UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA
,
FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇAO, ATUARIA E CONTABILIDADE
ADMINISTRAÇAO DE MATERIAIS NA UFC
Antônio Cézar Feijó Severiano
Fortaleza - Ce
1994
ADMINISTRAC~O
DE MATERIAIS NA UFC
Antonio Cezar Feijci Severiano
Monografia apresentada ao curso de gradua~~o da Fa- culdade de Economia, Administra~io, Atuária e Contabilidade da Universidade Federal do Ceará, para a obtenç~o do grau em Administra~io de Empresas.
Orientador: Prof. Luis Napole~o Pinto de Castro
Fortaleza, junho de 1994
J
Esta monografia foi submetida como parte dos re- quisitos necess~rios a obten~io da Gradua~io em Administra-
-:>
çio de Empresas, outorgado pela Universidade Federal do Cear~, e encontra-se ~ disposi~io dos interessados na bi- blioteca da referida universidade.
A cita~io de qualquer trecho e permitida,
seja feita de conformidade com as normas da ~tica científi- c:a.
Antonio Cezar Feij6 Severiano
Not a atr í bu íd a
Banca examinadora:
de Cast 1"0
---
,
A91-adecimentos:
Agrade~o ao Prof. Luis Napole~o Pinto de Castro pela orienta~~o dada a esta monografia; ao S,-.
Ferreira Marques (Diretor do departamento de Administraç~o da UFC), por permitir a minha perman&ncia neste departamen- to, no qual obtive muitas informa~5es necess~rias para o tema pr·oposto.
Agrade~o tamb~m aos meus padrinhos Milton E~ Eloína pela dedica~~o e paci&ncia que semprE tiveram por
•
Deus presente em todos os momentos de nossas vidas
mim;
todos que contribuíram para a elaboraçio desta monografia.
1.0 Introdu,io 01
2.0 Histcirico da Institui~~o (,\J..(•••;)
2.1- Localiza~io e Campi. 0:3
2.2- Campus do Piei .
2.:3- Campus do Porangabu~u .. 04
;.~.4··- Campu s do B,:"~n-tic,~ .
3.0 Departamento de Administra~io. ... . . . . ... .... .. ... 05
:3.1- Organograma - Departamento de Administra~~o 07
4.0 DE:sc:r·iç:io da s At í ví d ad e s .. . . . 08
4.1- Divis~o de Materiais.... 08
4.2- Divisio de Comunica,io e Arquivo. 09
4 .:3.- D i vj.s ::\o d e P a t j-imÔnio. . . . . . . . . .
u.
5.0 Sistema ele Automa~io Universit~ria - SAU ... 1.4 5.1- SAU - 04 Adm.de Materiais e PatrimBnio .. 1":... J·
6.0 Procedimentos das Atividades .
6.1- Se~io de Compras e Cadastro .. 16
6.1.1- Compra Direta .. 16
6.1.2- Formuljrios ... 17
6.1.:3- Fluxograma - Se,io de Compras e Cadastro .. 18
6.1.4- Licitaç5es e Contratos Administrativos 19 6.1.4.1- Concorrincia... 20
6.1.4.
í.>-
Tomada de Pr e c o ... .... . ... . . ... 2<;;6.j.. 4 .3- Con vit€o: ....•.•••••••.• 20
6.1.4.4- Fluxograma - Comissâo Permanente
ele Lící tac ão . 21
6.2- Almoxarifado Central . 2;.:
•6.2.1- Recebimento ele Material ..
•6.2.2- Controle de Material ...
•6.2.3- Fluxograma - Almoxarifaelo Central .
6.3- Se~~o de Arquivo e Microfilmagem .
6.3.1- Fluxograma - Se~~o de Arquivo e Mic:rofil-
ma~Jem . .0"lc;'7,
6.4- Se~~o de Comunica~;o e Protocolo ... 28
6 .4.1..- S is tem::!\. d e C o ntr o Ie d e Pr'o c e s s os. . i.~G 6.4.2- Fluxograma - Servi~o de Comunica~;o e Pro-
tocolo... :3<')
6.5.1- Fluxograma - Se~~o de Importaç~o.
6.6"-~;,=:Ç:~\O cI€o: P )-€o:vis ; C) E-~ Cont )-01e
6.7"- (.....::>(21;;:1.0'-' de Cont)-0 Ie de Bens
6.8'-' .;)€-:ç:c' IJa o d€o: C a d astr o P atr imC)n ia 1
.0"\'::"
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Conc l usdes 37
(.ln€·:XOS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 39
Bib I io9 )-;~-\f i:i~. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 4-i
1. INTRODUCÃO
Nos ~ltimos cinco anos, assimilamos um vasto conhe- cimento sobre a estrutura organizacional das empresa.
De fato, o conjunto de informaç5es repassadas pelos professores nas diversas ireas que abrangem as organiza- ç5es, foi bastante enriquecedora.
Das diversas ~reas existentes nas organiza~5es, a de Administra~~o de Materiais se destaca, particularmente, mo- tivo maior desta monografia.
Diante do tema proposta "Administraç~o de Materiais na UFC", todo o esforço necessirio foi aplicado junto a
.
institui~io, o0jetivando elaborar um trabalho que' sirva principalmente a toda a classe acad&mica interessada.
A UFC, sendo uma institui~~o pJblica sem fins lucra- tivos. destina os materiais (móveis, imóveis. semoventes e de consumo) a todos os usu~rios da institui~io (servidores.
professores e alunos). Diferencia portanto de uma organiza- ç~o privada que al~m do uso interno, destina tamb~m para fins lucrativos.
A metodologia utilizada na elabora~io deste traba- lho, foi a pesquisa bibliogr~fica e entrevista de campo. No entanto algumas informa~5es foram omitidas. devido a difi- culdade de encontrar material bibliogrifico.
,
•
2. HISTÓRICO DA INSTITUIC~O
A
Universidade Federal do Cear~, e uma instituiç~o federal de ensino superior, constituída como autarquia edu- cacional de regime especial e vinculada ao Ministério da Educa~~o e Desporto. Foi criada pela Lei No. 2.373, de 16 de dezembro de 1954, sancionada pelo presidente Café Filho, tendo sido oficialmente instalada em Fortaleza a 25 de ju- nho de 1955. Constituída inicialmente de cinco unidades de ensino superior: Direito, Medicina, Agronomia, Farm~cia e Odontologia, a UFC ampliou rapidamente a sua capacidade de atendimento, no plano de ensino de gradua~~o, através da incorpora~~o e federaliza,io de outros estabelecimentos de ensino e de cria~~o de novas escolas, faculdades e institu- tos, os quais somados aos j~ existentes, constituíram a ba- se da expansio que se seguiu.Atualmente, a Universidade Federal do Cear~ com- p5em-se de oito unidades: cinco centros (Ci&ncias, Humani- dades, Tecnologia, Ci&ncias Agr~rias e Ci&ncias da Sa~de), e tr&s faculdades (Educa,~o; Direito; Economia,Administra-
~io,Atu~rias e Contabilidade), compreendendo 52 departamen- tos,com 34 cursos de graduaçio, residincia médica, 22 cur-
S05 de aperfei~oamento/especializa~~o e 23 de pcis-gradua~~o stricto sensu (mestrado e doutorado).
