nesta contempla�o for� cheia de luz para o pensamento do homem, conte�do cheio de poder para a vontade, uma eleva�o ereta de todo o homem, seja qual for a situa�o em que necessite desta eleva�o. </span><span

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style="vertical-align: inherit;">Ao nos confrontarem dessa maneira, esses dois pilares do esp�ito - o pensamento do Natal e o pensamento da P�coa - possuem um valor

eterno.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Mas, no curso da evolu�o do homem, suas capacidades de concep�o aproximaram-se de m�ltiplas maneiras do grande pensamento do Natal e do grande pensamento da P�coa. </span><span style="vertical-align: inherit;">Durante os primeiros tempos da evolu�o do Cristianismo, quando o Evento do G�gota penetrou com efeito destruidor nas emo�es humanas, os homens

gradualmente encontraram o caminho para a vis� do Redentor morrendo no G�gota, como vieram durante os primeiros s�ulos crist�s para sentir o Crucificado pendurado na cruz o pensamento da Reden�o, e gradualmente formaram para si a grande e poderosa imagina�o do Cristo morrendo na cruz. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas nos �ltimos tempos, especialmente desde o in�io da era moderna, o sentimento crist� - adaptando-se ao materialismo que surge na evolu�o humana - voltou-se para a imagem do elemento infantil entrando no mundo no Jesus rec�-nascido.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Certamente, podemos dizer que um sentimento sens�el

encontrar�no modo como o sentimento crist� da Europa se voltou, durante os �ltimos s�ulos, para a manjedoura de Natal, algo de um cristianismo materialista. </span><span

style="vertical-align: inherit;">O desejo - isso n� �dito em um mau sentido - de acariciar o menino Jesus tornou-se trivial ao longo dos s�ulos. </span><span style="vertical-align:

inherit;">E muitas can�es sobre o menino Jesus sentidas em nossos dias como belas - ou encantadoras, como muitos o expressam - n� nos parecer� possuir uma seriedade

suficientemente profunda na presen� desses tempos mais s�ios.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Mas o pensamento da P�coa e o pensamento do Natal, meus queridos amigos, s� dois pilares eternos, pilares memoriais eternos, do cora�o humano. </span><span style="vertical-align: inherit;">E podemos realmente dizer que nossa era de novas revela�es espirituais lan�r�uma nova luz sobre o pensamento do Natal;

</span><span style="vertical-align: inherit;">que o pensamento do Natal gradualmente passar�a ser sentido de uma nova forma e de uma maneira gloriosa. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Ser�nossa tarefa ouvir nos acontecimentos do mundo atual o apelo �renova�o de muitas concep�es antigas, o apelo a uma nova revela�o do esp�ito.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Ser�nossa tarefa compreender como uma nova concep�o do Natal, para o fortalecimento e a eleva�o da alma humana, est�avan�ndo no curso atual dos eventos mundiais.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">O nascimento e a morte do ser humano, por mais que possamos

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analis�los, qu� intensamente possamos olhar para eles, manifestam-se como eventos que desempenham seu papel diretamente no plano f�ico, e nos quais o espiritual �t� dominante que ningu� aqueles que refletem seriamente sobre as coisas podem negar que esses dois eventos, esses eventos terrestres da vida humana, d� evid�cia, ao agirem sobre o ser humano, de que o homem �o cidad� de um mundo espiritual. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Nenhuma vis� do mundo natural pode jamais conseguir - em meio ao que pode ser percebido pelos sentidos, compreendido pelo intelecto - em encontrar no nascimento e na morte qualquer coisa que n� seja eventos nos quais a interven�o do esp�ito se manifesta diretamente no corpo f�ico . </span><span style="vertical-align:

inherit;">Somente esses dois eventos se manifestam assim ao cora�o

humano.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Tamb�

quanto ao acontecimento do Natal, o acontecimento do nascimento, o cora�o humano e crist�

deve ter um sentido de mist�io cada vez mais profundo. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Podemos dizer que os homens raramente alcan�ram o n�el de onde poderiam, no verdadeiro sentido, dirigir seu olhar para a natureza misteriosa do nascimento. </span><span style="vertical-align: inherit;">Muito raramente, na verdade, mas ent� em conceitos que falam

� profundezas do cora�o humano.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;">Assim � meus queridos amigos, na concep�o associada �vida espiritual da Su�a do s�ulo XV, com

</span><em>Nicholas von der Flue</em><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;"> . </span><span style="vertical-align: inherit;">�relatado dele - e ele mesmo relatou isso - que, antes de seu nascimento, antes que pudesse respirar o ar exterior, ele viu sua pr�ria forma humana, aquilo que ele usaria ap� seu nascimento deveria ter ocorrido e sua vida deveria come�r seu curso. </span><span style="vertical-align:

inherit;">E ele tinha visto antes de seu nascimento a cerim�ia de seu pr�rio batizado, as pessoas que estavam presentes no batismo e que compartilharam suas primeiras experi�cias.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Com exce�o de um idoso que estava presente e que n� conhecia, ele reconheceu os outros porque j�os tinha visto antes de contemplar a luz do mundo.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Por mais que vejamos esta narra�o, n� podemos escapar �impress� de que ela aponta de certa forma para o mist�io do nascimento humano, que se confronta com a hist�ia do mundo t�

magnificamente simbolizada na concep�o natal�ia. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Na hist�ia de Nicholas von der Flue, encontraremos a sugest� de que

est�relacionado com nossa entrada na vida f�ica algo que est�oculto da vis� cotidiana da humanidade apenas por uma parede divis�ia muito fina; </span><span style="vertical-align:

inherit;">por uma parede que pode ser quebrada quando existe uma situa�o c�mica como a que estava presente no caso de Nicholas von der Flue. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Uma alus� t� surpreendente ao mist�io do nascimento e do Natal ainda nos

