SUMARIO
Boletín 42
Julio-Agosto 2015
Editorial
Próximos eventos
Novedades editoriales
Obituarios: Humberto Baquero y Bonifacio
Palacios
Premios de investigación
Actividades de la SEEM
XX Curs d’estiu-Reunió científica del Comtat d’Urgell XXVI Semana de Estudios Medievales de Nájera
XII Encuentros Internacionales del Medievo de Nájera X Curso de Especialización de Historia Medieval. Simat de Valldigna
Seminario El agua en el imaginario medieval. Valladolid
Congreso Internacional: El conde de Tendilla y su tiempo. XXVIII Asamblea de la SEEM. Granada
IV Congreso Internacional de Jóvenes Medievalistas. Ciudad de Cáceres
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EDITORIAL
.Estimados socios:
Un nuevo verano ha llegado y con él, los tradicionales cursos
estivales. En algunos casos, la SEEM participa de forma activa
con la colaboración de ayudas para los socios menores de 30
años. Balaguer, Nájera (en los dos eventos), Ponferrada y
Valldigna son algunos de ellos. De todas formas, hay bastantes
más y animamos a que se participen en ellos. Damos cuenta de
todos aquellos de los que nos ha llegado información a esta
Secretaría.
De igual modo, se incluye en este boletín la convocatoria de
premios de investigación, a ambos lados del Atlántico, lo que da
buena muestra del apoyo que la actividad tiene en el marco de
la sociedad, aunque reclamamos que ese soporte siga creciendo.
En este número también aparecen los obituarios de don
Humberto Baquero y don Bonifacio Palacios, realizados por los
Dres. Marques y Ladero Quesada respectivamente, que nos
ayudan a recordar la vida y obra de tan insignes historiadores.
No obstante, también recordamos desde aquí la pérdida de las
socias Durany Castrillo y Ruiz Trapero, y de la reciente de
Jacques Fontaine (93 años), filólogo francés con investigaciones
sobre San Isidoro de Sevilla y arte mozárabe.
En fechas cercanas anunciaremos la convocatoria de la XXVIII
Asamblea General Ordinaria de la asociación, que este año se
celebrará en Granada en el próximo mes de noviembre, tal y
como se indica en los eventos anunciados. También recordamos
la colaboración activa de la SEEM en las VIII Jornadas
Luso-españolas que en esta ocasión se celebran en Lisboa en
diciembre.
Las ya habituales novedades publicadas, tanto en formato físico
como en virtual online, completan el boletín.
Que sea un buen verano.
Hasta septiembre.
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OBITUARIOS
HumbertoBaquero Moreno
In memoriam
O dia 6 de Abril de 2015 para quantos conheciam e estimavam o Prof. Doutor Humberto Carlos Baquero Moreno ficou profundamente marcado pela triste notícia do seu falecimento, ocorrido no dia 5, à tarde – dia de Páscoa –, e do funeral marcado para o dia seguinte. A infausta notícia, que se vinha pressentindo, a todos comoveu, deixando, aos oitenta anos, os seus numerosos amigos e admiradoresmarcados pela dor e saudade da sua partida, em profunda sintonia e plena solidariedade com a Família, que tanto amava, e acompanhámos nesse momento difícil.
A tristeza e a saudade decorrentes da perda de um amigo, com quem convivemos durante quase três décadas, realçam mais ainda a riqueza das suas qualidades humanas, que todos admirávamos e importa evidenciar, como precioso e exemplar legado a preservar,a parda sua extensa e valiosa obra histórica, que ultrapassaas três centenas de títulos.
Estas referências àsexcelentes qualidades humanas do Professor Baquero Morenoe à riqueza da sua obra científica exigem um breve enquadramento biográfico, útil na actualidade e indispensável para a correcta preservação da sua memória:
-Humberto Baquero Moreno,filho de Carlos Vítor de Jesus Baquero Peruch e Ângela Moreno Baquero, nasceu em Lisboa, em 1934, tendo frequentado e concluídoo
bachillerato no Instituto Espanhol, em 1952, aí radicando os primórdios – mais tarde,
desenvolvidos – do seu entusiasmo pela língua e pelos clássicos da literatura espanhola, em particular, dos seus poetas, que se comprazia em recitar.
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Após a necessária passagem pelo ensino liceal, inscreveu-se na Faculdade de Letras de Lisboa, onde se licenciou em História e obteve o diploma de Ciências Pedagógicas, indispensável para o ingresso na função docente, que exerceu no Liceu Camões, durante dois anos. Em Dezembro de 1963, foi contratado como segundo assistente dos Estudos Gerais de Moçambique, depois elevados a Universidade de Lourenço Marques, na qual, a par da docência de várias disciplinas e a preparação e publicação de mais de duas dezenas de estudos, preparou a sua monumental tese de doutoramento sobre A Batalha de
Alfarrobeira. Antecedentes e significado Histórico, brilhantemente defendida, na Reitoria
da Universidade de Lisboa, em Janeiro de 1974.
Na sequência dos acontecimentos de 25 de Abril de 1974, em finais desse mesmo ano, regressou, definitivamente, à Metrópole, passando, no ano seguinte, a integrar o corpo docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, encerrando, assim, a primeira fase de sua vida universitária e académica e iniciando outra mais longa, intensa e rica. A preparação científica que os estudos publicados, de que a dissertação de doutoramento era a coroa, a experiência pedagógica adquirida durante vários anos de docência em Lourenço Marques e a facilidade e o rigor da comunicação, aliados ao conjunto das suas múltiplas qualidades humanas, logo lhe granjearamcordial acolhimento,na Faculdade de Letras, que foi crescendo ao longo dos quase vinte e seis anos de permanênciaao seu serviço, integrado no grupo de História Medieval. O prestígio do Prof. Baquero Moreno ultrapassou, rapidamente, os muros da Universidade, passando a colaborar com numerosas instituições culturais portuguesas e estrangeiras, a que faremos breves, mas indispensáveis, referências.
Neste In memoriam prescindimos da apresentação sistemática de outras notas biográficas e sobre aextensa e valiosa obra científica, divulgadas no primeiro dos três volumes da obra Os Reinos Ibéricos na Idade Média. Livro de Homenagem ao Prof. Doutor
Humberto Carlos Baquero Moreno,expressão pública da amizade e estima que a
Faculdade de Letras e numerosos amigos portugueses e estrangeiros quiseram testemunhar-lhe, bastando, por isso, evocar alguns dos sectores da sua actividade e iniciativas a que prestou mais colaboração e melhor evidenciam o seu alto valor científico e qualidades humanas.
Como docente universitário, Humberto Baquero Moreno privilegiou sempre a investigação, cujos resultados nos legou na sua vastíssima obra histórica, publicada em volumes avulsos, obras colectivas e numerosas publicações periódicas, de leitura atraente e obrigatória para quem pretender conhecer o século XV português, sob os mais variados aspectos, de que salientamos os políticos, administrativos, económicos, sociais, culturais, tendo-se ocupado também da marginalidade e assistência,dos itinerários e circulação viária,das minorias étnicas e religiosas, concretamente judeus, conversos e mudéjares,
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pois sobre todosnos deixou preciosos contributos. Na impossibilidade de ampliarmos as considerações sobre tão vasta obra histórica, impõe-se observar que Baquero Moreno apoiava os seus estudos em fontes documentais, geralmente inéditas, publicando-as, com frequência, em apêndice.
Neste sector da investigação, não poderíamos olvidar o estímulo que a todos transmitia, especialmente, em ordem à preparação das dissertações de mestrado e doutoramento, procedendo também da mesma forma, quando as circunstâncias se proporcionavam,em relação a colegas de outras secções da Faculdade, cuja tendência para o atrasolhes conhecia.