A pesquisa e a pcis-gradua~~o, ao lado de um programa sistem~tico de forma~io de recursos humanos, permitiram o
desenvolvimento acelerado de uma expressiva densidade dp pesquisadores e professores e a criaçio de linhas de traba-
lho científico que cobrem. atualmente as mais i mpo r ta ntes
~reas de conhecimento no campo das ci&ncias fundamentais e ap 1ic a d a.
Localizada na cidade de Fortaleza. a UFC inicialmen- te instalada no Bairro do Benfica. Campus do Benfica.
transferiu progressivamente seus departamentos acad&micos para os Campi do Piei e do Porangabuçu. nos quais se encon- tram a maior parte das suas atividades.
2 .2··· CAJ.ie.!.l:S._LI.O....
E:.l..G.•I
Com área de aproximadamente 200ha, encontram-se ins- talados os Centros de Tecnologia, Ci&ncias Agrárias e Ciin- cias. Localiza-se ainda, a Comissio Central
(CCV). Bibliotecas Setoriais (Ci&ncias e Tecnologia, Físi··' ca,Matemática, Economia Agrícola e Recursos Hídricos). N~- cleo de Processamento de Dados (NPD), Parque de Desenvolvi- mento Tecnolcigico (PADETEC), Horto de Plantas Medicinais.
Laborat6rio de Produtos Naturais (LPN), Biotério Central e Laboratcirio Regional de Ofiologia de Fortaleza (LOFWF) , além do Restaurante Universit~rio. No Campus do Piei. en- contra-se instalada a Prci-Reitoria de Graduaçâo.
• •
4'i c
~ constituído pelo Centro de Ci~ncias da Sa~de, no qual situam-se os departamentos vinculados ~s áreas de Me- dicina, Farmácia, Odontologia e Enfermagem, o Hospital Uni- versitário Walter Cantídio, a Maternidade Escola Assis Cha- teaubriand, o Instituto do Cincer, a Farmácia Escola, a Clínica Odontol6gica e o Centro de Hematologia do Ceará
(HEMOCE), além de n~cleos de pesquisa e servi~os médicos assistenciais. Funciona tamb~m a Biblioteca Setorial de Ciincias da Sa~de e outros servi~os.
Localiza-se neste campus, grande parte da adminis- traçio superior, os serviços ligados ~ Reitoria,
ria, Museu de Arte (MAUC), Imprensa Universitária,
de Treinamento de Desenvolvimento Tecno16gico (CETI:;:EDE:'s
Fundaçio de Pesquisa e Cultura (FCPC), Rádio Universitária FM e várias resid&ncias universitárias. Também estio loca- lizadas as unidades do Centro de Humanidades e das Faculda- des de Educaçio, Direito e Economia, At'-'.:3."- rias e Contabilidade, e o curso de Arquitetura.
o
Departamento de Administraçio, e um órgio subordi- nado à Pró-Reitoria de Administra~io, no qual compete atra- v~s de suas divis5es ~e seçoes, programar, organizar, orien- tar, controlar e executar as atividades inerentes à admi- nistraçio do patrimBnio, do material, do expediente e do arquivo.
No que tange a Administra~io de Materiais da UFC, o Departamento de Administraçio e todos os seus órgios subor- dinados estio diretamente ligados entre si.As atividades deste departamento, sio desenvolvidas pelas seguintes uni- dades que comp5em sua estrutura orginica:
_ Divisio de Material ;
Se~io de Compras e Cadastro Seçio de Previsio e Controle Seçio de Importa~io
Almoxarifado Central
f
_ Divisio de Comunicaçio e Arquivo
Se~io de Comunica~io e Protocolo Seçio de Arquivo e Microfilmagem
- Divisão de Patrim8nio
Se~io de Controle de Bens de Cadastro Patrimonial
6
IDEPTO. DE ADMIHISTRAÇIIO
I
I
DIUISIID DE 'I COM. E ARQUIUO
DIUISAO DE PATRIMONIO DIUISIID DE I
MATERIAL
SEÇAO DE COMPRE AS E
CADASTRO
/ SEÇAO DE I
I
PREUISãO EI
I
COHTROlEI
I
SEÇIID DE IMPORTAÇAO
I
AlMOXARIFADO I CENTRAL
!
I
SEÇAO DE I COMUHICAÇAO
EI
PROTOCOLO
I
SEÇAO DEI
I
ARQUIUO EI
IMICROFllMAGEMI
I
SEÇAO DE COHTROlE DE
BENS
I
SEÇAO DE
I
CADASTRO
I
PATRlMONIAl
I
F AC
4. DESCRIC~O DAS ATIVIDADES~
c
A Divisio de Material, compete coordenar, ~;up0~1-Vi-·
sionar, executar e controlar a administraçio de materiais da UFC, realizar estudos de classifica,io, especificaçio e catalogaçio de material, bem como orientar e fiscalizar os processos licitatcirios de su~ compet~ncia, o recolhimento,
:,:1. gU<:lxda, o acondicionamento e a distribuiçio dos mate-
riais, atravis das se~aes cujas atividades sio definidas nos incisos seguintes:
I. A Seçio de Compras e Cadastro, compete exercer as atividades descritas nas alíneas abaixo:
a) manter atualizado o cadastro de fornecedores e o o fichário de fornecedores por categoria de material;
b) examinar os pedidos de inscri,io das firmas e ex- pedir o CRF (Certificado de Registro Cadastral) e os certi- ficados de inscriçio da universidade;
c) advertir ~s firmas quanto ao nio cumprimento das exig~ncias do processo de licitaçio, registrar as ocorr&n- cias da firmas e executar as puni,5es estabelecidas pelos
1. Normas Administrativas - Anexo à Portaria NQ 8.657 de 14 de outubro de 1987,p.24-28.
drgios competentes;
d) receber da Se~io de Previsio e Controle. ordenado e registrado. os pedidos de compras de material Pe r man en t(·2
e de consumo e promovendo o seu atendimento de acordo com as normas vigentes;
e) submeter
à
aprecia~~o da Comiss~o Permanente de Licita~io. antes de sua divulga~io. os editais para a rea- liza,io de licita~io em suas diversas modalidades;f) encaminhar ao setor competente do Departamento de Contabilidade e Finan~as os processos de licita,io devida- mente ultimados. a fim de serem emitidas as competentes No- tas d e Empenho;
9) prestar ao setor competente do Departamento de
Contabilidade e Finanças as indispensáveis à
anulaç~o de Notas de Empenho;
h) certificar-se antes de promover "'oC·'" .> 1 ici ta c éíe~; • das disponibilidades das dotaç5es destinadas a materiais e equipamentos. bem como as destinadas
à
execu,io de servi- ços;i) colaborar com a Superintendincia de Planejamento Físico e Operaç5es no processamento de licitaç5es.
4. 1:....r) 1··~tJ.o.~•J••
J.
