I
Appendix
Appendix I
–
Different Learning approaches ... II
Appendix II -
Mentes Empreendedoras’ intervention model
... II
Appendix III - Framework: Tests applied to assess critical thinking and motivation ... III
Appendix IV -
Direcção Geral da Educação (DGE’s) authorization to collect data in
public schools in Portugal ... VI
Appendix V - The Portuguese Educational System ... VII
Appendix VI
–
Matching process ... VIII
VI.I - Matching methods ... VIII
VI.II - Summary of the results of the matching methods analyzed: ... VIII
II
Appendix I
–
Different Learning approaches
Differences between educational learning approaches that promote deep learning (such
as inquiry-based approaches) and traditional practices, according to Sawyer (2006)
In: (Friesen and Scott 2013)
Appendix II - M
entes Empreendedoras’ intervention model
Learning knowledge deeply
(Findings from cognitive science)
Traditional practices
(Instructionism)
Deep learning requires that learners relate new ideas and concepts to previous knowledge and experience
Learners treat course material as unrelated to what they already know.
Deep learning requires that learners integrate their knowledge into interrelated conceptual systems
Learners treat course material as disconnected bits of knowledge Deep learning requires that learners look for
patterns and underlying principles
Learners memorize facts and carry out procedures without understanding how or why
Deep learning requires that learners evaluate new ideas and relate them to conclusions
Learners have difficulty in making sense of new ideas that are different from what they encountered in the textbook
Deep learning requires that learners understand the process of dialogue through which knowledge is created and can examine the logic of an argument critically
Learners treat facts and procedures as static knowledge, handed down from an all-knowing authority
Deep learning requires that learners reflect on their own understanding and their own process of learning
III
Appendix III - Framework: Tests applied to assess critical thinking
and motivation
Inquérito no âmbito da tese de Mestrado da Nova SBE/UNL Projecto Mentes Empreendedoras
Inquérito: _________________
Responde às próximas questões com honestidade. Lembra-te, não existem respostas certas ou erradas. O questionário tem duas partes diferentes: a primeira é para descobrir a tua motivação em relação à escola e ao trabalho de projectos. A segunda parte testa o teu pensamento crítico.
Tens 60 minutos para completar o teste. Lê as instruções com atenção.
Alguma questão?
Se está pronto, podes começar o questionário!
Parte 1: Atitude em relação à escola e trabalhos
O primeiro questionário analisa a tua atitude e motivação em relação a trabalhar na escola através de projectos. Para cada uma das próximas afirmações indica quão verdadeira a frase é para ti usando a escala de 1 a 7 onde:
1 2 3 4 5 6 7
Nada Um bocadinho Extremamente verdade verdade verdade
Não te esqueças: Não há respostas certas ou erradas e lembra-te que só podes fazer uma cruz em cada afirmação!
Género: Feminino Masculino Outro
Idade: 14 – 16 17 – 19 20 - 22
Já alguma vez reprovaste de ano? Sim Não Se sim, quantas vezes? ___________
Pertences ao SAS (Serviço Acção Social)? Sim Não Que notas tiveste nos exames do 9º ano?
Matemática – nota: _________ Português – nota: ____________
IV
Afirmações D 1 2 3 4 5 6 7
Não me senti nada nervoso enquanto estive a fazer projec tos da escola.
Afirmações A 1 2 3 4 5 6 7
Depois de realizar alguns projectos e trabalhos durante algum tempo, senti‐
me bastante competente.
Estou satisfeito com o que aprendi a fazer projectos na escola.
Sou muito competente nos projectos das disciplinas. Não consegui realizar muito bem os projectos onde participei.
Afirmações C 1 2 3 4 5 6 7
Eu gosto muito de aprender a fazer projectos.
Realizar projectos sozinho ou em grupo não cativa a minha atenção
Eu descreveria os projectos de grupo ou individuais como muito interessantes
Eu acho que trabalhar em projectos é bastante agradável (divertido)
Enquanto faço projectos penso como gosto de fazer actividades destas na escola.
Acho que sou bastante bom em projectos.
Acho que realizo bastante bem os projectos em comparação com outros colegas.
Afirmações B 1 2 3 4 5 6 7
Desenvolvi muito esforço para projectos da escola.
Não me esforcei muito para realizar bem os projectos.
Esforcei‐me muito nos projectos da escola.
Era importante para mim realizar bem os projectos. Não investi muita energia nos projectos da escola. Fazer projectos na escola é muito divertido.
V
Senti‐me muito tenso enquanto realizei projectos da
escola.
Senti muita pressão para realizar os meus projectos.
Afirmações E 1 2 3 4 5 6 7
Acho que os projectos podem ter algum valor para mim.
Teria vontade de fazer mais
projectos porque têm valor para mim.
