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fundador : J. E. DE MACEDO SOARES

lOO Réis

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Praça Tiradentes N." 77

Rio de Janeiro, Quinta-feira, 13 de Dezembro de 1934

Anno VII — Numero 1.960

Q C3

Polvo.

a a

OS

"TRUCS"

EMPREGADOS PELA LIGHT

PARA UM FUTURO AVANÇO NA BOLSA

DO

Mas os Consumidores Prejudicados Irão a Juizo

Pleitear o Cumprimento das Cláusulas Contratuaes

mm

stá em Crise a

msSía Autonomista

Começou

o

Barulho Por Causa âe JJm dos Logares no

Senaâo

Mas, o Sr. Pedro Ernesto Acalmara o Pessoal, Usando do Seu Velho

Ar-gumento : Os Favores dpá Cofres Públicos

O Partido

Autonomista

Aspecto de uma das installações de telepliones automáticos da Light

Não têm por certo escapado áciai a entrega das cuecas e ca maioria da nossa população, que

é victima dos péssimos serviços da Light and Power, os "trucs" e manhas postos cm pratica pe-lo poderoso Polvo Canadense, para dar a idéa de que a extin-; cção da quota-ouro trouxe a desorganização e a defficiencia dos seus fornecimentos.

Logo que os maioraes da ara-puca da rua Larga descobrem que os infelizes consumidores estão um pouquinho mais foi-gados, surge a idéa de um me-lhoramento qualquer — melho-ramento que o próprio contrato prevê, mas que a Companhia só cumpre em troca de novos gol-pes na economia popular.

E, para dar a impressão de que o melhoramento é mesmo indispensável, todos os serviços peoram de uma hora para ou-tra, afim de que o publico des-esperado de soffrer, submetta as algibeiras á sangria, desde que se veja livre do tormento em que vive.

De ha tempos a esta parte, isto é, desde que o grande mi-nistro José Américo arrancou á Light os lucros illicitos da quo-ta-ouro, não ha em toda a cida-de um só telephone que fim-ccione regularmente.

Ora é a telephonista que de-mora por excesso de serviço, ora é o ruido que não vem, ora é o cidadão discando para o alfaia-te e falando com a quitanda — e, no fim do dia, uma popula-ção de semi-loucos, de negócios prejudicados, de idylios pertur-bacios pelos cortes de ligação... e, até, de gente que morre por-que o telephone não funccionou na hora de chamar o medico.

Isso, porém, para os tenebro-sos ganhadores da rua Larga, não representa coisa alguma.

A Light tem remédio para tudo.

O seu Departamento Legal, onde os direitos do povo são vendidos a retalho pela fina flor da nossa advocacia adminis-trativa, resolve os casos mais complicados com uma facilida-de facilida-de pasmar.

Até mesmo quando um bonde amputa summariamente as per-nas ou os braços de algum tran-seunte, o Departamento com-narece, avalia os membros tru-cidados em cem ou duzentos mil réis e ainda envia uma coroa pat*a o enterro da victima.

Actualmente anda uma doba-douwa dos diabos no Departa-mento Legal.

O "espirituoso" major Mac Crimmon não teve mãos a me-dir para fechar negócios com os próceres autonomistas cujo pro-gramma tem como ponto

essen-misas do povo á burra da Light. Por isso mesmo, os telephones vão cada vez pcores. Para me-lhorar |s serviços, estudam-se planos a que não ficam estra-nhos o cirurgião Baptista e a sua grey. Desses planos, o prin-cipal é rfi augmento, mascarado pela necessidade de completar os serviços pneumaticos que já deviam estar promptos em vir-tude do próprio contrato.

Mas o povo, que já esgotou sua capacidade de soffrimento, vae organizar-se em uma Asso-ciação de Piesistencia, para piei-tear em Juizo o que de direito lhe assiste — isto é, para ver se salva ao menos -a pelle, das garras de quem já lhe carregou toda a roupa.

está em crise. Os cardeaes

daqiu:i> agrupamento

par-tidario

brigam,

por

«in-quanto, dentro de casa, eni

tomo dos sens candidatou

ao Si-n.ido.

O sr. Cezario de Mello é

um dos nomes em torno do

qual não haverá mais

dis-cussões. O velho pagé de

Campo Grande recebe,

as-sim, o justo premio rle sua

convei*são ás hostes

revo

lucionarias, obra do famoso

espirito" tantas vezes in

vocado em beneficio da

re-generação de certos

carco-midos,

indispensáveis

aos

trabalhos

de

malabarismo

dos cabos eleitoraes do sr.

Pedro Ernesto. O baptismo

"revolucionário" do sr.

Ce-zario de Mello foi um dos

números de maior sensação

da politicagem do Distri r-tc

e dos mais escandalosos que

conhecemos, no assumpto.

O barulho, agora, é em

torno de outro nome. A

dis-eorelia já começou. Os

boa-tos já chegaram á rua.

Fer-vem os commentarios. B a

platéa se prepara para

as-sistir o desfecho de

sensa-çao.

O sr. Pedro Ernesto,,

en-tretanto, tudo fará

para

evitar o dissídio nas

suas-hostes. E, quando falharem

todos os argumentos

possi-veis, falará, então, o

argu-mento mais alto. Os cofres

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Ür. Jones da Rocha X

estratagema..,

Depois

de

tel-o usado centenas de

ve-zes, mais um?, não faz mal...

Ante Boatos do'

A Guerra ão Cfiac®

Deante da Sociedade das Nações

A POLICIA DE HAVANA TOMA EXCEPCIONAES

PROVIDENCIAS HAVANA, 12 (UP) — As forças de policia, armadas de rifles, realizam diligencias ^ystematicas, revistando a to-dos os pedestres e vehiculos em busca de armas. Não fo ram annunciados os motivos i iue determinaram taes provi-dencias. Noticia-se que a si-suação em todo o território de; Cuba é de perfeita tranquilli • iade, comquanto a cidade ie Havana apresente uma; atmosphera de profunda ten-; , são, correndo frequentes boa-' J tos de levantes.

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'

O DISCURSO PRONUNCIADO, EM GENE-"

BRA, PELO .DELEGADO DA BOLÍVIA

Uma Nova Victoria das

Forças Paraguayas

u-uNEBRA, 12 — (D. C.) — O sr. Costa du Reis, delegado da Bolivia, pronunciou, hoje. perante o Comitê Consultivo do Chaco, um importante discur-so discur-sobre as recommendações de Genebra em torno da guerra boliviano-paraguaya.

