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Computação em nuvem: análise dos atuais modelos

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Neste momento, você começa a elaborar em índice analítico todas as referências que usaram-se para fazer o trabalho monográfico.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

ANDERSON TRINDADE DA SILVA

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ANÁLISE DOS ATUAIS MODELOS

Niterói

2019

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ANDERSON TRINDADE DA SILVA

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ANÁLISE DOS ATUAIS MODELOS

Trabalho de Conclusão de Curso subme-tido ao Curso de Tecnologia em Siste-mas de Computação da Universidade Federal Fluminense como requisito par-cial para obtenção do título de Tecnólogo em Sistemas de Computação.

Orientador(a):

BRUNO JOSÉ DEMBOGURSKI

NITERÓI

2019

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ANDERSON TRINDADE DA SILVA

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ANÁLISE DOS ATUAIS MODELOS

Trabalho de Conclusão de Curso subme-tido ao Curso de Tecnologia em Siste-mas de Computação da Universidade Federal Fluminense como requisito par-cial para obtenção do título de Tecnólogo em Sistemas de Computação.

Niterói, ___ de _______________ de 2019. Banca Examinadora:

_________________________________________ Prof. Bruno José Dembogurski, D. Sc – Orientador

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

_________________________________________ Prof. Edelberto Franco Silva, D.Sc – Avaliador

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Dedico este trabalho a minha esposa e famí-lia por terem sido minha base no decorrer dessa grande e árdua jornada.

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AGRADECIMENTOS

Primeiramente agradeço a Deus por ter me dado forças e por sempre iluminar a minha caminhada.

A minha família por suas orações e incentivo.

Ao meu orientador, Professor Bruno Jose Dembogurski pelo suporte no pouco tempo que lhe coube e por suas correções.

Aos meus colegas de curso.

A minha esposa por estar comigo em toda minha trajetória, por ter me apoiado e colabo-rado em todos os momentos, não me deixan-do desanimar.

A todos gostaria de deixar aqui o meu muito obrigado.

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“O sucesso não consiste em não errar, mas em não cometer os mesmos equívocos mais de uma vez.” (George Bernard Shaw)

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RESUMO

A computação em nuvem, também chamada de Cloud Computing, surge no ambien-te computacional como ferramenta de maior mobilidade, portabilidade e praticidade. Porém, estando muitas vezes presente em nosso cotidiano, sem ao menos perce-bermos. Com isso em mente, o presente artigo busca analisar este advento tecnoló-gico de maneira teórica, investigando desde sua evolução histórica, até seu funcio-namento, analisando sua arquitetura, operação, modelos e organização. Com enfo-que em cinco principais soluções de computação em nuvem existentes no mercado como: Amazon, Google, IBM, Eucalipyto e Microsoft. Revelando assim a interde-pendência diária dos indivíduos com esta tecnologia. Para tanto, foi utilizado método dedutivo baseado em pesquisas bibliográficas em artigos científicos e doutrinas acerca do tema.

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ABSTRACT

Cloud computing, emerges in the computing environment as a tool for greater mobili-ty, portabilimobili-ty, and practicality. However, often present in our daily lives, without the slightest sense. With this article, you can see the result of advanced research, logic, research process, analysis, and analysis of its structure, analysis of its structure, op-eration, model and organization focusing on five main solutions Computers as Ama-zon, Google, IBM, Eucalyptus and Microsoft. Thus revealing the daily interdepend-ence of individuals with this technology. For that, the deductive method was used based on bibliographical research in scientific articles and doctrines on the subject. Key words: Cloud, Computing, Resources

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LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 01: Evolução até a computação em nuvem ... 14

Figura 02: União de recursos proporcionados pela computação em nuvem ... 17

Figura 03: Características da Computação em Nuvem ... 17

Figura 04: Modelo de Serviços ... 20

Figura 05: Exemplos de Serviços ... 23

Figura 06: Modelos de implantação, em relação à disponibilização do serviço ... 23

Figura 07: Nuvem privada ... 24

Figura 08: Nuvem Pública ... 25

Figura 09: Nuvem Comunitária ... 25

Figura 10: Nuvem Híbrida ... 26

Figura 11: Papéis na nuvem ... 27

Figura 12: Cenário do usuário final ... 28

Figura 13: Cenário organização, nuvem e usuário final ... 29

Figura 14: Organização – Nuvem ... 29

Figura 15: Organização – Nuvem – Organização ... 30

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LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

IBM – International Business Machines

ARPANET - Advanced Research Projects Agency Network GB- Gigabytes

TI – Tecnologia da Informação

NIST- National Institute of Standards and Technology SaaS – Software as a Service

PaaS – Platform as a Service IaaS – Infrastructure as a Service

API - Application Programming Interface EC2 –Elastic Cloud Computing

EUCALYPTUS- Elastic Utility Computing Architecture Linking Your Programs To Use-ful Systems

CPU – Central Processing Unit DaaS - Database-as-a-Service SQS - Simple Queue Service S3 - Simple Storage Service EBS- Elastic Block Store

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SUMÁRIO

RESUMO... 7

ABSTRACT ... 8

LISTA DE ILUSTRAÇÕES ... 9

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ... 10

1 INTRODUÇÃO ... 12

2 DESENVOLVIMENTO ... 13

2.1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA COMPUTAÇÃO ... 13

2.2 AVANÇOS TECNOLÓGICOS ... 15

2.3 CONCEITO DE CLOUD COMPUTING ... 16

2.4 CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS ... 17

2.4.1 ACESSO MÚLTIPLOS (POOLING) DE RECURSOS ... 18

2.4.2 AMPLO ACESSO A REDE ... 18

2.4.3 AUTOSSERVIÇO SOB DEMANDA ... 18

2.4.4 ELASTICIDADE RÁPIDA ... 19

2.4.5 SERVIÇOS MENSURÁVEIS ... 19

2.5 ARQUITETURA DA NUVEM ... 19

2.5.1 INFRAESTRUTURA SOFTWARE AS A SERVICE (SAAS) ... 20

2.5.2 INFRAESTRUTURA PLATAFORM AS A SERVICE (PAAS) ... 21

2.5.3 INFRAESTRUTURA INFRASTRUCTURE AS A SERVICE (IAAS) . 21 2.5.4 OUTRAS INFRAESTRUTURAS ... 22 2.6 MODELOS DE IMPLANTAÇÃO ... 23 2.6.1 PRIVADO ... 24 2.6.2 PÚBLICO ... 24 2.6.3 COMUNITÁRIA ... 25 2.6.4 HÍBRIDO ... 26 2.7 PAPÉIS NA NUVEM ... 27 2.7.1 PROVEDOR ... 27 2.7.2 DESENVOLVEDOR ... 28 2.7.3 CONSUMIDOR ... 28 2.8 CENÁRIOS DA NUVEM ... 28 2.8.1 USUÁRIO FINAL ... 28

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2.8.2 ORGANIZAÇÃO – NUVEM – USUÁRIO FINAL ... 29

2.8.3 ORGANIZAÇÃO – NUVEM ... 29

2.8.4 ORGANIZAÇÃO – NUVEM – ORGANIZAÇÃO ... 30

2.9 ORQUESTRADORES DE NUVEM ... 30

2.10 PRINCIPAIS SOLUÇÕES DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM EXISTENTES NO MERCADO ... 32

2.10.1 AMAZON WEB SERVICES ... 32

2.10.2 EUCALYPTUS ... 33 2.10.3 GOOGLE ... 33 2.10.4 IBM... 34 2.10.5 MICROSOFT ... 35 3 CONCLUSÃO ... 36 3.1 QUADRO COMPARATIVO ... 37 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ... 39

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1 INTRODUÇÃO

Desde o nascimento da Internet em ambientes corporativos e domésticos houve um aumento na busca pela interligação entre os usuários, surgindo assim uma gama de serviços online, o que por sua vez desencadeia um aumento na necessidade de armazenamento e processamento online.

