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DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ

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Academic year: 2021

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COLÉGIO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA – CEI CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM

TURMA 09

DIAGNÓSTICO DE GRAVIDEZ

Profª Enf. Cíntia Maria Rodrigues

Especialista em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) - Unyleya Mestre em Fisiologia Humana – UFVJM Doutoranda em Enfermagem – EERP/USP

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É NORMAL AGUARDAR A

MENSTRUÇÃO POR MAIS DE UMA SEMANA?

• Não.

• Ciclos que atrasam por mais de 7 dias vale a pena investigar, pois pode ser alterações hormonais, alterações clínicas ou gravidez.

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COMO COMPREENDER E DIAGNOSTICAR GRAVIDEZ?

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(MS,

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Um enfermeiro deve estar capacitado para realizar o diagnóstico de gravidez. Para fazê-lo com qualidade deve dominar os sinais clínicos de gravidez, assim como as tecnologias disponíveis que possam auxiliar neste processo. A seguir mostraremos formas clínicas e técnicas para o

diagnóstico preciso de gravidez.

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Quando estiver diante de uma mulher em idade reprodutiva com amenorreia ou

atraso menstrual, suspeite da possibilidade de gravidez.

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(GOOGLE IMAGENS).8

SINAIS PRESUNTIVOS

Nazaré Tedesco procurou a enfermeira da UBS Sol, relatando

amenorreia, enjoo, desejo, aumento da mama e do abdome e sente a barriga mexer.

Você pode falar com certeza que está grávida?

Não temos garantias clínicas, apenas presumir a gravidez.

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9 ().

SINAIS PRESUNTIVOS

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10 ().

SINAIS PRESUNTIVOS

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11 ().

SINAIS PRESUNTIVOS

Há ainda outros sinais de gravidez.

Pode-se na inspeção entre a 6ª e 20ª semana de gestação observar as primeiras modificações genitais e extragenitais. Estes sinais tornam-se mais evidentes entre a 21ª e 40ª semana de gestação.

Entre os sinais extragenitais estão:

•Sinal de Halban: devido à ação hormonal ocorre a formação de lanugem e pelos na face;

Tumefação gengival: pode ocorrer sangramento, hiperemia e dor gengival.

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Acompanhe a seguir os principais sinais gestacionais (de probabilidade) observados no útero e na vagina, segundo Peixoto et. al (2004), Ziegel; Cranley (1985), Trajano; Souza (2011), Rezende; Montenegro (2003):

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

A temperatura basal é outro sinal clínico de suspeita de gestação.

A temperatura eleva-se persistentemente por mais de 16 dias, a partir do último dia de menstruação, e assemelha-se à segunda fase do ciclo menstrual.

Medida via oral ou retal para melhor análise da temperatura.

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Diagnóstico Laboratorial da Gravidez

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Diagnóstico Laboratorial da Gravidez

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Diagnóstico Laboratorial da Gravidez

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Diagnóstico Laboratorial da Gravidez

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Diagnóstico Laboratorial da Gravidez

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GRAVIDEZ DETECTADA

O QUE A ENFERMAGEM DEVE SABER

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA CIRCULATÓRIO Ocorre um aumento do volume sanguíneo, em média 50%

Edema de MMII em virtude do aumento da pressão venosa dos MMII e da compressão parcial da veia cava pelo aumento do volume uterino

Aumento da força de contração do coração em 50% para compensar a quantidade de sangue que agora circula

Hipercinesia cardíaca (referida pela paciente como batimentos fortes), decorrente do deslocamento do coração para cima por causa do aumento do volume uterino

Aumento da frequência cardíaca em torno de 10bpm

MODIFICAÇÕES NO ORGANISMO MATERNO

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O coração trabalha mais e bombeia maior quantidade de sangue para suprir as necessidades de O2 do feto e mãe.

Mulher cardiopata pode torna-se sintomática e começar a

descompensar durante o período de tempo que a volemia atinge o seu máximo (28° a 35° semanas)

Embora exista maior aumento do n. de hemácias, ocorre maior aumento do volume plasmático em virtude de fatores hormonais e da retenção de NA+ e H2O. O aumento do plasma excede o aumento da produção de hemácias, os valores normais de hemoglobina e hematócrito diminuem. Anemia fisiológica da gravidez.