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encontra aqui e ali; </span><span style="vertical-align: inherit;">mas devemos dizer que a humanidade ainda se tornou muito pouco consciente do fato de que o nascimento e a morte,

</span><span style="vertical-align: inherit;">os dois pilares de fronteira da vida humana que enfrentamos no meio do mundo f�ico, revelam-se mesmo em sua manifesta�o f�ica como eventos espirituais, tais como nunca poderiam ocorrer dentro do mero curso da natureza;

</span><span style="vertical-align: inherit;">como eventos nos quais, ao contr�io, os poderes divinos espirituais interv�, como fica evidente no pr�rio fato de que ambas as experi�cias lim�rofes do curso da vida humana ainda devem permanecer mist�ios, mesmo em sua manifesta�o f�ica.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A nova revela�o do Cristo agora nos leva a contemplar o curso da vida do homem - assim podemos dizer com seguran� - como Cristo deseja que o contemplemos no s�ulo XX. </span><span style="vertical-align: inherit;">Recordemos hoje, ao desejarmos entrar profundamente no pensamento do Natal, uma frase que se diz ter sido proferida por Cristo Jesus e que pode muito bem nos conduzir �concep�o natal�ia. </span><span style="vertical-align: inherit;">O ditado �o seguinte: �A menos que se tornem crian�s, n� entrar� no Reino dos C�s�.

</span><span style="vertical-align: inherit;">"A n� ser que se tornem como crian�s" - esta n�

�realmente uma exorta�o para retirar todo o car�er misterioso da concep�o do Natal e arrast�la para a trivialidade do "querido Jesus", como muitas can�es folcl�icas e can�es art�ticas t� feito - mas as can�es folcl�icas menos do que as art�ticas - no curso da evolu�o materialista do cristianismo. </span><span style="vertical-align: inherit;">Este mesmo ditado -

�A menos que se tornem crian�s, n� entrar� no Reino dos C�s� - nos impele a olhar para cima, para os impulsos poderosos surgindo atrav� da corrente da evolu�o humana.

</span><span style="vertical-align: inherit;">E em nosso tempo presente, quando tudo o que est�acontecendo no mundo certamente n� d�ocasi� para cair em concep�es triviais do Natal, quando o cora�o humano est�cheio de tantas coisas dolorosas, quando este cora�o humano deve refletir sobre isso. muitos milh�s de seres humanos que encontraram a morte nos �ltimos anos, devem refletir sobre incont�eis ??multid�s que t� fome de comida, - neste tempo certamente nada nos �apropriado, exceto contemplar os pensamentos poderosos dentro da hist�ia mundial que impelem a humanidade em sua curso progressivo, pensamentos aos quais podemos ser guiados pelo ditado: "A menos que se tornem como crian�s,"�que podemos complementar com este outro ditado: �A menos que voc�viva sua vida �luz deste pensamento, voc�n� pode entrar no Reino dos C�s�.</span></span></p> <p

style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Meus queridos amigos, no exato momento em que o ser humano entra no mundo como uma crian�, ele se retira do mundo do esp�ito.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Pois o que ocorre no mundo f�ico, a procria�o e o crescimento de seu corpo f�ico, �apenas o embasamento daquele evento que n� pode ser descrito de outra forma sen� dizendo que o homem em seu ser mais profundo se retira do mundo espiritual. </span><span style="vertical-align: inherit;">O homem nasce do esp�ito em um corpo. </span><span style="vertical-align: inherit;">Quando o Rosacruz disse: �

</span></span><em>Ex deo nascimur</em><span style="vertical-align: inherit;"><span

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style="vertical-align: inherit;"> �, ele se referia ao ser humano na medida em que ele entra no mundo f�ico. </span><span style="vertical-align: inherit;">Pois aquilo que constitui o inv�ucro em torno do ser humano, que o torna uma totalidade f�ica aqui no globo terrestre, �o que se indica com o ditado: </span></span><em>Ex deo nascimur</em><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">. </span><span style="vertical-align: inherit;">Se olharmos para o centro do ser humano, para a entidade mais interna, devemos dizer que o homem viaja do esp�ito para o mundo f�ico. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Atrav� do que ocorre no mundo f�ico, aquilo para o qual ele olhou para baixo da terra do esp�ito antes de sua concep�o ou nascimento, ele �envolvido em seu corpo f�ico, a fim de que possa experimentar em seu corpo f�ico coisas que n� podem ser experimentado exceto em tal corpo. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas, em seu ser mais central, o homem sai do mundo espiritual. </span><span style="vertical-align: inherit;">E ele �de tal natureza que em seus primeiros anos - aos olhos daqueles que querem ver as coisas como elas s� no mundo, que n� est� cegos pela ilus� do materialismo - ele �dessa natureza, este ser humano , que ele revela mesmo em seus primeiros anos como ele saiu do

esp�ito.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">�a esse mist�io que narra�es como a associada ao nome de Nicholas von der Flue pretendem aludir. </span><span style="vertical-align: inherit;">Uma vis� trivial, fortemente influenciada por um modo de pensar materialista, declara em sua simplicidade que o ser humano desenvolve gradualmente seu ego ao longo de sua vida, do nascimento �morte; </span><span