Assim a computação em nuvem, também chamada de Cloud ou Cloud

Computing, surge em conjunto com novas diretrizes tecnológicas, que propõem

trazer ao ambiente computacional mais mobilidade, portabilidade e praticidade, e por consequência, investimentos em hardwares de alta capacidade, mas com um custo reduzido, fazendo com que um público mais comum seja alcançado.

De forma básica, essa tecnologia consiste na interligação de serviços de Tecnologia da Informação na modalidade de armazenamento de dados, capacidade de processamento, conectividade, aplicativos e serviços disponibilizados na rede, de forma que o usuário tenha acesso de maneira remota, em outras palavras, com apenas um computador, a arquivos, aplicações e dados de outros computadores, sem precisar instala-los ou baixa-los.

Dito isso, pode-se afirmar que a computação em nuvens é considerada o novo modelo computacional de armazenamento e processamento de informações, e vem se tornando cada dia mais presente no cotidiano das pessoas. De forma gradativa, as empresas vêm investindo nesse modelo de computação, almejando a melhor funcionalidade e operacionalidade de seus sistemas.

A exemplo disso, diversas empresas vêm investindo neste ramo, como a

Microsoft, Amazon, Google, IBM, entre outras, atrás de benefícios dessa inovação,

como agilidade, escalabilidade, diminuição de gastos com equipamentos, redução operacional, independência de dispositivos e equipamentos.

Porém não são todas as pessoas que entendem como essa inovação tecnológica funciona, com isso em mente o presente estudo busca analisar de forma teórica o funcionamento da computação em nuvem, mostrando seus principais conceitos, características, modelos de serviços e aplicações executadas nesses ambientes.

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13

proporcionar entendimento da computação em nuvem, com base em casos de uso de diferentes ferramentas e modelos disponíveis dessa tecnologia, assim completando o objetivo deste estudo, o qual seja apresentar, entender e compreender os conceitos que abrangem a tecnologia da computação em nuvem.

Este tema foi escolhido, em razão de sua atualidade e aplicabilidade cotidiana, já que diariamente, seja um analista ou usuário comum, faz uso dessa tecnologia e muitas desconhece o que há por trás desse sistema.

O objetivo deste trabalho foi elaborar uma pesquisa bibliográfica, na qual pretende-se mostrar que a tecnologia está sempre em constantes mudanças e inovações, através do esclarecimento do conceito de Computação em nuvem e suas funcionalidades, conforme concepções apresentadas por diversos autores. Para isso, inicialmente serão articulados a evolução histórica e os conceitos de computação em nuvem.

Já nos capítulos seguintes, serão abordadas as características essenciais da computação em nuvem, sua arquitetura, seus modelos, cenários e papeis.

Por fim será tratado algumas das principais plataformas de computação em nuvem disponíveis no mercado atual, para então serem apresentadas as conclusões, trabalhos futuros e referências bibliográficas.

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

Foi no final da década de 60 que a internet sofreu sua primeira grande expansão, inicialmente denominada de ARPANET, essa tecnologia permitiu a comunicação entre computadores militares. Nunes afirma que o objetivo central de um de seus desenvolvedores Joseph Carl Robnett Licklider, era a criação de uma rede de computadores interligada onde todos estariam conectados acessando programas e dados a qualquer lugar, em uma escala global.[1]

Mas foi na década de 70 que a estrutura usuário-servidor nasceu, onde as informações eram concentradas e processadas no chamado Mainframe, para assim serem enviadas para os dispositivos de saída como monitor e as impressoras.

Já na década de 80, surgem os chamados microcomputadores que rapidamente caíram no gosto popular, gerando um crescimento e expansão nas redes de computadores.

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Com a disseminação da internet, nasce a computação em grade, cujo objetivo é executar uma tarefa e redistribuí-la em outros computadores ao mesmo tempo, sendo esse o primeiro esboço da computação em nuvem.

Porém, foi somente em 1997 que o termo computação em nuvem surgiu de fato, durante a palestra do Professor Ramanth Chellapa, especialista em Sistema de Informações, que abriu as portas para a criação dessa tecnologia, contudo foi somente em 1999 que tal sistema foi desenvolvido, com a criação do Salesfoce.com, primeira empresa que utilizou aplicações na web, a partir disso demais empresas como Amazon, IBM, Google e Microsoft também aderiram a essa tecnologia.[2]

Como dito antes, a computação em grade foi o primeiro esboço da computação em nuvem, tendo como principal característica a existência de um conjunto de unidades de processamento independentes que realizam trocas de informações e gerenciamento da sincronização, havendo a possibilidade de processar-se aplicações em diferentes locais de forma que o usuário não veja o está por trás da aplicação, somente ela em si.

Com o advento da computação em nuvem a capacidade de transferência, processamento e armazenamento mudou completamente. De forma drástica evolui-se dos extintos disquetes de plástico que evolui-se limitavam a armazenar 1,44MB para 1GB de armazenamento oferecido por empresas como o Google.

Figura 01: Evolução até a computação em nuvem.

Fonte: Elaboração própria, 2019

Mas a computação em nuvem vai além disso, e para tanto será dedicado um capítulo para melhor elucidação de seu conceito e funcionamento.

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2.2 AVANÇOS TECNOLÓGICOS

Ao longo dos anos, o avanço da tecnologia tem sido inevitável, de maneira que ocasionou um alargamento na banda de redes, na capacidade de armazenamento em disco, na capacidade de memória e na robustez de processamento de computadores, dando origem a uma nova Era computacional, que traz ilimitados recursos tecnológicos ao mundo.

Com o atual modelo de computação utilizado, os usuários fazem uso de potentes máquinas e o processamento em si é feito em servidores locais e fisicamente próximos a essas máquinas.

Porém, recentemente esse modelo vem sofrendo mudança, já que o processamento vem sido transferido para servidores remotos na internet, em razão do surgimento de tecnologias como Virtualização, Utility Computing e aplicações

Web, que por sua vez revolucionaram o conceito de computação. [3]

Aplicar essas três tecnologias nem sempre é uma tarefa fácil, em razão da falta de integração por parte dos equipamentos, que muitas vezes são incompatíveis, e da complexidade e densidade de seus sistemas. A virtualização, por exemplo, tem um grande problema no que tange seu sistema operacional, já que necessita de uma aplicação própria e exclusiva, para ser executada em outras plataformas.

Já o Utility Computing, diversos componentes são utilizados como se fossem apenas um, distribuindo sua capacidade computacional e as disponibilizando para o usuário. E as aplicações Web, são responsáveis por protocolos de segurança para troca de informações entre servidores e browser dos usuários.