A docência para o Professor Humberto Baquero Moreno era uma verdadeira paixão. As suas aulas eram dadas com alma, isto é, com entusiasmo, calor e espírito pedagógico, alimentados na reflexão e no contacto com a documentação, longa e pacientemente recolhida nos arquivos, que gostava de classificar como «laboratórios da história». E não se pense que exageramos ao afirmar que a docência constituía para ele uma verdadeira paixão. Se alguma dúvida houvesse, bastaria recordar que tendo sido convidado pelo, então, Primeiro Ministro para Director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, funções que exerceu durante dois anos, aceitou, com a condição de não abandonar a docência, que exercia, no início e no fim de cada semana.
As suas aulas não serão facilmente esquecidas por quantos tiveram o privilégio de acompanhar algum dos seus cursos – entre os quais nos incluímos, como“jovem” assistente, incumbido das aulas práticas de História Medieval de Portugal –, merecendo o devido relevo a amplitude e segurança dos conhecimentos, o rigor e fluência da linguagem e o entusiasmo posto na transmissão da visão pessoal dos assuntos, que tinha estudado, e cujas fontes documentais tão bem conhecia, a ponto de os alunos,muitas vezes,lhe dizerem,em tom encomiástico, que as aulas eram autênticas conferências.
Apesar de o Prof. Baquero Moreno privilegiar a investigação e a docência como essenciais à condição de professor universitário, quando o Estatuto da Carreira Docente passou a exigir aos docentes disponibilidade para o exercício de funções de gestão universitária, ainda em tempos bastante conturbados, no rescaldo da revolução de 25 de Abril de 1974, aceitou presidir ao Conselho Directivo da Faculdade de Letras, tendo conseguido com o seu espírito dialogante e capacidade de persuasão congraçar grupos de alunos, ideologicamente antagónicos e estabelecer e sustentar a calma entre todos, criando condições indispensáveis para um ambiente de estudo e de são convívio. Durante o exercício destas funções, no frequente diálogo com os respectivos Departamentos do Ministério da Educação, conseguiu a ampliaçãodos quadros superiores da Faculdade, de que viriam a beneficiar diversos docentes, que, de outra forma, veriam as suas carreiras
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Além destas funções administrativas, a Faculdade de Letras do Porto beneficiou também da permanência do saudoso extinto no Conselho Científico, a que pertenceu, desde o início até à sua aposentação, onde as suas frequentes e ponderadas intervenções obrigavam a reflectir em busca das soluções mais oportunas e eficazes. E não poderíamos esquecer a dedicação com que, durante muitos anos, secretariou o Centro de História da Universidade do Porto, dependente do Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC), sedeado na mesma Faculdade, ecuja Revista de História, antes da restauração da Revista da
Faculdade de Letras,acolheu a produção científica dos seus membros, maioritariamente,incorporados no corpo docente.
Entretanto, iniciavam-se novos tempos e as Universidadesportuguesas começavam a sentir necessidade de se abrirem à sociedade. O Professor Huberto Baquero Moreno, já bem conhecido, também neste domínio prestou relevantes serviços à Faculdade de Letras e à Universidade do Porto, através de conferências, participação em congressos e, sobretudo, mediante a integração em projectos culturais celebrados com municípios, universidades e academias, que se estenderam ao estrangeiro, em especial, à Espanha e ao Brasil.A título de exemplo, pelo que representaram como pontos de intercâmbio e aproximação entre professores e outros medievalistas dos dois lados da fronteira, recordem-se as “Jornadas de História Medieval do Algarvee Andaluzia” e “da Andaluzia e do Algarve”, durante anos, realizadas, alternadamente, em Loulé e em Sevilha ou localidades mais adequadas para o efeito, escolhidas pelos organizadores sevilhanos.Em todas estas iniciativas histórico-culturais interveio, de forma preponderante, o saudoso Professor Baquero Moreno, cuja influência foi igualmente determinante na concretização dos Colóquiosentre medievalistas portugueses e brasileiros, efectuados, com idêntica alternância, nas duas margens do Atlântico. Quanto aos do Brasil, impõe-se acentuar que, além das temáticas criteriosamente definidas em função das especificidades históricas do País anfitrião, ficaram caracterizados também pela notávelitinerância, que permitiu aos participantes contactar com diversas universidades, regiões e suas gentes, desde Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Niterói e Oeste do Paraná, prolongada até ao Norte da Argentina, numa visita de estudo a uma das célebres “reduções” ou missões dos Jesuítas.
Em relação a estes últimos aspectos, foi importante o facto de, mercê dos seus méritos científicos,o Professor Baquero Moreno pertencer às Academias: Portuguesa da História, das Ciências de Lisboa, da Marinha, da Real Academia de la História de Madrid e ao Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, em todas elas, tendo demonstrado o seu muito saber. Além da presença nestas Academias, que consagraram o valor da investigação realizada ao longo da sua vida universitária e académica, integroutambém outras instituições culturais, que se honraram com a sua presença e beneficiaram dos estudos aí apresentados, bastando mencionar a Associação dos Historiadores Europeus, o Instituto Cultural Galaico-Minho, a Comissão Internacional para a História das Assembleias e Parlamentos, de que foi Presidente da Secção Portuguesa, e a Comissão Internacional de “Expertos” (Peritos) do Caminho de Santiago, em representação de Portugal, por
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Se a presença activa e os estudos apresentados nestas instituições o situavam ao mais alto nível cultural, impõe-se registar, igualmente, a influência social exercida, por ocasião dos referidos eventos internacionais. Podemos, por isso,
afirmar que, muito antes de as universidades se abrirem para a
“internacionalização”, já o Professor Baquero Moreno a punha em prática, de forma discreta, mas eficaz.
É compreensível, por isso, que diversas instituições nacionais e estrangeiras lhe manifestassem a sua gratidão, concretizadana atribuição e entrega de distinções, que, nesta hora de exaltação dos seus méritos, é justo e nos apraz recordar, começando pela Faculdade de Letras do Porto, que tão dedicadamente serviu, e, em 16 de Janeiro de 2001, lhe entregou, solenemente, a Medalha de
Ouro; por sua vez, a Associação Espanhola dos Amigos dos Castelos,
concedeu-lhe a Medalha de Prata de Mérito, em 1994; da parte do Brasil,o Chefe do Estado Maior da Marinha agraciou-o com a Medalha de Amizade e de
Mérito, e,em 1995, o Ministro da Marinha do Brasil condecorou-o com a Ordem de Mérito de Tamandaré. Em Portugal, foi agraciado, em 10 de Junho
de 1994, pelo Presidente da República, Doutor Mário Soares, com o grau de
Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Este esboço da vida e obra do Professor Doutor Humberto Carlos Baquero Moreno, com particular incidência nos planos académico e cultural e na sua vasta obra histórica, largamente reconhecida, admirada e galardoada ao mais alto nível, embora marcados pela saudade, ajuda-nos a curvarmo-nos perante a sua memória, gratos pelas lições de dignidade, competência e vigoroso humanismo que nos deixou, e convida-nos a pedirmos e confiarmos que Deus já o tenha junto de Si.
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Bonifacio Palacios Martín
(1933-2015)1
La actividad profesional de Bonifacio Palacios comenzó en la Universidad de Zaragoza, donde concluyó sus estudios en la Facultad de Filosofía y Letras, obteniendo Premio Extraordinario en la Licenciatura, y fue después becario de investigación. En 1968 pasó a la entonces incipiente Universidad Autónoma de Madrid como Profesor Adjunto de Historia Medieval y en ella permaneció hasta 1979, incorporándose a la condición de Profesor Titular cuando esta denominación académica comenzó a existir. Años antes, en 1969, había obtenido plaza en el Cuerpo Facultativo de Archiveros y Bibliotecarios, al ganar la correspondiente oposición, pero no llegó a ejercer como tal.
En 1979 obtuvo, por concurso-oposición, plaza de Profesor Agregado en la Universidad de Zaragoza, previa al acceso a la cátedra, que consiguió en 1981 al ser nombrado Catedrático de Historia Medieval en la Universidad de Extremadura, con sede en Cáceres. Fue Decano de su Facultad de Filosofía y Letras entre 1984 y 1986 y tres años después, en enero de 1989, pasaba, también por concurso-oposición a la Universidad Complutense, en cuya Facultad de Geografía e Historia fue Catedrático de Historia Medieval hasta su jubilación forzosa en septiembre de 2004(2).
