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ASPECTOS CLÍNICOS, EPIDEMIOLÓGICOS E LABORATORIAIS DA LEPTOSPIROSE CANINA CLINICAL, EPIDEMIOLOGICAL AND LABORATORY ASPECTS OF CANINE LEPTOSPIROSIS

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ASPECTOS CLÍNICOS, EPIDEMIOLÓGICOS E LABORATORIAIS DA LEPTOSPIROSE CANINA

CLINICAL, EPIDEMIOLOGICAL AND LABORATORY ASPECTS OF CANINE LEPTOSPIROSIS

Bruno dos Santos Gusmão*, Gustavo Fernandes Barbosa* , Leandro Cesar Juliano Trovo de Carvalho*, Freddi Bardela de Souza

RESUMO

A leptospirose é uma doença infecciosa emergente de distribuição mundial causada por bactérias do gênero Leptospira,. As regiões com saneamento precário, clima tropical e que possuem altos índices pluviométricos tem grande prevalência da doença. A leptospira acomete animais domésticos, silvestres e o homem, sendo considerada uma zoonose ocupacional de risco. O principal disseminador do agente no ambiente é o rato, que elimina o microrganismo através da urina por um período indeterminado. O agente possui alta patogenicidade, os principais órgãos acometidos são os rins, fígado e vasos, podendo acometer outros órgãos na fase de bacteremia. Faz-se o uso de vacinas como medidas de prevenção, mas é necessário um saneamento adequado e higiene ambiental de qualidade para evitar a disseminação do agente. O presente trabalho teve como objetivo realizar um estudo geral sobre a Leptospirose canina, abordando a etiologia, epidemiologia, sinais clínicos, tratamento e profilaxia.

Palavras-chave: Leptospirose; cães; rato; espiroqueta; doença de stuttgart ABSTRACT

Leptospirosis is an emerging infectious disease with worldwide distribution and caused by bacteria of the genus Leptospira. The regions of poor sanitation, tropical climate and have high rainfall has a high prevalence of the disease. The leptospira affects domestic animals, wild and man, being considered an occupational risk of zoonosis. The main disseminator of the environment agent is the mouse that eliminates the microorganism through the urine for an indefinite period. The agent has high pathogenicity, their infection worsens in clinical, biochemical and hematological changes in the body, the main organs affected are the kidneys, liver and vessels and can affect other organs in bacteremia phase. Does the use of vaccines as prevention, but adequate sanitation and environmental hygiene quality to prevent the spread of the agent is necessary. This study aimed to carry out a general study on canine leptospirosis, regarding the etiology, epidemiology, clinical signs, treatment and prophylaxis.

Keywords: Leptospirosis; dogs; mouse; spirochete; stuttgart's disease

INTRODUÇÃO

A leptospirose é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Leptospira e acomete os animais domésticos, silvestres e o homem. Esta enfermidade tem maior prevalência em países de clima tropical e em períodos de maiores índices pluviométricos, devido à sobrevivência do agente em locais úmidos. A transmissão do agente ocorre pelo contato direto ou indireto, sendo a principal via de transmissão através da urina contaminada, pois os animais portadores podem eliminar a leptospira por um período variável (1, 2).

* Discente do curso de Medicina Veterinária - Faculdades Integradas de Ourinhos - FIO/FEMM Docente do curso de Medicina Veterinária - Faculdades Integradas de Ourinhos - FIO/FEMM

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No cão a leptospirose constitui um grave problema a saúde pública, pois os animais podem ser portadores da doença e assintomáticos, atuando como reservatório. No Brasil a grande ocorrência está relacionada ao acelerado e desordenado crescimento urbano onde grande parte da população passou a habitar em periferias, onde não há condições adequadas de infraestrutura e saneamento (3).

Os roedores (Rattus norvergicus, Rattus rattus e Mus musculus) são os principais responsáveis pela contaminação do ambiente por leptospiras, pois são portadores assintomáticos, porém eliminam o agente pela urina durante dias ou meses (4). A contaminação humana ocorre principalmente em áreas alagadas, locais de enchentes, e em profissionais que tem maior risco (médicos veterinários, agricultores e profissionais que realizam manutenção no esgoto), portanto é considerada uma zoonose ocupacional (5).