0••c'"U:1.'J!,(.)o •••J.l1...;.c:·••••(~'(\l·101.; I.:tLi':.l"i.oIo".1· (., /'••Io/ ••d.\".k:A.~••..b .•.X.u.\.\.i.; •f''K··1 r.:. /',L~oAlUJ. •0_'T... •JC)Compete coordenar, supervisionar, executar e contro- lar as atividades relacionadas com os servi~os de comunica- çio e arquivo atravcis das seç5es cujas atividades sio defi- nidas nos incisos seguintes:
,
i0
I. A Seçio de Comunicaçio e Protocolo compete exer- cer as atividades descritas abaixo:
a) executar serviços de protocolo, recepç~o e dis- tribuiç~o de processos e demais documentos
saiam da Reitoria;
b) controlar o andamento dos processos e o seu enca- que entram ou
minhamento aos respectivos destinos, com registro de cada tr~mite obedecido;
c) conferir, preparar e controlar a expediçio e re- cebimento de malotes;
d) atender e prestar informaç5es às partes interes- sadas sobre o andamento de processos e documentos;
e) organizar, executar e controlar o plano de coleta de documentos dos diversos cirgios da Reitoria, assim como de sua distribuiçio e entrega a cirgios internos da UFC, ao correio e a outros destinatários.
11- A Seçio de Arquivo e Microfilmagem compete exer- cer as atividades descritas abaixo:
a) receber, classificar e zelar pela segurança dos processos e documentos encaminhados para o arquivo;
b) sistematizar o processamento de documentos para microfilmagem;
c) receber, conferir, avaliar documentos, descartar duplicatas, analisar, codificar e preparar fisicamente a documentaçio oficial recolhida pra ser microfilmada;
d) executar a microfilmagem dos documentos previa- mente preparados de acordo com a legislaçio vigente;
e) realizar sistematicamente a inspeç~o de microfil- magem, efetuando a correç~o necess~ria ~ eliminaç~o das im-
f) eliminar originais j~ microfilmados, após autori- zaçio superior e lavratura de termo competente;
g) resguardar o sigilo absoluto sobre microfilmagem que comportem matéria de natureza confidencial ou reserva- da ;
h) dar vistas a projeç5es e fornecer cópias de docu- mentos ou informaç5es contidas em microfilmes,
autenticadas, para que tenham validade jurídica;
i) conservar e preservar a documentaçio original re- ferente ~ memória da UFC;
j) PrC)Po r a eliminaç~o de documentos e proceder o seu descarte, desde que sejam observadas as normas
v í s entE:S,
4 "~, ,: ,.. ,l,.LnI,y...I I TJ~'"tf:l.l./c''J!n•....J.I..~ ....,rir:' f"·.A':,..tl ....'I'I..\.,t:·
J.
•..lJ..Ch:l.. .,M,"',I,IJ' (\.1,Compete programar, organizar, orientar, controlar e executar as atividades inerentes ao cadastramento e bens móveis e semoventes da UFC, bem como orientar, acompanhar e registrar as mutaç5es patrimoniais, através de processos de incorporaç~o e baixa, por intermédio das seç5es cujas ati- vidades sio definidas nos incisos seguintes:
I - A Seçio de Controle de Bens compete exercer as atividades descritas nas alíneas a seguir:
12
a) adotar as medidas necess~rias à incorporaç5o
<tombamento) de bens mciveis, imciveis e semoventes de pro- priedade da UFC, bem como as relativas a seu completo ca- dastramento;
b) promover a identificaç~o e triagem dos bens mci- veis, imdveis e semoventes susceptíveis de baixa, orientan- do quanto
à
abertura de processos e acompanhamento de sua tramitaç50;c) proceder à incorpora~~o do material permanente de propriedade da UFC, adquirido sob qualquer modalidade, vista da documentaç~o pertinente;
d) acompanhar as alteraç5es de quaisquer dados ca- dastrais, relativos aos bens mciveis, imciveis e semoventes,
fornecendo à seç~o de Cadastro Patrimonial os elementos ne- cess~rios para atuali2a~~o dos assentamentos nas fichas de controle patrimonial;
e) receber mensalmente os demonstrativos de varia- çôes patrimoniais, emitidos pela Seç~o de Cadastro Patrim~- nial, revisando-os e adotando providincias outras que se tornem necess~rias;
f) supervisionar a emissio pericidica dos termos de responsabilidades a anual dos Invent1rios Físicos propondo as medidas corretivas adequadas, de acordo com a legislaçio vigente;
g) providenciar na forma de legislaçio e normas vi- gentes para os bens imdveis, a cobertura atravis de seguros contra riscos, visando a preservar e resguardar a integri- dade do patrim8nio da UFC sob seu controle;
h) propor a padroniza~io da classifica~io dos bens móveis, zelando pra que seja respeitada a codificaçio atrI- buída as diversas categorias de bens e mantendo-a devida- mente atualizada;
i) efetuar o registro da documentaçio referente aos bens im6veis, mantendo em arquivo essa documentaçio, bem como a relativa ~ alienaçio, cessio e permuta desses bens;
j) organizar, conservando atualizada, a mapoteca pa- ra a guarda de todas as plantas e desenhos relativos aos bens im6veis;
1) promover, periodicamente, a reavalia~io dos bens im6veis da UFC, fornecendo aos servi~os de contabilidade os elementos necess~rios ~s alteraç5es patrimoniais.
11 - A Se~io de Cadastro Patrimonial compete exer- cer as atividades descritas nas alíneas seguintes:
a) organizar e manter, atrav~s de Fichas de Controle Patrimonial, o registro analítico dos bens de propriedade da UFC, contendo todos os elementos necessários ~ perfeita caracterizaçio de cada um deles e dos agentes responsáveis pela sua guarda e movimenta~io;
b) atribuir para toda a UFC, os n~meros de Registro Patrimonial dos bens m6veis, im6veis e semoventes cadastra- dos;
c) diligenciar no sentido de serem identificados por placas, etiquetas ou outros recursos semelhantes aos bens m6veis, im6veis e semoventes da UFC .
••
=~~---~--- --- --
1.4
5. SISTEMA DE AUTOMACÃO UNIVERSITÁRIA - SAU
~ o sistema de informa~5es e controle que automatiza as rotinas administrativas da UFC, e gera relatcirios para apoio a tomada de decis~o. A execu~io destas rotinas admi- nistrativas, gera automaticamente as informa~5es para a ba- se dos dados institucionais_
A automa~io dos procedimentos administrativos bási- cos, permite integrar diretamente o computador na vida ins- titucional, como ferramenta de trabalho quotidiano dos fun- cionJrios e administradores, observando com sua mecanicida- de as tarefas rotineiras. Ao usar o computador desta manei- ra, a institui~io está ao mesmo tempo recolhendo sobre o funcionamento da mJquina administrativa de maneira muito segura e confiável, podendo ser usada como seguran~a para o processo de tomada de decisio. Mas para tudo isso, ~ neces- sário o compromisso de cada um, fazendo um trabalho cons- ciente, a fim de entrar com informaç5es corretas.