Disse o sr. Costa du Reis, na sua oração, que, a partir do dia 20 do corrente, o Paraguay será responsável por toda gotta de sangue vertida no Chaco — caso não respondesse o governe de Assumpção as ultimas nota? da Liga das Nações.

TOMADO UM NOVO FORTIM! ASSUMPÇÃO, 12 — (United Press) — Noticia-se official-mente que foi capturado o fortim

27 de Novembro.

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Sr. Euzehio Ayala, presi-dente do Paraguay

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Sr. Cezario de Mello

do municipio estão á mercê

do interventor para

distri-buir compensações e

sere-nar a tempestade que se

es-boca.

O interventor nenhum

es-crupulo tara em usar desse

A S

r^d^d^d+d^d-d+^rd^d^r^^d^+d-d^dd^dd+d

ituaçQO

Politica)

0 ADIAMENTO DAS ELEIÇÕES DOS DEPUTADOS CLÂSSISTÂS

— A

TAREFA SANEADORA DESEMPENHADA PELA JUSTIÇA ELEITORAL

E PELO MINISTRO DO TRABALHO — A ESCOLHA D A;

'REPRESEM-TAÇÃO PROFISSIONAL DO DISTRICTO

As irregularidades verificadas na organização improvisada de syndicatos e nas eleições simu-ladas de innumeros delegados-eleitores determinaram o adia-mento das eleições dos repre-sentantes classistas para a Ca-mara Federal.

Tendo o Superior Tribunal Eleitoral annullado varias

elei-ções, foi marcado praso para a renovação das mesmas, de modo que essa circumstancia não per-mittirá que a escolha dos cin-coenta deputados classistas seja feita obedecendo ás datas pre-viamente fixadas nas instru-cções de 11 de setembro deste anno. Caso isso acontecesse

ficariam prejudicados diversos

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Era Poucos Mezes em Pontos Diíferentes da Europa Central Vários Comboios Saltam dos

Tri-lhos e se Precipitam.Pelos VhtotosePontes

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IMPRESSIONANTES DETALHES DA SINGULAR VIDA DE SYLVESTRE MATUSKA. 0 FRIO DYNAMITADOR

A' ESQUERDA: Matuska (marcado por uma cruz) entre soldados, no front.da. Transyl-vania, onde se distinsruiu. A' DIREITA: — A esposa e a filha do singular criminoso, que sempre foram alvo das mais sinceras provas de affecto de parte do célebre dynamitador BUDAPEST, dezembro

(Espe-ciai para o DIÁRIO CARIOCA, por J. W. Drake) — No

auste-I

"A

SÃO PAULO" Companhia

Nacional de Seguros de Vida

l SUCCURSAL NESTA CAPITAL: AVENIDA RIO BRAN-CO N." 131 - 1." ANDAR

? Directores - DR. JOSÉ* MARIA WHITAKER DR. ERASMO l. DE ASSUMPÇÃO DR. J. C. DE MACEDO SOARES

ir*********************-'* *

ro tribunal superior de Buda-pest, juizes togados e solennes, policiaes em uniformes de cô-res berrantes, um publico hete-rogeneo e ávido de sensações novas. O ruido estridente, en-surdecedor de uma campainha avisa que vae ser dado inicio ao mais importante julgamento da taríe. Outros processos ja foram julgados. Chega a vez de Sylvestre Matusca, que aca-ba de entrar na grande sala. Lá fora uma chuva impertinen-te empresta ao dia uma grande tristeza.

Fer%rilham os commentarios á

entrada do singular individuo. Uma senhora gorda, ao meu lado, fala- â companheira: *

Que singular criminoso! Elle parece possuído do diabo. E' incrível t

E os debates sc iniciam. O sr. Marton orienta o interroga-torio. Mas debalde se pretende arrancar qualquer declaração séria do homem. Elle só fala da Santa Inquisição... E de uni tal... "Léo".

Quem é este Léo?

— Léo? E' o meu chefe. A

(Continua na 12a pagina) Sylvestre Matuska, em photographia recente

syndicatos e associações de cias-se, os quaes não poderiam con» correr ás eleições.

A tarefa saneadora de mora» lização do pleito para a esco-lha dos representantes classis-tas teve a collaboração e vigi» lancia do sr. Agamemnon Ma-galhães, que se entregou a um trabalho fatigante para impe-dir que a fraude e os manejos politicos desvirtuassem, ou, me-lhor — desmoralizassem de ini-cio, no conceito publico, a in-stituição da representação pro-fissional.

Assim, apesar dos escândalos surgidos, a escolha dos depu-tados classistas, a realizar-se no fim de janeiro próximo, de-verá ser feita com a devida re-gularidade, não se verificando nenhuma fraude. Aliás, sobre o assumpto, a opinião publica confia plenamente na acção da Justiça Eleitoral.

Os representantes classistas do Legislativo Municipal só se-rão escolhidos depois de janei-ro, não se sabendo ainda se isso acontecerá conjuntamente com a eleição da bancada cias-sista para a próxima legislação federal. Sobre o assumpto, a Camara Federal deverá pronun-ciar-se opportunamente, estan-do acentaestan-do que vigorará a lei orgânica anterior á revolução, com as modificações agora im-postas pela Camara.

Diversas emendas já foram apresentadas regulando a re-presentação profissional na tu-tura assembléa do Districto. Entre as mesmas destaca-se, entretanto, a do deputado Mo-raes Paiva, a qual é considera-da uma considera-das que melhor satis-fazem aos interesses do Distri-cto, attendendo a todos os grupos profissionaes — lavou-ra, industria, commercio, trans-portes, bem como ás categorias de empregados e empregadores. Segundo sua profissão os fun-ccionarios públicos farão dois vereadores, o mesmo aconte-cendo em relação ás profissões liberaes.

De qualquer forma, os futu-ros legisladores municipaes só funecionarão depois de eleitos o prefeito e os dois senadores cariocas.

A. SITUAÇÃO PARAHYBANA O Tribunal Regional da Pa-rahyba já expediu o diploma de deputado do sr. Gratuliano de Britto, que, segundo refe-rem os telegrammas, só deixará a interventoria depois de re-ceber, a respeito do assumpto, instrucções do ministro da Jus-tiça.

Juntamente com o interven-(Continua na 12* pagina)

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DIARIO CARIOCA -- Quinta-feira, 13 de Dezembro de 1934

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No Entreposto Federal de Pesca, e em algumas Colônias, explora-se cruel

mente o pescador! - Na venda de um pescado que produziu Rs. 1:530$600,

a Colônia cobrou Rs. 237S000, e o Ent reposto, Rs. 200S900!

