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Terapia Assistida por Animais

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Academic year: 2022

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Terapia Assistida por Animais

um recurso facilitador do movimento

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Gerontotecnologia -

da promoção à saúde ao paliar

Terapia Ocupacional

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Desde 2.000 A.C. registros que identificam o elo com os animais e afetividade e de seus relacionamentos.

Os gregos acreditavam que os cães eram capazes de curar doenças e os criavam como terapeutas auxiliares em seus templos de cura

Primeiros registros: 1792 - Inglaterra - tratamento de doentes mentais

Levinson: 1962 - descreveu o uso de animais na prática da Psicologia

Intervenções Assistidas por Animais

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

IAAs: Inicialmente - informais e espontâneas

Primeiros registros: 1792 - Inglaterra - tratamento de doentes mentais

Levinson: 1962 - descreveu o uso de animais na prática da Psicologia

Brasil: Década de 50: Nise da Silveira

Iniciou o uso com gatos em instituições psiquiátricas

Afeto catalisador – esquizofrênicos

“Excelentes catalisadores são os co-terapeutas não humanos. Nunca provocam frustrações, dão incondicional afeto sem nada pedir em troca, trazem calor ao frio ambiente hospitalar.”

Intervenções Assistidas por Animais

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Atividades Assistidas por Animais (AAA)

Lúdica, recreação, quebra de rotina, não há planejamento prévio, grupo pode ser coordenado por técnicos, voluntários, adestradores, etc.

Educação Assistida por Animais (EAA)

Planejamento das sessões, objetivos definidos, coordenação de pedagogo ou educador

Terapia Assistida por Animais (TAA)

Sessão deve necessariamente ser coordenada por um profissional da área da saúde

Habilitado em Cinoterapia

Conhecimentos específicos sobre a patologia a ser tratada

Intervenções Assistidas por Animais

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Doença de Parkinson – sinais cardinais:

Tremor de repouso

Lentidão de movimentos Rigidez articular

Instabilidade postural

A amplitude e a velocidade dos movimentos são diminuídas, dificultando a realização de movimentos sequenciais ou

repetitivos

A DP também reduz o automatismo dos movimentos, sendo necessário que os indivíduos façam esforço cognitivo para realizar suas atividades

Doença de Parkinson

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Ansiedade e nervosismo prejudicam os movimentos – “travar”

Estratégias cognitivas como facilitadoras do movimento Teorias

Reorganização dos movimentos através de um percurso não-automático, afastando-os do percurso automático dos núcleos da base estratégia compensatória

Hirsch e Hammond (2007) Schultz-Krohn (2004) Morris (2000)

Cão – estratégia compensatória desvio do foco de atenção facilitar os movimentos

TAA na Doença de Parkinson

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Lesões NB Feedback interno

Cão + dicas auditivas, proprioceptivas e visuais direcionar a atenção para se atingir um objetivo motor.

Justificativa: Indivíduos com DP iniciam

movimentos mais facilmente em resposta a uma dica externa.

TAA na Doença de Parkinson

(CHODUR, 2009; FERNÁNDEZ-DEL OLMO, ARIAS e CUDEIRO-MAZAIRA, 2004; HIRSCH e HAMMOND, 2007;

NIEUWBOERet al, 2007; SCHULTZ-KROHN, 2004; PRAAMSTRA, STEGEMAN, COOLS e HORSTINK, 1998)

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Exercícios direcionados para membros

superiores e inferiores, memória, raciocínio lógico, socialização, treino de marcha,

estimulação da coordenação fina, habilidades manuais, alongamento e relaxamento,

estimulação sensorial, atividades lúdicas, jogos, sessões temáticas

Objetivos gerais: melhorar padrão motor, equilíbrio, marcha, minimizar ansiedade, nervosismo, diminuir sensações dolorosas, estimulação cognitiva, socialização

TAA na Doença de Parkinson

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

O médico veterinário é o profissional responsável pela atualização das vacinas e acompanhamento da saúde do animal

O animal não é uma “simples ferramenta de trabalho”

Dono/tutor deve ficar atento às necessidades fisiológicas do animal, estresse e cansaço

O profissional da saúde é o responsável técnico pelo paciente É quem fará o diagnóstico das limitações e prescreve a terapia

Decidirá qual será a atividade realizada junto ao animal

(Dotti, 2005)