Vários departamentos estio interligados através de terminais de computador, onde os profissionais e usuários dos departamentos, podem ter acesso fácil e rápido. Confor- me necessidade de utilizaçio, podem ativar qualquer um dos seguintes programas:
SAU - 01 Protocolo e Utilizaçio
SAU - 02 Administraçio de Recursos Humanos
SAU
-
03 Administraó~o F in a n c(2i1-a~)ALJ
-
04 Aclminist1-ad\o de Ma ter ia is E: F'atr·í môn í o SALJ.-
05 (~dmin istracão de Atividades Ilida t í cs s~)ALJ.- 06 folcIminist1-a
d"\
o ele Bibl íote c a s~3AU
.-
r-!J7 G(~I-enc L•.men to de I;:ed(~sI:;: TI- :0.nS<:l.i;ôes!;;i .j.
.sfitl .._..::::__0_~1 tl.1:1J1J;.N.l; ..
~;J:B.â.(;;..ê.\1D.E. ..t1.ú.T.E.B.J;fiJ;..~L E.. E:úl.R.;f..l1ôjiIO
o
Departamento de Administra~ão da UFC, utiliza o SALJ-04 que se refere a Administração de Materiais e Patrimô- nio.Atravis deste sistema, i possível acessar as seguin- tes transaç5es: materiais, patrim8nio, almoxarifado, tOI..ne··..
cedores. licitaç5es e compras.
16
6. PROCEDIMENTO DE ATIVIDADES
o
processo de compras na UFC, tem início a partir danecessidade dos usuários de diversos setores, departamentos, etc., em utilizar materiais, apcis a constataç~o da inexis- t&ncia do material no Almoxarifado Central. Havendo necessi- dade do material, o usuário emite uma sugest~o de compra(s) através do terminal, existindo no setor, ou entio faz uso d€-: um .. me mo r an d um .. c:001 a eIesc:1-i01in a ••:~o d o ma t€-:1-iaI d e s ej a- do. Esta sugestio de compra, passa inicialmente no Almoxari- fado Central para a c:omprova~~o da exist&nc:ia ou n~o do ma- terial a ser pedido. Confirmado pelo Almoxarifado quanto a falta elo material, cabe a este emitir um relatcirio de suges- tio de compra a Se~~o de Compras. Com a entrada da sUgestio de compra ou proposta de compra na Seç~o ele Compras e Caelas- tro, é feito inicialmente uma análise para a constata~io de compra direta ou conc:orr&ncia. Esta constata~~o i feita me- diante a consulta na lista de valores, cuja atualiza~io é feita periodic:amente e dentro do que determina a artigo 23 da Lei 8.666 de 21.06.1993.
6.1.1- COMPRA DIRETA
No processo de compra direta, i feita inicialmente uma pesquisa no cadastro de fornecedores, no sentido de es-
colher alguns fornecedores que fornecem o material especifi- cado na proposta de compra. Em seguida, ~ solicitado as em- presas o envio de propostas de preços a Divisio de Compras e Cadastro. Ap6s o envio das propostas por parte das empre- sas, ~ feita uma análise das propostas recebidas, destacando aquela que apresentar o menor preço. Verificado o menor pre- ço, a divisio encaminha a proposta ~ Prd-Reitoria de Admi- nistraç~o que se encarrega de obter informaç5es sobre a em- presa, para que seja feita uma compra correta. A Pr6-Reito- ria de Administraçio apds analizar a proposta, encaminha ao Setor de Finanças que libera a verba e a nota de empenho.
(Anexo 1)
A nota de empenho ap6s preparada, ~ encaminhada ao bL- tor de Compras que finalmente faz a transaçio final de com- pra do material.
6.1.2- FORHUL'RIOS
A divis~o de Compras e Cadastro, utiliza vários formu- lários. Como exemplo, se destacam os seguintes:
- Comprovante de Pagamento do Edital de Licitaçio (Anexo 11) .
- Relaçio de Correspondincia Externa (Anexo 111).
- Relaçio de Documentos (Anexo IV).
- Comprovante de Entrega de Edital de Licitaçio (Anexo ~).
6.1 .4 FLUXOGRAMA- SEçoo DE COMPRAS E CADASTRO
i8I (INICIO) I
1 1 ' I
---,---1--- ,
, I
I,
EHTRADA DO PROCESSO DE I
ENTRADA
COMPRA NO SETOR. ,
I I
--- ---1--- I
,
UERIFICAÇAO DO PROCESSO
N ENVIO A 1
PARA A DEFINIÇAO DE COM-
~~ C.P.L
I PRA DIRETA ou ATRAUtS DE
I LIC ITAÇAO.
I s 1I
--- ---1---
NA COMPRA DIRETA, t SO- LICITADO O ENUIO DE PRO-
l PROPOSTAS AOS FORNECEDO- RES.
SOLICITA
--- --- ---1
I I AS PROPOSTAS SAO ENCAMI-
" NnADAS A PRO-REITORIA DE
ENVIA
ADMINISTRAÇAO PARA AHA-
I LISE.
1---1--- ---
I
iAPROUADA A PROPOSTA PELA
I PRO-REITORIA DE ADMIHIS-
ENCAMiNHÁ
I TRAÇAO, ESTA ENCAMINHA AO ,
I SETOR DE COMPRAS COM A I
---I-~!~-!~-~~~~:_---I
I A SEÇAO DE COMPRAS, PRO-
I CEDE COM A COMPRA DO MA-
l TERIAL. I
1---
1---1---1
I ~ I I
·I~ I
COMPRA
Citamos anteriormente que a compra de materiais e servi~os na UFC, pode ser feita atrav~s de compra direta ou atrav~s de licita~io.
As modalidades de licita~io a que se refere os lnCl- sos I a 111 do artigo anterior, serio determinadas em fun~io dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da c o n t '"ataç::3:o .
Devido ao aumento de pre~os no país,
licitaç:io sio atualizados pela Secretaria de Administraçio Federal, que emite uma lista contendo os valores de licita- çio. Como exemplo, o Anexo mostra os valores atualizados em 13 de abril de 1994. Com estes valores,a Divisio de Compras e Cadastro prepara o Edital de Concorrência (Anexo
VII),
o Edital de Carta Convite (AnexoVIII)
e o Edital de Tomada de Pre~os (AnexoIX),
correspondente ao que foi estabelecido na lista e acompanhado com o pedido de cotaçio. Envia um edital tr~s fornecedores distintos e vende demais editais aos for- necedores interessados no processo de licitaçio.Na compra atrav~s de licitaçio,
F'e\"ITIa n e n t e d e Lic it<:l.ç i o .. '"e c€I)er , ex~3.m in ~::\'" e j uI9<:\ '" t o dos
os documentos relativos ~ licita~io. sio modalidades de 1i- citaçio na compra de materiais E serviços:
I - Concorrincia;
11 - Tomada de Preço;
111 ....Conv ate .
E?0
~ a modalidade de licita~io entre quaisquer in t e-- ressados que, na fase inicial de habilitaç~o preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualifica~io exigidos no edital para execuçio do seu objet03.