ALTERAÇÕES NO SISTEMA CIRCULATÓRIO

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA DIGESTÓRIO

Diminuição do peristaltismo (ocasionada pelo efeito da progesterona sobre a musculatura lisa, causando relaxamento) O relaxamento da musculatura ocasiona retardo no esvaziamento gástrico e no trânsito intestinal

O retardo no esvaziamento gástrico poderá gerar náuseas e vômitos, tendo como consequência pirose por reflexo gastroesofágico

O retardo no trânsito intestinal poderá gerar constipação

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA DIGESTÓRIO

Diminuição do Peristaltismo Retardo

No esvaziamento gástrico gerando

No trânsito intestinal gerando

Constipação Náusea e vômito

Como consequência Pirose por refluxo

gastroesofágico

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ALTERAÇÕES NO APARELHO GENITAL

Aumento do comprimento do útero em 4 vezes e 1 quilo no peso Espessamento e alongamento da parede do útero

Amolecimento do colo (preparando-se para a dilatação no final da gravidez)

Mudança na coloração do colo por causa do aumento do fluxo sanguíneo

Aumento na vascularização e elasticidade da vagina, além da mudança de coloração: de rosada para violácea

Aumento da acidez vaginal (Ph entre 3,5 e 6,0) gerado por um

desenvolvimento maior de lactobacilos, aumentando a secreção fisiológica e não patológica

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA URINÁRIO

1. No Início da Gravidez

Grande aumento do fluxo sanguíneo dos rins (filtração de uma maior quantidade de sangue)

dilatação dos ureteres (por ação da Relaxamento e

progesterona) Poliúria

2. No Final da Gravidez

Aumento do tamanho do útero Pressão do útero sobre a bexiga Polaciúria

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA URINÁRIO

Grande aumento do fluxo

sanguíneo dos rins

No Início da Gravidez

Filtração de uma maior quantidade de sangue

Poliúria

Relaxamento e dilatação dos ureteres (progesterona)

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA URINÁRIO

Aumento do tamanho o útero

No Final da Gravidez

Pressão do útero sobre a bexiga

Polaciúria

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SISTEMA RESPIRATÓRIO

Ocorre um aumento da quantidade de ar movimentado em cada ciclo e um aumento da frequência respiratória em razão do consumo de ar pelo feto

Diminuição da expansão dos pulmões por causa da elevação do diafragma em função do útero aumentado, gerando fadiga e dispnéia.

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SISTEMA RESPIRATÓRIO

Dispnéia

Aumento do volume uterino Elevação do diafragma

Diminuição da expansão dos pulmões

Fadiga

Aumento da frequência

respiratória

Aumento da quantidade de ar

movimentado

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA TEGUMENTAR

Depósito de gordura nas mamas, nádegas e abdomen, causando o estiramento da pele (estrias)

Hiperpigmentação da pele: linha negra; cloasma (manchas castanhas no rosto), níveis de estrogênio, progesterona e hormônio estimulador de melanócitos (MSH).

Sudorese, espinhas e pêlos em excesso por causa da hiperatividade das glândulas sudoríparas, sebáceas e dos folículos pilosos, respectivamente.

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA TEGUMENTAR

Depósito de gorduras

Estiramento da pele

Estrias

Mamas

Abdomen

Nádegas

gerando A

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA TEGUMENTAR

Hipertrofia do córtex das glândulas supra-renais

Hiperpigmentação da pele

Linha Negra

B

Cloasma

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ALTERAÇÕES NO SISTEMA TEGUMENTAR

Hiperatividade

Glândulas Sudoríparas

C

Glândulas Sebáceas

Folículos Pilosos

Sudorese Acne Aumento de pêlos

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Aumento da produção de:

A) cortisol e aldosterona pelasupra-renal;

B) T3 e T4 pela hipertrofia datireóide;

C) insulina por causa do aumento das células de Langerhans no pâncreas

ALTERAÇÕES NO SISTEMA ENDÓCRINO

Aumento do peso da hipófise

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VER DATA

(DAVIS et al., 2015)

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

À palpação, aproximadamente na 18ª semana gestacional podemos constatar movimentação fetal e, a partir da 20ª semana, é possível apalpar segmentos fetais.

