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(1)1 (2)Processos neutros em comunidades 1

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Academic year: 2022

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(1)

1

(2)

Processos neutros em comunidades

1. O que acontece quando nada acontece?

2. A teoria unificada da biodiversidade e da biogeografia

3. Evidência empírica

4. Resumo

5. Para saber mais

(3)

Ao final da aula, nós deveremos:

1. entender a importância da parcimônia na evidência científica

2. compreender a idéia de equivalência ecológica

3. conhecer as evidências empíricas a favor da idéia de neutralidade

(4)

Processos neutros em comunidades

1. O que acontece quando nada acontece?

2. A teoria unificada da biodiversidade e da biogeografia

3. Evidência empírica

4. Resumo

5. Para saber mais

(5)
(6)

G E. Hutchinson (1903-1991)

Uma espécie ocorre se:

Há recursos e condições adequadas

Inimigos naturais não limitam o nicho realizado

Hutchinson (1957)

Nicho é o hiper-volume N-dimensional definido por todos os fatores que limitam a ocorrência de uma dada espécie

(7)

Mas essa é a forma mais simples?

(8)

G E. Hutchinson (1903-1991)

Uma espécie ocorre se:

Há recursos e condições adequadas

Inimigos naturais não limitam o nicho realizado

Hutchinson (1957)

Nicho é o hiper-volume N-dimensional definido por todos os fatores que limitam a ocorrência de uma dada espécie

(9)
(10)

Primeira Lei de Newton

- Princípio da Inércia

(11)

Teoria Neutra Molecular

Motoo Kimura

(12)

Princípio de Hardy-Weinberg

Weinberg Hardy

(13)

Pluraridade não deve ser sugerida se não houver necessidade

(14)

Everything should be made as simple as possible, but not simpler

(15)

Princípio da parcimônia

1. Entre duas hipóteses igualmente plausíveis, fique com a que apresenta menor número de suposições

2. Não é uma escolha baseada em lógica

3. É uma escolha baseada na simplicidade

(16)

G E. Hutchinson (1903-1991)

Uma espécie ocorre se:

Há recursos e condições adequadas

Inimigos naturais não limitam o nicho realizado

Hutchinson (1957)

Nicho é o hiper-volume N-dimensional definido por todos os fatores que limitam a ocorrência de uma dada espécie

(17)

Então por que complicar?

(18)
(19)
(20)

Hubbell

(21)
(22)

Neutralidade

1. Todos os indivíduos são equivalentes do ponto de vista ecológico

2. Eles não são iguais, mas as diferenças não importam

3. Deriva ecológica - flutuações estocásticas 4. Mais na próxima aula

(23)

Uma forma de se fazer ciência:

1. Para entender o papel de um processo ecológico 2. Eu tenho que entender o que acontece quando ele não está presente

3. Se o padrão observado não é reproduzido pelo modelo mais simples, então eu preciso de um

processo adicional

(24)

Processos neutros em comunidades

1. O que acontece quando nada acontece?

2. A teoria unificada da biodiversidade e da biogeografia

3. Evidência empírica

4. Resumo

5. Para saber mais

(25)
(26)
(27)
(28)

Processos neutros em comunidades

1. Espécies similares e no mesmo nível trófico

(29)
(30)

Processos neutros em comunidades

1. Espécies similares e no mesmo nível trófico

2. Comunidade saturada - J indivíduos

(31)

Competição é importante e intensa

(32)
(33)
(34)

Processos neutros em comunidades

1. Espécies similares e no mesmo nível trófico

2. Comunidade saturada - J indivíduos

3. Indivíduos ecologicamente equivalentes

(35)

Processos neutros em comunidades

1. Espécies similares e no mesmo nível trófico

2. Comunidade saturada - J indivíduos

3. Indivíduos ecologicamente equivalentes

As probabilidades de um indivíduo:

- morrer

- reproduzir

são constantes

(36)

Como as comunidades seriam se indivíduos fossem equivalentes do ponto de vista

ecológico?