O cão é o principal hospedeiro da Leptospira interrogans sorovar Canicola e o rato o da Leptospira interrogans sorovar Icterohaemorrhagiae. Duas formas clínicas de leptospirose são conhecidas, a infecção pelo sorovar Icterohaemorrhagiae, caracterizada pelo comprometimento hepático e renal, de evolução grave que pode culminar a morte em poucos dias e a provocada pelo sorovar Canicola cuja sua manifestação clínica está mais associada ao comprometimento renal (6).

As vacinas empregadas mundialmente para imunização dos cães são bacterinas produzidas com os sorovares de leptospira. Os sorovares de maior prevalência no Brasil são:

Icterohaemorrhagiae e Canicola (7). O presente trabalho teve como objetivo realizar um

estudo geral sobre a Leptospirose canina, abordando a etiologia, epidemiologia, sinais clínicos, tratamento, controle e profilaxia.

REVISÃO DE LITERATURA Etiologia

A leptospirose é uma doença infecciosa emergente, zoonótica causada por bactérias da ordem Spirochaeles, família Leptospiraceae e gênero Leptospira. São bactérias gram negativas, aeróbias, catalase positivas, oxidase negativas, quimiorganotróficas, medem de 0,1 a 0,2 μm de diâmetro e 6 a 12 μm de comprimento, não possuem capsula, não produzem esporos, são móveis flexíveis, seu formato é de espiroqueta, possui flagelos em sua membrana que permite movimentos de spin (saca-rolha) e de flexão-extensão, facilitando a sua mobilidade (8).

As características ideais para o crescimento da Leptospira são: locais úmidos ou ambiente aquoso, pH (potencial hidrogênio iônico) 7,2 a 7,6, ausência de radiação ultravioleta (UV), podendo permanecer por até seis meses nestas condições. A resistência do microrganismo é baixa e são sensíveis a desidratação, desinfetantes químicos, pH ácido e alcalino (maior que 8). Sua destruição ocorre rapidamente em temperaturas entre 50-60ºC (9).

Na classificação sorológica, o gênero Leptospira é dividido em duas espécies, a

Leptospira interrogans que compreende todos os sorotipos patogênicos, e Leptospira biflexa,

que são sorotipos isolados no meio ambiente. Na literatura há descrição de mais de 200 sorovares de Leptospira, sendo que os cães podem ser infectados pelos sorovares L. australis,

L. autumnalis, L.ballum, L. bratislava, L. bataviae, L. canicola, L. copenhageni, L. grippotyphosa, L. hardjo, L. icterohaemorrhagiae, L. pomona e L.tarassovi, pertencentes ao

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Epidemiologia

A leptospirose canina é uma enfermidade endêmica no Brasil, ocorrendo em toda a sua extensão, sendo uma zoonose que reflete diretamente na saúde pública e na economia do país. Neste sentido o cão torna-se um elemento importante na transmissão da enfermidade tanto para outros animais, quanto e principalmente para o homem, justificando, cada vez mais, seu conhecimento epidemiológico (2). Os principais sorovares encontrados nas infecções em cães são o L. icterohaemorrhagieae e L. canicola, que possuem como fonte de infecção os cães e os roedores (Rattus norvergicus – ratazana de esgoto, Rattus rattus – rato preto e Mus

musculus – camundongo) (11).

No Brasil várias linhas de pesquisa são enfocadas com o intuito de avaliar os casos de leptospirose canina, estimando sua ocorrência e distinguindo os tipos sorovares mais frequentes em diferentes regiões. Regiões com saneamento inadequado e com maior ocorrencia de alagamentos são áreas mais comuns de surtos de leptospirose (12).

A transmissão pode ocorrer na forma direta pela manipulação de animais doentes, fluídos corporais (urina; sangue), transmissão venérea, placentária ou através da pele (íntegra ou lesionada). A forma indireta se dá pela exposição de animais susceptíveis a um ambiente contaminado, por exemplo, água, alimentos e solo. A água é considerada o veículo de transmissão mais comum, principalmente onde seu pH encontra-se levemente alcalino e em temperatura ambiente. (10).

No trabalho realizado por Ribeiro de Castro (13), demonstrou que no período chuvoso a incidência de cães sororeagentes foi maior em relação ao período seco. Os cães sororeagentes no período chuvoso foi de 46,66% (35/75) dos animais avaliados, enquanto no período seco foi de 29,33% (22/75). A maior incidência no período chuvoso está relacionado com maior umidade relativa do ar, maiores índices pluviométricos, águas estagnadas com pH neutro que favorecem a disseminação do agente.