Com atuação computação, surge a necessidade de construir ou atualizar estruturas utilizadas na instalação, configuração, licenciamento e atualização de

softwares, de maneira prática. Com isso, a computação em nuvem ganha espaço, já

que aos usuários é garantido o acesso a serviços necessários de forma remota, independentemente de sua localização, seja no escritório, seja em casa, ou até mesmo em outro país. A nuvem surge como um avanço que supre as atuais necessidades da Internet, dando fim a omissões das infraestruturas de comunicação.

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2.3 CONCEITO DE CLOUD COMPUTING

A computação em nuvem, (do inglês cloud computing) pode ser conceituada como a possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet, sem a necessidade de instalar aplicativos no computador. O armazenamento de dados é feito em serviços on-line, em uma rede. Dessa maneira, para realizarmos determinada tarefa, bastaria nos conectarmos ao serviço on-line, desfrutar suas ferramentas, salvar o trabalho e depois acessá-lo de qualquer outro lugar, daí vem a alusão a “nuvem”.

Beserra, define a computação em nuvem como:

[...]junção de vários recursos em uma infraestrutura formada por servidores, ou seja, é o armazenamento de todo tipo de dados, que podem ser acessados de qualquer lugar, através da virtualização computacional. Ou seja, a computação em nuvem há algum tempo já deixou de ser uma tecnologia emergente. Ela está presente no nosso dia a dia e o uso dos seus recursos tem elevado o crescimento de várias empresas e o aparecimento de vários serviços na Internet.[4]

Já o NIST, National Institute of Standards and Technology, afirma:

A computação em nuvem é um modelo para habilitar o acesso por rede ubíquo, conveniente e sob demanda a um conjunto compartilhado de recursos de computação (como redes, servidores, armazenamento, aplicações e serviços) que possam ser rapidamente provisionados e liberados com o mínimo de esforço de gerenciamento ou interação com o provedor de serviços.[5]

Já Veras em sua obra diz que:

[...]computação em nuvem é substituir ativos de TI por funcionalidades e serviço do tipo pague conforme você precisa. O autor afirma que estas funcionalidades e serviços disponíveis, são desenvolvidos utilizando novas tecnologias como a Virtualização, arquiteturas de aplicação e infraestrutura orientadas, a serviços por tecnologias e protocolos, que são baseados na Internet como meio de reduzir os custos seja de software ou hardware.[6]

Em outras palavras, a computação em nuvem representa a evolução natural da convergência de diversas tecnologias, que cominaram em um conjunto de recursos com capacidade de armazenamento, conectividade, plataformas, aplicações e serviços disponibilizados pela Internet.

Com isso, a cloud computing tem crescido cada vez mais entre os departamentos de TI das empresas, se tornando a cada dia um componente essencial para novos negócios e empresas que buscam desenvolver novas estratégias computacionais.

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Como Veras expõe, a computação em nuvem tem a proposta de melhorar o uso de recursos de TI, de forma que os torne mais econômicos. Ainda segundo o autor, em um estudo feito pela IBM constatou-se que 85% da capacidade de computação do mundo está ociosa. E que a computação em nuvem é a parte da evolução natural da TI e uma forma de aprimorar o uso da capacidade computacional em todo o mundo.[7]

Figura 02: União de recursos proporcionados pela computação em nuvem.

Fonte: https://www.penso.com.br/wp-content/uploads/2014/11/servidor3.png

2.4 CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS

As características essenciais representam as vantagens que essa tecnologia de computação em nuvem possui. Segundo o NIST são cinco as caracteristicas que são denominadas essenciais pois definem a computação em nuvem em si e servem para identificar a computação de nuvem e diferencia-la dos demais paradigmas.

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2.4.1 Acesso múltiplos ( Pooling) de Recursos

Uma das principais vantagens dessa tecnologia é o fato do provedor de recursos de computação serem agrupados para atender vários consumidores através de um modelo multi-tenant, com diferentes recursos físicos e virtuais atribuídos dinamicamente e novamente de acordo com a demanda do consumidor. Há um senso de independência local em que o cliente geralmente não tem nenhum controle ou conhecimento sobre a localização exata dos recursos disponibilizados, mas pode ser capaz de especificar o local em um nível maior de abstração (por exemplo, país, estado ou do data center). Exemplos de recursos incluem o armazenamento, processamento, memória, largura de banda de rede e máquinas virtuais.[8] Os recursos computacionais do provedor são organizados em um pool para servir múltiplos usuários usando um modelo multi-tenant, com diferentes recursos físicos e virtuais, dinamicamente atribuídos e ajustados de acordo com a demanda dos usuários. Estes usuários não precisam ter conhecimento da localização física dos recursos computacionais, podendo somente especificar a localização em um nível mais alto de abstração.

2.4.2 Amplo acesso a Rede

Os recursos disponibilizados pela computação em nuvem, são oferecidos através da rede e acessados por meio de mecanismos que promovam o padrão utilizado por plataformas heterogêneas, por exemplo, telefones, celulares, laptops e

PDAs. Em outras palavras, o usuário tem acesso através de um mecanismo único,

que permite seu uso por diferentes tipos de dispositivos.[9]

Dessa forma a nuvem, passa a ser um ponto de acesso centralizado para as necessidades computacionais dos seus usuários, estando disponível o tempo todo e em qualquer lugar.

2.4.3 Autosserviço sob demanda

O usuário, de maneira unilateral, requerer maior ou menor quantidade de recursos computacionais, sendo inteiramente capaz de alocar novos recursos automaticamente, sem haver interação direta com o provedor de serviços.

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Tendo em vista que dentro de uma nuvem, o hardware e o software podem ser automaticamente reconfigurados e essas mudanças são apresentadas de forma transparente para os usuários, que possuem perfis diferentes e assim podem personalizar os seus ambientes computacionais, por exemplo, a configuração de rede para a definição de determinados privilégios, instalação de alguns softwares.[10]

2.4.4 Elasticidade Rápida

A computação em nuvem proporciona aos seus usuários a possibilidade de recursos serem alocados e adquiridos de forma rápida, elástica e automática, de maneira que caso haja alguma necessidade de escalar com o aumento da demanda, haja a liberação de recursos necessário para atender esse aumento.

Esse fenômeno se dá devido a virtualização da nuvem, que cria diversas instâncias de recursos requisitados utilizando um único recurso real. Virtualização é a criação de ambientes virtuais capazes de abstrair características físicas dos

hardwares, emulando vários sistemas operacionais em uma única plataforma

computacional.

Para o consumidor, os recursos disponíveis devem parecer ilimitados, sendo possível alocar a quantidade desejada de dados a qualquer momento.

2.4.5 Serviços Mensuráveis

Os serviços da computação em nuvem são capazes de controlar automaticamente a utilização dos recursos, de forma que alavanque a capacidade de medição em algum nível de abstração adequado para o serviço a ser executado.

A computação em nuvem permite ainda o monitoramento e controle dos serviços fornecidos, tanto para o consumidor quanto para o usuário.