Una larga vida universitaria, por lo tanto, dedicada a la enseñanza y jalonada por la publicación de investigaciones, que se suceden entre 1969 y 2003, casi siempre en relación con las épocas y destinos de su actividad profesional, puesto que cada tema de estudio nace en alguna de ellas para continuar vivo en las siguientes.
Así sucede con el primero, relativo a las ceremonias de coronación y juramento de los reyes aragoneses de los siglos XIII y XIV. Este tema de investigación no estaba de moda, por utilizar una expresión coloquial, cuando Bonifacio Palacios comenzó a cultivarlo siguiendo la huella de una corriente historiográfica potente en la Alemania de los años treinta a cincuenta del pasado siglo. Pero, a finales del XX, la llamada nueva historia
política lo recuperó, de modo que nuestro autor actuó a la vez como eslabón de una
cadena en su momento más difícil y como precursor, en ambos casos sin pretenderlo porque hacía su trabajo y se satisfacía con él, sin otras consideraciones.
1. Pueblica de Valverde (Zamora), 25 de diciembre de 1933 – Madrid, 1 de abril de 2015. 2. Ejerció como Vicedecano de la Facultad entre abril y octubre de 1990, en que renunció al
cargo.
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El primer gran resultado fue su tesis doctoral, dirigida por don José María Lacarra y presentada en 1973, La coronación de los reyes de Aragón (1204-1420), completada en su libro sobre La práctica del juramento y el desarrollo constitucional aragonés hasta Jaime
I(3), y continuada en otras publicaciones de importancia que amplían la perspectiva de
estudio e incluyen comentarios a las Ordinacions de Pedro el Ceremonioso y a la
Genealogía de los reyes de España de Alonso de Cartagena (4) y, en especial,
investigaciones sobre los símbolos de la soberanía, la función del tesoro real, la investidura de armas, la realeza y los valores caballerescos, la educación del príncipe y otros aspectos conexos con los mencionados (5), como los relativos a la política de Jaime I o a la historia institucional de Zaragoza, escritos en torno a 1980, y en especial su contribución a la XXV Semana de Estudios Medievales de Estella, en 1998 (6).
Nuestro autor nunca formó parte de la numerosa legión de historiadores universitarios que, desde los años setenta/ochenta del pasado siglo, han centrado su interés en asuntos de historia local, comarcal o regional, pero su ejercicio profesional en la Universidad de Extremadura le llevó a participar en la organización de dos congresos como presidente de comités científicos, uno más general, sobre Hernán Cortés y su tiempo (1985) (7) y otro de ámbito más restringido dedicado a los Estudios históricos sobre Plasencia y su tierra (1986), además de colaborar con el Instituto de Estudios sobre las armas antiguas (Jarandilla de la Vera) (8).
3. La coronación de los reyes de Aragón 1204-1420. Aportación al estudio de las estructuras políticas medievales,
Valencia, Anubar Ediciones, 1975, 343 p. Previamente, “La bula de Inocencio III y la coronación de los reyes de Aragón”,
Hispania, XXIX (1969), 485-504. La práctica del juramento y el desarrollo constitucional aragonés hasta Jaime I. Cuadernos de Historia Medieval (Universidad Autónoma de Madrid) 1 (1979), 87 p.
4. “Los actos de coronación y el proceso de ‘secularización’ de la monarquía catalano-aragonesa (siglos XIII-XIV)”, en État
et Eglise dans la genèse de l’état moderne, J. Ph. Vincent, B. Vincent, eds., Madrid, 1986, pp. 113-128. “El Ceremonial”, en Ceremonial de la consagración y coronación de los reyes de Aragón; ms. R. 14.425 de la Biblioteca de la Fundación Lázaro Galdiano, en Madrid, Zaragoza, 1992, II, p. 103-133. El ‘manuscrito de San Miguel de los Reyes’ de las ‘Ordinacions’ de Pedro IV, Valencia, 1994. “Sobre la redacción y difusión de las ‘Ordinacions’ de Pedro IV de Aragón y
sus primeros códices”, Anuario de Estudios Medievales, 25/2 (1995), 659-681. Introducción a la edición de El libro de la
genealogía de los reyes de España de Alonso de Cartagena, Valencia, 1995.
5. “Los símbolos de la soberanía en la Edad Media española: el simbolismo de la espada”, en VII Centenario del Infante don
Fernando de la Cerda, Madrid, 1976, pp. 273-296. Corona aragonesa y su función económica. Época de formación”, en Homenaje J. M. Lacarra y de Miguel, Zaragoza, Anúbar, 1977, II, pp. 279-304. “Investidura de armas de los reyes
españoles en los siglos XI y XII”, Gladius (1988), 153-192. “El mundo de las ideas políticas en los tratados doctrinales españoles: los ‘espejos de príncipes’ (1250-1350)”, en Europa en los umbrales de la crisis. XXI Semana de estudios
medievales de Estella, Pamplona, 1995, 463-483. “La educación de los príncipes”, en Historia de la acción educadora de la Iglesia en España, dir. B. Bartolomé Martínez, Madrid, 1995, pp. 315-325. “Imágenes y símbolos del poder real en la
Corona de Aragón”, en El poder real en la Corona de Aragón, Zaragoza, 1997, I, p. 198-230. “La recepción de los valores caballerescos por la monarquía castellano-leonesa”, Codex Aquilarensis. Cuadernos de Investigación del Monasterio de
Santa María la Real, 13 (1998), 81-100.
6. “La frontera de Aragón con Castilla en la época de Jaime I”, en Jaime I y su época. X Congreso de Historia de la Corona
de Aragón, Zaragoza, 1980, pp. 475-495. “La hacienda municipal de Zaragoza a mediados del siglo XV (1440-1472)” en Historia de la Hacienda Española. Homenaje a Luis García de Valdeavellano, Madrid, Instituto de Estudios Fiscales, 1982,
pp. 539-606 [coautor con M. I. Falcón Pérez]. “La representación municipal en Cortes. Estudio de la figura del procurador de Zaragoza a mediados del siglo XV”, En la España Medieval, 7 (1985), 1242-1267 [presentado en 1981]. “Espacios y estructuras políticas de Aragón y Navarra”, en XXV Semana de Estudios Medievales de Estella, Pamplona, 1999, 285-333.
7. Congreso Hernán Cortés y su tiempo. V Centenario 1485-1985, Mérida, Editora Regional de Extremadura, 1987.
8. Codirigiendo el coloquio y el libro titulados, Las armas en la historia (siglos X al XIV), Jaraíz de la Vera, Cáceres, Instituto de Estudios sobre Armas Antiguas, 1988. Continúa…
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Así, se interesó por el pasado extremeño en algunos aspectos clave, como son los relativos al nombre mismo de Extremadura, a los orígenes de la conciencia regional y a la política de frontera de Alfonso VIII y Fernando III. El resultado fue un apreciable conjunto de publicaciones que mantienen hoy su vigencia (9).
El interés de Bonifacio Palacios por la historia de las Órdenes Militares, en especial la de Alcántara, nació también durante sus años cacereños (10), pero se formalizó y alcanzó la plenitud de sus resultados durante su segunda época profesional en Madrid al llevar a cabo un amplio proyecto de investigación centrado en torno a la documentación medieval de la Orden de Alcántara, que requirió toda su atención y se plasmó en algunas publicaciones sobre aspectos parciales (11) y, sobre todo, en la laboriosa dirección de la gran Colección diplomática medieval de la Orden de Alcántara, patrocinada por la Fundación San Benito de Alcántara, en la que fue asistido por un selecto grupo de colaboradores y que constituye otro de sus legados firmes al conocimiento de la historia medieval hispánica (12). Para concluir esta relación, mencionaré algunas otras aportaciones aisladas de nuestro autor a asuntos propios de la historia eclesiástica (13).