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(GOOGLE IMAGENS).35

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

Após a 20ª semana, na região do pescoço nota-se uma hipertrofia fisiológica da glândula tireoide com retorno ao estado normal nas primeiras semanas do puerpério;

Aumento do volume e da sensibilidade dolorosa das glândulas mamárias;

Surgimento dos tubérculos de Montgomery, agrupando-se ao redor da aréola primitiva.

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ALTERAÇÕES IMPORTANTES

GANHO DE PESO

A gestante aumenta consideravelmente seu peso, de 9 a 12 quilos.

MAMAS Têm sua sensibilidade aumentada

função da Aparecimento da rede venosa de Haller em

hipervascularização, resultando na dilatação venosa Hiperpigmentação e alargamento das aréolas

Hipertrofia das glândulas sebáceas das aréolas (com função de lubrificação), caracterizando os tubérculos de Montgomery

Ereção e aumento do tamanho dos mamilos, com possível presença de colostro em torno do 2º mês

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(GOOGLE IMAGENS).37

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

O aumento da vascularização do tecido subcutâneo da mama nos possibilita a visibilidade dos vasos venosos que se mostram entrelaçados em forma de malha denominada Rede de Haller e o

aparecimento da aréola secundária sinal de Hunter;

No segundo mês de gestação, em algumas mulheres, podemos visualizar colostro à expressão

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DIAGNÓSTICO CLÍNICO

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(DAVIS et al., 2015)

A hiperpigmentação também pode ser notada em algumas mulheres.

Quando aparece no rosto é denominada cloasma gravídico;

No centro do abdômen linha nigra;

Ao redor da aréola mamária aréola secundária ou sinal de Hunter.

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

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(DAVIS et al., 2015)

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(DAVIS et al., 2015)

O aumento da vascularização também acomete a região genital (sinais de probabilidade).

A mucosa vestibular torna-se arroxeada a que se dá o nome de sinal de Jacquemier ou de Chadwick;

Coloração arroxeada/vinhosa na mucosa vaginal denominada sinal de Kluge.

Alguns autores denominam os dois sinais como único nomeando como sinal de Jacquemier-Kluge

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

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ALTERAÇÕES IMPORTANTES

POSTURA E DEAMBULAÇÃO São alteradas em função da mudança do centro gravitacional para manter seu equilíbrio, por isso

ela desenvolve lordose e marcha anserina.

ESTADO EMOCIONAL

Labilidade emocional perante as mudanças físicas, hormonais e psicológicas que ocorrem

Alteração na imagem corporal: aceitação ou não Ansiedade frente as modificações fisiológicas

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A placenta caracteriza uma fundamental estrutura para o feto pelas funções que exerce:

1. Permitir as trocas entre mãe e o feto 2. Liberação de hormônios

A formação completa leva de 8 a 12 semanas.

Três dias após a nidação o sangue começa a fluir

FORMAÇÃO DA PLACENTA

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Face materna- fica em contato com o útero

Face fetal- fica em contato com o líquido amniótico e com o feto Artérias umbilicais- transportam o sangue que vai para o feto Veias umbilicais- transportam o sangue que sai do feto

vilosidades- estruturas permeáveis

Cordão umbilical- possui 60 cm de comprimento (representa o canal de ligação entre o feto e a mãe; é formado por duas artérias e uma veia).

Líquido Amniótico- é formado por células e secreções provenientes do feto; por meio de sua análise é possível avaliar a maturidade do feto.

As substâncias nutritivas, além do oxigênio passam da mãe para o feto por difusão. O sangue da mãe e do feto não se misturam.