Sendo considerada uma zoonose ocupacional, os trabalhadores rurais, médicos veterinários, pessoas que trabalham em contato com esgoto e outras ocupações onde há contato com animais, especialmente ratos, tem maior susceptibilidade à infecção. (14). A mais importante fonte de infecção para a leptospirose é o roedor, que exerce o papel de reservatório e o dissemina por meio da urina no ambiente (15).

Patogenia

As leptospiras possuem alta patogenicidade e os animais infectados podem apresentar diferentes alterações clínicas, bioquímicas e hematológicas. Os principais danos causados pelo agente citados na literatura são lesões hepáticas, renais e vasculares. (16). Sua multiplicação ocorre comumente em órgãos parenquimatosos, sangue e linfa. Quando o agente se multiplica no endotélio vascular leva a um quadro de vasculite generalizada. (17).

Os mecanismos da patogênese da lepstospira ainda não estão claramente elucidados, sabe-se que há a interação do agente com os componentes da matriz extracelular do hospedeiro. As adesinas presentes na matriz contribuem para a invasão e colonização do microrganismo. Após a invasão, o microrganismo tenta resistir ao sistema imunológico, uma resposta ao sistema complemento é a degradação da convertase C3 e C3b e inibição do complexo de ataque de membranas. O sistema inato tem a capacidade de remover as cepas com menor virulência, enquanto as cepas com maior virulência iniciam a doença na fase aguda de forma fulminante. Após a penetração, o agente migra para o espaço intravascular, caracterizando a fase de leptospiremia que pode ocorrer entre o 2º e 10º dia após a infecção, produzindo lesões em diversos órgãos. Constituintes presentes na membra externa da leptospira, ativa macrófagos através dos receptores CD14 e “Toll-like receptor 2” (TLR2) (18).

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Na fase de leptospiremia os principais órgãos acometidos são os rins, fígado, vasos sanguíneos, pulmão e coração. Nesta fase o animal pode apresentar vasculite, hemorragia pulmonar e cardíaca, infiltrado inflamatório nos rins, necrose focal do parênquima hepático, colestase intra-hepática com lesão hepática severa. Ao fim da bacteremia (7 a 10 dias após a infecção) os anticorpos eliminam as bactérias da corrente circulatória (5). Após a eliminação pelos anticorpos o agente pode permanecer nos túbulos renais e ser eliminado pela urina (leptospiúria) de forma intermitente por semanas a meses nos cães, e nos roedores pode ser eliminada pela vida toda (17).

A icterícia, hemorragia e uremia, são alterações comumente encontradas nos quadros de leptospirose. Nos caninos são conhecidas quatro síndromes: hemorrágica aguda, ictérica causadas principalmente pelo sorovar icterohemorrhagiae, subaguda ou urêmica (doença de Stuttgart) e a forma inaparente pelo sorovar canicola (19).

Sinais clínicos

Os sinais clínicos descritos em cães incluem febre, taquicardia, taquipnéia hemoglobinúria, icterícia, anemia, vômito, diarreia, coagulação intravascular disseminada (CID), hemorragias, polidipsia, oligúria, halitose devido a úlceras na cavidade oral, abortos e uremia causada pela insuficiência renal. Na fase hemorrágica aguda e ictérica os principais sinais são icterícia, gastrenterite hemorrágica, febre e mialgias, já na subaguda ou urêmica são principalmente nefrite intersticial, hepatite e febre. Abortos são raros, porém, já foram relatados na literatura. (9).

Alterações laboratoriais

As alterações hematológicas usualmente encontradas são leucocitose, trombocitopenia e anemia. A leucopenia pode ser encontrada na fase aguda. Exames da função renal revelam aumento nos níveis séricos de ureia e creatinina, variando segundo o grau de comprometimento renal. Alterações nos níveis das enzimas hepáticas alanina aminotransferase (ALT) e fosfatase alcalina (FA), assim como a bilirrubina são encontradas, variando com o grau de lesão hepática. Outras alterações bioquímicas podem ocorrer como, hipoalbuminemia, hipocalemia, hiperfosfatemia, hipocalcemia e hiponatremia. Na fase crônica pode-se detectar também hiperglobulinemia (20, 2).