Acho que participar em projectos pode ser benéfico para mim
Acho que projectos são importantes.
Estive muito relaxado enquanto fiz projectos
Estive muito ansioso enquanto trabalhei em projectos.
Parte 2: Testa o teu pensamento crítico
O próximo teste demora 40 minutos: 10 minutos para leres o texto e 30 minutos para escreveres a tua resposta. Lê as instruções com atenção:
Lê a carta para o editor do jornal Diário Lisboa. Tem em atenção cada um dos parágrafos e o argumento geral da carta. De seguida, escreve uma carta ao editor em resposta à que acabaste de ler. Para cada parágrafo da carta que vais ler, escreve um parágrafo como resposta onde deves explicar se achas que o argumento e o pensamento do parágrafo é bom ou mau. Além disso, deves escrever um parágrafo de conclusão acerca do teu argumento geral. Defende as tuas opiniões e julgamentos com argumentos lógicos e sólidos.
A tua resposta deverá ter 9 parágrafos numerados. Os parágrafos 1 ao 8 devem ter os teus argumentos e reacções em relação aos 8 primeiros parágrafos da carta que leste. O teu parágrafo número 9 deverá conter a tua avaliação da carta que leste, sendo que deverá ser a tua conclusão com o argumento geral. Todos os parágrafos deverão reflectir o teu racíocínio e ponto de vista.
Utiliza os primeiros 10 minutos para ler a carta e pensar sobre ela. De seguida, escreve a tua resposta em 30 minutos. O tempo máximo para a realização do teste são 40 minutos.
Não te esqueças de explicar o teu raciocínio em cada um dos parágrafos. Por favor escreve de forma clara. NÃO TE ESQUEÇAS: Escreve nove parágrafos e numera-os. Não te esqueças de explicar o teu raciocínio.
VI
Appendix IV -
Direcção Geral da Educação (DGE’s) authorization to
collect data in public schools in Portugal
Autorização da Direcção Geral de Educação
Monitorização de Inquéritos em Meio Escolar
Inquérito: Pensamento Crítico e Motivação dos alunos
Nº do Inquérito: 0517300001
Exmo.(a) Senhor(a) Ana Catarina Neves
Venho por este meio informar que o pedido de realização de inquérito em meio escolar é autorizado uma vez que, submetido a análise, cumpre os requisitos, devendo atender-se às observações aduzidas.
Com os melhores cumprimentos José Vítor Pedroso Diretor-Geral DGE
Observações:
a) A realização dos Inquéritos fica sujeita a autorização das Direções dos Agrupamentos de Escolas do ensino público a contactar para a realização do estudo. Merece especial atenção o modo, o momento e condições de aplicação dos instrumentos de recolha de dados em meio escolar, porque muito onerosos, devendo fazer-se em estreita articulação com a Direção do Agrupamento.
b) Deve considerar-se o disposto na Lei nº 67/98 em matéria de garantia de anonimato dos sujeitos, - não identificar ou tornar identificável - confidencialidade, proteção e segurança dos dados, sendo necessário solicitar o consentimento informado e esclarecido do titular dos dados. No caso presente de inquirição de alunos menores (menos de 18 anos) este deverá ser atestado pelos seus representantes legais. As autorizações assinadas pelos Encarregados de Educação devem ficar em poder da Escola/Agrupamento ao qual pertencem os alunos. Não deve haver cruzamento ou associação de dados entre os que são recolhidos pelos instrumentos de inquirição e os constantes das declarações de consentimento informado.
c) Informa-se ainda que a DGE não é competente para autorizar a realização de estudos/aplicação de inquéritos ou outros instrumentos em estabelecimentos de ensino privados e para realizar intervenções educativas/desenvolvimento de projetos e
atividades/programas de intervenção/formação em meio escolar e junto de alunos em contexto de sala de aula, dado ser competência da Escola/Agrupamento.
VII
Appendix V - The Portuguese Educational System
The Portuguese Educational system comprises 12 years of compulsory education. The first nine years are called Basic Education (Ensino Básico) and are divided between first, second and third cycles. Except in the case of the third cycle, there is only one main educational track for all students. In the third cycle, there is the regular track, the vocational track and also a professional track called CEF (Cursos de Educação e Formação). The vocational track is designed to “privileged the acquisition of knowledge in core disciplines, such as Portuguese, Math and
English, but also to allow the first contact with different vocational activities”1. It is assigned and
recommended to students in the third cycle of education, with over 13 years old and who have failed more than once in school.