... , — —

O FRCvESSOR BELFORT VIEIRA, DA ESCOLA POLYTECHNICA, NO CLUB DE ENGENHARIA,

FEZ SENSACIONAES REVELAÇÕES SOBRE OS NEGÓCIOS DA PESCA, E DECLAROU QUE O

ENTREPOSTO E' UM PARDIEIRO ANTI-HYGIENICO, E VERGONHOSO ATTENTADO CONTRA

OS FOROS DE CIVILIZAÇÃO DA CAPITAL DA REPUBLICA, CLAMANDO, VIGOROSAMENTE,

POR UM PEREIRA PASSOS PARA MANDAR DEMOLIL-0 !

O ühistre engenheiro fala sobre o 1." Congresso da Pesca, ha pouco reunido, os objectivos

occultos do mesmo, e seu completo fracasso !

lEstáViajrníloPara o Vel

Mundo o Presidente

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Alguns elementos inspirados cultura é um homem honesto. pela Confederação e pelos

ho-mens que exploram o Entrepos-to e as peixarias têm procura-do insinuar ao sr. ministro da Agricultura que, hoje, — com a criação e funecionamento do Entreposto, o pescador não sof-fre nenhuma exploiação, e, pot meio do mesmo Entreposto, re-cebe. integralmente, o producto do seu trabalho na pesca.

Não é verdade. O que essa •¦¦prite tem affirmado ao sr. mi-nistro da Agricultura é pura mistificação para llludir s. ex. No regime passado quando of-pescadores traziam o seu peixe directamente ao mercado, affir-ma-F.e que elles soífriam um desconto d' 10 % sobre o valor do «-eu nescado.

O banqueiro tirava-lhe esf-a percentagem. é certo, aue não cobrava a embalagem, o carreto, a armazenagem, o gelo, <=¦ em-prestava-lhe o dinheiro que elle p,. p-jgava

Pois o sr ministro quer saber do uma cousa? Com o Entre-posto. — para as colônias e pa-ra a Confedepa-ração. — os p-*e-çadores pagam mais de 10 >o.

Por meio do Entreposto. — as Colônias e a Confederação, — officiahiiente, sem emprego de coritál r nem trabalho, — fiz?-ram-se sócias do pescador. — Isto é - do slmpl-s e pobre pes-cador, como tambem do

anna-dor! . .

Ha casos em que. pir meio cio y.ntrebosta, o prorilictor de pei-vp n-iira 15 %, 2" % e até quasi SO % do valor do seu pescado. pnra as Colônias e a Confede-ra^ão!

Vamos exemplificar, para edi-ficação do sr. ministro da Agri-cultura.

De uma das Colônias cujo pre-(•'.dente, ante-hontem, fez parte dn grupo que a Confederação nvrranizou pra lr falar á s. &¦¦ veiu uma partida de pescado mie. vendido no Entreposto, pro-duziu a importância de reis 1-530S600. Pois bem. a Colônia nòbra por 5 caixas de neixe e 6 iiMráa de gelo. 55S000: mais Vt 112 caixas. 34S<500; por mais 6 caixas e 10' pedras d" gelo. ¦M540Ò": e, ainda por 6 caixas e .13 pedras de gelo. 739000 .isto p apenas, a somma de 237S00O!!' E no Entreposto, quanto pagou esse pescado? S. ex.. o sr. mi-nistro. vae apavorar se. T> com-missão no Mloelro, 76S600; de selo •JSSSOO: de carretos. 32S500; e de embalagem, 76SR00!!

Portanto, um pescado que foi vo-iriMo. no Entreposto oor reis );R30SfiOn. pagou 110 Entrenosto. t» na respectiva Colônia "ane-riP«" a minntia d" 43S900! ! !

Onde ficaram os 10 %.dos anti-go<* bnnnupiros do mercado?"

A1 Colônia e ao Entreposto ei*» oescadpr pagou muito mais!

Ora. o Entrenosto Federal de Ví^-ra tòrnou-se uiri parnslfa do t*««*<*nflor! As Polônias tabem ex-¦••¦m*-*-- o nrodiictor dc neixe. A Confederação vive ã «sombra flo Fi-tn-nosto è das Colônias! Afi-riál. auem naga tudo ê o produ-ctor, quer *-*11p sela simples pes-cs dor. ouer seis armador.

O Conselho Nacional de P-sca r*.->*ni*-<*do nelos interessados em •¦v,i*-)tpr esse estado de coisas ivniiicivp o monopólio esoatitla-*r,cn fias nei-varias. tombem não tiner oup s» bula no Regulamen-tn do Entrenosto

O -ir. ministro da Agricultura vfi éiaràrrieniv» isso tudo. feliz-nienfo. As peixarias. com o mo-r-r-ivo-io Ãa venda fio neixe. — rão existindo mais tiesopiante.s ri" npixe, nem os simples am-hulfintes. segunda o inconstitu-rt-vitíl direito de 30 dp iimho de 1f»34, nur-1'cado a** vesneres dp i*>rn*milgacãn da Co.nstitiiiçRp; — rlciivo «m breve dias. serão o« iinlnoü ponvwarlor'*s üe neixe «"<" <,r»i--fi.n*'prrrão a« FInt.ren"s1o. O-v-viricdores — nescàdòres e ar-n-.i-riores. — «fio obrigados a ven-r*hr t-c-ln sua producção no En-trer-osto!

As opixarias dictarao o precoi A» neixariàs imnoi-o-ão aos pro-cb—tores! Isso ê claro!

Por isso e aue hs toda ersa rp<*!stpncla em se manter a •>r>tvml -situação, e não se quer l*>~l|r na escandalosa legislação rir macia! O nescador foi acenas a isca oue os negocistas colloca-ram em seus amóes para pesca-,.„,„ esse formidável negocio de ppixarias an» tUesvpe render mi-|'*nres e milhares dc contos dr i-M*-! Elles vão ficar com a ex-ci-K-ivMntle da venda do peixe v**5.o só no Rio de Janeiro. São Piulo e Bello Horizonte, mas em todo o naiz!

O sr. Moreira da Rocha, col-lo-ado acima da Prefeitura do nistvicto Federal, da Saúde Publica, dos governos estaduaes das administrações municinaes como chefe de Serviço de Caça e Pesca, ficará com o privilegio de autorizar o funecionamento c* * -. peixarias monopolistas do sr Luiz Alves da Silva e seu grupe rie^de o Amazonas até o Rio Cirande do Sul. inclusive em Pi ranora. Januaria, no S. Francis-co. em Minas.