6. í .4. e.··- nJl1ADl:' ElE
rsecos
~ a modalidade de licita~io entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou que atenderem a todas as condi~5es exigidas para cadastramento at~ o ter- ceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, ob- servando a necessária qualifica~io~.
6 .i .4.3 -- CDNV I TE
~ a modalidade de licita~io entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou nio, escolhi- dos e convidados em n~mero mínimo de 3 (tris) pela unidade administrativa, a qual afixará em local cópia do instrumento convocatdrio e o atenderá aos demais cadas- trados na correspondente especialidade que manisfestarem seu interesse com antecendincia de at~ 24 (vinte e quatro) horas da apresentaç~o das propostas~.
---
2 I...E'~i I'~OB 666, Ad: 22, ~ 1.0, p 7 3 I...€-~i I~QB 666, Ad "') r)i."••C_ , ~ r,c:.Q, I"'.. B 4 I...E~i I~QC)'-' 666, Ar·t r) r)c..C•• , ~ 3Q, P B
RECEBE
PREENCHE
RECIBIMENTO DAS PROPOSTAS DE PREÇOS E PROCESSOS DE COMPRA DE MATERIAIS EM 3 VIAS.
PREENCHIMENTO DA PAUTA E DO MAPA COMPARATIVO.
I
I
1--- --- ---
ABRE
ABERTURA DAS PROPOSTAS DE
I PREÇOS PELOS MEMBROS DA COMISSAO.
1--- ---1 ---1
li'
---1--- si ---1
1I ENCAMINHAMENTO DAS VIAS DE 1
1 PROPOSTAS DE PREÇOS AOS I
1 EliCAKINHA !
RESPECTIIJOS SETORES. UMA
II ~ DAS VIAS
tARQUIVADA NA
AR-üIVA
I
ij PROPRIA COIIISSAO.N
}----t DEvOLVE
CONFERENCIA DA DOCUMENTA- ÇAO PELOS MEMBROS DA COMI- SAO PERMANENTE DE LICITA- CAG.
OBS: NA CONFERENCIA DAS PROPOSTAS DE TOMADA DE PREÇOS. A DOCUMENTAÇAO
tDEVOLVIDA
AO FORNECEDOR QUANDO IRREGULAR. PARA CONUITES E CONCORRENCIA FICA ARQUIVADA.
o
Almoxarifado Central atende a todos os departamen- tos da UFC, quando feito o pedido de material de consumo. O pedido de material de consumo pode ser feito atrav~s de terminais interligados nos diversos departamentos (Anexo 12), ou atr av és cio fOl"lYlulc\r'io"Pedido de 11ate\Oial····F'11..(AIH~x()13) .
Para a requisi~~o de materiais, somente poder~o re- quisitar os cirgios existentes nas seguintes unidades:
a) Divis5es de Apoio Administrativo e Secretaria Ad- ministrativa dos seguintes cirgios:
- Gabinete do Reitor;
- Procuradoria Geral;
- Coordenadoria de Comunica~~o Social;
- Secretaria dos órgios Deliberativos Superiores;
....Pr·ó-·f~€·~itor·ias;
- órgios Suplementares.
b) Secretarias dos Centros de Faculdades;
c) Secretarias dos Departamentos Acad&micos;
d) Gestores de Convªnios.
Os órgios requisitantes e as unidades encarregadas do atendimento dos pedidos de material de consumo,
poss u i\0 um e x e mpI ::".~.,- do" C::";\t ;;).1 ::";\
s
o d e 11<.üe ri:".1 para uma perfeita requisi~~o de material.d e Con sumo ? ,
6.2.1-
RECEBIMENTO DE MATERIAL
Após a venda do material a UFC, cabe a empresa en- tr e aa r o mate r í al acompanhado pela "Nota de Empenho" (Anexo 1) juntamente com a documenta~io necessiria ao Almoxarifa- de) Cen t r a l .
No ato do recebimento do material, os +un cion arí o s do setor fazem uma completa vistoria quanto a marca, P(~So, quantidade, enfim, tudo devendo estar de acordo com o que foi especificado na nota de empenho. Caso haja alguma irre- 9ularidade. o material ci devolvido a empresa, para que esta tome as devidas providincias e que entregue o mesmo somente quando estiver dentro do que foi especificado. Feito a con- ferincia, o material ci guardado nas prat~'eiras, levado em considera~~o o tipo de material e distribui~~o interna.
6.2.2-
CONTROLE DE MATERIAL
o
controle de material no Almoxarifado Central, ci feito atr a v és d<:I. " Ficha de F'r ateIeir a " (An e x o 1 0 )SAU-04, que permite as transa~5es de entrada e saída, re- quisi~~o, saldo de estoque, ponto de compra, valor de aqui- si~~o e valor mcidio, reposi~~o, etc. No entanto, n~o ci fei- to o controle financeiro, visto que cabe este procedimento ao DCF (Departamento de Contabilidade e Finan,as). Com re-
la~~o ao ponto de compra ou ponto de ressuprimento, o SAU- 04 emIte um relatório informando o nível de estoque mínimo.
IfiAC
24
Atingido o estoque mínimo. o Almoxarifado Central encaminha um relatório ao Setor de Compras e Cadastro para a tomar providências.
Todos os materiais dever~o ser estocados. mas~em to- dos s~o estocados no Almoxarifado Central. Materiais de constru~~o como areia. telha. cimento. etc .• seguem direto para o local da obra da institui~~o. sendo vistoriados no próprio local.
Mensalmente. o Almoxarifado Central elabora o Balan- cete de Material. no intuito de verificar todo o processo de entrada e saída de material no mês subsequente. Com is- to. se obt~m dados importantes como a quantidade recebida, distribuída. etc.
o
balancete ~ feito logo após o dia 20 (vinte) de cada mês. at~ o final do mes,ft envolvendo todos os funcioná- rios do setor.I~ I
---1---1---1
1
I I
PEDIDO DE ! RECEBIMENTO DO(S) PE- I
KATERIAL DIDO(S) DE MATERIAl(IS).
--- I ---1---·
SEPARA
SEPARAÇAO DE MATERIAL
1
POR SOlICITANTE.
1--- ---1---,
1
REMETE O MATERIAL I
REHETE AO REQUISITANTE.
II
1--- --- ---
'I
I' IUERIFICA SE O SOlICI-
, N
'\----1
ARMAZENA TAtUE ESTA NO LOCAl. , CASO CONTRARIO, O MÃ- I
TERIAl
tARMAZENADO NO
1AlMOXARIFADO.
, ,
---1--- si ---
t
I ENTREGA
1IENTREGA DO MATERIAL I
AO SOLICITANTE.
--- ---1---
1I ~
I
II I
Setor vinculado ~ Pró-Reitoria de Administra~~o, in- cumbido de receber toda a documenta~~o produzida e recebida pelas unidades que comp5em a estrutura organizacional da Universidade Federal do Ceará, bem como estabelecer dire- trizes básicas, visando ~ sistemati2a~~0 do acervo documen- tal para fins de arquivamento e ou microfilmagem.
No processo de Administra~~o de Materiais da UFC, este setor arquiva toda a documenta~io relativa a compra de materiais de consumo e de patrimBnio.