style="vertical-align: inherit;">que esse ego se torna cada vez mais poderoso e poderoso, cada vez mais distintamente manifesto. </span><span style="vertical-align: inherit;">Esta �uma maneira ing�ua de pensar, meus queridos amigos. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Pois, se olharmos para o verdadeiro ego do homem, para aquele que vem em um inv�ucro f�ico no nascimento do ser humano fora do mundo espiritual, ent� nos expressamos de maneira muito diferente sobre toda a evolu�o f�ica do homem. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Ou seja, sabemos ent� que, �medida que o ser humano se desenvolve progressivamente no corpo f�ico, o verdadeiro ego realmente desaparece da forma f�ica, </span><span style="vertical-align: inherit;">que se torna cada vez menos manifesto; </span><span style="vertical-align: inherit;">e que o que se desenvolve aqui no mundo f�ico entre o nascimento e a morte �apenas um reflexo espelhado de ocorr�cias espirituais, um reflexo morto de uma vida superior. </span><span style="vertical-align:

inherit;">A forma correta de express� seria declarar que toda a plenitude do ser do homem gradualmente desaparece no corpo, tornando-se cada vez menos manifesto. </span><span style="vertical-align: inherit;">�medida que o ser humano vive sua vida f�ica aqui na terra, ele gradualmente se perde em seu corpo, para se encontrar novamente no esp�ito ap� a morte.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Da mesma forma, quem conhece os fatos se expressa. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas quem ignora os fatos declara que a crian� �incompleta e que o ego aos poucos se desenvolve em uma perfei�o cada vez maior, crescendo a partir dos n�eis subconscientes indefinidos da exist�cia do

homem.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

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align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Assim o homem entra no mundo como um ser espiritual. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Sua natureza corporal, enquanto ele era uma crian�, ainda �indefinida;

</span></span><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">ainda n� reivindicou a natureza espiritual, que entra na exist�cia f�ica como se ca�se no sono - mas nos parecendo t� pouco cheios de conte�do apenas porque podemos perceber este ser espiritual, na vida f�ica comum,</span></span><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">t� pouco quanto podemos perceber o ego adormecido e o corpo astral quando est� separados dos corpos f�ico e et�ico. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Mas o fato de n� percebermos um ser n� o torna menos perfeito. </span><span style="vertical-align: inherit;">�isso que o ser humano deve adquirir por meio de seu corpo f�ico - que se sepultar�cada vez mais no corpo f�ico com o prop�ito de alcan�r por meio desse sepultamento no corpo capacidades que s�podem ser adquiridas desta forma,

</span><span style="vertical-align: inherit;">somente pelo fato de que o esp�ito e a alma por um tempo se perdem na exist�cia f�ica. </span><span style="vertical-align: inherit;">Para que possamos sempre nos lembrar de nossa origem espiritual, para que possamos crescer fortes no pensamento de que viajamos do esp�ito para o mundo f�ico - �por esta raz� que a concep�o do Natal permanece como um poderoso pilar de luz no meio o sentimento c�mico crist�. </span><span style="vertical-align: inherit;">Este pensamento, como um pensamento de Natal, deve crescer cada vez mais forte na futura evolu�o espiritual da humanidade.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Ent� a concep�o do Natal se tornar�poderosa novamente para a humanidade; </span><span style="vertical-align: inherit;">ent� a

humanidade mais uma vez se aproximar�da festa do Natal de forma a extrair for�s para a vida f�ica da concep�o natalina, que pode nos lembrar de maneira correta de nossa origem

espiritual. </span><span style="vertical-align: inherit;">Raramente este pensamento de Natal pode ser t� poderoso no presente como ser�ent� nos cora�es humanos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Pois �um fato estranho, mas enraizado nas pr�rias leis da exist�cia espiritual, que o que vem �luz no mundo - levando a humanidade para a frente, �til para a humanidade - n� aparece imediatamente em sua forma �ltima: que aparece primeiro, como foram, tumultuosamente, como se tivessem sido gerados prematuramente por esp�itos ilegais na evolu�o mundial. </span><span style="vertical-align: inherit;">Compreendemos a evolu�o hist�ica da humanidade em seu verdadeiro significado apenas quando sabemos que as verdades n� devem ser entendidas apenas como aparecem pela primeira vez na hist�ia do mundo, mas que devemos considerar em rela�o � verdades </span></span><em

style="text-indent: 0.25in;">o momento certo</em><span style="vertical-align: inherit;"> para sua entrada na evolu�o humana em sua </span><em style="text-indent: 0.25in;">verdadeira luz</em><span style="vertical-align: inherit;"> .</span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;">Entre muitos tipos de pensamentos que entraram na evolu�o da humanidade moderna - certamente inspirados pelo impulso de Cristo, mas a princ�io de forma prematura - est�a concep�o da

</span><em>igualdade da humanidade perante Deus e o mundo</em><span

style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">, a igualdade de todos os homens, um pensamento profundamente crist�, mas capaz de uma profundidade cada vez maior. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas n� devemos colocar esse pensamento