Mas, o sr. ministro da

Asrri-Pesam-lhe sobre os hombros graves responsabilidades I Seu passado é limpo, e de dedicações : sacrifícios pela causa publica. S. ex. não transigirá com o ne-gocismo qne está alvorotado e, neste momento, tudo empenha oara que se não modifique o re-gulamento do Entreposto de Pesca. O sr. Odilon Braga, entre-tanto, colloear-se-á em favor dos

Pesca", que os jornaes, diária-mente, nos dão as mais escan dalos-as noticias sobre o que se passa nesse pardieiro anti-hy-gienico,' que constitue um ver-gonlioso attentado contra os fô-ros de civilização da Capital fia Republica, clamando vigorosa-mente, por um Pereira Passos para mandar demolil-o; e foi meus caros collegas qi»iram ou não os srs. do Conselho de Caça e ¦•-.¦-

, ,,.„ „r ,,„ ,.-,<•) ¦,¦><-: Pesca, conforme declarei, aqui P^^^^^^^^í'^ dias. e repito agora - o fra exploradores e sugadores

nossos pescadores e armadores, não permittindo que o Entrepos-to Federal de Pesca continue a «cr um logradouro de negócios escusos e prejudiciaes a um Qiaiide ramo da producção na-cional.

UMA IMPORTANTE CONFE

BENCiA no PROFESSOR BEIi-PORT MEIRA SOBRE O

PRO-BLEMA DA PESCA O que disse s. s., confirmando,

plenamente nossa attitude Ha pouco, nesta cidade, rea-Íizóü-sé o 1" Congresso Nacional de Pesca. O Club de EngenriàritJ nomeou seus delegados ao mes-mo Congresso, os engenheiros, srs. Belfort Vieira, professor da Escola Polytechnica, Del Vec-chio e Miranda Carvalho. Come é notório, esse Congresso fracas-sou inteiramente em suas finali-dades praticas. Theses, diserta-ções, conferências, discursos, theorias. doutrinas, mas nada de pratico foi estabelecido em prol da solução do problema eo-nomlco de pesca, entre nós, or-ganização de um plano geral brasileiro, sua industrialização ¦*• exploração de accordo com os verdadeiros princípios da te-chnica e da pratica usadas em outros paizes e porventura ada-ptaveis ao Brasil.

O professor Belfort Vieira, discutindo os problemas da pes-ca, disse que o fazia não sómen-te sob o ponto de vista brasileiro, mas especialmente como flumi-nense, e assim, apresentou uma indicação juntamente com os srs

Del Vecchio e Miranda Carvalho pela criação de um porto de pes-ca no Estiado *lo Rio, em Nicthe-roy, formulando os tres repre-senta ntes do Club de Engenharia um notável trabalho a esse res-peito, indicação essa que o sr Frederico Villar, presidente do Congresso, chicaneou e não dei-, xou ser approvada. sendo re.jei-tada. apesar de haver sido, pré-viam ente, approvada pelo pro-prio Conselho Director do Club de Engenharia, por iniciativa do sr. Pereira de Lima, e, ainda estar a medida recommendada pelo Rotary Club de Nictheroy ! O professor Belfort Vieira as-sumiu attitude franca e energi-ca, e fez affirmações dizendo qua fracassara completamente esss Congresso, expondo as suas ra-zões. O ex-presidente do Con-gresso, sr, Villar, estomagou-se com o caso, e, então, enviou um officio ao Club de Engenharia aggressivo ao professor Belfort Vieira, que, na ultima reunião desse club, respondeu ao vice-presidente do Conselho de Caça e Pesca. A resposta d'* professor da Escola Polytechnica é forte, e, as vezes, até contundente e envolve a questão da pesca. Eis o que disse o sr. Belfort Vieira: • "Devo uma explicação. sr. Presidente, a v. ex. e aos meus eminentes collegas do Conselho Director, relativamen-te ao officio do sr. Presidenrelativamen-te do Conselho de Caça e Pesca do Ministério da Agricultura, que acaba de ser lido, traduzin-do, ao que diz o seu signatário, uma deliberação unanime desse Conselho, baseada numa ligeira noticia da imprensa, pertinente á communicação que fiz, aqui. do desempenho dado á incum-bencia honrosa que me fora confiada, e aos meus illustres collegas drs. Del Vecchio e Mi-randa Carvalho •— de represen-tar o Club de Engenharia no Io Congresso Nacional de Pes-ca reunido nesta Capital, na primeira quinzena do mez pas-sado.

Esse officio reflecte, sem du-vida alguma pelos seus termos grotescos, uma sensibilidade hy-peresthesica daquelles que, pela alta missão que lhes íoi confia-da, deviam ter um pouco mais de serenidade, de ponderação e de critério nas suas attitudes — e caracteriza perfeitamente bem a mentalidade dos homens que constituem o Conselho de Caça e Pesca do Ministério da Agri-cultura i

Que pôde esperar o Brasil de um Conselho assim dirigido, para a solução dos problemas que lhes estão affectos?!

A resposta resalta Immedia-tamente: é o espectaculo odifl-cante que nos offerece a quês-tão da pesca, diante das recla-mações envoltas n°s vehemen-tes appellos que centenas de pescadores fizeram ao sr. mi-nistro da Agricultura, um dia apenas, após ao encerramento do inexpressivo 1° Congresso Nacional de Pesca; é a confusa a embaralhadissima situação d*

Pires, da Associação Commer-ciai ?

Se viesse eu para aqui fazer ao contrario, endeusar aquella assemblea, com muito agrado, naturalmente, para a megaloma-nia pesqueira do sr. commandan-te Frederico Villar, mentiria du-piamente -r á minha conscien-cia e ao mandato que honrosa-mente me foi confiado. O que affirmei, sr. presidente, traduz fielmente á realidade e a opinião , ___¦ dos congressistas que se nao su casso, o formidável fracasso des- borcllnaram a mentalidade es-se Congresso de Pesca, nas suas

finalidades praticas quanto ao problema econômico dessa ri-queza iiic°mparavel que consti tuc a nossa fauna iclithyologioa, ainda não explorada convenien-temente mas que já tem dado lugar ao apparecimento de tan-tos exploradores!"