Documentos enviados ao Arquivo Geral:
- Processos administrativos;
- Processos contábeis;
- Documentos diversos contábeis;
- Documentos administrativos de outras unidades;
- Fichas de tramitaç~o de processos;
Desde 1978, o Arquivo Geral utiliza o processo de microfilmagem da documenta~~o existente, no intuito de re- duzir o ac~mulo de documentos.
Os documentos, logo após a microfilmagem, s~o elimi- nados. A microfilmagem é garantida por lei, passando o do- cumento microfilmado a ter o mesmo valor que o original.
Os microfilmes se encontram a disposi~~o no Arquivo Geral, para consultas, e também no NPD (N~cleo de Processa- mento de Dados) no qual existe um arquivo de seguran~a.
26
A DOCUMENTAÇAO
tCLASSIFI- CADA, CODIFICADA, E DETER- MINADA POR TIPO DE DOCUMEN- TO.
DOCUMENTO
1
I
1 ---1I MICROFILMAGEM DA
MICROFIL- I
~lA6E/'I ---,
DOCUMENTAÇAO.
1I : I .
1I 1
I
,--- ---:---'---1
: 1
I
UERIFICAÇAO NA MAQUINA
I
N
IDE LEITURA.
VERIFICA
JI
I---
S ------1
I [lllPLICA ~---,
1
I DUPLICAÇAO DO MICROFILME.
II ,
1--- ---1---1---1
f
ARQUIUAMENTO DOS MICROFIL- I
MES NO ARQUIUO DE SEGURAN- I
ÇA E NO ARQUIVO DINIlllICú.
I
I
I
28
6 4····.• .W.J..M.\w.1::l.!(~I::-r-'l:.'Q!lll::-.. _. J- (~QiMIJl,1Tr. "C'l:.ID 1::-,,....•~l.".S•.•~"t.!·.l.•h'.I.·.i., 1-w..••_J..1:'I~'Q'Ior'fJL().. l.\..J 0.00.0 •••eI •• ,.. •••
A Seç~o de Comunica~~o e Protocolo, ~ um cirg~o su- bordinado ao Departamento de Administraç~o, no qual ~ res- pons~vel pelo recebimento, controle e distribuiç~o de cor- respondincias internas e externas da
UFC.
Tamb~m ~ respon- s~vel pela sistema de controle de processos.6.4.1-
SISTEMA DE CONTROLE DE PROCESSOS
~ o conjunto de operaç5es que tim por fim da,- aoS
pap~is, que impliquem em responsabilidade t~cnica, f:i. n<':1.1'1"-
ceira ou administrativa, a forma processual.
N~o s~o autuados os convites, comunica~5es de corte- sia, de posse, cumprimentos, remessa de publicaç5es, infor- ma~aes sobre andamento de processos, ,:1.9r adec imentos, bem como requerimentos que por for~a de atos específicos, devem ser encaminhados diretamente às respectivas unidades.
Na atuaç~o, dever~ se considerado:
- numeraç~o do processo;
- identificaç~o da data de entrada;
- nome do interessado;
- nome da procedincia do documento;
.-assunto;
....d ata de saída;
- primeira unidade de destino;
- ordena~io dos documentos que comp5em o processo;
capeamento e grampeamento;
numera~~o e rubrica das folhas que comp5em o processo;
- registro nas fichas de controle;
d i s t r i b uiç: ~o .
Observaç:ões:
1. Os processos urgentes, serio identificados na capa com a in s c r iç:ão .. URGENTE ".
2. a numera~~o do processo,
aplicação de etiqueta (impressos c/ o n~mero do processo nos seguintes documentos):
cal- t~~o;
documento principal;
capa do processo;
f ic h a ..c:ontHl'1e de t r âm it e ".
3. registro: é a anotação dos dados que identificam o pro- cesso e suas tramitaç:5es.
4. tramitaç:ão: é toda movimentaç:io do processo ocorrida no imbito da organiza~io (tramita~io interna) ou para
desta (tramitaçio externa).
604.2 Fll.lXOGRllMA - SERlJI90 DE COMUNI~ E PROTOCOLO
30UERIFICA SE O DOCUMENTO FORMA OU HAO PROCESSO.
I
SE HAO, t DEUOlUIDO AOSOllCITANTE.
I s I I
--- ---1---1
I SE O DOCUMENTO FORMA PRO- CESSO, t DATADO E FIXADO ETIQUETA COHTENDO DADOS DO PROCESSO.
(INICIO)
RECEBE
RECEBIMENTO DE DOCUMENTAÇAO.,I
II
I
I
1--- --- 1---
, I
--- ---1---
I ,m I
DATA
DISTRIBUI
N
}----i
DEVOLVE
EM SEGUIDA, O PROCESSO t DISTRIBUIDO AO SETOR COM- PETENTE.
A Se~~o de Importa~~o ~ respons~vel pela compra de materiais permanentes e de consumo,
mente à pesquisa.
destinados principal-
No processo de compras, a UFC ~ credenciada junto ao CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), que credencia a entidade para a importa~~o de bens destinados à execu~io de programas de pesquisa cientí- fica e tecnológica. O credencimento tem prazo de validade indeterminado, podendo ser revogado pelo CNPQ,
entidade credenciada aproveite qualquer direito, seja a in- deni2a~io, seja à frui~io dos benefícios incidentes sobre importaç5es em curso, em trinsito, ou em vias de internaç~o ou de libera~~o pelas autoridades alfandegirias, após a da- ta de cancelamento do certificado.
A vig&ncia de credenciamento tem início com a publi- ca~~o no DOU (Diirio Oficial da Uni~o).
A lei No. 8.010 de 29 de mar~o de 1990, disp5e sobre importaç5es de bens destinados à pesquisa científica e tec- n o l
óu
í c a . «"nexo XV)As entidades credenciadas devem obedecer a cota es- tabelecida pelo CNPQ, que limita valores anuais de importa- ç~o. Se ultrapassar da cota estabelecida, a entidade envia uma solicita~io de compra ao CNPG,
anál ís e .
sede em Brasília,
32
A proposta de compra abaixo da cota estabelecida. ~ analisada por uma comiss~o do Banco do Brasil. cirg~o que opera junto as entidades p~blicas nas transaç5es de c§mbio.
As compras internacionais somente sio realizadas com uma DI (Declaraç~o de Importaç~o) em cinco vias. aSSim dis- tribuídas:
1. Receita Federal;
CNPQ;
Deposit~rio da Mercadoria;
4. UFC;
5. UFC.
A declara~~o de importaç~o tambim e, utilizada nas doaç5es estrangeiras. regulamentadas nos postos da Receita Federal. localizados nos terminais de portos e aeroportos.
SISTEMA DE COMPRA
(INICIO) 1
---1--- ---1
I
SOLICITAÇAO DE PROPOSTA DE MATERIAL PELO DEPARTAMENTO
INTERESSADO.
SOLICITA
ANALISE DO PROCESSO NA CPL. I
PASSANDO DA COTA DE CREDEN- ~ CIAMENTO, t ENUIADO A
BRASILIA PARA ANALISE.