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antes dos cora�es dos homens em uma generaliza�o como a que lhe foi dada pela Revolu�o Francesa, quando apareceu pela primeira vez tumultuosamente na evolu�o humana.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Devemos estar cientes do fato de que esta vida do homem, do nascimento �morte, est�envolvida em um processo de evolu�o, e que os

impulsos prim�ios que atuam sobre ela s� </span></span><em>distribu�os </em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">em tempo. </span><span style="vertical-align: inherit;">Reflitamos sobre o ser humano como ele entra na exist�cia sens�el: ele entra na vida cheio do impulso da igualdade da natureza humana em todos os homens. </span><span style="vertical-align: inherit;">Sentimos a natureza infantil com maior intensidade quando vemos uma crian� permeada em todo o seu ser pela concep�o da igualdade de todos os homens. </span><span style="vertical-align: inherit;">Nada que crie desigualdade entre os homens, nada que organize os homens de tal maneira que eles se sintam diferentes dos outros homens - nada de tudo isso entra primeiro na natureza da crian�.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Tudo isso �comunicado ao ser humano no decorrer da vida f�ica. </span><span style="vertical-align: inherit;">A desigualdade �criada pela exist�cia f�ica; </span><span style="vertical-align: inherit;">do esp�ito os seres

humanos surgem </span></span><em>iguais</em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> perante o mundo e Deus e perante os outros seres humanos.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Assim declara o mist�io da

crian�.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">E a este mist�io da crian� se une a concep�o de Natal, que deve encontrar seu significado mais profundo na nova revela�o crist� </span><span style="vertical-align: inherit;">Pois esta nova revela�o crist�levar�em conta a nova Trindade: </span></span><em>o ser

humano</em><span style="vertical-align: inherit;"> , visto que representa diretamente a humanidade; </span><em>o Ahrimanic</em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> ; </span><span style="vertical-align: inherit;">e

</span></span><em>o lucif�ico</em><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;"> . </span><span style="vertical-align: inherit;">E, �medida que se vai sabendo como o ser humano �colocado no mundo em uma rela�o de equil�rio entre o arim�ico e o lucif�ico, entender-se-�tamb� o que este ser humano realmente �na exist�cia f�ica externa.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Acima de tudo, a compreens� deve surgir, a compreens� crist� em refer�cia a um certo aspecto da vida humana. </span><span style="vertical-align: inherit;">�claro que o pensamento crist�

proclamar�no futuro o que j�foi afirmado por certos esp�itos desde meados do s�ulo XIX, embora com acentos gaguejantes e nunca de forma muito distinta. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Quando apreendemos que o pensamento da igualdade entra no mundo na crian�, mas que depois as for�s da desigualdade se desenvolvem no homem, como se do fato de ele ter nascido, for�s que n� parecem pertencer a esta terra, ent� apenas no que diz respeito �concep�o de igualdade, outro mist�io profundo nos confronta.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Ver este mist�io e, por meio dele, obter uma

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verdadeira concep�o do homem, pertencer�a partir de agora entre as necessidades

importantes e essenciais na evolu�o futura da vida da alma.</span></span><em>tornam-se diferentes</em><span style="vertical-align: inherit;"> , ainda que n� o sejam na inf�cia, por algo que nasce dentro deles, que est�no sangue: seus dons e capacidades

variadas.</span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A quest� dos dons e das capacidades, que tantas desigualdades entre os homens, nos coloca diante do pensamento do Natal. </span><span style="vertical-align: inherit;">E a festa de Natal do futuro sempre admoestar�os homens com mais seriedade, lembrando-os da origem daquilo que os diferencia t� amplamente na Terra, a origem de seus dons, capacidades, talentos, at�mesmo o dom do g�io. </span><span style="vertical-align: inherit;">Eles ter� que

perguntar sobre a origem deles. </span><span style="vertical-align: inherit;">E um verdadeiro equil�rio dentro da exist�cia f�ica s�ser�alcan�do quando o ser humano puder apontar corretamente para a origem das capacidades que o diferenciam dos outros homens.

</span><span style="vertical-align: inherit;">A luz do Natal, ou as velas do Natal, deve dar

�humanidade em evolu�o uma explica�o dessas capacidades; </span><span style="vertical-align: inherit;">deve responder �pergunta profunda: </span><span

style="vertical-align: inherit;">Os seres humanos individuais sofrem injusti� entre o nascimento e a morte sob a ordem do universo? </span><span style="vertical-align: inherit;">Qual �a verdade sobre faculdades e dons?</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">Agora, meus queridos amigos, muitas coisas ser� vistas sob uma luz diferente quando a humanidade tiver sido permeada pelo novo sentimento crist�.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Mais particularmente, ser�compreendido por que a concep�o oculta do Antigo Testamento possu� uma vis� especial da natureza do dom prof�ico. </span><span style="vertical-align: inherit;">Quais foram os profetas que aparecem no Antigo Testamento? </span><span style="vertical-align: inherit;">Eles eram personalidades que haviam sido santificadas por Jav� </span><span style="vertical-align: inherit;">eram aquelas personalidades que tinham permiss� de empregar da maneira correta dons espirituais especiais que alcan�vam muito mais do que os do homem comum. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Jav�teve que primeiro santificar suas capacidades, que nascem nos homens como que por causa de seu sangue. </span><span style="vertical-align:

inherit;">E sabemos que Jahve atua nos seres humanos entre o adormecimento e o despertar.

Sabemos que Jahve n� atua na vida consciente. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Todo verdadeiro crente do Antigo Testamento disse em seu

cora�o:</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;">Apontamos aqui para um profundo mist�io da concep�o do Antigo Testamento.

</span><span style="vertical-align: inherit;">A vis� do Antigo Testamento, incluindo aquela com respeito �natureza do profeta, deve desaparecer. </span><span style="vertical-align:

(9)

inherit;">Novas concep�es devem, para a reden�o da humanidade, entrar na evolu�o hist�ica c�mica. </span><span style="vertical-align: inherit;">Aquilo que o antigo hebraico acreditava ser santificado por Jav�no estado de sono inconsciente, o ser humano deve se tornar capaz de santificar na era moderna enquanto

est�</span></span><em>acordado</em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> , em um estado de </span><em><span style="vertical-align:

inherit;">consci�cia</span></em><span style="vertical-align: inherit;">

clara</span></span><em> </em><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mas ele s�pode fazer isso se souber, por um lado, que todos os dons naturais, capacidades, talentos,

at�mesmo o g�io, s� dons lucif�icos e trabalham no mundo de maneira luciferiana.

