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EQUIPEQUEAPRENDE LEITURAESCRITA CRIS

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

A leitura e a escrita

A leitura e a escrita

como compromisso

como compromisso

de todas as áreas

de todas as áreas

(2)

“Ler é registrar o mundo pela

palavra”

(3)

Duas grandes perspectivas em

Duas grandes perspectivas em

termos de concepções de leitura

termos de concepções de leitura

O sentido está dado de antemão no texto e cabe

O sentido está dado de antemão no texto e cabe

ao leitor decodificá-lo e interpretá-lo;

ao leitor decodificá-lo e interpretá-lo;

Os sentidos são (re)construídos no ato de

Os sentidos são (re)construídos no ato de

leitura e para tanto o leitor relaciona texto, suas

leitura e para tanto o leitor relaciona texto, suas

condições

de

produção,

seus

próprios

condições

de

produção,

seus

próprios

conhecimentos prévios, crenças etc.

(4)

A leitura e a escrita como

A leitura e a escrita como

compromisso de todas as áreas

compromisso de todas as áreas

Proposta em sala de aula:

Proposta em sala de aula:

Leitura compartilhada

Leitura compartilhada – professor orienta de acordo – professor orienta de acordo com o grau de dificuldade do texto e com os

com o grau de dificuldade do texto e com os

objetivos de leitura: lê um pouco, propõe

objetivos de leitura: lê um pouco, propõe

questões, sugere a leitura individual de partes,

questões, sugere a leitura individual de partes,

retoma a leitura, lê mais um trecho etc.

retoma a leitura, lê mais um trecho etc.

Privilegiando certas habilidades com momentos de:

Privilegiando certas habilidades com momentos de:

Escuta Leitura Oralidade Escrita

(5)

Presente

(6)

SMI TH, F rank. Leitu ra sig nifica tiva

NA

LEITURA...

(7)
(8)
(9)
(10)
(11)
(12)
(13)
(14)
(15)
(16)
(17)
(18)

MATROSE NUR

ICH BIN NICHI VON HIER

MATROSE NUR

ICH HABE KENE LIEBEN

MATROSE NUR

ICH BIN AUS BAHIA

MATROSE NUR

(19)

MATROSE NUR

(Gilberto Gil)

ICH BIN NICHI VON HIER

MATROSE NUR

ICH HABE KENE LIEBEN

MATROSE NUR

ICH BIN AUS BAHIA

MATROSE NUR

(20)

DO QUE DEPENDE AFINAL A COMPREENSÃO

DO QUE DEPENDE AFINAL A COMPREENSÃO

DE UM TEXTO?

DE UM TEXTO?

DO QUE DEPENDE AFINAL A COMPREENSÃO

DO QUE DEPENDE AFINAL A COMPREENSÃO

DE UM TEXTO?

DE UM TEXTO?

Conhecimento de mundo;

Conhecimento de mundo;

Conhecimento específico;

Conhecimento específico;

Conhecimento do gênero do discurso ou tipo

Conhecimento do gênero do discurso ou tipo

de texto em questão;

de texto em questão;

Conhecimento linguístico;

Conhecimento linguístico;

Desenvolvimento de

capacidades leitoras.

Desenvolvimento de

capacidades leitoras.

(21)

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 1 )

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 1 )

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 1 )

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 1 )

Possibilitar que os alunos confiram sentido ao que Possibilitar que os alunos confiram sentido ao que

leem (tomar a leitura como situação de interlocução em

leem (tomar a leitura como situação de interlocução em

que sempre há objetivos e motivações);

que sempre há objetivos e motivações);

Conter atividades que visem subsidiar os alunos para Conter atividades que visem subsidiar os alunos para

a (re)construção dos sentidos do texto e não

a (re)construção dos sentidos do texto e não

simplesmente visar a checagem da compreensão ou

simplesmente visar a checagem da compreensão ou

fornecer todos os elementos;

fornecer todos os elementos;

Apresentar atividades/questões Apresentar atividades/questões antes, durante e antes, durante e

depois da leitura

depois da leitura, levando em conta a legibilidade dos , levando em conta a legibilidade dos textos para os alunos;

(22)

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 2 )

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 2 )

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 2 )

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 2 )