O sr. Belfort Vieira, ani, re-salva alguns membros do Con-selho de Caça e Pesca, entre os quaes o sr. Carlos Netto e Ce-sar Franco, referindo-se aoí mesmos elogiosamente. Prose-guindo em suas considerações diz o professor da Polytechni-ca:

"Mas. meus illustres col legas, estou convencido de que o principal responsável pela re-dacção desse officio insultosc para mim e para o Club de En-genharia, é o sr. Comte Fre derico Villar — o estylo é o ho-mem! O sr. Comte. Frederico Villar, ao redigil-o. devia Iem-brar-se que tem nos punhos da sua nobre farda os gallões de official superior da nossa gio-riosa marinha de guerra; dessa marinha, a que estou ligado pelos laços mais aífectuosos de um convívio salutar, durante largo tempo, e pela qual tenho, como todo brasileiro patriota, a immensa e mais profunda vene-ração pelo seu passado grandio-so que, com tanto orgulho, re-gista a historia da nossa nacio-nalidade; dessa marinha, meus collegas, que se synthetisa, na sua bravura, na sua cultura, na sua esmerada educação, na diplo macia das suas acções — na per-sonalidade immarcescivel de um Saldanha da Gama!

O sr. Comte. Frederico Vil-lr. perdòe-me s. s. a minha fran-queza, devia ter um pouco mais de respeito a si próprio e deve.j é um conselho aue tambem me-permitte dar a S. S., controlar o seu temperamento impulsivo quando tratar com homens que não são seus asseclas, nem tam-pouco dc subordinam ao ambüo estreito da sua visão quanto aos problemas que dizem de perto com a grandeza econômica da nossa Pátria!"

O prof. Belfort Vieira, conti-nuando diz mais:

"Vejamos, meus caros collegas, as impu tações que me-f-ão feitas pelo si*. Comte. Fre-derico Villar, no seu disparata-do officio. Diz elle: "cumpre-me expressar a v. ex.", referiu-do-se a v. ex., sr. Presidente, que hábil psycholcgo, como é. fez a previsão magnífica do fracasso do Congresso de Pes-ca, — "expressar a v. ex. a nossa surpresa e nosso pezar. ante a desproporsitada injusti-ça e enorme descortezia com que o dr. Belfort Vieira, membro dn delegação desse Club, s? houve na ultima reunião publica do mesmo, declarando "ter fracas sado Inteiramente o Io Con-gresso Nacional de Pesca por haver exclusivamente endeusado o peixe-boi c resolvido erigir um monumento ao pescador brasi-leiro"...

Sem o conhecimento exacto dos termos em que fiz a minha communicação, na nossa ultima reunião de novembro, do desem-penho da missão que me fora confiada, de representar o Club de Engenharia naquelle Con-gresso. attribue-me, o sr. Comte. Frederico Villar, as palavras transcriptas, arranjo puro da sua impulsividade imaginativa. O que eu disse é um pouco differente: o Io Congresso Na-cional de Pesca fracassou com-pletamente nas suas finalidades praticas quanto ao problema ec°nomico da pesca — foram apresentados trabalhos interes-santes, porém sem objectivo para' a alta missão patriótica que lhe cabia, e destaquei, de facto, a memória que se refere ao peixe-boi e á moção sobre o monumento ao pescador brasi-leiro, mas não disse, absoluta-mente, que o Congresso tinha tratado, exclusivamente disso, como está no officio — nâo disse porque não sou cretino l" —

Qual a injustiça e a descorte-zla para com o Conselho de Ca-ça e Pesca em transmittir eu, aos meus pares, com a sincerida-de sincerida-de sempre, a verdasincerida-de, a pura realidade sobre o resultado im-produetivo desse Congresso, no que dizia respeito ao único ob-jectivo pratico da sua reunião — a organização do plano economi-co da pesca, como resaltaram brilhantemente, na ultima ses-¦¦ão preparatória, o deputado classista. sr. conde Siciliano e o

O casal Nave, sr Mario Jardim e pessoas de suas relações posando para o nosso jornal

treita que orientou os trabalhos daquelle Congresso, sem, comtu-do, desmerecer dos trabalhos de real valor que ali forain apre-sentados.

Mas não ficou ahi o sr. Fre-derico Villar, aggride-me em se-guida, dizendo: "Não precisa ar-gucla nem esforço, sr. presidente para se concluir desde logo. que tal affirmativa representa com-pleto desconhecimento dos 71 trabalhos, cuja relação incluo, e que foram apresentados e dis cutidos nas sessões plenárias do Congresso.

"Mais ainda, se accentua a displicência do representante ai-ludido, quando se percorre a re-lação das conclusões e votos do Congresso, que aqui junto".

Vede. meus caros collegas. é o grito doloroso da vaidade sopi lada !

O sr. commandante Frederico Villar, na sua extrema presum-peão, não se conformou em nâo ter eu citado os seus cinco tra-balhos apresentados ao Congres so ! Eriçou-se todo por não tei

rendido homenagens ao Semi Deus da pesca no Brasil — des-tacando as suas contribuiçõei-tão louvadas, com as manifesta ções as mais inequívocas de pu ra "patriotada", naquelle Con gresso '

Acompanhado de sua exma. I A photographia acima, repro-esposa seguiu, hontem, pelo | duzindo uma pose ^especial *para "Oceania",

para os portos ita liariós, com destino a America do Norte, o antigo presidente da Atlantic Refining of Brazil. mr. C. W. Nave.

o DIARIO CARIOCA, foi tirada quando mr. Nave, em compa-nhia de pessoas que comparece-ram ao seu bota-fóra, já se en-centrava no bar da luxuosa

bel-lo-nave da marinha mercante italiana, destacando-se, entre os presentes, o sr. Mario Jardim, director commercial da concei-tuatía empresa importadora, de productos de petróleo e seus de-rivados.

¦O—fl-M* «ae»-! *-e_"-o _?j_wvcmx i «w^-__^»«_iw,«iEi:-í'^s»f>^—*i>«3K><J**

omentos

eeida

de Ágil

Marechal Flori

.»,„ lia, ÜS MtfE 0

ação na

H0NTEH

3_í

Accommetlidlo de Um Accesso de Loucura, Usn

Iníclíz Operário Aggvide á Uma Joven e Tenta

Um automóvel atropelou m rú_ í- Reside. MV>f^£ n SP Ua rn.---ir.s- ri:**. i.H.sando-;T. ¦ e-ntus.lo- no hr-Vso WJ w -d,-. .- --outu«•'•->- polo •>rp'

Assisti.n<*ia .íOc;-*n*tu ma.