2.5 ARQUITETURA DA NUVEM

Para entender basicamente a arquitetura da nuvem, é necessário compreender que a mesma é formada por uma rede de servidores, ou computadores pessoais interconectados em um grid, que trabalham de forma paralela, combinando seus recursos. O NIST enumera três modelos de serviços: Software as a Service

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(SaaS), Platform as a Service (PaaS) e Infrastructure as a Service (IaaS). A literatura trás outros diversos modelos, mas estes são os principais e atualmente atendem todas as possibilidades de uso e engloba todos os outros modelos não mencionados.

Figura 04: Modelo de Serviços

Fonte: Elaboração Própria, 2019.

2.5.1 Infraestrutura Software as a Service (Saas)

Este modelo é utilizado para aplicações cujo acesso será disponibilizado para várias pessoas ao mesmo tempo, podendo ser traduzido como modelo de computação em nuvem no qual se oferece em forma de serviço, onde se paga pela hospedagem de softwares que iram funcionar remotamente.

Veras afirma que o modelo SaaS é direcionado para clientes que desejam hospedar na nuvem aplicativos como uma alternativa ao processamento local. Nesse modelo os aplicativos são oferecidos como serviço, por provedores, e acessados através do browser. E todo o controle e gerenciamento da rede, sistemas operacionais, servidores e armazenamento é feito pelo provedor de serviço.

Esta funcionalidade corresponde a camada mais externa do modelo conceitual, ela é composta por aplicativos que são executados no ambiente da nuvem. Podem ser aplicações completas ou conjuntos de aplicações cujo uso é regulado por modelos de negócios que permitem customização. Os sistemas de

software devem estar disponíveis na internet através de uma interface com um

Aplicações Frameworks s Hardwares SaaS PaaS IaaS

Quem utiliza | Serviços

Usuário Final | E-mail, Aplicativos de escritório, Blog, CRM,

etc. Desenvolvedores e

Implantadores | Desenvolvimento, integração, implantação e testes. Gerentes de Sistemas | Máquinas virtuais,

sistemas operacionais, redes, CPUs, memória, etc.

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navegador web, logo devem ser acessíveis de qualquer lugar a partir dos diversos dispositivos dos usuários. Desta forma, novos recursos podem ser adicionados aos sistemas de forma transparente aos usuários, tornando-se assim a manutenção e evolução dos sistemas tarefas bem mais simples. A aquisição de licenças para uso é dispensada para a utilização do SaaS, reduzindo-se então custos operacionais. Exemplos de SaaS são o Google Docs, Facebook, Dropbox, OneDrive e Microsoft

SharePoint.

2.5.2 Infraestrutura Plataform as a Service (Paas)

Já nessa estrutura há o fornecimento de uma plataforma de software capaz de oferecer aos usuários testes e desenvolvimento de aplicações, porém não são capazes de controlar a infraestrutura de hospedagem, apenas detém o controle sobre as configurações e aplicações implantadas.

É a camada intermediária do modelo conceitual, sendo composta por hardware virtual disponibilizado como serviço. Oferece tipos específicos de serviços como sistemas operacionais, banco de dados, serviços de mensagens, serviços de armazenamento de dados e etc. Muitos serviços podem ser oferecidos através de uma PaaS, facilidades para o projeto e desenvolvimento de aplicações, testes, implantação, hospedagem, integração de serviços web, segurança, integração de banco de dados, persistência, etc. Todos estes serviços também podem ser configurados como uma solução integrada, oferecida através da internet.

Rouse afirma que:

PaaS é uma forma de alugar hardware, sistemas operacionais,

armazenamento e capacidade de rede através da Internet. O modelo de prestação de serviço permite que os clientes aluguem servidores virtualizados e serviços associados, para executar aplicações existentes ou para hospedá-las enquanto estão desenvolvendo. [11]

Na maioria das vezes, esta plataforma é utilizada para o desenvolvimento. E que dependendo do provedor, a plataforma de desenvolvimento pode ser simplesmente um sistema operacional ou uma plataforma de desenvolvimento completo que inclui um servidor Web e bibliotecas de desenvolvimento.

2.5.3 Infraestrutura Infrastructure as a Service (Iaas)

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usuário a transformação, armazenamento, redes e outros recursos computacionais fundamentais e capazes de implantar e executar programas arbitrários, que podem incluir sistemas operacionais e aplicativos, de forma que o consumidor não administre ou controle a infraestrutura de nuvem subjacente, mas tem controle sobre os sistemas operacionais, armazenamento, aplicativos implantados, e, eventualmente, o controle limitado de componentes de rede selecionar (por exemplo,

firewalls host).

Correspondendo a camada mais externa do modelo conceitual, ela é composta por aplicativos que são executados no ambiente da nuvem. Podem ser aplicações completas ou conjuntos de aplicações cujo uso é regulado por modelos de negócios que permitem customização. Os sistemas de software devem estar disponíveis na internet através de uma interface com um navegador web, logo devem ser acessíveis de qualquer lugar a partir dos diversos dispositivos dos usuários. Desta forma, novos recursos podem ser adicionados aos sistemas de forma transparente aos usuários, tornando-se assim a manutenção e evolução dos sistemas tarefas bem mais simples. A aquisição de licenças para uso é dispensada para a utilização do SaaS, reduzindo-se então custos operacionais.

O IaaS traz algumas características, como uma interface única para administração da infraestrutura, a aplicação API (Application Programming Interface) para interação com hosts, switches, roteadores e o suporte para a adicionar novos equipamentos de forma simples e transparente. O IaaS é baseado em técnicas de virtualização de recursos de computação. Observando do lado da economia, não será necessário a aquisição de novos servidores e equipamento de rede para a ampliação de serviços. Citamos como exemplo de IaaS o Amazon EC2 (Elastic

Cloud Computing) e o Eucalyptus (Elastic Utility Computing Architecture Linking Your Programs To Useful Systems).

2.5.4 Outras Infraestruturas

A literatura traz outros conceitos derivados, utilizados normalmente para diferenciar um determinado tipo de serviço, dentre quais podemos citar, banco de dados como serviço (DaaS), testes como serviço (TaaS), segurança, simulação, comunicação, etc., todos sendo oferecidos como serviço.

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2.6 MODELOS DE IMPLANTAÇÃO

A implatação da computação em nuvem depende da necessidade de aplicações por parte do usuário, como Sousa, Moreira e Machado descrevem a restrição ou abertura de acesso depende do processo de negócios, do tipo de informação e do nível de visão desejado.[12] Podendo-se entender que certas empresas não desejam que todos os usuários tenham acesso e possam utilizar determinados recursos no seu ambiente de computação em nuvem. Neste sentido, é que surge a necessidade de ambientes mais restritos, onde somente alguns usuários devidamente autorizados possam utilizar os serviços providos.

Figura 06: Modelos de implantação, em relação a disponibilização do serviço

Fonte: Elaboração própria, 2019

Conforme o NIST, os modelos de implantação da computação em nuvem podem ser divididos em: privado, público, comunidade e híbrido.

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2.6.1 Privado

Nesta modalidade a infraestrutura da nuvem é própria ou alugada por uma única organização e sendo unicamente operada por essa, em outras palavras. Pode ser gerida pela organização ou de um terceiro e pode existir no local ou remota.

As nuvens privadas são aquelas construídas exclusivamente para um único usuário (uma empresa, por exemplo). Diferente de um data center privado virtual, a infraestrutura utilizada pertence ao usuário, e, portanto, ele possui total controle sobre como as aplicações são implementadas na nuvem. Uma nuvem privada é, em geral, construída sobre um data center privado.