9. “La Extremadura en que nació Hernán Cortés”, en Hernán Cortés y su época, Madrid, Historia 16, 1986. “Extremadura en la época de Hernán Cortés. Hacia la formalización de la regionalidad extremeña”, en Congreso Hernán Cortés y su tiempo, Mérida, 1987, II, pp. 592-602. “La frontera del Duero. Puntos de vista sobre el origen de la Extremadura leonesa”, en
Castillos medievales del reino de León, León, Hullera Vasco-Leonesa, 1987, pp. 47-59. “Origen de la conciencia regional
extremeña: el nombre y el concepto de Extremadura”, Alcántara (Cáceres), 13-14 (1988), 9-22. “Las milicias de Extremadura y la conquista de Andalucía”, en Andalucía entre Oriente y Occidente. V Coloquio internacional de historia medieval de
Andalucía, Córdoba, 1988, pp. 79-94. “Sobre el origen y significado del nombre de Extremadura: estudio historiográfico de la
etimología duriense”, Espacio, Tiempo y Forma, III, Historia Medieval, 4 (1989), 409-423. “Alfonso VIII y su política de frontera en Extremadura. La creación de la diócesis de Plasencia”, En la España Medieval, 15 (1992), 77-96.
10. Introducción al catálogo de La Orden de Alcántara. Exposición bibliográfica y documental, Cáceres, 1988.
11. “La Orden de Alcántara y su incorporación a la Corona”, en Primeras Jornadas de las Órdenes Militares, Madrid, 1997, pp. 55-71. “La vida cotidiana de las órdenes militares españolas hasta principios del siglo XVI”, Estudios sobre las Órdenes
Militares. Lux Hispaniarum, J. Campos, ed., Madrid, 1999, pp. 343-361 [en colaboración]. “Aportación al estudio de las
fuentes de la Orden de Alcántara. Un nuevo códice de sus definiciones”, Acta Historica et Archaeologica Mediaevalia, 20-21 (1999-2000), 243-266. “Las primeras definiciones impresas de la Orden de Alcántara y los orígenes de su historiografía”,
Revista de las Órdenes Militares, 1 (2001), 63-90. “La cuna y la sepultura. Algunos aspectos biográficos de Juan de
Sotomayor, maestre de Alcántara”, Revista de las Órdenes Militares, 2 (2003), 126-159. “El Císter y la fundación de la Orden de Alcántara”, Cistercium, 57 (2005), 197-211.
12. Colección diplomática medieval de la Orden de Alcántara. I. De los orígenes a 1454. II. De 1454 a 1494, Fundación San
Benito de Alcántara y Universidad Complutense, Madrid, 2000-2003.
13. “La circulación de los cátaros por el Camino de Santiago y sus implicaciones socioculturales. Una fuente para su conocimiento”, En la España Medieval, 3 (1982), 219-229. “Castilla, Cluny y la Reforma Gregoriana”, en El románico en
Silos. IX centenario de la consagración de la iglesia y claustro, Santo Domingo de Silos, 1990, pp. 19-29. “Los dominicos y
las órdenes mendicantes en el siglo XIII”, en VI Semana de Estudios Medievales de Nájera, Logroño, 1996, pp. 29-42. “La Iglesia medieval. Su documentación”, en El patrimonio documental: fuentes documentales y archivos, Cuenca, Universidad de Castilla-La Mancha, 1999, pp. 13-24.
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La obra escrita del historiador deja huella legible, pero su actividad docente parece fundirse en una especie de patrimonio inmaterial anónimo, cuyos componentes son difíciles de definir aunque miles de estudiantes se hayan beneficiado de lo que les ha aportado cada profesor cuando ha sido constante, renovador y eficaz en el cumplimiento de su labor y ha sentido habitualmente el afecto y el entusiasmo que requiere el difícil oficio de enseñar. Me parece que Bonifacio Palacios reunió estas condiciones en los cerca de cuarenta años que lo ejerció y confio en que muchos de sus alumnos universitarios recordarán lo que hizo por ellos en un momento, más o menos lejano ya, de sus vidas, especialmente aquellos a los que dirigió sus tesis doctorales (13). Por lo demás, sólo una vez, en los comienzos de su carrera, publicó obra de síntesis pero continuó aumentando sus saberes y la materia de sus explicaciones hasta el momento mismo de la jubilación (15).
Al cabo, el nombre de Bonifacio Palacios permanecerá como una referencia historiográfica del medievalismo español pero para algunos, que fuimos sus amigos y colegas, su recuerdo será siempre más humano y próximo. Así lo es para mí, que presencié muchos de sus momentos profesionales decisivos desde 1969 en adelante y fui su compañero de Departamento, entre 1988 y 2004, hasta ver después, en los últimos años, como decaía su conciencia. Pero aun entonces tuvo la máxima fortuna de contar con el amor y la asistencia de su mujer, Paquita Goicolea, de sus hijos y nietos, hasta el momento final y más allá en la fe que comparten.
Miguel Ángel Ladero Quesada
14. Menciono los dos que mejor conozco: José María de Francisco Olmos, El príncipe heredero en las Coronas de
Castilla y Aragón durante la Baja Edad Media. Madrid, Universidad Complutense, 1995 (publicada con el título La figura del heredero del trono en la Baja Edad Media Hispánica, Madrid, 2003) y Luis Corral Val, La Orden de Alcántara: organización institucional y vida religiosa en la Edad Media, Madrid, Universidad Complutense, 1998
(publicada con el título Los monjes soldados de la Orden de Alcántara en la Edad Media, Madrid, 1999).
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PRÓXIMOS
EVENTOS
Seminario Internacional “Identidades urbanas.
Corona de Aragón – Italia”
Torturar,
maltratar,
esclavizar…
Formas
de
violencia en el Mediterráneo durante la Edad Media.
Alicante.
The Bible in the Iberian World: a religious melting
pot
IEM Summer School 2015
"Traveling in the
Middle Ages: Portugal & the World"
TEMPLA Summer School 2015
II Curso Internacional de Arqueología Medieval de
Sefarad. Lorca (Murcia)
Guerra Santa y cruzada en el Estrecho. UAM.
«Lettres et conflits dans l’Occident tardo-antique
et médiéval»
Encuentro de investigadores de Alcalá la Real
Ver y crear. Obradores y mercados pictóricos en la
España gótica (1350-1500
O Humanismo Português e Europeu: no 5º
centenário
do
Cicero
Lusitanus,
Jerónimo
Osório (1515-1580)
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Boletín 42
PROGRAMA
Jueves, 2 de julio.
9:00 h. Recepción de participantes y entrega de material.
9:30 h. Acto de Apertura a cargo de Eliseo Serrano (Decano de la Facultad de Filosofía y Letras), Paulino Iradiel (Director del Seminario) y Germán Navarro (Director del Departamento).
10:00 h. Conferencia inaugural. Carlos Laliena (Universidad de Zaragoza). ¿Una edad de oro?
Transformaciones económicas en la Corona de Aragón en el siglo XV.
11:00 – 11:30 h. Descanso.
11:30 h. Rafael Narbona (Universitat de València).
Competencias, conflicto y violencia en la manufactura cerámica valenciana en el siglo XV.
11:50 h. Antoni Llibrer (Universitat de València).
Empresas y empresarios en ámbito rural: sectores y sistemas de gestión. Ejemplos del País Valenciano (siglo XV).
12:10 h. David Igual (Universidad de Castilla-La Mancha). Los Pintor, cambistas valencianos
(1473-1498): una aproximación al significado de los rasgos informales de la economía.
12:30 – 13:30 h. Debate.
SEMINARIO INTERNACIONAL
IDENTIDADES URBANAS
CORONA DE ARAGÓN – ITALIA
REDES ECONÓMICAS, ESTRUCTURAS INSTITUCIONALES,
FUNCIONES POLÍTICAS (SIGLOS XIV – XV)
Zaragoza, 2 – 3 de julio de 2015
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Boletín 42
Sesión de tarde
17:00 h. Sandra Bernabeu (Universitat de València). La oligarquía municipal de la
ciudad de Valencia durante el reinado de Alfonso el Magnánimo y Juan II (1426-1479).