</span><span style="vertical-align: inherit;">a menos que sejam santificados e permeados por tudo o que pode entrar no mundo como impulso do Cristo. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Tocamos em um mist�io tremendamente importante da evolu�o da humanidade moderna quando apreendemos o cerne da concep�o do Natal e chamamos a aten�o para o fato de que o Cristo deve ser compreendido e sentido pelos homens em seus cora�es para que permane�m como Novos. Testam os seres humanos diante de Cristo e dizem: �Al� da inclina�o da crian�, sua aspira�o, �igualdade, fui dotado de v�ias capacidades e talentos.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Mas podem levar permanentemente a bons resultados, ao bem-estar da humanidade, apenas desde que esses dons, esses talentos,

</span><span style="vertical-align: inherit;">s� dedicados ao servi� de Cristo Jesus;

</span><span style="vertical-align: inherit;">somente se o ser humano se esfor�r para permear toda a sua natureza com o Cristo, a fim de que os dons, talentos e g�ios humanos sejam libertados das garras de L�cifer. �</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">O cora�o permeado pelo Cristo tira de L�cifer o que funciona de outra forma Lucifericamente na exist�cia f�ica do homem. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Esse pensamento deve influenciar poderosamente a evolu�o futura da alma humana.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Este �o pensamento do Novo Natal, a nova anuncia�o da influ�cia de Cristo em nossas almas, trazendo a transforma�o do Lucif�ico - que n� entra em n� porque caminhamos fora do esp�ito, mas se encontra em n� porque estamos vestidos com um corpo f�ico impregnado de sangue que nos confere capacidades derivadas da linha da hereditariedade. </span><span style="vertical-align: inherit;">Dentro da corrente Lucif�ica, dentro daquela que opera na corrente da hereditariedade, essas

caracter�ticas aparecem, mas elas devem ser conquistadas e dominadas durante a vida f�ica por aquilo que o ser humano pode sentir em conex� com o impulso de

Cristo,</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;">�Dirige-te, �crist�, ao pensamento do Natal� - assim fala o novo Cristianismo - �e p� ali sobre o altar erguido para o Natal todas as diferencia�es que recebeste do teu sangue como ser humano, e santifica as tuas capacidades, santifica seus dons, santifique at�mesmo o seu g�io ao v�lo iluminado pela luz que vem da

�vore de Natal. �</span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times

(10)

New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A nova anuncia�o do esp�ito deve falar uma nova linguagem, e n� devemos ser mudos e desatentos

�nova revela�o do esp�ito que nos fala nesta �oca profundamente s�ia em que vivemos.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Quando somos sens�eis a tais pensamentos, estamos vivendo com a for� com que o homem deve viver neste tempo, a fim de cumprir os grandes deveres que devem ser atribu�os �humanidade nesta �oca. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Deve-se experimentar toda a gravidade do pensamento de Natal:

que em nossos dias deve entrar na consci�cia desperta da humanidade o que o Cristo quis dizer aos homens ao proferir as palavras: o Reino dos C�s. � </span><span

style="vertical-align: inherit;">O pensamento de igualdade que a crian� manifesta, se olharmos para ela da maneira certa, n� �condenada de falsidade por causa dessas palavras, pois

</span></span><em>aquele</em><span style="vertical-align: inherit;"> Menino cujo

nascimento comemoramos na v�pera de Natal, proclama ao ser humano, no decurso da sua evolu�o ao longo da hist�ia do mundo - revelando pensamentos sempre novos - de forma clara e distinta, que os dons diferenciadores que possu�os devem ser colocados

�</span><em>luz do Cristo</em><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;"> que animou esta Crian�; </span><span style="vertical-align:

inherit;">que tudo o que esses dons diferenciadores trazem dentro de n�, seres humanos, deve ser colocado sobre o altar desta Crian�.</span></span></p> <p style="margin-bottom:

0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8;

text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Voc�pode agora perguntar sob a inspira�o do pensamento de Natal: "Como posso experimentar o impulso de Cristo em minha pr�ria alma?" </span><span style="vertical-align: inherit;">Infelizmente, esse pensamento costuma ser um fardo pesado no cora�o dos homens.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Agora, meus queridos amigos, aquilo que podemos chamar de impulso de Cristo n� se enra�a em nossas almas em um momento, de maneira imediata e tempestuosa. </span><span

style="vertical-align: inherit;">E em diferentes idades ele se enra�a de maneira diferente no homem. </span><span style="vertical-align: inherit;">Em nossos dias, o homem deve

incorporar em si mesmo, em plena consci�cia desperta, os pensamentos c�micos que foram transmitidos de maneira gagueira pelo conhecimento espiritual orientado pela Antroposofia,

�qual pertencemos. </span><span style="vertical-align: inherit;">�medida que esses

pensamentos s� proclamados a ele - desde que ele realmente os compreenda - eles podem despertar nele a certeza de que a </span></span><em>nova revela�o</em><span

style="vertical-align: inherit;"> , o </span><em>novo impulso</em><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> de </span><em><span style="vertical-align:

inherit;">Cristo</span></em><span style="vertical-align: inherit;"> de nossa �oca, realmente entra nele nas asas desses pensamentos. </span><span style="vertical-align: inherit;">E tal pessoa sentir�o novo impulso se ao menos prestar aten�o a ele.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana,