Para esse modelo de implantação são empregados políticas de acesso aos serviços. Gerenciamento de redes, configurações dos provedores de serviços e a utilização de tecnologias de autenticação e autorização são as principais características deste modelo.

2.6.2 Público

Já na nuvem pública, a infraestrutura é disponibilizada ao público em geral ou há um grande grupo industrial e é propriedade de uma organização da venda de serviços em nuvem. As nuvens públicas são aquelas que são executadas por terceiros. As aplicações de diversos usuários ficam misturadas nos sistemas de armazenamento, o que pode parecer ineficiente a princípio.

Porém, se a implementação de uma nuvem pública considera questões fundamentais, como desempenho e segurança, a existência de outras aplicações sendo executadas na mesma nuvem permanece transparente tanto para os

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prestadores de serviços como para os usuários.

Para este modelo de implantação as restrições de acessos não podem ser aplicadas, quanto ao gerenciamento de redes, a aplicação de técnicas de autenticação e autorização também não será possível. Na nuvem pública, a infraestrutura é disponibilizada para o público em geral, sendo acessado por qualquer usuário que conheça a localização do serviço.

Figura 08: Nuvem Pública

Fonte: Elaboração própria, 2019

2.6.3 Comunitária

Neste modelo a nuvem é compartilhada por diversas organizações e suporta uma comunidade específica que compartilham interesses (por exemplo, a missão, os requisitos de segurança, política e considerações sobre o cumprimento).

Pode ser administrado por organizações ou de um terceiro e pode existir no local ou remota. Neste modelo, várias organizações utilizam a mesma nuvem, que poderá ser administrada por uma empresa desta nuvem ou mais, ou até mesmo por uma terceira.

Figura 09: Nuvem Comunitária

Nuvem

INTERNET

Serviços de Banco de Dados, processamento, armazenamento, etc.

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2.6.4 Híbrido

No modelo híbrido de nuvem é uma composição de duas ou mais nuvens (privado, comunidade ou público) que tem suas características originais mantidas, mas são interligadas por proprietárias de tecnologia padronizada que permite a portabilidade dos dados e aplicações (por exemplo, nuvem explodindo de balanceamento de carga entre as nuvens).

As nuvens híbridas combinam os modelos das nuvens públicas e privadas. Elas permitem que uma nuvem privada possa ter seus recursos ampliados a partir de uma reserva de recursos em uma nuvem pública. Essa característica possui a vantagem de manter os níveis de serviço mesmo que haja flutuações rápidas na necessidade dos recursos.

A conexão entre as nuvens pública e privada pode ser usada até mesmo em tarefas periódicas que são mais facilmente implementadas nas nuvens públicas, por exemplo. O termo “computação em ondas” é, em geral, utilizado quando se refere às nuvens híbridas.

Nas nuvens híbridas, temos uma composição de duas ou mais nuvens, das quais pode ser privada, comunidade ou pública, que continuaram sendo entidades únicas e ligadas por uma mesma tecnologia que segue um padrão para que permita a portabilidade dos dados e aplicações.

Figura 10: Nuvem Híbrida

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2.7 PAPÉIS NA NUVEM

É de suma importância definir os papeis daqueles que participam e atuam na computação em nuvem, garantindo a responsabilidade dos diferentes acessos e perfis existentes, delimitando ainda usuários e seus interesses.

Os atores são classificados conforme seu desempenho e principais atuações sobre os serviços e onde o desenvolvedor consegue atuar em todas as camadas dependendo do tipo de serviço contratado.

Figura 11: Papéis na nuvem

Fonte: Borges, 2014

2.7.1 Provedor

A figura do provedor é aquele que dispõe dos serviços contratados pelo usuário, Borges [13] descreve que quando o serviço contratado é baseado no IaaS é de responsabilidade do provedor manter o armazenamento a base de dados, a infraestrutura e hospedagem do ambiente para as maquinas virtuais, restando ao cliente a utilização de todos os recursos como se fossem locais, mas tendo o acesso a essa infraestrutura física vetada.

Já se o serviço contratado obedecer ao padrão PaaS, o provedor é responsável pela infraestrutura da plataforma, e nas hipóteses de SaaS, o provedor gerencia, instala e mantém o software e tudo que está por trás do consumidor fazendo uso da aplicação.

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2.7.2 Desenvolvedor

É aquele que contrata os recursos fornecidos e promove serviços para os usuários finais, nas hipóteses de PaaS, é ele quem desenvolve as aplicações e disponibiliza as mesmas, já no sistema IaaS, ele quem controla o ambiente e as aplicações que vão operar na infraestrutura.

2.7.3 Consumidor

Também denominado usuário final, é aquele que utiliza a aplicação da nuvem, porém sua atuação se restringe ao serviço em modelos SaaS.

2.8 CENÁRIOS DA NUVEM

Os cenários da computação em nuvem envolvem as diversas possibilidades de interação entre o ambiente da nuvem, seus usuários e desenvolvedores.

2.8.1 Usuário Final

Neste ambiente o usuário acessa dados e aplicações na nuvem, e como exemplo deste tipo incluem serviços de e-mail e sites de redes sociais, como Gmail,

Facebook, LinkedIn que acessam seus dados, que são armazenados e gerenciados

na nuvem, através de uma aplicação sendo executada a partir de um browser.

Figura 12: Cenário do usuário final

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2.8.2 Organização – Nuvem – Usuário Final

Neste cenário a organização utiliza a nuvem como provedor de dados e serviços para seus usuários, havendo interação direta com a instituição para manipulação de dados e resultados para o consumidor, que pode ser um funcionário interno quanto externo.

Figura 13: Cenário organização, nuvem e usuário final

Fonte: Borges, 2014

2.8.3 Organização – Nuvem

É a forma mais comum de uso da computação em nuvem já que proporciona um controle pela instituição, que envolve o armazenamento de backups na nuvem ou armazenamento de dados raramente utilizados; uso de máquinas virtuais para trazer processadores on-line para momentos de alta demanda de recursos e obviamente o descarte das mesmas quando a demanda diminuir; uso de aplicações

SaaS, como e-mail, agenda, etc.; e ainda utilização de bases de dados como parte

de uma aplicação o que permite um fácil compartilhamento destas bases com parceiros.

Figura 14: Organização - Nuvem

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2.8.4 Organização – Nuvem – Organização

Neste cenário a ideia central é hospedar recursos na nuvem de modo que as aplicações das empresas possam interoperar, sendo a cadeia de suprimento um exemplo óbvio deste cenário.

Figura 15: Organização – Nuvem - Organização

Fonte: Borges, 2014

2.9 ORQUESTRADORES DE NUVEM

Como anteriormente analisado, quando se falam de computação em nuvem, a mesma se apresenta de forma mais comum em três modelos: Software como serviço (SaaS), Plataforma como serviço (PaaS) e Infraestrutura como serviço (IaaS).

Antes do surgimento da virtualização trazido pela computação em nuvem, todos os processos eram realizados de forma manual, o que incluía esperar aprovação do processo, comprar um hardware, instalar o OS, conectar e configurar a rede, obter um IP, alocar o armazenamento, configurar a segurança, implementar o banco de dados, conectar a um sistema backend, implementar o aplicativo no servidor, etc.