17:20 h. Alejandro Ríos (Universidad de Zaragoza). Los caballeros villanos de
Teruel. Un análisis prosopográfico de las elites urbanas bajomedievales.
17:42 h. Francisco Vicente (Universidad de Zaragoza). Concejos e identidades
urbanas en las villas de la bailía de Cantavieja (siglos XIV-XV).
18:00 – 18:30 h. Descanso.
18:30 h. Juan Martínez (Universitat de València). La cofradía de San Jerónimo del
Art de Velluters de Valencia a través de su contabilidad (1479-1524).
18:50 h. Raúl Villagrasa (Universidad de Zaragoza). Política hospitalaria en los
concejos aragoneses del Cuatrocientos.
19:10 h. Fernando Samper (Universidad de Zaragoza). Las relaciones entre Bizancio
y la Corona de Aragón en el siglo XV.
19:30 – 20:30 h. Debate.
Viernes, 3 de julio.
10:00 h. Enza Russo (Universitat de València). La formazione del bilancio nella
tesoreria generale di Alfonso il Magnanimo.
10:20 h. Esther Tello (Institución Milá y Fontanals, CSIC, Barcelona). La Cámara
Apostólica Real en la Corona de Aragón: estructura institucional y agentes financieros (1378-1387).
10:42 h. Concepción Villanueva (Universidad de Zaragoza). Ciudades, cortes y
diplomacia: circulación de hombres de letras entre el ducado de Milán y la Península Ibérica en el siglo XV.
11:00 – 11:30 h. Descanso.
11:30 h. Germán Navarro (Universidad de Zaragoza). Italianos, franceses y
alemanes en la Zaragoza de los Reyes Católicos (1479-1516).
11:50 h. Joaquín Aparici (Universitat Jaume I de Castelló). Naturales de otros reinos
en tierras de la Plana de Castelló (fines del s. XIV a inicios del XVI).
12:10 h. Amedeo Feniello (Istituto Storico Italiano per il Medioevo, Roma). La rete
fieristica nel regno di Napoli nell’età di Ferrante d’Aragona.
12:30 – 13:30 h. Debate.
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Boletín 42
Sesión de tarde
Conferencias de clausura. Aspetti del movimento finanziario in area catalana nella
documentazione mercantile toscana (secoli XIV-XV).
17:00 h. Giampiero Nigro (Istituto Internazionale di Storia Economica Francesco Datini, Prato). La lettera di cambio tra attività feneratizie e trasferimento di fondi. 18:00 h. Angela Orlandi (Università di Firenze). Un caso di studio: l’andamento
dei cambi tra Valenza-Maiorca-Barcellona.
19:00 h. Paulino Iradiel (Universitat de València). Conclusiones.
Inscripción gratuita. Para la obtención del certificado de asistencia será necesario inscribirse con un mensaje dirigido al correo de la profesora Concepción Villanueva <[email protected]> indicando nombre y apellidos, DNI, titulación académica o nivel de estudios, dirección postal, correo electrónico y teléfono de contacto. Con todo, se deberá asistir como mínimo a tres de las cuatro sesiones del seminario, firmando el correspondiente control de asistencia.
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Boletín 42
Curso de verano Universidad de Alicante
Torturar, maltratar, esclavizar…
Formas de violencia en el
Mediterráneo durante la Edad Media
Alicante, 9-10 julio 2015
“Tipus de violències a la societat medieval. Reflexions teòriques”
Rafael Narbona Vizcaíno (Universitat de València)
“Castigo y encarcelamiento en el monacato visigodo”
Gregoria Cavero Domínguez (Universidad de León)
“Piratería y frontera marítima: violencia y vida cotidiana en las
naves en el Mediterráneo bajomedieval”
Juan Leonardo Soler Milla (Universidad de Alicante)
“Formas, personas y lugares en el negocio del cautiverio en las
fronteras del Islam y la Cristiandad ibéricas bajomedievales”
José Vicente Cabezuelo Pliego (Universidad de Alicante)
“Rapto y esclavitud sexual en la España Medieval”
Juan Antonio Barrio Barrio (Universidad de Alicante)
“Els mercaders tenien honor? Represalies, empresonaments i
embargaments en el Mediterrani Occidental (segle XV)”
David Igual Luis (Universidad de Castilla-La Mancha)
“Violencias contra las mujeres: un acercamiento desde las
fuentes archivísticas”
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Boletín 42
“Diversidad sexual, homofobia y sodomía a partir de los textos
y la ideología medieval”
Germán Navarro Espinach (Universidad de Zaragoza)
“Esclaus, sistemes de adquisició, tractament i violència a la
Corona d’Aragó (segles XIV-XV)”
Roser Salicrú i Lluc (CSIC, Institució Milà i Fontanals)
“Violencia, videojuegos y Edad Media: conflictos y polémicas
en los medios de divulgación”
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Córdoba, del 12 al 15 de julio de 2015
Chairs
Ana T. Valdez, Yale University [email protected]
Ricardo Muñoz, University of Salamanca –[email protected]
Programme
That the Iberian Peninsula represents a fundamental hub between Christianity, Judaism and Islam is common knowledge. However, theologians and historians have been studying these phenomena as isolated events and not as part of a much larger Iberian world characteristic, one that should be understood in terms of the broader Western thought.
This session’s goal, though experimental, is to provide a space of discussion for those of us who work with biblical themes in the context of the Iberian world, including not only the peninsular space, but also its colonial spaces, e.g., American, African and Asian places where Portuguese and Spaniards played an influential role starting in the Early Modern period. Moreover, the subjects to discuss are not limited nor to a particular time frame nor to a specific chronological period for this first phase.
Our initial objectives are to underline the importance of the Iberian world as a space of communication, or not, between the different religions of the Bible, of biblical interpretation, and how the Iberian world was prone to be influenced by the Bible.
THE BIBLE IN THE IBERIAN WORLD:
A RELIGIOUS MELTING POT
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Boletín 42
Call for Papers — 2015 Cordoba
Cordoba, the next city to host the Annual Meeting of the European Association of Biblical Studies, represents par excellence the history of religious co-existence. Over the centuries, the city, similarly to what happened in the broader Iberian world, was a space where inter-religious exchanges between Christians, Muslims, and Jews were possible. These people, albeit the natural religious differences, shared the same space, and similar imageries and expectations. Therefore, this year, this group wants to explore some of the different perspectives regarding religious encounters and moments/episodes of confrontation within the Iberian World. We are particularly interested in papers that explore the manuscript transmission of religious ideas and beliefs and its literary tradition, and the material and intellectual legacy of the different religious groups that led to determining Iberian politics and historical events. Although we are open to all papers regarding religion in the Iberian World, we would particularly invite you to submit to the following units:
Iberian Religious Manuscripts: production, reception, and transmission
The production of manuscripts of religious nature is a very important characteristic of Christian, Muslim and Jews tradition, playing a decisive role in the definition of each groups’ canon. This session aims to discuss the canonical and heterodox facets of the religious literature produced within the Iberian world, and to analyze, the circulation and reception in different environments of the produced manuscripts. Papers exploring the production, reception, and transmission of Christian, Muslim, and Jewish religious texts (bibles, religious literature, Kabbalah, liturgy books, religious instructions, hagiography, iconography, exegesis, etc.) within the Iberian world are welcomed.
Cultural and Intellectual legacy of Iberian Religious Minorities
This session focuses on the “legacies” of religious minorities found in the Iberian Peninsula, and how they transformed themselves, and were transformed, when later dispersed into the Mediterranean and the Atlantic during Iberian early modern Expansion. Papers should explore the cultural and intellectual production resulting from interreligious contacts and found still today in, for example, archaeology, literature, philosophy, medicine, philology, music, and popular culture. Furthermore, we welcome papers underlining the acculturation processes between Christian, Muslim (mozarabes, mudéjar and moriscos), and Jewish (conversos and New
Christians).