(11)

arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Esforce-se, no sentido em que pretendemos, na realidade viva e apropriada �nossa �oca, tomar para si os pensamentos espirituais da dire�o do mundo; </span><span style="vertical-align: inherit;">procurem tom�los para dentro de voc�

mesmos, n� como mero ensino, n� meramente como teoria - procure assim embeb�los para que movam suas almas at�suas pr�rias profundezas, aquecendo, iluminando, permeando-os - que os carregue vivos dentro de voc� </span><span style="vertical-align: inherit;">Procure sentir esses pensamentos t� intensamente que eles se tornem para voc�algo que parece passar do seu corpo para a sua alma e mudar o seu pr�rio corpo. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Procure tirar desses pensamentos todas as abstra�es, qualquer coisa te�ica. </span><span style="vertical-align: inherit;">Esforce-se para descobrir por si mesmo que esses pensamentos constituem um verdadeiro alimento para a alma.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Procure descobrir por si mesmo que, com esses pensamentos,�n� apenas os pensamentos entram em sua alma, mas a vida espiritual que vem do mundo espiritual.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family:

Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height:

20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;"

lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;">Entre na mais �tima uni� interior com esses pensamentos e voc�observar�tr�

coisas. </span><span style="vertical-align: inherit;">Voc�observar�que esses pensamentos gradualmente eliminam algo de dentro de voc� que aparece t� claramente nos cora�es

humanos em nossa era da alma da consci�cia: que esses pensamentos, como quer que sejam expressos, eliminam a busca pessoal da alma humana. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Quando voc� come�rem a perceber que esses pensamentos matam o ego�mo, destroem a for� do ego�mo, voc� ent�, meus queridos amigos, perceberam o </span><span style="vertical-align: inherit;">car�er </span></span><em>permeado por Cristo</em><span style="vertical-align: inherit;"> do pensamento espiritual guiado pela Antroposofia.</span></p>

<p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium;

background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span

style="vertical-align: inherit;">Em segundo lugar, quando voc�observa que, no momento em que a mentira se aproxima de voc�em qualquer lugar do mundo, n� importa se voc�mesmo

�tentado a ser muito descuidado com a verdade ou se a mentira se aproxima de voc�de outra dire�o - se voc�observar isso no momento em que a mentira entra na esfera da sua vida, um

</span><em>impulso se</em><span style="vertical-align: inherit;"> faz sentir por voc�

avisando-o, apontando para a verdade, um impulso que n� permitir�que a mentira entre em sua vida, sempre advertindo-o e impelindo-o a se apegar �verdade, ent� voc�sente, em contraste com a vida de hoje, t� fortemente inclinado para a mera apar�cia,</span><em> o

</em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">impulso vivo do Cristo. </span><span style="vertical-align: inherit;">Ningu� achar�f�il mentir na presen� de pensamentos espirituais guiados pela Antroposofia, ou n� ter qualquer sentimento de mera apar�cia e inverdade. </span><span style="vertical-align: inherit;">Um sinal que indica o seu caminho para o sentido da verdade - �parte de todos os outros conhecimentos -

voc�sentir�nos pensamentos da nova revela�o de Cristo. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Quando, meus queridos amigos, voc� tiverem alcan�do o ponto em que n� se

(12)

esfor�m por uma mera compreens� te�ica da ci�cia espiritual, como esta �buscada em rela�o a qualquer outra ci�cia, mas quando voc� atingirem o est�io em que os pensamentos assim os penetram que voc�diga a si mesmo: �Quando esses pensamentos se tornam

intimamente unidos �minha alma, �como se uma for� da consci�cia estivesse ao meu lado me advertindo, apontando-me para a verdade,� - ent� voc�ter�encontrado o impulso de Cristo na segunda forma .</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family:

Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height:

20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;"

lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;">Em terceiro lugar, quando voc�sente que algo flui desses pensamentos que atua at�mesmo no seu corpo, mas especialmente na alma, vencendo a doen�, tornando o ser humano saud�el e vital, quando voc�sente o poder rejuvenescedor e revigorante desses pensamentos, o advers�io da doen�, ent� voc�ter�sentido a terceira parte do impulso de Cristo nesses pensamentos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Pois este �o objetivo pelo qual a humanidade se esfor� por meio da nova sabedoria, no novo esp�ito - encontrar no pr�rio esp�ito o poder de superar a busca de si mesmo: superar a busca de si mesma por meio do amor, a mera apar�cia da vida pela verdade, a for� da doen� por meio de

pensamentos doadores de sa�de que nos trazem em un�sono imediato com as harmonias do universo, porque eles fluem das harmonias do universo.</span></span></p> <p

style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Nem tudo o que foi indicado pode ser alcan�do no momento, pois o homem traz dentro de si uma heran� ancestral. </span><span

style="vertical-align: inherit;">�uma mera falta de compreens� quando um pol�ico como a Ci�cia Crist�distorce em uma caricatura o pensamento do poder de cura do esp�ito.