Na urinálise geralmente encontra-se: densidade baixa, glicosúria, proteinúria, bilirrubinúria, acompanhadas de presença de cilindros granulosos, e elevação de leucócitos e eritrócitos no sedimento urinário. O microrganismo não é visto no sedimento urinário pelo microscópio óptico sendo recomendável a microscopia de campo escuro de urina. (21, 22, 23).

Achados de necrópsia

Segundo Tochetto (19), em 79,2% (42/53) dos casos observou-se achados de necropsia citados na literatura, como: icterícia da mucosa oral, conjuntival, genital, nas serosas, escleras e meninges. Em 75,5% (40/53) dos cães apresentavam hemorragias, o fígado de 56,6% (30/53) dos cães apresentou alterações macroscópicas, mudança na cor do órgão, acentuação do padrão lobular e hepatomegalia. As alterações renais macroscópicas encontradas foram descolorações dos rins, estriações brancas, nefromegalia, irregularidade capsular e hemorragias.

Os achados microscópicos foram nefrose tubular, nefrite intersticial, lesões necróticas, infiltrado inflamatório, dissociação de cordões de hepatócitos, colestase intra-canicular e focos necróticos. No pulmão encontrou-se hemorragia pulmonar junto à presença de agregados de neutrófilos, detritos celulares e trombos de fibrina obstruindo a luz dos microvasos pulmonares, que demonstravam graus variáveis de hialinização em suas paredes (19).

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Diagnóstico

O diagnóstico definitivo da leptospirose canina, deve-se embasar nas informações clínico-epidemiológicas e nos exames laboratoriais. Podem ser feitos exames confirmatórios que incluem testes sorológicos, isolamento do agente, PCR (reação em cadeia polimerase), técnicas de imunofluorescência indireta (RIFI) e microscopia de campo escuro. Para o diagnóstico post mortem podem ser encontradas alterações macroscópicas e microscopias nos órgãos como rins, fígado e pulmão (17).

Deve-se realizar o diagnóstico diferencial para uma diversidade de enfermidades como anemia hemolítica imunomediada (AHIM), hepatite viral canina, neoplasia hepática ou renal, lúpus eritematoso sistêmico, toxoplasmose, erliquiose e herpesvirose canina (24). A técnica padronizada de Soroaglutinação macroscópica (SAM) com antígenos vivos é recomendada pela Organização mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde no Brasil, sendo estabelecida como padrão ouro para o diagnóstico em humanos e animais (25).

Tratamento

O tratamento tem como objetivo manter o paciente estável prevenindo que a doença chegue ao fígado e rins para não evoluir em sua forma crônica. São usados antibióticos para evitar a multiplicação do agente e reduzir possíveis complicações. Os antibióticos comumente utilizados são: penicilina, ampicilina e amoxicilina. Recomenda-se também a associação de outros fármacos, como antieméticos, diuréticos e fluidoterapia para restabelecer o balanço hídrico-eletrolítico. Em casos de anemia severa ou CID torna-se necessária a transfusão sanguínea (5, 2).

Controle e profilaxia

O controle da leptospirose canina baseia-se na adoção de medidas profiláticas, tais como o controle de roedores, isolamento e tratamento de animais mórbidos, destino adequado do lixo, armazenagem adequada de alimentos, eliminação do excesso de água do ambiente, como a canalização de cursos de água e a drenagem de esgotos (8).

Além das medidas de higiene, sanidade e controle dos roedores, a vacinação dos animais contendo sorovares específicos de cada região é de extrema importância para a profilaxia da leptospirose. Atualmente existem três tipos de vacinas no mercado (V8, V10 e V11), o que difere de cada uma são os sorovares incluídos. A V8 possui somente os sorovares

L. icterohaemorragiae e L. canicola, a V10 protege contra os sorovares L. icterohaemorragiae, L. canicola, L. grippotyphosa e L. pomona, já a V11 possui todos

sorovares citados mais o sorovar L.copenhageni. (26).

CONCLUSÃO

A leptospirose é uma zoonose de grande importância para saúde pública e de alta patogenicidade para os cães. Frente a esta situação, a prevenção desta enfermidade torna-se essencial. O controle dos ratos e limpeza do ambiente, a vacinação dos animais, limpeza do ambiente, remoção de água parada e um serviço de sanidade adequado especialmente em regiões tropicais e de altos índices pluviométricos contribuem para menor ocorrência da doença.

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REFERÊNCIAS

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