O estivador Manoel R«lr df 34 a"i ot ros.idènte a rua Costa n. 7r:, fei ftti-o*,»lcuo

Vl'*tl-r*CS

c

já tio famoso "Entreposto dei illustre congressista, sr. Costa

Dahi, increpar-me de dlspll-cente no desempenho do mei mandato, de ignorante dos as-sumptos tratados naquelle ce-naculo cuja relação enviou junto p.o officio — tudo isso com a pre-cipitação e a enscenação quí* bem caracterizam o impulsivo e o vaidoso !

Entretanto, si o sr. Comte. Frederico Villar. Presidente do Io Congresso Nacional de Pesca tivesse comparecido á sessão de 9 de novembro, é verdade oue ella foi realizada após o "Cock tail" dansante no Pavilhão daf Festas da Feira das Amostras — aue fazia parte do programma do Congresso — não teria fica-do, talvez, tão zangado commi-go, ou se lesse, mesmo, a acta dessa sessão. Ahi. tive occasião sr. Presidente de tomar parte lio debate travado em torno dc uma. de suas theses, a intitulada " Cnrraes. cercadas e cacurys" . "Um crime contra a Nação. A necessidade imperiosa da orara nizacão rio Departamento Na-cional de Pesca"; these relatada neio ilustre collega dr. Liclnio de Almeida, e á qual dei, de um modo geral, o meu apoio. Esse trabalho constituia, na opinião rio aguns congressistas, e mesmo fora tio Congresso, o objectivo único visado pelos seus organi-7atlores — no sentido de ser vo-taria uma conclusão relativa á criação do mencionado Depar-tamento.

Entretanto, a conclusão vota-da — não nos termos propostos — não consta da relação en-vlada em annexo ao officio em apreço. Por que será?!...

Teria sido o discurso do Dire-ctor Geral do Departamento Nacional da Producção Animai o causador disso?!...

Perdoe-me v. ex. sr. Presi-dente, e os meus emnientes col-legas, da minha importunação tomando o tempo precioso dos nossos trabalhos que devem ser dedicados aos assumptos de real interesse oara a engenharia e para o Brasil — extendendo-me em considerações dessa ordem"

As revelações do prof. Belfort Vieira causaram funda impres-são no Club de Engenharia. Amanhã, publicaremos a 2" narte do notável trabalho do ilustre professor fluminense.

Que Má Pontaria ! ...

O JOVEN TENTOU SUICIDAR-SE COM TRES TIROS NA CA-BECA E SO' ACERTOU UM...

NA PERNA

Deve fc°r uma péssima ponta-ria o joven Américo Rodrigues da Silva, de 17 annos apenas.

Imagine-se que elle, muito desgostoso, resolveu suicidar-se. Para isso, pjgou um bruto re-volver e deu tres tiros na cabeça acabando por acertar um... na perna esquerda.

Foi um alarido medonho na casa de Américo, que é á rua Clarimundo de Mello n. 423 Chamou-se, emfim, a Assisten-cia do Meyer e o joven foi con-duzido ao respectivo pasto, ondr lhe extraíram a bala.

Depois, Américo voltou pari' casa, com a firme resolu-ção de approveitar as suas fu-turas horas vagas em exercicio' de tiro ao alvo...

Quando mais

movimento na Avenida Mare^ chal Floriano, um caso alli oc correu, que por instantes des pèítoú geral attenção.

Seriam onze horas da manhã. Junto a um poste de parada, uma joven aguardava a passa-gem do bonde, quando delia se acercou um indivíduo em man-gas de camisa, com acabellei-ra em completo desalinho, e a queima-roupa, foi-lhe dizenOo: — Eii^ão não queres casar com-migo?

Som que fos-re Impedido des-fechou um soco contra a. inde-fepa moca.

Ante os gritos da victima. correram em seu auxilio o guarda civil n" 1.118, e o investigador n°, 503. mie casualmente por alli passavam.

Sendo que. nesta occasião já uma verdadeira multidão se comprimia no local, tendo a oolHa lutado com certa diffl-culdade para conduzir a joven a uma pharmacia próxima, afim de ser medicada.

A's primeiras"; pergun tas que lhe foram feitas ella declarou não conhecer o aggressor.

Julgava tratar-se de um louco. Uma ves subjugado; foi o ag-srèssor, seguido da massa de curiosas, levado á delegacia do 8" districto. e dalli para o 9o

esíoíir a pnsao

,

, ...

.

intor-o era o

^ricto^isto^se^t4 verificado. ="Jton.^ Vwttíta.°. V, Lina costella

não ser o caso cia alçada da queila delegacia.

Diante da attitude assumida pelo preso, perante as autorida-des, fácil foi constatar que o mesmo fora victima de um ac-ces<-o de loucura.

Entrando em syhdicánçlas a ooiicia veio então a esclarecer', que se tratava de Benjamim

Koi merllculo i ela Assistência MunVipal.

Um treiii cc-heu na esta-efiu .le Mangueira. <¦ empregado iia Estrada fii t-vr-P *-'*'''•a,', ""* Brasil, Man ei Sci-ies da Silva. áç 44 annos, domiciliado "i rui Visconde de N'.o.U*-:iov sin., can-sahdò-ihe fmctarã de varias Àrauio. hespanhol de 24 annos costéllas o ai*raricamèntn par-era empregado ciai du couro tnbüUydp. além

«»*i4__^wrriw*-«_ia^}«__*-'i i

de idade, que

como estofa dor de uma carpin-taria a rua Saccadura Cabral,

tv. 133. «

Declararam os seus collegas, que elle antes do almoço sem nada dizer, abandonou o traba-lho e saiu rua afora, a provo-car todos quantos encontriftra. até que encontrando uma joven, agietrediíUà physicameiflte.

O commissario Fialho, dado o estado de exaltação do pobre rapaz; fel-o recolher ao xadrez, até que seja feita sua remoção nara o Hospital Nacional de Alienados.

A victima da brutal aggressão oue se chama Iracema Freire de Andrade, conta 16 annos de idade o reside a rua Uruguay n°. 22.1. casa VII.

Deoois ds prestar declarações. demonstrando ainda forte exci-tação nervosa, a joven retirou-se,

*yAxm^inM*smo<eBMi4a»A>*—m><>4—m-tr*

\

Homenagem ao

FOI CONCORRIDO 0 ALMOÇO NO TRIANON

¦¦¦Vi-iliiiin i T-Mimw iij _ ¦-"¦¦*¦ .¦*¦!¦_¦_"_ _¦¦ . _'*! __"'*' '¦¦¦¦¦¦"!'¦! '¦•-¦-¦

cie contusões o w5**orla<5*ít» gene

i-aUzadas. ,

Em estad:* de ' shoçk*-. o infe-llz foi recolhido por r.i.na anibu-lancia e con luzidn a.-' Brspital de Prompto Snooorro, onde ao dar erirada falle.eu

O cadáver foi removido para a "morgne4' do 1* Btl|.*Jt* üludic;.-Pevei Ino fantos; "*• 25 ft0 nos, empjega-o Muniui.jai, ••¦¦*--lador á rua Tor res Homem nu-tr.ero 35B, fo! alcançado pela .luí-da de uma. ri'C!»<,lla barreira, S rua Dr. Si Mi Pinto.