Observações Importantes

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Exercícios desenvolvidos:

Escovas, bolinhas, arremesso, “passa petisco”, enfeitar os cães (colagem, presilhas), túnel de bastão e bambolê

MMSS, habilidades manuais, coordenação fina

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Fortalecimento ombro (isometria) preensão manual, fortalecimento de tronco e

postural, equilíbrio

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Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Colete Funcional * Criação do Projeto Amigo Bicho

MMSS, habilidades manuais, coordenação fina

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Com ou sem uso da visão

Estimulação motora, tátil e cognitiva (diferentes tamanhos, pelagens, enfeites, características físicas dos cães)

Estimulação Sensorial e Cognitiva

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Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

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2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

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Fortalecimento e alongamento de MMII

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2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

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Treino de Marcha

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3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

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Estimulação cognitiva, Socialização, Treino escrita

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4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

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Avaliação - Auto percepção

Análise de dados – publicação Avaliação pré e pós intervenção Não há questionário validado Anular o olhar do profissional Estimular o olhar dos pacientes Pacientes: auto-avaliação

Tremor, lentidão, rigidez, equilíbrio, dor, estado emocional

100% percebeu melhora em pelo menos 1 item!

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2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

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Auto percepção – Relatos

“É muito bom. Me faz bem.

Percebo melhora e diminuem os tremores.”

Dorival Alves Cordeiro

“Melhora tudo!”

Roniomar Bandil

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2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

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Auto percepção – Relatos

“Quando eu participo da terapia parece que eu vou para outro mundo, um mundo maravilhoso. Os sintomas desaparecem e eu esqueço da doença. É mágico.”

Rosalina Gavlaki

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Tecnologias Assistivas

Áreas de aplicação (COFFITO, 2015) :

1. auxílio para vida diária e vida prática;

2. na comunicação aumentativa e alternativa;

3. nos recursos de acessibilidade ao computador;

4. na adequação postural;

5. no auxílio de mobilidade;

6. no sistema de controle de ambiente;

7. em projetos arquitetônicos para acessibilidade;

8. em recursos para cegos ou para pessoas com baixa visão ou para surdos ou pessoas com déficits auditivos;

9. em órteses e próteses;

10. nas adaptações para veículos. ***

Referências

Amigo bicho. Disponível em: www.projetoamigobicho.com

Animallis– terapia assistida por animais. Disponível em: www.animallis-taa.com DOTTI, J.Terapia & Animais. São Paulo: Noética, 2005. 294p.

Guideline - Parkinson’s Disease Society (Parkinson’s UK) e College of Occupational Therapists Specialist Section – Neurological Practice DATA Guidelines for OT in PD by Sturkenboom et al. 2008 [2011 English translation].

INATAA- Instituto Nacional de Ações e Terapia Assistida por Animais. Disponível em: www.inataa.org.br http://news.change.org/stories/back-to-school-better-reading-goes-to-the-dogs

Monteiro et al. –O uso da Terapia Assistida por animais como ferramenta para reabilitação cognitiva na doença de Alzheimer:um estudo de caso Morales L.J. Visita terapéutica de mascotas em hospitales.Revista Chilena Infectología, v.22, n.3, p.257-263, 2005.

Patas Therapeutas. Disponível em: http://patastherapeutas.org

Pereira et al., Os benefícios da Terapia Assistida por Animais:uma revisão bibliográfica. Saúde Coletiva, vol. 4, núm. 14, abril-maio, 2007, pp. 62-66, Review & opinion by Jansa & Aragon 2015, Parkinson’s Disease.

SAN JOAQUÍN, M.P.Z. Terapia asistida por animales de compañía. Bienestar para el ser humano. Temas de Hoy, p.143-149, 2002.

Systematic Review by Foster et al. 2014, AJOT.

Sue Berger, Ph.D., O.T.R/L., B.C.G., F.A.O.T.A., of Boston University College of Health and Rehabilitation Sciences: Sargent College and Linda TickleDegnen, Ph.D., O.T.R/L., F.A.O.T.A., of Tufts University, presented this topic as a PD ExpertBriefi ng, which is available at

www.pdf.org/parkinsononline

Velloso, Marcelo, & Jardim, José Roberto. (2006). Funcionalidade do paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica e técnicas de conservação de energia. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 32(6), 580-586

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