O que trazia grandes desafios ao operador, como gerenciamento, backup, monitoramento, rede e configuração. Porém, há cerca de duas décadas esse panorama se viu modificado através da virtualização, dando fim a diversas etapas manuais.

As máquinas virtuais, também conhecidas como hypervisores e VMs eram usados para implementar aplicativos, o que auxiliava na redução de custos do

hardware, porém seu gerenciamento era complexo, nascendo a necessidade de

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realizadas de maneira manual, como comprar hardware, instalar OS e alocar o armazenamento.

Esse fenômeno surge em conjunto com a computação em nuvem, que de forma direta ajudou a resolver problemas acima mencionados ao automatizar boa parte das etapas manuais.

A orquestração em nuvem faz parte desse processo de automatização, sendo responsável pela substituição de ponta a ponta na implementação de serviços em um ambiente de nuvem, de forma mais sintética, é a automatização da organização, da coordenação e do gerenciamento de complexos sistemas de computação,

middleware e serviços.

Usada especialmente para gerenciar infraestruturas de nuvem, fornecendo e designando ao usuário os recursos de nuvem necessários, a orquestração em nuvem ajuda essencialmente a acelerar a entrega de serviços de TI e ainda reduz custos. Sendo utilizado o mecanismo correto, os clientes podem implementar e começar serviços em servidores ou em qualquer plataforma de nuvem.

Existem três aspectos da orquestração de nuvem: orquestração de recurso, onde os recursos são alocados; orquestração de carga de trabalho, onde as cargas de trabalho são compartilhadas entre os recursos; orquestração de serviço, onde os serviços são implementados em servidores ou em ambientes de nuvem.

Figura 16: Orquestração de nuvem

Fonte: Elaboração própria, 2019

Orquestração

Nuvem Pública Nuvem Privada

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Há quem pense que orquestração e automação são a mesma coisa, porém, na verdade, a orquestração é mais complexa. Geralmente, a automação é focada em uma única tarefa, enquanto a orquestração lida com o processo de ponta a ponta, incluindo o gerenciamento de todos os serviços relacionados, cuidando da alta disponibilidade (HA), da pós-implementação, da recuperação de falhas, do ajuste de escala e muito mais. Geralmente, a automação é discutida no contexto de tarefas específicas, enquanto a orquestração está relacionada à automação de processos e fluxos de trabalho. Basicamente, a orquestração automatiza a automação, especificamente, a ordem em que as tarefas ocorrem em máquinas específicas, principalmente quando há diversas dependências.

2.10 PRINCIPAIS SOLUÇÕES DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM EXISTENTES NO MERCADO

Com a avanço da computação em nuvem, muitas são as empresas que se lançaram no mercado, tendo em vista o imenso potencial do mercado de tecnologias e serviços em nuvem, a maioria das empresas de TI está se mobilizando para criar ofertas para computação em nuvem, com isso em mente foram selecionados alguns dos principais provedores para servirem de elucidação.

2.10.1 Amazon Web Services

Conhecida por ser uma das maiores redes varejistas online, a Amazon desde 2006 oferece uma infraestrutura ociosa como um serviço, através do denominado

Amazon Web Service, que disponibiliza serviços em computação em nuvem.

Basicamente sua plataforma dispões de quatro serviços: o EC2, no qual através de máquinas virtuais cujo sistema operacional seja Linux, o usuário pode alugar dezenas ou até milhares de CPUs, o S3, serviço de armazenamento (storage) em nuvem, o SimpleDB, oferta de Database-as-a-Service e o SQS para serviços de mensagens. A ideia é que os usuários possam operar seu negócio sem ter a necessidade de investir em infraestrutura, como servidores storage. E a plataforma computacional oferecida é a própria plataforma que roda os aplicativos da Amazon, uma infraestrutura de tecnologia que incluiu milhares de servidores e que levou anos para ser construída e ajustada.[14]

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2.10.2 Eucalyptus

Do inglês Elastic Utility Computing Architecture for Linking Your Programs To

Useful Systems (Eucalyptus), este software é baseado no modelo IaaS, e nasceu a

partir de um projeto de pesquisa do Departamento de Ciência da Computação de

University of Califórnia Santa Bárbara e veio a ser comercializado recentemente

como Eucalyptus Systems Inc.

Tal solução possui uma infraestrutura baseada em um código aberto que fornece uma interface compatível com o Amazon EC2, S3, EBS e permite aos usuários criarem uma infraestrutura e experimentar a computação em nuvem.

O Eucalyptus é versátil, simples e tem como objetivo auxiliar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias para computação em nuvem sendo capaz de interagir com o EC2, instalação e implantação simples usando ferramentas de gerenciamento de clusters, apresenta um conjunto de políticas de alocação extensível de nuvem, sobreposição de funcionalidade que não requer nenhuma modificação em ambiente Linux, ferramentas para administrar e auxiliar a gestão do sistema e dos usuários e capacidade de configurar vários clusters, cada um com endereço privado de rede interna em uma única nuvem.

Esse sistema permite aos usuários iniciar, controlar o acesso e gerenciar todas as máquinas virtuais utilizando uma emulação do protocolo SOAP do Amazon EC2 e interfaces de consulta. Neste sentido, os usuários interagem com o

Eucalyptus utilizando as ferramentas e interfaces exatamente do mesmo modo que

eles interagiriam com o Amazon EC2.[15]

2.10.3 Google

Esse modelo de computação em nuvem já é utilizado há bastante tempo, muitas das vezes sem mesmo que se perceba, já que uma simples query no Google demanda o acesso a milhares de megabytes e consome dezenas de bilhões de ciclos de processador.

Na verdade, o Google mantém em seus datacenters uma cópia de grande fração da internet, cópia esta continuamente atualizada através de softwares

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bilhões de páginas.

Construir uma infraestrutura computacional que permita milhares de queries por segundo, e completar o processo em poucos segundos, nos moldes tradicionais, requereria inúmeros supercomputadores de centenas de milhões de dólares cada. Então o Google resolveu o problema, a um custo bem menor, agrupando centenas de milhares de servidores Intel/Linux em seus datacenters espalhados pelo mundo.[16]

A aplicação Google é extremamente versátil, naturalmente adaptável, o que permite plena exploração do conceito de nuvem. Diferentes consultas rodam em diferentes processadores e o índice é particionado de modo que uma única query possa também usar múltiplos processadores em paralelo. O resultado é que o

Google consegue operar pesquisas rápidas, com uma infraestrutura de TI baseada

em milhões de servidores comoditizados, reduzindo sensivelmente os custos quando comparado ao que seria necessário para adquirir um supercomputador que oferecesse a mesma capacidade computacional.

Embora à primeira vista poucas aplicações sejam similares ao Google em termos de paralelismo, existem inúmeras outras aplicações que permitem explorar o paralelismo com bastante eficiência. O próprio Google começou a expandir o uso das suas nuvens para acomodar outros serviços como o YouTube, o Google Maps, o

Google Apps entre outros, mas recentemente criou o Google AppEngine, plataforma

para desenvolvimento de aplicações que rodarão na nuvem do Google.[17]

2.10.4 IBM

A IBM lançou-se no setor de computação em nuvem em 2007, com a aplicação chamada de Blue Cloud, que englobava um conjunto de tecnologias, algumas proprietárias como o Tivoli Provisioning Manager e outras open source como o Xen e o Hadoop (versão open source do ambiente de computação paralela do Google, o MapReduce), que permitem uma a organização construir sua própria infraestrutura de nuvem.