Explorar diferentes capacidadesExplorar diferentes capacidades, levando em conta a , levando em conta a

legibilidade dos textos para os alunos e os objetivos

legibilidade dos textos para os alunos e os objetivos

e conteúdos das disciplinas;

e conteúdos das disciplinas;

Contemplar o que está nas linhasContemplar o que está nas linhas, , entre as linhasentre as linhas e e

por trás das linhas

por trás das linhas;;

Contemplar diferentes gênerosContemplar diferentes gêneros, explorando suas , explorando suas

características, sem perder de vista a compreensão

características, sem perder de vista a compreensão

dos textos lidos;

dos textos lidos;

Diversificar estratégiasDiversificar estratégias: leitura individual, em dupla, : leitura individual, em dupla,

coletiva, leitura do professor, dos alunos, com

coletiva, leitura do professor, dos alunos, com

diferentes tipos de mediação etc.

(23)

Para o desenvolvimento das

Para o desenvolvimento das

capacidades de

capacidades de

apreciação e réplica

apreciação e réplica

, é fundamental fornecer

, é fundamental fornecer

subsídios em termos de conteúdos para que os

subsídios em termos de conteúdos para que os

alunos possam efetivamente se posicionar;

alunos possam efetivamente se posicionar;

Não ter a intenção de mobilizar todas ou muitas

Não ter a intenção de mobilizar todas ou muitas

capacidades de uma só vez (trabalho extenso e

capacidades de uma só vez (trabalho extenso e

sem sentido).

sem sentido).

O TRABALHO COM LEITURA NA ESCOLA ( 3 )

(24)

Nas aulas de

Língua Portuguesa do

EF e do EM

Nas demais disciplinas

dos Ensinos

Fundamental e Médio

Texto circula em situações de uso características dos gêneros/

domínios discursivos, mas também como objeto de estudo

Texto circula em situações de uso características dos gêneros

domínios discursivos, a língua portuguesa como ferramenta.

(25)

Definição de gênero

O que é gênero do discurso?

Formas de dizer sócio–historicamente

cristalizadas, oriundas de necessidades

produzidas em diferentes esferas da

comunicação humana.

“Tipos relativamente estáveis de enunciados”.

(26)
(27)

Esferas de circulaç

Esferas de circulaç

ão de discursos

ão de discursos

Publicitária Anúncios Campanhas... Política Leis Discursos... Artística Músicas Pinturas Poemas Contos... Cotidiana Cartas Emails Blogs Discussões... Científica Artigos Verbetes Definições... Jornalística Notícias Artigos Editoriais... Escolar Instruções Questões Explicações...

(28)

Meu caro amigo

Francis Hime - Chico Buarque/1976

   

Meu caro amigo me perdoe, por favor Se eu não lhe faço uma visita

Mas como agora apareceu um portador Mando notícias nessa fita

Aqui na terra tão jogando futebol

Tem muito samba, muito choro e rock' roll Uns dias chove, noutros dias bate sol

Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta Muita mutreta pra levar a situação

Que a gente vai levando de teimoso e de pirraça

E a gente vai tomando, que também, sem a cachaça Ninguém segura esse rojão

(29)
(30)

INSTRUMENTO PARTICULAR DE RESILIÇÃO

DE CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL

Pelo presente Instrumento Particular de Resilição de Contrato de Locação de Imóvel Residencial, de um lado, na qualidade de LOCADORA, ____________, brasileira, viúva, professora, portadora da cédula de identidade _____________, inscrita no CPF/MF sob o nº ___________, domiciliada nesta capital, onde reside a _____________, e, de outro lado, na qualidade de LOCATÁRIO, ______________, brasileira, separada consensualmente, portadora da cédula de identidade ___________, inscrita no CPF/MF sob o nº _____________, residente e domiciliada, nesta Capital, a ______________, resolvem, a pedido do locatário, resilir a locação do imóvel abaixo descrito, prometendo fazer cumprir por e seus herdeiros, mediante as seguintes cláusulas e condições:

DO OBJETO

Cláusula Primeira - A presente resilição tem por objeto a locação do imóvel sito a Rua ______________ – ___________, locado conforme o contrato particular de locação de imóvel residencial, datado de 18 de agosto de 2.001, com valor locatício último de R$ _______________.

(31)
(32)
(33)

GÊNEROS DE DISCURSO NA ESCOLA

CLT:

CLT:

Contos Poemas Canções Relatórios Gravuras Danças...

