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Dr. Guilherme Galante Heuser

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Academic year: 2021

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Dr. Guilherme Galante Heuser Medico Radiologista MEC / CBR

Diretor técnico – IMED Radiologia e CDI Unimed Noroeste RS Mestre em Atenção Integral a Saúde – UNIJUí – Unicruz

(2)

Não há conflito de interesses

nesta apresentação.

(3)

 Histerossalpingografia

Cromotubagem

 Ecografia

Histerossalpingografia Virtual

(4)

 Fusão da HSG com a TCMD

Histerossalpingografia Virtual (HSV).

(5)

Imagem do útero e tubas uterinas obtidas por TCMD.  Grande resolução espacial e temporal

Capacidade de pós-processamento, o que dispensa o

pinçamento e tração do colo uterino.

 MIP, Volume Rendering, 3D e navegação virtual.  Exame rápido, ambulatorial e com menos

desconforto se comparado ao método tradicional.

(6)

 Exame realizado entre o 7°e 10° dias do ciclo

menstrual.

 Abstenção sexual desde a última

menstruação até o dia do exame.

BHC coletado após o início da abstenção

sexual.

 Ecografia transvaginal.

(7)

 Assepsia perineal.  Exame especular.

 Assepsia do colo uterino.

 Canulação do orifício externo com cateter de

histerossalpingografia balonado.

 Injeção de 20 ml de solução iodada instilados

sob baixa pressão.

 Obtenção dos cortes tomográficos.

(8)

Menos pressão,

menos dor!

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Avaliação de infertilidade.  Dor pélvica.

 Ciclos menstruais irregulares (estenose cervical,

pólipo, adenomiose, miomas uterinos).

 Anomalias congênitas e / ou variações

anatômicas.

 Pacientes antes ou após a cirurgia tubária.

Passado de abortamento provocado – sequelas

uterinas morfolóficas.

(17)

 Cavidade uterina pós-operatória.

 Pré tratamento de reprodução assistida.

 Miomas uterinos – repercussão endometrial.  Follow-up de procedimentos de esterilização.  Sequelas de gravidez ectópica - 27%

 Endométrio espessado ou irregular.

(18)

 Idênticas ao método tradicional;  Gestação;

 Infecção pélvica ativa.

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 Exame mais “fisiológico” – Não traciona o

colo uterino e a injeção não ocorre sob pressão elevada.

 Baixo risco de complicações quando

comparado com método tradicional.

 Dose de radiação menor ou equivalente.

 Apenas uma reação vaso-vagal foi observada.  desconforto e dor das pacientes.

(20)

426 exames realizados entre maio de 2015 e

(21)

Característica N426 Média Mínima Máxima Idade (anos) 32,27 20 45 Peso (Kg) 67,51 35 120 Altura (m) 1,656 1,31 1,8 IMC (Kg/m²) 24,83 15,98 40,63 Menarca (anos) 12,73 9 18

Tempo tentando gestar (meses) 26,59 1 240

Uso de ACO (anos) 9,43 0,25 30

Tempo de cessação do anticoncepcional (meses) 32,69 0 276

(22)

Amostra N426 Sim Não

Já gestou 118 (27,7%) 308 (72,3%) Ciclo regular 277 (65%) 149 (35%) Uso de método anticoncepcional 406 (95,3%) 20 (4,7%) Uso de gel ou lubrificantes íntimos 52 (12,2%) 374 (87,8%) Já realizou exames investigativos para infertilidade 147 (34,5%) 279 (65,5%) Já usou método auxiliar para gestar 90 (21,1%) 336 (78,9%) Patologias que interfiram na capacidade gestacional 64 (15%) 362 (85%) Cirurgia abdominal ou pélvica prévia 122 (28,6%) 304 (71,4%) Corrimento 69 (16,2%) 357 (83,8%) Endometriose sabida 25 (5,8%) 401 (94,1%) SOP sabida 84 (19,7%) 342 (80,3%)

DST 22 (5,1%) 404 (94,8%)

(23)

248 pacientes (58,2%) - nenhum desconforto

durante o exame.

 178 pacientes (41,8%) - desconforto ou dor  escala de zero a 10 - média de 2.6

 A queixa mais comum foi cólica do tipo

menstrual.

Foi observada apenas uma reação

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 As pacientes com algum grau de obstrução

tubária atribuíram notas mais altas para a dor que as demais pacientes.

(25)

 Pacientes apresentaram alterações da cavidade

uterina, sendo sinéquias e malformações mullerianas as mais comuns.

 A dose média de radiação emitida foi de 4,83

mSv, incluindo exames que precisaram ser repetidos.