(37)
(38)
(39)
(40)

?

(41)
(42)

Neutralidade

1. Todos os indivíduos são equivalentes do ponto de vista ecológico

2. Eles não são iguais, mas as diferenças não importam

3. Deriva ecológica - flutuações estocásticas 4. Mais na próxima aula

(43)

Dinâmica em uma comunidade isolada

(44)
(45)
(46)
(47)
(48)

Dinâmica em uma comunidade isolada

1. A dominância completa é inevitável

(49)

Dinâmica em N comunidades

(50)

Dinâmica em N comunidades

1. A extinção das espécies, ao acaso, ocorre muito lentamente

(51)

0
 0.2
 0.4
 0.6
 0.8
 1


‐10
 0
 10
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 30
 40


ap-dão
darwiniana
rela-va


Temperatura
(oC)


Abundância relativa

m

(52)

Metacomunidade

1. É um conjunto de comunidades conectadas por dispersão

Aqui, vamos supor que a conexão é tão forte que as populações são panmíticas

(53)
(54)

Metacomunidade

1. É um conjunto de comunidades conectadas por dispersão 2. Extinções locais são compensadas por migração

(55)

Metacomunidade

1. É um conjunto de comunidades conectadas por dispersão 2. Extinções locais são compensadas por migração

3. Extinções ocorrem uma taxa tão lenta que podemos supor que na metacomunidade a extinção é contra-

balanceada pela especiação

(56)

?

(57)

?

A área estudada é muito pequena e a

especiação não ocorre na área, apenas ocorre na metacomunidade

(58)

probabilidade = m (espécie nova)

(59)

?

(60)

probabilidade = v-m (de um indivíduo da localidade)

(61)

Processos neutros em comunidades

1. O que acontece quando nada acontece?

2. A teoria unificada da biodiversidade e da biogeografia

3. Evidência empírica

4. Resumo

5. Para saber mais

(62)

Padrões em comunidades

1. Distribuições de abundância

2. Número de espécies por área

3. Mudança na composição de espécies no tempo

4. Direcionalidade

5. Taxas de extinção

(63)

Padrões em comunidades

1. Distribuições de abundância

2. Número de espécies por área

3. Mudança na composição de espécies no tempo

4. Direcionalidade

5. Taxas de extinção

(64)

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 0.4
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darwiniana
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Temperatura
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Texto 180

Abundância relativaAbundância relativa

rank

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Texto 180

Abundância relativaAbundância relativa

rank

(66)

0
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darwiniana
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Temperatura
(oC)


Texto 180

Abundância relativaAbundância relativa

rank

Teoria Neutra prediz a distribuição de abundâncias em uma floresta diversa

(67)

Padrões em comunidades

1. Distribuições de abundância

2. Número de espécies por área

3. Mudança na composição de espécies no tempo

4. Direcionalidade

5. Taxas de extinção

(68)

Padrões em comunidades

1. Distribuições de abundância

2. Número de espécies por área

3. Mudança na composição de espécies no tempo

4. Direcionalidade

5. Taxas de extinção

(69)

Padrões em comunidades

1. Distribuições de abundância

2. Número de espécies por área

3. Mudança na composição de espécies no tempo

4. Direcionalidade

5. Taxas de extinção

(70)

Padrões em comunidades

1. Distribuições de abundância

2. Número de espécies por área

3. Mudança na composição de espécies no tempo

4. Direcionalidade

5. Taxas de extinção

(71)

Processos neutros em comunidades

1. O que acontece quando nada acontece?

2. A teoria unificada da biodiversidade e da biogeografia

3. Evidência empírica

4. Resumo

5. Para saber mais

(72)

Processos neutros em comunidades

1. O que acontece quando nada acontece?

2. A teoria unificada da biodiversidade e da biogeografia

3. Evidência empírica

4. Resumo

5. Para saber mais

(73)

Comunidade: variação temporal

1. Variação temporal em comunidades: básico

2. Sucessões primária e secundária

3. Mecanismos biológicos e a sucessão

4. Resumo

5. Para saber mais

(74)

0
 0.2
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ap-dão
darwiniana
rela-va


Temperatura
(oC)


Abundância relativa

seco úmido

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darwiniana
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(oC)


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tempo

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darwiniana
rela-va


Temperatura
(oC)


Abundância relativa

tempo

?