ENVIO
I
,---~ ---1--- o_o'
O PROCESSO APROUADO PELA CPL, t ENU IADO AO BANCO DO BRASIL, QUE FAZ AS TRANSA- ÇQES DE CAMBIO.
1---1---,---1
cb I
ENVIO
SISTEMA DE DOttgOO
RECEBIMENTO DE MENSAGEM
RECEBE ENUIADO PELO DEPOSITARIO I
SOBRE A DOAÇAO. I
1
I
1 1 1
1---1---1---1
I I I ENCAMINHAMENTO DO FUNCI - I
I I ONARIO A ALFAHDEGA, PARA
ENCAMINHA RECEBER A DOAÇAO.
I ,
---1---1---
I UERIFICAÇAO DA DOAÇAO
PELA AlFAHDEGA NA PRESEN- ÇA DO FUNCIONARIO. SE
RETEM HOUUER IRREGULARIDADE, A
I DOAÇAO E AETIDR.
I
I, - , I
---_: --- ---
I
I
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lIBERAÇAO DA DOAÇAO.
LIBERA
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1
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( FIM ) I !
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34
6 . 6.." ~J.EJ:.Ao ...".D.E...".r:.J:.s.E~~..LS.êJ.l.".E ..."G.f.J.tnKf,J.LE
A Seçio de Previsio e Controle est~ atualmente desa- tivada, devido a implantaçio do SAU (Sistema de Automaçio Universit~ria). Por~m , ainda existe oficialmente at0 que haja uma nova regulamentaçio.
c 7 ('~L~·r'.<"n ll'!:." CrH.1·I'·c)r)l C· I"IC· r...•I::-I,IC' C)., ".. .~~.\o,.H.\J"... 1..1..."." "IJ..l.'!..•..ll.\J..I...~.J..1.....QJ:..L'!...••l.
Esta seçio atua no controle de todos os bens móveis
zenda experimental, terreno, pr0dio, (.~.tc . );
(sU ÚlC) , Ca pI"in o e b o v ino) .
Todos os bens patrimoniais existentes nos diversos departamentos, estio sob a responsabilidade dos chefes dos r e s p e c t ivos d e p aI"t a m€-~n tos. T o d o ~; r€-~c€-~b€~m um" T e r m o d€.~ F~e ~;_.
p o n ~:;;::\b i 1:i.d ;:-\d e ., (I~n e x o X IV), n o qU:;;\."1. d e c 1;::l.I"a m ::~.I"e·,:;p o n .,:;:;;\bi····
lidade por todos os bens constantes no termo. Neste, consta o n~mero de cadastro referente a cada bem patrimonial.
Existe o controle de bens adquirido por doaçio. A
tar as seguintes informaç5es:
- especificaçio detalhada do bem;
"..v<:\1(n" d o bem;
nome completo e assinatura do cedente e cession~-
36
6 . 8··· S.E.Cl1JL.I!..E-CADAS.IE..O ...E'..ê.IJ.lI.liO.li.tliL
Atua no cadastramento de todos os bens patrimoniais da Universidade Federal do Ceará. O cadastramento e, feito através do SAU-04 (Administra~io de Materiais e Patrim8-
Cada bem mcivel recebe uma plaqueta constando o nJ- mero de cadastro, facilitando assim a confer~ncia junto ao termo de responsabilidade.
CONCLUSÕES
Podemos concluir que a Administraçio de Materiais na Universidade Federal do Cear~. ~ composto pelo seguintes processos: compra. distribuiçio e controle patrimonial.
No processo de compra. vimos que os materiais sio adquiridos atrav~s de compra direta e por licitaçio Na compra direta. ci feito uma an~lise em tris propostas de preços. no mínimo. para a verificaçio do menor preço. Ob- servamos que nio existe o favorecimento a um determinado
fornecedor. Ganha apenas aquele que apresentar o menor pre- ço do material solicitado. H~ exceçio. quando o material solicitado somemte pode ser adquirido por um ~nico fornece- dor.
Na compra atrav~s de licitaçio, envolve uma comissio constituída por um presidente e membros, que se responsabi- lizam pelo julgamento de processsos de compra. Verificamos nas reuniÕes que a presença de fornecedores ou representan- tes, ci desej~vel pela comiss~o, nio obrigat6ria, durante o julgamento das propostas. Estes participantes poderio se manifestar, caso haja alguma irregularidade. A seriedade e responsabilidade por parte dos membros da comissio, e,
conmtest~vel, visto que o material a ser comprado envolve grande valor financeiro.
38 No processo de distribuiçio. vimos que é feito PO\- um rigoroso controle de entrega de material ao setor '::;01 i._.
citante. O Almoxarifado Central exerce esta atividade. dis- tribuindo somente o que foi solicitado através do pedido de material. Desta maneira. percebemos que dificilmente ocor- rer~ desaparecimento de material.
No processo de controle patrimonial. percebemos que os bens imóveis. sio cadastrados. tendo para cada tipo de bem um n~mero específico. Com este processo. a Divisio de Patrim6nio controla todos os bens imóveis. Fica a critério de usu~rios. a preservaçio do patrim8nio. procurando evitar assim. o ac~mulo de bens danificados e inserviveis.
Durante a pesquisa. chegamos a presenciar a atuaçio de funcion~rios nos departamentos. com uma rela~io de bens cadastrados. existentes no local. Desta forma. sio obtidos dados quanto a existfncia e estado de conservaçio destes b en s .
Destacamos. finalmente. a import~ncia do SAU (Siste- ma de Automaçio Universitiria). no qual os usuirios desta universidade se beneficiam através da rapidez e praticidade que o sistema oferece. Conforme constatamos. este sistema deve ser expandido a outros departamentos. para facilitar ainda mais as atividades existentes. ~ um exemplo a ser se- guido por outras institui~5es que ainda nio adotaram este sistema.
ANEXOS
Arl(~xo I 1'~Clt::.~d e Empenho
Comprovante de Pagamento do Edital de Licita-
Anexo 111 Rela,io de Correspondência Externa
Anexo IV Rela~io de Documentos
Anexo V Comprovante de Entrega do Edital de Licita,io
Anexo VI Valores de Licita,io
Anexo VII Edital de Concorrência
Anexo VIII - Edital de Carta-Convite
Anexo IX Ficha de Prateleira
Anexo X Mapa Comparativo de Pre~os
Anexo XI Pedido de Material pelo SAU-04
40 Anexo XII Pedido de Material-DM
Anexo XIII - Termo de Responsabilidade
Anexo XIV Lei NQ 8.010 de 29 de Março de 1990
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1. Lei No. 8.666 de 21 de junho de 1993 - Licitaç5es e Con- tratos Administrativos, Editora NJD Ltda.
2. Normas Administrativas - Anexo à Portaria No. 657 de 14 de outubro de 1987, p. 24-28.
3. Catilogo de Pds-Graduaçio UFC, Prci-Reitoria de Pesquisa e PÓs-Gradua~io. Imprensa Universitária 1992, p. 11-14.
4. IN - 02/88 - Instituiç5es Normativas para Requisiçio e Distribuiçio de Material de Consumo da Universidade Federal do Ceari, UFC - Pró-Reitoria de Planejamento, Fortaleza 1988.