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The Bible as the Explanation Behind Iberian Imperialism and Expansion
This is a joint session with SBL’s groups Bible and its Influence: History and Impact and Bible and Empire. As the title suggests, our aim is to analyze the reasoning based on biblical texts and the pope’s authority used by Portuguese and Spanish to justify their overseas enterprise, and in particular, their colonization of new territories. In the Cordoba meeting, we welcome papers that explore the biblical arguments used by both parties (crusade, Treaty of Tordesillas and mare
clausum, evangelization and reaching of a universal religion that would allow the
end of the world to take place, etc.) to justify their overseas presence, conquest, and colonization.
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Lisboa (Portugal), del 13 al 31 de julio de 2015
Se trata de la 1ª Escuela de Verano de Estudios Medievales 2015, estructurada en 3 semanas, que comenzará su andadura con el tema “Viajando en la Edad Media: Portugal y el Mundo”, a desarrollarse entre el 13 y el 31 de julio de 2015.
La EVEM-IEM 2015 pretende acercar estudiantes, profesionales e interesados en general, a la Cultura, la Historia, el Arte y la Literatura del Portugal medieval, analizando la manera en que la realidad portuguesa se inserta en el contexto europeo y mundial. Cada año se propondrán 3 módulos lectivos y 1 módulo de visitas de estudio, de carácter multidisciplinar.
Las clases serán en inglés, y desarrolladas por nuestro equipo de profesionales, seniors y jóvenes, que provienen de los diferentes campos del saber que integran interdisciplinarmente el Instituto de Estudios Medievales.
Para este año, el programa que hemos confeccionado lleva por título “Viajando en la Edad Media: Portugal y el Mundo” (Traveling in the Middle Ages: Portugal & the World). Los módulos que lo componen son los siguientes:
• La experiencia del viaje (The experience of travel).
• Los viajeros y sus motivaciones (Travelers and their motivations). • La travesía de objetos e ideas (The journey of objects and ideas). • Explorando lugares en el Portugal medieval: visitas de estudio •(Exploring medieval Portuguese sites: study visits).
Para más información sobre inscripción y tarifas en el siguiente enlace web:
http://iem.fcsh.unl.pt/section.çaspx?kind=noticia&id=721
IEM Summer School 2015
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TEMPLA Summer School 2015
Barcelona , 14 – 16 julio
CALL FOR APPLICATIONS:
Episcopal, Canonical and Secular Memorial Devices
in Medieval Cathedrals. Art, Architecture, Liturgy and Writing
Idea y organización: Isabel Escandell, Esther Lozano y Gerardo Boto TEMPLA: Institut de Recerca Històrica, Universitat de Girona templa.templamedieval.com
TEMPLA es un taller permanente de estudios medievales constituido por
investigadores de universidades, de museos y de archivos de diferentes
partes de España y Europa, particularmente de Catalunya. Los miembros de
este equipo de trabajo comparten intereses y objetos de estudio desde sus específicos y complementarios ámbitos de especialización. Los resultados de sus investigaciones y de las interacciones con otros especialistas de diferentes disciplinas quedan reflejados en los resultados de los proyectos de investigación y acciones académicas, en las convocatorias científicas que organizan anualmente y en las publicaciones que resultan de todo ello.
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Boletín 42
Los investigadores de TEMPLA están abiertos a establecer vínculos y
colaborar con otros grupos de investigación e instituciones científicas.
Este equipo pretende contribuir a incrementar los intercambios entre
investigadores plurales. Además, proponemos debates científicos en torno a los programas visuales y la organización espacial en el Medioevo, con especial atención a los condicionantes litúrgicos y los escenarios arquitectónicos, así como reflexiones académicas sobre el estatuto social y académico de la investigación sobre arte y cultura medievales.
TEMÁTICA Y OBJETIVOS:
TEMPLA convoca a investigadores internacionales dedicados a la historia del arte medieval y disciplinas colindantes a debatir el concepto y las expresiones de la "memoria episcopal y canonical dinámica", desarrolladas en las sedes
episcopales europeas durante la época medieval. El concepto de memoria
incluye todas aquellas obras, actividades y usos de los espacios que transmiten a lo largo de los tiempos –y más allá de lo funerario– el recuerdo de obispos y canónigos o de sus instituciones, y junto a ellos, los laicos relevantes. La promoción de la memoria se insertaba, sin embargo, en un escenario común en uso a lo largo de un amplio marco temporal. Así, en cada escenario catedralicio, se originaron dinámicas diferentes con las interacciones e intersecciones entre la memoria individual y / o la memoria colectiva.
Conocemos abundantes testigos artísticos y extra-artísticos en que las acciones ligadas a la memoria tenían como objetivo el recuerdo de una persona más allá de la vida; en estos casos la memoria se canalizaba, sobre todo y de forma extensa, a partir de propuestas ligadas al ámbito funerario. La memoria funeraria ha sido ampliamente estudiada, mayoritariamente desde una vertiente monográfica y de un punto de vista estático. Proponemos que estas promociones individuales sean revisadas y presentadas en un nuevo contexto: el de la dinámica general de la memoria en cada escenario catedralicio.
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Boletín 42
Pero la memoria episcopal y canonical puede estar ligada a otras finalidades, como por ejemplo, acciones litúrgicas, prácticas devocionales, o vinculada a la circulación dentro de los espacios catedralicios. Conocer y analizar esta diversidad es uno de los objetivos de esta convocatoria, y tiene que ser fruto de una investigación desarrollada desde una vertiente multidisciplinar.
LOS HITOS CIENTÍFICOS DEL TEMPLA SUMMER SCHOOL 2015:
1- Establecer la diversidad de recursos utilizados (entre ellos arte, arquitectura y liturgia) para promover la memoria episcopal y canonical (individual o colectiva) en las catedrales europeas medievales.
2- Proponer nuevas contextualizaciones “dinámicas” de la memoria que combinen el resultado de la promoción artística con otros contextos extra-artísticos: por ejemplo de alcance litúrgico, devocional, vinculado a la circulación, o incluso resultado de acciones de política eclesiástica. Este énfasis en la “acción” y el “marco de acción” favorecerá la novedosa comprensión de la vivencia "dinámica" de la memoria, más allá de lo funerario, en las catedrales.
3- A partir de los dos apartados precedentes, establecer nuevas vías de aproximación e investigación multidisciplinar en el entorno de las catedrales europeas.
DESTINATARIOS Y PARTICIPACIÓN:
Este encuentro científico prevé acoger un número reducido de participantes: la convocatoria de selección permitirá invitar a 12 investigadores a presentar sus estudios. Se espera de los participantes que intervengan activamente en los debates de todas las presentaciones. Todos los investigadores deben resultar beneficiados por las aportaciones de los otros especialistas. Las exposiciones y los debates pueden desarrollarse en castellano, francés, italiano o inglés.
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CALL FOR APPLICATIONS:
Está dirigido, preferentemente, a jóvenes investigadores pre y post doctorales de los ámbitos de la historia del arte, historia, y de los estudios litúrgicos. Los interesados en participar al TEMPLA Summer School 2015 tienen que entregar:
• una carta de motivación que incluya una presentación de la investigación actual,
• un CV de una página,
• un documento (máximo 300 palabras) con la propuesta de presentación. Estos documentos pueden estar escritos en castellano, francés, italiano o inglés.
La documentación de los candidatos tiene que ser enviada antes del 25 de mayo a: [email protected], [email protected], [email protected]
Los candidatos recibirán una respuesta antes de 14 de junio de 2015. Los investigadores seleccionados tendrán que entregar a los organizadores el 28 de junio 2015 un documento con un guión de las ideas que tienen que exponer, las principales fotografías ligadas a su discurso y una breve bibliografía. Con esta documentación se elaborará un dossier que será entregado a los asistentes. Con esta iniciativa se potencia que los participantes lleven a cabo propuestas de interés en el seno de los debates programados.