CARACTERÍSTICAS DA PLACENTA

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PLACENTA

HORMÔNIOS LIBERADOS PELA PLACENTA Gonodotrofina Coriônica (HCG)

É uma glicoproteína que começa a ser liberada pelas células

trofobláticas Função:

Impedir a involução do corpo lúteo, ou em outra linguagem, manutenção do corpo lúteo

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PLACENTA

HORMÔNIOS LIBERADOS PELA PLACENTA Lactogênio Placentário Humano

Começa a ser secretado na quinta semana de gestação, aumentando ao longo da gravidez

Funções:

semelhante à da prolactina:

intumescência mamária

produção de leite

aumento da secreção de estrogênio e progesterona

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PLACENTA

HORMÔNIOS LIBERADOS PELA PLACENTA Estrogênio

É produzido em pequena

quantidade no início da gestação, aumentando em até trezentas vezes no final

Funções:

aumento do volume uterino

aumento do volume das mamas

crescimento dos órgãos genitais externos

relaxamento dos ligamentos

pélvicos, facilitando a passagem do feto através do canal de parto.

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PLACENTA

HORMÔNIOS LIBERADOS PELA PLACENTA Progesterona

É produzida em grande quantidade no início da gestação e em baixíssima no final

Funções:

redução da contratilidade uterina

contribuição para o desenvolvido do ovo, aumentando a secreção da tuba

auxílio no preparo das mamas para a lactação

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QUAIS AS CONDUTAS DE ENFERMAGEM?

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NÁUSEAS E VÔMITOS Fracionar a dieta

Evitar frituras, gorduras, alimentos com odores fortes e desagradáveis e líquidos durante as refeições

Ingerir alimentos sólidos pela manhã, antes de se levantar, como biscoito água e sal e torradas (carboidratos secos)

Evitar líquidos mornos (preferência por extremos: chá quente ou gelado, leite quente ou gelado)

CONDUTAS DE ENFERMAGEM DIANTE DAS

QUEIXAS MAIS COMUNS NA GESTAÇÃO

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PIROSE/azia

Evitar frituras, fumo, café, chá preto, mate, doces e álcool Fracionar a dieta

DOR ABDOMINAL E LOMBALGIAS

Orientar repouso relativo Massagem suave

Corrigir postura

Incentivar uso de sapatos baixos e confortáveis

CONDUTAS DE ENFERMAGEM DIANTE DAS

QUEIXAS MAIS COMUNS NA GESTAÇÃO

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EDEMA

Orientar repouso em decúbito lateral esquerdo ou com MMII elevados

VARIZES

Evitar ficar em pé por tempo prolongado

Repouso com elevação dos MMII com auxílio de almofadas Uso de meias elásticas

CONDUTAS DE ENFERMAGEM DIANTE DAS

QUEIXAS MAIS COMUNS NA GESTAÇÃO

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HEMORRÓIDAS

Evitar o uso de papel higiênico áspero após a evacuação. Se possível, lavar a região perianal com água e sabão

Evitar a constipação por meio de dietas ricas em fibras

AUMENTO DO FLUXO VAGINAL

Explicar à gestante que o aumento do fluxo vaginal é comum na gestação (evitar uso de cremes vaginais, afastada a possibilidade de patologia)

Realizar higiene íntima adequadamente.

CONDUTAS DE ENFERMAGEM DIANTE DAS

QUEIXAS MAIS COMUNS NA GESTAÇÃO

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FLATULÊNCIA

Evitar a ingestão de alimentos flatulentos como: feijão, milho, repolho, ovo, couve, doces

Mastigar bem os alimentos

Aumentar a ingestão de líquidos

CONSTIPAÇÃO

Ingerir alimentos ricos em fibras insolúveis como: mamão, beterraba, etc.

Estimular a ingestão hídrica para que as fibras possam causar o efeito desejado: estimular o peristaltismo

Estimular caminhadas diárias

CONDUTAS DE ENFERMAGEM DIANTE DAS

QUEIXAS MAIS COMUNS NA GESTAÇÃO

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• QUEIXAS URINÁRIAS (POLIÚRIA E POLACIÚRIA)

• Afastar a possibilidade de ITU no caso da polaciúria

Explicar a causa das alterações tanto no início quanto no final da

gestação

Evitar o uso de roupas apertadas

CONDUTAS DE ENFERMAGEM DIANTE DAS

QUEIXAS MAIS COMUNS NA GESTAÇÃO

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OBRIGADA!

Referências

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