</span><span style="vertical-align: inherit;">No entanto, embora nossa heran� ancestral torne imposs�el para o pensamento se tornar suficientemente potente no presente para alcan�r o que o ser humano anseia por alcan�r - talvez, por um motivo ego�ta -, o pensamento possui poder de cura. </span><span style="vertical-align: inherit;">Em tais coisas, o pensamento humano est�sempre pervertido. </span><span style="vertical-align: inherit;">Algu� que entende essas coisas pode dizer a voc�que certos pensamentos d� sa�de, e a pessoa que ouve isso pode em um determinado momento ser afetada por esta ou aquela doen�.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Na verdade, meus queridos amigos, </span><span style="vertical-align: inherit;">o fato de que no momento n� podemos ser aliviados de todas as doen�s pelo mero poder do pensamento �devido a uma heran� antiga. </span><span

style="vertical-align: inherit;">Mas voc��capaz de dizer que doen�s o teriam acometido se n�

tivesse possu�o os pensamentos? </span><span style="vertical-align: inherit;">Voc�poderia dizer que sua vida teria passado com o seu atual grau de sa�de se voc�n� tivesse esses pensamentos? </span><span style="vertical-align: inherit;">No caso de uma pessoa que se aplicou �ci�cia espiritual orientada pela Antroposofia e que morre aos 45 anos, voc�pode provar que, sem esses pensamentos, ela n� teria morrido aos 42 ou 40 anos? </span><span style="vertical-align: inherit;">Os seres humanos tendem sempre a pensar na dire�o errada quando lidam com esses pensamentos. </span><span style="vertical-align: inherit;">Eles

direcionam sua aten�o para o que n� pode ser concedido a eles por causa de seu carma, mas n� prestam aten�o ao que �concedido a eles por causa de seu carma. </span><span

(13)

style="vertical-align: inherit;">Mas se, apesar de tudo contradit�io no mundo f�ico externo, voc�dirige seu olhar com o poder da confian� interior que voc�adquiriu atrav� da

familiaridade �tima com os pensamentos da ci�cia espiritual, voc�ent� come� a sentir o poder de cura, um poder de cura que penetra at�mesmo no corpo f�ico, refrescando,

rejuvenescendo - o terceiro elemento, que o Cristo como o Curador traz com suas revela�es incessantes na alma humana.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family:

Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height:

20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;"

lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;">Queridos amigos, quisemos entrar mais profundamente no pensamento do Natal, t�

intimamente ligado ao mist�io do nascimento humano. </span><span style="vertical-align:

inherit;">O que �revelado a n� hoje fora do esp�ito como a extens� cont�ua do pensamento de Natal que desejamos apresentar em breve esbo� antes de nossas mentes. </span><span style="vertical-align: inherit;">Podemos sentir que d�for� e apoio � nossas vidas.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Podemos sentir que ela nos coloca em meio aos impulsos da evolu�o c�mica, aconte� o que acontecer, para que possamos nos sentir em un�sono com esses impulsos divinos na evolu�o do mundo; </span><span

style="vertical-align: inherit;">que podemos entend�los e extrair poder para nossa vontade desse entendimento e luz para nossa vida de pensamento. </span><span style="vertical-align:

inherit;">O homem est�evoluindo; </span><span style="vertical-align: inherit;">seria errado negar essa evolu�o. </span><span style="vertical-align: inherit;">O �nico caminho certo

�seguir em frente com essa evolu�o.</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica;

line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent:

0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">Al� disso, Cristo declarou: �Estou sempre convosco, at�ao fim do mundo�. </span><span style="vertical-align: inherit;">Esta n� �uma frase; </span><span style="vertical-align: inherit;">�verdade. </span><span style="vertical-align: inherit;">Cristo se revelou n� apenas nos Evangelhos; </span><span style="vertical-align: inherit;">Cristo

est�conosco; </span><span style="vertical-align: inherit;">Cristo se revela continuamente.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Devemos ter ouvidos para ouvir o que Ele est�sempre revelando na era moderna. </span><span style="vertical-align: inherit;">A fraqueza nos vencer�se n� tivermos f�nessas novas revela�es; </span><span

style="vertical-align: inherit;">mas a for� ser�nossa se tivermos tal f�</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A for� vir�sobre n� se tivermos f�nas novas revela�es, mesmo que elas falem sobre o sofrimento e infort�nio aparentemente contradit�ios da vida. </span><span style="vertical-align: inherit;">Com nossas pr�rias almas, passamos por repetidas vidas terrenas durante as quais nosso destino vem a ser cumprido. </span><span style="vertical-align: inherit;">Mesmo esse pensamento, que nos capacita a sentir o espiritual por tr� da vida f�ica externa, s�podemos perceber quando incorporamos em n� mesmos, no sentido verdadeiramente crist�, as revela�es que se sucedem umas � outras. </span><span style="vertical-align: inherit;">O crist� - o verdadeiro crist� - quando est�diante das velas da

�vore de Natal, deve come�r a trabalhar com os pensamentos fortalecedores que podem vir a

(14)

ele hoje a partir da nova revela�o c�mica, para dar for� �sua vontade, ilumina�o para sua vida de pensamento. </span><span style="vertical-align: inherit;">E o seu sentimento deve ser tal que a for� e a luz deste pensamento lhe permitam, no decorrer do ano crist�, aproximar-se daquele outro pensamento que admoesta o mist�io da morte - o pensamento pascal, que traz a experi�cia final da vida terrena do homem antes de nossas almas como uma experi�cia espiritual. </span><span style="vertical-align: inherit;">Pois sentiremos o Cristo mais e mais se formos capazes de colocar nossa pr�ria exist�cia na rela�o correta com a Sua exist�cia.