SEDE Y ALOJAMIENTO:
Las jornadas tendrán lugar en la sala "Nicolás de Olwer y Pere y Joan Coromines" del Institut d’Estudis Catalans. Calle del Carmen 47. 08001 Barcelona
El alojamiento y otras actividades en común son sufragados por la
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II CURSO INTERNACIONAL
DE ARQUEOLOGÍA MEDIEVAL DE SEFARAD
Lorca (Murcia), del 20 al 22 de julio 2015
Continúa…
Dirs.: JORGE A. EIROA RODRÍGUEZ y ANDRÉS MARTÍNEZ RODRÍGUEZ Inscripción: Del 13/03/2015 al 13/07/2015
El objetivo del curso es proveer al estudiante de herramientas que le permitan identificar y analizar aquellos aspectos de la cultura material medieval que pueden ser considerados rasgos diferenciadores de las comunidades judías en los contextos islámico y cristiano de la península Ibérica durante el período medieval. Para ello, se combinarán una serie de conferencias impartidas por algunos de los mejores especialistas en Arqueología de la minoría judía en la Edad Media con varios talleres prácticos. Las sesiones se centrarán en la caracterización de los espacios religiosos, la identificación de los indicadores arqueozoológicos y la clasificación e interpretación del mobiliario litúrgico y doméstico. El excepcional hallazgo arqueológico de la judería bajomedieval del castillo de Lorca y su sinagoga del siglo XV serán el escenario idóneo para el desarrollo de los contenidos prácticos, que comprenderán el trabajo con materiales arqueológicos originales (cerámicas, metales,vidrios) y el análisis de edificios y contextos arqueológicos in situ. El curso no sólo está concebido como un ámbito de formación teórica y práctica en arqueología, sino que también aspira a convertirse en un espacio de diálogo cultural en torno a los problemas comunes de la identificación e interpretación de los contextos arqueológicos judíos en sociedades históricas mayoritariamente cristianas o islámicas. Por otro lado, tiene el objetivo de llegar a configurar un escenario de debate sobre los problemas derivados de la puesta en valor del patrimonio cultural medieval de las minorías judías.
Esta iniciativa constituye el único curso especializado que ofrece una completa formación teórica y, muy especialmente, práctica sobre arqueología medieval de la minoría judía en la península ibérica a estudiantes y especialistas formados en arqueología de otros contextos históricos o provenientes de países familiarizados con la cultura material de los judíos en otros escenarios.
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Boletín 42
Continúa… PROGRAMA: Lunes 20 09:30 h. Inauguración. Presentación.D. Jorge Alejandro Eiroa Rodríguez
Universidad de Murcia.
D. Andrés Martínez Rodríguez
Museo Arqueológico de Lorca.
10:00 h. Conferencia inaugural: Cuestiones para la arqueología del judaísmo en Europa ¿ Lecciones de un coloquio.
D. Paul Salmona
Musée d'art et d'histoire du Judaïsme, de París.
12:00 h. Conferencia: La judería de Toledo: un ejemplo de arqueología de superficie. D. Jean Passini
CNRS.
16:00 h. Conferencia: La relación entre humanos y animales: una perspectiva arqueozoológica.
Dña. Marta Moreno
Instituto de Historia, CSIC.
18:00 h. Taller: Con las manos en los huesos. Dña. Marta Moreno
Instituto de Historia, CSIC.
Martes 21
10:00 h. Conferencia: El cementerio judío medieval de Tàrrega. Dña. Anna Colet
Museu Comarcal de l'Urgell-Tàrrega.
12:00 h. Conferencia: El Castil de Judíos de Molina de Aragón: entre la arqueología y las fuentes documentales.
D. Jesús A. Arenas Esteban
Universidad a Distancia de Madrid.
16:00 h. Taller: La cerámica bajomedieval de la judería de Lorca. D. Jose Angel Gonzalez Ballesteros
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Miércoles 22
10:00 h. Taller: La cultura material de la minoría judía en la Edad Media. D. Andrés Martínez Rodríguez
Museo Arqueológico de Lorca.
16:00 h. Taller: Espacios domésticos y dinámicas urbanas: la judería bajomedieval del castillo de Lorca.
D. Jorge Alejandro Eiroa Rodríguez
Universidad de Murcia.
20:00 h. Clausura y entrega de diplomas. D. Jorge Alejandro Eiroa Rodríguez
Universidad de Murcia.
D. Andrés Martínez Rodríguez
Museo Arqueológico de Lorca.
MATRÍCULA:
Para poder matricularse es imprescindible rellenar en la web http://www.um.es/unimar/
el boletín de inscripción. Precio Público: 85 €
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Boletín 42
Jornadas Internacionales
Guerra santa y cruzada en el Estrecho.
El occidente peninsular en la primera mitad del s. XIV
30 de septiembre, 1 y 2 de octubre de 2015 Madrid (UAM)
Javier A
LBARRÁN(CCHS-CSIC): En torno a los encuentros
interreligiosos: leyendo a Ibn Jaldún
Fernando
A
RIASG
UILLÉN(Universidad
del
País
Vasco):
¿Acrecentamiento de la fe católica o restauración? Los discursos
ideológicos de Cruzada y Reconquista durante el reinado de
Alfonso XI (1312-1350)
Carlos de A
YALAM
ARTÍNEZ(Universidad Autónoma de Madrid):
Guerra santa y secularización: el ideal caballeresco de Alfonso XI
de Castilla
Carlos B
ARQUEROG
OÑI(Universidad Nacional de Educación a
Distancia, Madrid): La participación de la Orden del Hospital en
la Batalla del Estrecho durante la primera mitad del siglo XIV
Isabel Cristina F
ERNANDES(GEsOS - Gabinete de Estudos sobre a
Ordem de Santiago e CIDEHUS, Universidade de Évora): O
recrudescimento da Guerra Santa e a arquitectura das ordens
militares em Portugal (primeira metade do séc. XIV)
Linda G. J
ONES(Universitat Pompeu Fabra): La retórica de los
sermones de yihad en al-Andalus y el Magreb (siglo XIV)
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Boletín 42
Alejandro G
ARCÍAS
ANJUÁN(Universidad de Huelva): La
noción de yihad en época nazarí: el tratado de Ibn
Hudhayl.
Francisco G
ARCÍAF
ITZy David P
ORRINAS(Universidad de
Extremadura): Guerra santa y cruzada en el contexto del
‘molinismo’ cultural.
Ariel G
UIANCE(Instituto multidisciplinario de Historia y
Ciencias Humanas. CON
ICET): Los santos combatientes:
hagiografía y lucha contra el musulmán en la España
bajomedieval.
Patrick H
ENRIET(École Pratique des Hautes Études, Paris):
Guerra santa y martirio en Don Juan Manuel
Philippe J
OSSERAND(Université de Nantes): Jacques de
Molay, entre mémoire et histoire : le Temple, la
péninsule Ibérique et l'Orient
Miguel Ángel M
ANZANO(Universidad de Salamanca): Los
meriníes y su actuación en la Península Ibérica: yihad y
política en el bajo Medievo
Diego M
ELO(Universidad Adolfo Ibáñez, Santiago de Chile):
La Granada nazarí y sus relaciones internacionales con
Europa y el Mediterráneo en la primera mitad del siglo
XIV
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Boletín 42
Fermín M
IRANDA(Universidad Autónoma de Madrid):
¿Aventura o cuestión de estado? Franceses y navarros en
el Estrecho.
Luís Filipe O
LIVEIRA(Universidade do Algarve): Da defesa
da fronteira à guerra no mar: O papel da Coroa e das
ordens militares
Santiago P
ALACIOSO
NTALVA(Universidad Autónoma de
Madrid): La guerra de asedio en el contexto de la Batalla
del Estrecho. Tácticas, operaciones y arquitectura militar
Martín R
IOSS
ALOMA(Universidad Nacional Autónoma de
México): La guerra del Estrecho en la historiografia
contemporánea
Alejandro, R
ODRÍGUEZ DE LAP
EÑA(Universidad San
Pablo-CEU): "Rex bellator": cruzadismo, profetismo y monarquía
en la publicística europea del 1300
José Manuel R
ODRÍGUEZG
ARCÍA(Universidad Nacional de
Educación a Distancia, Madrid) : La estrategia militar y
medios técnicos de la cruzada, 1280-1320.