(77)

Espécies chegam na comunidade

(78)

G E. Hutchinson (1903-1991)

Uma espécie ocorre se:

Há recursos e condições adequadas

Inimigos naturais não limitam o nicho realizado

Hutchinson (1957)

Nicho é o hiper-volume N-dimensional definido por todos os fatores que limitam a ocorrência de uma dada espécie

(79)

79

Mudança

(80)

Sazonalidade

(81)

Disponibilidade de recurso

(82)

Perturbação

(83)
(84)

Tipo de resposta à perturbação

1. Comunidades controladas por fundadores

2. Comunidades controladas por dominância

(85)

Comunidades controladas por fundadores

(86)

Comunidades controladas por fundadores

?

(87)

Comunidades controladas por fundadores

?

As espécies são equivalentes

(88)
(89)
(90)
(91)

Comunidades controladas por dominância

capacidade competitiva

(92)

Comunidades controladas por dominância

capacidade competitiva

(93)

Comunidades controladas por dominância

capacidade competitiva

(94)

Comunidades controladas por dominância

capacidade competitiva

Sucessão ecológica

(95)
(96)

Comunidade: variação temporal

1. Variação temporal em comunidades: básico

2. Sucessões primária e secundária

3. Mecanismos biológicos e a sucessão

4. Resumo

5. Para saber mais...

(97)

Sucessão ecológica

1. Definição: nonseasonal, directional and continuous

pattern of colonization and extinction on a site by species populations (Begon et al. 1996).

(98)

Sucessão: aspectos gerais capacidade competitiva

Previsibilidade

(99)

Tipos de sucessão

1. Sucessão primária

2. Sucessão secundária

(100)

Biota original é eliminada: sucessão primária

(101)

Biota original é eliminada: sucessão primária

(102)

Biota original é apenas parcialmente alterada:

sucessão secundária

(103)

Biota original é apenas parcialmente alterada:

sucessão secundária

(104)

Escala temporal: milhares de anos

(105)

Escala temporal: meses/anos

(106)

Sucessão: previsibilidade capacidade competitiva

Previsibilidade

(107)

Comunidades controladas por dominância

?

capacidade competitiva

(108)

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

Matriz de transição - Cadeias de Markov

A cada X anos

(109)

Matriz de transição Freqüências

100

t = 0

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

(110)

Matriz de transição Freqüências

100

t = 0

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

(111)

Matriz de transição Freqüências

10

t = 50

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

90

(112)

Matriz de transição Freqüências

10

t = 100

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

90

(113)

Matriz de transição Freqüências

10

t = 100

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

90

(114)

Matriz de transição Freqüências

1

t = 100

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

9+45 45

(115)

Matriz de transição Freqüências

1

t = 100

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

54 45

(116)

Matriz de transição Freqüências

0

t = 700

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

0 0 17 83

(117)

Matriz de transição Freqüências

0

t = 70 mil

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

0 0 17 83

(118)

Matriz de transição Freqüências

0

t = 70 mil

0.1 0.9 0.0 0 0

0 0.5 0.5 0.0 0

0 0 0.5 0.5 0

0 0 0 0.5 0.5

0 0 0 0.1 0.9

0 0 17 83 Estável: comunidade clímax

(119)

Dificuldades

1. A ordem de entrada das espécies pode importar

2. A composição inicial de espécies pode importar

3. As probabilidades não são constantes

MAS: Mesmo assim a abordagem gera previsões robustas

(120)
(121)

Comunidade: variação temporal

1. Variação temporal em comunidades: básico

2. Sucessões primária e secundária

3. Mecanismos biológicos e a sucessão

4. Resumo

5. Para saber mais...

(122)

Animais geralmente seguem a sucessão, mas nem sempre...