•• - to.•
ANEXO I Nota de Empenho
a~
SERVIÇOPÚBU;OFEOERAI.~I.
NOTA DE EMPENHO '_No_.DOC__ -_N_'_O I OAT••IotISSÃO I •••.••.•••NHOOfIlGINAlINo.'OlHA Il"7c::OO:-;GO;-.:::::-UG=-G:::.::;s::TA:::.o:::-- I_u_N_IO_AOE_G_._S'_ORA -;-:;:;:;:::;::::;:::;:-:::== 1
1::"""=::'OO=':-A:::VOO=E;-C-:'OO== -:-:-::-::::::::::-- I_C_GClC__ p_Ft_UG_G_ES_'_AO 1
I'N,,\I\'CO.RUAlNo.,""",RO I MUNlCIPIO LJ CEP I
l::c:::OO:::~:::O::::::EV:::E-:N:-TO~-I-.~--E-:E-:V-••-H-O---~---;-I:::OA:-~::::-M- •••=T:-E~=L--~ IL.c-O-ROO=---' LI uo -:I:::PR=OG=•••••==DE:-'::_==HO-=---=':::P::':::RE:::S---=I:::N:::.:::'.::OE::SPE=::SA:-I:::'::ON=,,:'--'---=,::CO=OIG=O:::U::GR::-;-I::PL:-ANQ:-:INTERNO I
MQOALIOA.DfEMPENHO lICITAÇÃO,. CONCURSO 1,_R_E_F_ER_E_NC_IA_OA_OISPE_-,NS,..A ~I:JUF.
1•OAOIN.tAIQ 2·CONVITE
O
l·ESTIMATIVAD ~:=~:~~
FINALIOAOEIOBSER'IAçOES5-GLOBAl ~:
~~:Z:~EL
a.NÃOAP\.CÁVEL
ESPf.CJFICAÇÁO00 MATERIAL(ITEM-OUANT.lUNIO./DESCRIÇAo. VENe.OBRIGAÇÃO E PREÇOUNITÁRIO, PREÇOTOTAL
I
ASSINATURASI
No.PROCESSOUNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ RECIBO DE DEPÓSITO
AIUICIAN'IICONTAN' e v IEõilToTAl C~.----J 3653 -6 55.568.001-o
PAU CRfo.TO 01.: #
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA
IOC,",,"TADD ,õll:
I
I'AUIOUTO DI!:
I
, .•."•••tlc.çeo ".,õ.I,_
---
-- - .__
.UNIVERSIDADE FEDERAL 00 CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL 00 CEARÁ RECIBO DE DEPÓSITO RECIBO DE DEPÓSITO
[CONU N'55.568.001-0- DV
I
FORc~. I
PARA CRIOITO DI: ,
UNIVERSI DADE FEDERAL DO CEARA
10UOSIUOO '011:
I
I'AIAIO •••TODE:
I
"uUallc.oçio ."có"I,.
ICONU .·_OV
I
IVALOII CR'I
~~·aO 001-0
"ARA CREDITODI!: i
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
IDI!'""SlTA.DO '011:
1
rAOANENTO DE:
I
Auh.Ueoç.ao ".co..lco
;
."
I UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA
FOLHA_.. DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ·SERVIÇO DE COMUNICAÇÕES
CODIGO
RELAÇÃO
.•.
DE CORRESPONOENCI A EXTERNA
SCA O 02A
r:~
<!>IDENTIFICACÃOI
<t>
~ESPECIFICAÇAO
~ N' @~ATUREZA DA ~ DEsTI NA TÁRIO ~ CIDADE R?> N.& DO
RVTARIFA
ORDEM CORRESPONDÊNCIA REGI STRO
O· ,
--
o 2
-- o 3
o 4 -
o 5
®
TOTAL C •••0-
~ AUTENTICAÇAO c-
~DATA
-
USO E XCLUSI VO DA
! !
~~ASS. DO RESPONSÁVEL P/REMESSA EMPRESA BRASILEIRA DOS
,
r/
CORREIOS E TELEGRAFOS
---_.- ---_.
ANEXO 111 - Relação de Correspond.ência Externa.
Utlizado pela Divisão de Material em conjunto com a ECT, na
0.nrrPRnnnnp.n0.i~ PYT.prn~_
__I
I
I lu'"
, OA-'CoRELAÇÃO DE DOCUMENTOS SCA 005 ~~
t:
<!>IDENTIFICAcAO._1
<!>
ESPECI F ICACÃO~Nl O~NATUREZA E N' ~ PRCEM
I
DA CORR~PONOÊNCIADEUINATÁRIO ~ ASSINATURA OU N!.
IX) PROTOCOLO
I 1 I·
If- I 1-
I I
I I -1-..
I I
1---1 I -
I
i <~AUTENTICAÇÃO I
/ /
-/ /
íe9DATA ~ASSINATURA -EMITENTE ~DATA fe!JASSINATURA - RECEBEDOR
ANEXO IV - Relação de Documentos.
Relação de documentos enviados aos fornecedores como; Edital de Carta-Convite,
Edital de Tomada de Preços, e outros,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA
DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO
Rua Paulino Nogueira, 315 - Benfica Caixa Postal, 2600
FORTALEZA - CEARA - 60.000
N,O
I
!~I---·--~---
'---DESTINATARIO ---
,I :I :I
:~:======================~E~N~DnFE~R~E~Ç;01=====================:::
II
,I
:i~========CCIl'D~AÜD~E~;:icV~To~~~r,.J=~~';;\~;:~;:;:~A;~=====E:ES51T~AÜD)(OJ.=======~
COMPROVANTE DE ENTREGA DO SEED
ANEXO V - Comprovante de Entrega do Edital de Liwitação.
L I C I T A
ç Ã
O- . . . . . - - - . . - . . - . - . - . -
Art. 23 da Lei nO 8.666, de 21.06.1993 (DOU de 22.06.1993)
LIMITE:
I - Para obras e serviços de engenharia a) Convite, até
b) Tomada de preços, atê c) Concorrência, acima de
11 - Para compras e outros serviços dos no inciso anterior
Convite, até ,
Tomada de preços, até, Concorrência, acima de
nao referi
DISPENSAVEL A LICITAÇÃO:
01) Para obras e serviços de engenharia 02) Para compras e outros serviços
N O T A:
CR$ 91.918.909,00 CR$ 919.189.095,00 CR$ 919.189.095,00
CR$ 22.979.7~7,OO CR$ 367.675.638,00 CR$ 367.675.638,00
CR$
CR$
4.595.945,00
1.148.986,00 .,,
Valores atualizados através da Portaria nO 1.098, de
13
de abril de 1994, da SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO FEDERAL/Presidên cia da República, publicada no DOU nO
71,
de15
de abril de 1~94~válidos a partir da data de sua publicação. (~~,
PR/ADM., em-~-8.04 .1994
ANEXO VI - VALORES DE LICITAÇÃO