Com isso, a IBM pode usar o conceito de computação em nuvem para uso interno ou para prover serviços para clientes externo.

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qualquer nuvem, a capacidade de automaticamente provisionar servidores para atender à demanda.

Nesta aplicação, o usuário especifica que plataforma de hardware vai necessitar, através de uma portal web, selecionando tipo de processador, capacidade de memória e armazenamento, sistema operacional e assim por diante. Outra função é a monitoração dinâmica dos recursos computacionais, onde a nuvem precisa ser monitorada continuamente e em tempo real, para ajuste e balanceamento da carga.

Usando o Hadoop, um software open source gerenciado pela comunidade Apache, projetada para distribuir e processar tarefas em computação distribuída e paralela. Os programas que operam no Hadoop são escritos em um estilo de programação próprio, chamado de estilo Map/Reduce (desenvolvido pelo Google) no qual a tarefa é dividida em centenas ou milhares de pequenos pedaços que são processados independentemente, em centenas ou milhares de computadores reais ou virtuais, de acordo com um mapa execução. Os resultados gerados por estes processos independentes são agrupados e sintetizados (reduzidos) para produzir o resultado final em uma fração de tempo.[18]

Os servidores usados nessa plataforma em nuvem são o IBM BladeCenter, um sistema operacional Linux, virtualização baseada em Xen e o software de gerenciamento Tivoli da IBM. Em síntese, a Blue Cloud é uma série de ofertas de computação em nuvem baseadas em padrões abertos e software livre que ajudam as corporações a fornecerem recursos Web 2.0, como mashups, colaboração aberta, redes de relacionamentos e comércio remoto.

2.10.5 Microsoft

Buscando não ser deixada para trás, em 2008 a Microsoft laçou a plataforma

Azure, que mescla os modelos PaaS e SaaS, servindo como forma de implementar

a computação em nuvem ao oferece um conjunto específico de serviços para desenvolvedores. Esta plataforma pode ser usada por aplicações em execução em nuvem ou fora desta. A plataforma Azure é formada pelo sistema operacional

Windows Azure e um conjunto de serviços: Live Services, .NET Services, SQL Services, SharePoint Services e Dynamics CRM Services.[19]

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se propõe a implementar a visão de nuvem da Microsoft, baseada no conceito de “software-plusservices”, já que disponibiliza diversas aplicações distribuídas, além da total integração com a solução on-premise (local) baseada em plataforma .NET. Entre os principais serviços da plataforma Windows Azure há o SQL Azure

Database, Azure AppFabric Platform e uma API de gerenciamento e monitoração

para aplicações colocadas na nuvem.

3 CONCLUSÃO

Os avanços tecnológicos vêm contribuindo de forma substancial para a difusão da computação em nuvem, de maneira que muitos usuários aderem e utilizam as plataformas muitas vezes sem sequer saber que estão utilizando a computação em nuvem.

Podemos observar no decorrer deste trabalho, a amplitude a complexidade da computação em nuvem, que não abrange somente serviços simples e rotineiros destinados a usuários comuns, mas também arquiteturas amplas e base para complexos sistemas empresariais.

Contatou-se também que a implantação na computação em nuvem pode acontecer de três formas, que são as seguintes: nuvens públicas que são as mais conhecidas, pois o modelo de serviços oferecidos atualmente, em sua maioria, adotam a nuvem pública, na qual múltiplos usuários têm acesso a um software em comum na internet, na qual as empresas provedoras de serviço são as responsáveis pelos recursos necessários para os usuários. As nuvens privadas são adotadas somente por uma organização, onde estas são responsáveis pela adoção de recursos computacionais quando necessário, por isso possui um acesso restrito aos seus respectivos funcionários. E o último modelo a nuvem híbrida, a qual tenta implantar estes dois tipos de modelos ao mesmo tempo.

A computação em nuvem, ainda possui três modelos de serviços, os quais são oferecidos pelos seus provedores. Estes provedores são empresas que adotam um tipo de serviço, e os disponibilizam com seus respectivos modos de pagamentos para os usuários.

Com o resultado desta pesquisa bibliográfica, verifica-se que a computação em nuvem está mais presente em nosso cotidiano que pensamos, desde uma simples pesquisa no Google até operações mais complexas envolvendo diversos

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setores da vida de um indivíduo.

3.1 QUADRO COMPARATIVO

Ferramenta Vantagens

Custo x Benefício Flexibilidade Recursos

Amazon Web Services

Os custos são baixos e variáveis, sendo cobrado apenas o que foi utilizado e não uma mensalidade fixa. Sem surpresas, despesas iniciais e nem compromis-sos a longo prazo.

Além disso, por disponibili-zar flexibilidade de capaci-dade, de acordo com as necessidades dos seus clientes, é possível realizar um melhor planejamento financeiro.

 Por se tratar de um serviço em nuvem, o acesso é ágil e instantâneo, feito em desktop, celulares ou tablets.  Alterações na

infraestru-tura física na nuvem são feitas com alguns cliques de qualquer lugar sem ter que esperar por semanas pelo hardware.

Permite ao usuário ir testando aos poucos, sem migrar de uma vez só, trabalhando em ser-viços locais e na nuvem.

Eucalyptus Varia de acordo com a aplicação escolhida.

 Compatível com

interfaces em EC2 e S3 (interfa-ces SOAP e REST). Quase todas as ferramentas existentes que usam essas interfaces funciona-rão com as nuvens baseadas em Eucalyptus.

O Eucalyptus foi desen-volvido totalmente modu-larizado, permitindo aos pesquisadores realiza-rem experimentos de segurança, escalabilida-de, confiabilidade e implementação de inter-faces.

Possui ainda Ferramen-tas do administrador de nuvem para gerencia-mento de sistema e contabilidade de usuário. A capacidade de confi-gurar vários clusters, cada um com endereços de rede internos priva-dos, em uma única nu-vem

Google

Uma plataforma como o Google Apps que reúne tantos aplicativos diferentes perfeitamente integrados e contando com o máximo de tecnologia, é muito fácil imaginar que o custo de tudo isso seja muito alto. No entanto, o Google se-gue pelo caminho contrário e oferece um ótimo serviço custando pouco. Todos os benefícios da produtividade conquistada com os aplica-tivos do pacote compensa-rão logo o baixo custo com a plataforma, inclusive possuindo alguns aplicati-vos gratuitos.

Extremamente versátil, natural-mente adaptável, o que permite plena exploração do conceito de nuvem. Diferentes consultas ro-dam em diferentes processadores e o índice é particionado de modo que uma única query possa tam-bém usar múltiplos processadores em paralelo. O resultado é que o Google consegue operar pesqui-sas rápidas, com uma infraestru-tura de TI baseada em milhões de servidores comoditizados, redu-zindo sensivelmente os custos quando comparado ao que seria necessário para adquirir um su-percomputador que oferecesse a mesma capacidade computacio-nal.