Soffreu uma cnntutáo n« r-Riflo lombar e recebeu os foc-corro eda \BPiPt(nc'a, onde "' cou em observação.

Victima de tm desastre de aut.,.iTiov.el A rua São Luiz Goriiwiía «? at' esentando feri-menti»* leves pelo corpo, foram soocorridos pela Assistência tsaltina da Silva. Maia, de 21 anno:*, moradora á rua Io de Março ri. tEt. e Ar.tonio da Sil-¦•a Portella .•le 4S annos, pe-dreirq; residente em Braz & Pina.

Após meátiados; retiraram re para as respectivas residências, O empriETSdo da Llçlit João Baptista, dt> 21 annos, caiu do t,'frin entre as est-iC'.?.-* do Austin e Queimadas, soffre*1-* do corítusfifts tséló nrrpo.

Soecorrido pela Assistência, foi Internado no Hospital do Lloyd S-iil-Arr.orlcunc .

— Na rua Clarimundo d« Mnlio. esquina, díi praça do b. i-cantado, cbocarain-se os auto-oaniinKpea ns. 7.463, da firma Parente Rbdi*i*?.ue.u <*i Cia. diri-pido pelo cbauffèur José da Costa e 7.t'".2 de Vasconcelos Souto guiado pelo motorista. Ambrosíio Rocha da Silva e *en-do somo ajudante Francisco Martins.

Em consein-.enolK da coHisso, rtícebeu feriment-is leves PSif corpo o ajudante de chaufieur Francisco Jlarfns. A policia, do 23° district > abriu inquérito.

•masam

Um aspecto do almoço

Tendo o sr. Frederich Argue, * entre as quaes os srs. Milton chefe da contadoria da I^eopol

dina Railway, sido promovido para o cargo de administrador geral da importante empresa ferroviária — os seus amigos resolveram presttr á si a pes-soa expressiva homenagem. As-sim é que, no Restaurante Trianon, realizou-se um almõ ço cordial. $esse almoço estive-ram preseutes o sr. H. S. Lewis. actual chefe da Leopoldina Rail-way, e muitas outras pessoas

Leal, Francisco Tavares, Heito Nascimento, Daniel Netto, An-tonio Pretas Carmo, Francisco Barcellos, Pedro Bastos, Fran-cisco Lopes, Mario Moura, Lin-dolpho Ribeiro, Alfredo Mcne-zes, Benedicto Moura, Ernani Gendèa, R. Liddiard, H. A. Had-den, Joaquim Funes Junior. Lei-dis Turres. No final do almoço, o sr. Frederich Argue agrade-ceu a expressiva homenagciv dos seus amigos.

CLINICA DE VIAS URINARIAS

Dr. Samuel Kanítz

Membro da Sociedade de Urologia da Allemanha, assistente dos professores Lichtcmberg, Lewin. Joseph Berlim e Haslingár de Vienna. Especialista : cm doenças dos Rins. Bexiga. Próstata, üretbra. Doenças de Senhoras, üia-thermia. Ultra Violetas. Consultório : 7 de Setembro, 42-Sob., das 13 ás 17 horas, Phone s 3-3531.

ex-de

PARECE TH ATAR-SE DE 05! CASO DE MORTE IVA-IXMtAL

Hontem á tarde, comparecen-do á delegacia comparecen-do 20° districto, Maria Pereira Lima, residente á Estrada do Norte *>. 24, in-formou haver encontrado, nior-to e ensangüentado o seu co-nhecido Avelino de tal arispe-cada àsyirído do Exercito, mora-dor em um barracão á travessa do Machado s\x\.. em Ramos.

Sclentlflcado do facto o om-missario de serviço, immediata-mente, se transportou ao local indicado, onde aguardou a che-s?ada dos peritos da O. tí. I.

Da inspecção q.ue se proce-deu no cadáver j.i em adeantado estado de putrefacção nasceu a convicção, o> tra'ar-st; de uni caso de m<-ite natural.

Em um dos t-edsos das vestes do morto', foi 'èncc/iitra.da uma carta contendo a assis: ti atura de Avelino Eustachio da Silva, a qual era dirigida a uma irmã residente em Caminho Novo, Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

A policia off-riou ainda 4 *-!s.ude Publica para prcpèdor a dealnfecçSo do barr.-icSo. onde por favor residia o Infeliz asy-lado.

O cadáver foi rev-ievido para o necrotério do Instituto Módiop Legal.

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NOTICIÁRIO

DIÁRIO CARIOCA - Quinta-feira, 13 de Dezembro de 1934

NOTICIÁRIO

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Um presente é fácil de escolher-se quando se tem em vista a sua utilidade. Um vestido é um presente útil; contanto que as suas cores sejam firmes. Por se-gurança só compre fazen-das tintas com corantes

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CIDADES

Uma barca da Cantareira

DESCUIDOSOS INSUPPORTA-VEIS

O somno para ser repaxador deve processar-se em quarto are-jado e silencioso. As pessoas que dormem em ruas barulhentas, embora supportem o ruido, sem dar por elle, acabam, fatalmente, ao fim de alguns mezes, soffren-do de esgotamento nervoso. Na-da peor aos nervos do que o rui-do durante á noite. Infelizmente, porém, certos individuos não compreendem o dever de respei-tar o silencio nocturno dos que precisam repousar das fadigas diárias.

Alguns individuos inconscien-tes ficam a conversar ou a gritar defronte das habitações; certos motoristas maldosos abrem .as descargas dos automóveis ou businam desnecessariamente. Em cidades mal policiadas não se respeita o sagrado descanso alheio. O resultado é se multipli-carem as victimas de perturba-ções nervosas de maior ou me-nor gravidade. A's pessoas que se tornam irritadas, inquietas, desanimadas e pessimistas pelo motivo acima ou em consequen-cia de perda de phosphatos e nao podem livrar-se do barulho da cidade em que residem, aconse-lha-se, modernamente, o uso das Injecções de Tonofosfan, que le-vantam o estado geral, refor-cando o systema nervoso.