The last three years of compulsory education in Portugal are called Secondary School (Ensino Secundário) and comprise2: professional, vocational, regular, artistic, and recurrent students. The
regular track is called Cursos Científicos-Humanísticos and offers a range of specializations to students. This track is designed to prepare students to proceed to higher education. The vocational track in secondary school includes an educational curriculum in close ties with businesses, in order to guarantee a professional and practical education. Professional track has a similar objective, and comprises a full range of courses in different areas available for students. The remaining tracks exist for specific cases such as artistic education or cases of students who have failed multiple times. There is also tracks for adults which are intentionally left out of this description, due to lack of relevance for the present study’s understanding of the educational
system.
1 Translation done by the author of the present study. Original quoted from the website of Direcção Geral
dos Estabelecimentos Escolares. In: http://www.dgeste.mec.pt/index.php/2014/06/cursos-vocacionais/
2 Information available in the website of Direcção Geral da Educação. In:
VIII
Appendix VI
–
Matching process
VI.I - Matching methods
Summary of the matching methods:
VI.II - Summary of the results of the matching methods analyzed:
1.
Nearest Neighbor Matching caliper 0.25
–
without assessing the region of
common support
Pros Cons Pros Cons Pros Cons
* If the sample is large enough, and there is a significant region of common support, it will yield very good matching pairs; *Discards poorly matched individuals, minimizing the variance of the treatment effect estimate.
*It requires a balanced sample or at least a significantly large sample, in order to guarantee a reasonable amount of paired individuals.
* Performs well when the prevalence of treatment is high; * Uses the entire sample; * Optimal in minimizing the average of distances.
*It can generate poorly balanced samples, generating poorly matched groups. *Uses the entire sample; *Uses the estimated propensity scores as distance measure.
*Might include a high proportion of poorly matched pairs, resulting in increased bias in the estimation of the treatment effect; *Without replacement, it requires a larger prevalence of control cases vs treatment cases. Exact matching constructs the control
cases for each treatment case, using control individuals with identical values on the covariates. It's usually associated with pair matching (1:1)
Exact Matching Full Matching Nearest Neighbor Matching
NNM constructs the
counterfactual using the control cases that are closest to the treatment cases on a unidimensional measure, constructed from the estimated propensity scores.
Full matching is a form of subclassification, and involves the formation of strata consisting of either one treated subject and at least one control or one control subject, and at least one treated case. It uses the entire sample and selects the subclasses automatically.
Control Treated
All 40 73
Matched 33 33
Unmatched 7 40
Discarded 0 0
Summary of balance for matched data:
IX 2.
Subclassificaton method
3.
Full Matching
Summary of balance for matched data:
Means Treated Means Control Mean Diff eQQ Med eQQ M ean eQQ Max
distance 0.7085 0.6027 0.1058 0.0689 0.1 160 0.3086
mydata2$T 0.4110 0.2021 0.2089 0.0000 0.1 808 1.0000
mydata2$S 0.4795 0.6644 -0.1849 0.0000 0.1 728 1.0000
mydata2$A 17.1096 16.1594 0.9502 1.0000 0.9 202 2.0000
mydata2$F 0.5342 0.2306 0.3037 0.0000 0.2 976 1.0000
mydata2$SA 0.2952 0.6731 -0.3779 0.0000 0.3 488 1.0000
mydata2$P 2.9584 2.9450 0.0134 0.0000 0.4 122 1.0000
mydata2$M 2.8102 2.8275 -0.0173 0.2130 0.4 708 2.0000
X
mydata2$isMissing0 0.9178 0.9406 -0.0228 0.0000 0.0 276 1.0000
mydata2$isMissing1 0.0822 0.0594 0.0228 0.0000 0.0 276 1.0000
VI.III - Summary of the results for all data, of the matching method used.
Nearest Neighbor Matching with caliper 0.25 and discarded individuals
Summary of balance for all data
Summary of balance for all data:
Means Treated Means Control SD Control Mean Diff eQ Q Med eQQ Mean eQQ Max
distance 0.7085 0.5320 0.1044 0.1765 0 .1691 0.1704 0.3959
mydata2$T 0.4110 0.5000 0.5064 -0.0890 0 .0000 0.1000 1.0000
mydata2$S 0.4795 0.3750 0.4903 0.1045 0 .0000 0.1000 1.0000
mydata2$A 17.1096 17.2288 1.0244 -0.1192 0 .0000 0.4212 1.0000
mydata2$F 0.5342 0.4000 0.4961 0.1342 0 .0000 0.1250 1.0000
mydata2$SA 0.2952 0.2388 0.4197 0.0565 0 .0000 0.0431 0.7248
mydata2$P 2.9584 3.0498 0.6385 -0.0914 0 .0000 0.2505 1.0000
mydata2$M 2.8102 2.7447 0.8978 0.0656 0 .0000 0.2053 1.0000
mydata2$ME 0.2603 0.0042 0.0268 0.2560 0 .0000 0.2458 1.0000
mydata2$isMissing0 0.9178 0.9000 0.3038 0.0178 0 .0000 0.0000 0.0000