A Google possui diver-sas plataformas nas quais a computação em nuvem é usado como padrão computacional, desde o próprio site de pesquisa, no qual uma simples query já faz parte de uma rede inte-grada de nuvem, até aplicações mais direcio-nadas a armazenamen-to, como Google Drive, elaboração de documen-tos dos diversos tipos, Google Docs, etc.

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IBM

O valor da utilização desta ferramenta pode ser confi-gurado por hora ou por mês. Não é preciso pagar por licenças de aplicativos que não usa ou pagar em duplicidade. As suas licen-ças são suas e você monta e configura o seu servidor do jeito que quiser;

Além de poder alugar a máquina virtual você também pode alugar um servidor físico próprio (garan-tindo a entrada e a saída de da-dos com rapidez e segurança); O próprio usuário gerencia os seus aplicativos, mas com garan-tia de SLA (Service Level Agree-ment) para aquela máquina;

Os servidores IBM Cloud são executados em todos os níveis, existindo a opção de customiza-ção dos servidores, que podem ser pré-configurados, bare, me-tal, ou virtuais, de um único processador até quatro processadores.

Microsoft

O Azure oferece tecnologia e alta capacidade de recur-sos das grandes corpora-ções a um preço acessível e com modelos de compra que se adequam à realida-de dos empreenrealida-dedores. Um exemplo? Você paga apenas os serviços do Azure que efetivamente utilizar, sem mensalidade fixa ou compromisso míni-mo. Se já tiver ideia do tamanho de infraestrutura que precisa, pode optar por um plano pré-pago e obter descontos adicionais.

O Azure é indicado para vários ambientes: hospedagem de web-sites e e-commerces, armazena-mento de dados e backup, recu-peração em caso de desastres, serviços de mídia para transmis-são de vídeos, análise de dados ou Big Data e plataformas open source.

O empreendedor pode escolher os serviços que quer usar, na medida exata de sua necessida-de, acrescentando ou removendo-os sempre que precisar. O contro-le e a configuração podem ser feitos online, do computador ou por dispositivos móveis.

A companhia é o primei-ro pprimei-rovedor de nuvem reconhecido pelas auto-ridades de proteção de dados da União Euro-peia por respeitar as rigorosas leis de privaci-dade da região e foi o primeiro serviço da área a adotar o novo padrão de privacidade de nuvem internacional, ISO 27018.

O Azure está disponível em 21 regiões e 90 mer-cados espalhados pelo mundo e dobra sua capacidade de armaze-namento e computação a cada seis meses. O investimento da empresa ultrapassa 1 bilhão de dólares e, no Brasil, inclui um data center já em operação dedicado aos serviços em nuvem.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] VERAS, Manoel. Cloud Computing: Nova Arquitetura da TI. Rio de Janeiro: Brasfort, 2012. p.05

[2]NUNES, Mayza. História da Computação nas Nuvens. Disponível em:<http://ww w.dsc.ufcg.edu.br/~pet/jornal/agosto2012/materias/historia_da_computacao.html>.A

cesso em: 15/05/2019

[3]NUNES, Mayza. História da Computação nas Nuvens. Disponível em:<http://ww w.dsc.ufcg

edu.br/~pet/jornal/agosto2012/materias/historia_da_computacao.html>. Acesso em: 15/05/2019

[4] BESERRA, Bruno Y. Cloud Computing. Revista científica Computação em Evolução, Cuibá, p. 19-28, 2011. Disponível em: < http://www.ice.edu.br/TNX/storage/webdisco/011/09/08/outros/63bb4af01500bbfc118 2dbed5e3aaa06.pdf > Acessado em 15/05/2019

[5]NIST. The NIST Definition of Cloud Computing: Recommendations of the Na-tional Institute of Standards and Technology. Special Publication 800-145. 2011. . Disponível em: < http://csrc.nist.gov/publications/nistpubs/800-145/SP800-145.pdf > Acessado em: 15/05/2019

[6] VERAS, Manoel. Cloud Computing: Nova Arquitetura da TI. Rio de Janeiro: Brasfort, 2012. p. 02

[7] VERAS, Manoel. Cloud Computing: Nova Arquitetura da TI. Rio de Janeiro: Brasfort, 2012. p. 03

[5] NIST. The NIST Definition of Cloud Computing: Recommendations of the National Institute of Standards and Technology. Special Publication 800-145. 2011. . Disponível em: < http://csrc.nist.gov/publications/nistpubs/800-145/SP800-145.pdf > Acessado em: 30/05/2019

[9] NIST. The NIST Definition of Cloud Computing: Recommendations of the National Institute of Standards and Technology. Special Publication 800-145.

2011.Disponível em: < http://csrc.

nist.gov/publications/nistpubs/800-145/SP800-145.pdf > Acessado em: 30/05/2019 [10] NIST. The NIST Definition of Cloud Computing: Recommendations of the National Institute of Standards and Technology. Special Publication 800-145.

2011.Disponível em: < http://csrc.

nist.gov/publications/nistpubs/800-145/SP800-145.pdf > Acessado em: 30/05/2019 [11] ROUSE, Margaret. Platform as a Service (PaaS). 2010. Disponível em: <http://searchcloud

computing.techtarget.com/definition/Platform-as-a-Service-PaaS >. Acesso em 25 de Abril de 2019.

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[12] SOUSA, F., MOREIRA, L., MACHADO, J. Computação em Nuvem: Concei-tos, Tecnologias, Aplicações e Desafios. In: Antônio Costa de Oliveira;Raimundo Santos Moura;Francisco Vieira de Souza. (Org.). III Escola Regional de Computação Ceará, Maranhão e Piauí (ERCEMAPI). 1 ed. Teresina: SBC, 2009, v. 1, p. 150-175 [13] BORGES, Hélder Pereira; SOUZA, José Neuman de; SCHULZE, Bruno; MURY,

Antônio

Rober-to. COMPUTAÇÃO EM NUVEM. Disponível em:<http://livroaberRober-to.ibict.br/bitstream/1 /861/1/COMPUTAÇÃO EM NUVEM.pdf>. Acesso em: 08/05/2019

[14] TAURION, Cezar. Cloud Computing Computação em Nuvem: Transforman-do o munTransforman-do da Tecnologia da Informação. Editora Brasport, 2009. p. 38

[15] TAURION, Cezar. Cloud Computing Computação em Nuvem: Transforman-do o munTransforman-do da Tecnologia da Informação. Editora Brasport, 2009. p. 38

[16] TAURION, Cezar. Cloud Computing Computação em Nuvem: Transforman-do o munTransforman-do da Tecnologia da Informação. Editora Brasport, 2009. p. 38

[17] TAURION, Cezar. Cloud Computing Computação em Nuvem: Transforman-do o munTransforman-do da Tecnologia da Informação. Editora Brasport, 2009. p. 39

[18] TAURION, Cezar. Cloud Computing Computação em Nuvem: Transfor-mando o mundo da Tecnologia da Informação. Editora Brasport, 2009. p. 38 [19] SOUZA, F; MOREIRA, L; MACHADO, J. Computação em Nuvem: Conceitos, Tecnologias, Aplicações e Desafios. Capítulo 7. Universidade Federal do Piauí (UFPI). (2009).

Referências

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