Enrique R
ODRÍGUEZ-P
ICAVEAM
ATILLA(Universidad Autónoma
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Boletín 42
Colloque international
« Lettres et conflits dans l’Occident tardo-antique et médiéval »
15-17 octobre 2015
ANR-DFG Epistola
Cycle Épistolaire politique
Universidad de Granada
PROGRAMA:
- Thomas Deswarte et Bruno Dumézil, Introduction
-Lionel Mary (Paris Ouest) : Lettres de guerre : la correspondance de Constance II et Shahpur II en 357-358 chez Ammien Marcellin.
-Fabian Schulz (Heidelberger Akademie der Wissenschaften), Le conflit dans les lettres de saint Ambroise.
- Bruno Dumézil (Paris Ouest), Insultatoria : la lettre d’injures à l’époque romano-barbare.
- Florence Close (Université de Liège ) et Christiane Veyrard-Cosme (Univ. de la Sorbonne nouvelle-Paris 3), Blesser par mots au nom du Verbe dans la controverse adoptianiste: étude historique et littéraire des échanges épistolaires entre Alcuin, Félix et Elipand.
- Klaus Herbers (Friedrich-Alexander-Universität Erlangen), Titre à préciser
- Nathanaël Nimmegeers (Lyon III), Les conflits épistolaires de l’Église de Vienne.
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Boletín 42
- Martin Aurell (Poitiers), La correspondance de guerre de Brian fitz comte (c. 1090-c. 1149).
- Lydwine Scordia (Rouen), ‘Je veulx savoir incontinent que c’est’. L’information des conflits dans les lettres de Louis XI.
- Laurent Vissière (Paris IV- IUF), Dialogue épistolaire, défi, insultes. Les lettres ouvertes du duc d'Orléans et d'Henri IV d'Angleterre.
- Valérie Toureille (Paris I), Légitimité de la guerre et usage des lettres de défi en Lorraine au XVes.
- Julien Théry (Montpellier III), titre à préciser.
- Morwenna Coquelin (EHESS), Une lettre du conseil d’Erfurt au capitaine Friedrich von Dühne en 1509 ou : tentative de continuation de la guerre par d’autres moyens.
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Boletín 42
ENCUENTRO DE INVESTIGADORES
DE ALCALÁ LA REAL
"Homenaje a José Bolivar Gómez de Urda“
24 de octubre 2015
Objetivos:
- Propiciar la investigación sobre la Catedral, la Diócesis de Jaén y la Abadía de Alcalá la Real. - Profundizar en los estudios sobre los obispos y los abades de ambos territorios.
- Propagar la importancia de los fondos de los archivos locales y provinciales y recordar que cualquier trabajo histórico serio y riguroso debe partir, especialmente, de la investigación en los documentos custodiados en ellos.
Dirección:
- Antonio Linage Conde - Domingo Murcia Rosales
Secretaría:
- Juan Manuel Martín Afán de Rivera y Francisco Toro Ceballos [email protected]
Organización:
- Ayuntamiento Alcalá la Real. Área de Cultura y Universidad - Diputación de Jaén. Área de Cultura
- AMAR (Archivo Municipal de Alcalá la Real) - Academia Andaluza de la Historia
- Asociación Cultural Enrique Toral y Pilar Soler
Colaboración:
- Archivo Histórico Provincial de Jaén - Archivo Diocesano de Jaén
- Asociación de Amigos del Archivo Diocesano de Jaén - Fundación Caja Rural de Jaén
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Boletín 42
IX Jornadas Complutenses de Arte Medieval
VER Y CREAR. OBRADORES Y MERCADOS
PICTÓRICOS EN LA ESPAÑA GÓTICA (1350-1500)
11-13 noviembre 2015
Universidad Complutense de Madrid
Coords.: Matilde Miquel y Olga Pérez
SESIÓN I:
La práctica de la pintura en el obrador- Se abordará el estudio
de los contratos de obra, para desentrañar las técnicas empleadas y los
materiales utilizados, los tiempos de ejecución establecidos, los precios
de los encargos, las dimensiones de las piezas, los principales temas
iconográficos seleccionados y se contrastará con los análisis técnicos de
las obras estudiadas o intervenidas
. SESIÓN II:
La formación artística y la
transmisión del conocimiento en el periodo gótico- Se profundizará en
los medios de aprendizaje del pintor en el periodo gótico, a través de la
documentación (contratos de aprendizaje) y de los análisis técnicos
intentando ahondar en los medios de conocimiento, técnicas, usos
artísticos y fuentes que definen la trayectoria de los maestros.
SESIÓN
III:
Las transferencias de conocimiento técnico- A través de las relaciones
con otras artesanías la actividad artística se enriquece, adquiere nuevas
formas y distintos grados de producción que transforman el arte. La
atención a estos intercambios artísticos determina igualmente la
transmisión del conocimiento y el proceso creativo.
SESIÓN IV:
Uso,
visión y valoración- En esta sección, se atenderá a los distintos modos de
contemplación de los objetos artísticos, su exhibición pautada y, como
extensión, el valor “camaleónico” que proporcionaban a los espacios
arquitectónicos y urbanos. Asimismo, se incidirá en su conexión con la
producción artística y con los conceptos de originalidad y copia.
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Boletín 42
Universidade de Coimbra | Universidade de Lisboa
9 e 10 de Dezembro de 2015
Durante este ano de 2015 ocorre o 5.º centenário do nascimento de D. Jerónimo Osório, um dos maiores humanistas portugueses cuja obra, vasta e variada, foi mais lida por toda a Europa e mereceu uma repetida divulgação que atingiu, só na época do Renascimento, perto de 230 edições em cerca de 42 das principais cidades europeias. Além disso, a qualidade do seu latim levou os críticos do seu tempo a conceder-lhe o título de “Cícero Português”.
Para celebrar a vida e obra deste autor, as universidades de Coimbra e de Lisboa promovem em 9 e 10 de Dezembro de 2015, respectivamente em Coimbra e Lisboa, um congresso consagrado ao humanismo português e europeu da época do Renascimento.
CALL FOR PAPERS
português |español | italiano|français |english
até 31 de Março de 2015
COMISSÃO EXECUTIVA
Arnaldo Espírito Santo (U. Lisboa)
Manuel José de Sousa Barbosa (U. Lisboa) Margarida Miranda (U. Coimbra)
Maria Cristina Pimentel (U. Lisboa) Nair Castro Soares (U. Coimbra)
Sebastião Tavares de Pinho (U. Coimbra)
O Humanismo Português e Europeu:
no 5º centenário do Cicero Lusitanus,
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Boletín 42
Actividades
de la SEEM
XX Curs d’estiu-Reunió científica del Comtat
d’Urgell. Balaguer (Lleida)
XXVI Semana de Estudios Medievales de Nájera
XII Encuentros Internacionales del Medievo de
Nájera
X Curso de Especialización de Historia Medieval.
Simat de Valldigna
El agua en el imaginario medieval. Valladolid
Congreso Internacional: El conde de Tendilla y su
tiempo. XXVIII Asamblea de la SEEM. Granada
IV Congreso Internacional de Jóvenes
Medievalistas. Ciudad de Cáceres
VIII Jornadas Luso-Españolas de Historia Medieval.
Lisboa
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Boletín 42
C
á
tedra d’estudis medievals del
Comtat d’Urgell
XX Curs d’estiu-Reunió científica del
Comtat d’Urgell
L’assistència a l’Edat Mitjana
Balaguer (Lleida)
1, 2 y 3 de julio de 2015
Dimecres 1 de juliol de 2015
Seu del Consell Comarcal de la Noguera
09:30Inauguraciódelatrobadacientífica
10:00 Primera sessió . Presideix i modera Flocel Sabaté
(Universitat de Lleida)
-Ariel Guiance (Consejo Nacional de Investigaciones
Científicas y Técnicas,
Buenos Aires), Enfermedades y asistencia a los enfermos en la
hagiografía medieval hispana.
-Iona McCleery (University of Leeds), Death, disease, diet and
dearth: the 'social context' ofmedicine in medieval Portugal.
Continúa…