(123)

Interações ecológicas

(124)

Exemplo de sucessão primária

(125)

Alnus sieboldiana

(126)

Nitrogênio: Machilus thunbergii

(127)

Castanopsis sieboldii

(128)

Alnus sieboldiana

Facilitação (?/+)

Machilus thunbergii Castanopsis sieboldii

(129)

Predação de sementes

(130)

Competição

(131)

Colonização

(132)

Nicho sucessional

1. Espécies pioneiras: melhores

competidoras nas condições iniciais

2. Espécies tardias: melhores competidoras nas condições posteriores

(133)

Demandas conflitantes (trade-off):

colonização x competição

fecundidade x competição

Recursos limitados: limite fisiológico

(134)

Demandas conflitantes (trade-off):

colonização x competição r

1. + fecundidade 2. + dispersão 3. - competição

K

1. - fecundidade 2. - dispersão 3. +competição

(135)

Demandas conflitantes (trade-off):

colonização x competição r

1. + fecundidade 2. + dispersão 3. - competição

K

1. - fecundidade 2. - dispersão 3. +competição

(136)

Demandas conflitantes (trade-off):

colonização x competição r

1. + fecundidade 2. + dispersão 3. - competição

K

1. - fecundidade 2. - dispersão 3. +competição

(137)

Demandas conflitantes (trade-off):

colonização x competição r

1. + fecundidade 2. + dispersão 3. - competição

K

1. - fecundidade 2. - dispersão 3. +competição

(138)

Demandas conflitantes (trade-off):

colonização x competição r (pioneiras)

1. + fecundidade 2. + dispersão 3. - competição

K (tardias)

1. - fecundidade 2. - dispersão 3. +competição

(139)

Como as espécies “r” sobrevivem?

(140)

Porque perturbações são freqüentes

(141)

Hipótese do distúrbio intermediário

(142)

Sucessão: hipótese do distúrbio intermediário capacidade competitiva

Previsibilidade

(143)

0
 0.2
 0.4
 0.6
 0.8
 1


‐10
 0
 10
 20
 30
 40


ap-dão
darwiniana
rela-va


Temperatura
(oC)


Texto 180

diversidade

freqüência de perturbação

(144)

0
 0.2
 0.4
 0.6
 0.8
 1


‐10
 0
 10
 20
 30
 40


ap-dão
darwiniana
rela-va


Temperatura
(oC)


Texto 180

diversidade

freqüência de perturbação

(145)

0
 0.2
 0.4
 0.6
 0.8
 1


‐10
 0
 10
 20
 30
 40


ap-dão
darwiniana
rela-va


Temperatura
(oC)


Texto 180

diversidade

freqüência de perturbação

(146)

Distúrbios não são sincronizados

(147)

Dinâmicas de manchas: espaço e tempo

(148)

Mantém maior diversidade

(149)

Comunidade: variação temporal

1. Variação temporal em comunidades: básico

2. Sucessões primária e secundária

3. Mecanismos biológicos e a sucessão

4. Resumo

5. Para saber mais...

(150)

Comunidade

variação temporal

(151)

Comunidade

variação temporal

dominância fundadores

(152)

Comunidade

variação temporal

dominância fundadores

sucessão

(153)

Comunidade

variação temporal

dominância fundadores

sucessão

previsão distúrbio

(154)

Comunidade: definição

1. Definições e a importância dos padrões

2. Riqueza e diversidade

3. Padrões de abundância

4. Resumo

5. Para saber mais...

(155)

Para saber mais:

1. Johnson & Miyanishi. 2008. Testing the

assumptions of chronosequences in succession.

Ecology Letters 11: 419-431.

Referências

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