Com a recusa dos emprega-dos da Cantareira em aceitar o augmento de salários que lhes foi concedido pela empresa, re-abre-se a questão que ha tanto tempo vem agitando a opinião publica da capital fluminense. Allegam os operários da C. C. V. F. que a majoração propôs-ta não corresponde á expecpropôs-tati- expectati-va que alimentaexpectati-vam. O assum-pto é deveras delicado, envol-vendo, como envolve, graves in-teresses collectivos, porque a paralysação do trafego, caso a companhia concessionário fique na impossibilidade de mantel-o. redundará en. vultoso prejuizo para a população de Nictheroy.

Estamos certos de que ambos os litigantes — a C. C. V. F. e os seus empregados — sabe-rão solucionar esse novo incl-dente com elevação de vistas e isentos de paixões. Porque o caso actual não comporta de-longas nem attitudes extrema-das. Quaesquer que sejam ellas. seus effeitos, bons ou máos, se reflectirão sobre os interesses do publico, que se encontra na dependência dos serviços da Cantareira. E o publico espera, apenas, a boa vontade de am-bas as partes, com a ansiedade natural de quem avalia os pre-juizos que lhe podem advir de qualquer complicação futura.

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Visconde da Gávea. *

0 Crime é a

rnamU Industria

Yankee!

0 Caso Corrado

Limongi

IA

CASAR-SE

A NOTVA SOFFREU UM DES-ASTRE DE AUTOMÓVEL E', decididamente, de pouca sorte a joven Maria dos Santos. Quando, afinal, hontem, a tar-de ella ia ver realizados os seus sonhos de felicidade, eis que um cruel imprevisto lhe acontece.

Maria fora em companhia de uma sua amiguinha, Rosa da Costa Lima. fazer ainda as ulti-mas compras para o casamento, inclusive a grinalda.

Para voltar á. sua casa, a rua 'da

Matriz, em São João de Me-rity, as duas moças tomaram um taxi. Foi quando, ao chegar a rua Senador Euzeblo. esquina de Pedro Rodrigues, o auto abai-roou com um caminhão.

Em conseqüência do choque, Maria e Rosa receberam feri-mentos no queixo e escoriações pelo corpo, tendo sido soecorri-das pela Assistência.

E o casamento foi adiado para um dia menos aziago.

FàN-sèfftlsstb no

OS ESTADOS* UNIDOS GAS TAM, NO COMBATE A' CM-MINALIDADE, DOZE

DOLLA-RES POR MINUTO WASHINGTON, 12 (United Press) — O sr. Valentine, ins-psetor de Policia da cidade de Nova York, declarou perante a Conferência Nacional do Crime que a criminalidade custa aos Estados Unidos a somma de do-ze bilhões de dollares por anno, ou sejam doze dollares cada mi-nuto, desde o nascimento de Christo. A mesma autoridade accreseentou que o crime consti-tue a segunda industria do paiz em importância.

CREME DENTAL

i^lJLCAIOj

DEVE SER JULGADO HOJE PELA CORTE SUPREMA O

HABEAS-CORPUS IMPE-TRADO EM SEU FAVOR Pelos motivos que expuzemns em nossa edição de terça-feira p. passada deixou de ser apre-ciado, na sestão da véspera, o habeas-corpus impetrado á Côr te Suprema, em favor de Con-rado Limongi.

Agora, qua já foram presta das, pelo pr-if. Vicente Ráo, em longa e minuciosa exposição dc mol ivos, todas as informações solicitadas pelo ministro Ataul-pbo do Paiva, relator do feito, o pedido deverá ser julgado na sessão do uoje, devendo sus-tentar oralmente, da tribuna, os fundamentos do pedido, o pa-trono do ..rtlente, o advogado Deorioro da Fonseca.

Como se trata de matéria que envc lve importante questão constitucional, é possivel que use da pala-Ta, para proferir o seu parecer, o ministro Carlos \Ía*imiliano, procurador geral da Republica.

Apresentando um ferimento produzido por baja, foi ha dias. recolhido ao Hospital de Prom-pto Soecorro, o menor Sylla Nas-cimento, de 15 annos, morador á rua Barão de Mesquita n. 122. Hontem. o infeliz não resistin-do aos seus padecimantos veiu a fallecer, sendo o cadáver re-movido para o necrotério do Instituto Medico Legal.

GARY COOPER m

OMXEUNIMW

SHIBUEV TEMPLE

do Box

PARRILE VAE ENFRENTAR BILL JONES

SANTIAGO DO CHILE, 12 (D. C.) — Realizar-se-á no dia 19 nesta capital,. um.. encontro -en-tre o pugilista argentino Parrile e o negro Bill Jones.

Guarda o teu dinheiro na

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E' garantida pelo Governo

Até 2Ü-.U00S000 o deposito é im j gr? penhor---, cel por lei

éÊÊÈÈÈ&m

l^illls^*»»^

Ss^^§l? E brincando, dan- Jw

"*íí«>f

^^^^^ sando, cantando, lÉ^íüff^^ '

liiiÉiliiF sorrindo, a petirri- JBJMS^OTfia

^M nando soberana SfisllÉll*^

l|||||f naquelle coração ^^^^^^Ê ^P^ indomável ,m§wMM£y , I II I II ¦

1934 mais de 150 coutos

oneios M

de réis e

Durante o anno que está a findar, foram sorteados 167 clientes

dos que comprara A CREDITO na

"A

Capital", os quaes

rece-bendo a quitação dos seus defeitos, deixaram de pagar mais de

150:000$000

No sorteio realizado hontem, íoram contemplados vários presíamiS'

tas portadores dos coupons

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DAS SERIES

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Quem compra A CREDITO na

"A

Capital" tem sempre a probabilidade de vo

pagar mais nada, porque ella faz mensalmente sorteios de quitação de débitos

en-tre os seus prestamistas. Todos os mezes, vários devedores são sorteados e

rece-bem immediatamente, plena quitação dos seus débitos.

S4mente em 1934, íoram sorteados 167 prestamistas da

"A

Ca-pitai", que portanto deixaram de pagar mais de 150 CONTOS

das Gompras que fizeram I

E' uma enorme vantagem que só

"A

Capital" póde offerecer aos seus ireguezi^

pela exclusiviâaâe que lhe âá a patente sob n." 91 do Governo Federal

e ser um dessesielízar dos,

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A CREDITO na

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ALFAIATARIA E ARTIGOS PARA HOMENS

Avenida, esquina Ouvidor

ARTIGOS PARA SENHORAS E CRIANÇAS

Rua Sete, esquina de Gonçalves Dias

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Referências

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