 Dose média HSG – (intensificador) 5,00 mSV.  Sem radiação para o Staff.

(26)

 Imagem do útero e tubas uterinas obtidas por RM.  Avaliação de múltiplas causas de infertilidade – One

Stop Shop

 Dispensa o pinçamento e tração do colo uterino.  Exame com menos desconforto se comparado ao

(27)

 Alterações morfológicas uterinas congênitas

ou adquiridas

 Ovários de padrão policístico

 Endometriose ovariana ou profunda  Perviedade tubária

(28)

Ponderação Plano FOV (cm) Matriz (cm) Espessura de corte (mm) T1 Axial 30 x 30 288 x 192 6 T2 Axial 30 x 30 320 x 192 6 T2 Coronal 28 x 28 320 x 224 4 T2 Sagital 28 x 28 320 x 224 4 T1 FS Axial 30 x 30 288 x 192 6 T1 FS Coronal 30 x 30 288 x 192 5 Difusão Axial 30 x 30 128 x 96 6 T1 Volumétrico 33 x 33 288 x 192 5,4 Perfusão* Axial 30 x 30 288 x 192 4 T1** Axial 33 x 33 288 x 192 5 T1** Sagital 30 x 30 288 x 192 5,4

(29)

Característica (N =30) Média (DP) Cor branca 30 Idade(anos) 32,01 (4,23) Peso (kg) 71,76 (16,68) Altura (m) 1,63 (0,065) IMC (Kg/m²) 26,66 (5,29) Menarca (anos) 12,73 (1,38)

Uso de ACO (anos) 10,69 (5,61)

Interrupção de anticoncepção (meses) 20,76 (14,44)

Tentando gestar há (meses) 21,64 (14,12)

(30)

Amostra N30 Sim (%) Não (%)

Já gestou 10 (33,3) 20 (66,6)

Ciclo regular 17 (56,6) 13 (43,3)

Uso de método anticoncepcional 30 (100) 0 (0)

Uso de gel ou lubrificantes íntimos 6 (20) 24 (80)

Já realizou exames investigativos para infertilidade 9 (30) 21 (70)

Já usou método auxiliar para gestar 9 (30) 21 (70)

Patologias que interfiram na capacidade gestacional 1 (3,3) 29 (96,6)

Cirurgia abdominal ou pélvica prévia 12 (40) 18 (60)

Corrimento 5 ( 16,6) 25 (83,3)

Endometriose sabida 1 (3,3) 29 (96,6)

SOP sabida 9 (30) 21 (70)

DST 2 (6,66) 28 (93,3)

(31)

 05 exames (16,66%) sem nenhuma alteração

observada por ambos avaliadores

 02 pacientes classificadas como incompetência

istmo-cervical em ambos os métodos por ambos avaliadores

 19 pacientes com alterações em ambos os

(32)

Concordância entre avaliadores em 23 exames

(76,67%)

4 pacientes com obstrução tubária em ambos os

exames

 19 pacientes com tubas pérvias em ambos os exames

 Indice Kappa: 0,792  p<0,0001

(33)
(34)
(35)

 17 pacientes com alteração da cavidade uterina  13 congênitas na TC e 9 congênitas na RM

 01 paciente apresentou sinéquias demonstrada

por ambos os métodos

 06 pacientes apresentavam miomas uterinos,

(36)
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(39)
(40)
(41)
(42)
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(44)

 Alterações ovarianas em 15 pacientes  15 detectadas pela RM

(45)
(46)
(47)

 09 pacientes apresentavam endometriose

ovariana

 02 pacientes apresentavam endometriose

(48)
(49)

Variável Kappa Valor de p

Perviedade tubária 0,792 <0,0001

Alterações Cervicais O,565 <0,0001

Alterações da cavidade uterina 0,500 <0,0001

Alterações do canal cervical 0,383 <0,0001

(50)

 Dor foi relatada por 09 (30%) pacientes.  Tipo cólica

(51)

 Demonstramos a possibilidade de avaliação de

perviedade tubária por ressonância magnética

 Índice Kappa foi elevado

 Forte significância estatística

 Sem relatos na literatura até o presente

(52)

 Reduz a angustiante espera por respostas etiológicas  Pode reduzir os gastos financeiros

 Eliminação da emissão de radiação ionizante

(53)

 Baixo número de pacientes

 Não houve medida de desfecho -> gestação  Ausência de correlação cirúrgica

(54)

 UTERO: posição, morfologia

 CAVIDADE ENDOMETRIAL: se há alteração

de sua forma ou defeitos de enchimento pelo meio de contraste

 TUBAS UTERINAS: alterações de sua

topografia, se pérveas ou não

(55)
(56)
(57)

Referências

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