</span><span style="vertical-align: inherit;">O Rosacruz medieval, unindo seu pensamento ao Cristianismo, declarou</span></span><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">: </span></span><em style="text-indent: 0.25in;">Ex deo nascimur</em><span style="vertical-align: inherit;"> ; </span><em style="text-indent:

0.25in;">em Christo morimur</em><span style="vertical-align: inherit;"> ; </span><em

style="text-indent: 0.25in;">per spiritum sanctum reviviscinius</em><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> . </span><span style="vertical-align: inherit;">Do Divino nascemos enquanto nos contemplamos como seres humanos aqui no globo terrestre.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Em Cristo morremos. </span><span style="vertical-align: inherit;">No Esp�ito Santo seremos novamente despertados.

</span><span style="vertical-align: inherit;">Isso realmente pertence a </span></span><em style="text-indent: 0.25in;">nossa</em><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;"> vida, nossa vida humana. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Se desviarmos nosso olhar de nossa vida para a vida de Cristo, ent� o que

�representado em nossa vida �um reflexo espelhado. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Do Divino nascemos; </span><span style="vertical-align: inherit;">em Cristo

morremos; </span><span style="vertical-align: inherit;">no Esp�ito Santo seremos novamente despertados. </span><span style="vertical-align: inherit;">Este ditado, que �verdadeiro para nosso irm� primog�ito, o Cristo que vive em nosso meio, podemos afirmar que devemos sentir que �o Cristo-verdade que irradia Dele e se reflete em nossa natureza humana: Do Esp�ito Ele foi gerado - como isto �representado no Evangelho de Lucas no s�bolo da pomba que desce - do Esp�ito Ele foi gerado; </span><span style="vertical-align: inherit;">no corpo humano Ele morreu; </span><span style="vertical-align: inherit;">no Divino Ele

ressuscitar�</span></span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

color: #000033; font-size: medium; background-color: #fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;">Verdades que s� eternas podemos levar em n� mesmos no caminho certo somente quando os vemos em sua reflex� contempor�ea - n� transformado em algo absoluto, fez resumo em um </span><em>�nico </em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Formato. </span><span style="vertical-align: inherit;">E se nos sentimos como seres humanos, n� apenas em sentido abstrato, mas como seres humanos existindo de fato em um determinado tempo em que

�nosso dever agir e pensar em harmonia com este tempo, ent� procuraremos compreender o Cristo, que est�conosco sempre at�o fim do mundo, em sua linguagem contempor�ea como Ele nos ensina e nos d�luz sobre o pensamento natalino, nos enchendo com a for� do

pensamento natalino. </span><span style="vertical-align: inherit;">Teremos o desejo de receber este Cristo em nossa nova linguagem. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Pois o Cristo deve se tornar intimamente relacionado a n�. </span><span style="vertical-align: inherit;">Ent� seremos capacitados a cumprir em n� mesmos a

(15)

verdadeira miss� de Cristo no globo terrestre e al� da morte. </span><span

style="vertical-align: inherit;">O ser humano em cada �oca deve acolher o Cristo em si na

</span></span><em>sua </em><span style="vertical-align: inherit;"><span

style="vertical-align: inherit;">maneira. </span><span style="vertical-align: inherit;">Este tem sido o sentimento do ser humano ao olhar bem os dois grandes pilares do esp�ito: o

pensamento do Natal e o pensamento da P�coa. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Assim, o profundo m�tico alem�, o Sil�ia, Angelus Silesius, contemplando o pensamento do Natal, declarou:</span></span></p> <blockquote style="color: #000033;

font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, helvetica, arial, verdana, tahoma, sans-serif; font-size: medium; background-color: #fffff8;"> <blockquote> <p

style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; text-indent: 0in;" lang="en-GB" align="justify">�</p>

<p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; text-indent: 0in;" lang="en-GB"

align="justify"><em><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;">Se Cristo nascer mil vezes em Bel�,</span></span><br /><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">e n� em ti, ent� ainda estarias

abandonado</span></span></em><span style="vertical-align: inherit;"> .</span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; text-indent: 0in;" lang="en-GB" align="justify">�</p>

</blockquote> </blockquote> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033;

font-size: medium; text-indent: 0in; background-color: #fffff8;" lang="en-GB"

align="justify"><span style="vertical-align: inherit;">E, contemplando o pensamento pascal, disse:</span></p> <blockquote style="color: #000033; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, helvetica, arial, verdana, tahoma, sans-serif; font-size: medium;

background-color: #fffff8;"> <blockquote> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

text-indent: 0in;" lang="en-GB" align="justify">�</p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family:

Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height:

20px; text-indent: 0in;" lang="en-GB" align="justify"><em><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A cruz do G�gota deve ser erguida em ti</span></span><br /><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align:

inherit;">Antes de teu pecado, seu poder te libertar�/span></span></em><span

style="vertical-align: inherit;"> .</span></p> <p style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia,

&quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px;

text-indent: 0in;" lang="en-GB" align="justify">�</p> </blockquote> </blockquote> <p

style="margin-bottom: 0in; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif, verdana, arial, tahoma, helvetica; line-height: 20px; color: #000033; font-size: medium; background-color:

#fffff8; text-indent: 0.25in;" lang="en-GB" align="justify"><span style="vertical-align:

inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Verdadeiramente, o Cristo deve viver em n�, pois n� somos seres humanos em sentido absoluto, mas seres humanos de uma �oca

determinada. </span><span style="vertical-align: inherit;">O Cristo deve nascer dentro de n�

segundo o som de Suas palavras em nossa �oca. </span><span style="vertical-align:

inherit;">Devemos buscar fazer nascer o Cristo dentro de n�, para nosso fortalecimento, para nossa ilumina�o, pois Ele tem permanecido conosco at�agora, pois Ele permanecer�com a

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Referências

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