CLT:

CLT:

Contos Poemas Canções Relatórios Gravuras Danças...

CNM:

CNM:

Definições Verbetes Artigos de DC... Problemas Equações Fórmulas Teoremas... Gráficos, Mapas...

CNM:

CNM:

Definições Verbetes Artigos de DC... Problemas Equações Fórmulas Teoremas... Gráficos, Mapas...

CHT:

CHT:

Definições Verbetes Artigos de DC... Ensaios Notícias/Reportagem Mapas, diagramas...

CHT:

CHT:

Definições Verbetes Artigos de DC... Ensaios Notícias/Reportagem Mapas, diagramas...

(34)

base teórica

base teórica

LINGUAGEM

permeia as

interações

sociais

LINGUAGEM

permeia as

interações

sociais

PARTICIPAÇÃO

SOCIAL

PARTICIPAÇÃO

SOCIAL

“Na realidade, toda a palavra comporta duas faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que

procede de alguém, como pelo fato de que se dirige para alguém. Ela constitui justamente o

produto de interação do locutor e do ouvinte. Toda a palavra serve de expressão a um em

relação ao outro.”

Mikhail Bakhtin “Na realidade, toda a palavra comporta duas faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que

procede de alguém, como pelo fato de que se dirige para alguém. Ela constitui justamente o

produto de interação do locutor e do ouvinte. Toda a palavra serve de expressão a um em

relação ao outro.”

(35)

LETRAMENTO...

reconheço o gênero do discurso ao qual

sou exposto.

reconheço o contexto de produção...

compreendo sua finalidade,intencionalidade

reconheço seu enunciador

(36)

Os textos são classificados segundo a esfera discursiva em

que se inserem, por seu gênero e por sua circulação social.

Para isto, considera-se diferentes situações de

leitura, tais como:

ler, em situação pessoal e privada (esferas:

artístico-literária, de entretenimento, jornalística e publicitária)

ler textos relacionados à vida pública (esfera

institucional-pública)

ler, em situação de trabalho ou ocupacional (esfera

ocupacional)

ler, em situação de educação formal (esferas: escolar

e de divulgação científica)

(37)

SAEB - Prova Brasil, ENEM e PISA

Principais resultados evidenciam:

Ausência do domínio da leitura compreensiva

Ausência do domínio da leitura compreensiva

é principal causa do baixo desempenho.

é principal causa do baixo desempenho.

A maior parte apresenta desempenho fraco a

A maior parte apresenta desempenho fraco a

regular

(38)

Desafio mais importante...

Sensibilizar os professores das diversas áreas

para o desenvolvimento das habilidades de leitura e

escrita como um objetivo a ser atingido pela

escola nas diversas áreas curriculares.

A especificidade de cada área curricular oferece

oportunidades singulares para o aprimoramento

de diferentes habilidades de leitura

(39)

Por que todas as disciplinas

Por que todas as disciplinas

devem promover o trabalho

devem promover o trabalho

com a leitura e a escrita?

(40)

Porque a leitura e a escrita perpassam toda

a produção de conhecimento e sua

(re)construção em todas as disciplinas e

suas práticas pedagógicas;

(41)

Porque o desenvolvimento das

Porque o desenvolvimento das

capacidades de leitura dos alunos

capacidades de leitura dos alunos

supõe conhecimentos específicos (das

supõe conhecimentos específicos (das

várias disciplinas) que muitas vezes o

várias disciplinas) que muitas vezes o

professor de português não possui;

(42)

Porque em diferentes disciplinas circulam

gêneros, cujo domínio pode favorecer os

processos de compreensão e produção

de textos.

Para tanto, devem ser explorados por

todos os professores no contexto em que

circulam de forma articulada com LP.

(43)
(44)

Roland Barthes enfatiza a opção de se encontrar a

virtude no ato de se poder ler levantando às vezes

os olhos, interrompendo com freqüência a leitura

não por desinteresse mas, ao contrário, por afluxo

de idéias, excitações, associações: “é essa leitura,

ao mesmo tempo desrespeitosa, pois que corta o

texto, e apaixonada, pois que a ele volta e dele se

nutre” . É uma leitura sem a imposição do tempo,

sem autoridade, que reencontra a perspectiva do

prazer no momento da hesitação e do

estranhamento, levando ao conhecimento de si

mesmo e do mundo.

Referências

Documentos relacionados